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Viajar com a mãe é o melhor presente

Clarissa e Solange, na foto clássica de Machu Picchu

Clarissa e Solange, na foto clássica de Machu Picchu

Domingo é o dia delas. Portanto, resolvemos fazer uma pequena homenagem àquelas que foram as responsáveis por nossa primeira “aterrissagem” na vida: as mães.

Viajar com a mãe por opção, depois de adulto, é uma delícia.  Se antes você não podia dar pitaco no destino e o máximo que dizia era “falta muito pra chegar?”, agora pode criar um roteiro todo especial junto com ela. Viajar com a mãe rende boas histórias, conversas profundas -quer melhor maneira de (re)conhecer alguém do que viajar junto?- e uma sensação gostosa de retribuir todo o carinho que ela já nos deu. Se puder convidá-la, então, melhor ainda.

Abaixo, contamos um pouquinho nossas experiências recentes.

Alícia e Jainira, brindando no México

Alícia e Jaynira brindando no México

Alícia e Jaynira (México e Peru) – “Eu amei a experiência de voltar a viajar com mamis depois de tantos anos. Ela foi uma das responsáveis por minha paixão por viagens e aventuras e juntas fomos só nós duas desbravar as delícias do México e um pedacinho do Peru ano passado.

Entre as dicas básicas para o sucesso da viagem acho que está a montagem do roteiro. Minha mãe já tinha me avisado que não queria um ritmo pauleira e frenético, que é bem o meu estilo, e não fizemos nenhuma programação engessada. Era importante fazer as coisas sem pressa, sem muitas estiradas de caminhadas pra não forçar a coluna dela.

Com essa maleabilidade na agenda, a visita às Pirâmides de Teotihuacan, que sabíamos que seria uma canseira para minha companheira de viagem e estávamos programando logo para o primeiro dia, acabou ficando pro último e nem por isso deixou de ser incrível. Focamos numa programação cultural intensa, aos principais pontos turísticos, claro, pontuados por alguns restaurantes bacanas e numas comprinhas básicas que ninguém é de ferro.”
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Clarissa e Solange (Peru) –  “Passei três anos longe de minha mãe, morando na Espanha, e a experiência me fez mudar profundamente. Quando voltei para o Brasil, era outra pessoa e isso mexeu muito com minha mãe. Por isso, quando resolvemos viajar juntas pela primeira vez, depois de adultas, foi muito emocionante. Ela sempre diz que foi uma oportunidade de conhecer novamente a filha. A ideia inicial era eu ir sozinha e foi uma surpresa quando ela sugeriu se juntar, já que nunca havia imaginado minha mãe indo a Machu Picchu.
Isa e Rosângela, animadas em Bogotá

Isa e Rosângela, animadas em Bogotá

Eu organizei a viagem inteira, sempre negociando com ela. Não daria para fazer nada muito puxado, como subir a montanha Huayna Picchu, por exemplo. Para facilitar nossos deslocamentos e acesso a informações, também preferi pegar passeios fechados, coisa que não faço normalmente em viagens. O soroche (mal de alturas dos Andes) era uma preocupação, mas minha mãe tirou de letra. Nada que um chá de coca e uma descansadinha ao chegar não resolvessem. Às vezes, era preciso ceder, já que ela não se animou, por exemplo, em conhecer todos os restaurantes que eu queria ou não queria acordar tão cedo para aproveitar tudo, mas, no fim das contas, saímos satisfeitas com tudo o que vivemos nessa viagem maravilhosa.”
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Isabella e Rosângela (Colômbia) – “Minha mãe tem se saído uma ótima companheira de viagens! Está sempre pronta, tem pique e otimiza o tempo – com ela, nada de ficar parado sem ter o que fazer! Já estivemos juntas em Buenos Aires e Montevidéu (nossa primeira experiência, que vocês podem conferir aqui) e, no ano seguinte, na Colômbia. É claro que nos desentendemos, mas ninguém fica muito tempo de mau humor durante uma viagem, né? Este ano nossas férias casaram novamente e estamos embarcando para São Francisco. O Dia das Mães será batendo perna em Nova York. Nada mau! :)”
E você? Já pensou que no ano que vem uma viagem junto com sua mãe pode ser um presentão?
Feliz Dia das Mães!
Personal Trip

About the Author

Depois de três anos morando na Europa, Clarissa foi multada ao voltar ao Brasil. Motivo: excesso de bagagem. Mas não se arrepende. Afinal, eram muitas histórias e dicas para trazer na mala e ela não queria deixar nenhuma para trás.

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