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Vaticano: como aproveitar melhor sua visita

Pela concentração de brasileiros em que esbarrei nas últimas férias, acho que dá para afirmar que o Vaticano figura entre os preferidos dos turistas compatriotas em Roma. Mas como nem todo mundo que visita a casa do Papa sabe bem o que vai encontrar, segue um guia rápido para ajudar.

Museu do Vaticano

Pátio do Vaticano, logo na entrada do Museu

Antes de mais nada, vale esclarecer: o Vaticano é um estado independente dentro de Roma; na prática, para o turista, ele mais parece um bairro. É no Vaticano que ficam o Museu do Vaticano (e dentro dele a Capela Sistina) e a Basílica de São Pedro. São essas as atrações que levam hordas de turistas para lá.

. O que ver: Muita gente vai ao Vaticano pensando só na Capela Sistina, mas o museu tem muito mais. São centenas de pinturas, esculturas e tapeçarias que datam desde o Egito Antigo e rendem uma visita instigante. A Sistina impressiona, claro, mas ela fica tão cheia e concorrida que isso pode pesar contra. Já a Basílica de São Pedro é uma joia da tradição católica. Ela foi erguida no local onde foi enterrado o apóstolo São Pedro, fundador da igreja católica e seu primeiro papa. É uma construção impressionante e imponente, rica nos detalhes e com uma energia muito especial também.

Capela Sistina

Capela Sistina em foto não autorizada

. Quanto é: A Basílica de São Pedro tem visitação gratuita e uma cúpula anexa onde se pagam 7 euros para subir e ter uma vista panorâmica da Praça São Pedro (eu não subi e não sei dizer se vale, mas a Basílica foi uma das coisas mais impressionantes que vi na vida). Já o Museu do Vaticano tem ingressos por 15 euros que incluem a vista à Capela Sistina. Mas eu recomendo fortemente que o viajante independente compre pela internet e evite a enorme fila no local (isso vai custar 4 euros a mais por ingresso, mas vale a pena porque a fila é imeeeeensa).

. Quanto tempo dura: Isso vai depender de cada visitante, claro. A visita à Basílica costuma ser mais rápida, mas isso também vai depender da fila do controle, porque todos os visitantes precisam passar por detectores de metal antes da visita. Já o Vaticano poderia ser uma visita demorada, já que o acervo de arte do Papado é impressionante, mas infelizmente o lugar não comporta o volume de turistas que recebe e quase sempre os guardas ficam em cima de você, apressando seu passo. Ainda assim, eu não contaria menos de uma hora e meia lá dentro – isso se você fizer o circuito curto para a Capela Sistina.

Basília de São Pedro

Basília de São Pedro: lugar mágico

. Trajes e bolsas: Apesar de muitas recomendações, na nossa visita ao Vaticano não vimos ninguém barrado no museu por conta dos trajes. Já na Basílica de São Pedro são proibidos ombros de fora e roupas curtas, para mulheres e homens. Nas duas atrações também é proibido entrar com mochilas e bolsas grandes ou carrinhos de bebê, tudo isso deve ser deixado na chapelaria do local e recolhido na saída – mas só essa função vai te tomar muuuito tempo no Vaticano.

. O ‘pulo do gato’: No Vaticano algumas alas são fechadas por volta da hora do almoço e reabertas mais tarde. Se você faz questão de explorar todo o complexo, programe sua visita para até o meado da manhã ou a partir da metade da tarde. Quando estivemos lá, as seções começaram a fechar por volta de 12h e não vimos quando reabriu. Já na Basílica de São Pedro, uma das grandes atrações ‘secretas’ é a Capela do Santíssimo Sacramento, numa das laterais da nave. Um guarda fica ali na porta controlando o acesso apenas para católicos, fotos são proibidas e realmente as pessoas entram ali para rezar. É um oásis de silêncio e beleza que vale ser conferido. Mas com respeito.

Personal Trip

About the Author

Flávia tem viagens planejadas para os próximos cinco anos, pelo menos. Só tem um porém: todas precisam de uma parada em Paris.

7 Respostas para “ Vaticano: como aproveitar melhor sua visita ”

  1. Olá, irei ao Vaticano em novembro, no horário da tarde e gostaria de saber se poderei levar uma bolsa média à tiracolo, com documentos e câmera pequena.
    Muito grata pela atenção,

    Iracy

  2. Boa noite!

    Vou em setembro para a Europa (Portugal, Itália, Alemanha e Espanha). Como é o movimento de turistas? Ainda vou ter problemas com filas enormes ou será bem tranquilo? Não sei se devo comprar os ingressos das principais atrações antes de ir…

    Estou adorando muito as dicas!
    Obrigada,
    Ana Carolina

  3. Oi Humberto!
    Obrigada por dividir com a gente a sua experiência.
    Abraços
    Flávia

  4. Olá Flávia,
    Bom texto sobre o Vaticano. Só uma observação: vale muito a pena subir na cúpula da basílica. Eu e minha esposa subimos em uma tarde bem clara, no inverno, e pudemos ver o pôr-do-sol de lá. É possível ver praticamente toda a cidade de Roma. Mas é preciso algum preparo físico, pois são muitos degraus, mesmo que você suba a primeira parte de elevador.
    Abraços!
    Humberto

  5. A fila assusta sim, mas quando fui não consegui comprar pois pela internet os horários que eu queria nos dias em que estaria em Roma estavam indisponíveis. Então fui para a fila mesmo, antes da abertura, e o tempo de espera não foi absurdo.
    Fizemos o caminho curto para a Capela Sistina para tentar chegar antes da multidão, depois fizemos o caminho completo. Isso nos tomou quase o dia inteiro…

  6. Oi Evely, fico feliz que tenha gostado da dica.
    Aproveito para sugerir que você também compre com antecedência o ingresso para o Coliseu, se quiser visitá-lo. Pelo lado de fora parece que a fila anda rápido, mas já dentro do monumento é tudo muito confuso e perde-se um tempo. Nós ficamos uma hora até conseguir de fato entrar na arena.
    Boa viagem!
    Abraços
    Flávia

  7. Oie Flavia,

    Obrigada pela excelente dica! Iremos ao Vaticano em setembro e já até olhei para comprar a entrada aos museus vaticanos pela net. Não tenho muita paciência com fila, apesar de já saber que vou exercitá-la bastante na Itália.

    abraços,

    Evely

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