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Tailândia: como começar a planejar a viagem

Águas cristalinas e estalactites

Não foi só Leonardo di Caprio que enlouqueceu com “A Praia”. Depois que o filme foi lançado, em 2000, a Tailândia entrou pra lista de destino dos sonhos para muita gente.

Neste post a gente traz algumas infos básicas para quem está planejando tirar o sonho do papel.

Quanto tempo? Eu diria que se você pode ficar os 30 dias e ainda assim não ver tudo. Mas a gente entende que a passagem aérea pra Ásia é uma fortuna e muita gente opta por fazer um roteiro que inclua também outros países. Eu diria que com 15 dias dá pra pra ter uma noção dos lugares. Menos de 10 dias só se você quiser focar só nas praias.

Os mercados flutuantes

– Melhor época? Entre novembro e fevereiro é a temporada seca e por isso a melhor época. Entre julho e outubro vem a temporada de chuvas, sendo outubro o mês que chove mais. Entre março e maio as temperaturas no sul beiram os 40 graus mas no norte ainda são “aceitáveis”. Seja qual for a época é bom lembrar que o clima na Tailândia é absolutamente instável, especialmente na praia. Por isso se você não quer correr o risco de deixar de conhecer uma ilha incrível porque o dia amanheceu com uma chuva horrenda e o barco não pode sair (aconteceu comigo!) é bom fazer um planejamento um pouco mais folgado, com alguns dias extras, especialmente no sul. Não vai faltar o que fazer.

É caro? Sim, a passagem é. Mas a Tailândia é um lugar tão barato, mas tão barato que as às vezes até a conversão é complicada (pratos de comida custam centavos de dólar). Por isso antes de desistir logo depois de olhar o preço da passagem tente fazer todo o orçamento. Pode sair mais em conta do que 30 dias na Europa, por exemplo.

E templos

Transporte interno: se você tiver poucos dias encare o avião. Há low costs (Air Asia ou Thai Airways) com preços médios (não são a Ryanair mas saem mais em conta do que a Gol, por exemplo). Na costa, especialmente perto de Phuket, o ferry também é uma boa opção. Há um sistema de trem que cobre a costa oeste e parte do norte do país (boa opção pra quem vai pra Chang Mai). Nós usamos também vans intermunicipais pra deslocamentos entre cidades próximas – o custo benefício foi melhor que o ônibus. Por último a opção de alugar uma moto é fantástica porque dá uma liberdade enorme. Mas só deve fazer isso quem tem experiência em dirigir motos. O trânsito é caótico e nós vimos muitos (muitos mesmo!) acidentes horríveis. Alugar carro só se você se garantir dirigir na mão inglesa (lembrando que talvez a Tailândia não seja o melhor lugar pra ter essa experiência pela primeira vez…)

Leia também Viagens low cost: as companhias aéreas

Burocracias: a Tailândia não exige visto se você for ficar por um curto período de tempo. Brasileiros precisam estar com a vacina de febre amarela em dia.

Coca Cola em tailandês.

Comunicação: tailandês é a língua oficial. Mas o viajante não vai encontrar problemas para se comunicar porque a maioria das pessoas, ao menos, arranha o inglês nas áreas turísticas. Os cardápios também tem sempre tradução – ou se você se aventurar a comer com os locais (o que eu recomendo muuuito!) vai poder se guiar pelas fotos que estão presentes na grande maioria dos menus. Além disso, os tailandeses são muito simpáticos e sempre se esforçam muito para que a comunicação aconteça. Se você está planejando se aventurar de carro é melhor ter um mapa. Com exceção das estradas de áreas muito turísticas, como Phuket, as placas de indicação das cidades estão em tailandês e como eles têm um outro alfabeto não dá pra entender nada mesmo.

Comida de rua

Comida: há quem planeje atravessar o mundo só pra provar a original comida tailandesa. E vale a pena! A maior parte dos pratos é frita então dá pra se jogar na comida de rua. Quem curte comer como os locais não pode ir embora sem provar o Pad Thai na rua. Os frutos do mar são a grande atração, sempre muitíssimo fresco e com preços inacreditáveis. Também há muitos pratos com porco. Que adora os currys – verde, amarelo ou vermelho – deve considerar passar pela parte norte do país. E é bom não esquecer da frase: not too spicy, please.  Eles têm uma outra noção do que é apimentado.

Personal Trip

About the Author

Destinos exóticos e desconhecidos. É em lugares assim que Reba prefere passar as férias. Isso deve ser uma desculpa para poder passar os outros 11 meses do ano planejando a viagem.

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