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Phrasebook: uma mão na roda em outro idioma

phrasebook nas viagens

‘Estudar’ o phrasebook antes de viajar  é recomendável

Viajar com um phrasebook na mão nunca foi uma ideia que passou pela minha cabeça até o Lonely Planet me oferecer um exemplar de graça na compra de um guia da Turquia e outro da Grécia. Ao longo da pesquisa para a viagem à Turquia, comentários em fóruns de viagem foram fazendo a ideia ganhar forma: em muitos lugares do país, diziam, é difícil encontrar quem fale inglês.

Pois de phrasebook na mão lá fomos nós para um roteiro de 18 dias pela Turquia. Começamos pelo básico, decorando ‘oi’, ‘por favor’, ‘obrigado’, essas coisas. E foi o guia que nos ensinou a primeira curiosidade do dia-a-dia em turco: ‘tchau’ é ‘hoschakal’ para quem vai e ‘gule gule’ para quem fica.

Também foi através do ‘livro de frases’ que descobrimos que a leitura em turco é bem parecida com a do português, ou seja, a gente fala basicamente como está escrito. E isso foi de grande valia para ao menos saber pronunciar corretamente os nomes das cidades.

Já no terceiro dia de viagem veio a prova de fogo do phrasebook: nosso carro alugado enguiçou e, embora a região de Kusadasi seja basicamente frequentada por turistas ingleses, só ele nos ajudou a ser entendidos e encaminhados para uma concessionária.

placa de rua em istambul

Havalimani a gente entendeu que era aeroporto, mas e o resto?

Poucos dias depois, novo teste: a compra da passagem Istambul x Goreme no ônibus leito noturno. Como o atendente tinha um inglês menos que básico, apesar da enorme boa vontade, foi o phrasebook que nos garantiu o acerto.

Isso sem contar as inúmeras vezes em que ele nos ajudou na rotina, como explicar no mercadinho que queríamos patlican (berinjela, mas sem o pingo do i), yumurtas (ovos) e portakal (laranja).

Além disso, o phrasebook – ao menos o que tínhamos – trazia dicas de como se relacionar com turcos, que tipo de assuntos evitar, como escapar de gafes, que palavras poderiam soar inadequadas em determinadas situações. Enfim, também pode ser um bom guia de comportamento.

Para mim, que tenho especial interesse em línguas, o phrasebook ainda teve outro atrativo. Foi através dele que descobri a lógica da construção de frases, que em turco segue o melhor estilo mestre Yoda, de “Guerra nas Estrelas”. Algo tipo ‘à Turquia voltar ainda vou eu’. E vai ser de ‘livro de frases’ na mão.

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Personal Trip

About the Author

Flávia tem viagens planejadas para os próximos cinco anos, pelo menos. Só tem um porém: todas precisam de uma parada em Paris.

3 Respostas para “ Phrasebook: uma mão na roda em outro idioma ”

  1. Olá Flavia estou entrando em contato porque estou prestes a embarcar para a Turquia sem conhecer absolutamente nada e vou sozinha, mas estou indo á um encontro com meu namorado e ele é muçulmano e nos comunicamos por tradutor,é meio engraçado e ele é do Iraque…na verdade de Bagdá e também não conhece a Turquia e queremos nos casar se for possível, mas quero saber na verdade quais os cuidados que devo tomar eu também gostaria de saber onde consigo um Phrasebook e um livro de frase acredito que vou precisar muito…vou ficar por apenas dez dias e gostaria de saber uma dica sua de lugares para visitar….eu estou sempre acompanhando suas postagens e dicas de viagem ,ajuda muito pessoas inexperientes como eu …obrigada

  2. Maíra, meu guia era em inglês também. Não é mesmo fácil. Quando eu comprei, achei que seria autodidata em turco e chegaria lá falando com fluência. Hahaha, tolinha eu… Com ele consegui só o básico mesmo, já foi de grande valia.

  3. Flavia, ainda bem que o turco falado é o mesmo escrito, que aí fica mais fácil. Eu já tive experiências não muito boas com phrasebooks no Leste Europeu – as pessoas às vezes não me entendiam. Mas tudo bem, acho que a culpa é minha por ter comprado um guia em inglês, que por consequência ensina a pronunciação fonética, óbvio, em inglês :-p

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