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Malta: mais de 5.000 anos atraindo ‘turistas’

Praia de Mellieha: sol, ventinho e pastel de lentilha

Malta é linda. Era um sonho antigo pisar neste arquipélago que faz fronteira com a Sicília (Itália) e a Tunísia e que foi palco de diversas ocupações dos mais distintos povos ao longo de cinco milênios. Mas eu nunca conseguia voos baratos que casassem com meus dias livres, já que, desde Madri, onde moro, não há opções diárias. Uma boa pedida é visitar Malta combinando com outro país europeu. Easyjet, Vueling e Ryanair oferecem tarifas econômicas saindo de diversos lugares – desde a Polônia (Ryanair) até a vizinha Itália (todas). Infelizmente, essas companhias mais baratas não fazem esse destino o ano inteiro, concentrando suas atividades mais na primavera, no verão e no início do outono, quando ainda faz um pouco de calor em Malta (lembrando que ela está pertinho da África).

Dividida em três ilhas (Malta, Gozo e Comino) e pertencente à União Europeia (brasileiros não precisam de visto para entrar como turistas) e à zona do euro, Malta ficou na moda no Brasil entre os que queriam estudar inglês na Europa mas abominavam a ideia de passar meses e meses debaixo dos céus cinzentos da Inglaterra ou da Irlanda. A língua oficial é o maltês (que lembra o árabe e tem palavras em italiano e inglês inseridas), mas todos se comunicam em inglês com os estrangeiros. É bem verdade que eu esperava um inglês melhor na população (no nível da Holanda e da Dinamarca), mas não passamos nenhum sufoco. Apesar do sotaque forte da maioria, todos se viram na língua de Shakespeare.

CIDADES QUE SÃO COMO BAIRROS

Vista do Upper Barracca Gardens

A ilha de Malta, a maior de todas, é a mais visitada. Sua capital, La Valletta (ou Valeta), tem pouco mais de um quilômetro quadrado. O aeroporto internacional fica em Luqa, uma cidade a uns 15 quilômetros de La Valletta. O país está dividido em pequenos concelhos ou cidades, que ficam a pouquíssima distância umas das outras, como se fossem bairros.

Ao olhar o mapa, pensamos que seria muito fácil ir de uma cidade a outra a pé (até porque já estávamos treinando para o Caminho de Santiago), mas, não foi assim. Em alguns trechos da orla (como nas cidades de Saint Julian, Sliema e Gzira) é possível fazer esse longo passeio caminhando. Mas grande parte das cidades só são acessíveis de carro, devido à geografia recortada do local. Porém, se você não quer gastar dinheiro com táxis ou alugando carro (lembrando que a mão é inglesa), não se preocupe.

ônibus baratos (0,47 centavos de euro) para todas as cidades importantes, levando os viajantes para as atrações mais famosas. Aliás, os ônibus são também uma atração, já que são carros antigos, os Bedford buses, dos anos 50 e 60, amarelinhos, um charmoso resquício da dominação britânica (sua independência foi em 1964). Vale lembrar que as tomadas são como as do Reino Unido, portanto, leve um adaptador.

No centro de informações de La Valletta é possível conseguir uma mapa com as rotas e os horários de todos os ônibus e no aeroporto mesmo você pode perguntar qual é o melhor para chegar a seu destino, economizando uma graninha de táxi (até La Valletta, por exemplo, pode custar uns 20 ou 25 euros). O ônibus número 8 tem sua parada final na estação em frente à entrada de La Valletta, de onde saem vários para outras cidades. Mais informações aqui.

Ônibus ‘vintage’

O ideal é passar uma semaninha pela ilha, mas com cinco dias já se pode ver muita coisa. Eu tinha só três dias e meio e agradeço ao vulcão Eyjafjalla por ter-me dado a oportunidade de ficar mais.

LA VALLETTA: PARA PASSAR O DIA

Dentro da ilha de Malta, reserve um dia para La Valletta, a fofa capital, cheia de edifícios que são o resultado de uma curiosa mistura de cultura mediterrânea e britânica. Casas branquinhas dividem a atenção com londrinas cabines telefônicas vermelhas, além de lindas igrejas barrocas. Por outro lado, a vegetação lembra, em alguns pontos, o norte da África. Mix total, mas de uma maneira bem harmoniosa. Apesar de ser uma ilha pequena, Malta tem um clima até meio seco, bem menos úmido que outros destinos mediterrâneos. Tanto que é conhecida também por produzir bons vinhos.

Em La Valleta, não perca os lindos jardins Upper Barracca e Lower Barracca, o Forte de Santo Elmo, a Catedral de Saint John e o mercado ao ar livre de Merchant’s Street, além da vista do porto. Passear sem rumo por suas vielas também é muito gostoso. La Valletta é a cidade mais cara da ilha e hospedar-se nela é sempre mais caro.

Veja também: Croácia, uma joia na região do Mediterrâneo

Vale mais a pena buscar alojamento nas vizinhas Sliema (fiquei neste hotel aqui), Gzira ou na linda Saint Julian, repleta de restaurantes e bares charmosinhos em sua orla. Por lá também rolam as noites mais animadas, já que Saint Julian concentra muitas discotecas (o público de 20 e poucos anos, estudantes de inglês, é predominante). Perto de La Valletta encontramos as chamadas Três Cidades: Vittoriosa (cuja vista é encantadora), Senglea (conhecida por seus jardins de Gnien il-Gardjola) e Cospicua, todas do outro lado do Grande Porto de La Valletta.

 

 

PRAIA, HISTÓRIA E LAMPUKI

Para os que querem praia (há poucas realmente bonitas, é preciso dizer), a cidade de Saint Paul (você também verá escrito ‘Saint Pawl’) pode ser uma boa base, já que está ao lado da bela Ghadira’s Bay (onde está a praia mais bonita da ilha,a de Mellieha), perto da Golden Bay e do porto de onde sai o ferry para a ilha de Gozo (veja abaixo). O passeio entre La Valleta e Saint Paul de carro ou de ônibus é de babar: vegetação linda e mar azulzinho, com pequenas praias (a maioria de pedra) no caminho.

Ainda na ilha de Malta, vale a pena ir à pequenina Mdina, uma vila no interior da ilha, que foi sua capital, com palácios, igrejas, uma fortaleza e até ponte levadiça (lá foi rodado o filme O conde de Montecristo). Também é imperdível comer um lampuki (peixe típico da região) com molho de alcaparras na vila de pescadores Marsaxlokk. Essa cidade também rende fotos ótimas dos famosos barcos que imitam as barcas fenícias: amarelas, azuis e com olhos pintados (os luzzu eyes, que dão sorte).

Despenhadeiro de Digli

Também vale a pena degustar a torta de lampuki no tradicional restaurante Barracuda (em Saint Julian), onde os pratos rondam os 20 ou 25 euros (sem bebida). Reservar é fundamental. A culinária maltesa é muito influenciada pela inglesa (com direito a English breakfast) e italiana (as massas são ótimas). Adoramos os folheados e pastéis de peas (lentilhas) temperadas com canela para lanchar e as saladas maltesas, com muito queijo de cabra, azeite, azeitonas e alcaparras, sempre com vinho local ou com a cerveja Cisk. Peixe-espada, coelho e frango ao alho também figuram em vários menus. Se não quiser gastar tanto no Barracuda, vá ao restaurante Rafael, também em Saint Julian, que tem uma vista linda para a baía e pratos de frutos do mar bem gostosos (fico com água na boca ao lembrar-me da lula recheada com pecorino que comi lá) a preços mais em conta.

Além disso, vale uma visitinha a Rabat, cidade no interior de Malta com igrejas e catacumbas, e ao despenhadeiro de Digli, onde há, quase “pendurada”, uma minúscula capela que honra Maria Madalena. É espetacular ver a tarde cair nesta que é a parte mais alta da ilha (250 metros de despenhadeiro à beira mar).

5.600 anos em cartaz

Malta já era povoada no ano 5.500 a.C. (isso mesmo, há mais de sete mil anos) e guarda templos e construções históricas realizados pelos antigos habitantes do que hoje é a Sicília, que chegaram à ilha em pequenas canoas. Grande parte dos monumentos megalíticos está longe do mar (como os Templos de Tarxien e o subetrrâneo Hypogeum), mas os de Hagar Qim e Mnajdra ficam em despenhadeiros com vista para o Mediterrâneo. O Museu Nacional de Arqueologia reúne peças e conta a história da ilha desde o começo. Mas a grande atração arqueológica são os templos de Ggantija, conhecidos como as edificações mais antigas do mundo que ainda estão de pé. São de 3.600 a.C e ficam em Gozo, ilha detalhada abaixo.

A JANELA AZUL DE GOZO

Antes de ir a Malta eu já sabia que queria passar pelo menos um dia na ilha de Gozo (adoro esse nome), que despertava a minha curiosidade por ter uma formação rochosa chamada Blue Window. Trata-se de uma pedra “furada”, que lembra uma janela com vista para o Mediterrâneo. Ao lado, está a linda Gruta Azul.

Blue Window: um quê de Noronha em pleno Mediterrâneo

Perto de ambas, vimos um monte de italianos mergulhando na praia (de pedra), mas achei meio frio (quase não batia sol). Preferi esticar a canga na Praia de Ramla, que tem a estátua de uma santa (98% dos malteses são católicos) no meio de sua faixa de areia (tostada). Se quiser dormir, vale a pena ficar na capital de Gozo, Victoria/Rabat (sim, é o mesmo nome da cidade no interior da ilha de Malta), que é pequenininha, mas conta com restaurantes e com uma cittadella murada.

Para ir a Gozo é preciso pegar um ferry (custava 4,70 euros na primavera) na cidade de Cirkewwa. Em Gozo, dispensamos os ônibus e contratamos um táxi no porto para passar o dia com a gente (nos custou 50 euros), levando-nos às principais atrações. Jal, o motorista, ia contando todas as curiosidades da ilha e, graças a ele, descobrimos várias das informações descritas neste post. Entre elas, a que o desemprego na ilha de Malta não passa dos 6%. Deu vontade de arrumar as malas e ir correndo pra lá. Um dia ainda vou…. 🙂

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Personal Trip

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Depois de três anos morando na Europa, Clarissa foi multada ao voltar ao Brasil. Motivo: excesso de bagagem. Mas não se arrepende. Afinal, eram muitas histórias e dicas para trazer na mala e ela não queria deixar nenhuma para trás.

22 Respostas para “ Malta: mais de 5.000 anos atraindo ‘turistas’ ”

  1. Bom dia!
    Estou em Sliema, sou do Brasil e vim por curiosidade em escrever algo e ao mesmo tempo estudar ingles por tres meses. Paguei um hotel por um mes mais achei muito caro.
    Necessito de um mini ap para alugar pelos outros dois meses. Alguem aí poderia ajudar-me?
    Adorei as dicas deste espaço.

  2. Opa, gostaria de saber qual a forma mais barata de ir do aeroporto de Luqa até Saint Julians, e onde o onibus para em Saint Julians.

    Agradeço.
    Obrigado.

  3. Oi . que bom essas ajudas que vcs nos dão. Bom demais. Estou pensando em fazer um intercambio de um mes em Malta, e o que eu queria saber, é se existe a facilidade de conhecer outros países da europa, que não seja Italia e Franca, a partir da Ilha. Seria barato? Já que não existem trens, eu dependenria de vôo . agradeço a sua ajuda muito muito. Há, partindo do principio que sou terceira idade. kkkkkkkk bjs.

  4. Oi, Renata! Acho que você consegue pegar uma praia, sim, vamos torcer. Quatro dias está ótimo, se você contá-los como inteiros (sem contar o dia de chegada ou saída, que sempre são mais confusos). A ilha de Malta é pequena, mas não dá pra se deslocar a pé, então leva um pouco de tempo. Eu só passei o dia na ilha de Gozo e achei que valia, mas, se você quiser dar uma relaxada, talvez valha mesmo passar uma noite lá, acordar tranquilamente, passear bem pela ilha. Acho que eu faria isso. Aproveite!

  5. Oi Clarissa
    Estou planejando ir a Sicilia+Malta na minha lua de mel em Abril-Maio. Devemos chegar em Malta na 1ª semana de maio e espero que já consiga pegar uma prainha por la! Minha dúvida é quanto a quantidade de dias. 4 dias inteiros são suficientes para conhecer, sem correria, Valeta, ir ao Blue Lagoon e a Gozo? Vale a pena dormir em Gozo ou é melhor ficar todas as 5 noites em Malta e fazer bate e volta? Como estaremos de Lua de mel, queremos fazer o roteiro sem correria e aproveitar um pouco o hotel.
    Obrigada pelas dicas! abs

  6. Oi, Carla. Vi que você mandou e-mail também, mas vou responder por aqui. Eu estive em Malta em maio, ou seja, antes do verão, e peguei praia numa boa. Porém, outono e inverno, que é quando você vai, são de fato as estações chuvosas. Se pegar praia é fundamental para você, pode ser um pouco decepcionante. Lá não faz muito frio (10 graus é a mínima), mas, você certamente terá bem menos dias de sol. O lance é que esta época é complicada (nesse sentido) em praticamente toda a Europa e Malta provavelmente é um dos lugares mais “quentinhos” para intercâmbio nesse período. Quanto às noitadas não posso opinar muito porque só fui a bares, mas sei que há estudantes por lá o ano inteiro (justamente por ser um destino mais quente do que outros países com cursos de inglês), então acredito que haja algum agito, sim, mas nada comparável à alta estação. Se você quiser curtir calor de qualquer jeito, eu aconselharia esperar pelo menos a primavera, quando os preços não estão tão altos e se pode aproveitar bem a ilha. Beijos!!

  7. Olá,

    Vou fazer um intercâmbio de outubro a dezembro, gostaria de ir para Malta, mas estou um pouco preocupada com o clima, parece que chove muito nessa época, portanto, gostaria de saber se podem me ajudar, é possível aproveitar Malta nessa época, dá para curtir as praias?

  8. Oi, Damien. Acho que dá para ir com seu filho numa boa. A ilha exige muitos deslocamentos de carro ou ônibus, pegamos táxi várias vezes, talvez fosse o caso de você alugar um carro para ter mais conforto. Eu evitaria apenas a parte dos abismos, mas, de resto, é tranquilo.

    Abs!

  9. Clarissa,
    Tenho intenção de visitar Malta agora em Agosto, o ponto é: tenho um bebê de 2 anos. Pergunto: Malta é um lugar apropriado para visitar com crianças pequenas?
    Obrigado por seu post.
    Damien

  10. Oi Clarissa,

    obrigado por partilhar a informação sobre Malta.
    Qual a melhor altura do ano para visitar esta maravilhosa ilha?

    Rui de Visitar Nova York

  11. Oi Clarissa, muito obrigada pelas informações!

  12. Oi, Mariana. Olha, os lugares para visitar que eu recomendo estão no post mesmo. As cidades não são caras em geral, mas é difícil se deslocar a pé dentro e entre elas (no mapa as distâncias enganam, parecem bairros), então você acaba gastando com ônibus e táxi. St. Julian é mais bonita e mais cara, sei que tem um International House lá, por exemplo. Tem um IH em Gozo também, mas eu aconselho a ficar na ilha de Malta e não em Gozo, que é mais paradinha. Sliema foi onde fiquei hospedada (não fui estudar, fui passear mesmo), eu curti, mas achei St. Julian mais animada para estudantes, com mais bares e tudo mais. Os restaurantes não são muito baratos, mas os bares são OK.

    Passagens aéreas… Eu fui em junho, era alta temporada, e consegui bons preços, mas na época eu morava em Madri, então não conta. De qualquer forma, acho que indo para estudar inglês seria melhor você orçar com alguma agência especializada, pois eles conseguem bons descontos de passagens para estudantes, têm todos os esquemas bons. E você pode comparar os preços que eles apresentarem usando o http://www.skyscanner.com.

    O clima me pareceu OK, não deve ser muito frio no inverno pois está no sul da Europa, mas, se puder ir no verão, será bem mais legal, com certeza, apesar de mais caro. Costumes e regras: os malteses me pareceram bem reservados, mas eram educados e prestativos. Você vai ver que eles não falam inglês cristalino, ao contrário, a maioria tem sotaque, mas todos falam e se comunicam em inglês com turistas. Quanto a regras de convivência, não poderia te ajudar muito, mas não acho que sejam muito conservadores, estão muitíssimo acostumados com estrangeiros por lá. Conheço uma colombiana que morou lá e estudou inglês em St. Julian, se não me engano. Se quiser, me escreva no asviajantes55@gmail.com e posso te botar em contato com ela, que fala inglês e espanhol.

    Espero ter ajudado.

    Abraços!

  13. Na verdade estou com uma intenção de ir para Malta estudar inglês! Gostaria de saber dicas de lugares para visitar, com preços bacanas…se você poderia me indicar uma cidade ideal para ficar St. Julian’s ou Sliema, ou até mesmo outra!
    Período para comprar passagens áreas! Sobre o clima, costumes e regras (uma vez que irei ficar em casa de família). O que você poder me passar de informações úteis, mesmo que você tenha ido para passar e não estudar como é o meu caso! E me indicar talvés pessoas que estejam lá ou já foram fazer intercâmbio lá!
    Obrigada!!!

  14. Oi, Mariana. Você pode escrever para asviajantes55@gmail.com. Mas seria legal você perguntar aqui nos comments mesmo para a gente dividir as dúvidas. Beijos!

  15. Oi Clarissa, quero ir para Malta e preciso de dicas! Me passa seu email!

  16. Que bom, Gisele, divirta-se muito, você vai adorar!

  17. Olá, Clarissa.

    No mês que vem irei para Malta estudar ingles.
    Adorei as dicas, já anotei tudo e tenho certeza que será muito util.

    Att. Gisele Figorelli

  18. Pronto, Dagmar. Finalmente me passaram alguns sites. Não sei se ainda ajuda, espero que sim: http://www.inpropertiesmalta.com/ e http://www.malta-lets.com. Boa sorte! Abs

  19. Oi, Dagmar. Desculpa por demorar tanto, mas é que eu só fiquei em hotel lá e fui ver com uma amiga que estudou seis meses em Malta se ela poderia ajudar. Ela disse que não se lembra, mas que vai perguntar aos amigos de lá. Sua sobrinha chegou a ver com a própria escola? Eles costumam ajudar. Como ela já começou o curso, acredito que na escola também haja um mural com gente oferecendo quartos ou pessoas que queiram dividir apartamento. Enfim, não ajudei muito, mas, caso essa amiga tenha alguma novidade, volto aqui para contar. Abs

  20. Olá, Clarissa.
    Gostaria de saber se é muito difícil alugar um apartamento em malta, pois minha sobrinha vai estudar de 18/01/2012 a 27/10/2012. Ela tem 20 anos, se vc puder dar alguma dica eu agradeço.
    Grata,
    Dagmar

  21. Adorei, Clarissa!

    Estive em Malta em 2002, estudando inglês, quando o país ainda não pertencia à União Européia. Então, algumas coisas ainda eram diferentes, como a necessidade de visto. Mas a surpresa diante de cidades que são como bairros, os ônibus “antiguinhos” doados pela Inglaterra e a viagem até Gozo, pelo visto, ainda presenteia turistas.

    Não dá a sensação que cada povo que já passou por lá deixou algo de presente para nós? Torre de Babel maravilhosa!

    Beijos

  22. Olá Clarissa,

    Gostei muito do texto. Completíssimo! Malta é um lugar que quero ir antes de voltar definitivamente a morar no Brasil. Eu e meu marido estudamos muito a possibilidade de ir morar lá para estudar inglês. No final das contas desistimos porque os salários eram baixissímos e o inglês bem diferente do que esperávamos. É bem como vc disse: quem quer aprender a lingua inglesa, mas não deseja passar frio o ano inteiro vai para lá.

    Quando for para Malta, usarei suas dicas sem dúvida.

    abs, erica

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