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Croácia: nós vamos invadir essa praia

Dubrovnik: juro que é linda assim mesmo (imagem: escapadores.com)

Dubrovnik: juro que é linda assim mesmo (imagem: escapadores.com)

Quando fui à Croácia pela primeira vez, em 2006, ainda não conhecia ninguém que tivesse pisado lá. Não tinha dicas, não busquei nada na internet (nem hospedagem) e saí do Brasil sem guia. O único que eu sabia do país, à parte dos acontecimentos da Guerra da Iugoslávia, era que os antigos romanos usavam sua costa como balneário (principalmente a cidade de Split) e que havia muitas influências não só desse povo, como também dos germânicos no norte do país. A Croácia me proporcionou uma surpresa atrás da outra e todas foram boas. O melhor de tudo é que ainda não é um destino tão saturado e os preços ainda são bem acessíveis. Abaixo, relato o roteiro que fiz com os principais highlights de cada cidade. Em breve, postaremos dicas específicas de cada uma delas.

COMO IR

Um voo para a Croácia desde o Brasil pode sair caro, principalmente se for no verão. Atualmente, não há diretos para o país e a maioria deles passa por outras capitais ou cidades europeias. Portanto, pode ser uma boa conhecer a Croácia em uma viagem combinada com outro destino europeu. Eu fui para a Croácia saindo da Itália, no fim do verão. Mas, na época, não encontrei nenhum voo que valesse a pena entre Itália e Croácia, nem de low cost. Portanto, decidi ir por terra e pelo mar.

Como fui na aventura e decidi tudo por lá, acabou que sairia caro ir de trem. Resolvi então ir de ônibus desde Trieste, coisa que não recomendo muito. A viagem até Dubrovnik foi interminável e cansativa. Melhor foi na volta pra Itália, quando pegamos um navio até Ancona. Isso sim é bacana e menos cansativo (apesar de durar 9 horas). De qualquer forma, a melhor opção entre uma cidade europeia e outra ainda é o avião. Se não encontrar um voo que valha a pena desde o Brasil (as melhores tarifas para a Croácia, com conexões, normalmente são as da TAP e da TAM, mas você pode encontrar ofertas legais pela Iberia, Lufthansa, British e Alitalia também), vá para outro país e pesquise entre as low cost. Sites como o Trabber e o Rumbo rastreiam diferentes combinações. A companhia nacional mais importante é a Croatian Airlines, que pode ter alguma promoção também, dependendo de onde você sair.

Ao cruzar o país pela costa, se estiver vindo do norte, antes de chegar a Dubrovnik (um dos principais destinos turísticos croatas) você deve passar por um pequeno pedaço da Bósnia-Herzegovina, o que significa passar por um controle, mostrar o passaporte e voltar a fazer isso de novo para voltar pra Croácia.

INFORMAÇÕES PRÁTICAS

Ćevapčići: também é comum na Bósnia, Sérvia e Macedônia

Ćevapčići: também é comum na Bósnia, Sérvia e Macedônia

- Moeda – Kuna (HRK). A Croácia ainda não entrou na UE, o que significa que os preços ainda são em conta. Mas não vá esperando muitas pechinchas. Os croatas não são chegados a negociações. Atualmente, um euro vale em média 7,2 HRK.

- Língua – Croata. É bem parecida ao sérvio, só que usa caracteres latinos em vez de cirílicos. Aprendemos algumas frases em sérvio para nos comunicarmos por lá e deu certo. Só tome cuidado na hora de falar ou perguntar coisas sobre a Sérvia. Quase todos os croatas que conhecemos odiavam o país por causa da Guerra da Iugoslávia. Aprendemos a dizer “Muito obrigado” (“Hvala ljepa”) e “Onde é a praia?” (“Gdje je platza?”), por exemplo. Mas os caras são um fenômeno com línguas. Falam inglês em quase todos os lugares e também arranham um italiano (na costa) ou alemão (no norte).

- Visto – Brasileiros não precisam de visto para entrar no país. Precisam para a Sérvia e para a Bósnia, portanto, cuidado na hora de fechar pacotes por lá (deixamos de ir à cidade de Mostar (Herzegovina), que está colada a Dubrovnik, por causa disso). Mas, no caso do pequeno trecho bósnio que tivemos que atravessar para chegar por terra a Dubrovnik, não nos pediram visto, já que o destino final era dentro da Croácia.

- Comida – É muito saborosa e cheia de influencias, principalmente do Império Otomano. Recomendo muito, por exemplo, o ćevapčići, bolinho de carne frito, e o burek, espécie de folheado muito comum em outros países com influências otomanas. Os recheios principais de burek são de queijo (sir), principalmente o feta, e carne (meso). De sobremesa, não perca o crepe palačinka.

- Bebida – Uma coisa curiosa é que quase nenhum bar vende comida, só bebida. Ou seja, jante antes de ir para um. A cerveja é bem gostosa (tomamos muitas garrafas da marca Ožujsko e da escura Tomislav). Também gostamos muito da aguardente deles, a rakija.

- Transporte – Fizemos quase todos os trajetos internos de trem ou ônibus, tudo funcionava bem e pontualmente. Se quiser alugar um carro, as estradas dentro do país são boas e bem sinalizadas em geral. Já estão com a sinalização nos padrões da União Europeia, apesar da Croácia não ter entrado ainda no bloco.

- Temperaturas – O ideal é mesmo ir no verão (entre junho e setembro) para poder aproveitar bem a costa e os parques como o Plitvice. Conseguimos mergulhar até o início de outubro, sem passar frio. Aliás, ir em junho e em setembro sai mais em conta que os disputados julho e agosto, a altíssima temporada.

ROTEIRO

Compramos um guia ao chegar a Dubrovnik e a partir daí desenhamos um roteiro de 14 dias. Confesso que me arrependi de não ter dedicado mais tempo à Croácia, já que deixamos de conhecer a região da Ístria, por exemplo. Mas, em geral, acho que em uns 15 dias dá para conhecer bem o país. Aqui vai nossa sugestão.

Vista do Porto de Dubrovnik

Vista do Porto de Dubrovnik

Dias 1 e 2 – Dubrovnik. Também conhecido pelo nome romano de Ragusa, o balneário mais famoso da Croácia é chamado de “a pérola do Adriático” e é Patrimônio Cultural da Humanidade. Tem um mar azulíssimo e uma cidade murada (stari grad) encantadores e extremamente fotogênicos. Um passeio pelas muralhas medievais (de mais de mil anos), pela Placa (sua rua principal), por seus monumentos (como a Fonte de Onofrio e a Torre do Relógio),  por seu escorregadio piso branquinho (feito de pedra trazida da ilha de Brac) e por seu porto são passeios obrigatórios, assim como um café, drink ou almoço em uma das muitas mesinhas ao ar livre escondidas nas vielas da cidade antiga. Chegamos a Dubrovnik sem hospedagem e acabamos ficando em um quarto de família, já que umas senhoras nos ofereceram um bom preço na rodoviária. Durante o resto da viagem fomos fechando hospedagem pela internet, pelo hostelworld. Dubrovnik fica na Dalmácia, mas, curiosamente, não vimos nenhum cão dálmata por lá. :-)

Dia 3 – Cavtat. Esta praia está perto de Dubrovnik (a 16 km) e é ideal para uma day trip. Vale lembrar uma coisa: as praias croatas, como muitas praias europeias, normalmente têm pedras. Para um brasileiro acostumado a lindas praias de areia, pode ser um pouco decepcionante. Mas são bonitas à sua maneira.

Dias 4 e 5 – Split. Se trata da segunda cidade mais populosa do país (a primeira é Zagreb) e é outra atração da Dalmácia. Também é conhecida por seu nome em italiano, Spalato. Linda, me despertava fantasias sobre como seria a vida lá durante o Império Romano. É uma cidade com bastante estrutura, muitas lojas e muito encanto. Imperdível buscar suas pequenas prainhas de areia no caminho do Museu de Ivan Meštrović, o artista plástico croata mais reconhecido internacionalmente, autor de esculturas maravilhosas.  Patrimônio Cultural da Humanidade, em seu centro está o Palácio do Imperador Diocleciano, outra visita obrigatória para entender a história do país. Um passeio por sua orla também é uma delícia.

Vista do forte de Hvar (imagem: TripAdvisor)

Vista do forte de Hvar (imagem: TripAdvisor)

Dia 6 – Hvar. Esta ilha está perto de Split e é uma boa opção de day trip, assim como a ilha de Brac. O ferry sai do porto de Split em direção a Hvar em vários horários. Tente sair o mais cedo possível para aproveitar bem, já que, uma vez na ilha, ainda é preciso pegar um ônibus até o centro antigo e as prainhas. Hvar é conhecida por sua produção de lavanda e você encontrará vários produtos feitos com essa planta por lá, além de arbustos cheirosos por todas as partes. Não deixe de subir em seu forte para ter as melhores vistas da ilha.

Dias 8 e 9 Zagreb. A capital da Croácia, que tem cerca de 800 mil habitantes, nos surpreendeu muito. Limpa, organizada, com vários atrativos culturais, Zagreb merece uma visitinha. Mais fria que a região da Dalmácia (estávamos em setembro e à noite chegou a fazer 10 graus), tem mais influências germânicas, bem diferente da zona costeira do país. Sua catedral pode ser sua primeira parada, mas sem dúvida o edifício religioso que mais vai chamar sua atenção é a Igreja de São Marcos, com seu colorido telhado (azul, vermelho e branco, representando o escudo de armas de Zagreb). Também vale uma passada em seu mercado de frutas e flores; na praça (trg) Bana Jelačica , a principal da cidade; na rua comercial Ilica e nos museus da Cidade (que conta a história de Zagreb) e Mimara. Outra experiência típica é pegar seu tram, quase sempre lotado. Para isso, compre a dnevna carta, um bilhete que vale 24h com uso ilimitado.

Dia 10 – Varaždin. Esta pequena cidade (tem 50 mil habitantes) no norte do país foi capital da Croácia entre 1767 e 1776 e é uma boa pedida de day trip desde Zagreb. Conhecida por seus jardins, suas flores e suas construções barrocas, foi a única cidade onde tivermos um pouco de dificuldade para nos comunicarmos. Só rolou em alemão. Mas isso não impediu que nos deliciássemos no restaurante Zlatna Guska, cujo nome significa “o ganso de ouro”. De decoração medieval e lindos jardins, esse restaurante conta com uma boa oferta de carnes (não muito baratas).

Os tubos sonoros do órgão marinho de Zadar estão debaixo dessas escadas

Os tubos sonoros do órgão marinho de Zadar estão debaixo dessas escadas

Dias 11 e 12- Zadar. Voltamos para a Dalmácia para poder pegar o navio de volta a Itália. Uma das minhas cidades preferidas no mundo, Zadar é jovem (é conhecida por sua universidade), limpa e animada (tem vários barezinhos). Sua orla é super relaxante e conta com escadinhas de metal (como as de piscinas) para quem quiser dar um mergulho, já que não há areia de praia. Ao passar por lá, tivemos duas surpresas: a primeira foi ver um retrato enorme do Alfred Hitchcock, com um texto que dizia que o mestre do suspense havia declarado em uma ocasião que o pôr-do-sol de Zadar era o mais difícil de fotografar do mundo. A outra surpresa foi o original órgão marinho, uma construção super interessante criada pelo arquiteto croata Nikola Bašić. Se trata de um instrumento criado com tubos “afinados” que ficam embaixo de uma escadaria de mármore na orla e “soam” de acordo com o movimento das ondas. Ver o pôr-do-sol do Hitchcock ao som do órgão foi uma das experiências mais lindas que tive na vida. Também são imperdíveis suas construções religiosas, como a igreja de Santo Donato, de Santa Maria e o Monastério de São Francisco, além do Fórum Romano.

Dia 13 – Biograd Na Moru – Esta prainha (com pedras) foi uma day trip que fizemos para encontrar uma croata que tínhamos conhecido pela internet. Apesar de ser pequena (tem pouco mais de 6 mil habitantes), foi uma opção prática desde Zadar para pegar um solzinho. É frequentada por italianos e alemães no verão e foi capital do reino medieval da Croácia.

Dia 14 – Pag. Esta pequena cidade de mar turquesa, que fica na ilha homônima, me atraía por uma única razão: seu queijo de cabra, conhecido como Paški sir. Sou completamente louca por queijos e já tinha lido que não era muito fácil encontrar o queijo de Pag em mercados ou cidades grandes. Pois fui até lá só para comê-lo e não me arrependi. De casca levemente dura e recheio intenso e macio, sem dúvida foi um dos melhores queijos de cabra que comi na vida. Depois de Pag, voltamos para Zadar para pegar o navio que nos levaria de volta à Itália.

Veja aqui algumas dicas de hospedagem na Croácia.

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Personal Trip

About the Author

Depois de três anos morando na Europa, Clarissa foi multada ao voltar ao Brasil. Motivo: excesso de bagagem. Mas não se arrepende. Afinal, eram muitas histórias e dicas para trazer na mala e ela não queria deixar nenhuma para trás.

26 Respostas para “ Croácia: nós vamos invadir essa praia ”

  1. Oi, Ricardo. Fui há alguns anos e não havia trens cobrindo trechos entre as cidades da Dalmácia (mas confira, com a proximidade de a Croácia entrar na União Europeia, isso pode ter mudado). Fiz quase tudo de ônibus mesmo, foi tranquilo. Porém, fui de trem de Dubrovnik pra Zagreb, viagem longa, que valia a pena e estava coberta de rede ferroviária. Ou seja, dependendo de onde você for perto dos lagos, talvez consiga ir de trem pra Dalmácia. Abs.

  2. Clarissa, logo parto em mais uma expediçao europeia, e tenho a Croacia como destino certo….se puder me esclarecer uma duvida, fico muito agradecido…é o seguinte..chego a Zagreb, vou aos lagos, e de la sigo viagem para Split e Dubrovnick….consigo fazer esses trechos de onibus? é muito longe uma cidade da outra? acho que terei 9 dias por la..a intenção e dar uma volta em zagreb, partir para os lagos logo em seguida, e dai descer para split e dubrovnick….

  3. Oi, Adriana. Olha, vai estar fresquinho, sim. É uma época bem gostosa para ir. Agora, acho cedo ainda para o mar. Se bem que eu mergulhei lá em meados de outubro, quando normalmente já está frio na região. Meu conselho: leve biquini e casacos na mala. Vai que você dá sorte? Abs.

  4. Oi Clarissa,parabens pelas dicas!Voce sabe dizer se final de Abril/inicio de Maio eh uma boa epoca para ir a Croacia?Imagino que ainda nao esteja quente, mas mesmo que nao dë para aproveitar o mar, será que dá pra curtir um pouco a praia?obrigada!

  5. Parabéns pelo blog e por compartilhar essa experiência!
    Será que Croácia no inverno vale a pena ir? Mais precisamente em fevereiro? Você aconselharia alugar um carro ou pegar trem? Ir de Zagreb ou Hvar até Dubrovnik de trem ou de carro é tranquilo?
    Desculpa-me por tantas perguntas. :)
    Obrigado

  6. Olá, Mariana. Olha, é difícil generalizar, mas em geral eles são simpáticos. Nâo são muito abertos, mas se você chegar falando um “bom dia”, “obrigada” em croata (dá uma pesquisada no Google ou leve um phrasebook), eles abrem um sorrisão. De qualquer maneira, dificilmente você terá problemas em se comunicar, já que eles em geral falam bem inglês. No norte, as pessoas são um pouco mais fechadas e em cidades menores talvez você não encontre gente que fale inglês. Já o pessoal da costa está muito habituado a receber turistas, são mais abertos e conversadores. Em Dubrovnik, por exemplo, eu fiquei hospedada na casa de duas senhoras que alugavam quartos. Isso é bem comum, as pessoas ficam oferecendo hospedagem nas rodoviárias. E elas adoravam conversar. Só tome cuidado com alguns temas. As guerras da Iugoslávia, por exemplo, ainda são um fenônemo recente e eles nem sempre querem falar disso. Boa sorte!

  7. Obrigada Clarissa. Pois as suas dicas são muito úteis para quem quiser viajar eté à Croácia.

  8. Oi Conceição, segundo pesquisamos, são oito horas de viagem de ônibus.

    Abraços

  9. Olá Clarrisa,

    Estou estudando a Croácia e gostaria de saber mais informações sobre os costumes e hábitos dos croatas, ex: se eles são mais formais/ informais, introspectivos, receptivos, enfim, gostaria de saber mais sobre os hábitos da população da Croácia.
    Gostei muito do site!
    Agradeço desde já,
    Mariana

  10. Gostava de ir até Zagreb e depois seguir para Medjugorje. Pode-me dizer quantas horas é a viagem de Zagreb à Medjugorje de bus. Obrigada

  11. Oi, Haure. Pois é, é duro mesmo encontrar informação sobre a Croácia. Fui de Zadar a Ancona (de lá peguei um trem para Bolonha) pela Jadrolinija (http://www.jadrolinija.hr/default.aspx?lang=2). A viagem dura umas 9 horas e aconselho você a ir de cabine, apesar de o preço ser o dobro. É que os que não pagam cabine têm que dormir nas áreas comuns, como o lounge ou o cinema. Meio perrengue, sabe? Eu comprei um dia antes, lá mesmo, mas, pelo que vi no site, acho que dá para reservar a ida para Ancona ou Bari. Bjs e boa sorte.

  12. Oi Clarissa,
    Vou para Croacia dia 26/10, saindo de Londres e desembarcando em Zadar.
    É impressionante como ainda é difícil obter informacoes sobre esse país.
    Queria saber como voce fez para pegar o navio até a Itália, foi no porto e descobriu um? Será que dá pra fazer algum tipo de reserva pela internet? E sobre o percurso de onibus até lá foi pela eurolines?
    Estava querendo após uns dias na Croácia, ir para a Itália de aviao, mas nao achei nehuma opcao de voo boa…
    Se puder me respnder agradeco.
    Bj

  13. Oi, Mira. Fui de ferry a Hvar saindo de Split, sim. Pelo visto continua difícil obter informação, já que eu só descobri lá mesmo. O que eu fiz foi, assim que cheguei a Split, fui ao porto ver os horários dos ferries. Por isso, recomendo você fica pelo menos três dias na cidade. Os horários eram bem ruins, lembro que passei poucas horas na cidade porque o último ferry de volta saía cedo, tipo 15h ou 16h. O ideal é pegar o primeiro, bem cedinho, para aproveitar o máximo. Mas essas coisas mudam muito, pode ser que hoje existam um ferry saindo mais tarde e permitindo uma day trip maior. De qualquer maneira, me arrependi de não ter passado uma noite em Hvar. Dormir lá é uma boa também. Quando fui, o ferry só parava em um lugar e era longe do centro (tínhamos que pegar um ônibus dentro da ilha). Stari Grad é qualquer “centro antigo” na Croácia. De repente é bom pegar o ferry que desembarca perto dele. Comprei um dia antes, se não me engano. A companhia de ferries e navios se chamava Jadrolinija. Veja se o link ajuda – http://www.jadrolinija.hr/default.aspx?dpid=1336. Bjs

  14. oi…adorei suas dicas ..estou querendo ir para croacia em setembro.
    vc foi de split ate hvar de ferry? qto tempo dura?
    entrei no site dos ferrys mas fiquei meio confusa..pois la tem 3 descriçoes para HVAR : stari grad, sucuraj,town…confesso que fiquei perdida…
    isso compra na hora na boa? ou da pra comprar on line…?
    qdo puder me responder..agradeço…

  15. Oi, Silvia. Não fui porque tinha poucos dias e preferi aproveitar a Dalmácia, que era prioridade no meu roteiro (aliás, na quinta agora publico um post sobre Dubrovnik). Deixei a Ístria para a próxima, assim tenho uma boa razão para voltar à Croácia. Sugiro você pesquisar mais detalhes em sites de bons guias como o Frommer’s e o Lonely Planet ou até comprar os guias de papel, que são bem úteis. Sei que em Pula, por exemplo, há um anfiteatro romano lindo que é uma das atrações da região. Abraços!

  16. Oi Clarisse
    Uma amiga q mora no Brasil me passou teu blog porque a gente comecou a planejar uma viajem p la.. Achei mto interessante as dicas q vc deu. So uma coisa q nao esntendi foi por que vc nao foi p Pula ja que teve boas recomendacoes e pelo mapa (nao conheco a regiao) fica quase q fronteira c a Italia. O que mais vc saberia sobre a Regiao de Istria? Eu pesquisei com Rick Steves aqui nos US mas tb nao da detalhes da regiao de Istria apesar de recomendar.
    Obrigada
    Silvia

  17. Oi, Thaís, fique à vontade! Se tiver alguma dúvida, volte aqui ou entre em contato por e-mail. Abraços!

  18. Olá Clarissa! Adorei seu post sobre a Croácia! Estou tentando planejando uma viegem pra lá, talvez ainda este ano… mas terei que ir em julho, quando eu e meu marido estaremos de férias..
    Estou começando a pesquisar agora as coisas da viagem, mas o problema tá sendo que como nunca fomos a Europa também gostaríamos de conhecer outras cidades, como Paris e Amsterdã, e tá sendo muito difícil fazer um roteiro… de vez em quando vou vir aqui tirar umas dúvidas com vc! beijos

  19. Oi, Joel. Setembro é um ótimo mês, menos caro e menos cheio e ainda faz calor por lá. Acho que as cidades essenciais são Dubrovnik, Split e Zagreb. Não fui a Pula, na Ístria, mas dizem que é linda também. Só tome cuidado para não ficar escolhendo muitas cidades e acabar exausto. Nós viajamos sempre de ônibus e trem, mais ônibus do que trem, já que a malha ferroviária não é muito grande. Dê uma olhada em companhias low cost para ver se vale a pena ir de avião entre Zagreb e Dubrovnik, por exemplo. Acho que viajar sozinho é bem comum por lá, vi muita gente assim. É um país muito seguro em geral (mas, claro, sempre temos que ficar ligados em batedores de carteira, como em qualquer lugar da Europa). Muita gente fala inglês e nem todos perfeitamente. Eles têm paciência e são gentis, acho que você não terá problemas de comunicação. Boa sorte!

  20. ola clarissa.. como vai tudo bem ? parabéns pelas dicas,excelentes. gostaria de uma opinião sua, irei a Cracóvia em setembro do ano que vem,para um congresso e estou pensando em conhecer a Croácia,Praga e Viena. O que acha ? três semanas seria bastante,mais tempo acho difícil.quais cidades me recomendaria na Croácia,e como me locomover entre elas? como é viajar sozinho para lá? um inglês não tão perfeito é o bastante para sobreviver? abraçao e muito obrigado.

  21. Adorei as dicas e não vejo a hora de ir para lá. Quero dirigir de Paris até algum lugar da costa da Croácia que ainda não sei bem e depois, para Praga. Mas deu pra sentir que preciso de mais tempo nesse país que me olham estranho quando digo que vou..rs…rs.. acham que vou pra guerra…rs… guerra do azul do Adriático contra as ruínas romanas, causando algumas vítimas como nós que, pelo jeito, ficarei viciada em voltar e realizar a Croácia II :-)
    Obrigada

  22. Clarissa muito obrigada por esse post da Croacia!!! Ainda bem q vim aqui antes de começar a pesquisar na internet!!! Parabéns a todas pelo site!!! bjs

  23. Oi, Gabriela.
    Depende do que você está procurando. Zagreb é a capital. É bonita, arrumadinha, tem museus legais (como eu descrevi no post), mas é uma cidade “grande”, uma urbe. Zadar é bem universitária, tem o mar, um pessoal jovenzinho nos bares e dela você pode ir pra alguma praia em day-trip. Mas se você for no verao, acho que a boa mesmo é ir a Dubrovnik, a cidade mais famosa da Croácia, que é linda.

  24. Adorei a reportagem de vcs viajantes! Gostaria de um dica. Vou para o leste europeu no fim do mes de setembro e gostaria de passar pela croácia. Vcs indicariam zagreb ou zadar?? Bjos

  25. Oi, Clarissa

    Estive na Croacia em 1998, no ano da Copa. Fui até Medjugorje, na Bósnia. Não vejo a hora de voltar e olhar com mais calma, visto que fui em excursão, e aí voce sabe, horarios, programas, etc Se bem que eu andava meio “solto”, mas gostaria de tentar também escalar alguma coisa por lá.

    Abraço

  26. Interessante alguém publicar algo sobre a Croácia! Além de ter conhecido uma croata, que por um tempo se tornou muito amiga minha e ter me dito das belas praias que possuem, aqui na França eles fazem muita propaganda para as pessoas viajarem para lá! Achei super legal, pena que a minha estadia de 2 meses na Europa não inclui a Croácia, mas um dia pretendo conhecer!!!
    Parabéns pelo blog… também sou uma viajante!

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