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	<title>Viagem é com As Viajantes</title>
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	<description>Dicas de viagem, roteiros de turismo, listas de destinos, truques para comprar passagens</description>
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		<title>Eu já&#8230; assisti a uma sessão do Parlamento inglês</title>
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		<pubDate>Mon, 14 May 2012 15:04:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Isabella Motta</dc:creator>
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		<description><![CDATA[No dia em que a Inglaterra dá início às comemorações do jubileu da rainha Elizabeth, saiba como foi nossa experiência dentro do Parlamento inglês. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_6212" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2012/05/parlamento-dentro.jpg"><img class="size-medium wp-image-6212" title="Parlamento inglês" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2012/05/parlamento-dentro-300x224.jpg" alt="Parlamento inglês" width="300" height="224" /></a><p class="wp-caption-text">Um dos salões do Parlamento</p></div>
<p>O voo para Londres me ofereceu uma dezena de filmes para assistir durante a viagem. Entre eles estava <em><strong>The Iron Lady</strong></em>, sobre a vida da dama de ferro inglesa <strong>Margaret Thatcher</strong>. Não curti muito o longa, mas ele acabou servindo como uma boa introdução para um dos programas que eu faria dias depois. Todo mundo que visita a capital inglesa quer tirar fotos do <strong>Big Ben</strong> (inclusive eu, claro!), mas a Reba, a amiga viajante que está morando na cidade, já tinha me falado que havia a chance de assistirmos a uma sessão de debates no <strong>Parlamento</strong> inglês. Topei na hora!</p>
<div id="attachment_6213" class="wp-caption alignright" style="width: 250px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2012/05/parlamento-nos-3.jpg"><img class=" wp-image-6213 " title="Parlamento inglês" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2012/05/parlamento-nos-3-300x225.jpg" alt="Parlamento inglês" width="240" height="180" /></a><p class="wp-caption-text">Nós três na fila!</p></div>
<p>Como todos nós aprendemos lá atrás, na escola, o sistema de governo inglês é a <strong>monarquia parlamentarista</strong>, o que só aumenta a curiosidade pelo cotidiano daquele prédio imponente. O Parlamento é dividido em duas câmaras e as duas funcionam dentro do <strong>Palácio de Westminster</strong>: a dos <strong>Lordes</strong> (formada por representantes do clero e e da nobreza), e a dos <strong>Comuns</strong> (formada pelos representantes eleitos pelo povo). E foi essa que nós visitamos. A coisa é simples: as sessões acontecem de segunda a quinta-feira e você pode ficar o tempo que desejar lá dentro. Às quartas-feiras é possível assistir à <strong>&#8220;Question Time&#8221;</strong>, onde o <strong>primeiro-ministro</strong> responde as perguntas dos parlamentares, mas é necessário <strong>agendar a visita</strong> com antecedência.</p>
<p><strong><a href="http://asviajantes.com/europa/londres-uma-paixao-antiga" target="_blank">Veja quais são as atrações obrigatórias de Londres aqui.</a></strong></p>
<p>Para entrar no prédio, o sistema de <strong>segurança</strong>é rigoroso, claro. Você passa por detector de metais, seus pertences passam por máquinas de raio-x iguais aos dos aeroportos, você tira uma foto e tem que andar com crachá lá dentro. Na Câmara mesmo você não entra com nada. Minha impressão foi que todos ali eram <strong>turistas</strong>, mas creio que o procedimento para acompanhar os debates seja igual para moradores. Ah, sim, a <strong>entrada é gratuita</strong>. Um alerta: a <strong>fila</strong> pode ser demorada. Não foi nosso caso, porém, para evitar frustrações, reserve umas três horas do seu dia para esse programa.</p>
<div id="attachment_6214" class="wp-caption alignleft" style="width: 250px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2012/05/parlamento-big-ben.jpg"><img class=" wp-image-6214 " title="Parlamento Big Ben" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2012/05/parlamento-big-ben-300x300.jpg" alt="Parlamento Big Ben" width="240" height="240" /></a><p class="wp-caption-text">Um outro ângulo do Big Ben</p></div>
<p>Ficamos cerca de 20 minutos lá dentro, tempo de entender um pouco como tudo funciona. A discussão era sobre algum tipo de <strong>taxa</strong> cobrada da população. Os integrantes dos partidos se sentam frente a frente, com o <strong>presidente da sessão</strong> &#8211; de peruca e tudo &#8211; no centro. Um representante de cada partido se senta de cada lado do presidente. Duas coisas me chamaram atenção pela diferença em comparação com o Brasil: os <strong>microfones</strong> são espalhados por todo o salão, o que permite ao parlamentar discursar de seu lugar (ao contrário daqui); os políticos se dirigem apenas aos seus companheiros de partido, evitando maiores <strong>embates pessoais</strong>.</p>
<p><strong><a href="http://asviajantes.com/viagem/londres-dicas-para-comer-barato" target="_blank">Quer saber como comer barato em Londres? Leia nossas dicas aqui.</a></strong></p>
<p>Além de acompanhar o <strong>funcionamento</strong> de um dos sistemas de governo mais antigos do mundo &#8211; ele data de 1707 &#8211; e ter certeza de que nós brasileiros estamos a anos-luz de tamanha organização, também é muito legal percorrer os <strong>enormes corredores</strong> do Palácio de Westminster, carregados de história, conhecer um pouco dos antigos <strong>primeiro-ministros</strong>, descobrir que um grande <strong>incêndio</strong> destruiu parte do prédio em 1834 e conhecer fatos importantes da rica história política da Inglaterra. Definitivamente, uma aula.</p>
<p>Ao final do passeio, se quiser, você ainda pode levar uma lembrancinha &#8211; há uma <strong>lojinha</strong> sortida de <em>souvenirs</em> para todos os gostos: desde <strong>taças de champanhe</strong> com a marca do Parlamento, passando por <strong>canetas</strong> e <strong>livros</strong> sobre os principais nomes da História política inglesa (sim, o casamento de Kate Middleton e príncipe William já está lá). Na saída, você ainda garante mais um ângulo do Big Ben para a coleção <img src='http://asviajantes.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /><br />
<a href="http://www.parliament.uk/visiting/visiting-and-tours/overseasvisitors/" target="_blank"><br />
Aqui você encontra mais informações sobre todas as possibilidades de tours dentro do Parlamento inglês. </a></p>
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		<title>O que comer no Pará</title>
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		<pubDate>Wed, 09 May 2012 11:37:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Clarissa Vasconcellos</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Confira as principais delícias da mesa amazônica paraense. Difícil é escolher.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_6196" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2012/05/143.jpg"><img class="size-medium wp-image-6196" title="143" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2012/05/143-300x201.jpg" alt="" width="300" height="201" /></a><p class="wp-caption-text">Filhote com ervas e camarões. Salivo só de me lembrar desse prato.</p></div>
<p>Que a <strong>gastronomia da região amazônica</strong> é fantástica não é nenhuma novidade. E a subida do D.O.M. para o quarto lugar no ranking <strong><a href="http://www.theworlds50best.com/" target="_blank">The World’s 50 Best Restaurants</a></strong> só confirma o potencial desses ingredientes, cada vez menos exóticos para nós, do Sudeste, graças ao trabalho de chefs como Alex Atala. A sofisticação do D.O.M. não é para qualquer bolso (<a href="http://asviajantes.com/brasil/sao-paulo/d-o-m-uma-experiencia-no-quarto-melhor-restaurante-do-mundo">nós estivemos lá provando o menu executivo</a>), mas só por badalar pratos e ingredientes do Norte do Brasil ele já mereceria todos os louros. Bacuri, tambaqui, tacacá, tapioca (já trivial como <em>street food</em> nas grandes capitais brasileiras) são palavras cada vez mais comuns nos cardápios de bares e restaurantes de norte a sul do Brasil.</p>
<p>O <a href="http://asviajantes.com/brasil/para"><strong>Pará</strong>,</a> junto com o <strong><a href="http://asviajantes.com/brasil/amazonas">Amazonas</a></strong>, é um dos estados mais ricos para se provar, sem gastar uma fortuna, esses sabores. E quando eu comentei com uns amigos que ia passar uns dias no Oeste Paraense, não faltaram recomendações e sugestões de pratos e quitutes para experimentar &#8211; uma diferente da outra, o que era mais surpreendente. Abaixo, uma pequena mostra da diversidade amazônica-paraense.</p>
<p><strong>Doze coisas para se provar no Pará:</strong></p>
<p><strong>- Tapioca -</strong> Velha conhecida de quem viaja pelo Nordeste, a tapioca hoje é figurinha fácil em barraquinhas nas grandes cidades, disputando espaço com as de cachorros-quentes e churros. Normalmente recheada na região vizinha, no Pará ela aparece mais em seu estado puro, com manteiga, perfeita para o café da manhã ou lanche da tarde. As bolinhas de mandioca (diferentes da goma da mandioca) também ficam à mesa, crocantes, para serem misturadas ao café.</p>
<p><strong>- Açaí &#8211; </strong>Os paraenses, simpáticos que são, não entram em discussão. Mas açaí de verdade é o do Pará. O que se faz no Sudeste (misturar a polpa congelada com guaraná e granola) é adaptação. A fruta, originária da região amazônica, é servida com polpa fresca sem nada ou com farinha de mandioca. Também há quem acrescente camarões ou charque. Nos bairros mais humildes e no centro de Belém, <strong>lanternas vermelhas</strong> assinalam os locais onde ele é servido &#8211; a qualquer hora do dia e da noite. Nas Docas (espaço portuário revitalizado de Belém) é possível prová-lo de várias maneiras no <strong><a href="http://www.pointdoacai.net/">Point do Açaí</a></strong>.</p>
<p><strong>- Pato no Tucupi - </strong>Talvez seja o prato mais famoso da região. O tucupi, goma amarelada da mandioca, é o caldo onde se ferve o pato. Já a erva jambu, outro ingrediente dessa refeição, é fervida e acrescentada em seguida. Servido com arroz branco e farinha de mandioca.</p>
<div id="attachment_6197" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2012/05/146.jpg"><img class="size-medium wp-image-6197" title="146" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2012/05/146-300x201.jpg" alt="" width="300" height="201" /></a><p class="wp-caption-text">Risoto de maniçoba e Cerpinha.</p></div>
<p>-<strong> Maniçoba</strong> - Extraída da maniva, folha da mandioca, é cozida durante uma semana para que suas toxinas sejam eliminadas. O gosto é forte. É servida normalmente com carnes similares às da feijoada, mas a maniçoba também inspira chefs a criar pratos mais sofisticados, como o risoto &#8211; espetacular - da foto, que provei no <strong>Spazio Verde</strong>, um dos restaurantes das Docas de Belém (local imperdível para passear e comer bem). Mas se quiser provar a maniçoba tradicional, dê um pulo no <strong>Tacacá do Quincas</strong>, restaurante simples, mas que tem a fama de melhor maniçoba de Belém &#8211; atrai de políticos a artistas.</p>
<p>- <strong>Tacacá &#8211; </strong>Outro lanchinho básico, o tacacá tem origem indígena e também leva tucupi (goma de tapioca cozida) e jambu, além de camarão seco, tudo servido numa cuia. O Tacacá do Quincas também é um bom endereço para prová-lo.</p>
<p><strong>- Tambaqui &#8211; </strong>Assado é a melhor escolha. E a cidade de Santarém é considerada o melhor local para se comer um bom tambaqui, peixe também conhecido como pacu vermelho. Fui na<strong> <a href="http://br.ondebiz.com/anc.php?id=142">Peixaria Rayana</a></strong>, chamada de a melhor de Santarém, e não me arrependi. O ambiente é simples, mas a comida faz jus à fama. Devoramos uma porção de <strong>charutinhos</strong>, peixe fininho que se come inteiro. E para beber, não perca a limonada caseira, é sensacional.</p>
<p>- <strong>Filhote &#8211; </strong>Recomendadíssimo, o filhote (ou piraíba) é um peixe suave, que cai muito bem com camarões (e que camarões comi no Pará!) e ervas. Macio, suculento e saboroso, devorei o da foto que abre o post também no Spazio Verde, junto com o risoto de maniçoba (o prato, para três ou quatro pessoas, custou, no total, 125 reais).</p>
<div id="attachment_6198" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2012/05/131.jpg"><img class="size-medium wp-image-6198" title="131" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2012/05/131-300x201.jpg" alt="" width="300" height="201" /></a><p class="wp-caption-text">Atacando a banda de tambaqui.</p></div>
<p><strong>- Farinha de mandioca- </strong>Durante as refeições, havia divergências. Comer peixe com ou sem farinha? Algumas pessoas acham que ela mascara o sabor do pescado, mas eu não dispenso. A feitura da farinha de mandioca varia de acordo com a região do estado, mas normalmente é amarelinha e crocante, muito saborosa, vai bem não só com os frutos do mar, mas com feijão, maniçoba e outras comidinhas.</p>
<p><strong>- Bacuri &#8211; </strong>Fiquei apaixonada por essa fruta. O sorvete dela é cremoso, leitoso, docinho e suave, virou meu favorito. A sorveteria mais famosa do Pará é a <strong><a href="http://vejabrasil.abril.com.br/belem/comidinhas/cairu-31168">Cairu</a></strong>, com sabores da terra e misturas deliciosas, como a Paraense (açaí com tapioca). Mas meu favorito foi mesmo o bacuri. A boa notícia é que a Cairu deixa você pedir a boa e velha provinha e de colherada em colherada você vai provando tudo. Ela tem vários endereços em Belém, inclusive nas Docas, e já abriu loja até em São Paulo. No Rio, é possível encontrar picolés Cairu na Praia de Ipanema.</p>
<p>- <strong>Cupuaçu -</strong> Pudim, mousse, bombom, suco&#8230; Essa fruta está presente na rotina paraense do café da manhã à sobremesa do jantar. Em algum momento você vai topar com ela. Ah, o sorvete de cupuaçu da Cairu também é outro lanchinho imperdível. E se quiser levar chocolates recheados com a fruta, dê uma passada em uma das lojas <strong><a href="http://vejabrasil.abril.com.br/belem/comidinhas/bombom-do-para-31074">Bombom do Pará</a></strong>.</p>
<p><strong>- Castanhas-do-pará &#8211;  </strong>As <em>Brazilian nuts</em> são famosas no mundo inteiro, mas lá parecem ser até maiores e mais saborosas. Vale uma passada no <strong>Mercado Ver-o-Peso</strong> ou supermercado para comprar as castanhas-do-pará (peça descascadas) e ervas para levar para casa.</p>
<p><strong>- Taperebá &#8211; </strong>Conhecida também como cajá, essa fruta virou minha companheira de almoço, em sucos e sorvetes. Refrescante, é perfeita também para abrir seu café da manhã.</p>
<p>Aliás, aproveite todas as refeições para <strong>provar os sucos</strong>. Você dificilmente achará tanta <strong>variedade de frutas</strong> no Sudeste, por exemplo. É comum ver um paraense almoçando com sumos em vez de refrigerantes. E se tiver vontade de tomar álcool, prove as cervejas locais, como a conhecida <strong>Cerpa</strong> ou a menos comum <strong><a href="http://www.amazonbeer.com.br/index2.html">Amazon Beer</a></strong>.</p>
<p>É claro que essa lista é só um aperitivo. A diversidade da comida paraense não cabe num post &#8211; só de frutas o Pará mereceria um livro inteiro. Digamos que é só uma introdução. Se você provou outras delícias do estado, comente e recomende por aqui. Eu já estou planejando minha volta.</p>
<p>Quer imprimir este post? <strong><a href="https://sites.google.com/site/blogasviajantes/brasil/o-que-comer-no-para">Clique aqui</a></strong>.</p>
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		<title>D.O.M.: Como é o 4º melhor restaurante do mundo</title>
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		<pubDate>Tue, 01 May 2012 18:31:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Flavia Motta</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Sim, pobres mortais como nós podem ter acesso à alta gastronomia do craque Alex Atala sem comprometer a conta bancária. Veja como.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_6172" class="wp-caption aligncenter" style="width: 482px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2012/05/dom-salao.jpg"><img class=" wp-image-6172 " title="dom salao" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2012/05/dom-salao.jpg" alt="Salão do D.O.M." width="472" height="192" /></a><p class="wp-caption-text">Salão do D.O.M.</p></div>
<p>Quando eu estive no <a href="http://www.domrestaurante.com.br" target="_blank"><strong>D.O.M.</strong></a> &#8211; o famoso restaurante do chef <strong>Alex Atala</strong> &#8211; ele ainda era o sétimo na lista de melhores do mundo. Recentemente, subiu três posições na edição 2012 do ranking <a href="http://www.theworlds50best.com/" target="_blank"><strong>The World&#8217;s 50 Best Restaurants</strong></a> (uma espécie de Oscar da gastronomia, dizem alguns).</p>
<p>Atala é conhecido por sua culinária minimalista, de grande valorização de ingredientes <strong>brasileiros</strong>. O chef é um pesquisador de ingredientes. Foi ele quem trouxe à cena gastronômia o piri-piri, entre outros alimentos pouco badalados nas cozinhas tradicionais.</p>
<p>Mas a cozinha de Atala tem um <strong>preço</strong> &#8211; alto. E fato é que minha situação financeira não me permite gastar sem culpa e sem restrições cerca de R$ 700 numa refeição para dois. Sim, porque os preços dos pratos começam em R$ 120, uma taça de vinho fica em torno dos R$ 30 e o menu degustação fica entre os R$ 250 e R$ 350 por pessoa.</p>
<div id="attachment_6173" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://comiporai.com/"><img class="size-medium wp-image-6173 " title="couvert DOM" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2012/05/couvert-comiporai-300x204.jpg" alt="couvert DOM" width="300" height="204" /></a><p class="wp-caption-text">Manteiga Aviação e purê de alho no couvert/Blog Comi Por Aí</p></div>
<p>Assim, como resolver a vontade de conhecer o D.O.M. sem precisar pedir empréstimo no banco? Com o <strong>almoço executivo</strong>, que a casa oferece de segunda a sexta. Custa razoáveis R$ 60, mas é bem menos inspirador do que o restante do cardápio: carne, frango ou peixe acompanhados de arroz branco, feijão preto ou mulatinho, batatinha frita, farofa, couve e banana frita.</p>
<p>Todos vêm à mesa em porções individuais que são repostas à vontade. A <strong>farofinha</strong> puxada no alho e num bacon cortado de forma quase microscópica é memorável. A batatinha frita cortada em cubinhos é de comer com gula. E o feijão é corretíssimo &#8211; e, modéstia à parte, de feijão eu entendo.</p>
<p>A casa oferece ainda um <strong>couvert</strong> (o mesmo em qualquer horário) que traz manteiguinha Aviação servida em latinha própria e cheia de charme, um purê de alho assado com batatas saborosíssimo e coalhada no azeite de ervas. Tudo isso com pão de queijo e outros pães (de azeitona, de ervas&#8230;) quentinhos.</p>
<div id="attachment_6174" class="wp-caption alignright" style="width: 260px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2012/05/atala-vinhosempauta.jpg"><img class="size-full wp-image-6174" title="chef Alex Atala" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2012/05/atala-vinhosempauta.jpg" alt="chef Alex Atala" width="250" height="248" /></a><p class="wp-caption-text">O chef Alex Atala</p></div>
<p>É uma delícia? É. Mas a verdade é que prato tão prosaico não combina com o ambiente tão classudo do D.O.M. Além disso, quando se senta à mesa pensando que se está a comer no sétimo (hoje quarto) melhor restaurante do mundo, a expectativa vai às alturas. Alto demais para um PF conseguir alcançar, talvez.</p>
<p>Valeu a experiência? Valeu para matar a curiosidade, mas não para quem queria conhecer os sabores que fizeram Alex Atala um chef conhecido e respeitado em todo o mundo. Se eu pudesse dar uma sugestão ao chef, diria para ele acabar com esse almoço executivo e oferecer uma vez por semana um menu mais elaborado a preço mais acessível no almoço. Como fazem muitos outros chefs respeitados ao redor do mundo.</p>
<p>D.O.M. Rua Barão de Capanema, 549 – Jardim Paulista (11) 3088-0761</p>
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		<title>Como montar um roteiro de viagem pela Turquia</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Apr 2012 14:21:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Flavia Motta</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Conhecer a Turquia pode ser uma das melhores experiência de viagem da sua vida. Nós ajudamos a montar o roteiro ideal pelo país]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_6155" class="wp-caption alignleft" style="width: 415px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2012/04/istambul-120412.jpg"><img class=" wp-image-6155 " title="istambul-120412" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2012/04/istambul-120412.jpg" alt="Skyline de Istambul" width="405" height="304" /></a><p class="wp-caption-text">Uma das muitas mesquitas de Istambul vista do Bósforo</p></div>
<p>Quem mora em um país de dimensões continentais como o Brasil pode recair facilmente na arrogância de achar que, em outros territórios, todas as distâncias são pequenas. Na hora de planejar uma viagem, porém, outros fatores podem fazer poucos quilômetros demorarem tempo demais para serem percorridos. Num país como a <a href="http://asviajantes.com/europa/turquia-europa"><strong>Turquia</strong></a>, em que o volume de atrações é muito maior do que podem comportar nossos tradicionais 30 dias de férias, recair nesse erro é fácil. Reunimos, então, algumas dicas que podem ajudar o viajante a explorar melhor esse país tão árabe e tão europeu ao mesmo tempo.</p>
<p>.<a href="http://asviajantes.com/europa/turquia-europa/istambul-turquia-europa"> <strong>Istambul</strong></a> &#8211; É a cidade mais conhecida do país, embora não seja a capital (essa é Ankara). Cortada pelo Estreito do Bósforo e entreligada por diversas pontes, Istambul tem seu horizonte pontilhado por centenas de minaretes das muitas mesquitas que se espalham por seu lado europeu. <a href="http://asviajantes.com/viagem/turquia-uma-introducao-a-asia"><strong>Se você vai à Turquia numa viagem de até cinco dias, não tenha dúvidas: é Istambul que você deve conhecer. Descubra neste post por que.</strong></a></p>
<div id="attachment_6151" class="wp-caption alignright" style="width: 430px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2012/04/capadocia-120412.jpg"><img class="size-full wp-image-6151" title="capadocia-120412" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2012/04/capadocia-120412.jpg" alt="Paisagens lunares na Capadócia, Vale das Fadas" width="420" height="250" /></a><p class="wp-caption-text">Vale das Fadas, Capadócia</p></div>
<p>. <a href="http://asviajantes.com/europa/turquia-europa/capadocia-turquia-europa"><strong>Capadócia</strong></a> &#8211; Provavelmente o segundo lugar mais conhecido da Turquia, a Capadócia é mais famosa entre os brasileiros como o berço de São Jorge. As referências ao Santo Guerreiro por lá são praticamente nulas. Em compensação, não faltam paisagens lunares, cidades subterrâneas e casas encravadas nas pedras (as antigas moradas dos trogloditas) para fazer valer a viagem. <a href="http://asviajantes.com/viagem/eu-ja-voei-de-balao"><strong>A cereja do bolo é o voo de balão (vai por mim e lê aqui se você tem dúvidas de que esse passeio é incrível)</strong></a>. Para explorar a Capadócia três dias são o mínimo, quatro chegam próximo ao ideal e cinco te dão a chance de descansar e não apenas correr de um passeio a outro. <a href="http://asviajantes.com/viagem/capadocia-o-que-visitar"><strong>Aqui tem post para você saber mais sobre a Capadócia</strong></a> e <a href="http://asviajantes.com/viagem/eu-ja-dormi-em-uma-caverna"><strong>a viajante Clarissa conta aqui como é dormir num hotel-caverna</strong></a>.</p>
<div id="attachment_6154" class="wp-caption alignleft" style="width: 266px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2012/04/efesus-120412.jpg"><img class=" wp-image-6154 " title="efesus-120412" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2012/04/efesus-120412.jpg" alt="Biblioteca de Celsius, Éfesus" width="256" height="320" /></a><p class="wp-caption-text">Biblioteca de Celsius, Éfesus</p></div>
<p>. <strong>Éfesus &#8211; É a cidade clássica mais bem conservada da região do mediterrâneo.</strong> Sabe o que isso quer dizer na prática? Que, sim, as ruínas de Éfesus estão bem mais inteiras que as tão faladas ruínas gregas. Éfesus é um parque histórico, fechado. Portanto, é passeio de um dia &#8211; cansativo, vale dizer. Fica bem pertinho de Selçuk, uma cidade pequena onde os cidadãos mais velhos ainda estranham ver as bermudas das turistas (estamos num país de forte presença muçulmana, não se esqueça) e talvez por isso mesmo valha o passeio. Ah, e também porque você pode visitar as ruínas da Igreja de São Pedro (o lugar onde ele morou após a morte de Cristo), esticar para Sirinçe (se sua vibe for a serra e um jantarzinho embaixo das oliveiras) e começar uma tímida exploração do litoral turco. <strong>Para Selçuk reserve pelo menos dois dias e tenha um carro a seu dispor.</strong> Selçuk também pode ser base para os aventureiros que quiserem conhecer a <strong>Dilek Península, um enorme parque natural turco, com praia, trilhas para trekking e mountain bike, observação de pássaros&#8230;</strong></p>
<div id="attachment_6153" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2012/04/dilek-120412.jpg"><img class="size-medium wp-image-6153" title="dilek-120412" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2012/04/dilek-120412-300x211.jpg" alt="Dilek Península: reserva natural na Turquia" width="300" height="211" /></a><p class="wp-caption-text">Dilek Península: reserva natural na Turquia</p></div>
<p>. <strong>Pamukkale</strong> &#8211; São as travertines &#8211; <strong>uma sequência de piscinas termais de solo branco e água cristalina</strong> &#8211; que fazem a fama da cidade. O lado ruim é que Pamukkale fica meio fora de mão, tipo a mais de quatro horas de carro de qualquer cidade relevante mais próxima, sabe? Isso e a fama de que as piscinas não são mais o que a gente vê nas fotos do Google me fizeram desistir dessa esticada. <strong>Meu anfitrião em Istambul, porém, garantiu que as travertines foram recuperadas e que eu perdi um belo passeio.</strong> Quem sabe na próxima.</p>
<p>. <strong>Litoral Egeu</strong> &#8211; Dá para separar em norte e sul esse litoral compartilhado com a <a href="http://asviajantes.com/europa/grecia-europa">Grécia</a>. <strong>Ao sul do Egeu ficam algumas das praias mais disputadas pelos turistas europeus, como Bodrum</strong>. Dominada por resorts, há quem diga que no verão elas ficam insuportavelmente cheias. Mas se seu negócio é gente-bonita-e-azaração provavelmente é esse o seu destino. <strong>Eu fui para o norte, usando Çesme como base.</strong> A cidade em si tem um quê de pré-fabricada, já que a população flutuante (maioria) é de donos de barcos usando a marina como porto. <strong>Dali deu para explorar as lindíssimas Altinkum (bem reservada num início de setembro) e Alaçati (dominada por resorts, com um curto trecho público, mas de águas caribenhas)</strong>. <a href="http://asviajantes.com/viagem/um-dia-na-grecia"><strong>Ah, também deu para esticar um dia na ilha grega de Chios (você pode ver aqui como foi).</strong></a></p>
<div id="attachment_6149" class="wp-caption alignright" style="width: 330px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2012/04/alacati-120412.jpg"><img class="size-full wp-image-6149" title="alacati-120412" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2012/04/alacati-120412.jpg" alt="Alaçati: mar cor de Caribe" width="320" height="208" /></a><p class="wp-caption-text">Alaçati: mar cor de Caribe</p></div>
<p>. <strong>Litoral Mediterrâneo</strong> &#8211; <a href="https://www.google.com.br/search?q=oludeniz&amp;hl=pt-BR&amp;client=firefox-a&amp;hs=NE3&amp;rls=org.mozilla:pt-BR:official&amp;prmd=imvns&amp;tbm=isch&amp;tbo=u&amp;source=univ&amp;sa=X&amp;ei=DvmXT_KnDoLAgQe1z6jYBg&amp;ved=0CGYQsAQ&amp;biw=1280&amp;bih=909&amp;sei=EPmXT66-O4u-gAflpYT4Bg" target="_blank">Oludeniz</a> e <a href="https://www.google.com.br/search?q=oludeniz&amp;hl=pt-BR&amp;client=firefox-a&amp;hs=NE3&amp;rls=org.mozilla:pt-BR:official&amp;prmd=imvns&amp;tbm=isch&amp;tbo=u&amp;source=univ&amp;sa=X&amp;ei=DvmXT_KnDoLAgQe1z6jYBg&amp;ved=0CGYQsAQ&amp;biw=1280&amp;bih=909&amp;sei=EPmXT66-O4u-gAflpYT4Bg#hl=pt-BR&amp;client=firefox-a&amp;hs=SZi&amp;rls=org.mozilla:pt-BR%3Aofficial&amp;tbm=isch&amp;sa=1&amp;q=kas+turkey&amp;oq=kas+turkey&amp;aq=f&amp;aqi=g1&amp;aql=&amp;gs_nf=1&amp;gs_l=img.3..0.3470.4717.2.5117.7.7.0.5.5.0.200.379.0j1j1.2.0.aK-q0EK0FGg&amp;pbx=1&amp;bav=on.2,or.r_gc.r_pw.r_cp.r_qf.,cf.osb&amp;fp=27383ca7569be611&amp;biw=1280&amp;bih=909" target="_blank">Kas</a>. Clica nesses links depois volta para ler esse texto. Só assim você vai entender minha frustração ao constatar que não,<strong> não dava para conhecer a Mesquita AZul em Istambul, voar de balão na Capadócia, explorar Éfesus e ainda conhecer esse litoral tão ao sul do país em apenas 15 dias</strong>. É por causa dessa parte do litoral que eu coloquei a Turquia de volta à minha lista de destinos a serem explorados. Espero voltar lá em breve.</p>
<p>A minha viagem, num início de setembro: <a href="http://asviajantes.com/europa/alemanha-europa-2/munique-alemanha-europa-2">Munique</a> &#8211; Izmir de avião com pernoite na cidade; Izmir &#8211; Selçuk de carro alugado com três dias e três noites na cidade (<strong>um dia em Éfesus, uma noite jantando em Sirinçe, um dia explorando Pamucak e a Dilek Peninsula, outro dia entre a Dilek Península e Kusadasi</strong>); Selçuk &#8211; Çesme de carro com dois dias e meio na cidade (<strong>um dia na ilha grega de Chios, um dia em Altinkum, algumas horas do último dia em Alaçati</strong>); Çesme &#8211; Izmir para devolução do carro e Izmir &#8211; Capadócia em ônibus noturno <strong>(três dias e quatro noites na cidade de Göreme</strong>); Capadócia &#8211; Istambul de avião (<strong>seis dias no bairro de Beyoglu</strong>); Istambul &#8211; <a href="http://asviajantes.com/europa/alemanha-europa-2/berlim-alemanha-europa-2">Berlim</a> de avião.</p>
<p><a href="http://asviajantes.com/viagem/phrasebook-uma-mao-na-roda-em-outro-idioma"><strong>E se você está mesmo planejando uma ida à Turquia, vale ler aqui como um phrasebook foi valioso para ajudar a gente se entender com os turcos além da mímica.</strong></a></p>
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		<title>Os estúdios de Harry Potter em Londres</title>
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		<pubDate>Tue, 17 Apr 2012 15:27:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Reba</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Londres ganhou mais um atração mágica: os estúdios onde foram filmados os filmes do Harry Potter. A gente conta os detalhes dessa aventura. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_6110" class="wp-caption aligncenter" style="width: 380px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2012/04/harrypottersalãoprincipal.jpg"><img class="size-full wp-image-6110" title="harrypottersalãoprincipal" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2012/04/harrypottersalãoprincipal.jpg" alt="" width="370" height="234" /></a><p class="wp-caption-text">As grandes mesas do salão principal</p></div>
<p>por<strong><a href="http://contonocanto.blogspot.co.uk/"> Ronaldo Pelli</a></strong></p>
<p>É longe, muito longe do centro de Londres. E relativamente caro, se compararmos com outras atrações turísticas da capital londrina. Mas é também <strong>imperdível para os fãs dos filmes do bruxinho inglês Harry Potter</strong>. E igualmente um <strong>bom programa para quem gosta de cinema</strong>, a ponto de querer saber como as cenas dos filmes mais trabalhosos são feitas. Foram abertos para o público os estúdios em Londres onde foram filmadas todas as adaptações das obras de J.K. Rowling para as telonas.</p>
<p><strong><a href="http://asviajantes.com/europa/inglaterra-europa/londres">Mais dicas de Londres aqui</a></strong></p>
<p>É uma espécie de parque de diversões [com pouca interação, é verdade] com cenários, roupas, adereços, maquetes, máscaras, e efeitos especiais, intactos, exatamente como se viu nos filmes. Ou melhor, com muito mais detalhamento do que se viu. É de impressionar até os poucos que não se encaixam nas categorias anteriores.</p>
<div>
<div id=":1vu" data-tooltip="Show trimmed content"><img src="https://mail.google.com/mail/u/1/images/cleardot.gif" alt="" /></div>
</div>
<div id="attachment_6111" class="wp-caption alignleft" style="width: 380px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2012/04/harrypottercorujas.jpg"><img class="size-full wp-image-6111" title="harrypottercorujas" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2012/04/harrypottercorujas.jpg" alt="" width="370" height="234" /></a><p class="wp-caption-text">Corujas</p></div>
<p><strong>Fica em Leavesden, no norte da capital inglesa</strong>, e para chegar lá não é preciso pegar um trem na famosa plataforma 9 ¾ da estação de King’s Cross – antes  fosse. É preciso tomar o Overground até a estação de Watford Junction, que fica após a zona oito [em Londres, as estações são numeradas em relação à distância ao Centro; a grande maioria dos pontos turísticos fica na zona 1, no máximo, zona 2]. Lá em Watford Junction, quem tiver com o ingresso na mão – <strong><a href="http://www.wbstudiotour.co.uk/">as entradas podem ser compradas pelo site oficial</a></strong> &#8211;  pode usar de graça o shuttle do “Making of Harry Potter”: um ônibus de dois andares, caracterizado com os temas do mundo do bruxo.</p>
<p>O bilhete individual para adultos custa £ 28, e os menores de 16 anos pagam £ 21. <strong>Há também combos mais baratos para famílias</strong> que custam £ 83, para quatro pessoas, dois adultos e duas crianças, ou um adulto e três crianças. Mas, se formos apenas considerar a procura pelo lugar, vale a pena.</p>
<p><strong>Na entrada, você assiste a um vídeo contando um pouco da origem dos filmes</strong>, como foi a secretária [Nisha Parti] do produtor David Heyman que descobriu o livro, ainda nem publicado, e insistiu para o chefe que valia a pena investir na obra. Depois, é a vez de outro filme, um pouco mais sofisticado, dentro de um cinema confortável, com Harry, Hermione e Rony, ou melhor, Daniel Radcliffe, Emma Watson e Rupert Grint, explicando como foi incrível ter trabalhado naquele estúdio por cerca de dez anos, e como essa era uma ótima oportunidade para se prestar atenção nos detalhes dos filmes. Em seguida, o show realmente começa.</p>
<div id="attachment_6112" class="wp-caption alignright" style="width: 380px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2012/04/Harrypotterquartotios.jpg"><img class="size-full wp-image-6112" title="Harrypotterquartotios" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2012/04/Harrypotterquartotios.jpg" alt="" width="370" height="234" /></a><p class="wp-caption-text">O quarto do Harry ainda trouxa</p></div>
<p>A tela sobe e vemos a grandiosa porta de entrada do <strong>Salão principal de Hogwarts</strong>. Quando os imensos portões se abrem, a visão é de tirar o fôlego. Eles realmente deixaram tudo como foi filmado. Estão lá as mesonas onde Rony se empanturrava e Hermione reclamava, as roupas de Harry em todos os filmes, as caracterizações dos professores da escola de Hogwarts, o pedestal onde Dumbledore dava as boas-vindas aos alunos&#8230; listar tudo o que se encontra não é tarefa das mais fáceis.</p>
<p>Outro ponto-alto da visita fica por conta das <strong>maquetes do castelo</strong> onde funciona a escola. Há duas, uma pequena, que foi usada em cenas aéreas mais distantes, e uma enorme, que ocupa quase um salão inteiro, mas ainda assim ínfima, se comparada ao que seria o tamanho real do prédio. Também deve chamar a atenção de quem em algum momento mergulhou nesse universo, <strong>a possibilidade de pilotar uma vassoura e, como um verdadeiro bruxo</strong>, sobrevoar Londres, sem precisar sair do estúdio, apenas usando os efeitos especiais do filme.</p>
<div id="attachment_6113" class="wp-caption aligncenter" style="width: 380px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2012/04/Harrypottervarinhas.jpg"><img class="size-full wp-image-6113" title="Harrypottervarinhas" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2012/04/Harrypottervarinhas.jpg" alt="" width="370" height="234" /></a><p class="wp-caption-text">Detalhes das varinhas</p></div>
<p>Os detalhes se multiplicam. Em um quadro com <strong>todas as varinhas mágicas</strong>, podemos identificar traços da personalidade dos bruxos apenas observando os desenhos, formatos e materiais utilizados. A varinha de Voldermort tem pedaços de ossos, a do professor Snape, arabesco inteligíveis, a de Harry é reta, simples, elegante.</p>
<p>É possível ainda conferir o <strong>gabinete de Dumbledore, o Ministério da Magia, a casa dos tios de Harry, os dormitórios e a área comum da casa de Grifinória, a sala das poções, o interior da cabana de Hagrid</strong>, a sala onde se fez todas as máscaras e maquiagens dos filmes, as artes utilizadas como referência, os bonecos &#8230; os organizadores acreditam que todo o passeio deva durar pelo menos três horas. Mas como não vai ter ninguém te apressando, você pode ficar o tempo que quiser. É uma experiência mágica.</p>
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		<title>Tailândia: escolhendo as cidades do roteiro</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Apr 2012 19:29:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Reba</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Escolher quais cidades visitar é quase sempre uma complicação. Aqui vai nossa ajuda para quem está sonhando com o embarque pra Tailândia. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_6051" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2012/04/thai_budas.jpg"><br />
<img class="size-full wp-image-6051" title="thai_budas" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2012/04/thai_budas.jpg" alt="" width="300" height="243" /></a><p class="wp-caption-text">Templos budistas </p></div>
<p>Antes de começar o post um alerta se faz necessário: esse é um processo doloroso. Principalmente pelas coisas que você vai ter que deixar de fora do seu roteiro se você, como a maioria dos mortais, só tem 30 dias de férias.</p>
<p><a href="http://asviajantes.com/viagem/tailandia-como-comecar-a-planejar-a-viagem" target="_blank"><strong>Aqui estão as dicas básicas pra planejar a viagem pra Tailândia</strong></a></p>
<p>A não ser que você entre por via terrestre, provavelmente <strong>vai começar</strong> sua viagem <strong>em Bangkok</strong>.</p>
<div id="attachment_6052" class="wp-caption alignleft" style="width: 360px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2012/04/thai_tigres.jpg"><img class="size-full wp-image-6052" title="thai_tigres" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2012/04/thai_tigres.jpg" alt="" width="350" height="263" /></a><p class="wp-caption-text">Tigres...</p></div>
<p><strong>Bangkok não é uma cidade fácil, mas é igualmente fascinante</strong>. Minha primeira reação foi: meu Deus onde eu vim parar? Depois a cidade roubou meu coração de tal modo que eu passei o resto da viagem ainda pensando nela. Por isso, vale o conselho: <strong>dê tempo a Bangkok</strong>. Não veja a cidade apenas como uma passagem de entrada e saída da Tailândia. Além da imensidão de coisas interessantes, há alguns passeios ao redor que funcionam como uma day trip e são imperdíveis. Acho que <strong>4 dias é boa conta</strong>. Mas dá pra ficar mais, se você tiver mais tempo.</p>
<p>De Bangkok você precisa decidir o que quer da Tailândia:<br />
- <strong>No sul estão as praias e todo aquele imaginário que a gente tem do país</strong>. Aquelas paisagens que correram o mundo com Leonardo de Caprio enlouquecendo no filme A Praia. Sim, tudo aquilo é verdade (e outras coisas   que só os seus olhos vão conseguir capturar!) mas o <strong>sul é também muito turístico</strong>. No pior sentido.  Isso significa: muita prostituição, preços mais caros e lixo (como eu vi lixo na praia!) Pro viajante que curte entender o país, comer comida sentado do lado dos locais, conversar com as pessoas pode ser um pouco decepcionante.</p>
<p>- <strong>No norte estão os templos, os passeios de elefante e uma Tailândia mais com cara de Tailândia e menos de Disneylândia</strong>. Mas pro viajante que não curte templos e está interessado mesmo em praias, resorts e massagens (absolutamente imperdíveis!) o norte pode ser uma perda de tempo.</p>
<p>Dito isso, como fica?<br />
No norte:</p>
<div id="attachment_6053" class="wp-caption alignright" style="width: 360px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2012/04/thai_elefante.jpg"><img class="size-full wp-image-6053" title="thai_elefante" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2012/04/thai_elefante.jpg" alt="" width="350" height="263" /></a><p class="wp-caption-text">... e elefantes</p></div>
<p>-<strong>Chang Mai</strong>: é uma cidade de montanha, onde fica o Wat Phra That Doi Suthep, um dos <strong>maiores (e mais impressionantes) templos da Tailândia </strong>e destino de peregrinos budistas de todo o mundo. A cidade também é de onde partem os passeios pro <strong>Elephant Nature Park</strong>, a maior (e mais respeitada) reserva de recuperação de elefantes escravos do país. Uma ótima pedida pra quem quer comer em restaurantes cinco estrelas e <strong>experimentar comida tailandesa versão fusion</strong>, fazer um dia de spa ou um <strong>curso de culinária </strong>sem pagar caro. Em 3 dias dá pra fazer tudo.</p>
<p>-<strong>Chang Rai</strong>: ela não coube no nosso roteiro mas é bastante procurada por quem adora fazer <strong>trekking</strong>. Por ficar bem perto da fronteira com o Laos e Miamar tem uma <strong>diversidade étnica e culinária</strong> que também atrai gente do mundo todo. A cidade é bem pequena então o melhor é planejar a quantidade de dias pelos trekkings. (Normalmente é feita em combo com Chang Mai).</p>
<p>-<strong>Ayuathaya</strong> &#8211; outra que não coube no nosso roteiro mas é muito conhecida por seus<strong> palácios, templos e sítios arqueológicos.</strong> Além disso, tem um passado glorioso &#8211; já teve mais de 400 templos &#8211; e foi considerada a cidade mais bonita da Ásia pelos mercadores que faziam comércio pelo continente na época das navegações. A cidade que já foi invadida por portugueses, japoneses, ingleses e tem uma espécie de bairros dessas nacionalidade. Há também um <strong>circuito ciclístico</strong> pra quem curte pedalar. A maior parte dos hotéis aluga bicicleta. Ou você pode ainda circular pela cidade de elefante. Parece que 3 dias são o suficiente.</p>
<p>-<strong>Lopburi</strong> é outra cidade famosa do norte. É pequena e ótima pra quem quer sentir a Tailândia&#8221;mais original&#8221;. Além dos <strong>templos os macacos </strong>que circulam por todos os cantos são as atrações.</p>
<div id="attachment_6058" class="wp-caption aligncenter" style="width: 360px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2012/04/thai_caverna.jpg"><img class="size-full wp-image-6058" title="thai_caverna" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2012/04/thai_caverna.jpg" alt="" width="350" height="263" /></a><p class="wp-caption-text">No sul: praias e cavernas lado a lado</p></div>
<p>No sul:<br />
-<strong>Phuket é o nome mais famoso</strong>. Mas eu, particularmente, odiei Phuket. Logo na chegada eu tive pavor da multidão de turistas, prostituição, pessoas que querem empurrar você pra dentro de boates com néons, drinks extorsivos e gente bêbada (e chata!) sem noção. Um pesadelo pra mim. As praias são bonitas mas você vê coisas melhores no Brasil. Na segunda vez em que passei por lá  eu me hospedei nas praias do norte e tive uma experiência melhor. Mas meu conselho é: fuja de Phuket pra Ao Nang.</p>
<p><strong> </strong></p>
<div id="attachment_6059" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2012/04/thai2_barco.jpg"><img class="size-full wp-image-6059" title="thai2_barco" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2012/04/thai2_barco.jpg" alt="" width="300" height="400" /></a><p class="wp-caption-text">Sim, isso é um táxi</p></div>
<p>Ao Nang é na verdade uma praia da península de<strong> Krabi</strong>. É lá a Tailândia do filme A Praia. A praia de Ao Nang é bacana mas o melhor é pegar vários passeios pras<strong> ilhas </strong>ao redor. Há vários &#8220;boat taxis&#8221; fáceis de usar. Vocês pode fazer uma ilha por dia (o que eu recomendo) ou um tour em um dia. Por causa da quantidade de ilhas e também porque o bom de estar na praia é relaxar, dá pra ficar uns 5 dias por ali. Se você curte uma noitada mais jovem e gente esportista deve considerar se hospedar em <strong>Railay Beach</strong>, a praia vizinha, reduto de jovens e montanhistas (com hotéis mais baratos também).</p>
<p>É também de Ao Nang que sai o ferry mais barato pra <strong>Ko Phi Phi &#8211; a ilha da Praia</strong>. Não faça como eu que não me organizei e precisei fazer de Phi Phi uma day trip. Lá é um lugar pra dormir. Porque, provavelmente, vai entrar na sua lista de lugar mais lindos que você já viu. 3 dias pra curtir tudo com a calma que o lugar merece.</p>
<p>Eu concentrei minha viagem deste lado da costa mas o lado oeste também vale a pena ser planejado.</p>
<p>As atrações do oeste são a ilha de <strong>Ko Pha Ngan</strong>, mais conhecida pela<strong> Full Moon Party</strong>, uma das maiores rave do mundo, que acontece uma mês vez por mês. A ilha vizinha de <strong>Ko Tao</strong>, rodeada de bairreiras de corais e <strong>paraíso dos mergulhadores</strong>, os mega resorts (e os guetos mochileiros) da exclusiva <strong>Ko Samui</strong>. Ou toda a beleza do parque marinho de <strong>Ang Thong.</strong></p>
<p>Bem, dá pra ver que a Tailândia recebe bem viajantes de todos os gostos e objetivos. Agora é colocar o biquíni e sunga na mala e partir pro paraíso.</p>
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		<title>Tailândia: como começar a planejar a viagem</title>
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		<pubDate>Thu, 05 Apr 2012 13:38:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Reba</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A gente sabe que nada pode sair errado na viagem dos sonhos. Por isso, mostramos as dicas básicas para quem quer ir para Tailândia. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_6024" class="wp-caption aligncenter" style="width: 360px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2012/04/thaipraiabasico.jpg"><img class="size-full wp-image-6024" title="thaipraiabasico" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2012/04/thaipraiabasico.jpg" alt="" width="350" height="263" /></a><p class="wp-caption-text">Águas cristalinas e estalactites</p></div>
<p>Não foi só Leonardo di Caprio que enlouqueceu com &#8220;A Praia&#8221;. Depois que o filme foi lançado, em 2000, a Tailândia entrou pra lista de destino dos sonhos para muita gente.</p>
<p>Neste post a gente traz algumas infos básicas para quem está planejando tirar o sonho do papel.</p>
<p>- <strong>Quanto tempo?</strong> Eu diria que se você pode ficar os 30 dias e ainda assim não ver tudo. Mas a gente entende que a passagem aérea pra Ásia é uma fortuna e muita gente opta por fazer um roteiro que inclua também outros países. Eu diria que com 15 dias dá pra pra ter uma noção dos lugares. Menos de 10 dias só se você quiser focar só nas praias.</p>
<div id="attachment_6029" class="wp-caption alignright" style="width: 220px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2012/04/thaimercadoflutuante1.jpg"><img class="size-full wp-image-6029 " title="thaimercadoflutuante" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2012/04/thaimercadoflutuante1.jpg" alt="" width="210" height="279" /></a><p class="wp-caption-text">Os mercados flutuantes</p></div>
<p><strong>- Melhor época?</strong> <strong>Entre novembro e fevereiro é a temporada seca</strong> e por isso a melhor época. Entre julho e outubro vem a temporada de chuvas, sendo outubro o mês que chove mais. Entre março e maio as temperaturas no sul beiram os 40 graus mas no norte ainda são &#8220;aceitáveis&#8221;. Seja qual for a época é bom lembrar que <strong>o clima na Tailândia é absolutamente instável, especialmente na praia</strong>. Por isso se você não quer correr o risco de deixar de conhecer uma ilha incrível porque o dia amanheceu com uma chuva horrenda e o barco não pode sair (aconteceu comigo!) é bom fazer um planejamento um pouco mais folgado, com alguns dias extras, especialmente no sul. Não vai faltar o que fazer.</p>
<p>- <strong>É caro?</strong> Sim, <strong>a passagem é</strong>. Mas <strong>a Tailândia é um lugar tão barato</strong>, mas tão barato que as às vezes até a conversão é complicada (pratos de comida custam centavos de dólar). Por isso antes de desistir logo depois de olhar o preço da passagem tente fazer todo o orçamento. <strong>Pode sair mais em conta do que 30 dias na Europa</strong>, por exemplo.</p>
<div id="attachment_6028" class="wp-caption aligncenter" style="width: 400px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2012/04/Thaitemplobasico.jpg"><img class="size-full wp-image-6028" title="Thaitemplobasico" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2012/04/Thaitemplobasico.jpg" alt="" width="390" height="293" /></a><p class="wp-caption-text">E templos</p></div>
<p>- <strong>Transporte interno: se você tiver poucos dias encare o avião</strong>. Há low costs (<a href="http://www.airasia.com/gb/en/home.page" target="_blank">Air Asia</a> ou <a href="http://www.thaiairways.com/" target="_blank">Thai Airways</a>) com preços médios (não são a Ryanair mas saem mais em conta do que a Gol, por exemplo). Na costa, especialmente perto de Phuket, o <strong>ferry </strong>também é uma boa opção. Há <strong>um sistema de trem </strong>que cobre a costa oeste e parte do norte do país (boa opção pra quem vai pra Chang Mai). Nós usamos também <strong>vans intermunicipais </strong>pra deslocamentos entre cidades próximas &#8211; o custo benefício foi melhor que o ônibus. Por último a opção de <strong>alugar uma moto é fantástica</strong> porque dá uma liberdade enorme. Mas só deve fazer isso quem tem experiência em dirigir motos. <strong>O trânsito é caótico</strong> e nós vimos muitos (muitos mesmo!) acidentes horríveis. Alugar carro só se você se garantir dirigir na <strong>mão inglesa</strong> (lembrando que talvez a Tailândia não seja o melhor lugar pra ter essa experiência pela primeira vez&#8230;)</p>
<p><strong>Leia também <a href="http://asviajantes.com/viagem/viagens-low-cost-as-companhias-aereas" target="_blank">Viagens low cost: as companhias aéreas</a></strong></p>
<p>-<strong> Burocracias</strong>: a Tailândia <strong>não exige visto</strong> se você for ficar por um curto período de tempo. Brasileiros precisam estar com a <strong>vacina de febre amarela</strong> em dia.</p>
<div id="attachment_6025" class="wp-caption alignleft" style="width: 148px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2012/04/Thaicocacola.jpg"><img class="size-full wp-image-6025  " title="Thaicocacola" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2012/04/Thaicocacola.jpg" alt="" width="138" height="183" /></a><p class="wp-caption-text">Coca Cola em tailandês. </p></div>
<p>- <strong>Comunicação</strong>: tailandês é a língua oficial. Mas o viajante não vai encontrar problemas para se comunicar porque <strong>a maioria das pessoas, ao menos, arranha o inglês</strong> nas áreas turísticas. Os cardápios também tem sempre tradução – ou se você se aventurar a comer com os locais (o que eu recomendo muuuito!) vai poder se guiar pelas fotos que estão presentes na grande maioria dos menus. Além disso, os tailandeses são muito simpáticos e sempre se esforçam muito para que a comunicação aconteça. Se você está planejando se aventurar de carro é melhor ter um mapa. Com exceção das estradas de áreas muito turísticas, como Phuket, as placas de indicação das cidades estão em tailandês e como eles têm um outro alfabeto não dá pra entender nada mesmo.</p>
<div id="attachment_6026" class="wp-caption alignright" style="width: 196px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2012/04/thaicomidaderuabasico.jpg"><img class="size-full wp-image-6026 " title="thaicomidaderuabasico" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2012/04/thaicomidaderuabasico.jpg" alt="" width="186" height="248" /></a><p class="wp-caption-text">Comida de rua</p></div>
<p>- <strong>Comida</strong>: há quem planeje atravessar o mundo só pra provar a original comida tailandesa. E vale a pena! A maior parte dos pratos é frita então dá pra se jogar na <strong>comida de rua</strong>. Quem curte comer como os locais não pode ir embora sem provar o <strong>Pad Thai </strong>na rua. <strong>Os frutos do mar são a grande atração</strong>, sempre muitíssimo fresco e com preços inacreditáveis. Também há <strong>muitos pratos com porco</strong>. Que adora <strong>os currys – verde, amarelo ou vermelho –</strong> deve considerar passar pela parte norte do país. E é bom não esquecer da frase: <strong>not too spicy, please</strong>.  Eles têm uma outra noção do que é apimentado.</p>
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		<title>Viagens low cost: as companhias aéreas</title>
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		<pubDate>Wed, 28 Mar 2012 04:03:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Clarissa Vasconcellos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Europa]]></category>
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		<description><![CDATA[A segunda parte dos nossos relatos sobre a experiência low cost. Com vocês, as companhias.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong> </strong></p>
<div id="attachment_6008" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><strong><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2012/03/german.jpg"><img class="size-medium wp-image-6008" title="german" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2012/03/german-300x224.jpg" alt="" width="300" height="224" /></a></strong><p class="wp-caption-text">germanwings, low cost que parece companhia tradicional - no bom sentido (Foto: rue20.com)</p></div>
<p>Na semana passada, <a href="http://asviajantes.com/viagem/viagens-low-cost-pros-e-contras" target="_blank">listamos prós e contras das viagens low cost em gera</a>l. Agora vamos contar alguns casos vividos por nós em algumas das companhias mais conhecidas da Europa. Ressaltamos que nossas opiniões abaixo são baseadas no que vivemos. Não são regra absoluta nem devem ser levadas estritamente ao pé da letra. Possivelmente, quem for lê-las terá algo a acrescentar ou discordar. E a ideia é essa. Se você tiver uma experiência semelhante ou diferente nestas e em outras aerolinhas, conte aqui! Queremos o máximo de exemplos para ajudar quem está na dúvida. (P.S. Não estranhe alguns nomes em caixa baixa. Companhias low cost gostam de simplificar tudo, até nomes próprios. Fica mais <em>cool</em>).</p>
<p><strong><a href="http://www.airberlin.com/site/start.php?LANG=eng&amp;MARKT=BR" target="_blank">airberlin</a> &#8211; </strong>Provada e aprovada pela <a href="http://asviajantes.com/author/isabella-motta" target="_blank">Isa</a>, que a considera “a melhor low cost já experimentada”. Alemã, cobre muito bem seu país de origem, mas não se limita à Europa. <strong>O que é ruim: </strong>aviões pequenos (“porém confortáveis”, segundo a Isa) e tarifas não tão baixas. Inclusive, há poucas semanas, as passagens dela sofreram um belo de um aumento (já normalizado). A medida gerou protestos e um dos diretores da Airberlin chegou a dizer que “as companhias aéreas não são ONGs”. Desnecessário, né? <strong>O que é bom: </strong>O mais bacana é que ela cobre quase dez cidades no Oriente Médio e vai até para Pequim. É pontual. É moderna. Tem serviço de bordo gratuito (simples, porém) e <em>staff </em>amável. Além de mimos como protetor de mochilão (indicando que é bagagem frágil) e serviço especial para famílias, com marcação de assentos (raridade no mundo low cost) e maior limite de bagagem para elas. Nota: 8,5.</p>
<p>“Se você está na Alemanha, é a melhor opção pois há voos para os destinos menos comerciais. Porém, se isso é um grande ponto positivo para os alemães (ela foi a única companhia que conseguiu me levar de <a href="http://asviajantes.com/viagem/em-munique-visite-uma-cervejaria" target="_blank">Munique</a> para <a href="http://asviajantes.com/viagem/barcelona-um-mosaic-cosmopolita" target="_blank">Barcelona</a>, por exemplo), por outro lado, os voos entre cidades mais óbvias acabam saindo mais caro”, pondera Isa.</p>
<div id="attachment_6009" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2012/03/easyjet04.jpg"><img class="size-medium wp-image-6009" title="easyjet04" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2012/03/easyjet04-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a><p class="wp-caption-text">Não se deixe enganar pelo simpaticão acima. Amabilidade não é o forte da easyJet. (Foto: 4wmagazine)</p></div>
<p><strong><a href="http://www.easyjet.com/PT" target="_blank">easyJet </a>–</strong> Paga de moderninha, com anúncios bacanas e layout caprichado no material de divulgação e site (compare com a <a href="http://www.ryanair.com/pt" target="_blank">Ryanair </a>para entender do que estou falando). <strong>O que é ruim:</strong> às vezes tenho a impressão de que se gasta mais com a embalagem do que com o serviço. A queixa principal que temos dela é o atraso e má vontade da equipe. Meu marido já amargou três horas de espera, por exemplo. Não era culpa dos controladores. Não havia greve nem nenhum problema climático. A Easyjet realmente se supera.<strong> O que é bom: </strong>as tarifas são bem baratas, principalmente se você circular pelas ilhas britânicas – ela sai de quatro dos cinco aeroportos de Londres. É mais confortável (mas não muito) e tem uma cara mais arrumadinha. Vai para muitos destinos de praia, como as ilhas gregas, já que os ingleses debandam pro sul a qualquer oportunidade. Nota: 6,5.</p>
<p>A<a href="http://asviajantes.com/author/reba" target="_blank"> Reba</a>, que hoje em dia prefere viajar de trem quando a distância permite, não tem boas lembranças:</p>
<p>“Pesadelo é a palavra mais apropriada pra definir minhas viagens pela easyJet. De<a href="http://asviajantes.com/europa/inglaterra-europa/londres/page/2" target="_blank"> Londres</a>, as passagens mais baratas saem de Stansted, para onde a viagem de ônibus demora pouco mais de uma hora e custa entre 8 e 15 pounds. Por isso, vale fazer as contas se não sai mais barato embarcar num aeroporto mais central. Depois da &#8216;viagem&#8217; até o aeroporto vem a fila do embarque &#8211; onde não há qualquer tipo de prioridade pra idosos, deficientes ou pessoas com criança. Uma vez autorizada a entrada no avião, começa a correria em que frequentemente passageiros se atropelam porque não há lugar marcado. E os comissários assistem a tudo com uma tranquilidade assustadora. Já dentro do avião começa outra batalha: conseguir espaço no bagageiro. Como despachar bagagem é uma fortuna, praticamente todo mundo viaja com mala de mão. E a aeromoça é clara: é sua responsabilidade conseguir um espaço nos compartimentos. Não pode viajar com mala no colo. E se você não achar? Não embarca. Pronto, é a senha pra uma multidão se espremer, brigar e gritar enquanto, de novo, os comissários apenas assistem. Ainda sobre a bagagem, é preciso ficar atento porque não se pode embarcar com mais de uma peça. Isso quer dizer que você não pode ter a mala de mão e a sua bolsa do dia a dia. Uma precisa estar dentro da outra.”</p>
<p><strong><a href="http://www.germanwings.com/en/?gwcref=http://www.google.com.br/url?sa=t&amp;rct=j&amp;q=german+wings&amp;source=web&amp;cd=1&amp;ved=0CDMQFjAA&amp;url=http://www.germanwings.com/&amp;ei=joFyT4XwEIeagwfyprFQ&amp;usg=AFQjCNHyp1MIqxUi6AVHOhjjCP4-IGr2XQ" target="_blank">germanwings</a> – </strong>Outra alemã bem avaliada, de novo pela Reba. <strong>O que é ruim: </strong>Não tem super promoções de 10 euros. Dificilmente você encontrará trechos por menos de 50 euros. Mas tá bom, né? Pense nas low cost do Brasil e fica tudo certo.<strong> O que é bom: </strong>É uma LC verdadeiramente intercontinental. Tem destinos na <a href="http://asviajantes.com/africa" target="_blank">África</a>, <a href="http://asviajantes.com/asia" target="_blank">Ásia</a> e até <a href="http://asviajantes.com/america-do-norte" target="_blank">América do Norte</a>, além de cobrir muito bem a <a href="http://asviajantes.com/europa" target="_blank">Europa</a>. Site de fácil navegação, equipe simpática (“uma raridade em se tratando de low cost”, lembra a Reba). Serviço e qualidade do avião são superiores às outras. Nota: 9,0.</p>
<p><strong><a href="http://www.ryanair.com/pt" target="_blank">Ryanair </a>- </strong>Talvez a mais famosa de todas as LC. Nunca sofri com atrasos, até porque ultimamente ela persegue a meta de ser conhecida pela pontualidade. Tanto que, quando aterrissa na hora marcada, uma gravação ecoa pela aeronave com cornetas e tambores (ou algo assim). Farofa, a gente vê por aqui. <strong>O que é ruim:</strong> banheiros e espaços minúsculos. Poltronas que não reclinam nada, zero. Poluição sonora full time. Durante todo o voo, as comissárias vendem comida, perfume, eletrônicos e até loteria. Acho que nunca consegui dormir nem cinco minutos na Ryanair. <strong>O que é bom:</strong> ela tem tarifas realmente baixas, faz promoções com frequência e, pelo menos comigo, foi pontual em todas as vezes. Está presente em mais de 120 cidades da Europa e Norte da África, inclusive em capitais e cidades menos badaladas e aeroportos grandes, como <a href="http://asviajantes.com/viagem/chegando-a-madri-aeroporto-de-barajas" target="_blank">Barajas</a> (<a href="http://asviajantes.com/europa/espanha-europa/madri" target="_blank">Madri</a>). Nota: 7,0.</p>
<div id="attachment_6010" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2012/03/mtv-vueling-1.jpg"><img class="size-medium wp-image-6010" title="mtv-vueling-1" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2012/03/mtv-vueling-1-300x199.jpg" alt="" width="300" height="199" /></a><p class="wp-caption-text">A vueling visa o passageiro jovem e para isso busca parcerias com marcas que atraem esse público, como a MTV. (Foto: jaunted.com)</p></div>
<p><strong><a href="http://www.vueling.com/" target="_blank">vueling</a> –</strong> O que a Easyjet queria ser: <em>cool</em>. A Vueling é jovem. Na aparência e no tratamento. Tem uma revista de bordo que é impossível não roubar, pois as dicas são ótimas. <strong>O que é ruim: </strong>não tem tanta oferta de destinos (são menos de 100) e muitos deles são na <a href="http://asviajantes.com/europa/espanha-europa" target="_blank">Espanha</a> (pois a companhia é de lá). Não é tão barata quanto as outras (se achar caro, mentalize a Gol e tudo lhe parecerá barato, acredite). <strong>O que é bom: </strong>É mais confortável (no nível da Easyjet). Não se atrasou significativamente nas nossas experiências. Vai um pouco mais além da Europa e <a href="http://asviajantes.com/africa/marrocos-africa" target="_blank">Marrocos</a>. Tem um voo para Tel Aviv, por exemplo. Nota: 7,5.</p>
<p><strong>Apêndice – <a href="http://www.airasia.com/geoip/index.php" target="_blank">Air Asia</a>.</strong> Isso é mais uma recomendação. Nenhuma de nós voou de Air Asia. Mas confesso que fiquei louca quando a descobri, já que ela conecta Londres e algumas cidades da Austrália a destinos asiáticos. Porém, já nos disseram que as condições de voo (lembrando que <strong>não</strong> são de curta duração) são muito ruins. A conferir.</p>
<p><a href="http://asviajantes.com/author/daniela-amorim" target="_blank">Dani Amorim</a> resume a ópera: “Nenhuma tem lugar marcado, eles maltratam a bagagem, não reembolsam nem quando eles mesmo cancelam o voo. Mas já usei milhares de vezes, nos mais diferentes destinos. Vale muito a pena. Porém, também  vale dar uma olhada nas tarifas das companhias tradicionais, pois, dependendo da época, a diferença de preço não é muita.”</p>
<p>Para ver detalhes sobre vantagens, desvantagens e informações importantes a se levar em conta (como bagagens e translados) nas low cost, <a href="http://asviajantes.com/viagem/viagens-low-cost-pros-e-contras" target="_blank">confira o post anterior</a>.</p>
<p>Os sites <strong><a href="http://www.lastminute.com.br/" target="_blank">Last Minute</a></strong>, <a href="http://www.atrapalo.com/" target="_blank"><strong>Atrapalo,</strong><strong> </strong></a><a href="http://www.skyscanner.com.br/" target="_blank"><strong>Sky Scanner</strong></a>, <a href="http://www.attitudetravel.com/" target="_blank"><strong>Attitude Travel</strong></a>, <a href="http://www.opodo.com/" target="_blank"><strong>Opodo</strong></a> são bons buscadores de voos low cost.</p>
<p>A gente deseja boa viagem e boa sorte!</p>
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		<title>Viagens low cost: prós e contras</title>
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		<pubDate>Tue, 20 Mar 2012 00:57:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Clarissa Vasconcellos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Transporte]]></category>
		<category><![CDATA[Viagem]]></category>
		<category><![CDATA[descontos]]></category>
		<category><![CDATA[Easyjet]]></category>
		<category><![CDATA[no frills]]></category>
		<category><![CDATA[Ryanair]]></category>
		<category><![CDATA[viagens baratas]]></category>

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		<description><![CDATA[Em dois posts, analisamos as vantagens e desvantagens da passagem aérea econômica. Este é o primeiro.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_5985" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2012/03/low-cost2.jpg"><img class="size-medium wp-image-5985" title="low cost2" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2012/03/low-cost2-300x176.jpg" alt="" width="300" height="176" /></a><p class="wp-caption-text">Aproveite, as poltronas e banheiros ainda estão incluídos na tarifa. (charge: Leif Parsons/NY Times)</p></div>
<p>Se você já foi à Europa, muito provavelmente já fez alguma. Se não, certamente vai experimentá-las mais cedo ou mais tarde. Porque o conceito de <strong>viagens low cost</strong>, que ficou famoso pelos bilhetes de avião baratos, se estendeu a outros elementos das férias, como hospedagem e alimentação. Mas neste post vamos focar no que mais interessa em geral: <strong>passagens aéreas</strong>.</p>
<p>No Brasil, existem companhias mais baratas que se dizem low cost, como a <strong><a href="http://www.voegol.com.br/pt-br/Paginas/default.aspx" target="_blank">Gol</a></strong>, a <strong><a href="http://www.voeazul.com.br/" target="_blank">Azul</a></strong> e a <strong><a href="http://www.webjet.com.br/empresa/site/Default.aspx" target="_blank">Webjet</a></strong>. Porém, quem experimentou voos low cost em outros países, principalmente no Hemisfério Norte, não costuma considerar essas aerolinhas como low cost de verdade – exceto durante as promoções. Talvez seja isso que falte às low cost brasileiras, em comparação com as gringas: promoções mais frequentes.</p>
<p>Neste quesito, as aerolinhas europeias low cost estão horas e horas de voo à nossa frente. Porém, <strong>não há bônus sem ônus</strong>, certo? O barateamento dos serviços e produtos às vezes sai “caro” – e o que costuma pegar mesmo é a qualidade.</p>
<div id="attachment_5986" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2012/03/Low-Cost-Europa.jpg"><img class="size-medium wp-image-5986" title="Low-Cost-Europa" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2012/03/Low-Cost-Europa-300x203.jpg" alt="" width="300" height="203" /></a><p class="wp-caption-text">Topa tudo por dinheiro?</p></div>
<p>Motivadas pela opinião do leitor <a href="https:/www.facebook.com/mauricio.aragao" target="_blank">Maurício Aragão</a> sobre as low cost na nossa página do<strong> <a href="https://www.facebook.com/pages/As-Viajantes/259027757513554" target="_blank">Facebook</a></strong>, nasceu a ideia de relatarmos algumas de nossas experiências. E chegamos à conclusão que o fator <strong>sorte</strong> é fundamental. Ou seja, viagens low cost são uma roleta russa. <strong>Mas,</strong> <strong>afinal, valem a pena?</strong></p>
<p>A maioria de nós acha que <strong>sim</strong>. Principalmente se a viagem for <strong>curta. </strong>Mas alguns fatores devem ser levados em consideração.</p>
<p><strong>SOBREVIVE ÀS COMPANHIAS LOW COST QUEM:</strong></p>
<p><strong>1) Está acostumado a viajar.</strong> Já passou por percalços o suficiente para não se estressar com <strong>imprevistos</strong>. Exemplo: <a href="http://asviajantes.com/viagem/sobre-viagens-e-cinzas-%E2%80%93-o-que-fazer-se-o-eyjafjalla-cruzar-o-seu-caminho" target="_blank">numa das baforadas do vulcão islandês, eu estava viajando</a>. Todas as companhias acharam seguro voar de volta, menos a minha, a <a href="http://www.ryanair.com/pt" target="_blank">Ryanair</a>. Na época, disseram que era devido à altura em que ela voava (mais baixa que as outras). Mas nada foi confirmado. No fim das contas, só o meu voo não saiu. Vai explicar isso pro seu chefe&#8230;</p>
<p><strong>2) Não tem pressa. </strong><strong>Atrasos</strong> são relativamente comuns em algumas dela.</p>
<p><strong>3) Não se importa com</strong> <strong>falta de conforto</strong>. Não é à toa que as low cost também são conhecidas como <em>no frills </em>(sem frescuras). Se você é frequentador de albergues, talvez tenha mais facilidade em aceitá-las.</p>
<p><strong>4) É organizado e sintético. </strong><strong>Malas grandes? Esqueça</strong>. Qualquer bagagem despachada é cobrada à parte. E nem adianta dar uma de malandro e entulhar uma mala pequena, porque elas são pesadas antes do embarque. Leia com atenção sobre os limites de peso e tamanho nos sites das companhias para não ter surpresas. Além disso, algumas companhias, como a Ryanair, nos obrigam a fazer o <strong>check in on line</strong>. Se você esquecer, no mínimo vai ter que pagar para fazê-lo no aeroporto (já entendeu que tudo nas low cost é à parte, né?). Se é que vai conseguir embarcar.</p>
<div id="attachment_5987" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2012/03/low-cost-airline-ryanair-maitravelsite.jpg"><img class="size-medium wp-image-5987" title="low-cost-airline-ryanair-maitravelsite" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2012/03/low-cost-airline-ryanair-maitravelsite-300x180.jpg" alt="" width="300" height="180" /></a><p class="wp-caption-text">Mantenha a coluna ereta. Com as poltronas não reclináveis da Ryanair, é fácil. (Foto: Maitravelsite.com)</p></div>
<p><strong>TAMBÉM LEVE EM CONTA:</strong></p>
<p>- Muitas low cost partem e aterrissam em <strong>aeroportos menores</strong> (e mais distantes do centro) que os oficiais. Alguns são até em outras cidades – caso do aeroporto de Girona, vendido como próximo à Barcelona. Na prática, isso significa que o que você economizou no bilhete pode ser gasto em deslocamento (procure pelos ônibus especiais, que não ultrapassam os 15 euros, normalmente). Informe-se bem a respeito de onde seu voo vai parar.</p>
<p>- <strong>Refeições a bordo</strong> são cobradas. Isso inclui bebidas e lanches. Leve o que você for comer e beber.</p>
<p>- Preste atenção nas <strong>taxas de aeroporto</strong>. Sim, existem passagens a 10 euros. Mas quando vem a taxa, às vezes a coisa pega. E, dependendo da bandeira do seu cartão de crédito, também pode haver mais taxas. Na Ryanair, por exemplo, eu sempre pagava uns trocados por usar Visa.</p>
<p>- Os <strong>lugares não costumam ser marcados</strong> – mesmo que apareça um 4J ou qualquer coisa que o valha no seu bilhete. Não estranhe se houver uma fila enorme uma hora antes do embarque.</p>
<p>- Se viajar só com <strong>bagagem de mão</strong> (única opção para quem quer gastar o mínimo possível), lembre-se de levar embalagens de cosméticos (incluindo shampoo e condicionador) de até 100 ml, pois acima disso, eles barram.</p>
<p>- <strong>Em hipótese nenhuma se atrase</strong>. Elas se atrasam a torto e a direito, mas, se você chegar depois da hora anunciada no seu bilhete ou mesmo em cima da hora para o check in (quando não for on line), <strong>não embarcará</strong>. Simples assim. Eles não restituem atraso. É, a vida é mesmo injusta.</p>
<p>- <strong>Vale a pena pagar o seguro oferecido?</strong> O seguro só ressarce se você tiver um problema sério (se for comprar, leia com atenção a apólice), como algum problema grave de saúde (devidamente justificado com documentação) ou falecimento na família, por exemplo. Não vale se você perder o voo, propositalmente ou não. Eu nunca comprei.</p>
<p>Na semana que vem, publicaremos os resultados de anos experimentando algumas das companhias mais conhecidas da Europa, descrevendo uma a uma.</p>
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		<title>Los Roques: o caribe em estado bruto</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Mar 2012 22:05:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alicia Uchoa</dc:creator>
				<category><![CDATA[América do Sul]]></category>
		<category><![CDATA[Caribe]]></category>
		<category><![CDATA[Los Roques]]></category>
		<category><![CDATA[Venezuela]]></category>
		<category><![CDATA[Viagem]]></category>
		<category><![CDATA[caribe]]></category>
		<category><![CDATA[ceviche]]></category>
		<category><![CDATA[Kite surfe]]></category>
		<category><![CDATA[Mergulho]]></category>
		<category><![CDATA[praia deserta]]></category>
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		<description><![CDATA[Los Roques é o mais próximo que já vi e li de um caribe em sua forma bruta, quase do jeito como veio ao mundo e com um astral que qualquer lugar com este privilégio irradia.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2012/03/cayo-de-agua.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-5960" title="cayo de agua - los roques" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2012/03/cayo-de-agua-1024x341.jpg" alt="cayo de agua - los roques" width="574" height="191" /></a></p>
<p>Este sonho de lugar faz parte da lista de desejos de qualquer um que ame a natureza e, sobretudo, praia com cenários de cinema. Quem esteve lá foi uma amiga do blog, Tatiana Orcioli, que fez uma viagem romântica com o marido. Sem se aguentar de tanta empolgação com tudo o que viu e viveu, quando voltou resolveu contribuir com a gente e dar dicas deste pedacinho do céu. Quer dizer, de mar.</p>
<p>====</p>
<p>Los roques entrou na minha vida por acaso, nunca tinha escutado nada sobre este lugar até que me apaixonei à primeira vista, sem nunca ter ido. Pesquisei muito, esperei o próximo feriado e lá fui eu. Superando todas as expectativas fiquei fã deste lugar e, por isso, resolvi contribuir com o site das amigas viajantes e divulgar para amigos e conhecidos este paraíso.</p>
<p>Los Roques é o mais próximo que já vi e li de um caribe em sua forma bruta, quase do jeito como veio ao mundo e com um astral que qualquer lugar com este privilégio irradia. O arquipélago fica a 157Km ao norte de <strong>Caracas</strong>. A única ilha habitada é <strong>Gran Roque</strong>, as outras são ilhas paradisíacas, onde se pode ficar sozinho o dia inteiro, cercado por um mar com uma imensidão de tonalidades de verde e azul que a máquina fotográfica não consegue resgistar. Faça o seu roteiro de acordo com seu apetite para praia. Eu fiquei 5 dias, mas passaria uma semana tranquilamente. Lá faz sol quase o ano inteiro, mas é bom evitar a temporada de chuva, de outubro a dezembro. Em agosto tudo fica mais caro e cheio por causa da alta temporada na Europa.</p>
<div id="attachment_5965" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2012/03/crasqui-1-11.jpg"><img class="size-medium wp-image-5965" title="Estrela do Mar - Los Roques" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2012/03/crasqui-1-11-300x179.jpg" alt="Estrela do Mar - Los Roques" width="300" height="179" /></a><p class="wp-caption-text">Estrela do mar em habitat natural</p></div>
<p><strong>DICAS GERAIS:</strong> Leve dólares em espécie. Não existe cartão de crédito na ilha. Em Caracas você até acha, mas o câmbio é quase o dobro do que você consegue trocar lá. Não vale a pena. Na capital fiz câmbio com a Avilatur e na ilha fiz na delicatessen da praça, sem dificuldades.</p>
<p>Na ida para Los Roques é preciso ter bolívares para pagar a taxa no aeroporto (em torno de Bsf 40) e a taxa de entrada na ilha (Bsf 180). No retorno ao Brasil, a TAM já tinha incluído a taxa na compra, mas é bom conferir se não terá que pagar na volta e reservar o dinheiro também. Dizem que isto mudou de outubro para cá.</p>
<p>Uma outra dica é que o Duty Free de Caracas tem os preços bolívares e, por isso, vale bem a pena. Não esqueça: protetor solar, repelente e, se tiver, snorkel. Tem na ilha para alugar, mas dizem que, quando está muito cheia, falta equipamento.</p>
<div id="attachment_5967" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2012/03/avião-31.jpg"><img class="size-medium wp-image-5967" title="avião Los Roques" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2012/03/avião-31-300x180.jpg" alt="avião Los Roques" width="300" height="180" /></a><p class="wp-caption-text">É um helicóptero? Não, é o avião que leva turistas até a ilha</p></div>
<p><strong>COMO CHEGAR: </strong>A chegada é via Caracas. Se for de TAM ou GOL é necessário pernoitar uma noite na capital venezuelana, pois o risco é muito grande de perder o último vôo que sai para Los Roques. Fiquei em Maiquetia, bem próximo ao aeroporto. Existem 3 companhias aéreas para Los Roques: a Aerotuy, que tem o maior avião de todos com 50 ou 60 lugares; a Chapi Air e a Jamicol, que têm bimotores de 7 a 14 lugares (US$ 280). Atenção: <strong>só são permitidos 10kg de bagagem</strong>.</p>
<p>Fui com a Jamicol em um de 8 lugares, que leva cerca de 40 minutos até lá. Fiquei com medo antes da viajem, mas acabei indo de copilota. O vôo foi bem traquilo e a experiência, única. Abri a janela para fotografar&#8230; É isto mesmo, o teco teco não tem nem ar-condicionado.</p>
<p>A melhor forma de fazer a reserva deste trecho é diretamente via pousada ou com alguma agência de viagem daqui. Eu utilizei a Avilatur, para comprar esta passagem e reservar o hotel de Caracas, pois o preço era quase igual ao de fazer direto e a agência faz o <strong>câmbio</strong> de dólares para bolívares (BSF), te leva para o hotel e tínhamos o contato da agência no local para qualquer emergência (achei isto importante tratando-se de Venezuela). Fizemos um passeio ao <strong>teleférico</strong> de Caracas e ao shopping no tempo ocioso que tivemos na ida.</p>
<div id="attachment_5969" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2012/03/pousada1.jpg"><img class="size-medium wp-image-5969" title="pousada Rosaleda - los roques" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2012/03/pousada1-300x179.jpg" alt="pousada Rosaleda - los roques" width="300" height="179" /></a><p class="wp-caption-text">Ficamos na pousada pousada Rosaleda: poucos e bons quartos e ótimo chef</p></div>
<p><strong>HOSPEDAGEM:</strong> Como na ilha não existe muita coisa pra fazer, é bom escolher uma boa pousada, com <strong>gastronomia</strong> legal, já que você vai acabar passando algum tempo nela. Ficamos na <strong>Rosaleda </strong>e recomendo de olhos fechados. É pequena (6 quartos), <strong>rústica</strong> (como tudo em Los Roques), supergostosa, bem cuidada, com o <strong>chef</strong> sensacional. Um tratamento de primeira (de US$ 120 a US$ 150 a pensão completa).</p>
<p>Algumas outras pousadas que vi e recomendo são: <strong>Mediterrâneo</strong>, <strong>La Cigala</strong>, <strong>Caracol</strong>. Se puder gastar um pouco mais e ter um pouco de sofisticação: <strong>Natura Viva</strong> e <strong>Macanao Lodge</strong>. Na Natura Viva tem um chef famoso e um restaurante que, mesmo não estando hospedado, você pode fazer reserva e degustar suas criações &#8211; é o mais caro da ilha.</p>
<p>Não estranhe se, quando for fazer a reserva, te pedirem pra você fazer um depósito em uma conta dos EUA em dólar. Achei que ia levar o calote, mas é assim mesmo que funciona. Um outro ponto é que eles demooooram para responder os e-mails, mas dá tudo certo no final.</p>
<p><strong> </strong></p>
<div id="attachment_5972" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2012/03/francisqui-4.jpg"><img class="size-medium wp-image-5972" title="Lagosta Los Roques" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2012/03/francisqui-4-300x180.jpg" alt="Lagosta Los Roques" width="300" height="180" /></a><p class="wp-caption-text">A escolha do almoço foi lagosta, a quilo</p></div>
<p><strong>Meia-pensão ou Pensão Completa?</strong> As pousadas da ilha vendem os pacotes, sem pensão, com meia pensão ou pensão completa. Pensão completa significa o café da manhã, uma “<strong>Cava</strong>” (que é um cooler com comidas e bebidas que eles preparam pra você levar para as ilhas), o jantar e os passeios para as ilhas mais próximas. Isso é para quem querestresse zero e não precisa gastar com mais nada, além dos passeio mais distantes.</p>
<p>Eu escolhi meia-pensão e pude escolher no dia se queria a cava ou o jantar. Recomendo. Há algumas ilhas com restaurante. Aí dá pra levar a sua cava emprestada pela pousada, mas com bebidas e aperitivos que você pode comprar no mercadinho, e escolher o jantar na pousada. Quando for a alguma ilha sem restaurante, você escolhe o contrário e janta em algum restaurante. Assim dá pra  variar e conhecer outros lugares.<strong><br />
</strong></p>
<div id="attachment_5973" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2012/03/Kite-em-crasqui-1-4.jpg"><img class="size-medium wp-image-5973" title="Kite surfe em crasqui 1 (4) - Los Roques" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2012/03/Kite-em-crasqui-1-4-300x180.jpg" alt="Kite surfe em crasqui 1 (4) - Los Roques" width="300" height="180" /></a><p class="wp-caption-text">Kite surfe é um dos esportes mais praticados na região</p></div>
<p><strong>PASSEIOS:</strong> Em Gran Roque não tem praia. Logo, todos os dias a sua rotina é pegar um barco, ir para uma ou duas ilhas e voltar no final da tarde. Os passeios normalmente saem às 9h30 e incluem cadeira e guarda-sol e custam entre US$ 10 e US$ 20. A pousada pode resolver isso pra você ou dá pra ir direto ao píer e entrar em algum dos passeios que vai sair. Snorkeling, pesca e kitesurf  são os esportes de lá, além do mergulho. É injusto comparar as ilhas e as belezas, por isso, vou resumir minha experiência de 5 dias e muitas ilhas não vistas.</p>
<p><strong>Cayo de Água</strong> é o passeio mais distante, 45 minutos de lancha, mas é obrigatório. É o preferido da grande maioria dos turistas e, na minha opinião, está empatado em primeiro lugar com <strong>Carenero</strong>, que fiz no mesmo dia. Se gostar de natureza viva e lagoa azul não deixe de ir. Eu fiz os dois no mesmo dia, mas, tendo tempo, reserve um pra cada um.</p>
<p><strong>Fracisqui e </strong><strong>Madrisqui</strong> – são as ilhas mais próximas, a uns 10 minutos de Gran Roque. É bom reservá-las para o dia de chegada e de saída, pois existem barcos a toda hora. Francisqui é demais: Tem uma lagoa para fazer snorkeling e restaurante. Se quiser comer lagosta, reserve logo quando chegar, você escolhe a lagosta viva, eles pesam e você paga por quilo. É um espetáculo! Em Madrisqui você pode fazer snorquel em uma barreira de coral do lado direito e cruzar para ilha Cayo Pirata a pé pelo lado esquerdo.<strong>Cayo Pirata</strong> é uma praia de pescadores, sem muito glamour mas com um restaurante rústico que vende também lagosta e pescados.</p>
<p><strong> </strong></p>
<div id="attachment_5974" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2012/03/ceviche.jpg"><img class="size-medium wp-image-5974" title="ceviche e sushi - los roques" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2012/03/ceviche-300x179.jpg" alt="ceviche e sushi - los roques" width="300" height="179" /></a><p class="wp-caption-text">Ceviche com sushi</p></div>
<p><strong>Pelona de Rabuski</strong>, <strong>Laguna de Rabuski</strong>, <strong>Augustin </strong>– Dia de estrela do mar. No dia que fomos ventava   muito vento e não deu para fazer snorkeling na Pelona (é super recomendado para quem gosta de mergulho), que é um pedacinho no meio do oceano com uma barreira de corais. Laguna foi o lugar das estrelas do mar. Inacreditável quantas a gente vê lá. Depois fomos a Augustin: a ilha era nossa, ficamos sozinhos com os cachorros (que eram muitos, por sinal) e comemos muito bem e barato num restaurante de pescador. Pelo mesmo preço da lagosta do dia anterior, comemos lagosta, ceviche, pescado, ostra e arepas (típico da Venezuela).</p>
<p><strong>Crasqui</strong> e <strong>Noroquises</strong> – Noroquises é um paraíso quase deserto. Ficamos pouco tempo, mas gostei muito. É linda e ótima para banho.  Passamos o restante da tarde em Crasqui, que também tem um restaurante e almoçamos por lá.</p>
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