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	<title>Viagem é com As Viajantes</title>
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	<description>Dicas de viagem, roteiros de turismo, listas de destinos, truques para comprar passagens</description>
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		<title>Eu já&#8230; fui a um jogo de futebol americano</title>
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		<pubDate>Mon, 06 Sep 2010 14:33:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Isabella Motta</dc:creator>
				<category><![CDATA[América do Norte]]></category>
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		<description><![CDATA[Nova Iorque não se resume a compras. Fui a um jogo de futebol americano e recomendo o programa! Veja aqui como foi a experiência. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_3749" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2010/09/538.jpg"><img class="size-medium wp-image-3749" title="Giants Stadium" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2010/09/538-300x225.jpg" alt="Giants Stadium" width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">Giants Stadium</p></div>
<p>Estive duas vezes em <a href="http://asviajantes.com/america-do-norte/nova-iorque-by-myself" target="_blank"><strong>Nova Iorque</strong></a>. Na segunda, fui com meus pais e o ex-namorado que trabalha com esportes. Era setembro e estava rolando a pré-temporada de <strong>futebol americano</strong>. Descobrimos que haveria uma partida durante nossa passagem pela cidade e resolvemos embarcar na experiência de assistir a um dos jogos do <strong><a href="http://www.giants.com/index.html" target="_blank">New York Giants</a></strong>.</p>
<p>O jogo era à noitinha e aproveitamos o dia no <a href="http://www.premiumoutlets.com/outlets/outlet.asp?id=7" target="_blank"><strong>Woodbury Outlet</strong></a>, um shopping a céu aberto com preços ótimos que fica em<strong> New Jersey</strong> (a <a href="http://asviajantes.com/author/alicia-uchoa" target="_blank">Alícia</a> dá mais dicas <a href="http://asviajantes.com/america-do-norte/nova-iorque-by-myself" target="_blank">aqui</a>). Para ir e voltar pegamos um ônibus especial no terminal de ônibus <strong>Port Authority</strong> e descobrimos que era de lá que devíamos sair para o estádio mais tarde.</p>
<div id="attachment_3750" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2010/09/536.jpg"><img class="size-medium wp-image-3750" title="A entrada do estádio" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2010/09/536-300x225.jpg" alt="A entrada do estádio" width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">A entrada do estádio</p></div>
<p>Resolvemos ir cedo &#8211; eu não sabia se enfrentaríamos algo parecido com um <strong>Maracanã</strong> lotado&#8230; &#8211; e pegamos um ônibus direto ainda meio vazio. O time da casa enfrentou o <strong><a href="http://www.panthers.com/index2.html" target="_blank">Carolina Panthers</a></strong> e o estádio estava relativamente cheio, mesmo não sendo ainda a temporada oficial. Compramos os <strong>tickets</strong> na hora, não lembro exatamente o valor, mas foi meio caro&#8230; Isso porque o normal é você comprar o pacote da temporada e aí esses jogos são um &#8216;plus&#8217;.</p>
<p>Mesmo sem entender direito o que estava acontecendo em campo (eu juro que tentei, mas futebol americano definitivamente não é simples de se assistir), o programa foi ótimo! Os <strong>americanos</strong> têm uma relação muito forte com esse esporte e foi legal vê-los chegando em grupos de amigos, <strong>famílias</strong> inteiras, muitas crianças, todos paramentados com <strong>uniforme</strong>, bonés etc, mesmo sendo um jogo-treino.</p>
<p>Como o jogo é dividido em <strong>quatro quartos </strong>de 15 minutos, são três intervalos pra dar uma volta e comer ou beber algo. As <strong>lanchonetes</strong> vendem cachorro-quente, batata frita, <strong>cerveja</strong>, refrigerante e água. Tudo naqueles &#8216;big size&#8217; americanos. Compramos apenas uma <strong>Budweiser</strong> cada um porque os preços dentro do estádio também não eram muito camaradas&#8230;</p>
<p>Foi divertido observar a dinâmica do futebol americano. O jogo é meio<strong> arrastado </strong>(ele é mesmo, independente dos times em campo), a torcida fica meio <strong>dispersa</strong>, muita gente não chega no início da partida, circula pelos corredores do estádio mesmo durante o jogo&#8230; Pra quem está acostumada aos 90 minutos cronometrados do <strong>futebol</strong>, soa meio estranho. Mas é legal assim mesmo!</p>
<div id="attachment_3751" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2010/09/552.jpg"><img class="size-medium wp-image-3751" title="Giants Stadium2" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2010/09/552-300x225.jpg" alt="Giants Stadium2" width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">Conseguimos sentar pertinho do campo!</p></div>
<p>Uma <strong>curiosidade</strong>: você compra o ticket com <strong>lugar marcado</strong>, mas pode trocar no intervalo do segundo para o terceiro quarto (bem no meio da partida). Obviamente, todo mundo <strong>respeita</strong> a regra, que vem impressa no ingresso. Quando finalmente os lugares vazios foram liberados, nós descemos e chegamos bem pertinho do gramado (olha a foto aí ao lado!).</p>
<p>Completando o programa, a volta também foi superorganizada, com ônibus em fila esperando pelos torcedores para retornar a Port Authority. O placar foi <strong>27 a 21 pro Giants</strong> e nós voltamos pro hotel felizes da vida. Pra quem curte esportes como eu, vale a empreitada!</p>
<p>Imprima <a href="https://sites.google.com/site/blogasviajantes/estados-unidos/eu-ja-fui-a-um-jogo-de-futebol-americano" target="_blank">esse post</a></p>
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		<title>El Chaltén: a patagônia em estado natural</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Sep 2010 12:54:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Reba</dc:creator>
				<category><![CDATA[América do Sul]]></category>
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		<description><![CDATA[Um paraíso de caminhada cercado de paisagens magníficas, El Chaltén mostra o que de melhor a Patagônia tem para oferecer.  ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_3579" class="wp-caption aligncenter" style="width: 360px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2010/08/elchaltenpaisagemfitz.jpg"><img class="size-full wp-image-3579" title="elchaltenpaisagemfitz" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2010/08/elchaltenpaisagemfitz.jpg" alt="Fitz Roy " width="350" height="263" /></a><p class="wp-caption-text">Paisagens deslumbrantes</p></div>
<p>O apelido é sugestivo e não poderia ser mais apropriado: <strong>capital argentina do trekking</strong>. É assim que nossos vizinhos hermanos definem <strong>El Chaltén</strong>, uma das cidades mais lindas da patagônia argentina. Por estar fora do circuito oficial das grandes operadoras de turismo, Chaltén mantém um clima de rústico e encanta qualquer viajante que tem o privilégio de pisar naquela terra de paisagens deslumbrantes. Mas tanta exclusividade tem um motivo: para conhecer Chaltén é preciso suar a camisa, literalmente. <strong>Paraíso dos praticantes de escalad</strong>a, a cidade oferece uma opção única de atividade: caminhar. E para quem tem coragem de colocar o pé na estrada a recompensa é certa.</p>
<p><strong>PLANEJANDO A VIAGEM</strong><br />
<strong>Para chegar e sair de Chaltén só há uma opção: desde a cidade de El Calafate</strong>. Dependendo da estação do ano é possível encontrar <strong>ônibus</strong> todos os dias &#8211; em três horários diferentes. A outra alternativa é alugar um carro, mas a estrada de terra pode complicar a vida de motoristas que não tenham tanta experiência nesse tipo de viagem. O itinerário dura uma média de <strong>três horas e meia</strong>, o que obriga o viajante a fazer de Chaltén mais do que uma day trip.</p>
<p><strong> </strong></p>
<div id="attachment_3580" class="wp-caption alignleft" style="width: 360px"><strong><strong><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2010/08/elchaltencidade.jpg"><img class="size-full wp-image-3580" title="elchaltencidade" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2010/08/elchaltencidade.jpg" alt="El chaltén cidade" width="350" height="263" /></a></strong></strong><p class="wp-caption-text">Cidade pequenina</p></div>
<p><strong> </strong><strong>Chaltén está localizada dentro de um parque nacional</strong> e a organização é de dar inveja &#8211; e satisfação &#8211; a qualquer turista. Todo mundo que chega à cidade é obrigado a parar na sede do parque. Lá se assiste a uma palestra, em espanhol ou inglês, onde os guias fazem questão de deixar bem claro o que se pode ou não fazer dentro dos limites do parque. Dentre as proibições estão fazer fogo ou andar fora do território demarcado para as trilhas. Cada turista também ganha um mapa com todas as opções de caminhada, o tempo de duração e o grau de dificuldade. Guarde o mapa, ele certamente vai ser útil.<br />
<strong><br />
O trekking e a escalada são realmente as duas atividades em Chaltén</strong>. No mais há apenas um pequeno &#8211; pequeno meeeesmo &#8211; vilarejo com algumas opções de hospedagem, um supermercado e poucos restaurantes. Por isso, durante o inverno &#8211; quando a maior parte das trilhas fica interditada por causa do frio intenso &#8211; é como se a cidade fechasse. É claro que ninguém vai te impedir de entrar em Chaltén, mas acredite, você não terá nada pra fazer. Além disso, neste período é difícil encontrar ônibus que cheguem até a cidade. E conversando com que mora por lá, eles nos contaram que muita gente deixa o vilarejo nesse período do ano e parte para outra cidade da Patagônia. Por isso, <strong>planeje com cuidado a estação que deseja viajar</strong>. Nos estivemos por lá em outubro e o frio foi suportável.</p>
<p><strong>AS TRILHAS</strong></p>
<div id="attachment_3581" class="wp-caption alignright" style="width: 360px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2010/08/elchaltenplacas.jpg"><img class="size-full wp-image-3581" title="elchaltenplacas" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2010/08/elchaltenplacas.jpg" alt="trilhas, senderos" width="350" height="263" /></a><p class="wp-caption-text">Trilhas bem sinalizadas</p></div>
<p>Todas <strong>as trilhas</strong> de El Chaltén <strong>são absolutamente bem sinalizadas</strong> e super bem demarcadas. Você não precisará de um guia. Ao longo do percurso também há placas indicando quanto falta até o destino. Elas parecem estar estrategicamente colocadas para animá-lo quando você já pensa em desistir.</p>
<p>O <strong>Fitz Roy</strong> é a montanha mais alta do parque e a grande atração de El Chaltén. É possível vê-lo já da estrada que leva ao parque e a paisagem é realmente impressionante. O mais curioso é que, mesmo sem nem nunca ter chegado perto de qualquer equipamento de escalada e não ter nenhuma fascinação por montanhismo, chegando em Chaltén eu acabei envolvida pelo lugar e chegar perto do Fitz Roy acabou se transformando numa meta.</p>
<p>*<strong>Campamento Poircenoit e Laguna de Los Tres</strong> &#8211; essa é a trilha <strong>em que se chega mais perto do Fitz Roy </strong>e por isso a mais famosa de Chaltén. O guia oficial indica que são<strong> dez horas de caminhada,</strong> ida e volta. Nós fizemos em aproximadamente oito num ritmo bem normal com direito a uma chuva torrencial no fim do percurso e bastante neve quando estávamos quase chegando ao destino. Apesar de não exigir qualquer equipamento de escalada, a caminhada tem nível médio porque é puxada meeesmo. A distância é grande e ainda <strong>há um desnível de 700 metros</strong>. Mas tudo isso pode ser vencido se o viajante adotar o lema do devagar e sempre. A primeira hora é puxada por ser uma subida. Mas logo se chega à Laguna Capri, que é um pouco menos que a metade do caminho e tem uma das vistas mais lindas da minha vida. Depois a caminhada melhora e subida de novo só no fim do percurso depois da Laguna de Los Tres. Tanto a <strong>Laguna Capri quanto Poircenoit são locais onde o camping é permitido</strong> e tem uma estruturazinha, ainda que pequena mesmo.</p>
<div id="attachment_3582" class="wp-caption aligncenter" style="width: 360px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2010/08/elchaltenfitzroy.jpg"><img class="size-full wp-image-3582" title="elchaltenfitzroy" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2010/08/elchaltenfitzroy.jpg" alt="Fitz Roy" width="350" height="263" /></a><p class="wp-caption-text">O Fitz Roy - a montanha desejada</p></div>
<p>*<strong>Laguna Torre</strong> &#8211; É outra trilha bem famosa e também com <strong>paisagens lindas </strong>pelo caminho. O percurso é um pouco mais fácil porque há bem menos subidas, mas o guia oficial indica que são<strong> 8 horas pra ir e voltar</strong>. Ao contrário da trilha anterior onde se chega no topo de uma montanha de cara para o Fitz Roy aqui o ponto final é uma lagoa.</p>
<p>Para quem não quer encara oito ou dez horas caminhando há trilhas mais curtas como a <strong>Chorrillo del Salto</strong> e <strong>Mirador de los Córdores</strong>, de<strong> 2 e 1 hora</strong>, respectivamente.</p>
<p>As infos de todas as trilhas de El Cháten estão <a href="http://www.elchalten.com/esp/actividades/caminatas.php" target="_blank">aqui</a>.</p>
<p><strong>NA MOCHILA</strong></p>
<div id="attachment_3583" class="wp-caption alignleft" style="width: 360px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2010/08/elchaltenneve.jpg"><img class="size-full wp-image-3583" title="elchaltenneve" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2010/08/elchaltenneve.jpg" alt="el chlatén neve" width="350" height="263" /></a><p class="wp-caption-text">Trilhas também na neve</p></div>
<p>Preparar a mochila que te acompanhará nas caminhadas é tão importante quanto o planejamento da trilha que você vai seguir. Há muitas<strong> nascentes pelo percurso</strong> por isso não é preciso sair com litros e litros de água nas costas mas ter uma garrafa grande ajuda. Como os trekkings em geral duram o dia todo é importante carregar <strong>sanduíches</strong> que serão seu almoço. E <strong>barras de chocolate</strong> são as melhores amigas quando você tiver certeza de que não é capaz de dar mais nenhum passo. Não inicie o trekking sem elas na mochila e não subestime o poder que um doce pode ter sobre seu corpo e autoestima.</p>
<p><strong>Filtro solar, protetor labial e boné</strong> para os dias de sol e mesmo para os dias de chuva. <strong>Relógio</strong> pra calcular bem o tempo de ida e de volta. E por fim<strong> óculos escuros</strong>. O fim da caminhada geralmente é um lugar branquinho, coberto de neve. E depois de tanto esforço você vai querer ficar ali admirando alguma paisagem linda ou apenas curtindo a sua conquista. Ter que ir embora mais cedo porque seus olhos não suportam a claridade da neve não é legal.</p>
<p>Seja lá mais o que você considere importante apenas não esqueça que o<strong> peso da mochila</strong> não pode ultrapassar o confortável. Quanto mais se caminha parece que mais pesada ela vai ficando.<br />
<strong><br />
ROUPAS</strong></p>
<div id="attachment_3584" class="wp-caption alignright" style="width: 360px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2010/08/elchaltenglaciar.jpg"><img class="size-full wp-image-3584" title="elchaltenglaciar" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2010/08/elchaltenglaciar.jpg" alt="glaciar" width="350" height="263" /></a><p class="wp-caption-text">Glaciares pelo caminho </p></div>
<p>Quem for pra Patagônia deve estar preparado para enfrentar <strong>bastante frio</strong>, mas as caminhadas de Chaltén exigem alguns itens especiais. <strong>Botas de trekking são essenciais</strong>. Apostar naquele tênis que você anda na cidade pode estragar sua caminhada. Primeiro porque <strong>o tempo é instável</strong>, assim como o terreno. Você enfrentará terra, lama e neve no mesmo percurso e precisa de um calçado que esteja preparado para superar tudo isso. A minha bota é da marca Guartelá, tecnologia nacional e portanto mais barata.</p>
<p><strong>Casaco corta vento</strong> é outro item indispensável. Na <strong>Patagônia venta horrores</strong>, em muitos trechos das caminhadas você não conta com a proteção de montanhas ou árvores e irá se deparar com o vento na sua potência máxima. Para não correr o risco de virar um pinguim e ficar completamente paralisado de frio vá com o casaco certo.</p>
<p><strong>Gorro</strong> também é um bom aliado para você não ter a impressão de que vai terminar o trekking sem orelhas.</p>
<p>Outra dica importante é: <strong>não caia na tentação de se entupir de roupa</strong>. Lembre-se você vai caminhar muito e mesmo com o frio intenso em algum momento &#8211; principalmente perto do meio-dia ou depois do quinto quilômetro caminhado &#8211; pode sentir calor. E aí acaba não tendo mão pra carregar toda a roupa que estava no corpo ou, pior, sua muito. E logo depois aquele suor esfria e você começa a ter variações de temperaturas que podem ser perigosas e que serão, no mínimo, desconfortáveis. A dica que eu tirei de um fórum de caminhada e que deu certo comigo foi: camisa colada ao corpo, uma camisa normal por cima, algum casaco estilo moleton e o casaco corta vento por cima. Nas pernas meia calça ou cerola e por cima a calça que vc for caminhar. Suficiente e sem exageros.</p>
<p>Agora é pé na estrada e boa viagem!</p>
<p>Mais da Patagônia <a href="http://asviajantes.com/argentina/patagonia-argentina" target="_blank">aqui</a></p>
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		<title>Visconde de Mauá: uma viagem de charme e alma hippie</title>
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		<pubDate>Sun, 29 Aug 2010 23:01:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Flavia Motta</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Entre o Rio, São Paulo e Minas Gerais, o clima de interior ganha toques românticos e o refresco de banhos de cachoeira]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_3546" class="wp-caption alignleft" style="width: 390px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2010/08/maua290810.jpg"><img class="size-full wp-image-3546" title="maua290810" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2010/08/maua290810.jpg" alt="" width="380" height="311" /></a><p class="wp-caption-text">Mauá vista do alto. Foto: www.ideias.org.br</p></div>
<p>Bem na <strong>divisa do Rio de Janeiro com Minas Gerais</strong>, mas também bem <strong>perto do Estado de São Paulo</strong>, Visconde de Mauá é um dos poucos lugares onde <strong>roteiro de charme e um jeito bicho-grilo de ser</strong> convivem em harmonia.</p>
<p>A cidade foi &#8216;descoberta&#8217; pelos <strong>hippies</strong> nos anos 70 e, dizem os puristas, tem conseguido se preservar graças à precariedade da <strong>estrada de terra</strong> da serrinha que leva até lá.</p>
<p><strong>Estrada em asfaltamento</strong> &#8211; E abril de 2010 o governo do estado começou a obra de <strong>asfaltamento</strong> da serrinha, o que vai facilitar um bocado o acesso &#8211; para temor dos puristas.</p>
<p>Visconde de Mauá é basicamente dividida entre as vilas de <strong>Mauá </strong>(por onde se chega); <strong>Maringá</strong> (mezzo Rio, mezzo Minas), onde ficam os bons restaurantes, e <strong>Maromba</strong>, onde o espírito hippie ainda domina. Pense nisso quando for escolher sua hospedagem. A maior parte das pousadas mais charmosas está em Maringá.</p>
<p><strong>Cachoeiras e clima de interior</strong> &#8211; O grande barato do lugar é o clima de interior, somado ao frio da serra, às belas cachoeiras e a um cenário gastronômico que só faz melhorar. <strong>Trutas, fondues e pinhão</strong> &#8211; este em maio &#8211; são as estrelas &#8216;gourmet&#8217; do lugar.</p>
<div id="attachment_3547" class="wp-caption alignright" style="width: 410px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2010/08/escorrega290810.jpg"><img class="size-full wp-image-3547" title="escorrega290810" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2010/08/escorrega290810.jpg" alt="Cachoeira do Escorrega" width="400" height="237" /></a><p class="wp-caption-text">Cachoeira do Escorrega. Foto: viscondedemaua.com.br</p></div>
<p>De modo geral, o clima em Mauá é de <strong>interior.</strong> Não há bancos, por exemplo, e o único posto de gasolina da região fecha todo dia às 19h. Mas num feriadão uma multidão de apaixonados por <strong>caminhadas e trilhas</strong> pode dar uma tumultuada no lugar.</p>
<p><strong>Onde mergulhar</strong> &#8211; O roteiro básico das <strong>cachoeiras </strong>deve incluir uma visita ao <strong>Escorrega</strong> (o nome já diz tudo, né?) e uma trilha pelo <strong>Vale do Alcantilado</strong> com suas nove quedas d&#8217;água &#8211; nem todas para mergulhar, é bom frisar.</p>
<p>A <strong>Santa Clar</strong>a tem um poço disputado, a <strong>Toca da Raposa</strong> tem uma formação natural perfeita para crianças e o Poço do <strong>Marimbondo</strong> é naturalmente reservado, já que é preciso caminhar três horas numa trilha íngreme para chegar lá. Para conhecer tudo, o ideal é estar <strong>de carro</strong>.</p>
<p><strong><a href="http://asviajantes.com/brasil/rio-de-janeiro/penedo" target="_blank">Perto de Mauá, conheça Penedo</a></strong></p>
<p><strong>Onde comer</strong> &#8211; Em termos gastronômicos, Mauá tem três grandes atrações: o <strong><a href="http://www.rosmarinus.com.br/index_a.html" target="_blank">Rosmarinus Officinalis</a></strong>, que produz tudo o que consome; o <strong><a href="http://www.gostocomgosto.com.br/" target="_blank">Gosto com Gosto</a></strong>, que leva a fama de ter a melhor cozinha mineira do país (embora fique na parte fluminense de Maringá), o mais recente <strong><a href="http://www.babelrestaurante.com/" target="_blank">Babel</a></strong>, num clima mais sofisticado e intimista.</p>
<div id="attachment_3548" class="wp-caption alignleft" style="width: 360px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2010/08/serrinha-maua290810.jpg"><img class="size-full wp-image-3548" title="serrinha-maua290810" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2010/08/serrinha-maua290810.jpg" alt="Serrinha de Mauá" width="350" height="203" /></a><p class="wp-caption-text">A serrinha, chegada a Mauá. Foto: viscondedemaua.com.br</p></div>
<p>A cidade é daqueles lugares onde um fim de semana é capaz de deixar as <strong>energias renovadas</strong>, já que o clima, é de descanso com pouquíssima badalação. Quem vai em maio pode se fartar no <strong>festival de pinhão</strong> que toma conta da cidade. Quem vai em época de <strong>festas juninas</strong> pode voltar no tempo numa quermesse no lado mineiro de Maringá, embalado na <strong>cachaça com mel</strong>.</p>
<p><strong>Para todos</strong> &#8211; Mas o bacana de Mauá é o espírito &#8216;<strong>tem para todo mundo</strong>&#8216;. Mesmo quem acha que viagem é sinônimo de compras vai se encontar por lá. Para os gourmets, a <strong>truta</strong> da região é imbatível, o <strong>queijo de cabra</strong> é bastante elogiado e o <strong>mel</strong> puro é fácil de se encontrar.</p>
<p>Para quem curte <strong>comprinhas</strong>, <strong><a href="http://www.lascasitas.com.br" target="_blank">Las Casitas</a></strong> é uma parada obrigatória. É a loja de uma latina, cuja nacionalidade não consigo especificar, que faz fofíssimas casinhas de cerâmica que são difusores de odores. E como cachoeiras e clima de interior são sempre bem-vindos, Mauá é daqueles lugares para se <strong>voltar sempre</strong>.</p>
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		<title>Malta: mais de 5.000 anos atraindo ‘turistas’</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Aug 2010 09:13:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Clarissa Vasconcellos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Europa]]></category>
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		<description><![CDATA[Desbravamos este arquipélago do Mar Mediterrâneo que guarda lindas paisagens, boa gastronomia e muita história]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_3507" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2010/08/k-mt-20.jpg"><img class="size-medium wp-image-3507" title="OLYMPUS DIGITAL CAMERA" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2010/08/k-mt-20-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">Praia de Mellieha: sol, ventinho e pastel de lentilha</p></div>
<p>Malta é linda. Era um <strong>sonho</strong> antigo pisar neste <strong>arquipélago</strong> que faz fronteira com a Sicília (Itália) e a Tunísia e que foi palco de diversas ocupações dos mais distintos povos ao longo de cinco milênios. Mas eu nunca conseguia voos baratos que casassem com meus dias livres, já que, desde <a href="http://asviajantes.com/espanha/madri-espanha-europa" target="_blank">Madri</a>, onde moro, não há opções diárias. Uma boa pedida é visitar Malta combinando com outro país europeu. <strong><a href="http://www.easyjet.com/" target="_blank">Easyjet</a></strong>, <strong><a href="http://www.vueling.com/" target="_blank">Vueling</a></strong> e <strong><a href="http://www.ryanair.com/pt" target="_blank">Ryanair</a></strong> oferecem tarifas <strong>econômicas</strong> saindo de diversos lugares &#8211; desde a Polônia (Ryanair) até a vizinha<a href="http://asviajantes.com/italia" target="_blank"> Itália </a>(todas). Infelizmente, essas companhias mais baratas não fazem esse destino o ano inteiro, concentrando suas atividades mais na primavera, no verão e no início do outono, quando ainda faz um pouco de calor em Malta (lembrando que ela está pertinho da África).</p>
<p>Dividida em três ilhas (<strong>Malta</strong>, <strong>Gozo</strong> e <strong>Comino</strong>) e pertencente à <strong>União Europeia</strong> (brasileiros não precisam de visto para entrar como turistas) e à zona do euro, Malta ficou na moda no Brasil entre os que queriam <strong>estudar inglês</strong> na Europa mas abominavam a ideia de passar meses e meses debaixo dos céus cinzentos da Inglaterra ou da Irlanda. A língua oficial é o <strong>maltês</strong> (que lembra o árabe e tem palavras em italiano e inglês inseridas), mas todos se comunicam em inglês com os estrangeiros. É bem verdade que eu esperava um inglês melhor na população (no nível da Holanda e da Dinamarca), mas não passamos nenhum sufoco. Apesar do sotaque forte da maioria, todos se viram na língua de Shakespeare.</p>
<p><strong>CIDADES QUE SÃO COMO BAIRROS</strong></p>
<div id="attachment_3508" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2010/08/a-mt-043.jpg"><img class="size-medium wp-image-3508" title="OLYMPUS DIGITAL CAMERA" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2010/08/a-mt-043-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">Vista do Upper Barracca Gardens</p></div>
<p>A ilha de Malta, a maior de todas, é a mais visitada. Sua capital, <strong>La Valletta</strong><strong> </strong>(ou Valeta), tem pouco mais de um quilômetro quadrado. O aeroporto internacional fica em <strong>Luqa</strong>, uma cidade a uns 15 quilômetros de La Valletta. O país está dividido em pequenos concelhos ou cidades, que ficam a pouquíssima distância umas das outras, como se fossem bairros.</p>
<p>Ao olhar o mapa, pensamos que seria muito fácil ir de uma cidade a outra a pé (até porque já estávamos treinando para o <strong><a href="http://asviajantes.com/espanha/caminho-de-santiago-no-pain-no-gain" target="_blank">Caminho de Santiago</a></strong>), mas, não foi assim. Em alguns trechos da orla (como nas cidades de <strong>Saint Julian</strong>, <strong>Sliema</strong> e <strong>Gzira</strong>) é possível fazer esse longo passeio caminhando. Mas grande parte das cidades só são acessíveis de carro, devido à geografia recortada do local. Porém, se você não quer gastar dinheiro com táxis ou alugando carro (lembrando que <strong>a mão é inglesa</strong>), não se preocupe.</p>
<p>Há <strong>ônibus</strong> baratos (0,47 centavos de euro) para todas as cidades importantes, levando os viajantes para as atrações mais famosas. Aliás, os ônibus são também uma atração, já que são carros antigos, os <strong>Bedford buses</strong>, dos <strong>anos 50 e 60</strong>, amarelinhos, um charmoso resquício da <strong>dominação britânica</strong> (sua independência foi em 1964). Vale lembrar que as tomadas são como as do Reino Unido, portanto, leve um adaptador.</p>
<p>No centro de informações de La Valletta é possível conseguir uma mapa com as rotas e os horários de todos os ônibus e no aeroporto mesmo você pode perguntar qual é o melhor para chegar a seu destino, economizando uma graninha de táxi (até La Valletta, por exemplo, pode custar uns 20 ou 25 euros). O ônibus <strong>número 8 </strong>tem sua parada final na estação em frente à entrada de La Valletta, de onde saem vários para outras cidades. Mais informações <a href="www.atp.com.mt" target="_blank">aqui</a>.</p>
<div id="attachment_3509" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2010/08/a-mt-062.jpg"><img class="size-medium wp-image-3509" title="OLYMPUS DIGITAL CAMERA" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2010/08/a-mt-062-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">Ônibus &#39;vintage&#39;</p></div>
<p>O ideal é passar uma semaninha pela ilha, mas com cinco dias já se pode ver muita coisa. Eu tinha só três dias e meio e <strong><a href="http://asviajantes.com/viagem/sobre-viagens-e-cinzas-%e2%80%93-o-que-fazer-se-o-eyjafjalla-cruzar-o-seu-caminho" target="_blank">agradeço ao vulcão Eyjafjalla</a></strong> por ter-me dado a oportunidade de ficar mais.</p>
<p><strong>LA VALLETTA</strong><strong>: PARA PASSAR O DIA</strong></p>
<p><em> </em>Dentro da ilha de Malta, reserve um dia para <strong>La Valletta</strong>, a fofa capital, cheia de edifícios que são o resultado de uma curiosa mistura de cultura mediterrânea e britânica. Casas branquinhas dividem a atenção com <em>londrinas</em> cabines telefônicas vermelhas, além de lindas igrejas barrocas. Por outro lado, a vegetação lembra, em alguns pontos, o norte da África. Mix total, mas de uma maneira bem <strong>harmoniosa</strong>. Apesar de ser uma ilha pequena, Malta tem um clima até meio seco, bem menos úmido que outros destinos mediterrâneos. Tanto que é conhecida também por produzir <strong>bons vinhos</strong>.</p>
<p>Em La Valleta, não perca os lindos jardins <strong>Upper Barracca </strong>e <strong>Lower Barracca</strong>, o <strong>Forte de Santo Elmo</strong>, a <strong>Catedral de Saint John</strong> e o mercado ao ar livre de <strong>Merchant’s Street, </strong>além da vista do <strong>porto</strong>. Passear sem rumo por suas vielas também é muito gostoso. La Valletta é a cidade mais cara da ilha e hospedar-se nela é sempre mais caro.</p>
<p>Vale mais a pena buscar alojamento nas vizinhas <strong>Sliema</strong>, <strong>Gzira</strong> ou na linda <strong>Saint Julian</strong>, repleta de restaurantes e bares charmosinhos em sua orla. Por lá também rolam as noites mais animadas, já que Saint Julian concentra muitas discotecas (o público de 20 e poucos anos, estudantes de inglês, é predominante). Perto de La Valletta encontramos as chamadas Três Cidades: <strong>Vittoriosa</strong> (cuja vista é encantadora), <strong>Senglea </strong>(conhecida por seus jardins de <strong>Gnien il-Gardjola</strong>) e <strong>Cospicua</strong>, todas do outro lado do Grande Porto de La Valletta.<strong> </strong><strong> </strong><strong> </strong><strong> </strong><strong> </strong></p>
<div><strong> </strong></div>
<div><strong></strong></div>
<div><strong></strong></div>
<div><strong></strong></div>
<p><strong></strong></p>
<div id="attachment_3510" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><strong><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2010/08/a-mt-008.jpg"><img class="size-medium wp-image-3510" title="OLYMPUS DIGITAL CAMERA" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2010/08/a-mt-008-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a></strong><p class="wp-caption-text">Influência britânica</p></div>
<p><strong></strong></p>
<p><strong>PRAIA, HISTÓRIA E <em>LAMPUKI</em></strong></p>
<p>Para os que querem praia (há poucas realmente bonitas, é preciso dizer), a cidade de <strong>Saint Paul</strong> (você também verá escrito ‘Saint Pawl’) pode ser uma boa base, já que está ao lado da bela <strong>Ghadira’s Bay</strong> (onde está a praia mais bonita da ilha,a de <strong>Mellieha</strong>), perto da <strong>Golden Bay</strong> e do porto de onde sai o ferry para a ilha de <strong>Gozo</strong> (veja abaixo). O passeio entre La Valleta e Saint Paul de carro ou de ônibus é de babar: vegetação linda e mar azulzinho, com pequenas praias (a maioria de pedra) no caminho.</p>
<p>Ainda na ilha de Malta, vale a pena ir à pequenina <strong>Mdina, </strong>uma vila no interior da ilha, que foi sua capital, com palácios, igrejas, uma fortaleza e até ponte levadiça (lá foi rodado o filme <em>O conde de Montecristo</em>). Também é imperdível comer um <em>lampuki</em> (peixe típico da região) com molho de alcaparras na vila de pescadores <strong>Marsaxlokk.</strong> Essa cidade também rende fotos ótimas dos famosos barcos que imitam as <strong>barcas fenícias: </strong>amarelas, azuis e com olhos pintados (os <strong>luzzu eyes</strong>, que dão sorte).</p>
<div id="attachment_3511" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2010/08/j-mt-05.jpg"><img class="size-medium wp-image-3511" title="OLYMPUS DIGITAL CAMERA" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2010/08/j-mt-05-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">Despenhadeiro de Digli</p></div>
<p>Também vale a pena degustar a torta de <em>lampuki</em> no tradicional restaurante <strong><a href="http://www.wgc-group.com/barracuda/index.html" target="_blank">Barracuda</a></strong> (em Saint Julian), onde os pratos rondam os 20 ou 25 euros (sem bebida). Reservar é fundamental. A culinária maltesa é muito influenciada pela inglesa (com direito a <em>English breakfast</em>) e italiana (as massas são ótimas). Adoramos os folheados e pastéis de <em>peas</em> (lentilhas) temperadas com canela para lanchar e as saladas maltesas, com muito queijo de cabra, azeite, azeitonas e alcaparras, sempre com vinho local ou com a cerveja <strong>Cisk</strong>. Peixe-espada, coelho e frango ao alho também figuram em vários menus. Se não quiser gastar tanto no Barracuda, vá ao restaurante <strong>Rafael</strong>, também em Saint Julian, que tem uma vista linda para a baía e pratos de frutos do mar bem gostosos (fico com água na boca ao lembrar-me da lula recheada com <em>pecorino</em> que comi lá) a preços mais em conta.</p>
<p>Além disso, vale uma visitinha a <strong>Rabat</strong>, cidade no interior de Malta com igrejas e catacumbas, e ao despenhadeiro de <strong>Digli</strong>, onde há, quase “pendurada”, uma minúscula <strong>capela</strong> que honra Maria Madalena. É espetacular ver a tarde cair nesta que é a parte mais alta da ilha (250 metros de despenhadeiro à beira mar).</p>
<div id="attachment_3512" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2010/08/t-mt-07.jpg"><img class="size-medium wp-image-3512" title="OLYMPUS DIGITAL CAMERA" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2010/08/t-mt-07-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">5.600 anos em cartaz</p></div>
<p>Malta já era povoada no ano <strong>5.500 a</strong><strong>.C</strong>. (isso mesmo, há mais de sete mil anos) e guarda <strong>templos</strong> e <strong>construções</strong> históricas realizados pelos antigos habitantes do que hoje é a Sicília, que chegaram à ilha em pequenas canoas. Grande parte dos monumentos megalíticos está longe do mar (como os <strong>Templos de</strong> <strong>Tarxien</strong> e o subetrrâneo <strong>Hypogeum</strong>), mas os de <strong>Hagar Qim</strong> e <strong>Mnajdra</strong> ficam em despenhadeiros com vista para o Mediterrâneo. O <strong>Museu Nacional de Arqueologia</strong> reúne peças e conta a história da ilha desde o começo. Mas a grande atração arqueológica são os templos de <strong>Ggantija, </strong>conhecidos como <strong>as edificações mais antigas do mundo</strong> que ainda estão de pé. São de 3.600 a.C e ficam em Gozo, ilha detalhada abaixo.</p>
<p><strong>A JANELA AZUL DE GOZO</strong></p>
<p>Antes de ir a Malta eu já sabia que queria passar pelo menos um dia na <strong>ilha de Gozo </strong>(adoro esse nome), que despertava a minha curiosidade por ter uma formação rochosa chamada <strong>Blue Window</strong>. Trata-se de uma pedra “furada”, que lembra uma janela com vista para o Mediterrâneo. Ao lado, está a linda<strong> Gruta Azul</strong>.</p>
<div id="attachment_3513" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2010/08/r-mt-05.jpg"><img class="size-medium wp-image-3513" title="OLYMPUS DIGITAL CAMERA" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2010/08/r-mt-05-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">Blue Window: um quê de Noronha em pleno Mediterrâneo</p></div>
<p>Perto de ambas, vimos um monte de italianos mergulhando na praia (de pedra), mas achei meio frio (quase não batia sol). Preferi esticar a canga na <strong>Praia de Ramla, </strong>que tem a estátua de uma santa (98% dos malteses são católicos) no meio de sua faixa de areia (tostada). Se quiser dormir, vale a pena ficar na capital de Gozo, <strong>Victoria/Rabat</strong> (sim, é o mesmo nome da cidade no interior da ilha de Malta), que é pequenininha, mas conta com restaurantes e com uma <strong>cittadella</strong> murada.</p>
<p>Para ir a Gozo é preciso pegar um ferry (custava 4,70 euros na primavera) na cidade de <strong>Cirkewwa</strong>. Em Gozo, dispensamos os ônibus e contratamos um táxi no porto para passar o dia com a gente (nos custou 50 euros), levando-nos às principais atrações. Jal, o motorista, ia contando todas as curiosidades da ilha e, graças a ele, descobrimos várias das informações descritas neste post. Entre elas, a que o desemprego na ilha de Malta não passa dos 6%. Deu vontade de arrumar as malas e ir correndo pra lá. Um dia ainda vou&#8230;. <img src='http://asviajantes.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' /> </p>
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		<title>Roteiro pelas cidades históricas de Minas Gerais</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Aug 2010 13:27:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Flavia Motta</dc:creator>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
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		<description><![CDATA[Ouro Preto, Tiradentes, Congonhas, Mariana e São João del Rey: um roteiro pelo barroco e pelas delícias de Minas Gerais]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Férias de verão</strong> sempre acabam na praia, certo? Nem sempre. Lembro de uma vez em que meu pai &#8211; aproveitando as festas de fim de ano com a família em <strong>Minas</strong> &#8211; elaborou um roteiro &#8216;<strong>cidades históricas</strong>&#8216; para a gente. Foi uma temporada sem mar, mas com lembranças que até hoje me vêm à mente.</p>
<div id="attachment_3408" class="wp-caption alignleft" style="width: 380px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2010/08/tiradentes040810.jpg"><img class="size-full wp-image-3408" title="tiradentes040810" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2010/08/tiradentes040810.jpg" alt="" width="370" height="262" /></a><p class="wp-caption-text">Tranquilidade em Tiradentes. Foto: herisalves.blog.uol.com.br</p></div>
<p>A <strong>vantagem</strong> do circuito histórico de Minas é que as <strong>distâncias são curtas</strong> e permitem uma viagem sem grandes preocupações com o tédio das crianças dentro do carro. O <strong>roteiro básico</strong> passa por São João del Rei, Tiradentes, Congonhas, Mariana e Ouro Preto. À época, nossa base na primeira etapa foi São João, mas hoje, com o <strong>boom gastronômico de Tiradentes</strong>, eu recomendo sem dúvidas essa cidade menorzinha.</p>
<p><strong>Tiradentes: boa comida e boas compras</strong> &#8211; Segunda cidade com mais <strong>restaurantes estrelados</strong> em Minas Gerais &#8211; perdendo apenas para Belo Horizonte -, Tiradentes tem na gastronomia um trunfo tão forte quanto seu artesanato. A grande bossa da cidade é curtir um <strong>clima de interior</strong> ao sabor de uma gastronomia global. Não à toa em agosto a cidade realiza seu famoso<strong><a href="http://www.culturaegastronomia.com.br/2010/" target="_blank"> festival gastronômico</a></strong>.</p>
<p>Afora a boa comida, Tiradentes tem duas atrações indispensáveis: suas construções históricas e seu <strong>artesanato</strong>. Entre os prédios que compõem a história da cidade, a <strong>Matriz de Santo Antônio</strong> é considerada um dos mais importantes, com direito a espetáculo de luz e som nos fins de semana. O <strong>Chafariz de São José</strong> também merece uma visita.</p>
<div id="attachment_3409" class="wp-caption alignright" style="width: 390px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2010/08/maria_fumaca040810.jpg"><img class="size-full wp-image-3409" title="maria_fumaca040810" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2010/08/maria_fumaca040810.jpg" alt="" width="380" height="292" /></a><p class="wp-caption-text">Passeio pelo passado na Maria Fumaça. Foto: quebarato.com.br</p></div>
<p>Já para quem está em busca do artesanato característico da região, o <strong>Largo das Forras</strong> é a dica, especialmente as ruas Ministro Gabriel Passos e Resende Costa. São muitos os <strong>ateliês</strong> que vendem tecidos, peças de ferro, móveis de madeira e mais. Há algum tempo dizia-se que o distrito vizinho de <strong>Bichinho</strong> tinha as mesmas peças a preços mais em conta. Hoje dizem que não vale a viagem.</p>
<p><strong>Até São João del Rey de Maria Fumaça</strong> &#8211; A cerca de <strong>15km</strong> de Tiradentes fica São João del Rey, cidade de Tancredo Neves. São 20 minutos de carro ou 35 de <strong>Maria Fumaça</strong>, numa viagem também pelo tempo. Uma <strong>day trip</strong> a São João tem que incluir visitas às igrejas de <strong>São Francisco de Assis</strong>, que tem missas com música barroca aos domingos; à <strong>Catedral de Nossa Senhora do Pilar</strong>, com as talhas douradas do altar; à igreja de <strong>Nossa Senhora do Carmo</strong>, com seu mix de fases do barroco, e à igreja de <strong>Nossa Senhoras das Mercês</strong>, construída sobre uma mina de ouro.</p>
<div id="attachment_3410" class="wp-caption alignleft" style="width: 410px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2010/08/sjrey040810.jpg"><img class="size-full wp-image-3410" title="sjrey040810" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2010/08/sjrey040810.jpg" alt="" width="400" height="266" /></a><p class="wp-caption-text">O centro histórico de São João del Rey. Foto: interata.squarespace.com</p></div>
<p>Embora ofuscada pela vizinha Tiradentes, a cidade impressiona com um <strong>centro histórico bem conservado</strong>, iluminado por postes em forma de lampiões. No quesito compras, o forte de São João del Rey são as peças em estanho e <strong>esculturas e oratórios</strong> feitos em madeira de demolição.</p>
<p><strong>Os profetas de Aleijadinho</strong> &#8211; Já <strong>Congonhas</strong>, a cidade dos clássicos profetas de Aleijadinho, fica a 1h30 de Tiradentes. É praticamente um desvio <strong>no caminho até Ouro Preto</strong>, que ainda tem uma hora pela frente. E dá um perfeito intervalo entre os dois trechos da viagem.</p>
<p>A grande atração de Congonhas é a <strong>Basílica do Senhor Bom Jesus de Matosinhos</strong>, que abriga as 12 estátuas dos profetas feitas em pedra-sabão. Dividida em três etapas, a visita à igreja começa do lado de fora, onde estão as seis <strong>Capelas dos Passos</strong>, que representam sete cenas da Paixão de Cristo com imagens esculpidas em cedro.</p>
<div id="attachment_3411" class="wp-caption alignright" style="width: 360px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2010/08/congonhas040810.jpg"><img class="size-full wp-image-3411" title="congonhas040810" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2010/08/congonhas040810.jpg" alt="" width="350" height="263" /></a><p class="wp-caption-text">Um dos famosos profetas em pedra-sabão. Foto: Marcel Bazoti Pedro</p></div>
<p>A segunda etapa da visita é admirar os <strong>profetas, esculpidos entre 1800 e 1805</strong> e que contam com vigilância 24h para protegê-los de vândalos. Encerre a visita à basílica entrando na igreja, com sua rica <strong>decoração rococó</strong>.</p>
<p><strong>A rica Ouro Preto</strong> &#8211; Estrela desse circuito histórico, Ouro Preto &#8211; com seus quase 70 mil habitantes &#8211; é tomada por um <strong>casario do século 18</strong>, algumas das igrejas mais importantes do barroco brasileiro e muitas repúblicas de estudantes. Para <strong>fugir da farra</strong> que os mais jovens fazem, evite a cidade no carnaval e no feriado de 12 de outubro, quando a famosa &#8220;Festa do Doze&#8221; atrai estudantes de diversas cidades para uma curta temporada de festa à enésima potência.</p>
<p>As <strong>igrejas</strong> são o grande hit de Ouro Preto, especialmente a de Nossa Senhora do Pilar, que detem o título de <strong>segunda mais rica do país </strong>graças aos <strong>434 quilos de ouro</strong> que adornam sua nave e altar. Igualmente impressionante, mas por conta da ilusão de ótica que <strong>Mestre Athayde</strong> pintou em sua nave, é a igreja de São Francisco de Assis.</p>
<div id="attachment_3412" class="wp-caption alignleft" style="width: 430px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2010/08/nsnpilar040810.jpg"><img class="size-full wp-image-3412" title="nsnpilar040810" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2010/08/nsnpilar040810.jpg" alt="" width="420" height="282" /></a><p class="wp-caption-text">Nossa Senhora do Pilar: a mais rica de Ouro Preto. Foto: ngtraveler.co.uk</p></div>
<p><strong>Igrejas com vista e museus</strong> &#8211; Já a igreja de <strong>Nossa Senhora do Rosário dos Pretos</strong> era a frequentada pelos escravos e tem um projeto arquitetônico especial, em elipse. Para quem busca <strong>vistas privilegiadas</strong> da cidade, as dicas são as igrejas de Santa Efigênia dos Pretos e de São Francisco de Paula.</p>
<p>Além das igrejas, Ouro Preto tem museus que contam sua história. Os mais importantes são o <strong>Museu do Oratório</strong>, que exibe peças desde o século 18, e o da <strong>Inconfidência</strong>, que traz até traves que teriam sido da forca de Tiradentes. Uma das bases da mineração no Brasil, Ouro Preto também é cidade da famosa <strong>Mina do Chico Rei</strong>. Lá é possível caminhar por 1500 m de túneis onde escravos trabalharam até 1888 &#8211; ano da abolição.</p>
<p><strong>Mariana e a Mina da Passagem</strong> &#8211; A 20 km de Ouro Preto, Mariana guarda uma das <strong>maiores minas de ouro do mundo </strong>aberta a visitas, a Mina da Passagem. A primeira capital de Minas Gerais pode ser visitada num passeio de <strong>Maria Fumaça desde Ouro Preto</strong> &#8211; o que confere charme extra à viagem.</p>
<div id="attachment_3414" class="wp-caption alignright" style="width: 360px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2010/08/mariana040810.jpg"><img class="size-full wp-image-3414" title="mariana040810" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2010/08/mariana040810.jpg" alt="" width="350" height="263" /></a><p class="wp-caption-text">Lago da Mina da Passagem. Foto: LeloRJ/Flickr</p></div>
<p>A visita à mina começa numa descida de 120 m num <strong>carrinho sobre trilhos</strong>. Veem-se as cavidades de onde foram retiradas quase 35 toneladas de ouro, mas impressionante mesmo é o <strong>lago submerso</strong> formado pelo lençol freático.</p>
<p><strong>Para ficar de olho</strong> &#8211; Estacionar ou apenas circular de carro pelo centro histórico de algumas cidades &#8211; especialmente Ouro Preto &#8211; é uma <strong>tarefa chatinha e difícil</strong>. Assim, se você for de carro a alguma dessas cidades, informar-se sobre <strong>estacionamento no seu hotel</strong> é necessidade.</p>
<p>A entrada de algumas igrejas é paga e frequentemente o visitante se depara com <strong>guias </strong>oferecendo companhia para um passeio. Segundo o guia Quatro Rodas, a média de preço é de R$ 20 por passeio com quatro pessoas, dando informações valiosas sobre os monumentos visitados. Você pode negociar o preço e deve procurar um <strong>guia credenciado</strong>, mas não abra mão do serviço &#8211; conhecer a história por trás do que se vê é fundamental para valorizar mais essa viagem.</p>
<div id="attachment_3415" class="wp-caption alignleft" style="width: 380px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2010/08/casario040810.jpg"><img class="size-full wp-image-3415" title="casario040810" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2010/08/casario040810.jpg" alt="" width="370" height="276" /></a><p class="wp-caption-text">Casario típico das cidades históricas. Foto: defender.org.br</p></div>
<p><strong>Quando e de onde ir</strong> &#8211; Para quem curte <strong>festas católicas</strong>, passar feriados como a Semana Santa ou o Corpus Christi numa das cidades históricas de Minas pode ser um programão. Não são raras as missas especiais e <strong>procissões à moda antiga</strong>, com o trajeto iluminado apenas pelas velas dos fieis. Sem contar os <strong>tapetes coloridos</strong> de serragem.</p>
<p><strong>Saindo do</strong> <strong>Rio de Janeiro</strong>, Tiradentes fica a quatro horas de viagem, enquanto Ouro Preto fica a mais de 5 horas de distância (402 km). Já de <strong>Belo Horizonte</strong> são 2h46 de estrada, em média, até Tiradentes e 1h30 até Ouro Preto. Para quem mora em cidades mais distantes desse circuito, <strong>ir até BH de avião</strong> e lá alugar um carro pode ser uma boa ideia.</p>
<p><strong><a href="https://sites.google.com/site/blogasviajantes/brasil/roteiro-pelas-cidades-historicas-de-minas-gerais" target="_blank">Quer imprimir este post? Clique aqui.</a></strong></p>
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		<title>Paraty, uma viagem ao Brasil colonial</title>
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		<pubDate>Thu, 19 Aug 2010 15:07:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Isabella Motta</dc:creator>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Paraty]]></category>
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		<description><![CDATA[Belezas naturais e arquitetônicas, além de uma agenda cultural intensa... Ficou com vontade de conhecer Paraty? ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_3487" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2010/08/paraty-centro-historico.jpg"><img class="size-medium wp-image-3487" title="paraty centro historico" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2010/08/paraty-centro-historico-300x198.jpg" alt="" width="300" height="198" /></a><p class="wp-caption-text">O centro histórico / Foto: Nelson Godoy</p></div>
<p>Uma das cidades que melhor representa o charme do <strong>período colonial </strong>brasileiro, <strong>Paraty </strong>é destino mais que agradável pra quem gosta de <strong>bons restaurantes</strong>, <strong>passeios de barco</strong>, clima de interior ou de simplesmente apreciar a arquitetura. Estive em Paraty duas vezes: uma ainda bem pequena, com meus pais, e outra já adulta, com um antigo namorado. Das duas visitas guardo a sensação de <strong>volta ao passado</strong>, de uma viagem pelos nossos antigos livros de História mesmo. Uma delícia!</p>
<p>Localizada a 241 km do Rio de Janeiro e a 298 km de São Paulo, Paraty é uma boa opção para um <strong>fim de semana prolongado</strong> tanto para cariocas quanto para paulistas. Mas não se deixe enganar, a cidade é pequena porém cheia de bons programas também nas proximidades.</p>
<p><strong>O CENTRO HISTÓRICO</strong></p>
<p>Paraty foi fundada em 1667 em torno da <strong>Igreja de Nossa Senhora dos Remédios</strong>, padroeira da cidade e cartão postal mais conhecido. Teve grande importância econômica para a região sudeste durante o século XVII por conta das centenas de <strong>engenhos de cana-de-açúcar</strong> que existiam naquela área. Não à toa até hoje a cidade é famosa pela produção local de <strong>aguardente</strong>.</p>
<p>Grande parte do charme de Paraty está no seu <strong>centro histórico</strong>, protegido &#8211; ainda bem! &#8211; pelo Patrimônio Histórico Nacional. As ruelas de pedras &#8216;pés-de-moleque&#8217;, o <strong>casario colonial</strong> de janelas coloridas, tudo remete ao passado. O centro histórico de Paraty é considerado pela Unesco como &#8216;o conjunto arquitetônico colonial mais harmonioso&#8217;. Legal, não?</p>
<div id="attachment_3488" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2010/08/paratymirim_foto-debora-bedin.jpg"><img class="size-medium wp-image-3488" title="paratymirim_foto debora bedin" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2010/08/paratymirim_foto-debora-bedin-300x193.jpg" alt="" width="300" height="193" /></a><p class="wp-caption-text">A vila de Paraty-Mirim / Foto: Débora Bedin</p></div>
<p>Planeje sua ida à cidade sem pressa, pois até o tempo parece rolar diferente ali. Proibido a carros, o centro abriga os principais <strong>restaurantes</strong> da cidade, <strong>ateliês</strong> e, de uns tempos pra cá, lojas mais badaladas. A diversão é se deixar levar pelo clima da cidade e ficar andando por ali sem grandes preocupações.</p>
<p>Por falar em restaurantes, a gastronomia virou uma atração à parte nos últimos anos. Come-se muito bem lá e há opções para os mais variados gostos, desde a <strong>comida caseira </strong>de uma pensão familiar até restaurantes mais chiques de <strong>cozinha italiana</strong>, francesa e tailandesa. Reserve um dinheiro extra para experimentar pelo menos um deles, que não são baratos, mas valem a pena.</p>
<p><strong>AONDE IR</strong></p>
<p>Além das atrações do centro histórico, não deixe de visitar um dos <strong>alambiques</strong> de Paraty. Na fazenda <a href="http://www.paraty.com.br/murycana/" target="_blank">Murycana</a>, por exemplo, é possível conhecer o processo de <strong>fabricação da cachaça</strong>, visitar o museu de móveis e peças decorativas que pertenceram aos antigos proprietários, o engenho e ainda <strong>degustar</strong> uma a pinga produzida lá. O ingresso custa apenas R$ 5.</p>
<p>Outro programa obrigatório é fazer um dos <strong>passeios de barco</strong> pela baía. Eles duram, em média, de 4 a 5 horas e podem incluir comida e bebida. As águas claras e tranquilas são um convite ao <strong>mergulho</strong> ao lado dos peixes.</p>
<p>Se você é louco por praia (como eu), vale esticar a visita para conhecer São Gonçalo, <strong>Paraty-Mirim</strong> e Trindade. Naquela região também fica a Praia do Sono, mas o acesso é mais difícil e, na minha opinião, vale uma viagem separada (<a href="http://asviajantes.com/brasil/rio-de-janeiro/praia-do-sono-lama-sombra-e-agua-fresca" target="_blank">clique aqui</a> para ler o post da Alícia sobre ela).</p>
<p><strong>ONDE FICAR</strong></p>
<p>Paraty não é uma cidade muito barata, mas dá pra encontrar <strong>pousadas</strong> confortáveis (com café da manhã) por preços razoáveis fora do centro histórico. No centro, elas são bem mais caras e luxuosas e muitas mantêm o mobiliário colonial de séculos atrás. No site oficial de Paraty há várias opções de hospedagem em vários bairros da cidade.</p>
<p><strong>FESTA O ANO INTEIRO</strong></p>
<p>Combinando o clima acolhedor da cidade pequena com uma boa infraestrutura, Paraty acaba atraindo uma série de <strong>eventos culturais</strong>, que levam milhares de pessoas pra lá todo ano. O último &#8211; e maior de todos &#8211; foi a Flip (a Renata já foi e escreveu <a href="http://asviajantes.com/brasil/rio-de-janeiro/eu-ja-fui-a-flip" target="_blank">aqui</a> como foi).</p>
<div id="attachment_3489" class="wp-caption alignleft" style="width: 220px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2010/08/paraty-alambique.jpg"><img class="size-medium wp-image-3489 " title="paraty alambique" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2010/08/paraty-alambique-300x199.jpg" alt="" width="210" height="139" /></a><p class="wp-caption-text">Alambique Murycana, com direito à degustação! / Foto divulgação</p></div>
<p>Agora, saem os livros e entra a <strong>pinga</strong> no centro das atenções dos visitantes que forem a Paraty no próximo fim de semana. De 19 a 22 de agosto acontece lá o <strong><a href="http://www.paraty.com.br/feriados/festivaldapinga/index.asp" target="_blank">18º Festival da Cachaça, Cultura e Sabores de Paraty</a></strong>, que reúne estandes de sete alambiques locais e oito marcas de cachaça, além de inúmeras atrações musicais. Este ano haverá show de <strong>Alceu Valença</strong>.</p>
<p>E até o fim do ano ainda acontecem: Paraty em Foco (festival de fotografia), em setembro; Festival Internacional de Cinema, em outubro; Festival de Música e outro de Gastronomia Caiçara, em novembro. Escolha o evento que mais combina com você e bote o pé na estrada!</p>
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		<title>As cores, os ruídos e a paz da Amazônia</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Aug 2010 12:50:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alicia Uchoa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Amazonas]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Floresta Amazônica]]></category>
		<category><![CDATA[Viagem]]></category>
		<category><![CDATA[Boto Rosa]]></category>
		<category><![CDATA[Jacaré]]></category>
		<category><![CDATA[Pesca de piranha]]></category>
		<category><![CDATA[Selva]]></category>

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		<description><![CDATA[A poucos quilômetros de Manaus é possível descobrir uma Floresta Amazônica linda, segura e completamente acessível para mochileiros.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_3469" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2010/08/por-do-sol.jpg"><img class="size-medium wp-image-3469" title="por do sol" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2010/08/por-do-sol-300x127.jpg" alt="" width="300" height="127" /></a><p class="wp-caption-text">Não me cansei de fotografar esse pôr do sol</p></div>
<p>Na escola a gente aprende que a <strong>Amazônia </strong>é o pulmão do mundo, mas indo lá a gente descobre que ela é também o coração e a alma do Brasil. Olhar para o horizonte e não saber onde começa o céu e onde termina o rio, ver árvores que surgem no meio de um oceano de água doce e perceber que a floresta é um mundo real e imenso, que nos faz entender porque chamamos a natureza de mãe natureza.</p>
<p><strong><a href="http://asviajantes.com/fotos?album=Amazonia" target="_blank">Veja mais fotos da nossa viagem à Amazônia</a></strong></p>
<p>Vou tentar traduzir um pouco dessa emoção aqui, mas já vou avisando que não sei se vou conseguir passar o misto de sensações que se tem ao desembarcar por lá.</p>
<div id="attachment_3470" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2010/08/samauma.jpg"><img class="size-full wp-image-3470" title="samauma" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2010/08/samauma.jpg" alt="" width="300" height="400" /></a><p class="wp-caption-text">Essa é a Samaúma: seu tronco chega a 9 metros de diâmetro e pode ter mais de 40 metros de altura</p></div>
<p>A primeira coisa é dizer que é completamente a Amazônia é completamente possível e segura para os mochileiros que não estão a fim de ficar presos à plasticidade e aos preços exorbitantes dos ecoresorts, mantendo o conforto do esquema de pensão completa.</p>
<p>Mesmo não ouvindo falar muito por aqui, o turismo lá é completamente estruturado. As principais operadoras têm saídas diárias para os passeios na selva, que tem seus lugares preenchidos por pelo menos 90% de gringos.</p>
<p><strong>HOSPEDAGEM</strong>- Depois de muitas pesquisas e algumas indicações fomos parar na selva um dia depois da nossa chegada a Manaus. A galera da <a href="http://www.planettours.com.br/" target="_blank">Planet Tours</a> (nosso guia foi o Fabinho, sem dúvida o melhor da empresa e o caboclo mais gente boa que conhecemos) já havia buscado a gente no aeroporto como o combinado e seguimos pela manhã para o porto flutuante da cidade.</p>
<p>Fizemos o pacote de cinco dias no flutuante <strong>Green Lodge</strong> (mas tem pacotes de até um dia), que tem hospedagem em quartos com banheiros e em redes, com banheiros compartilhados. Mas numa de ser ecologicamente correto &#8211; ele não é completamente sustentável como eu pensava &#8211; não tem energia elétrica.</p>
<div id="attachment_3468" class="wp-caption alignright" style="width: 235px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2010/08/green-lodge.jpg"><img class="size-full wp-image-3468" title="green lodge" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2010/08/green-lodge.jpg" alt="" width="225" height="169" /></a><p class="wp-caption-text">Nosso hotel flutuante</p></div>
<p>A piscina era o Rio Negro, calmo e com uma temperatura convidativa a qualquer hora do dia. Estar rodeado dele te dá a vantagem de poder cair à noite, ao amanhecer, antes ou depois de um passeio.</p>
<p><strong>BICHOS E SELVA</strong> &#8211; Como tínhamos muitos dias, aproveitamos tudo o que tínhamos direito: o encontro dos rios <strong>Negro </strong>e <strong>Solimões</strong>, que impressionantemente não se misturam; a <strong>vitória régia</strong>, pescaria de <strong>piranha</strong>, focagem de <strong>jacaré</strong>, praias de rio e visita à comunidade de caboclos. Além, claro, de se apaixonar pelo nascer e o <strong>pôr do sol</strong> no meio do Rio Negro – tem locais em que sua largura mede 15 km e o horizonte te faz sentir no mar.</p>
<p>Entre uma atividade e outras, vimos muitos <strong>macacos </strong>e <strong>botos</strong>, algumas <strong>preguiças</strong>, além de uma <strong>tarântula </strong>- aquela aranha grandona &#8211; e muitas árvores incríveis, de mais de <strong>4o metros de altura</strong>, sobretudo na noite em que dormimos na selva.</p>
<div id="attachment_3475" class="wp-caption alignleft" style="width: 235px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2010/08/preguiça.jpg"><img class="size-full wp-image-3475" title="preguiça" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2010/08/preguiça.jpg" alt="" width="225" height="169" /></a><p class="wp-caption-text">Que preguiiiiiça...</p></div>
<p>Sim, <strong>dormir na selva</strong> é uma delícia. Mas, acredite, lá foi o lugar em que menos vimos bichos. Como era uma área nativa, os animais ali não são muito fãs dos humanos e ao menor ruído nosso, fogem e se escondem. Mas sentir aquele cheiro, acordar no meio da noite e perceber que a orquestra de sons do anoitecer se transforma em absoluto silêncio mesmo com milhares de seres vivos ali, não tem preço.</p>
<p>Na noite seguinte, dormimos na casa de uma família <strong>ribeirinha </strong>e pudemos ver de perto as delícias e as dificuldades de se viver tão longe da cidade, imerso na natureza.</p>
<p><strong>NADANDO COM O BOTO</strong> – No último dia, acrescentamos uma atividade que não estava no planejado: nadar com os botos tucuxi e rosa. Depois de mais de duas horas de barco chegamos ao Recanto dos Botos. A Silvana transformou seu bar flutuante num dos pontos mais desejados pelos turistas.</p>
<div id="attachment_3476" class="wp-caption alignright" style="width: 258px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2010/08/boto.jpg"><img class="size-full wp-image-3476" title="boto" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2010/08/boto.jpg" alt="" width="248" height="330" /></a><p class="wp-caption-text">Os botos são realmente muito dóceis. Esses aí não são de cativeiro, mas gostam da comida e brincadeira fácil</p></div>
<p>Ali, os botos vivem livres, mas acostumados a terem sempre comida farta e muita brincadeira, vão seguindo o bar pelo rio afora, e todas as épocas do ano. Com o sucesso do negócio ela conseguiu atrair a atenção do Ibama, que acompanha e ajuda no trabalho.</p>
<p>Os turistas não podem alimentá-los diretamente, por questões de segurança, só a galera da casa o faz, mas nadamos do ladinho deles e podemos fazer carinho à vontade. De vez em quando, um vem e te dá uma ‘cutucada’ com o bico pra chamar a atenção.</p>
<p><strong>MOSQUITOS </strong>– Aí embaixo eu vou falar de dicas em geral, mas achei que os mosquitos rendem uma atenção especial. Os manauaras juram que a acidez do Rio Negro inibe a proliferação deles na região. Mas para qualquer pessoa que venha da cidade, eles são muitos e acho que de muitas categorias.</p>
<p>Por isso, não os menospreze. Se for dormir em rede, compre em Manaus mosquiteiros especiais para redes. Se for dormir em cama, idem. Além disso, esqueça o Off, ele não faz nem cosquinha nos mosquitos de lá. Eu levei um indicado pela Fiocruz, que tem 10 horas de duração &#8211; É um spray de embalagem preta chamado Exposis Extreme, que pode ser comprado em farmácia. Eu prefiro me consolar acreditando que ele pelo menos diminuiu o sofrimento nesse quesito, mas mesmo assim perdi a conta de quantas picadas tomei.</p>
<p>Então, uma dica é se armar: velas de citronela e spray pros quartos, fazer trilhas com calças e camisas de manga comprida. Até os tampões de ouvido que uso pra dormir, me ajudaram a ignorar aquele zzzzzzzzzz irritante.</p>
<div id="attachment_3478" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2010/08/acampamento.jpg"><img class="size-full wp-image-3478" title="acampamento" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2010/08/acampamento.jpg" alt="" width="300" height="400" /></a><p class="wp-caption-text">Redes com mosquiteiros no acampamento na selva</p></div>
<p>A <strong>malária </strong>é uma preocupação em quem vai pra lá, mas está longe de ser uma epidemia. Qualquer posto de saúde tem o remédio necessário – que não vende em farmácias – e qualquer comunidade ribeirinha tem um agente de saúde que sabe reconhecê-la. O principal sintoma que pode fazer você ficar com alguma neura lá é febre ao anoitecer.</p>
<p><strong>DICAS E CUIDADOS</strong> – Você vai para o meio do mato. Então, prepare-se. Vacine-se contra a febre amarela e prefira ter a sua própria água. Nenhum lugar aceita cartão. Leve <strong>dinheiro vivo</strong> e, como em qualquer lugar, fique de olho nele. No nosso Lodge tinha bar, mas era tudo bem caro. Levamos uma bolsa térmica com sucos, refris e cerveja e os biscoitos e sanduíches nos ajudaram a passar o tempo entre uma refeição e outra incluída no pacote.</p>
<p>Eu, felizmente, não precisei de nada, mas levei uma minifarmácia comigo, que tinha desde remédio pra dor de cabeça e cólica, a ataduras, mertiolate e esparadrapo.</p>
<div id="attachment_3480" class="wp-caption alignright" style="width: 161px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2010/08/jacaré.jpg"><img class="size-full wp-image-3480" title="jacaré" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2010/08/jacaré.jpg" alt="" width="151" height="112" /></a><p class="wp-caption-text">Focagem de jacaré: à noite, sob a luz de uma lanterna, os olhos do jacaré viram foco como dois pontos iluminados no meio da escuridão</p></div>
<p>Eles têm lá seu kit de primeiros socorros, mas você vai se sentir mais seguro tendo os remédios a que já está acostumado. Lenços umedecidos para quem vai passar uma noite na selva também é uma boa pedida.</p>
<p>Lembre-se que você vai estar imerso na natureza, então respeite-a. Leve seu saquinho de lixo e nada de deixar rastros pra trás ou de sair arrancando tudo pela frente. Deixe a ‘lembrancinha’ a cargo da máquina fotográfica. A última dica é: esqueça suas frescuras na cidade. Abra seu coração e mente para a paz que aquele lugar significa por si só.</p>
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		<title>Eu já… dormi em uma caverna</title>
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		<pubDate>Thu, 12 Aug 2010 18:36:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Clarissa Vasconcellos</dc:creator>
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		<description><![CDATA[No coração da Turquia, é possível passar a noite como os antigos habitantes da Capadócia, mas com mais conforto.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_3375" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2010/08/l-01-hotel-star-cave-em-goreme.jpg"><img class="size-medium wp-image-3375" title="OLYMPUS DIGITAL CAMERA" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2010/08/l-01-hotel-star-cave-em-goreme-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">Entrada do nosso hostel cave</p></div>
<p>Uma caverna com banheiro, cama e até decoração. Não era a dos Flintstones, mas sim um <em>hostel-</em>caverna, tipo de acomodação muito comum na <strong>Capadócia</strong> (<strong>Turquia</strong>). Há cavernas para todos os gostos: de <strong>mochileiros</strong> a <strong>de</strong> <strong>luxo</strong>. A experiência consiste em recriar a vida dos turcos nessa região, só que algumas adaptações ao turismo.</p>
<p>Mas é uma caverna mesmo? Sim. Uma <strong>caverna escavada</strong>. Os trogloditas autóctones que viviam na paisagem lunar da Capadócia descobriram que aquelas <strong>rochas calcárias</strong> eram facilmente moldáveis e, com o passar dos séculos, criaram casas, igrejas e cidades subterrâneas na região – tudo através da escavação.</p>
<div id="attachment_3376" class="wp-caption alignleft" style="width: 235px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2010/08/v-747.jpg"><img class="size-medium wp-image-3376" title="OLYMPUS DIGITAL CAMERA" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2010/08/v-747-225x300.jpg" alt="" width="225" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Uçhisar, onde se podem ver as casas-caverna originais</p></div>
<p>Para ver as cavernas autênticas, históricas, é necessário ir a cidades como <strong>Çavuşin </strong>ou <strong>Uçhisar</strong>, cujas ruínas cor de mel nos transportam para outra época. Ou então visitar as labirínticas cidades subterrâneas <strong>Kayamaklı, Özlüce</strong> e <strong>Derinkuyu</strong> (não muito recomendadas a claustrofóbicos), onde é possível conhecer adegas, cozinhas e quartos, além de saber como seus habitantes se defendiam de invasores. Porém, nessas, não é possível hospedar-se. Também é fundamental conhecer as <strong>chaminés de fadas </strong>(formações vulcânicas em formas de cones, falos e cogumelos) e os <strong>afrescos</strong> de mais de 800 anos nas igrejas escavadas. Para ver mais detalhes veja o item PASSEIOS, do <strong><a href="http://asviajantes.com/viagem/turquia-uma-introducao-a-asia" target="_blank">post da Turquia</a></strong>.</p>
<p>Eu fiquei em um dos quartos de casal do <strong>Star Cave </strong>(o site oficial não está abrindo, procure pelo Google), na cidade de <strong>Göreme</strong>, um dos mais recomendados pelos mochileiros. Eles também têm quartos para mais gente, como qualquer <em>hostel</em>. Göreme é uma pequena cidade (de cerca de dois mil habitantes) que me deixou completamente enfeitiçada. É mínima e encantadora e por lá há vários outros hotéis e <em>hostels</em>-caverna.</p>
<p>A primeira impressão que tive ao chegar ao meu quarto-caverna não foi muito boa. Era quase verão, fazia muito <strong>calor</strong> na Capadócia, e vi um quarto, que parecia normal, de portas e janelas escancaradas, com várias <strong>moscas</strong> e <strong>abelhinhas</strong>. Sem nem desbravá-lo direito, fui pedir um <em>flit</em>-paralisante-qualquer na recepção. O encarregado de receber os hóspedes deu uma risada malandra e até se incomodou um pouco, disse que era assim mesmo, que eu não podia matá-los, ora vejam. Eu, que tenho <strong>pânico</strong> de insetos, fiquei desesperada, mas, para a minha surpresa, os bichinhos, que estavam tranquilos em seu hábitat (eu era quem estava invadindo o espaço deles), desapareceram à noite. Não tivemos nenhum problema com picadas. Não se deixe levar pela frescura.</p>
<div id="attachment_3377" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2010/08/l-10.jpg"><img class="size-medium wp-image-3377" title="OLYMPUS DIGITAL CAMERA" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2010/08/l-10-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">Quarto por dentro</p></div>
<p>Mais relaxada, consegui aproveitar a experiência. As paredes eram um pouco escuras, de pedra, mas decoradas com lindos <strong><em>kilims</em></strong> (tapetes típicos da região), além de outras peças de artesanato local espalhadas cuidadosamente pelo quarto. O banheiro não era tão rústico, tinha até privada (coisa não muito comum na Capadócia, onde se costuma fazer xixi em um buraco no chão revestido de louça), mas os ladrilhos, de cor de mel, se harmonizavam com o resto do quarto. A luz (elétrica) é suave.</p>
<p>À noite, era fresquinho, já que o lugar concentra muita <strong>umidade </strong>(se for no inverno, confira se o hotel tem calefação). Foi delicioso, era o máximo ficar ali, mesmo sabendo que era uma recriação com um tipo de conforto inexistente nas cavernas originais.</p>
<p>Além do <strong>Star Cave</strong>, a <a href="http://www.shoestringcave.com/" target="_blank"><strong>Shoestring Cave Pension</strong></a><strong> </strong>e<strong> </strong>a <a href="http://www.travellerscave.com/" target="_blank"><strong>Traveller’s Cave Pansiyon</strong></a><strong> </strong>também oferecem a experiência em Göreme por um preço econômico. Um pouco mais cara, a <strong><a href="http://www.localcavehouse.com/" target="_blank">Local Cave House</a> </strong>tem uma piscina com vista para as chaminés de fada.</p>
<div id="attachment_3378" class="wp-caption alignleft" style="width: 235px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2010/08/l-06.jpg"><img class="size-medium wp-image-3378" title="OLYMPUS DIGITAL CAMERA" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2010/08/l-06-225x300.jpg" alt="" width="225" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Entrada de um dos quartos coletivos</p></div>
<p>A região conta também com uma opção de hospedagem totalmente diferente dos hotéis-caverna. São os chamados <strong>hotéis-boutique</strong>, comuns na cidade de <strong>Ürgüp</strong>. Instalados em edifícios cor de mel, alguns deles construídos pelos imigrantes gregos no início do século XX, os hotéis-boutique são famosos por seu charme, acompanhado da boa gastronomia e vinhos locais bacanas. Infelizmente não deu para a gente experimentá-los, mas todos os guias dizem que também são imperdíveis.</p>
<p>Para imprimir este post, <a href="http://sites.google.com/site/blogasviajantes/eu-ja-dormi-em-uma-caverna-1" target="_blank">clique aqui</a>.</p>
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		<title>Deu no &#8216;El País&#8217;: as melhores festas do verão espanhol</title>
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		<pubDate>Mon, 09 Aug 2010 17:58:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Clarissa Vasconcellos</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Uma lista de baladas para os turistas que passem pela Espanha neste verão]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_3393" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2010/08/supermartxe.jpg"><img class="size-medium wp-image-3393" title="supermartxe" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2010/08/supermartxe-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a><p class="wp-caption-text">Parece uma peça de teatro, mas é a festa Supermartxé, em Ibiza (foto da Galeria do evento)</p></div>
<p>A Espanha tem <strong>fama</strong> e deita na cama. Quem vem para cá no verão sabe que vai encontrar <strong>baladas selvagens</strong>, para <em>iniciados</em> na noite. Aproveitando o ensejo e as temperaturas de <strong>35 graus</strong> (em média), o suplemento <strong>EP3</strong> (caderno jovem do jornal <strong>El País</strong>) fez um especial que dá “<a href="http://www.elpais.com/articulo/cultura/Vuelta/Espana/fiestas/elpepucul/20100730elpepucul_3/Tes" target="_blank">a volta na Espanha em 20 festas</a>”, com noitadas espalhadas por todo o território. Abaixo, reunimos algumas delas, divididas entre as cidades mais visitadas pelos turistas nesta época. Se suas férias incluem uma parada em alguma delas neste verão, não perca estas <em>nights</em>.</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">IBIZA</span></strong></p>
<p>A meca da noitada europeia conta com quatro opções bacanas esta temporada. Uma das mais bombadas é a <strong><a href="www.partyanimals2010.net" target="_blank">Party Animals</a></strong>, onde não rolam os batidos globos gigantes ou go-go’s e sim muita música, comandada por Sven Väth todas as segundas na boate <strong>Amnesia</strong> (Calle Enmig, 4).</p>
<p>Já a festa itinerante <strong><a href="www.supermartxe.com " target="_blank">Supermartxé</a></strong> aterrissa na <strong>Privilège</strong> de Ibiza e na <strong>Fabrik</strong> de Madri (em outubro), com paradinhas em Sitges (Catalunha), Mikonos e Moscou. No fim-de-semana passado, o evento contou com a onipresente Paris Hilton em Ibiza. A balada é conhecida por suas noites temáticas – já dedicaram algumas ao cinema pornô e ao filme <em>Mad Max</em>.</p>
<p>Na <strong>Masquerade Motel</strong>, todas as segundas na <strong><a href="www.pacha.com" target="_blank">Pachá Ibiza</a></strong> (Avenida del 8 d’Agost, s/n), o trio de DJ’s Swedish House Mafia comanda um baile de máscaras que promete empolgar “até o mais tímido”. “As pessoas são o próprio espetáculo”, afirma Sebastian Ingrosso, um dos pilares do grupo sueco.</p>
<p>Para fechar, a <strong>Rock Nights</strong>, que rola nas salas <strong>Ushuaia </strong>e <strong>Martina</strong>, conquista o público com noites tituladas “All you need is love”, “Surf n’roll”e “Guitars vs Street Beats”, cujos nomes são autoexplicativos. Depois do verão, a festa volta para a sala <strong>Joy Eslava</strong> de Madri.</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">MALLORCA</span></strong></p>
<p>Na ilha ao lado, o <strong><a href="http://www.ibizarocks.com/mallorca-rocks-hotel/" target="_blank">Mallorca Rocks Hotel</a></strong>, irmão mais novo do <a href="www.ibizarocks.com" target="_blank">Ibiza Rocks Hotel</a><strong>,</strong> agrada aos fãs do pop britânico com sua bateria de shows à beira da piscina durante todo o verão, reunindo artistas das ilhas do norte como Calvin Harris, The Courteneers e Dizzie Rascal.</p>
<div id="attachment_3394" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2010/08/mellow.jpg"><img class="size-medium wp-image-3394" title="mellow" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2010/08/mellow-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">Inauguração do Mellow Beach Club (foto: Eventoplus)</p></div>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">BARCELONA </span></strong></p>
<p>A Espanha continental também é palco de muitas baladas e Barcelona é uma das cidades mais disputadas pelo público notívago. A festa <strong><a href="www.mellowbeachclub.com" target="_blank">Mellow Beach Club</a></strong> se celebra ao ar livre no <strong>Hotel Vela</strong>. A mistura de <em>chill out</em>, jazz e bossa nova começou este ano, mas tem tudo para continuar nos próximos verões.</p>
<p>Aberta durante o badaladíssimo festival <strong>Sònar, </strong>a <strong><a href="www.macarenamar.com" target="_blank">Mac Arena</a></strong><strong> </strong>é uma festa de praia com toques asiáticos localizada no <strong>Parc La Pau</strong>, perfeita para dar uma relaxada depois daquela bebedeira. Filhote praiano do famoso <em>club</em> barcelonês <a href="www.salarazzmatazz.com" target="_blank">Razzmatazz</a>, o <strong>Razz Pool</strong> é ideal para começar a noite (que terminará provavelmente no Razz original), com o sol do fim de tarde à beira da piscina do <strong>Hotel Villa Olímpica Suites </strong>(Carrer Pallars, 121)<strong>.</strong></p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">MADRI</span></strong></p>
<p>Nem todos fogem de Madri no verão. A falta de praia não desanima quem resolveu passar as férias na capital espanhola e muitos baladeiros já têm lugar reservado na festa <strong><a href="www.zombiestudio.es" target="_blank">Zombie Club</a></strong>, que rola na <strong>Sala Heineken</strong> (calle Princesa, 1) a partir de setembro. De tudo um pouco: música eletrônica dos 90’s, punk, metal e clássicos do indie embalam o povo que aparece por lá.</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">VALÊNCIA</span></strong></p>
<p>Cidade simpática, rodeada de praias bonitas, Valência é conhecida por uma noite divertida, de público jovenzinho (na casa dos 20 e poucos). A boate <strong>la3 </strong>(Calle Padre Porta, 2), em pleno centro antigo, é uma boa pedida para quem quiser curtir música eletrônica e indie. Mais informações <a href="www.groovelives.com" target="_blank">neste site</a>.<strong> </strong></p>
<div class="mceTemp">
<div id="attachment_3397" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2010/08/sitges1.jpg"><strong><img class="size-medium wp-image-3397" title="sitges" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2010/08/sitges1-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></strong></a><p class="wp-caption-text">Sitges: praia e noitadas como opções de lazer (foto: AbsolutBarcelona)</p></div>
</div>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">SITGES</span></strong></p>
<p>Conhecido como a San Francisco da Espanha (por atrair grande parte do turismo gay de dentro e fora do país), o balneário de Sitges abrigará este mês o <strong><a href="www.circuitfestival.net" target="_blank">Circuit Gay Festival</a></strong> (que também rola em Barcelona), onde o <em>house</em> imperará. Mas se você pensa em visitar esta cidade catalã, pertinho de Barcelona, em outra época, não vai se decepcionar. Há várias opções de vida noturna bem animadas o verão inteiro por lá.</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">BILBAO</span></strong></p>
<p>Elegante e antenada, a capital do País Basco não é só sinônimo de arte e design. Lar do único <strong>Museu Guggenheim</strong> espanhol, Bilbao também abriga a <strong><a href="www.fever.es" target="_blank">Pink Fever</a></strong>, festa de quatro ambientes de distintas cores (preto, dourado, azul e rosa), representando quatro <em>clubs</em>, com diferentes estilos musicais. A largada rola dia 4 de setembro na Sala Santana (Calle Tellería, 27).</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">MARBELLA</span></strong></p>
<p>Esta cidade, conhecida como o paraíso do <em>jet set</em> espanhol (mafiosos e emergentes incluídos), é famosa por uma noite doida em que tudo pode acontecer – algo meio Las Vegas para gente muito rica. A rede de discotecas <strong><a href="www.nikkibeach.com/marbella" target="_blank">Nikki Beach</a></strong><strong> </strong>(que tem casas em cidades tão diferentes quanto Marrakech ou Toronto) desembarcou por lá e organiza festas temáticas luxuosas (o que não significa que sejam sofisticadas ou elegantes). Se você tem bala na agulha e vontade de presenciar uma <em>noche loca</em>, esse é o seu lugar.</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">BENIDORM</span></strong></p>
<p>Este balneário tem duas caras bem diferentes: é conhecido por ser o pouso de velhinhos que querem descansar no litoral, mas, ao mesmo tempo, é palco de festivais bem bacanas como o recém-chegado <strong>Electrobeach Festival</strong> (de 27 a 29 de agosto), onde tocarão DJ’s como Carl Cox, Sven Väth e Richie Hawtin. Confira a programação completa <a href="www.electrobeachfestival.com" target="_blank">aqui</a>.</p>
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		<title>Eu já&#8230; fui à Flip</title>
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		<pubDate>Thu, 05 Aug 2010 15:04:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Reba</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Já estivemos na Flip - uma das festas mais charmosas do país - e damos todas as dicas de como aproveitar esse oásis literário.  ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2010/08/flip_igreja.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-3422" title="flip_igreja" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2010/08/flip_igreja.jpg" alt="Paraty e sua clássica igrejinha " width="340" height="258" /></a></p>
<p>A Festa Literária Internacional de Paraty, ou Flip para os íntimos, é certamente uma das festas mais gostosas e bem organizadas do país. O evento, que este ano acontece em agosto, transforma a já deliciosa cidade de Paraty e é capaz de encantar até mesmo quem não é um super, hiper fã de literatura. Barraquinhas que vendem ou dão poesias, performances musicais e teatrais que se multiplicam pelas esquinas ou simples esteiras cercadas de livros estendidas embaixo de árvores garantem diversão mesmo pra quem abrir mão ou não conseguir um lugarzinho nas disputadas tendas do evento.</p>
<p><strong>TENDAS, TENDAS, TENDAS&#8230;</strong></p>
<p>A festa &#8211; que em 2010 acontece esta semana &#8211; abre sempre numa quarta-feira e vai até o domingo. Quem não tiver todo esse tempo disponível consegue aproveitar bem no fim de semana.</p>
<p>A programação principal da Flip acontece na chamada Tenda dos Autores. Uma imensa tenda com ar condicionado e assentos confortáveis. As mesas que acontecem na tenda podem também ser assistidas ao vivo na Tenda do Telão, que é montada no meio da praça.</p>
<p>A Tenda dos Autores é obviamente a grande atração da Flip principalmente porque é bem montada e a chance de você conseguir ficar bem pertinho das grandes estrelas da festa é grande, mas quem não conseguir ingressos &#8211; sim, eles se esgotam rápido! &#8211; ou simplesmente não tiver bala na agulha pra comprar entradas pra todas as mesas pode optar pela Tenda do Telão sem arrependimento. Há também os mais mochileiros que optam por assistir às palestras do lado de fora da Tenda do Telão. Nesse caso você não senta nas cadeiras, nem pode usar o equipamento de tradução simultânea que é distribuído gratuitamente mas consegue assistir ao debate pelo telão. Sem muito conforto, é verdade, mas de graça. Ou seja, a Flip é mesmo uma festa para todos os bolsos.</p>
<p>Além das duas tendas, há programação também na Casa da Cultura. Um lindo casarão que é transformando em point da festa onde se pode assistir a filmes, exposições, saraus e debates. Algumas programações também são de graça pras demais os ingressos custam R$ 10.</p>
<p><strong>HOMENAGEADO</strong></p>
<p>A Flip tem sempre um autor homenageado. Em 2010, o escolhido foi Gilberto Freyre. Saramago também deve ser lembrado durante o evento. Se o seu escritor preferido for o homenageado da Flip, você deve sair correndo agora para Paraty. É definitivamente uma oportunidade única de ver e escutar grandes especialistas reunidos e discutindo a obra dele.</p>
<p>Mas não ser um grande fã do autor homenageado não é, definitivamente, um motivo para faltar à festa. O evento tem uma média de cinco mesas por dia e algumas nada têm a ver com o homenageado. É só escolher uma, pode ser aleatória mesmo, e se divertir. Eu preciso confessar que me surpreendi em todas as mesa a que já assisti na Flip. E eu estou muito, muito, muito longe de ser uma especialista em literatura.</p>
<p><strong>INGRESSOS</strong></p>
<div id="attachment_3425" class="wp-caption alignleft" style="width: 393px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2010/08/fliptenda1.jpg"><img class="size-full wp-image-3425" title="fliptenda" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2010/08/fliptenda1.jpg" alt="" width="383" height="255" /></a><p class="wp-caption-text">O palco principal da festa </p></div>
<p>Existem os flipmaníacos,  quem passam grande parte do ano acompanhando quem são os autores confirmados para a festa e compram ingressos logo no primeiro dia. Por isso, sim, as entradas para a tenda principal da Flip se esgotam rápido, rápido, rápido.</p>
<p>Mas a organização do evento guarda uma parcela dos ingressos para vender no dia. Logo, mesmo que vc opte por comprar tudo quando chegar em Paraty poderá dar a sorte de conseguir uma entrada para aquela super mesa concorrida. A dica é: chegue cedo às bilheterias (cedo mesmo, logo que elas abrirem) e compre logo as entradas para todas as mesas que  quiser assistir naquele dia. Nesse esquema eu já fiquei de fora da Tenda dos Autores mas nunca não consegui ingresso para a tenda do Telão.</p>
<p>As entradas para a Casa de Cultura só são vendidas em Paraty durante o evento.</p>
<p>Em 2010, os preços são: R$ 40 para a Tenda dos Autores e shows. R$ 10 para a Tenda do Telão e Casa de Cultura. Estudantes pagam meia.</p>
<p><strong>CRIANÇAS</strong></p>
<p>A Flipinha é a versão mirim da Flip e acontece ao mesmo tempo que a programação principal. Eu ainda não tenho filhos mas já tenho como meta levá-los à Paraty logo que vierem ao mundo. O evento é tão bem organizado que é capaz de despertar a atenção mesmo daquelas crianças hiperativas que não conseguem ficar mais de cinco minutos sentadas com um livro na mão.</p>
<p>O interesse já começa logo que as crianças chegam na cidade e se deparam com estátuas de papel marché em tamanho real montadas na praça principal.</p>
<p>Normalmente são reproduzidos personagens de livros infantis e portanto familiares aos pequenos. Também estão ali esteiras e livros pelo chão para que elas possam folhear e fazer os primeiros contatos com a literatura.</p>
<p>Além disso, fazem parte da programação teatrinho, musicais, contadores de histórias, oficinas e concursos capazes de deixar os filhos tão ou mais empolgados que os pais.</p>
<p><strong>HOSPEDAGEM</strong></p>
<div id="attachment_3426" class="wp-caption alignright" style="width: 350px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2010/08/fliprua1.jpg"><img class="size-full wp-image-3426" title="fliprua" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2010/08/fliprua1.jpg" alt="" width="340" height="218" /></a><p class="wp-caption-text">Ruas lotadas</p></div>
<p>Isso é a parte chata da Flip. Achar uma pousada é um martírio durante o evento. Achar uma que caiba no bolso é uma agulha no palheiro, isso porque as hospedagens têm preços para a baixa e alta temporadas e preços Flip.</p>
<p>Pros mochileiros os campings são uma boa opção. Há dois na área urbana que oferecem uma boa estrutura e quebram um bom galho (é bom lembrar que com tanta opção do que fazer você só vai mesmo dormir e tomar banho na sua hospedagem).</p>
<p>No ano passado, no entanto, eu fiquei com um pouco de preguiça de levar toda a tralha camping para passar apenas um fim de semana e acabei optando por uma pousada no bairro do Jabaquara. O lugar é um pouco distante do centro histórico e do burburinho da festa mas como Paraty é beeem pequeninha nós pudemos ir andando todos os dias pra pousada. No entanto, se você não estiver de carro, certifique-se da altura de Jabaquara está a pousada que você achou. O bairro é grande e algumas ficam a uma caminhada razoável do centro. Nesse caso, a opção é ir de carro até o meio do caminho e caminhar um pedaço já que carros são proibidos no centro histórico de Paraty. Enfim, por estar distante e não ter um milésimo do charme do centro, Jabaquara oferece pousadas com preços razoáveis mesmo durante a Flip. A nossa não era exatamente charmosa mas era bem limpa e como donos muito simpáticos. E como a própria Flip tem charme para dar e vender isso não é exatamente um problema.</p>
<p>Se dinheiro não é um problema, a dica é pesquisar nas pousadas que são indicadas pela <a href="http://www.flip.org.br/" target="_blank">organização da Flip</a>. Aí você pode ter certeza de que seu roteiro do charme estará completo.</p>
<p>Um outro lugar bom lugar pra pesquisar hospedagem é o <a href="http://www.paraty.tur.br/" target="_blank">site de turismo de Paraty.</a></p>
<p><strong>COMENDO E COMPRANDO</strong></p>
<p>Entre uma mesa e outra a dica é circular por Paraty e aproveitar tudo que a cidade tem pra oferecer. A cidade é repleta de ateliês que costumam ficar abertos até bem tarde durante o evento. Vale uma entrada em todos porque os trabalhos são realmente lindos.</p>
<p>Comer é outro programão. Paraty tem restaurantes ultra charmosos com destaque para os frutos do mar. Durante a Flip existe o circuito Gastro-literário, com pratos exclusivos criados especialmente para o evento e que tem como inspiração os autores participantes da festa.</p>
<p>Para imprimir <a href="https://sites.google.com/site/blogasviajantes/home/flip" target="_blank">clique aqui</a></p>
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