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	<title>Viagem é com As Viajantes</title>
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	<description>Dicas de viagem, roteiros de turismo, listas de destinos, truques para comprar passagens</description>
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		<title>De carro pela Serra: um roteiro pelas estradas de Gramado, Canela e as vinícolas de Bento Gonçalves</title>
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		<pubDate>Fri, 20 Jan 2012 12:39:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alicia Uchoa</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Se pudesse resumir essa viagem numa só palavra ela seria surpresa. Foi tudo meio repentino na minha volta à Serra Gaúcha mais de dez anos depois. As mudanças foram pra melhor.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2012/01/maria-fumaça.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-5831" title="maria fumaça bento gonçalves" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2012/01/maria-fumaça-300x225.jpg" alt="maria fumaça bento gonçalves" width="300" height="225" /></a>Se pudesse resumir essa viagem numa só palavra ela seria surpresa. Foi tudo meio repentino na minha volta à Serra Gaúcha mais de dez anos depois de uma semana com muitos amigos e o descompromisso da época de faculdade (obs: acho que essa, aliás, foi das poucas viagens que conseguimos reunir as seis viajantes deste blog). O destino inicial seria ir de Porto Alegre a Montevidéu de carro, mas burocracias tupiniquins me fizeram ter que mudar os planos faltando uma semana pro embarque. Foi aí que Gramado, Canela, Bento Gonçalves e Caxias do Sul ganharam nossa atenção e pegamos a estrada. Ao longo dos dias percebi que ou eu lembrava de muito pouca coisa da região ou ela havia mudado &#8211;  e  pra melhor. Acho que foram as duas coisas. Desta vez, iríamos descobrir o enoturismo brasileiro.</p>
<p>Como nossa ideia era estar em Porto Alegre no Réveillon, nosso roteiro precisava ter quatro ou, no máximo, cinco dias. Mas dá, fácil, para estender os planos um pouco mais. Seja lá qual for a cidade que você escolher, pra quem gosta e está acostumado a viajar de carro é muito tranqüilo. É tudo relativamente perto. Mas um aviso importante, para os cariocas ou alguém com origem nordestina como eu, mesmo no verão é bom ter um casaquinho na mala. Chegamos a pegar 16º C, o que é inimaginável na estação pra quem vive no Rio de Janeiro.</p>
<p><strong> </strong></p>
<div id="attachment_5827" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2012/01/hortensias.jpg"><img class="size-medium wp-image-5827" title="hortensias" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2012/01/hortensias-300x225.jpg" alt="hortensias estrada Serrra Gaúcha" width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">Pela estrada afora..</p></div>
<p><strong>NA ESTRADA</strong> – Completamente turística, essa parte do estado tem várias rotas para percorrer de carro, como a Rota das Cantinas, Caminhos de Pedras, etc. Começamos pela Rota Romântica, que leva até Gramado. A estrada é linda. Além de bem cuidada, são quilômetros e mais quilômetros de árvores contornando, que às vezes dão lugar a verdadeiros paredões de hortênsias azulzinhas dos dois lados. Como a distância entre as cidades eram curtas, acabamos não precisando abastecer ou comer na estrada. A boa dica é ficar atento a queijarias e mercearias de beira de estrada, que tem salames, geléias e queijos caseiros sempre deliciosos.</p>
<p>Nosso roteiro foi: Porto Alegre-Gramado-Canela-Caxias do Sul-Bento Gonçalves-Novo Hamburgo-Porto Alegre. Para planejar o seu, veja as <strong>distâncias</strong>:<br />
<strong>Porto Alegre-Novo Hamburgo</strong> :  43 km<br />
<strong>Porto Alegre-Caxias do Sul</strong>: 133 km<br />
<strong>Porto Alegre-Gramado</strong>: 122 km<br />
<strong>Porto Alegre-Bento Gonçalves</strong>: 121 km<br />
<strong>Gramado-Bento Gonçalves</strong>: 109 km</p>
<p><strong>GRAMADO</strong> &#8211; Carro alugado, e resolvemos que nosso almoço seria em Gramado. E lá fomos nós: 122 km e quase duas horas depois estávamos lá. A cidade é praticamente uma cidade cenográfica. Me senti num Projac gigante, com aquele imóveis bem cuidados, ruas limpíssimas, tudo organizado que até os pedestres pareciam orquestrados. Para completar, como chegamos um dia depois do Natal, ainda tinha toda aquela decoração que fez o lugar ficar com um quê ainda mais cenográfico.</p>
<p><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2012/01/jantar.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-5832" title="jantar" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2012/01/jantar-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a>Passeamos um pouco e paramos para almoçar num dos charmosos restaurantes da <strong>Rua Coberta</strong>. Não pernoitamos por lá porque, como era altíssima temporada, já estávamos com o Ibis reservado em Caxias do Sul. Mas vale uma esticadinha maior, sim. A cidade tem ainda atrativos para todos as gostos, como Museu de Cera, Museu de Automóveis, Megaloja de aluguel por hora de carros esportivos luxuosos, como Ferrari e Porche ou, para quem vai com crianças, a Casa do Papai Noel. Além das unânimes – e inúmeras – <strong>fábricas de choc</strong>olates. Dá água na boca só de lembrar.</p>
<p><strong>CANELA</strong> – Não dava para ir até Gramado e não dar um pulinho em Canela, né? As cidades são coladas, como Rio-Niterói, Recife-Olinda, São Paulo-Guarulhos&#8230; Então, ficou decidido e fomos fazer a digestão no <strong>Parque do Caracol</strong>. Lá tem mirante, tirolesa e um <strong>teleférico</strong> que te leva bem perto da cachoeira que dá nome ao local.</p>
<p>De lá fomos dormir em <strong>Caxias do Sul.</strong> Apesar de ser uma grande cidade, a ideia inicial era aproveitar cachoeiras e fazer uns passeios em pequenas cidades do entorno, visitando cachoeiras e qualquer outro vestígio de natureza. Como o tempo estava chuvoso, fizemos uma noitada básica no <strong>Mississipi Blues</strong>, um bar com boutique charmosérrimo e logo que acordamos caímos na estrada novamente já pensando nas <strong>vinícolas</strong> de Bento.</p>
<p><strong><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2012/01/uva-p.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-5829" title="uvas nos parrerais" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2012/01/uva-p-300x225.jpg" alt="uvas nos parrerais" width="300" height="225" /></a>BENTO GONÇALVES</strong> – Nossas reservas estavam feitas numa das pousadas da <strong><a href="http://www.villavalduga.com.br/" target="_blank">Villa Valduga</a></strong>, da tradicional vinícola <strong>Casa Valduga</strong>, que incluía na hospedagem um curso de quatro horas de introdução ao vinho e descontos na loja. A essa altura nós só pensávamos que bons queijos, bons vinhos e bons restaurantes nos esperavam. A época da colheita nos parreirais começa em janeiro e vai até março. Por isso, passar por lá no fim de dezembro foi, sem querer, a escolha certa. Da estrada você aqueles vales verdinhos e as parreiras carregadas. Lindo de ver.</p>
<p>A região tem vinícolas por todos os lados. Mas, estando de carro, você tem que passar pela Linha Leopoldina, no <a href="http://www.valedosvinhedos.com.br" target="_blank">Vale dos Vinhedos</a>, que tem vistas lindas e dá acesso à <strong><a href="http://www.miolo.com.br/controller.php" target="_blank">Miolo</a></strong>, ao <strong><a href="http://www.spadovinho.com.br/" target="_blank">Spa do Vinho</a></strong> e também pode servir de acesso à Casa Valduga. Mas há outras tantas pequenas, que podem valer a parada, dependendo do tempo e da disposição. Outra que visitamos foi a <strong><a href="http://www.salton.com.br/novo/" target="_blank">Salton</a></strong>, que reverte o valor da visitação em crédito para compras.</p>
<p>O melhor é ir aprendendo sobre os vinhos e ir harmonizando ao longo da viagem escolhendo os restaurantes. Bem perto da Salton está o <strong>Pignatella</strong>. Lá, por menos de R$ 40 você come uma sequência de bons pratos, que vão de carne, galeto a massa. O <strong>Canta Maria</strong> tem umas duas opções parecidas no menu e outras à la carte, mas o carro chefe é mesmo o galeto. Dentro da Casa Valduga rola um rodízio no almoço e no jantar, que precisa ter reservas feitas até as 19h, tem um menu com entrada, dois pratos e sobremesa por algo em torno de R$ 50. Tem ainda o bistrô da <strong><a href="http://www.casamadeira.com.br/" target="_blank">Casa da Madeira</a></strong>, que também promete preço honesto para a comida bem pensada e é superbem falado (só abre para o almoço).</p>
<p><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2012/01/parreiras1.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-5833" title="parreiras" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2012/01/parreiras1-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a>No meio de tudo arrumamos um tempo para um programa turistão: andar de trem bebendo vinho na <a href="http://www.giordaniturismo.com.br/giordani/default.php" target="_blank">Maria Fumaça</a>. O passeio começa em Bento Gonçalves com degustação na estação, para em Garibaldi e segue até Carlos Barbosa. A cada parada tem mais suco de uva e vinho. No final, rolam danças típicas italianas. Eu achei o passeio meio farofa, mas as pessoas ao redor estavam adorando e se você nunca andou de trem, pode valer a experiência.</p>
<p><strong>NOVO HAMBURGO</strong> – Na volta à Porto Alegre, usei a desculpa de almoçar em Novo Hamburgo para conhecer algumas das pontas de estoque de calçados da cidade. Tem das mais diferentes marcas, da Arezzo a Converse e outras menores para todos os estilos.</p>
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		<title>&#8216;Calas&#8217;, uma maneira diferente de curtir o mar na Espanha</title>
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		<pubDate>Wed, 11 Jan 2012 00:46:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Clarissa Vasconcellos</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Escondidinhas, essas enseadas são uma charmosa (e apertada!) maneira de aproveitar o verão na Europa.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_5799" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2012/01/cala1.jpg"><img class="size-medium wp-image-5799" title="cala1" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2012/01/cala1-300x201.jpg" alt="" width="300" height="201" /></a><p class="wp-caption-text">Qualquer cantinho vale para se refrescar, como este em Cadaqués (Catalunha)</p></div>
<p>A palavra tem tradução para o português: <strong>enseada</strong>. Mas foi na <a href="http://asviajantes.com/europa/espanha-europa" target="_blank">Espanha</a> que eu conheci o verdadeiro significado dela. As &#8216;<strong>calas</strong>&#8216; (&#8216;coves&#8217;, em inglês) são queridas conhecidas dos europeus. Principalmente daqueles que não têm o privilégio de ter o mar à disposição o ano inteiro, seja por razões geográficas (moram a quilômetros de distância do mar) ou pelo clima desfavorável mesmo. Ou seja, quem anseia por uma brisa marinha durante meses comemora qualquer espacinho de terra firme para curtir o barulho das ondas.</p>
<p>Um brasileiro acostumado a praias de areia (principalmente de largas faixas de areia) vai torcer o nariz para as &#8216;calitas&#8217;. Afinal, como assim esticar a canga nesse micro espaço (geralmente) cheio de pedras? Pois é. A primeira coisa a fazer é não generalizar. As calas são tão <strong>variadas </strong>quanto as praias. Podem ter só areia, sim, podem ser até larguinhas e confundidas com uma pequena praia. O que a caracteriza é o formato de baía (menor que as enseadas em geral) e o fato de estar rodeada ou estar coladinha em uma parede de pedra (<a href="http://www.astromia.com/tierraluna/costas.htm" target="_blank">este link</a> explica, em espanhol, a diferença entre algumas formas de litoral). Algumas são alcançáveis só por <strong>trilha</strong> ou por uma <strong>descida de pedra</strong>. Muitas vezes estão <strong>escondidas</strong> &#8211; e essa é a principal graça delas.</p>
<div id="attachment_5800" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2012/01/cala2.jpg"><img class="size-medium wp-image-5800" title="cala2" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2012/01/cala2-300x201.jpg" alt="" width="300" height="201" /></a><p class="wp-caption-text">Calela de Palafrugell, na Costa Brava. Tem até restaurante perto.</p></div>
<p>Pelo menos era para mim. Imaginar que eu estou numa <strong>prainha particular</strong> é uma delícia. Já fiquei em calas em que mal cabíamos eu e meu marido. Ou seja, zero chance de chegar alguém para atrapalhar nosso <strong>sossego</strong>. A primeira vez que vi uma cala foi na <a href="http://asviajantes.com/europa/croacia-europa" target="_blank">Croácia</a>. Achei o máximo ver uma menina tranquilona <a href="http://asviajantes.com/viagem/topless-na-europa-quem-se-anima" target="_blank">fazendo topless</a> entre a pedra e o mar calminho, num espaço onde só cabiam ela e seu livro. Depois, morando na Espanha, descobri que essas &#8220;praias improvisadas&#8221; (assim eu as chamava) têm nome.</p>
<p>Claro, elas também existem aos montes no Brasil e em diversos países banhados pelo mar. Porém, diante do nosso abençoado e extenso litoral, quem dá bola para elas? Talvez só os gringos mesmo. Na Espanha, elas estão em todo o litoral, de norte a sul, a leste e nas ilhas. Aproveitei algumas no Sul (<strong>Cabo de Gata</strong>, na <a href="http://asviajantes.com/europa/espanha-europa/andaluzia-espanha-europa" target="_blank">Andaluzia</a>, reúne algumas das mais lindas e escondidas calas da Espanha), na <strong>Catalunha </strong>(principalmente na Costa Brava) e em <strong><a href="http://asviajantes.com/viagem/maiorca-para-comecar-bem-o-verao-na-europa" target="_blank">Maiorca</a></strong>. E digo: muitas não deixam nada a dever às praias tradicionais. É só encarar como uma novidade e relaxar.</p>
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		<title>Comer, beber e desfrutar do verão em Punta del Este</title>
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		<pubDate>Tue, 27 Dec 2011 23:00:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniela Amorim</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A altíssima temporada no balneário uruguaio se estende até o fim de janeiro e atrai cada vez mais turistas brasileiros. Aos que pretendem fazer uma visita, aqui estão dicas de onde comer e beber bem.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_5777" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/12/CIMG2057.jpg"><img class="size-medium wp-image-5777" title="Jantar no El Secreto, um dos meus preferidos em Punta" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/12/CIMG2057-300x225.jpg" alt="Jantar no El Secreto, um dos meus preferidos em Punta" width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">Jantar no El Secreto, um dos meus preferidos em Punta</p></div>
<p>O réveillon em Punta Del Este tem fama de ser um dos mais animados da América Latina. A festa faz lotar os hotéis da região, que quadriplicam os preços das diárias imediatamente depois do Natal. A altíssima temporada no balneário uruguaio se estende até o fim de janeiro, e tem atraído cada vez mais turistas brasileiros. Aos que pretendem fazer uma visita ou apenas dar uma passada pela península num dos muitos cruzeiros que atracam nessa época do ano, aqui estão algumas dicas de onde comer e beber bem.</p>
<p>A primeira recomendação é evitar estabelecimentos que se promovem junto aos turistas prometendo preços mais baratos. A qualidade não costuma ser tão boa, e a diferença na conta é pequena. Não tenha medo de restaurantes com um ar mais sofisticado. Como as refeições fora de casa são relativamente caras no Uruguai de qualquer maneira, você paga um pouco mais para comer muito melhor.</p>
<p>Em Punta, há grande oferta de parrillas, tábuas de frios e pescados. Como o mar é generoso na região, acho que vale dar preferência aos frutos do mar, sempre frescos. Para acompanhar, as cervejas uruguaias são uma boa pedida, mas a oportunidade é perfeita para experimentar os vinhos uruguaios. Durante o dia, sob sol forte, minha primeira opção é um vinho branco bem geladinho.</p>
<div id="attachment_5776" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/12/CIMG2061.jpg"><img class="size-medium wp-image-5776" title="Os melhores mejillones a la provenzal, uma especialidade local, são frescos e vêm afogados no molho de vinho branco" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/12/CIMG2061-300x225.jpg" alt="Os melhores mejillones a la provenzal, uma especialidade local, são frescos e vêm afogados no molho de vinho branco" width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">Os melhores mejillones a la provenzal, uma especialidade local, são frescos e vêm afogados no molho de vinho branco</p></div>
<p>Um dos endereços mais sofisticados de Punta Del este, a Rambla General Artigas, que leva ao iate clube, tem bons restaurantes. Recomendo o Guappa, o El Secreto e o Virazón. Os três ficam um ao lado do outro, todos com qualidade razoável, embora eu tenha preferido o El Secreto. Durante o dia, vale a pena sentar nas mesas à beira mar, debaixo dos ombrellones. Os garçons atravessam a rua para servir os clientes. À noite, prefira as dependências internas para fugir do vento.</p>
<p>Outro ótimo lugar para jantar é o Napoleón, também na Rambla Artigas, mas já quase em frente ao porto. O atendimento é ótimo e, de quebra, você pode esticar nos bares logo ao lado. Tanto o Soho e quanto o Moby Dick enchem depois de 1h da madrugada, e o agito se estende até quase amanhecer. Assim como na Argentina, a noite de Punta começa tarde.</p>
<p>Do outro lado da península, recomendo o Miró, na Playa El Emir (Calle 20 y 27 Playa El Emir). O lugar é charmoso, perfeito para tomar um vinho branco à tarde, depois da praia. O ar condicionado é potente, mas também há ombrellones para quem preferir ficar junto à areia.</p>
<p>Nas avenidas mais agitadas da península, a Remanso e a Gorlero, há lugares mais baratos para lanches, como sanduíches e pizzas. Na Remanso, há uma filial grande da sorveteria argentina Freddo, logo no segundo ou no terceiro quarteirão. Na Gorlero, o turista encontra o indefectível McDonald’s entre as muitas lojas de souvenires.</p>
<p>As ruas perpendiculares a essas principais avenidas guardam outros restaurantes charmosos, que valem a pena serem explorados. Comi uma picada ótima (tábua de frios) em um café despretensioso, com cara de restaurante chinês, na calle El Corral.</p>
<div id="attachment_5775" class="wp-caption aligncenter" style="width: 584px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/12/CIMG2156.jpg"><img class="size-large wp-image-5775  " title="Restaurante Leonardo Etxea, de comida basca, em Punta del Este" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/12/CIMG2156-1024x768.jpg" alt="Restaurante Leonardo Etxea, de comida basca, em Punta del Este" width="574" height="430" /></a><p class="wp-caption-text">Restaurante Leonardo Etxea, de comida basca, em Punta del Este</p></div>
<p>Outra região com boas opções de restaurantes fica entre as ruas Joaquin Lenzina e Charrua, já perto da Playa Mansa. Um bom exemplo é o restaurante Leonardo Etxea, de cozinha basca. O lugar tem um quê de cozinha de autor, embora não seja exatamente alta gastronomia. O ambiente é agradável, e os pratos são caprichados. Fica quase na esquina da J. Lenzina com a Boulevard Artigas.</p>
<p>Mais longe do centro, em Manatiales, recomendo ainda o bar Cactus y Pescados para um refresco após um mergulho na Playa Bikini.</p>
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		<title>Aluguel para temporada: boas dicas para o fim de ano</title>
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		<pubDate>Fri, 25 Nov 2011 10:54:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>As Viajantes</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Conseguir um hotel faltando quase um mês para a virada do ano parece uma missão impossível? Que tal alugar uma casa para a temporada? ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_5754" class="wp-caption aligncenter" style="width: 360px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/11/aluguelportemporada1.jpg"><img class="size-full wp-image-5754" title="aluguelportemporada1" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/11/aluguelportemporada1.jpg" alt="" width="350" height="233" /></a><p class="wp-caption-text">Outra casa para chamar de sua</p></div>
<p>Fim de ano é quase sempre a mesma maratona: amigo oculto do trabalho, dos amigos, compra de presente pra família, preparativos pra ceia de Natal e aquela dúvida na hora de definir o que fazer no Réveillon.  Com uns dias de folga a tentação de colocar o pé na estrada e grande. E aí pode começar uma grande dor de cabeça.  Você liga para aquela pousada aconchegante que seus amigos indicaram ou aquele hotel onde você teve uma ótima experiência durante o ano e descobre que os preços, no mínimo, triplicaram. Além disso, aqui no Brasil é praticamente impossível fugir do já conhecido pacote. Só tem dois dias de folga? Você provavelmente vai penar até achar um lugar que não te exija um mínimo de cinco dias de reserva.</p>
<p>Por isso o <a href="http://www.olx.com.br/aluguel-para-temporada-cat-388" target="_blank"><strong>aluguel para temporada</strong>  </a>pode ser uma boa opção.  Ou, digamos, a sua salvação.  Depois de alguns anos de Réveillon juntas,  As Viajantes resolveram listar algumas ‘boas’ e cuidados na hora de fechar o seu aluguel para temporada. (Afinal, virada do ano é tempo de renovar os pensamentos positivos e ninguém  quer estar numa furada exatamente neste dia).</p>
<p>Vai viajar com um grupão de amigos ou uma família grande? Considere cidades do interior ou pouco procuradas. Os preços serão consideravelmente melhores e, com um  grupo, qualquer lugar é diversão garantida.  Nós tivemos duas viradas de ano memoráveis em casas incríveis, em lugares absolutamente sem qualquer tradição turística. Por conta da localização nós conseguimos um ótimo negócio por uma casa com piscina, sauna e até um cinema!! Compramos carne para vários dias de churrasco, comida pra uma ceia entre amigos, cerveja e música. Pronto, diversão garantida mesmo sem sair de casa por cinco dias!  Se esse for o seu esquema, vale procurar uma casa com vários quartos e principalmente pelo menos dois ou três banheiros! Esse é sempre o grande desafio quando se aluga uma casa com um grupo grande, por isso preste atenção ao número de banheiros da casa.</p>
<p>Se o plano inclui pequenos viajantes outros cuidados são necessários.  Em viagens com bebês ter uma casa pode ajudar a diminuir o estranhamento de estar longe de casa. Afinal , mesmo a infraestrura de hotéis cinco estrelas não substitui uma cozinha e a possibilidade de reproduzir tudo o que os pequenos estão acostumados a comer em casa. Neste caso, a não ser que você invista numa imensa mala que previna qualquer tipo de imprevisto, o importante é ter como destino ao menos uma cidade média onde você terá certeza que encontrará tudo que o bebê pode precisar.  Mas se a viagem será feita com crianças vale considerar alugar uma casa num condomínio. Afinal quem nunc a teve amigos de verão? Esse tipo de casa dá liberdade pra crianças e adultos e também é ótimo pra socializar os pequenos viajantes.</p>
<p>Independentemente de qual seja o seu perfil, alguns cuidados são universais: dê preferencia para casa onde você possa ver as fotos. Mesmo que algumas vezes elas sejam diferentes das imagens, ao menos você tem uma idéia do que esperar. Outro ponto importante é estar atento ao contrato.  Acerte todos os detalhes desde como proceder em caso de pequenos ou grandes danos até acertar quem deve limpar a casa depois da hospedagem. Peça uma lista de tudo que estará disponível no imóvel. Lembre-se :  não é um hotel e você pode ter que levar sua própria roupa de cama ou tolhas, por exemplo.  E por fim, cheque na internet a localização. Isso ajuda a evitar qualquer tipo de frustação de estar muito longe de onde vc está planejando o grande momento da viagem: a virada do ano. E quando 2012 chegar é tempo de planejar novos destinos.  </p>
<p>Vai viajar pro exterior e quer alugar um apê também? Dá uma olhada nas dicas <strong><a href="http://asviajantes.com/hospedagem/alugando%c2%a0apartamento" target="_blank">aqui</a>.</strong></p>
<p>Promo post.</p>
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		<title>Museus de Paris: descubra qual é o seu</title>
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		<pubDate>Mon, 26 Sep 2011 15:09:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>As Viajantes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Europa]]></category>
		<category><![CDATA[França]]></category>
		<category><![CDATA[Paris]]></category>
		<category><![CDATA[Viagem]]></category>
		<category><![CDATA[Centre Georges Pompidou]]></category>
		<category><![CDATA[Musée d'Orsay]]></category>
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		<category><![CDATA[Musée Rodin]]></category>
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		<category><![CDATA[Museu do Louvre]]></category>

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		<description><![CDATA[Em Paris, ajudamos você a escolher qual é o entre os principais museus da cidade.
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_5729" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/09/pompidou.jpg"><img class="size-medium wp-image-5729" title="pompidou" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/09/pompidou-300x225.jpg" alt="Centre Georges Pompidou" width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">Centre Georges Pompidou</p></div>
<p><strong>Paris é a cidade dos museus:</strong> Louvre, Pompidou, Orsay, Picasso, Quai Branly&#8230; A oferta de espaços considerados imperdíveis é capaz de deixar o viajante tonto. Ainda mais aquele que está num <strong>cronograma apertado </strong>e ainda quer conhecer a Torre Eiffel, a Notre Dame, passear de barco pelo Sena, ou simplesmente flanar pela cidade. As Viajantes resolveram dar uma força para ajudar você a escolher <strong>que museu visitar</strong> em caso de pouco tempo pela cidade.</p>
<p><strong><a href="http://asviajantes.com/viagem/paris-com-pouco-dinheiro">Dicas para economizar em Paris</a></strong></p>
<div id="attachment_5730" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/09/musee-du-louvre.jpg"><img class="size-medium wp-image-5730" title="musee du louvre" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/09/musee-du-louvre-300x225.jpg" alt="O clássico Musée du Louvre" width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">O clássico Museu do Louvre</p></div>
<p><a href="http://www.louvre.fr/llv/commun/home.jsp" target="_blank"><strong>Musée du Louvre</strong></a> &#8211; O clássico dos clássicos. Não há como ir a Paris e não visitar o Louvre, ao menos em sua primeira visita à cidade. Ele reúne as obras clássicas mais famosas, como a <strong>Monalisa</strong> e a <strong>Venus de Milo</strong>. Mas não se iluda, o Louvre possui inúmeras galerias , ou seja, você vai precisar de mais de um dia se quiser visitá-lo por completo. Suas mais de 300 mil obras estão divididas em Antiguidades egípsias, Antiguidades do Oriente, Arte grega e romana, Arte islâmica, Artes decorativas, Pintura, Gravuras e desenhos e Esculturas. Nossa dica: não tente visitar tudo, você não verá nada direito. Escolha duas galerias para explorar bem e aproveite o fim do dia para passear pelo lindo <strong>Jardin des Tuileries</strong>.<br />
O Louvre possui cinco acessos: Place de la Concorde, Rue de Rivoli, Quai des Tuileries, Avenue du général Lemonnier e Passerelle Solferino.</p>
<p><strong><a href="http://www.centrepompidou.fr/">Centre Georges Pompidou</a></strong> &#8211; Inaugurado em 1977, possui uma <strong>arquitetura <em>high-tech</em> </strong>que se diferencia no meio da paisagem parisiense. Se você gosta de <strong>arte moderna</strong> e <strong>contemporânea</strong>, lá é seu lugar: em seus andares, criações experimentais dividem espaço com retrospectivas de artistas já consagrados, como <strong>Munch</strong> ou <strong>Kandinsky</strong>. O <em>Beaubourg</em> &#8211; como é chamado pelos franceses por causa do bairro em que está localizado &#8211; também tem <strong>cinemas</strong> e uma programação de shows e concertos. Além do que acontece dentro dele, a <strong>praça que fica em frente é uma atração à parte</strong>, sempre cheia de artistas de rua. Ah, sim, não deixe de visitar a <strong>livraria</strong>, simplesmente incrível!<br />
Place Georges Pompidou, 4th arrondissement (metrô Rambuteau, Hôtel de Ville ou Châtelet)</p>
<div id="attachment_5718" class="wp-caption alignleft" style="width: 360px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/09/arts-decoratifs251011.jpg"><img class="size-full wp-image-5718" title="arts-decoratifs251011" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/09/arts-decoratifs251011.jpg" alt="Museus de Artes Decorativas" width="350" height="229" /></a><p class="wp-caption-text">Museu de Artes Decorativas</p></div>
<p><a style="font-weight: bold;" href="http://www.lesartsdecoratifs.fr/" target="_blank">Musée des Arts Decoratifs </a>- Como o nome sugere, é o <strong>museu da decoração</strong> em Paris. Conta a história desta <strong>arte desde a Idade Média</strong> e cada andar é dedicado a um período histórico. Para quem curte o <strong>design futurista dos anos 60 e 70</strong>, esta seção é imperdível, com direito a uma <strong>sala especial para cadeiras</strong> onde um vídeo mostra modelos clássicos aparecendo em filmes. A bossa? Todas as cadeiras estão nesta sala para você se sentar enquanto assiste ao clipe. Além de uma acervo permanente interessante, o Musée des Arts Decoratifs tem se dedicado a <strong>concorridas exposições temporárias</strong>, como as de moda (até 13 de novembro, está em cartaz uma do estilista Hussein Chalayan). A lojinha é uma atração à parte, com uma boa variedade de livros e artigos de papelaria. <strong>É o seu museu</strong> se você tem especial interesse pela história do design decorativo e têxtil.<br />
Rue de Rivoli 107 (metrô Palais-Royal, Pyramides ou Tuileries)</p>
<p><strong><a href="http://asviajantes.com/viagem/chegando-em-paris-do-aeroporto-para-o-centro">Como ir do aeroporto Charles de Gaulle para o centro de Paris</a></strong></p>
<div id="attachment_5720" class="wp-caption alignright" style="width: 250px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/09/van-gogh-251011.jpg"><img class="size-full wp-image-5720" title="van-gogh-251011" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/09/van-gogh-251011.jpg" alt="Van Gogh" width="240" height="294" /></a><p class="wp-caption-text">Autorretrato de Van Gogh no Orsay</p></div>
<p><a style="font-weight: bold;" href="http://www.musee-orsay.fr/fr/accueil.html" target="_blank">Musée d&#8217;Orsay</a> &#8211; Numa <strong>antiga estação de trem</strong> &#8211; construída para a exposição universal de 1900 &#8211; o Orsay é<strong> a casa dos impressionistas</strong> em Paris. Monet, Manet, Cézanne, Gauguin, Renoir, Van Gogh, Degas: esses e outros nomes do impressionismo têm suas mais importantes obras reunidas neste museu. Com um enorme relógio no alto, o prédio, por si só, impressiona. Para quem se interessa pela <strong>história do mobiliário</strong>, há uma seção dedicada ao art nouveau que vale a visita. Atenção especial às estátuas que ocupam o primeiro piso do museu. <strong>É o seu museu</strong> se você não conhece tanto assim de arte, mas se encanta com a suavidade dos impressionistas.<br />
Rue de Lille 62 (metrô Solferino). Gratuito no primeiro domingo de cada mês.</p>
<p><strong><a href="http://asviajantes.com/viagem/chartier-e-restaurante-barato-e-tradicional-em-paris-ficaadica">Restaurante tradicional e barato em Paris</a></strong></p>
<p><strong><a href="http://www.musee-rodin.fr" target="_blank">Musée Rodin</a></strong> &#8211; <strong>A casa onde Auguste Rodin e Camille Claudel viveram</strong> &#8211; no 7eme arrondissement &#8211; virou o museu que abriga boa parte da obra do artista e parte da produção de sua aprendiz e amante. As grandes atrações são as esculturas <strong>&#8220;O Pensador&#8221;</strong> (duvido você resistir à foto clássica aos pés da estátua imitando sua pose) e &#8220;<strong>Portas do Inferno</strong>&#8220;, um dos trabalhos mais ricos de Rodin. O <strong>jardim</strong>, por onde se espalham as maiores esculturas, é um dos lugares mais acolhedores do circuito turístico de Paris. <strong>É o seu museu</strong> se você quer ver arte além de quatro paredes.<br />
Rue de Varennes 79 (metrô Varenne ou Invalides)</p>
<p><a href="http://asviajantes.com/viagem/rio-sena-conhecendo-paris-de-barco"><strong>Conhecendo Paris de barco pelo Rio Sena</strong></a></p>
<div id="attachment_5721" class="wp-caption alignleft" style="width: 360px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/09/quai-branly251011.jpg"><img class="size-full wp-image-5721" title="quai-branly251011" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/09/quai-branly251011.jpg" alt="Museu du Quai Branly" width="350" height="260" /></a><p class="wp-caption-text">Museu Quai Branly</p></div>
<p><a style="font-weight: bold;" href="http://www.quaibranly.fr/" target="_blank">Musée du Quai Branly</a> &#8211; Uma das casas mais novas de Paris, pertinho da Torre Eiffel, a grande bossa desse espaço é a fachada: um <strong>jardim vertical</strong> projetado pelo designer Patrick Blanc. O museu é dedicado a <strong>artes e civilizações primitivas</strong> de Ásia, África, Américas e Oceania. Ou seja, esqueça quadros e esculturas famosas e prepare-se para ver máscaras e outros objetos rústicos vindos de lugares bem distantes da Europa.<br />
Além disso, tem uma <strong>programação de música e dança</strong> que vale conferir. Depois de percorrer as exposições, você pode almoçar ou jantar no Les Ombres, o <strong>restaurante no telhado do museu, com vista para a Torre Eiffel.</strong> <strong>É o seu museu</strong> se você curte artes e civilizações primitivas.<br />
Quai Branly 37 (metrô Alma-Marceau). Gratuito no primeiro domingo de cada mês.</p>
<p><strong><a href="https://sites.google.com/site/blogasviajantes/franca/museus-de-paris-descubra-qual-e-o-seu">Versão deste post para impressão.</a></strong></p>
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		<title>Belém express: um passeio rápido pela capital do Pará</title>
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		<pubDate>Thu, 22 Sep 2011 15:44:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alicia Uchoa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Belém]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Pará]]></category>
		<category><![CDATA[Viagem]]></category>
		<category><![CDATA[amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[Casa das Onze Janelas]]></category>
		<category><![CDATA[Mangal das Garças]]></category>
		<category><![CDATA[Rio Guamá]]></category>
		<category><![CDATA[Ver-o-Peso]]></category>

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		<description><![CDATA[Os cheiros e as cores de Belém são inesquecíveis. A capital do Pará esbanja charme, cultura e paisagens lindas.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_5700" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/09/ver-o-peso.jpg"><img class="size-medium wp-image-5700" title="Mercado Ver-o-peso Belém Pará" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/09/ver-o-peso-300x179.jpg" alt="Mercado Ver-o-peso Belém Pará" width="300" height="179" /></a><p class="wp-caption-text">Quitutes, artesanato, temperos e até animais no Ver-o-Peso</p></div>
<p>Os cheiros e as cores de <strong>Belém </strong>são inesquecíveis. Dividindo com <strong>Manaus </strong>o posto de principal cidade da <strong>Amazônia Brasileira</strong>, a capital do <strong>Pará </strong>esbanja charme, cultura e paisagens lindas. Infelizmente, minha passagem por lá teve que ser bem corrida e só pude ficar um dia na cidade, depois de rodar o interior a trabalho. Mas isso não quer dizer que não tenha aproveitado a estada e apurado dicas de lugares que enchem os paraenses de orgulho e que valem a visita.</p>
<p>Mais sobre a Amazônia:</p>
<p><a href="http://asviajantes.com/viagem/amazonia-express-que-passeios-fazer-pela-floresta" target="_blank">Amazônia Express: que passeios fazer pela floresta</a><br />
<a href="http://asviajantes.com/viagem/as-cores-os-ruidos-e-a-paz-da-amazonia" target="_blank">As cores, os ruídos e a paz da Amazônia</a><br />
<a href=" http://asviajantes.com/viagem/eu-ja-dormi-na-selva-amazonica" target="_blank">Eu já dormi na selva Amazônica</a><br />
<strong> </strong></p>
<p><strong>Ver-o-peso </strong>- O ponto turístico mais tradicional é o mercado Ver-o-Peso. Lá você encontra tudo e mais um pouco, sem exageros. Você come <strong>comidas típicas</strong> feitas na hora a preços módicos de barraquinhas mil, legumes, frutas e verduras das mais variadas, artesanato e até galinhas e outros bichos. Mas o mais engraçado são as barracas de ervas e perfumes com <strong>TO-DAS</strong> as finalidades possíveis: pegar homem, afastar sogra, amansar o touro, ganhar dinheiro, além de outros nomes esdrúxulos como &#8216;sexo da bota&#8217; ou &#8216;queira ou não queira, tem que querer&#8217;. As mesmas bancas oferecem também sabonetes medicinais, como os de açaí, aroeira e outras plantas amazônicas. São ótima opção para <strong>souvenirs</strong>.</p>
<div id="attachment_5698" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/08/mangal-das-garças-editada.jpg"><img class="size-medium wp-image-5698" title="Mangal das Garças Belém Pará" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/08/mangal-das-garças-editada-300x200.jpg" alt="Mangal das Garças Belém Pará" width="300" height="200" /></a><p class="wp-caption-text">Lá no Mangal das Garças é possível ver vários animais soltos</p></div>
<p>Se você for daquele viajante que gosta mesmo de viver a cidade, tente chegar lá cedo e comece o passeio ultrapassando as fronteiras do mercado. Depois das barracas, no final, após passar pelos barcos, acontece a <strong>feira do açaí</strong>, onde é possível ver as embarcações abastecendo a cidade com balaios e mais balaios da fruta mais típica da região.</p>
<p><strong>Mangal das Garças</strong> &#8211; Esse lugar tem que estar entre as prioridades em sua estada em Belém. É um <strong>parque ecológico</strong> à beira do Rio Guamá, que banha a cidade, feito para você aproveitar e conhecer a <strong>fauna e flora locais</strong>. Logo na entrada, as famosas <strong>araras </strong>azuis (aquelas do filme RIO), dão as boas vindas, soltas num <strong>viveiro</strong>. É só subir uma escada e um mirante à sombra pra você curtir o rio.</p>
<p>O legal lá é que tem áreas em que é só aproveitar o parque e há também atrações pagas. Por R$ 3 você conhece um dos maiores <strong>borboletários </strong>da América Latina, uma experiência linda, com várias espécies circulando entre as plantas e no meio dos visitantes. Pelo mesmo valor, você sobe no farol e tem uma <strong>visão panorâmica</strong> da capital paraense. Agora, se você quiser aproveitar tudo, paga R$ 9 e garante um passaporte. Lá tem quiosques e um restaurante e você pode ver <strong>tartarugas</strong>, <strong>garças </strong>brancas e vermelhas fluorescentes e outras aves de perto.</p>
<div id="attachment_5702" class="wp-caption alignright" style="width: 235px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/09/3.jpg"><img class="size-medium wp-image-5702" title="Casa das Onze Janelas - Belém Pará" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/09/3-225x300.jpg" alt="Casa das Onze Janelas - Belém Pará" width="225" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Casa das Onze Janelas  (Foto: www.belemdo para.tur.br)</p></div>
<p><strong>Dicas extra</strong> &#8211; esse parágrafo é de dicas que recebi de paraenses, mas que não consegui tempo hábil pra conhecer. No mesmo dia do Ver-o-peso, dá para dar uma esticada e conhecer a <strong>Casa das Onze Janelas</strong>. Também me falaram muito bem e as fotos comprovam a fama do <strong>Museu de Arte Sacra,</strong> <strong>Museu da Gema</strong>, dedicado a minerais brasileiros, e do <strong>Parque dos Igarapés</strong>, onde você passeia de barquinho entre a vegetação do Rio Guamá.</p>
<p><strong>ONDE COMER</strong> - Tacacá e Vatapá são algumas das comidas típicas de Belém. Eu adoro as duas, que levam camarão e temperos locais deliciosos. Em qualquer banquinha você encontra. Mas a capital paraense tem outras delícias. Entre elas, conciliar bons pratos com uma boa vista da natureza local. Localizado dentro do Hotel Beira Rio, o <strong>Marulho&#8217;s </strong>é aberto ao público e fica num deck sobre o rio, tem cardápio farto e música ao vivo à noite. A única observação é que pra lá é melhor pegar um táxi, porque o bairro, Guamá, não é muito bom nem seguro, segundo os locais.</p>
<p>As <strong>docas </strong>também são uma ótima opção, baseada na revitalização do porto. Mas quem quer um pouco mais de aventura, o <strong>Saudosa Maloca</strong> fica do outro lado do Rio. Para ir, é preciso pegar um barquinho &#8211; alguns saem do porto e custam R$ 5 ou você pode contratar um barqueiro para chamar de seu e fazer o seu horário. Se não conseguir ninguém pela cidade, liga pro restaurante (91 &#8211; 9982-3396), que a Neneca, a dona, te indica alguém. Lá é pra ir à vontade, tomar um banho de rio e curtir o dia. Nós pedimos dois pratos de pirarucu e foi suficiente pra quatro e tem preço honesto. Mas a especialidade da casa, que depende de época da safra, é a caipirinha de cacau.</p>
<div id="attachment_5703" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/09/restaurante.jpg"><img class="size-medium wp-image-5703" title="Saudosa Maloca - Belém Pará" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/09/restaurante-300x224.jpg" alt="Saudosa Maloca - Belém Pará" width="300" height="224" /></a><p class="wp-caption-text">Acesso ao restaurante Saudosa Maloca</p></div>
<p>Agora, se você quiser comer bem e barato, também no Guamá, tem a <strong>Peixaria do Careca</strong>. O lugar é do tipo pé-sujo, sem ar-condicionado, mas com comida farta. Encaramos uma caldeirada, que serviu o grupo de quatro e estava uma delícia. A referência para chegar lá é a igreja de São Judas Tadeu, que fica em frente.</p>
<p><strong>ONDE SE HOSPEDAR</strong> - Eu fui a trabalho e fiquei hospedada no <strong>Hotel Beira Rio</strong>. O bairro não é muito bom, mas a vista para o Rio e a piscina com cara de cenário de reality show compensam. Segundo os paraenses que conhecemos lá, os bairros mais bacanas da cidade são <strong>Nazaré </strong>e <strong>Batista Campos</strong>, então, acho que eles valem de referência para quem estiver á procura de lugar pra ficar.</p>
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		<title>Chegando a São Paulo, aeroporto de Guarulhos</title>
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		<pubDate>Tue, 20 Sep 2011 11:30:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Isabella Motta</dc:creator>
				<category><![CDATA[América do Sul]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[São Paulo]]></category>
		<category><![CDATA[Viagem]]></category>
		<category><![CDATA[aeroporto Internacional de Guarulhos]]></category>

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		<description><![CDATA[A menos de 1.000 dias da Copa de 2014, muitos aeroportos estão com as obras de infra-estrutura atrasadas. Guarulhos é um deles... 
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_5693" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/09/aeroporto-guarulhos.jpg"><img class="size-medium wp-image-5693" title="aeroporto guarulhos" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/09/aeroporto-guarulhos-300x191.jpg" alt="Aeroporto de Guarulhos" width="300" height="191" /></a><p class="wp-caption-text">Aeroporto de Guarulhos / Foto divulgação</p></div>
<p>Recentemente, a imprensa brasileira voltou a falar no <strong>atraso das obras</strong> para a <strong>Copa do Mundo de 2014</strong>, lembrando que faltam menos de mil dias para o início do torneio. E todos nós sabemos queas críticas não são apenas para os cronogramas dos estádios &#8211; as obras para melhorar os principais aeroportos brasileiros também estão atrasadas ou sequer começaram. Recentemente tive que gastar umas boas horas vagando pelo <a href="http://www.aeroportoguarulhos.net/" target="_blank"><strong>Aeroporto Internacional de Guarulhos</strong></a>, em São Paulo, e fiquei pensando em como aquele aeroporto realmente precisa de melhorias&#8230;</p>
<p>Guarulhos é o principal aeroporto do Brasil e o <strong>mais movimentado</strong> da América Latina (em relação ao transporte de passageiros), mas isso não se reflete na sua infra-estrutura. Os <strong>autofalantes</strong> só dão informações da Infraero e não dos voos que chegam e partem &#8211; não é difícil ver funcionários das companhias aéreas procurando alguém atrasado entre os passageiros no salão de embarque.</p>
<p>Em minha última viagem, tive que fazer dois <em>pit stops </em>em Guarulhos. Observei que, diferentemente de grandes aeroportos como <strong><a href="http://asviajantes.com/viagem/chegando-a-madri-aeroporto-de-barajas" target="_blank">Barajas</a></strong>, em Guarulhos são poucas as opções de <strong>serviços</strong> para quem tem que passar horas em trânsito. São poucas lanchonetes, <strong>restaurantes</strong> e mesmo lojas. No entanto, um bom serviço oferecido é o <em>stand</em> de <strong>massagens</strong>, que cobra R$ 45 por 15 minutos de <em>relax</em>.</p>
<p>Para quem chega a Guarulhos pela primeira vez, um alerta: o aeroporto é <strong>distante</strong> da cidade de São Paulo, são 25 quilômetros e um táxi não sai barato. A dica é pegar o <strong>ônibus </strong>que integra este aeroporto a <strong>Congonhas</strong> &#8211; ele custa cerca de R$ 30 e sai com intervalos &#8211; e de lá pegar um táxi para seu destino final.</p>
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		<title>Zipaquirá e sua catedral de sal</title>
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		<pubDate>Mon, 12 Sep 2011 15:17:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Isabella Motta</dc:creator>
				<category><![CDATA[América do Sul]]></category>
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		<description><![CDATA[Em visita a Bogotá, reserve um dia para conhecer Zipaquirá e sua incrível catedral de sal. Uma day trip que vale muito a pena. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_5669" class="wp-caption alignleft" style="width: 240px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/09/zipa-catedral-sal.jpg"><img class="size-full wp-image-5669  " title="zipa catedral sal" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/09/zipa-catedral-sal.jpg" alt="Zipaquirá catedral de sal" width="230" height="307" /></a><p class="wp-caption-text">A catedral de sal, uma experiência única</p></div>
<p>Não há chance de você andar de táxi em Bogotá e não ouvir falar de <strong>Zipaquirá</strong>. Isso tem dois motivos: a pequenina cidade, que fica a 50 km da capital colombiana, abriga uma <strong>catedral de sal </strong>incrível, um grande orgulho para os colombianos (com razão!); e o fato de que todos os taxistas querem fechar um pacote para levar os turistas até lá.</p>
<p>Verdade é que, se você está planejando uma viagem a Bogotá, reserve um dia para visitar Zipaquirá. A cidade é fofa e visitar a catedral toda feita de sal dentro da mina é uma <strong>experiência única</strong> e sensacional. O passeio foi indicação da <strong>Reba</strong>, que esteve lá em 2009 e falou um pouco da catedral no <a href="http://asviajantes.com/viagem/a-surpreendente-e-cosmopolita-bogota" target="_blank">post sobre Bogotá</a>, mas vou destrinchar um pouco mais essa <em>day trip</em> aqui.</p>
<p><strong><a href="http://asviajantes.com/america-do-sul/colombia-america-do-sul" target="_blank">Se quiser ler mais sobre a Colômbia, clique aqui</a></strong>.</p>
<p>Pode-se ir a Zipa &#8211; como muitos colombianos se referem à cidade &#8211; de <strong>ônibus</strong> ou <strong>táxi</strong>. Os <strong>pacotes</strong> oferecidos pelos motoristas de táxi por um dia na cidade saem por valores que vão de 150 a 180 mil pesos colombianos. Nós recebemos muitas ofertas desse tipo, mas optamos pelo ônibus pois sai beeem mais barato e não tem mistério algum. Mas nada contra quem opta pelo táxi, que fique registrado.</p>
<p>Ao contrário da maioria das <em>day trips</em>, não é preciso madrugar pra ir a Zipaquirá. Pelo contrário, como o <strong>trânsito </strong>de Bogotá é bastante confuso, é melhor deixar passar a hora do <em>rush</em> para fugir de <strong>congestionamentos</strong>. Vá até o terminal de ônibus <strong>Portal del Norte</strong>: você chega lá via <strong>Transmilenio</strong> ou táxi (que em Bogotá é bastante barato). Os ônibus para Zipaquirá saem de 15 em 15 minutos e trazem o destino no vidro dianteiro, bem fácil de identificar. A passagem custa 3.700 pesos.</p>
<p>A catedral de sal fica a 60 metros de profundidade, dentro de uma <strong>mina de extração de sal</strong> que continua ativa. É um passeio imperdível! A catedral recria as 12 estações da <strong>via crúcis</strong> e possui uma nave central enorme, além de muitas cruzes e imagens de anjos. Tudo feito de sal. Durante a visita, o guia esclarece que não se trata de uma catedral oficializada pela igreja católica, mas que o lugar carrega uma forte importância <strong>espiritual</strong> para os mineiros e para os moradores da cidade. Tanto que eventualmente são realizadas missas no local. Mas essa informação não abala nem um pouco a grandiosidade da obra e a emoção dos visitantes durante a caminhada.</p>
<div id="attachment_5670" class="wp-caption alignright" style="width: 317px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/09/zipa-de-cima.jpg"><img class="size-full wp-image-5670  " title="zipa de cima" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/09/zipa-de-cima.jpg" alt="Zipaquirá vista de cima" width="307" height="230" /></a><p class="wp-caption-text">Vista de cima de Zipaquirá</p></div>
<p>Além de conhecer a catedral de sal, na mesma mina também é possível fazer a <strong>rota do mineiro</strong>, em que você fica sabendo mais sobre o trabalho da <strong>extração de sal</strong> e percorre parte do caminho feito pelos mineiros que trabalham lá. Quem quiser pode até experimentar algumas marretadas na rocha… O ingresso completo ainda dá direito à visita ao <strong>Museu do Sal </strong>(que não tem muita graça, vale ressaltar).</p>
<p>Como a mina que abriga a catedral fica no alto de um morro, vale descer o caminho no <strong>trenzinho fofo</strong> que percorre os principais prédios históricos da cidade e restaurantes. Para ir embora é só pegar o ônibus de volta a Bogotá no centro da cidade. Uma dica: não deixe a volta para muito tarde pois o trânsito é intenso e o ônibus fica bem cheio!</p>
<p><strong><a href="http://twitter.com/#!/AsViajantes" target="_blank">Siga As Viajantes no twitter!</a></strong></p>
<p><strong><a href="https://sites.google.com/site/blogasviajantes/colombia/zipaquira-e-sua-catedral-de-sal" target="_blank">Versão deste post para impressão.</a></strong></p>
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		<title>Restaurantes em Búzios: entre o pé na areia e a sofisticação</title>
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		<pubDate>Thu, 08 Sep 2011 12:32:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Clarissa Vasconcellos</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Vai para Búzios e não sabe onde comer? Veja nossas dicas.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_5649" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/09/anexo.jpg"><img class="size-medium wp-image-5649" title="anexo" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/09/anexo-300x201.jpg" alt="" width="300" height="201" /></a><p class="wp-caption-text">Relax no Anexo Praia</p></div>
<p>Há alguns anos, num fim de semana primaveril, peguei o carro (eu ainda tinha um) com a viajante <a href="http://asviajantes.com/author/flavia-motta" target="_blank">Flávia Motta</a> rumo a <strong><a href="http://asviajantes.com/brasil/rio-de-janeiro/buzios-rio-de-janeiro-brasil" target="_blank">Búzios</a></strong>. Fazia muito tempo que eu não pisava na cidade (só tinha ido lá quando era criança) e na programação tínhamos duas paradas obrigatórias, recomendadas por uma amiga dela super local: o <strong>Bar do Zé, </strong>que fica na Orla Bardot, 382, e o <strong><a href="http://bardospescadores.com.br/" target="_blank">Bar dos Pescadores</a></strong> em Manguinhos, de cuja cozinha saíam pratos com pescados fresquíssimos e um pastel de camarão dos deuses. Esses lugares ainda existem hoje e continuam bombando, mas, muita coisa mudou desde 2003. O primeiro continua descolado mas subiu muito de preço (não se engane pelo nome de boteco, o <em>dress code</em> lá é &#8220;praia sofisticada&#8221;) e o segundo&#8230; Bem, abaixo eu conto o que aconteceu com o segundo.</p>
<p>Passei anos (de novo) sem voltar a Búzios e quando voltei com meus pais (que compraram casa lá e agora são locais também) tomei um choque. O restaurante dos pescadores, que ficava perto de Geribá, num terreno escondido, aonde íamos de chinelo (pé na areia <em>feelings</em>) agora é parte de um megacomplexo gastronômico onde há vários restaurantes e bares. Ele continua no estilo simples (só que com preços mais altos) e confesso que na hora em que vi não curti muito, mas hoje me rendo. O <a href="http://www.portodabarrabuzios.com.br/" target="_blank"><strong>Centro Gastronômico</strong> </a><strong><a href="http://www.portodabarrabuzios.com.br/" target="_blank">Porto da Barra</a>, </strong>em Manguinhos (agora com nome e tudo), ficou o máximo e é um dos lugares mais bacanas da cidade para ver o pôr do sol. O meu bar/restaurante preferido ali é o <strong><a href="http://www.anexopraiabuzios.com.br/" target="_blank">Anexo Praia</a></strong>. Existe também o <strong><a href="http://www.anexobarbuzios.com.br/" target="_blank">Anexo Bar</a>,</strong> na Orla Bardot, que é bacaninha (lembro que depois do Bar do Zé eu e a Flávia fomos tomar umas nesse Anexo), mas tunch-tunch-tunch noturno dele não se compara com clima o lounge relax da versão praiana. Para brindar o fim do dia lá, voto pedir um <em>clericot, </em>drinque da moda no verão passado no Rio, uma espécie de sangria feita com vinho branco ou espumante.</p>
<div id="attachment_5650" class="wp-caption alignleft" style="width: 211px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/09/clericot.jpg"><img class="size-medium wp-image-5650" title="clericot" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/09/clericot-201x300.jpg" alt="" width="201" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Clericot antes do anoitecer</p></div>
<p>Se a ideia é comer mesmo, a lista é enorme, mas aqui vão os meus favoritos. O <strong>Peixe Vivo</strong> fica também na Orla Bardot, de cara para o mar (em dia de ressaca não fique nas mesas da beira), e, apesar do nome caiçara, é um italiano delicioso. Outro de massas e de comida mediterrânea próximo a ele é o <strong><a href="http://www.casasbrancas.com.br/pt/restaurantes/deck.html" target="_blank">Deck</a></strong>, que fica no hotel Casas Blancas, do outro lado da Orla Bardot (número 714). Se o estômago pedir comida típica (sempre vale a pena levar os amigos gringos a Búzios), vá sem pestanejar ao <strong>Restaurante Gisele </strong>(Avenida José Bento Dantas, 5.100), em Geribá. Gisele Corrêa, mineira, trabalhou no Bar dos Pescadores (foi a responsável por seu sucesso lá no início dos anos 2000), mas abriu seu negócio há algum tempo. Fofo, fica em meio a um jardim (a chef também é paisagista) e a especialidade é comida mineira. Gisele faz questão de trazer tudo da sua terra, de linguicinhas a carnes, mas sem abrir mão dos pescados locais da Região dos Lagos. Meu petisco preferido: o pastel de angu. E a feijoada dos sábados é uma das melhores que provei na vida.</p>
<p>Outro restaurante que me tem como<em> habituée</em> é o<strong> Sol de Geribá</strong>, que fica na Avenida Geribá, 78 . Uma das poucas opções boas e baratas da cidade, o lugar tem comidinha da vovó, mas muuuito caprichada, pois o dono foi chef do top top <strong><a href="http://www.satyricon.com.br" target="_blank">Satyricon</a></strong> (na Orla Bardot). Pedir o peixe do dia empanadinho (sequíssimo) com arroz, feijão, batatas e farofa faz me sentir em casa.</p>
<p>Uma das primeiras vezes que provei comida tailandesa foi em Búzios, no <strong><a href="http://www.sawasdee.com.br/" target="_blank">Sawasdee</a></strong>. É bem verdade que tomei um pouco de implicância com esse restaurante depois que me senti maltratada na filial do Fashion Mall, no Rio de Janeiro, mas a de Búzios é uma graça. E a comida, muito boa.</p>
<p>E aqui vão três dicas de restaurantes que não conheço ainda, mas que foram aprovados pelos meus pais. Acredite, eles são exigentes. São: o argentino <strong><a href="http://www.estanciadonjuan.com.br/" target="_blank">Estância Don Juan</a>, </strong>para os amantes de carnes (&#8220;a picanha de cordeiro é maravilhosa&#8221;, segundo minha mãe), a trattoria <a href="http://www.parvati.com.br" target="_blank"><strong>Parvati</strong></a> (Búzios virou meca de italianos, como você pode ver) e o Salt (Orla Bardot, 468), que fica numa casa antiga e tem culinária contemporânea.</p>
<p>Desde que virou queridinha dos estrangeiros (franceses e argentinos, na maioria), Búzios sentiu a necessidade de adaptar-se também à mesa. E já deu para perceber que os preços acompanharam o sucesso. Uma boa época para conhecer esses e muitos outros restaurantes da cidade por um preço mais razoável é durante o Festival Gastronômico. O deste ano já rolou (em julho), mas fique ligado no ano que vem.</p>
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		<title>Nossas viagens inesquecíveis</title>
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		<pubDate>Thu, 01 Sep 2011 12:00:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>As Viajantes</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Sugerimos seis destinos que mudaram nossas vidas no post #200.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;">
<div id="attachment_5666" class="wp-caption aligncenter" style="width: 370px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/09/cliffs-of-moher-33.jpg"><img class="size-full wp-image-5666 " title="cliffs-of-moher-33" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/09/cliffs-of-moher-33.jpg" alt="Cliffs of Moher, na Irlanda" width="360" height="270" /></a><p class="wp-caption-text">Cliffs of Moher, na Irlanda</p></div>
<p>É com enorme alegria que anunciamos: chegamos aos <strong>200 posts</strong>! Em pouco mais de dois anos, contamos nossas experiências e demos dicas dos mais variados destinos, no Brasil e no exterior. Mas quem nos acompanha sabe que cada uma de nós tem seus <strong>lugares preferidos</strong> no mundo. E hoje, pra comemorar o 200º post (que, modéstia à parte, é um orgulho!) dividimos com vocês nossas <strong>viagens inesquecíveis</strong>. Saiba por que <strong>Índia</strong>, <strong>Irlanda</strong>, <strong>Santiago de Compostela</strong>, <strong>Recife</strong>, <strong>Amazônia</strong> e <strong>Turquia</strong> nos conquistaram&#8230; E a sua viagem inesquecível, qual é?</p>
<p><em><strong>Alícia:</strong></em></p>
<p>Uma das minhas viagens inesquecíveis foi à <a href="http://asviajantes.com/viagem/as-cores-os-ruidos-e-a-paz-da-amazonia" target="_blank"><strong>Amazônia</strong></a>. Ver de perto a grandeza da nossa natureza é perceber o quão pequenos somos neste mundo. O <strong>rio</strong>, a <strong>floresta</strong>, a <strong>fauna</strong>, aquela imensidão pulsando me fez esquecer por cinco dias meu lado urbanoide e dar mais valor à nossa terra. Uma pena saber que ainda é um destino mais de <strong>estrangeiros</strong> do que de brasileiros. Mas não dá pra explicar as emoções de nadar ao lado dos <strong>botos</strong> ou dormir entre as árvores da mata nativa. Não tem como esquecer.</p>
<p><strong><a href="http://asviajantes.com/brasil/amazonas" target="_blank">Leia aqui mais posts sobre a Amazônia</a></strong>.</p>
<p><em><strong>Clarissa</strong></em>:</p>
<div id="attachment_3028" class="wp-caption alignright" style="width: 235px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2010/06/f-xcb-230.jpg"><img class="size-medium wp-image-3028" title="OLYMPUS DIGITAL CAMERA" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2010/06/f-xcb-230-225x300.jpg" alt="" width="225" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Pontes e caminhos romanos: parte da paisagem do caminho de Santiago de Compostela</p></div>
<p>A minha foi fazer o <a href="http://asviajantes.com/viagem/caminho-de-santiago-no-pain-no-gain" target="_blank"><strong>Caminho de Santiago</strong></a>. E não tem nada a ver com o besteirol dirigido pelo Carlos Alberto Ricelli, em cartaz no cinema atualmente. É muito emocionante chegar a pequenas e médias cidades<strong> a pé</strong>, curtindo cada passo, cada barulhinho diferente, cada <strong>aroma </strong>da natureza. Chegar morta de fome, louca por um banho, depois de andar cinco, seis horas seguidas, ver o dia nascer nos bosques, nos <strong>caminhos romanos</strong>, nas trilhas e nas rodovias. Mesmo para quem não é aventureiro nem religioso (meu caso) é uma viagem muito recomendável.</p>
<p><em><strong>Daniela</strong></em>:</p>
<p>Embora eu ame Paris e Londres, o meu lugar inesquecivel é a <a href="http://asviajantes.com/viagem/entre-leprechauns-e-pints-de-guiness-na-irlanda" target="_blank"><strong>Irlanda</strong></a>. O país em si, porque acho difícil apontar apenas um entre tantos adoráveis vilarejos. Logo de cara, fui arrebatada pelo clima <strong>bucólico</strong>, ovelhas pastando, rolos de feno e <strong>casas de boneca</strong>. Ao longo de três meses, pude explorar ainda uma costa recortada por praias e <strong>penhascos</strong>. No interior, descobri inúmeros castelos e <strong>ruínas seculares</strong> de ordens religiosas. Tudo isso entremeado por irresistíveis pints de Guinness, na companhia do caloroso povo irlandês. Viagem perfeita.</p>
<p><em><strong>Flávia</strong></em>:</p>
<div id="attachment_4737" class="wp-caption alignleft" style="width: 290px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/01/voo-balao-260111-04.jpg"><img class="size-full wp-image-4737 " title="voo-balao-260111-04" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/01/voo-balao-260111-04.jpg" alt="balões na capadócia" width="280" height="210" /></a><p class="wp-caption-text">Voo de balão: atração na Turquia</p></div>
<p>Minha viagem inesquecível foi para a <strong>Turquia</strong> com meu marido. Foi nossa primeira experiência de praia longe do Brasil e a cor do <strong>Mar Egeu </strong>é de emocionar. Também fomos à <strong>Capadócia</strong>, onde vimos formações rochosas emocionantes e, em <strong>Istambul</strong>, testemunhamos como o antigo e o moderno podem coexistir. Também <a href="http://asviajantes.com/viagem/eu-ja-voei-de-balao" target="_blank"><strong>voamos de balão</strong></a>, uma experiência que vai ser difícil de ser superada. Mas acho que a Turquia nos ganhou pelo estômago, com uma <strong>culinária</strong> muito saborosa. Isso sem falar no onipresente <strong>chá de maçã</strong> e na simpatia contagiante dos turcos. Dá orgulho ser brasileira naquele país.</p>
<p><strong><a href="http://asviajantes.com/viagem/turquia-uma-introducao-a-asia" target="_blank">Clique aqui para ler mais sobre a Turquia</a></strong>.</p>
<p><em><strong>Isabella</strong></em>:</p>
<p>Nunca esquecerei a primeira vez que estive em <strong>Recife</strong>. Foi uma viagem rápida, numa folga de fim de ano, mas muito especial pra mim. Tinha perdido minha avó materna um mês antes e tudo o que eu queria era fugir naquele Natal. Visitei <strong>praias </strong>lindas, conheci <strong>Olinda </strong>(pra onde voltei dois <a href="http://asviajantes.com/brasil/pernambuco/olinda-salve-o-teu-carnaval" target="_blank"><strong>Carnavais</strong></a> depois), me diverti. Na noite do dia 25 de dezembro assisti ao <strong>Baile do Menino Deus</strong> &#8211; um auto de Natal emocionante apresentado no Marco Zero &#8211; e encerrei a noite no encontro de grupos de <strong>cavalo-marinho</strong> (um ritmo da Zona da Mata pernambucana) que acontece até o amanhecer. Foi uma noite mágica.</p>
<p><a href="http://asviajantes.com/brasil/pernambuco/%E2%80%98voltei-recife-foi-a-saudade-que-me-trouxe-pelo-braco-%E2%80%99" target="_blank"><strong>Quer saber mais sobre Recife? Entre aqui</strong></a>.</p>
<p><em><strong>Reba</strong></em>:</p>
<div id="attachment_4187" class="wp-caption alignright" style="width: 298px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2010/10/agratajsolo.jpg"><img class="size-full wp-image-4187  " title="agratajsolo" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2010/10/agratajsolo.jpg" alt="" width="288" height="216" /></a><p class="wp-caption-text">Taj Mahal</p></div>
<p>A <a href="http://asviajantes.com/asia/india-prepara-se-essa-viagem-vai-mudar-sua-vida" target="_blank"><strong>Índia</strong></a> foi definitivamente a viagem que mudou a minha vida. Sabe aquele lugar comum de conhecer <strong>novas culturas</strong>, novas formas de pensar e de agir? O discurso tantas vezes escutado simplesmente se transforma em realidade já na hora em que você pega as malas no aeroporto. Comer, andar em qualquer transporte público, conversar com as pessoas, mesmo os movimentos mais simples se transformam em uma grande <strong>experiência de vida</strong> lá. A viagem pode ser <strong>espiritual </strong>ou turística, não importa se você se deixar levar por um <strong>modo de vida</strong> completamente novo.</p>
<p><a href="http://asviajantes.com/asia/india-asia" target="_blank"><strong>Mais posts sobre a Índia aqui</strong></a>.</p>
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