• RSS
  • As Viajantes no Facebook
  • Siga-nos no Twitter

Um roteiro por Londres: o que ver e fazer na capital da Inglaterra

Meu fascínio por Londres começou antes mesmo de completar a minha primeira década de vida, quando passei a frequentar as aulas de inglês na Cultura Inglesa. Ou seja, sou suspeitíssima para falar, mas indico demais essa cidade. No primeiro mochilão para a Europa, os altos preços me fizeram deixá-la de fora do roteiro, mas não me impediram de visitá-la duas vezes logo em seguida. Londres é moderna e histórica, cosmopolita e charmosamente tradicional. É enorme, porém muito organizada, o que facilita bastante a vida dos turistas.

Aliás, Londres é uma cidade extremamente turística. A impressão que dá ao andar pelas ruas é que o lugar é um resumo de todos os povos do mundo. Todas as culturas e nacionalidades estão misturadas. Não apenas fazendo turismo, mas morando e trabalhando muitas vezes. A cidade tem imigrante a balde e de tudo que é lugar.

Só tem 1 dia em Londres? Veja as nossas dicas.

Palácio de Westminster

Palácio de Westminster

CHEGADA
Todos os caminhos levam a Londres. É fácil chegar. Os aeroportos estão ligados ao trem ou ao metrô ou possuem linhas de ônibus executivo (o preço deve girar em torno de 15 libras, no máximo) que fazem ponto final nas principais estações de trem da cidade, que também são ligadas ao metrô. O Heathrow é o maior deles, mas quem viaja em empresas aéreas que operam vôos low cost pela Europa chega por outros menores. Ao todos são seis aeroportos na Grande Londres: Heathrow, Stansted, Luton, Gatwick, City e Southend.

TRANSPORTE

Uma vez na cidade, o metrô é a melhor forma de locomoção. São onze linhas que se cruzam e proporcionam uma boa cobertura de norte a sul, e leste a oeste da cidade. Os mapinhas de bolso estão disponíveis nas estações e os nomes das estações são tão óbvios que ajudam a levar aos principais pontos turísticos.

Sugiro investir no Oyster card pré-pago caso fiquem na cidade por uma semana ou mais. O Oyster é um cartão recarregável. Como é pré-pago, não é necessário andar com identificação e foto como no caso da Carte Orange, de Paris. Mas cada usuário deve ter o seu próprio Oyster e deve usá-lo na entrada e na saída de cada estação. Você só precisa colocar quantos créditos desejar e recarregar conforme a necessidade. Mas atente que você deve pagar 3 libras pelo cartão, que são reembolsáveis quando quiser devolvê-lo em qualquer guichê do metrô.

Outra opção de transporte, principalmente para quem gosta de ficar na rua até tarde, são os ônibus. Ao contrário do metrô, rodam 24 horas, mesmo que sejam mais raros ao longo da madrugada. Durante o dia é melhor evitá-los, porque Londres também sofre com engarrafamentos, sobretudo nos horários de rush. Mas quebram um galho danado caso tenham perdido a última composição do metrô.

Vale a pena também procurar pelos ônibus vermelhos antigos de dois andares – chamados Routemasters – para dar um passeio pelo centro da cidade durante o dia. Basta experimentar uma vez. Eles são tão emblemáticos que alguns exemplares antigos não foram renovados com o resto da frota justamente pelo valor turístico e cultural. Ah, o Oyster Card pode ser usado para pagar a passagem de ônibus também, assim como a de trem.

Outro meio de transporte que faz parte da paisagem londrina são os cabs, aqueles táxis pretos com cara de antiguinhos. Um charme, claro, mas não me arrisquei a pagar bandeirada em libras. Assim como outros turistas, me contentei só com uma foto.

Um tradicional cab nos arredores do Parlamento

Um tradicional cab nos arredores do Parlamento

CLIMA

O clima é tradicionalmente chuvoso, mas fui abençoada nas duas vezes em que estive por lá. Não vi uma gota sequer, o que me proporcionou torrar ao sol em minhas muitas andanças, sem esquecer o casaquinho na bolsa para usar ao fim do dia, quando a temperatura invariavelmente cai. O inverno é rigoroso, algumas vezes com neve, mas a cada ano mais quente, como no resto do planeta. Li que antigamente o rio Tâmisa congelava nos dias mais frios, coisa impensável nos dias de hoje. No verão a temperatura é amena, muito quente debaixo do sol forte, mas fresca na sombra e geladinha à noite.

ATRAÇÕES

Londres tem um mundo de coisas para fazer. Como o tempo geralmente é curto, tentei conciliar o máximo de atrações possível. Passeios obrigatórios:

Palácio de Buckingham – mesmo que seja só para dar uma passada na concorrida troca da Guarda e depois caminhar pelos belos jardins.

Palácio de Westminster com o Big Ben – O magnífico prédio do Parlamento é aberto a visitas públicas, veja como vistá-lo aqui.

Abadia de Westminster – Lá estão enterrados Isaac Newton e Charles Darwin, mas o lugar é mais famoso por ter sediado o funeral da Princesa Diana, a Lady Di.

Torre de Londres (Tower of London) – O ingresso custa caro, mas vale muito a pena. É o castelo onde a cidade começou e o lugar está impregnado da história da monarquia inglesa.

Ponte da Torre (Tower Bridge) – A superfofa ponte elevadiça ainda se abre para a passagem dos navios pelo rio Tâmisa. No segundo andar funciona um pequeno museu com vista para a cidade.

Ponte da Torre

Ponte da Torre

Hyde Park – O mais famoso dos inúmeros parques de Londres. No Hyde Park há um território que é chamado Speaker’s Corner, criado por lei em 1872, onde qualquer um pode montar seu palanque e protestar sobre o que bem entender. Os parques são uma grande fonte de lazer na cidade. Quando não chove, todo mundo corre para a primeira graminha que aparece. E tem muita grama! Londres é cheia de parques.

Kensington Gardens – A grama verde do parque recebe britânicos bem de vida com suas crianças e cachorros. Sugiro uma volta pelas ruas do charmoso bairro de Kensignton antes da visita ao parque. É onde fica o Palácio de Kensington, a residência real onde morou Lady Di. Ao lado do palácio há uma rua fechada ao tráfego, mas aberta a pedestres, com mansões fantásticas, muitas delas sedes de embaixadas.

Southbank Sidewalk – É o calçadão do lado sul do rio Tamisa (Thames River). A região que já foi portuária passou por uma revitalização e hoje abriga uma efervescência cultural tipicamente londrina. São várias manifestações artísticas. Sugiro um passeio desde o Museu do Design (do lado oposto à Torre de Londres) até a Ponte de Westminster, em frente ao Big Ben. A caminhada é longa, mas cheia de surpresas. Você encontra museus, galerias, lojas finas ou descoladas, teatros, artistas de rua, feiras ao ar livre e até raves despretensiosas à beira do rio. O Queens Royal Theatre costuma abrigar shows de graça, ao lado de uma feirinha de livros usados e de uma pista de skate radical. Tudo acontece por lá.

Jardins da Tate Modern

Jardins da Tate Modern

Tate Modern – meu museu favorito em Londres. Posicionado à beira do Tamisa, proporciona uma bela vista da Catedral St Paul, localizada na outra margem. Um barco leva os visitantes até outro museu da grife Tate: a Tate Britain, que funciona num prédio deslumbrante de 1897, no simpático bairro de Millbank.

National Gallery – No centro de Londres, a National Gallery tem tudo o que foi feito de mais precioso na pintura européia ocidental. O próprio prédio, a praça e os arredores também são imperdíveis. A um pulo do Soho, vale a pena explorar tudo a pé.

Covent Garden, Oxford Street, Leicester Square, Piccadilly Circus – salte nas estações de metrô e explore a pé o centro de Londres.

British Museum – não tive tempo, infelizmente, mas é uma espécie de Louvre, com um acervo vastíssimo.

LondonEye – Quase em frente ao palácio de Westminster, mas do outro lado do Rio, a roda gigantíssima oferece uma vista panorâmica de Londres a 17.5 libras. Para quem acha salgado, no mesmo prédio da bilheteria funcionam outras opções de diversão: um Aquário, galerias de arte e uma enorme loja de jogos eletrônicos.

Hampstead Heath – não é exatamente obrigatório, mas é uma delícia. Um dos maiores parques de Londres é cercado por um dos bairros mais aristocráticos da cidade, que abriga não só a elite financeira mas também a intelectual. Não é perto do Centro, fica na direção de Camden, mas vale uma passada nem que seja no mesmo dia.

St Paul’s Cathedral – foi onde o Príncipe Charles e Lady Di se casaram, mas o deslumbrante edifício do século XVII guarda muito mais da história britânica. Vale a pena dar uma volta pelos jardins, mesmo pra quem não pensa em pagar a entrada.

Torre de Londres

Torre de Londres

MUSEUS

Considero os museus um dos melhores passeios de Londres, não apenas pela riqueza de seus acervos, mas também porque a entrada é franca. Se na Europa as entradas para museus costumam ser caras, em Londres não há desculpa para perder o imperdível. O visitante é convidado a fazer a doação que considerar justa. Quem quiser cooperar, pode pingar suas moedinhas ou notas mais encorpadas em caixas de acrílico instaladas nas portas de entrada. Tudo muito civilizado.

Os museus e galerias de arte se revezam para os dias de folga e ainda ficam abertos até mais tarde em alguns dias. A Tate Modern, por exemplo, tinha um dia de “Tate At Late”.

Além dos museus que já destaquei nos passeios obrigatórios, há uma infinidade dispostos sob as mais diferentes temáticas. Valem a pena também o Victoria and Albert Museum e o Museu de História Natural.

Como os acervos são em geral grandes, sugiro escolherem um por dia aliado a outros passeios. Ou no máximo dois museus por dia, quando estão muito próximos um do outro, como o Victoria and Albert e o Museu de História Natural.

Guarda real

Guarda real

NOITE

Os londrinos começam a beber cedo nos pubs, porque todos fecham por volta de 22h/23h. Depois os jovens ficam perambulando pelas ruas decidindo em qual club entrar. Os clubs (boates) são famosos e numerosos. Um ao lado do outro. Por isso costumam colocar representantes nas ruas que ficam tentando convencer os jovens e turistas passantes a entrar. A concorrência é acirrada.

Para conseguir bebida depois que os pubs fecham, o jeito é encarar mesmo clubs ou wine bars. Todos os outros estabelecimentos são proibidos de vender álcool depois das 21h, embora no subúrbio ainda se consiga algo nos off-licences (que significa exatamente não ter a licença de venda de álcool depois do horário predeterminado).

Os bairros bombantes à noite são Soho, Leicester Square e Picadilly Circus, tudo no centrão, no estilo da boa e velha Lapa, no Rio de Janeiro.

Covent Garden é perto e também é legal pra passear, mas pode ser de dia. Os restaurantes são atraentes, mas caros.

Oásis num beco do Centro

Oásis num beco do Centro

COMPRAS

Camden (ou Camdentown, no metrô) é o lugar das compras descoladas e dos pubs cools. Estão na moda entre as celebridades londrinas e não se espante se esbarrar com Amy Winehouse, Kate Moss e suas respectivas patotas. O mercado principal era um antigo estábulo. Hoje é salpicado de barracas tipo feira hype, que vendem moda alternativa, roupas transadas baratas e comidas exóticas. O lugar também tem brechós, antiquários, artistas. No caminho para o mercado, você encontra várias outras lojinhas ótimas e barracas tipo camelódromo. Mas tem que peneirar.

Outra boa opção é enfrentar as feiras. Há feiras de comidas, de flores, de antiguidades. A feira de Portobello Road, em Notting Hill, é a mais famosa. Acontece todo sábado. Vale a pena nem que seja pelo passeio. Compre uma bugiganga, deguste um sorvete e aprecie o movimento.

Mas o coração do consumo mesmo é a Oxford Street e adjacências, no Centro. A Regent Street é mais famosa porque os mais afortunados compravam nas lojas de departamento grifadas. Mas a Oxford tem todas as lojas que interessam, como Nike, Bennetton, Gap, H&M, Zara e Top Shop. A Top Shop é uma perdição. São dois andares e dois subsolos, se não me engano. Da última vez que fui, um deles se dedicava somente a sapatos! Mas também tinha salão de beleza e uma seção enorme de acessórios. Na própria Oxford também tem uma rede de livrarias maravilhosa. São vários andares com tudo o que é possível de livros e papelaria. Pelos arredores tem também a Harrods (dizem que o chá da tarde é imperdível) e uma outra grande magazine que é maior loja de brinquedos do mundo, a Hamley’s, na Regent Street.

Rio Tâmisa

Rio Tâmisa

COMIDA

Fazer uma boa refeição num bom restaurante não sai nada barato. Pra quem vai com a grana curta, a gastronomia dos pubs é uma boa opção. Não é nenhuma maravilha culinária, mas o preço de sopas, do tradicional Fish n Chips e de pratos mais apimentados como Frango à kiev saem mais em conta e alimentam. De quebra ainda há a oportunidade de acompanhar a refeição com um pint de Guiness, a tradicional cerveja da vizinha Irlanda. Mas pra quem está mesmo durango, os supermercados Tesco e Marks & Spencer vendem refeições prontas e saladinhas embaladas para viagem que quebram um bom galho. Outra sugestão é comprar também em supermercados alguns sanduíches e iogurtes para serem degustados nos inúmeros parques de Londres. Produtos industrializados são comparativamente baratos nos supermercados londrinos, enquanto que as frutas pareceram superfaturadas aos olhos dos brasileiros. As bananas made in Martinica custam uma fortuna se compararmos com as daqui. Se estiver com fome de frutas, prefira as berries. Potes enormes de cerejas e morangos docíssimos saem por um preço amigável e garantem o estômago forrado na hora do lanche ou do café da manhã. E não deixe de experimentar a gastronomia das feiras de rua, com produtos frescos e bem temperados de pequenos comerciantes locais.

Veja mais dicas de como comer barato aqui.

Em Kensington Gardens

Em Kensington Gardens

Mais Londres aqui

Versão deste post para impressão.

Personal Trip

About the Author

Nada de sombra e água fresca. Daniela gosta mesmo é de explorar o mundo, os países, as cidades por onde passa. Mal acabam as andanças das últimas férias e já começam os planos para o próximo destino.

12 Respostas para “ Um roteiro por Londres: o que ver e fazer na capital da Inglaterra ”

  1. Oi Renata!
    No seu lugar eu ficaria em Camden sem medo. O bairro não é muito perto do centro, mas tem metrô direto, além de uma fartura de lojas e pubs descolados, assim como moradores hypados. Amy Winehouse, por exemplo, morava lá. O lugar também fica perto de Hampstead Heath, que é simplesmente o máximo, um parque bacana em meio a aglomerados residenciais pra lá de agradáveis.
    Boa sorte.
    Abraços,
    Daniela

  2. Oi Daniela, adorei as dicas!
    ano que vem vou passar 7 meses estudando em Londres, e estou pretendendo ficar numa residencia estudantil localizada em Camden. Voce acha que esse bairro é seguro? ouço de tudo sobre ele, mas ainda não estou muito segura sobre ficar por la..

  3. Olá Tina.
    Temos dicas bacanas sobre museus e o parlamento, dê uma olhadinha no restante do site.
    Mas aqui vai um roteirinho básico pros seus seis dias na cidade:
    Dia 1 – Visita ao Palácio de Buckhingam, depois cruza o St James Park até chegar à National Gallery. Desce a White Hall, chega no Big Ben, Parlamento e Abadia de Westminster, cruza a ponte e faz London Eye e anda um pouco pela beira do Rio. O jantar desse dia pode ser pela área da Berdmonsey Street, que é pertinho.
    Dia 2 (precisa ser sexta) – Visita ao Borough Market, depois caminhar pela do rio, visitar a Tate Modern e cruzar a ponte até a Catedral St Paul. Depois, visitar a Torre de Londres (chegar até pelo menos 15h, porque há muito a percorrer dentro do castelo) e atravessar a London Bridge. À noite, vale a pena pegar um táxi ou metrô para comer em Covent Garden.
    Dia 3 – Fazer um passeio pelo Hyde Park, seguir até o Kensington Palace e Kensington Garden, depois ir à região de Knightsbridge para ver a loja Harrods e fazer umas comprinhas. O jantar pode ser por ali mesmo, na região de Sloane Square.
    Dia 4 – Começar o dia pelo British Museum, depois seguir para Oxford Circus para mais compras, seguido de caminhadas por Piccadilly Circus, Chinatown e Leicester Square. Jantar no Soho.
    Dia 5 – Passeio por Notting Hill, depois visita aos museus Victoria Albert e de Ciência Natural.
    Dia 6 – Passeio pela região de Hampstead. Na volta, fazer uma parada para compras e biritas em Camden.
    Boa viagem!
    Abraços,
    Daniela

  4. Olá!!
    Gostei muito do site de vcs….é muito explicativo. Gostaria que vcs me dessem um roteiro pra ficar 6 dias em Londres. Sei quais são os pontos principais, mas estou um pouco perdida em como organizar, quais são os lugares comuns de cada um, de uma forma que eu visite os pontos por regiões. Vou ficar hospedada no soho. Se vcs puderem, agradeceria mto a ajuda.
    Abraços,
    Tina

  5. Que maravilha recordar esta bela cidade. A minha viagem a Londres ainda está bem fresca, pois foi na semana passada 🙂 No aeroporto da cidade onde vivo, Porto (Portugal), tem saída da Ryanair para Stansted, a preços muito convidativos. Podemos também comprar os bilhetes da Terravision para os transfers, ainda no Aeroporto do Porto, perto da fila para o embarque. Este serviço é muito bom, pois torna a viagem bem mais confortável. Fica a dica para quem sair deste aeroporto para Stansted, pois, acreditem, se deixarem a compra para a chegada é uma complicação… Boas viagens!

  6. Acho a Inglaterra um país de fidalgos guerreiros, contando uma história que atravessa os séculos desde o aço mais afiado a pa\mais duradoura.
    Obrigado.

  7. Olá Cristiano,
    Obrigada pela visita!
    Dois dias é pouco para Londres, mas pode te deixar uma boa sensação de “quero mais”.
    Pensei num roteiro que concentrasse o máximo de atrações obrigatórias da cidade em apenas um fim de semana. Se você for adepto de andanças, não terá problemas ao percorrê-lo.
    Sábado – Amanheça na feira de Portobello Road, em Notting Hill, a mais famosa de Londres. Lá você pode comprar um badulaque, tomar um sorvete, começar a bebericar. Pegue o metrô até o Palácio de Buckingham, ande pelos jardins reais até o Palácio de Westminster, tire uma foto do Big Ben, outra da Abadia de Westminster. Pegue o metrô até a National Gallery. Depois de visitar os highlights do museu (eles distribuem um folheto indicando a localização do que há de mais importante), faça uma caminhada pelo centro da cidade: Piccadilly Circus, Leicester Square, Covent Garden. Termine o dia bebendo cerveja num pub do Soho. Se tiver energia, estique num club.
    Domingo – Visite pela manhã a Torre de Londres (Tower of London). Depois cruze a Ponte da Torre (Tower Bridge) até a margem sul do Rio Tâmisa. Faça com calma esse percurso ao longo do Southbank Sidewalk, se detendo em atrações que encontrar pelo caminho, como as feiras de livros usados. Entre na Tate Modern (um dos meus museus favoritos). Vale a pena parar nem que seja para descansar um pouco nos gramados ao redor do museu. Termine a caminhada ao fim do dia na ponte que leva ao Big Ben. Procure novamente um pub para uma boa cerveja.
    Boa viagem!

  8. Oi Daniela, parabéns pelo blog! Gostaria de saber se em dois dias consigo visitar Londres. Estou indo pra Europa e quero passar um final de semana por lá.

    Abraços, Cristiano Felix

  9. Oi Alexandre,
    Sugiro o site http://www.booking.com para encontrar albergues e hotéis razoáveis. Se você viaja em casal e faz questão de quarto privativo com banheiro, dá uma olhada também nos hotéis de duas e três estrelas, porque muitas vezes acabam custando o mesmo que albergues. Quanto aos hostels, os credenciados à Hostelling International (www.hihostels.com) são sempre mais confiáveis, porque preenchem requisitos básicos de segurança, organização e higiene. Costumo pesquisar no booking.com os que mais me agradam e verificar no hihostels.com se são credenciados à rede.
    O centro de Londres é um bom lugar para ficar, porque, além do fácil acesso às principais atrações, tem movimento dia e noite. Não fica às moscas nunca. Mas se você prefere um bairro mais descolado e charmoso, pode ficar em Notting Hill ou Kensington. Chelsea é um luxo. Já Camden é cool, porém mais distante.
    No geral, os bairros ao Norte do rio Tâmisa são mais burgueses e os do lado Sul são considerados mais populares.
    Embora eu tenha achado um hotelzinho fofo em Kensington, não cheguei a me hospedar lá porque acabei ficando em casa de amigos nas duas vezes em que estive na cidade. Na primeira oportunidade me hospedei em Clapham Common, no lado sul do Tâmisa, e achei muito tranqüilo, embora eu tenha sido alertada que era preciso evitar os parques à noite e também algumas ruas escuras. De outra vez fiquei mais longe, em Walthamstow, na Grande Londres: muitos imigrantes, lugar calmo, ajeitadinho e distante. Mas como sempre tem metrô, fica tudo fácil de chegar. Acho que levávamos meia hora até o Centro.
    Bem, qualquer outra dúvida é só perguntar. Boa viagem!

  10. Olá,

    Gostei deste último post. Estou a planear ir a Londres.

    Alojamento, como é ?

    (vou dar mais uma vista de olhos no blog, para ver essas viagens ! 🙂 )

  11. Esse blog virou uma certa tortura, confesso. 🙂

  12. Ai, que delícia, e pensar que em poucas semanas estarei lá fazendo tudo isso…

Deixe uma resposta

Você pode usar estas tags xHTML: <a href="" title=""> <abbr title=""> <acronym title=""> <blockquote cite=""> <code> <em> <strong>