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Eu já…. voei de parapente

Era uma vontade antiga e virou um presente de aniversário. Mas eu demorei alguns meses para conseguir ‘usá-lo’. Isso porque eu queria as condições de tempo e vista ideais para o feito. Esse post são as minhas impressões de um único salto. Se você tiver mais dicase for um expert no assunto, deixa um comentário aí embaixo.

Saltei em Sampaio Correa, um distrito de Maricá, na Zona Oeste do Rio, com uma vista foi linda. Já a aterrissagem foi, no mínimo engraçada. Não tinha vento suficiente para irmos até a praia mais próxima, então pousamos num distrito vizinho, no meio de um campo de futebol cheio de cocô. Nesse vídeo aí em cima dá pra ver a gente rindo e driblando os montinhos.

Isso é uma coisa importante. Se o tempo não tiver bom, adie. Segundo o meu instrutor, dependendo do tempo, o parapente pode balançar muito e o marinheiro de primeira viagem ficar enjoado. Outra coisa que tem que se pensar é no resgate. Se o seu instrutor tem alguém para buscar vocês onde vocês vão saltar, onde deixar o seu carro, ou se você vai pedir que algum conhecido te resgate.

A vista da Pedra Bonita, no Rio. A foto é daqui: www.cscvl.com.br

ADRENALINA X CONTEMPLAÇÃO
A primeira coisa a saber é que voar de parapente não é aquela adrenalina sem fim que a pessoas imaginam quando pensam em se jogar do alto de algum morro. A não ser que você tenha pânico de altura, você não vai achar que vai morrer quando suas pernas não tocarem mais o chão.

Mas isso não torna o passeio menos emocionante. Só que a emoção é outra. Não é um frio na barriga sem fim, mas a sensação de estar pairando no ar – parece meio o que os espíritas chamam de volitar.

É uma emoção comtemplativa estar ali em cima, olhando aquela vista maravilhosa e pensando como a natureza é incrível. Se puder, leve um mp3 player e curta essa onda com a sua trilha sonora.

Parque da Cidade é a alternativa em Niterói. A foto é do site da secretaria de turismo: www.neltur.com.br

Parque da Cidade é a alternativa em Niterói. A foto é do site da secretaria de turismo: www.neltur.com.br

ONDE PULAR
Eu vou dar as dicas de Rio, porque é onde eu tenho um pouco de informações sobre o assunto. Mas se vcê tiver algo a dizer sobre qualquer outro lugar, escreve aí embaixo um comentário.

Na capital, a pista mais conhecida e linda de morrer é a da Pedra Bonita. Recentemente, no entanto, foi proibido o voo duplo de lazer lá, porque as autoridades constataram que a mercantilização do esporte tava colocando muita gente em risco. Acho que só rola se o voo for de instrução. De qualquer forma, vale a visita. Os pousos rolam na Praia do Pepino, em São Conrado.

Em Niterói, os saltos acontecem a partir do Parque da Cidade. Lá, as asas e parapentes param na Praia de Charitas. Mas se o instrutor tiver inspirado e o vento ajudar, tem que sobrevoe toda a cidade e vá parar na Praia de Piratininga.

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Personal Trip

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De moto, barco, carro, avião, trem ou ônibus, para Alícia o importante é viajar, conhecer lugares novos, sem deixar de desbravar o Brasil.

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