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Boemia Carioca: os bares clássicos que viraram redes de botecos

bar do adão pastel

Pastel de quejo brie com damasco do Bar do Adão

Este é o último post da série sobre com o be-a-bá dos botecos cariocas. Aqui, vamos apresentar alguns botequins que começaram como clássicos e o sucesso fez com que virassem redes de bares Rio afora. Mas, é preciso admitir que, antes de começar a listá-las,  nós chegamos a nos questionar. Isso porque, com o sucesso e o grande número de filiais, muita gente por aqui acha que esses bares já não representam os típicos botecos cariocas e têm caras do que aqui chamamos de botequim paulista (na prática quer dizer que ficaram arrumadinhos). De qualquer forma, como os cardápios ainda mantêm artigos interessantes e eles estão espalhados em toda a cidade, resolvemos apresentá-los também.

Ah, nunca é demais lembrar: aqui no Rio a Lei Seca funciona e as blitzes são constantes. Então, nada de beber e dirigir. Se não tiver um motorista da rodada, vá de ônibus, metrô ou táxi, que não faltam por aqui.

belmonte empadas

No Belmonte, as empadas ‘abertas’ são destaque: siri, camarão e carne seca são ótimas pedida

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Bar do Adão – A atual rede, que hoje tem filiais na Lapa, Botafogo, Copacabana, Barra e Jacarepaguá, começou no Grajaú, na Zona Norte, onde uma vez por mês rolava um sambinha de roda na calçada da rua Engenheiro Richard. O diferencial são os pastéis, que tem recheios como o brie com damasco, gorgonzola com tomate seco, ou o camarão com alho poró e catupiry.

Belmonte – A rede começou no Flamengo e hoje está ainda na Lapa, Leblon, Jardim Botânico, Urca e Copacabana. Apesar de o menu oferecer refeições, este não é o seu forte. A passagem por aqui vale pela carta de cachaças e, sobretudo, pelos pastéis – o de camarão com catupiry é dos deuses – e empadas abertas. Pra mim, as melhores são as de carne seca e a de siri, caprichadíssimas no recheio.

sanduíche cervantes

Olha o tamanho disso aí! No Cervantes sanduíche é assim: enorme e com queijo e abacaxi

Cervantes – Este tem mais cara de restaurante das antigas. Começou com uma portinari em Copacabana e hoje tem outras duas filiais na Barra. O clássico daqui sao os mega sanduíches, que sempre têm a opção de vir com abacaxi e a mostardeira preta pra completar. O meu preferido é o de pernil com queijo. Os doces portugueses de sobremesa também sao boas pedidas. E como fecha tarde costuma salvar quem precisa comer depois das noitadas. Não se surpreenda se tiver que esperar por uma mesa às 02h da madrugada.

Botequim Informal – Foi um dos primeiros a surgir nessa linha pé-limpo aqui no Rio e não dá pra dizer que é um bar tipicamente carioca. De toda a forma, os acepipes do balcão são boa pedida de entrada e a feijoada e o mineirinho (chapa com filé mignon, aipim frito e queijo) são de dar água na boca. É uma das maiores redes da cidade, com 14 pontos, de norte a sul.

* As fotos deste post são de divulgação

Personal Trip

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De moto, barco, carro, avião, trem ou ônibus, para Alícia o importante é viajar, conhecer lugares novos, sem deixar de desbravar o Brasil.

Uma resposta para “ Boemia Carioca: os bares clássicos que viraram redes de botecos ”

  1. Cervantes é o melhor sanduba do Rio! Pena que é meio caro…

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