<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Viagem é com As Viajantes &#187; Reba</title>
	<atom:link href="http://asviajantes.com/author/reba/feed" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://asviajantes.com</link>
	<description>Dicas de viagem, roteiros de turismo, listas de destinos, truques para comprar passagens</description>
	<lastBuildDate>Tue, 31 Jan 2012 19:33:09 +0000</lastBuildDate>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.0-RC1-15112</generator>
		<item>
		<title>Amritsar: entre o templo de ouro e a fronteira com o Paquistão</title>
		<link>http://asviajantes.com/viagem/amritsar-entre-o-templo-de-ouro-e-a-fronteira-com-o-paquistao</link>
		<comments>http://asviajantes.com/viagem/amritsar-entre-o-templo-de-ouro-e-a-fronteira-com-o-paquistao#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 08 Aug 2011 14:09:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Reba</dc:creator>
				<category><![CDATA[Amritsar]]></category>
		<category><![CDATA[Viagem]]></category>
		<category><![CDATA[Ásia]]></category>
		<category><![CDATA[Índia]]></category>
		<category><![CDATA[attari wagah]]></category>
		<category><![CDATA[dicas]]></category>
		<category><![CDATA[fertilidade]]></category>
		<category><![CDATA[fronteira]]></category>
		<category><![CDATA[golden temple]]></category>
		<category><![CDATA[grand hotel]]></category>
		<category><![CDATA[grávidas]]></category>
		<category><![CDATA[India]]></category>
		<category><![CDATA[paquistão]]></category>
		<category><![CDATA[sikhs]]></category>
		<category><![CDATA[taj mahal]]></category>
		<category><![CDATA[templo]]></category>
		<category><![CDATA[templo fertilidade]]></category>
		<category><![CDATA[trem]]></category>
		<category><![CDATA[troca de guarda]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://asviajantes.com/?p=5542</guid>
		<description><![CDATA[Desvendamos os segredos de Amristar, a cidade indiana que faz fronteira com o Paquistão e tem um dos templos mais lindos do mundo. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="_mcePaste">
<div id="attachment_5545" class="wp-caption aligncenter" style="width: 410px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/08/amritsarplateia.jpg"><img class="size-full wp-image-5545" title="amritsarplateia" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/08/amritsarplateia.jpg" alt="" width="400" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Orgulho indiano </p></div>
<p><strong>Um templo de ouro, pessoas de turbante por todos os lados e um ritual de troca de guarda capaz de deixar qualquer nacionalista &#8211; ou não &#8211; de queixo caído</strong>. Isso é Amritsar, no norte da Índia e na fronteira com o Paquistão. A cidade estava no roteiro por ser caminho para minimalista<strong> </strong><a href="http://asviajantes.com/asia/india-asia/mcleod-ganj" target="_blank"><strong>Mcleod Ganj</strong></a>. Mas ela se tornou uma obsessão tão logo eu vi a primeira foto do Golden Temple estampada no meu Lonely Planet.</p>
<p><strong><a href="http://asviajantes.com/asia/india-asia" target="_blank">Mais dicas da Índia aqui </a></strong><span style="white-space: pre;"> </span></p>
<div id="_mcePaste"><strong>Amritsar é a cidade dos Sikhs</strong>, a religião em que os homens não cortam o cabelo e por isso andam de turbante. Os sikhs são uma minoria, principalmente se comparado aos predominantes hindus, mas como na Índia tudo é contado aos milhões, mesmo minoria é um número considerável. E se por toda a Índia, os sikhs se fazem presente, em Amritsar eles estão em casa. Lá, <strong>é aconselhável que viajantes andem com lenços n</strong><strong>a bolsa. Os templos sikhs exigem que nós cubramos as cabeças</strong>.</p>
<p><strong>A CIDADE</strong></p>
<div id="_mcePaste">Para os padrões indianos a cidade, de pouco mais de um milhão de habitantes, é pequena. O Golden Temple é absolutamente incrível mas é uma das poucas atrações da cidade, por isso,<strong> você não precisará de mais do que 2 ou três dias</strong> pra explorar tudo com calma.</div>
<div>Nós chegamos de trem. A estação é como as demais na Índia: suja, confusa mas absolutamente funcional. Nossa morada foi o <strong><a href="http://www.hotelgrand.in/" target="_blank">Grand hotel</a> </strong>que nos ganhou por duas coisas: <strong>fica em frente à estação de trem</strong> e ao lado de um bar que<strong> vende a cerveja mais gelada que a gente bebeu em 30 dias na Índia</strong>. Os quartos são confortáveis, o staff é bastante atencioso e eles têm um jardim de inverno super charmoso.</div>
<div id="_mcePaste">
<p><strong>O GOLDEN TEMPLE</strong></p>
<div id="_mcePaste">
<div id="attachment_5546" class="wp-caption alignleft" style="width: 360px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/08/amritsargolden.jpg"><img class="size-full wp-image-5546" title="amritsargolden" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/08/amritsargolden.jpg" alt="" width="350" height="263" /></a><p class="wp-caption-text">Todo de ouro</p></div>
<p>A grande atração da cidade vale cada hora de viagem que você passa até chegar em Amritsar. <strong>Em termos de imponência, o Golden Temple rivaliza tranquilamente com o famoso Taj Mahal</strong>. Como fica em uma região central da cidade, uma boa dica é ao menos olhar o templo de dia e a noite. O efeito que a luz e a noite têm sobre o ouro que cobre o lugar é absolutamente impressionante.</p>
</div>
<div><strong>Os sikhs são absolutamente simpáticos a qualquer pessoa que deseje visitar o templo</strong>. A todo tempo alguém vai perguntar se você precisa de ajuda e nós tivemos a prazerosa experiência de termos &#8216;guias voluntários&#8217;, pessoas que estavam ali rezando e por várias vezes interromperam suas preces pra nos explicar mais sobre a religião e cada detalhe do templo.</div>
<div>Algumas regras são necessárias para entrar no templo: mulheres e homens precisam cobrir a cabeça.Se você não tiver seu próprio lenço vários estão disponíveis em grandes cestos na entrada. Todo mundo também deve tirar o sapato e passar por um lava pés. Eu confesso que tive um pouco de medo de perderem meu sapato ao ver o tamanho e a organização do guarda sapatos mas aparentemente eles se entendem naquela confusão, nada deu errado e nós saímos de lá calçados. Fotos só podem ser tiradas na área aberta e nada de comida e bebida lá dentro. Como o lugar é um templo, desrespeitar as regras é visto como grande falta de respeito.</div>
<div><strong>A visita é organizada e obedece um espécie de &#8216;circuito&#8217;, mas qualquer visitante está autorizado a parar &#8211; seja pra admirar ou rezar &#8211; em qualquer lugar</strong>. O meu preferido foi a parte aberta do templo. Acho que passei quase uma hora apenas admirando a fé e as preces dos que estavam por ali. Foi uma paz incrível. Nós pegamos uma fila para conseguir subir na torre do relógio mas eu achei que vale a pena. A vista lá de cima é bastante impressionante e lá o visitante fica bem pertinho do teto do templo &#8211; que aliás nos explicou uma pessoa que era uma flor de lótus invertida. Vale reparar.</div>
<div id="_mcePaste">
<div id="attachment_5547" class="wp-caption aligncenter" style="width: 360px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/08/amritsartemplofertil.jpg"><img class="size-full wp-image-5547" title="amritsartemplofertil" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/08/amritsartemplofertil.jpg" alt="" width="350" height="263" /></a><p class="wp-caption-text">Pedidos de menina</p></div>
<p><strong>O TEMPLO DA FERTILIDADE</strong><br />
Apesar de ser a cidade dos Sikhs, Amritsar também tem muitos templos hindus. O maior e mais bonito é o templo da fertilidade. Dizem os fiéis que ele é muito procurado por mulheres que estão tentando engravidar. Com três andares o templo é bastante impressionante e convida os turistas a participarem das cerimônias hindus.</p>
<p><strong>ATTARI WAGAH: A FRONTEIRA COM O PAQUISTÃO</strong></p>
<div id="_mcePaste">
<div id="attachment_5548" class="wp-caption alignleft" style="width: 365px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/08/amritsarladopaquistao.jpg"><img class="size-full wp-image-5548" title="amritsarladopaquistao" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/08/amritsarladopaquistao.jpg" alt="" width="355" height="266" /></a><p class="wp-caption-text">O lado do Paquistão</p></div>
<p>Eu confesso: odeio trocas de guarda. Já vi a do Palácio de Buckingham, em Londres, do governo, em Lima, no Peru sempre com a mesma impressão: eu estaria mais feliz se estivesse em outro lugar. Por isso, quando meu guia me informou que em <strong>a fronteira com o Paquistão fica a 30 km de Amritsar e que todo os dias, no por do sol, há uma troca de guarda</strong> no local eu pensei: não vou cair nessa de novo. Mas aí&#8230;</p>
<p>A gente saltou do trem e logo na estação de trem um vendedor perguntou: vocês vão ver a troca de guarda? Ao fazer o check in no hotel a mesma pergunta. Saímos então pra almoçar e o garçom nos questionou novamente sobre que dia nós tínhamos reservado pra ver a troca. O golpe de misericórdia veio quando o motorista de tuk tuk ficou paralisado diante da nossa resposta de que talvez a gente não fosse encarar o passeio. Percebemos que aquilo era uma gafe imensa que feria o orgulho deles. Então #ficaadica: se você não for fazer o passeio não conte pra ninguém.</p>
<p><strong>O orgulho e entusiasmo com que eles falavam da troca de guarda acabaram nos convencendo</strong>. Na verdade, me atraia mais estar na fronteira com o Paquistão do que o evento militar em si. Resolvemos fechar o passeio direto no hotel &#8211; achei que se fosse uma furada ao menos eu deveria estar confortável. Nós choramos um pouco o preço e no fim acabou valendo a pena, um motorista nos levou de carro até a fronteira. Um caminho que dura mais ou menos 30 minutos. Chegando lá o que se vê impressiona desde o primeiro momento: <strong>o evento é diário mas mesmo assim a festa é imensa</strong>. Bandeiras por todos os lados e pessoas felizes cantando.</p>
<div id="attachment_5549" class="wp-caption alignright" style="width: 360px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/08/amritsarladoindiano.jpg"><img class="size-full wp-image-5549" title="amritsarladoindiano" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/08/amritsarladoindiano.jpg" alt="" width="350" height="263" /></a><p class="wp-caption-text">E o lado indiano</p></div>
<p>Turistas entram por um lado e indianos por outro. Apesar de ficar em arquibancadas separadas, a empolgação deles realmente contamina. Do outro lado está a arquibancada com os paquistaneses. Todos cobertos da cabeça aos pés, com uma arquibancada pra mulheres e outra pra homens mas nem por isso menos empolgados. A rivalidade entre os dois países é impressionantemente grande. Sabe Brasil e Argentina? Não, não tem comparação. <img src='http://asviajantes.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Antes da troca em si há espetáculos de dança e outros tipos de apresentação. Tudo dura mais ou menos duas horas. E <strong>é um programão, mesmo pra quem não curte trocas de guarda.</strong></p>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://asviajantes.com/viagem/amritsar-entre-o-templo-de-ouro-e-a-fronteira-com-o-paquistao/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>4</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Riviera Maya: o Caribe mexicano</title>
		<link>http://asviajantes.com/viagem/riviera-maya-o-caribe-mexicano</link>
		<comments>http://asviajantes.com/viagem/riviera-maya-o-caribe-mexicano#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 06 Jun 2011 14:48:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Reba</dc:creator>
				<category><![CDATA[América do Norte]]></category>
		<category><![CDATA[Caribe]]></category>
		<category><![CDATA[México]]></category>
		<category><![CDATA[Riviera Maya]]></category>
		<category><![CDATA[Viagem]]></category>
		<category><![CDATA[cancun]]></category>
		<category><![CDATA[cenotes]]></category>
		<category><![CDATA[chichén itzá]]></category>
		<category><![CDATA[civilização maia]]></category>
		<category><![CDATA[méxico]]></category>
		<category><![CDATA[playa del carmen]]></category>
		<category><![CDATA[resorts]]></category>
		<category><![CDATA[riviera maya]]></category>
		<category><![CDATA[tequila]]></category>
		<category><![CDATA[tulum]]></category>
		<category><![CDATA[xcaret]]></category>
		<category><![CDATA[xel-ha]]></category>
		<category><![CDATA[xplor]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://asviajantes.com/?p=5309</guid>
		<description><![CDATA[Ruínas arqueológicas, passeios em cavernas, parques de diversões e claro, praias paradisíacas. A Riviera Maya é a o caribe mexicano.  ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="_mcePaste">
<div id="attachment_5312" class="wp-caption aligncenter" style="width: 405px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/06/mexicotulumpraia.jpg"><img class="size-full wp-image-5312" title="mexicotulumpraia" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/06/mexicotulumpraia.jpg" alt="" width="395" height="296" /></a><p class="wp-caption-text">Tulum: ruínas de frente pro mar</p></div>
<p>Quando eu entrei para a faculdade e me apaixonei por tequila, fiz com as minhas amigas um pacto de que nossas primeiras férias depois que nós já tivéssemos nosso salário seria no México. Já faz alguns anos que eu estou de posse do meu diploma, minha carteira de trabalho foi assinada e a tal promessa &#8211; sempre renovada diante de muitos shots da tradicional bebida mexicana &#8211; nunca foi cumprida.</p>
<p>Na verdade, <strong>foi um casamento que me levou ao México</strong>. O desejo da minha cunhada de selar seus votos diante do mar azul turquesa do Caribe permitiu essa viagem há muito tempo sonhada e planejada. O tempo era curto: uma semana. E o destino já estava programado: a<strong> Riviera Maya, que é onde fica a parte caribenha do México e um dos destinos preferido dos brasileiros &#8211; Cancun</strong>.</p>
<p>Quem quer conhecer o <strong>mar azul turquesa do Caribe mexicano tem três opções de destino: Cancun</strong> e toda as suas opções de facilidade e diversão, <strong>Playa del Carmen</strong>, a cidade vizinha que é infinitamente menor e oferece um pouco mais de originalidade e os <strong>imeensos resorts que ocupam toda a praia depois </strong>de Playa de Carmen. Estes são perfeitos para quem prefere o estilo sombra e água fresca com all inclusive.</p>
<p><a href="http://www.rivieramaya.com/" target="_blank">O site oficial da Riviera Maya é também super explicadinho. </a></p>
<p><strong>PLANEJANDO</strong></p>
<div id="_mcePaste">
<div id="attachment_5313" class="wp-caption alignleft" style="width: 243px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/06/mexicocasamento.jpg"><img class="size-full wp-image-5313" title="mexicocasamento" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/06/mexicocasamento.jpg" alt="" width="233" height="310" /></a><p class="wp-caption-text">Casamento no Caribe mexicano</p></div>
<p>Recentemente <strong>o governo mexicano aboliu a necessidade de visto para brasileiros que têm visto americano</strong>. O mesmo vale pra quem tem passaporte europeu. Se não você não se enquadra em nenhuma das duas categorias precisa tirar o visto. <a href="http://www.consuladodomexicorj.com/" target="_blank">Os consulados do Rio e de São Paulo oferecem a possibilidade de um visto eletrônico. </a></p>
<p>As companhias aéreas são a outra parte chata de chegar até o México. Quem sai do Rio ou faz escala em São Paulo e segue para cidade do México com a Mexicana, ou faz escala no Panamá com a Copa Airlines ou pior nos <a href="http://asviajantes.com/america-do-norte/eua-america-do-norte" target="_blank"><strong>EUA</strong></a> (nesse caso é preciso ter visto americano, mesmo que você faça apenas o translado). Seja qual for a opção a viagem acaba sendo mais longa e cansativa do que deveria. A não ser que você consiga uma daquelas promoções de última hora a Copa costuma ter tarifas mais em conta, o chato é precisar encarar horas de espera pra conexão no cidade do Panamá.</p>
<p>Lembrando que se você tiver mais de seis horas de espera pode sair do aeroporto, caso contrário terá que se contentar em passado tempo nas lojas do free shopping.</p>
<p><a href="http://asviajantes.com/america-central/panama" target="_blank"><strong>Veja dicas do Panamá aqui.</strong></a></p>
<p><strong>UMA REGIÃO, MUITOS TIPOS DE VIAJANTE</strong></p>
<div id="_mcePaste">
<p>Como eu já disse escolher onde ficar vai depender do seu perfil. <strong>Em Cancun você encontra todas as redes internacionais de hotéis. Já se for mochileiro ou preferir uma viagem mais original deve optar por Playa del Carmen</strong>, que tem um perfil bem parecido com algumas pequenas cidades brasileiras como <strong><a href="http://asviajantes.com/brasil/rio-de-janeiro/buzios-e-mais-que-helena-e-brigitte-bardot" target="_blank">Búzios</a></strong>, aqui no Rio. Já os fãs de resort poderão se fartar.</p>
<div id="attachment_5314" class="wp-caption alignright" style="width: 320px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/06/mexicoresort.jpg"><img class="size-full wp-image-5314" title="mexicoresort" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/06/mexicoresort.jpg" alt="" width="310" height="233" /></a><p class="wp-caption-text">Momento all inclusive</p></div>
<p><strong>Independentemente para onde você for, a saída do aeroporto é chata</strong>. Para Cancun os táxis demoram em média vinte minutos, para Playa del Carmen o tempo é mais que o dobro. Já nós, que ficamos no resort onde o aconteceria o casamento, encaramos quase 1 hora em um transporte fretado do próprio hotel. Esse tipo de serviço não está incluído no pacote mas é absolutamente necessário já que chegar aos resorts de ônibus é o primeiro passo para começar sua viagem de mal humor.</p>
<p>Além das opções de lazer dentro do local onde você optou por se hospedar &#8211; Cancun e seus restaurantes, praias e opções de lazer, Playa del Carmen com seus bares, feiras e o passeio até a <strong>Ilha de Cozumel</strong>, e os resorts com tudo que um lugar assim pode oferecer &#8211; há também uma série de passeios que podem ser feitos na região da Riviera Maya. <strong>Quem gosta de parques aquáticos, parques de diversão com aquelas atividades de aventura vai se fartar em Xcaret, Xplor e Xel-Ha. Já quem prefere passeios a sítios arqueológicos vai amar Tulum e Chichén Itzé. </strong>Para os amantes da natureza mergulhos (de snorkel ou garrafa), Cozumel, Isla de la Mujeres  e uma visita aos Cenotes são obrigatórios. Eu sugiro que se faça tudo, não importa o seu perfil.</p>
<p>Não importa onde você esteja hospedado para conseguir fazer chegar a esses lugares <strong>ou vai precisar alugar um carro ou então vai contratar um tour fechado com guia e translado</strong>. De novo eu recomendo que se faça tudo. Pra visitar os Cenotes e Chichén Itzá  o melhor é um tour mesmo porque as distâncias são grandes e o acesso complicado e você vai perder muito tempo tentando chegar lá. Já para Tulum é bom ir de carro pra ficar o tempo que quiser, aproveitar a praia que fica ao lado e rodar por ali sem pressa. No caso dos parques vale a conta aluguel do carro + ingresso X preço do pacote fechado.</p>
<p><strong>CENOTE? X O QUÊ???</strong></p>
<div id="_mcePaste">
<div id="attachment_5315" class="wp-caption alignleft" style="width: 320px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/06/mexicoplayparadiso.jpg"><img class="size-full wp-image-5315" title="mexicoplayparadiso" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/06/mexicoplayparadiso.jpg" alt="" width="310" height="233" /></a><p class="wp-caption-text">Playa paradiso, precisa falar mais alguma coisa?</p></div>
<p>Na Riviera Maya eles adoram um X. Guias, funcionários do hotel e folhetos turísticos nos contaram que a letra faz referência aos ancestrais que viveram lá. Os três maiores parques de diversão não fogem à tradição e acabaram com nomes esquisitos: Xcaret, Xplor e Xel-Ha. A junção dos fatores falta de tempo e atração por outros programas me fez abrir mão dos parques. Mas as impressões de quem se esbaldou entre piscinas de ondas, corredeiras e afins dão conta de que <strong>Xcaret é o maior e tem a maior quantidade de atrações</strong>. Por outro lado, Xel- Ha tem mais natureza e menos construções que deixam o parque mais bonito e <strong>dizem os guias que ficam em Xel-Ha o maior aquário natural do mundo</strong>. <strong>Xplor</strong> é bom pra quem já tem crianças um pouco maiores já que o <strong>forte são os esportes de aventura como tirolesa e corredeiras nada pacatas</strong>.</p>
<div id="attachment_5319" class="wp-caption alignright" style="width: 320px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/06/mexicocenoteraly1.jpg"><img class="size-full wp-image-5319" title="mexicocenoteraly" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/06/mexicocenoteraly1.jpg" alt="" width="310" height="233" /></a><p class="wp-caption-text">A caminho dos cenotes</p></div>
<p>Os parques ficaram em segundo plano porque eu quis explorar algo de que nunca tinha ouvido falar até pisar na Riviera Maya: <strong>os cenotes</strong>. <strong>Eles são uma espécie de rios/lagos subterrâneos formados pelo gotejamento do lençol freático</strong>. Um processo de milhões de anos que criou um ecossistema absolutamente incrível. Os cenotes só são acessíveis através de um tour organizado. Isso porque a grande maioria fica em uma área privada. Depois de ir de van até o início da propriedade a segunda parte é fazer um rali numa  espécie de buggy que é pilotado por você mesmo. Você pode optar em ir de carona com um dos guias &#8211; e vai pagar um pouco mais caro por isso &#8211; mas o meu conselho é que você mesmo vá dirigindo, essa é uma das melhores partes do passeio. O terreno é absolutamente irregular &#8211; com morros e pequenos rios no caminho &#8211; e a velocidade também é grande mas o veículo é super estável e a chance de você capotar ou algo assim é praticamente nula. Chegando ao destino você desce em uma caverna &#8211; capacetes com luzes &#8211; estão incluídos. A quantidade de estalactites e estalagmites impressiona mas nada comparado aos cenotes. <strong>Os rios e pequenos lagos têm um azul tão azul que deixam o azul turquesa do mar do Caribe até meio sem graça</strong>. Depois de caminhar no meio dos riachos você vai chegar a uma enorme lagoa onde poderá mergulhar. Você vai ficar dentro da caverna por aproximadamente 1 hora ou pouco mais, mas é o suficiente para fazer do passeio algo absolutamente inesquecível.</p>
<p><strong>HISTÓRIA DOS MAIAS</strong></p>
<div id="attachment_5317" class="wp-caption alignleft" style="width: 320px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/06/mexicotulumcidade.jpg"><img class="size-full wp-image-5317" title="mexicotulumcidade" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/06/mexicotulumcidade.jpg" alt="" width="310" height="233" /></a><p class="wp-caption-text">Praia, parques, cavernas ou... ruínas</p></div>
<p>A Riveira Maya é o ponto de partida para visitar dois dos sítios arqueológicos mais importantes da civilização Maia: Tulum e Chichén Itzá. <strong>Tulum é a única cidade maia à beira mar e a combinação de ruínas e mar azul, azul, azul faz do programa algo absolutamente imperdível.</strong> O parque é bem organizado, com estacionamento e fica a mais ou menos uma hora de Playa del Carmen em uma estrada bem sinalizada e ótimas condições. Depois de visitar os sítios a boa é descer até a praia que fica logo abaixo para um mergulho. Como era de se esperar o local fica lotado e em busca de privacidade nós dirigimos mais 20 minutos O destino? <strong>Uma praia chamada Paradiso que faz jus ao nome. Lá dividimos espaço apenas com 2 quiosques que serviam bebida e comida.</strong> Vale o passeio.</p>
<p>Já para Chichén Itzá são três horas para ir e mais três para voltar. Ficamos sem tempo mas vale o registro aqui já que a pirâmide é não só o monumento maia mas famoso mas também um cartão de visitas mexicano.</p>
</div>
</div>
</div>
</div>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://asviajantes.com/viagem/riviera-maya-o-caribe-mexicano/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>4</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Caral: a cidade mais antiga das Américas</title>
		<link>http://asviajantes.com/viagem/caral-a-cidade-mais-antiga-das-americas</link>
		<comments>http://asviajantes.com/viagem/caral-a-cidade-mais-antiga-das-americas#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 17 May 2011 13:22:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Reba</dc:creator>
				<category><![CDATA[América do Sul]]></category>
		<category><![CDATA[Caral]]></category>
		<category><![CDATA[Peru]]></category>
		<category><![CDATA[Viagem]]></category>
		<category><![CDATA[aventura]]></category>
		<category><![CDATA[caral]]></category>
		<category><![CDATA[civilização]]></category>
		<category><![CDATA[continente americano]]></category>
		<category><![CDATA[incas]]></category>
		<category><![CDATA[Lima]]></category>
		<category><![CDATA[mais antiga das américas]]></category>
		<category><![CDATA[sítio arqueológico]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://asviajantes.com/?p=5266</guid>
		<description><![CDATA[Estivemos em Caral, a cidade mais antiga das Américas e damos as dicas desse local desconhecido e fascinante. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="_mcePaste">
<div id="attachment_5273" class="wp-caption aligncenter" style="width: 395px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/05/caralprincipal.jpg"><img class="size-full wp-image-5273" title="caralprincipal" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/05/caralprincipal.jpg" alt="" width="385" height="289" /></a><p class="wp-caption-text">A civilização mais antiga das Américas</p></div>
<p>Foi num fórum gringo na internet que eu ouvi falar pela primeira vez de <strong>um dos lugares mais incríveis</strong> que eu visitei no Peru: <strong>Caral</strong>. Eram ingleses e americanos trocando dicas e planejando viagens para conhecer <strong>a civilização mais antiga das Américas</strong>. Como assim? Foi a primeira coisa que me veio à cabeça. Eu sempre ouvi muito sobre Incas, Maias e Astecas e até então não me passava pela cabeça que não fossem eles os grandes desbravadores do continente americano. Com meia dúzia de dicas gringas escritas em inglês eu embarquei pro Peru com duas metas: conhecer melhor a história do meu próprio continente e fazer uma viagem que fugisse um pouco do clássico roteiro Cuzco-Machu Picchu.</p>
<p><strong>Conheça mais sobre<strong> <a href="http://asviajantes.com/viagem/norte-do-peru-muito-alem-de-machu-picchu" target="_blank">o norte do Peru aqui</a></strong></strong></p>
<p><strong>A CIVILIZAÇÃO MAIS ANTIGA DAS AMÉRICAS</strong><br />
A descoberta de Caral mudou o que muitos historiadores pensavam sobre a história e o <strong>processo de povoamento do continente americano</strong>. Isso porque a civilização de Caral-Supe surgiu há <strong>cinco mil anos</strong>. Para se ter um comparação a civilização egípicia data de 5300 anos, a chinesa de 3900 e a europeia de &#8220;apenas&#8221; 3 mil anos. Os Incas, &#8220;parentes americanos&#8221; mais famosos surgiram há 530 anos. Com a informação de que o nosso continente era povoado há tanto tempo começou-se a se repensar todas as teorias de fluxo migratório não só dentro do continente americano como também no mundo. Isso porque o povo de Caral não era nômade. Eles tinham uma civilização constituída, com centros políticos e religiosos. Tudo isso é bem visível no que restou da antiga cidade, os guias vão explicando como eles se organizavam e para que servia cada um dos prédios e antigas pirâmides &#8211; hoje ruínas. Tudo muito impressionante.</p>
<p>Mais sobre a história de <strong><a href="http://www.caralperu.gob.pe/" target="_blank">Caral no site oficial do sítio arqueológico</a></strong></p>
<p><strong>COMO CHEGAR</strong></p>
<div id="attachment_5274" class="wp-caption alignleft" style="width: 320px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/05/caralcarroatolado.jpg"><strong><img class="size-full wp-image-5274" title="caralcarroatolado" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/05/caralcarroatolado.jpg" alt="" width="310" height="233" /></strong></a><p class="wp-caption-text">Foto depois de desatolar o carro no deserto</p></div>
<p><strong>Caral é um sítio arqueológico e não uma cidade</strong>, por isso reservar um dia é mais do que suficiente. <strong>A day trip é feita a partir de Lima</strong> e o tempo de viagem até Caral é de mais ou menos 4 horas, se der tudo certo. Com apenas as dicas gringas nas mãos a nossa opção foi contratar um passeio fechado em uma das agências de viagem no centro de Lima. Furada. Caral parece não ser conhecida nem entre os peruanos. Em apenas uma agência o recepcionista soube do que estávamos falando. Combinamos que um guia nos buscaria no hotel no dia seguinte. E as 4 horas de viagem se transformaram em quase 6 porque ele não fazia ideia de onde ficava o sítio e se perdeu muitas vezes no caminho. Além disso, <strong>Caral fica no meio de uma área de deserto</strong> (já foi um grande vale um dia, assim como o Saara) e o nós perdemos tempo desatolando nosso carro. Sim, o motorista perdido conseguiu atolar o carro no meio da areia o que nos rendeu momento de pânico por estarmos literalmente no meio do nada e obviamente uma das melhores histórias da viagem depois.</p>
<p>Chegando lá fomos informados que a<strong> viagem de ônibus é mais vantajosa, prática e principalmente barata</strong>. Na rodoviária de Lima deve-se pegar um ônibus em direção à Barranca e descer na cidade de Supe Pueblo. Da quadra do supermercado da cidade saem vans destinadas ao Centro Poblado de Caral. São mais ou menos 20 minutos de viagem, segundo o guia. Mesmo em grupo o custo dessa viagem deve algo como 5 vezes menos do que de com a agência de turismo.</p>
<p><strong>Saiba mais sobre<a href="http://asviajantes.com/viagem/lima-a-capital-de-ceu-branco" target="_blank"> Lima aqui.</a></strong></p>
<p style="font-weight: bold;"><strong>O SÍTIO</strong></p>
<p style="font-weight: bold;">
<div class="mceTemp" style="font-weight: bold;">
<dl id="attachment_5275" class="wp-caption alignright" style="width: 311px;">
<dt class="wp-caption-dt"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/05/caralguia.jpg"><img class="size-full wp-image-5275" title="caralguia" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/05/caralguia.jpg" alt="" width="301" height="226" /></a></dt>
<dd class="wp-caption-dd">Passeio organizado com guia</dd>
</dl>
</div>
<p style="font-weight: bold;">
<p><strong>Caral é absolutamente organizado</strong>. Eu me arriscaria a dizer que a organização é bem semelhante a de Machu Picchu. Chegando lá você encontra uma recepção super bonitinha onde vai comprar seu ingresso, receber uma série de folhetos explicando a história do local e sua importância para a história do continente americano.<strong> O ingresso dá direito a um guia.</strong> O nosso, super simpático, nos acompanhou na visita (ao contrário de Machu Picchu não é possível andar pelo sítio sem guia) explicando a função de cada um dos prédios e sua representatividade dentro da civilização. Chamou nossa atenção para detalhes fascinantes que ajudam a entender um pouco do povo que viveu em Caral e sua importância. O tour todo dura mais ou menos 1 hora e meia. O nosso durou o dobro pela quantidade de perguntas, fotos e histórias que nos obrigamos o nosso guia a contar. <strong>Nos feriados e fins de semana há uma pequena feira com artesanato local e comidas típicas</strong>. Os banheiros &#8211; limpíssimos &#8211; ficam bem próximos a recepção. Quando estivemos lá, Caral não estava completamente escavada. Por isso, ao longo da nossa visita em muitos lugares nos deparamos com uma série de arqueólogos que espalhavam parte de poeira com escovas minúsculas para preservar cada detalhe do que restou de pirâmides e templos. Em um trabalho incrível e cenas dignas de filme. Para completar a cidade mais antiga das Américas era só nossa!! Quem já se estressou porque não conseguiu tirar uma foto sem uma pessoa no fundo em Machu Picchu sabe que essa exclusividade não tem preço! E que torna o passeio ainda mais inesquecível.</p>
<p style="font-weight: bold;"><strong> </strong></p>
<p style="font-weight: bold;">
<div class="mceTemp mceIEcenter" style="font-weight: bold;">
<dl id="attachment_5276" class="wp-caption aligncenter" style="width: 311px;">
<dt class="wp-caption-dt"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/05/caralpiramide.jpg"><img class="size-full wp-image-5276" title="caralpiramide" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/05/caralpiramide.jpg" alt="" width="301" height="226" /></a></dt>
<dd class="wp-caption-dd">Pirâmide ainda sendo escavada</dd>
</dl>
</div>
<p style="font-weight: bold;">
<p><strong>SE ORGANIZANDO</strong><br />
Quando nós estivemos em Caral a lanchonete estava fechada. Como o passeio dura o dia inteiro <strong>sanduíches, chocolates, barras de cereal e outras coisas práticas que matem a fome são fundamentais</strong>. Você não pode comer durante o tour mas vai ter que forrar o estômago antes e depois do passeio. <strong>Água é outro item absolutamente indispensável</strong>. Leve bastante. Caral fica no meio de um deserto, por isso, o calor é forte mesmo. <strong>Protetor solar</strong> &#8211; não importa se você é branquelo ou não, todo mundo vai precisar &#8211; <strong>chapéu, roupas leves</strong> e principalmente: <strong>um sapato confortável</strong>. O tour é feito todo a pé em um terreno absolutamente poeirento. Não escolha o sapato que mais goste, ele vai voltar preto, preto, preto de poeira. Além disso, o sítio arqueológico é ao ar livre, não há cobertura alguma pelo caminho. Por ser deserto lá não chove muito mas vale uma consulta na previsão do tempo. A chuva pode estragar o passeio.</p>
<p>Por fim, deixe seu espírito Indiana Jones tomar conta de você e se delicie por estar conhecendo um pouco da origem desse continente fascinante e deslumbrante.</p>
<p style="font-weight: bold;">Quer imprimir esse<a href="https://sites.google.com/site/blogasviajantes/peru/caral-a-cidade-mais-antiga-das-americas" target="_blank"> <strong>post clique aqui!</strong></a></p>
<p style="font-weight: bold;"><strong>Siga as Viajantes <a href="http://twitter.com/asviajantes" target="_blank">no twitter</a></strong></p>
<p><strong><strong><strong> </strong></strong></strong></p>
</div>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://asviajantes.com/viagem/caral-a-cidade-mais-antiga-das-americas/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Eu já&#8230; pulei de paraquedas</title>
		<link>http://asviajantes.com/viagem/eu-ja-pulei-de-paraquedas</link>
		<comments>http://asviajantes.com/viagem/eu-ja-pulei-de-paraquedas#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 03 Mar 2011 17:27:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Reba</dc:creator>
				<category><![CDATA[Eu já...]]></category>
		<category><![CDATA[Nova Zelândia]]></category>
		<category><![CDATA[Oceania]]></category>
		<category><![CDATA[Viagem]]></category>
		<category><![CDATA[aventura]]></category>
		<category><![CDATA[avião]]></category>
		<category><![CDATA[dicas]]></category>
		<category><![CDATA[lago]]></category>
		<category><![CDATA[nova zelândia]]></category>
		<category><![CDATA[paraquedas]]></category>
		<category><![CDATA[preço]]></category>
		<category><![CDATA[radical]]></category>
		<category><![CDATA[segurança]]></category>
		<category><![CDATA[skydiving]]></category>
		<category><![CDATA[taupo]]></category>
		<category><![CDATA[taupo tandem skydiving]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://asviajantes.com/?p=4895</guid>
		<description><![CDATA[Estivemos na Nova Zelândia - a capital dos esportes radicais - e não poderíamos deixar de pular de paraquedas. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_4898" class="wp-caption aligncenter" style="width: 410px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/03/nzparaquedas.jpg"><img class="size-full wp-image-4898" title="nzparaquedas" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/03/nzparaquedas.jpg" alt="" width="400" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Segundos antes de pular</p></div>
<p>Quando Taupo foi escolhida pra ser uma das três cidades que eu visitaria na Nova Zelândia eu tinha um  motivo muito claro: era lá, segundo amigos que já tinham rodado bastante pelo país, que eu encontraria o salto de paraquedas mais lindo e mais barato de toda a Nova Zelandia.</p>
<p>É verdade que quando desci na rodoviária da pequena e organizada cidade eu nem sabia se teria coragem de me jogar de um avião e esperar que uma pequena mochila salvasse a minha vida, mas eu também estava certa de que se um dia eu fosse viver essa emoção a Nova Zelândia certamente seria o local ideal para isso.</p>
<p>Para começar a me acostumar com a ideia eu resolvi não encarar a aventura logo no primeiro dia. Estava sozinha e fui conhecer um pouco da cidade. Taupo foi minha primeira parada na Oceania e a primeira impressão não poderia ter sido melhor, a cidade é pacata, organizada, cheia de paisagens deslumbrantes, passeios pra lá de incríveis e pessoas absolutamente simpáticas e hospitaleiras. Meu caso de amor com a Nova Zelândia definitivamente começou com uma paixão à primeira vista por Taupo.</p>
<p>Mas a decisão de que eu ia pular de paraquedas aconteceu no momento em que eu vi o Lago Taupo pela primeira vez. Ele fica em uma área central da cidade com diversos bares em volta numa espécie de ponto de encontro dos moradores. As águas são cristalinas e você só não vai querer passar o dia inteiro lá admirando a paisagem porque venta horrores. Mas ali, diante daquele mundo de águas azuis, eu comecei a sonhar como seria ver aquela paisagem de cima.</p>
<p><strong>A gente também já voou de<a href="http://asviajantes.com/brasil/rio-de-janeiro/eu-ja-voei-de-parapente" target="_blank"> parapente</a> e de <a href="http://asviajantes.com/viagem/eu-ja-voei-de-balao" target="_blank">balão!</a></strong></p>
<p><strong>PLANEJANDO A AVENTURA</strong><br />
Todos os saltos em Taupo acontecem em cima do lago. Por isso, o recomendado é que você escolha um dia limpo para pular. O tempo na Nova Zelândia é bem instável e por isso os moradores são absolutamente fanáticos pela previsão do tempo, que lá erra bem pouco. Em dias muito fechados os voos não acontecem mas se você puder escolher um dia sem nenhuma nuvem mesmo é melhor.</p>
<p>No mais, seu único trabalho vai ser chegar para a recepcionista do hotel e dizer: quero pular de paraquedas. Hotéis, albergues, agências de turismo têm uma rede totalmente interligada que permite o agendamento de qualquer passeio em segundos. Ela vai ligar para o Taupo Tandem Skydiving e apenas perguntar se você quer pular de manhã ou à tarde. Minha ideia de admirar o pôr do sol mais perto do sol foi mudada em apenas cinco segundos quando os dois recepcionista falaram quase juntos que a melhor hora para o salto era de manhã cedinho quando ausência de nuvens era garantida e a cor das águas mais azuis.</p>
<p>Desta forma, às sete da manhã do dia seguinte eu entrei na van que passou pra me pegar no hotel. Dentro dela outros cinco turistas deliciosamente nervosos e ansiosos diante da nova aventura. Um percurso de dez minutos e estávamos na nossa base de onde partiria o avião. Acredite, a parte mais difícil de todo processo é escolher que pacote você vai fazer. Existem dois tipos de voos: o de 12 mil pé e de 15 mil pés, a diferença é obviamente a altura e o tempo em queda livre. Ah, e o preço, claro. Junto com isso você pode escolher um pacote completo que tem filmagem, fotos, dvds, camisas ou apenas o salto. Os preços podem até dobrar nessa brincadeira. Todo mundo ganha de brinde uma foto que é tirada na porta do avião, segundo antes do salto, mas depois da experiência eu recomendo que você faça ao menos um pacote que tenha fotos. Isso porque por motivos de segurança você vai ter que deixar sua máquina em terra. E, acredite, você vai querer ter registros desse momento. Eu, mochileira, acabei optando pelo pacote mais simples e me arrependi. Ainda é possível comprar algumas fotos suas depois mas nada se compara com fazer o salto com alguém já fotografando o momento.</p>
<p>Escolhido o pacote todo mundo é obrigado a assistir a uma mini palestra com os procedimentos de segurança. É tudo bem simples e você vai aprender que a única coisa que não pode fazer em hipótese alguma é segurar nas portas do avião antes de saltar. É isso mesmo: uma vez dentro do avião não existe a possibilidade de desistir. Você vai ter que pular. Depois você ganha um macacão, sapatos adequados, óculos e um capacete (todos os equipamentos são absolutamente inimigos da moda, horríveis, impressionante). E por último ganha um instrutor. Isso porque a não ser que você queira fazer um curso para instrutor &#8211; que dura um mês e vira sonho de consumo depois do primeiro salto -  você sempre pular acompanhando. O que quer dizer alguém absolutamente colado em você durante todos os minutos. As duplas são escolhidas por altura e por isso mistas.</p>
<p>Todos os instrutores são bem jovens, divertidos e estão sempre fazendo piada (pudera, deve ser dos melhores empregos do planeta!) e isso vai aliviando a sua tensão enquando você se dirige ao avião. Lá dentro um grande banco único &#8211; aquele estilo de refeitório de colégio mesmo &#8211; e você quase não consegue se mexer de tão apertadinho. Só depois de estar dentro do avião é que eu percebi que o fato de ser a última a ter entrado significava que eu era a primeira a pular já que a porta estava ao meu lado. Isso também não é algo que se pode escolher. Bem, dentro do avião cada instrutor vai afivelar todos os cintos que permitirão que vocês virem uma única pessoa &#8211; afinal o paraquedas está nas costas dele! Tudo isso em um tempo de voo que eu não consigo dimensionar já que os minutos pareciam horas diante da minha ansiedade.</p>
<p>Quando o piloto avisa que chegamos a altura a porta é aberta e o avião é inundado por um vento avassalador. Tudo precisa ser muito rápido. Eu coloquei os pés da pra fora do avião e só tive tempo de relembrar o único procedimento de segurança: não segurar na porta do avião. E nesse momento você entende porque isso é repetido com exaustão: o impulso é justamente se agarrar na porta do avião. Segundos depois você já está em queda livre. Foi uma das maiores emoções da minha vida, sem a menor dúvida. Loopings e todo tipo de movimento até que o paraquedas se abra. Depois vira o voo super tranquilo em que você pode admirar a paisagem &#8211; e o lindo lago Taupo &#8211; calmamente. A descida é igualmente suave em um campo verde de onde o avião partiu.</p>
<p>Preços e todas as infos sobre a <a href="http://www.taupotandemskydiving.com/" target="_blank"><strong>Taupo Tandem Skydiving aqui</strong></a>!</p>
<p>Siga asViajantes no <a href="http://www.twitter.com/asviajantes"><strong>twitter. </strong></a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://asviajantes.com/viagem/eu-ja-pulei-de-paraquedas/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>2</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Eu já&#8230; patinei no gelo no Central Park</title>
		<link>http://asviajantes.com/viagem/eu-ja-patinei-no-gelo-no-central-park</link>
		<comments>http://asviajantes.com/viagem/eu-ja-patinei-no-gelo-no-central-park#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 17 Feb 2011 12:01:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Reba</dc:creator>
				<category><![CDATA[América do Norte]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[Eu já...]]></category>
		<category><![CDATA[Nova Iorque]]></category>
		<category><![CDATA[Viagem]]></category>
		<category><![CDATA[bryant park]]></category>
		<category><![CDATA[central park]]></category>
		<category><![CDATA[dicas]]></category>
		<category><![CDATA[nova york]]></category>
		<category><![CDATA[passeio]]></category>
		<category><![CDATA[patinação no gelo]]></category>
		<category><![CDATA[patins]]></category>
		<category><![CDATA[rockfeller center]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://asviajantes.com/?p=4809</guid>
		<description><![CDATA[Está indo pra Nova York no inverno? Que tal aproveitar para patinar no gelo? A gente dá todas as dicas pra esse programa delicioso e imperdível. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_4813" class="wp-caption aligncenter" style="width: 290px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/02/NYolhandopista11.jpg"><img class="size-full wp-image-4813" title="NYolhandopista1" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/02/NYolhandopista11.jpg" alt="" width="280" height="373" /></a><p class="wp-caption-text">Uma das mais belas vistas de Nova York</p></div>
<p>Quem chega a Nova York no inverno tem um <strong>programa irresístivel: patinar no gelo</strong>. E a grande quantidade de pistas de patinação na cidade parecem mesmo convidar para isso. E não importa se você já é tão expert que poderia ter participado das Oimpíadas de inverno ou se o seu único contato com o patins foi por alguns minutos dentro de uma pista de patinação de shopping, esse é um programa que você certamente não vai esquecer.</p>
<p><a href="http://asviajantes.com/america-do-norte/eua-america-do-norte/nova-iorque-eua-america-do-norte" target="_blank"><strong>Mais Nova York aqui!</strong></a></p>
<div id="attachment_4814" class="wp-caption alignleft" style="width: 290px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/02/NYrockfeller.jpg"><img class="size-full wp-image-4814" title="NYrockfeller" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/02/NYrockfeller.jpg" alt="" width="280" height="373" /></a><p class="wp-caption-text">Debaixo da árvore de Natal mais famosa do mundo</p></div>
<p>Quem está em busca de glamour ou de viver um conto de fadas já visto em dezenas de fimes tem um destino certo: o <strong><a href="http://www.patinagroup.com/restaurant.php?restaurants_id=74" target="_blank">Rockfeller Center</a></strong>. <strong>A pista é cercada por um restaurante que tem janelas de vidro e no alto está uma das mais famosas árvores de Natal do mundo</strong>, o que  completa o clima mágico do lugar. A pista é pequena e as filas constumam ser grandes. O lugar oferece aulas para os novatos mas<strong> se é a primeira vez que você vai tentar deslizar sobre o gelo o melhor é que você procure outro lugar</strong>. Além da pista é pequena, o lugar vive cheio de gente não só no restaurante mas também de pessoas que vão até lá pra fotografar. Ou sejal, a chance do seu super tombo ser flagrado por um estranho e terminar no youtube é grande. A pista está aberta todos os dias das 09h até meia noite. A cada três horas eles fecham por meia hora pra poder nivelar o gelo, quem já estiver patinando precisa esperar um pouco mas pode voltar depois. <strong>Aliás isso é ótimo da pistas de gelo em NY: vc patina pelo tempo que quiser.</strong> <strong>Rockfeller Center -</strong> 5 avenida entre a 49th e 50th</p>
<div id="attachment_4816" class="wp-caption alignright" style="width: 290px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/02/NYBryantpark1.jpg"><img class="size-full wp-image-4816" title="NYBryantpark" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/02/NYBryantpark1.jpg" alt="" width="280" height="373" /></a><p class="wp-caption-text">Prédios e mais prédios ao fundo</p></div>
<p><strong>Para quem está com crianças ou em um grupo em que nem todo mundo tem coragem de tentar o equilíbrio sobre o gelo, a melhor pedida é o</strong> <a href="http://www.thepondatbryantpark.com/skate/info" target="_blank"><strong>Bryant Park</strong></a>. Montado ao lado da biblioteca pública, o rinque de patinação é cercado por prédios proporcionando um clima e uma vista que só Manhattan poderia oferecer. Ao redor da pista estão várias mesas que permitem curtição até daqueles que esperam. Os que estão em busca de algo mais descolado podem optar por<strong> fazer hora no Celsius, um lindo restaurante de dois andares e todo de vidro que fica bem ao lado da pista</strong>. A fila costuma ser grande, principalmente nos fins de semana, mas o lounge parecia bem animado quando estivemos lá. Mamães mais corajosas podem dar um volta na <strong>linda feirinha que é montada todo fim de ano no parque </strong>enquanto os pimpolhos se divertem com patins. São vários quiosques que vendem de tudo. Outra boa notícia é: patinar no Bryant Park é de graça mas são 13 dólares pelo aluguel do patins (preço bem maior do que em outras pistas). Se o seu problema é tempo e não dinheiro você pode fazer a reserva pela internet e pagar 20 dólares para conseguir passar na frente de todo mundo.<br />
<strong>Bryant Park -</strong> 42th entre a 5 e a American Avenue / preço: grátis + U$ 13 do aluguel do patins. Das 08h às 22h / 24h sextas e sábados.</p>
<div id="attachment_4817" class="wp-caption aligncenter" style="width: 410px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/02/NYeujá.jpg"><img class="size-full wp-image-4817" title="NYeujá" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/02/NYeujá.jpg" alt="" width="400" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Sem tombos </p></div>
<p>Apesar dos encantos desses dois lugares, pra mim, nada supera a emoção de patinar no<strong> <a href="http://www.centralpark.com/guide/sports/central-park-ice-skating.html" target="_blank">Central Park</a>.</strong> <strong>O lugar, que é o mais lindo de NY, oferece a atmosfera perfeita para piruetas sensacionais ou os primeiros tombos. </strong>Tudo na mais perfeita hamornia. Patinadores profissionais convivem bem e muitas vezes até ajudam turistas de todas as partes do mundo que só conseguem largar a mureta da pista por alguns segundos.<strong> Lá são duas pistas</strong>, a Lasker Rink que fica bem no meio do parque e é uma piscina que se transforma em pista de patinação no gelo no inverno, ou a Wollman Rink, minha eleita, que tem uma vista sensacional e nos proporcionou um dos momentos mais divertidos da viagem. Na Wollman, os mais medrosos podem ficar em uma sacada só registrando o tombo &#8211; ou performance &#8211; dos patinadores.<strong> Mesmo que você não se anime em encarar os patins vá ao menos pra fotografar a pista</strong>. Serão algumas das suas melhores fotos. Pode ter certeza.<br />
<strong>Lasker Rink </strong>- entre a 106th e a 108th / preço: U$ 6,25 + 5,50 do aluguel do patins. Das 10 às 22h quintas e sextas / 13h às 23h sábados / 10h às 15h45 segundas, terças e quartas e 12h30 às 16h domingos.<br />
<strong>Wollman Rink -</strong> 59th entre a 5 e a 6 avenidas / preço: U$ 10,25 + 6,25 do aluguel do patins. Das 10h às 22h / 23h sextas e sábados / Das 10h ás 14h30 segundas e terças / 10h às 22h quartas e quintas / 10h às 23h sextas e sábados / 10h às 21h domingos</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://asviajantes.com/viagem/eu-ja-patinei-no-gelo-no-central-park/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Tiradentes: história, comida e cachoeira</title>
		<link>http://asviajantes.com/viagem/tiradentes-historia-comida-e-cachoeira</link>
		<comments>http://asviajantes.com/viagem/tiradentes-historia-comida-e-cachoeira#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 03 Feb 2011 16:58:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Reba</dc:creator>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Minas Gerais]]></category>
		<category><![CDATA[Tiradentes]]></category>
		<category><![CDATA[Viagem]]></category>
		<category><![CDATA[artesanato]]></category>
		<category><![CDATA[bichinho]]></category>
		<category><![CDATA[Cachoeira]]></category>
		<category><![CDATA[charrete]]></category>
		<category><![CDATA[chico doceiro]]></category>
		<category><![CDATA[cidades históricas de minas]]></category>
		<category><![CDATA[comida mineira]]></category>
		<category><![CDATA[crianças]]></category>
		<category><![CDATA[dicas]]></category>
		<category><![CDATA[doces]]></category>
		<category><![CDATA[estalagem do sabor]]></category>
		<category><![CDATA[goiabada]]></category>
		<category><![CDATA[guia 4 rodas]]></category>
		<category><![CDATA[guias]]></category>
		<category><![CDATA[igrejas]]></category>
		<category><![CDATA[linguiça]]></category>
		<category><![CDATA[ora pró nóbis]]></category>
		<category><![CDATA[passeios]]></category>
		<category><![CDATA[pau de angu]]></category>
		<category><![CDATA[pousada vivenda]]></category>
		<category><![CDATA[pousadas]]></category>
		<category><![CDATA[restaurante da beth]]></category>
		<category><![CDATA[restaurantes]]></category>
		<category><![CDATA[restaurantes estrelas]]></category>
		<category><![CDATA[theatro da villa]]></category>
		<category><![CDATA[tiradentes]]></category>
		<category><![CDATA[tragaluz]]></category>
		<category><![CDATA[trattoria via destra]]></category>
		<category><![CDATA[trilhas]]></category>
		<category><![CDATA[virada´s do largo]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://asviajantes.com/?p=4753</guid>
		<description><![CDATA[Exploramos Tiradentes, em Minas, e descobrimos que além de belas igrejas o lugar tem cachoeiras e restaurantes incríveis. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_4754" class="wp-caption aligncenter" style="width: 290px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/02/igrejadamatriz.jpg"><img class="size-full wp-image-4754" title="igrejadamatriz" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/02/igrejadamatriz.jpg" alt="" width="280" height="373" /></a><p class="wp-caption-text">Um pedaço da história do Brasil</p></div>
<p>Cinco dias de folga, um casal, um pré adolescente de 12 anos, a mãe e avó dele, uma brasileira que mora nos EUA, um bebê de dois anos e uma missão: conseguir um destino que agradasse a todos de forma igual. Depois de muito pensar e pesquisar uma ideia me salvou: Tiradentes, uma das cidades históricas de Minas.</p>
<p><a href="http://asviajantes.com/viagem/roteiro-pelas-cidades-historicas-de-minas-gerais" target="_blank"><strong>Leia mais sobre as cidades históricas de Minas aqui!</strong></a></p>
<p>A quatro horas do Rio pela excelente &#8211; e cara &#8211; BR 040, a cidade também é um destino fácil pra quem sai de São Paulo e, claro, de Minas. <strong>Tiradentes tem a melhor estrutura hoteleira das cidades históricas</strong> com muitos hotéis que oferecem ar condicionado, piscina e todos os outros luxos que viram fundamentais quando um bebê é integrante da tropa viajante. Além do mais, ela <strong>é super pequenininha e segura</strong> o que permite voos solitários de um pré adolescente de saco cheio de adultos e <strong>está recheadas de detalhes deliciosos </strong>que fazem história parecer a matéria mais interessante de todo o currículo escolar. Junte a isso dezenas de<strong> lojinhas cheias de coisas lindas e charmosas </strong>que agradam mulheres de todas as idades e uma pracinha cercada de bares onde homens bebem cerveja enquanto elas decidem se levam um ou dois tapetes. Pra completar <strong>Tiradentes é um dos destinos gastronômicos mais estrelados do Brasil</strong>. Jantares a luz de vela e comida da melhor qualidade transformam a cidade num lugar pefeito pra casais em busca de privacidade e romantismo. E por fim, a <strong>tradicional comida mineira</strong> que é a melhor coisa do mundo pra qualquer gringo ou brasileiro exilado no exterior. Ufa, resumindo: <strong>Tiradentes é um ótimo programa pra qualquer tipo de viajante!!</strong></p>
<p><strong>O PRIMEIRO PASSO: ONDE FICAR?</strong><br />
<strong> </strong></p>
<div id="attachment_4755" class="wp-caption alignleft" style="width: 290px"><strong><strong><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/02/ruabucolica.jpg"><img class="size-full wp-image-4755" title="ruabucolica" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/02/ruabucolica.jpg" alt="" width="280" height="373" /></a></strong></strong><p class="wp-caption-text">Ruas bucólicas</p></div>
<p><strong> </strong><strong>Tiradentes é a cidade mais cara do circuito histórico de Minas. E isso começa nos hotéis</strong>. As diária são bem maiores do que das vizinhas São João del Rei e Ouro Preto. Mas ainda assim é possível encontrar preços ok pra bolsos mais econômicos. Pra quem está em busca de hotéis de melhor qualidade sem se preocupar muito com o preço lá é o destino certo. A dica é: a não ser que você pretenda fazer do hotel o programa, como uma espécie de spa &#8211; sim, há algumas opções dessas lá &#8211; <strong>fique perto do centro.</strong> Tiradentes não é uma cidade para se andar de carro e eu confesso que até fiquei surpresa de como isso não é proibido no centro. O chão ainda conserva pedras colocadas pelos escravos que fazem a suspensão de qualquer carro querer chorar. Depois vem o problema número 2: estacionar. Além do mais <strong>Tiradentes é linda pra andar a pé e sentir aquele clima descansado do interior.</strong> Com exceção dos hotéis logo na entrada da cidade, na grande maioria você consegue ir a pé pra todas as atrações sem grandes traumas. Mas se o seu grupo é formado por crianças muito pequenas talvez valha a pena investir em algo absolutamente central. Carrinhos de bebês também encontram dificuldades e podem se tornar um trambolho em distâncias não muito curtas. Experiência própria.<br />
<strong><br />
Não confie muito nas distâncias indicadas pelos sites dos próprios hotéis</strong>. A maioria diz que fica a 600 metros do Centro. <strong>Uma boa referência é </strong>olhar o mapinha e ver a distância da<strong> rodoviária</strong>, que é bem central.</p>
<p>Nossa morada foi a <a href="http://www.pousadavivenda.com.br/" target="_blank"><strong>Pousada Vivenda</strong></a>, que é um pouco distante do centro mas que permitia que a gente fosse a pé com uma caminhada de 10 minutos. O lugar é bem legal pra ir de casal. São quartos super bem arrumados, decorados, um staff absolutamente atencioso, tranquilidade e privacidade. E um pouco mais barato do que os outros hotéis que se apresentam da mesma forma. Já não é tão bom pra crianças porque a piscina é bem pequena e não há aquelas outras parafernálias como salão de jogos e afins que deixam eles entretidos longe da TV. A distância também pode ser motivo de resmungo dos pequenos. O café da manhã é apenas ok. Com produtos fresquissímos mas sem uma variadade enorme que se espera de qualquer coisa em Minas.</p>
<p><strong>O QUE FAZER?</strong><br />
<strong> </strong></p>
<div id="attachment_4757" class="wp-caption alignright" style="width: 290px"><strong><strong><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/02/cidademaisserra1.jpg"><img class="size-full wp-image-4757" title="cidademaisserra" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/02/cidademaisserra1.jpg" alt="" width="280" height="373" /></a></strong></strong><p class="wp-caption-text">história e natureza juntos </p></div>
<p><strong>Tiradentes enche muito aos sábados e domingos.</strong> Nós estivemos lá no meio da semana e na sexta já parecia outra cidade. A tranquilidade atrai mas o visitante que abrir mão de conhecer a cidade durante o fim de semana deve saber que <strong>muita coisa &#8211; lojas inclusive &#8211; sequer abrem nos outros dias.</strong><br />
<strong><br />
O roteiro inclui visita a todas as igrejas</strong> como a da Matriz (a principal e mais linda da cidade), N. Senhora do Rosário dos Pretos, N. Senhora das Mercês dos Pretos Criolos, São Francisco de Paula e santuário da Santíssima Trindade. Além do chafariz &#8211; que é perfeito pra uma parada estratégica durante o verão &#8211; e a antiga cadeia (que estava fechada quando eu fui).</p>
<p>Quem está com crianças deve considerar <strong>fazer o circuito a bordo de uma charrete</strong>. Há várias na praça principal. Durante a semana vale a pena barganhar, nós conseguimos até 40% de desconto.</p>
<p>Um outro passeio muito falado é a<strong> visita desses lugares com um guia noturno. </strong>Há um bem famoso que circula por lá de bicicleta. Bem, eu tinha um cartãozinho lindo que acabei perdendo mas em todos os restaurantes da cidade, na bem organizada secretaria de turismo &#8211; que fica ao lado da praça &#8211; e nas agências de turismo é possível encontrar porque é bem famoso. Dizem que ele conta histórias incríveis e que o clima noturno dá uma outra cara aos pontos turísticos. Nós não fizemos, culpa de estarmos lá no meio da semana.</p>
<div id="attachment_4758" class="wp-caption aligncenter" style="width: 290px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/02/desdepequeno.jpg"><img class="size-full wp-image-4758" title="desdepequeno" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/02/desdepequeno.jpg" alt="" width="280" height="210" /></a><p class="wp-caption-text">Porque é de pequeno que se aprende a gostar de história </p></div>
<p>Outro passeio clássico é <strong>a maria fumaça até São João del Rei </strong>que está disponível só aos sábados e domingos. Dura 35 minutos e custava também 35 reais por pessoa.</p>
<p>Quem busca algo diferente deve saber que <strong>Tiradentes está cercada pela Serra São José e que por isso é também um destino pra quem curte caminhadas e cachoeiras. </strong>Nós estivemos na Cachoeira do Bom Despacho, que fica bem pertinho da estrada e por isso não é necessário andar por nenhuma trilha. Pra chegar lá é só ir de carro pelo caminho da estrada Real ao invés da estrada principal. A queda fica ao lado de um grande marco do caminho da estrada Real. Tem uma piscina, perfeito pra ir com crianças. É bom apenas evitar durante os fins de semana quando, segundo os moradores, fica lotada.</p>
<div id="attachment_4759" class="wp-caption alignleft" style="width: 290px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/02/cachoeira.jpg"><img class="size-full wp-image-4759" title="cachoeira" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/02/cachoeira.jpg" alt="" width="280" height="373" /></a><p class="wp-caption-text">Cachoeiras</p></div>
<p>Há ainda a cachoeria do Carteiro, onde se chega depois de uma hora de caminhada, e do Mangue, que tem um caminho de 30 minutos a pé e piscinas de águas cristalinas. Nenhuma das caminhadas é sinalizadas mas, segundo os moradores, não são tão complicadas de se fazer quando você descobre onde é o início da trilha. As agências de viagem têm passeios com guias que custam em média 40 reais por pessoa. Há também passeios noturnos pelo que eles chamam de via dos vagalumes. As fotos nas agências são todas incríveis.</p>
<p>Quem tiver tempo sobrando ou <strong>curtir muito artesanato deve considerar ir a Bichinho</strong>, que é um distrito de Tiradentes. É de lá que vem a maioria das peças de artesanato vendidas na cidade. É preciso ir de carro e são mais ou menos 7 kms, a grande maioria de estrada de terra. Há algumas placas no centro que indicam o caminho mas o melhor é perguntar, todo mundo conhece. Parece que antigamente os preços eram muito mais em conta. Atualmente eu não vi grandes variações mas é verdade que Bichinho tem muito mais variedade. E barganhar por lá também é mais fácil. De novo é melhor deixar pra ir perto do fim de semana. Muitos ateliês nem abrem segundas, terças e quartas.</p>
<p><strong>COMER: O MELHOR DOS PROGRAMAS</strong><br />
<strong>Tiradentes é um dos destinos com o maior número de restaurantes estrelados</strong>, segundo o <a href="http://viajeaqui.abril.com.br/guia4rodas/tiradentes/restaurantes/?listEstados=14&amp;bairro=0&amp;preco_rest=&amp;button.x=54&amp;button.y=2&amp;button=Buscar" target="_blank"><strong>Guia 4 rodas</strong></a>. Isso faz da hora da refeição um programa e tanto. Os preços no cardápio assustam na primeira olhada mas é bom saber que mesmo a meia porção costuma ser dividida por 2. Na porção inteira comem pelo menos 3 pessoas. Ainda assim não é exatamente barato, mas pode valer cada centavo.</p>
<p><strong> </strong></p>
<div id="attachment_4760" class="wp-caption alignright" style="width: 290px"><strong><strong><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/02/estradareal.jpg"><img class="size-full wp-image-4760" title="estradareal" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/02/estradareal.jpg" alt="" width="280" height="210" /></a></strong></strong><p class="wp-caption-text">E rota da Estrada Real </p></div>
<p><strong>Quem adora experimentar novidades culinárias não pode deixar de provar os pratos com ora pró nóbis</strong>, um vegetal bem típico do lugar. Me lembrou um pouco espinafre. O frango ora pró nóbis é rei em todos os cardápios da cidade.</p>
<p>A última edição do guia deu estrelas para cinco restaurantes: <a href="http://www.restaurantepaudeangu.com.br/"><strong>Pau de Angu</strong></a>, Tragaluz, Theatro da Villa, Estalagem do Sabor e Virada´s do Largo.</p>
<p>O primeiro fica na estrada para Bichinho e estava fechado quando estivemos lá (na semana do Natal) mas é uma ótima opção pra antes ou depois de se esbanjar em compras de artesanato. O próprio guia o indica como uma ótima relação custo benefício.</p>
<p><a href="http://www.tragaluztiradentes.com/" target="_blank"><strong>Tragaluz</strong></a> e <a href="http://www.theatrodavilla.com.br/"><strong>Theatro da Villa</strong></a> são restaurantes mais sofisticados com um clima à luz de velas e inovações dentro da comida mineira. A proposta é usar os já conhecidos ingredientes em combinações completamente novas. Excelente pra quem está em busca de um clima romântico. Mas é bom saber que ambos são caros.</p>
<p>A Estalagem do Sabor impressiona logo na entrada pela foto do chef abraçado ao Lula. Fica bem pertinho da praça principal. A linguiça de entrada deixou muitas saudades mas eu confesso que o prato principal não foi exatamente uma comida dos deuses. O ambiente é simpático.</p>
<div id="attachment_4761" class="wp-caption aligncenter" style="width: 290px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/02/comida.jpg"><img class="size-full wp-image-4761" title="comida" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/02/comida.jpg" alt="" width="280" height="373" /></a><p class="wp-caption-text">comida em panela de barro </p></div>
<p>A nossa grande experiência gastrônomica de Tiradentes ficou por conta dos <a href="http://www.viradasdolargo.com.br/" target="_blank"><strong>Virada´s do Largo</strong></a> ou, pros íntimos, restaurante da Beth. Fica bem pertinho do chafariz e qualquer pessoa que você pergunte vai saber te indicar o caminho do restaurante que nos levou aos céus. Assim que você entra fica impressionado com a quantidade de prêmios e recomendações que o lugar ganhou. Apesar disso, o restaurante é simples com um ambiente gostoso, garçons absolutamente atenciosos e a Beth, que além de super simpática, vem à mesa pra bater um papo super gostoso e te indicar o que ela tem de melhor no cardápio. De entrada nós pedimos uma linguiça divina que logo que descobrimos que podia ser encomendada fizemos questão de trazer pra casa. Acompanhada de cerveja beeem gelada já teríamos ficado muito felizes aí. Mas ainda nos deliciamos com um frango ora pró nóbis que não poderia ser uma melhor apresentação para o típico ingrediente da cidade, meia porção porque lá tudo é super bem servido. Por fim uma novidade da casa: sorvete caseiro de queijo com goiabada quente. E uma conversa com a Beth que durou umas três horas. Definitivamente a gente precisa voltar a Tiradentes só pra poder comer lá de novo.</p>
<p>Nós ainda tivemos outras maravilhosas experiências em dois não estrelados pelo guia mas que se dependessem de mim já têm seu lugar no céu: o Ora pró nóbis e o Trattoria Via Destra.</p>
<p>O <a href="http://www.tiradentesgerais.com.br/orapronobis/" target="_blank"><strong>Ora pró nóbis </strong></a>fica bem do ladinho do chafariz e tem uma das varandas mais chamosas de Tiradentes e a cerveja mais gelada que a gente bebeu lá. Da sua mesa é possível ver a cozinha de onde saem pratos de comida mineira e também pratos que agradam às crianças. Atendimento atencioso e ótimo pra passar a tarde saboreando.</p>
<p>A <strong><a href="http://www.viadestra.com.br/" target="_blank">Trattoria Via Destra</a></strong> foi a salvação das mamães que já não aguentavam mais implorar aos filhos pra experimentar o feijão tropeiro. Comida italiana gostosa meeesmo e uma cozinha flexível, o sonho de toda mãe. Estivemos lá com o nosso grupão mas também vimos vários casais saboreando um vinho e tendo uma noite romântica. Para quem quiser uma altenativa à comida mineira é uma ótima pedida. Fica na Rua Direita.</p>
<div id="attachment_4762" class="wp-caption alignleft" style="width: 290px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/02/varandaorapronobis.jpg"><img class="size-full wp-image-4762" title="varandaorapronobis" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/02/varandaorapronobis.jpg" alt="" width="280" height="210" /></a><p class="wp-caption-text">e artesanatos lindos </p></div>
<p>Pra quem acha que Minas é sinônimo de goiabada dizem que a de Bichinho é a melhor do Brasil. Bem, se é mesmo eu não sei mas pelo sim ou pelo não nós compramos e aprovamos.</p>
<p>E não importa se você gosta muito ou pouco de doces. A visita ao<a href="http://www.chicodoceiro.tiradentes.net/index.htm" target="_blank"><strong> Chico Doceiro</strong> </a>é obrigatória. Chico é um senhor de mais de 70 anos que desde a década de 60 comanda panelonas de cobre cobertas de doces. Ele mesmo vem te atender na maior simpatia. O mais famoso é o canudinho de doce de leite mas foram as cocadas que me fizeram esquecer o sinônimo da palavra dieta.<br />
<strong><br />
Por fim vale a dica de evitar qualquer restaurante da praça principal</strong>. Estivemos em três e todos absolutamente decepcionantes. Comida ruim (como podem transformar comida mineira em algo ruim eu ainda estou tentando descobrir), atendimento ruim e conta nas alturas. Com tanta opção boa é no mínimo desperdício gastar uma refeição por lá.</p>
<p>Siga asViajantes <a href="http://www.twitter.com/asviajantes" target="_blank">no twitter</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://asviajantes.com/viagem/tiradentes-historia-comida-e-cachoeira/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Nova York: onde comer e beber</title>
		<link>http://asviajantes.com/viagem/nova-york-onde-comer-e-beber</link>
		<comments>http://asviajantes.com/viagem/nova-york-onde-comer-e-beber#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 09 Dec 2010 16:02:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Reba</dc:creator>
				<category><![CDATA[América do Norte]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[Nova Iorque]]></category>
		<category><![CDATA[Viagem]]></category>
		<category><![CDATA[bar pitti]]></category>
		<category><![CDATA[bares]]></category>
		<category><![CDATA[beber]]></category>
		<category><![CDATA[burger joint]]></category>
		<category><![CDATA[cachorro quente]]></category>
		<category><![CDATA[carmine's]]></category>
		<category><![CDATA[carrie]]></category>
		<category><![CDATA[cerveja]]></category>
		<category><![CDATA[charlotte]]></category>
		<category><![CDATA[chelsea market]]></category>
		<category><![CDATA[comer]]></category>
		<category><![CDATA[comida afeganistão]]></category>
		<category><![CDATA[comida indiana]]></category>
		<category><![CDATA[gastar pouco]]></category>
		<category><![CDATA[gorjeta]]></category>
		<category><![CDATA[indiano]]></category>
		<category><![CDATA[italiano]]></category>
		<category><![CDATA[jacques torres chocolate]]></category>
		<category><![CDATA[magnólia bakery]]></category>
		<category><![CDATA[melhor hamburger]]></category>
		<category><![CDATA[miranda]]></category>
		<category><![CDATA[moma]]></category>
		<category><![CDATA[nova york]]></category>
		<category><![CDATA[pastis]]></category>
		<category><![CDATA[pizza]]></category>
		<category><![CDATA[reservar]]></category>
		<category><![CDATA[restaudante]]></category>
		<category><![CDATA[samantha]]></category>
		<category><![CDATA[sanduíche]]></category>
		<category><![CDATA[sex and the city]]></category>
		<category><![CDATA[spice market]]></category>
		<category><![CDATA[whoole foods]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://asviajantes.com/?p=4520</guid>
		<description><![CDATA[Listamos alguns restaurantes e bares pra fazer sua visita a Nova York ainda mais prazerosa.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_4521" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2010/12/NYCspicemarket.jpg"><img class="size-full wp-image-4521" title="NYCspicemarket" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2010/12/NYCspicemarket.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">Sobremesa divina no Spice Market</p></div>
<p>Pense em um paraíso gastronômico?<br />
Toda vez que viajo eu elejo um novo campeão para essa categoria. Já foi a <a href="http://asviajantes.com/europa/italia-europa" target="_blank"><strong>Itália</strong></a> e depois a <a href="http://asviajantes.com/asia/india-asia" target="_blank"><strong>Índia</strong></a> que me quase me transformou em vegetariana ao me mostrar que existe paraíso além das proteínas.</p>
<p>Agora eu tenho um novo eleito: Nova York.<br />
Porque a Itália, a Índia, o Japão, a Ásia, o Brasil, a junkie food todos estão lá, representados na sua melhor forma.<br />
Como o seu estômago vai te lembrar que além de comprar, se maravilhar nos museus você vai precisar sim comer, fizemos uma relação de<strong> restaurantes que vão transformar as horas do almoço e do jantar em um programa tão bom quanto os demais.</strong><br />
Mais<strong><a href="http://asviajantes.com/america-do-norte/eua-america-do-norte/nova-iorque-eua-america-do-norte" target="_blank"> Nova York aqui!</a></strong></p>
<p>Mas antes algumas dicas são importantes para que problemas não azedem o seu prato. <strong>Reservar é prática comum em NY</strong>. É meio complicado para nós brasileiros acostumados a chegar com a família toda e esperar na porta do restaurante. Mas é que em alguns lugares &#8211; principalmente no fim de semana &#8211; não reservar significa não sentar e consequentemente não comer. <strong>A boa é reservar pelo <a href="http://www.opentable.com/" target="_blank">open table, um site que faz reserva</a> </strong>pra grande parte dos restaurantes de Manhattan. É só escolher o local, a hora, a quantidade de pessoas e bingo! Você está livre de ter que conversar com alguém em inglês pelo telefone. Seja pontual pra não perder a mesa.</p>
<p><strong>A gorjeta é de 20%. E não está incluída na conta</strong>. Ela é opcional mas lembre-se que americanos levam isso a sério. Se você não pagar vai ter que encarar todo mundo olhando torto e não disfarçando que eles estão MUITO incomodados. <strong>Se palavras grosseiras são capazes de estragar sua maravilhosa noite simplesmente pague.</strong> E lá o esquema pode ser o seguinte: você paga no cartão o valor da conta e quando o garçom traz a nota pra você assinar tem uma opção pra preencher a tip (gorjeta), escreva o quanto você quer dar. Se você prefere pagar em dinheiro escreva cash. Não adianta brigar ou se enrolar pedindo pra incluir a gorjeta na conta. É assim que funciona: eles passam o valor da conta e depois a tip, não precisa levar o cartão de novo, é automático.</p>
<p>E lembre-se em NY é possível comer bem, bem sem explodir seu cartão. Enjoy it!</p>
<p><strong><a href="http://www.figandolive.com/" target="_blank">Fig &amp; Olive</a></strong><br />
É o primeiro da minha lista porque foi onde eu tive uma das refeições mais memoráveis da minha vida. <strong>O restaurante é especializado em azeite</strong> e pra quem é fã do maravilhoso óleo que as azeitonas são capazes de produzir o Fig &amp; Olive é parada obrigatória. Mas ele é encantador para qualquer tipo de paladar. Lá <strong>todas as refeições são feitas e &#8211; perfeitamente &#8211; harmonizadas com azeites de diversas partes do mundo</strong>. O ambiente também é divino e os vidros de azeite fazem parte da decoração. Quem passa pela porta pode ter a impressão de que não vai poder pagar uma refeição lá mas a dica é ir na hora do almoço. O menu com entrada, prato principal e sobremesa (e é daqueles menus que você sai mesmo satisfeito) nos custou 27 dólares por pessoa. <strong>Quem amou a comida ainda pode aproveitar a lojinha pra levar um vidrinho de azeite pra casa</strong> que é um presente e tanto! (Há um com trufas brancas que é de deixar qualquer fã de cozinha com vontade de chorar de felicidade).<br />
<strong> Tem em três endereços</strong>: na 52 nd Street- quase esquina com a 5 avenida (perfeito para aquele dia em que você resolveu bater perna por lá); na 13th entre a 9 e a Washington St ou na Lexington entre a 62 e a 63.</p>
<p><strong><a href="http://www.parkermeridien.com/eat4.php" target="_blank">Burger Joint</a></strong><br />
Outra parada obrigatória por quem passa por NY. As paredes estão cheias de matérias que <strong>dizem que é lá que se come o MELHOR hambúrguer de NY</strong>. O sanduíche é mesmo maravilhoso e vale como uma refeição mas existe outra coisa que deixa o Burger Joint mais interessante: conseguir achar onde ele fica. O endereço oficial é: 57th street número 118. Mas se você percorrer toda a rua 57 não vai ver nada com esse nome. Isso porque <strong>o Buger fica dentro do hotel Le Parker Meridien, nada mais nada menos que um hotel cinco estrelas</strong>. Ao entrar você vai se deparar com o chique restaurante do hotel cheio de executivos de terno degustando menus franceses, olhe para o outro lado e você verá bem escondidinho um hambúrguer em neon. <strong>Passe pela porta e você será transportado para um outro mundo! </strong> Uma lanchonete onde você faz o pedido no balcão esfumaçado e de onde saem hambúrgueres no ponto que você pediu (pode ser mal, bem passado ou ao ponto mesmo) batatas fritas crocantes. Pra completar <strong>Samuel Adams, uma cerveja americana que tem o maior teor alcoólico do mundo</strong>. Se você não bebe: milk shake. Pra transformar o ambiente em perfeito <strong>a trilha sonora é demais</strong>. Não pense duas vezes, vá!</p>
<div id="attachment_4537" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2010/12/NYCKenka1.jpg"><img class="size-full wp-image-4537" title="NYCKenka" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2010/12/NYCKenka1.jpg" alt="Kenka" width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">Japonês no Kenka</p></div>
<p><strong>Kenka</strong><br />
Se você gosta de<strong> japonês</strong>, tatuagem e um ambiente moderninho cool é bom dar um passeio pela St Marks Place, entre a 2 e 3 avenidas. Lá nós estivemos no Kenka. De cara pode parecer meio esquisito para brasileiros acostumados apenas com sushis, sashimis e hot filadélfias dos rodízios aqui do Brasil mas para quem gosta de originalidade e de um ambiente diferente lá é O lugar. <strong>Há cardápios em inglês e japonês e o lugar é frequentado principalmente por adultos e adolescentes de olhos puxados</strong>. Os garçons e cozinheiros também são todos orientais e as comidas estão mais pra japonês do Japão do que japonês do Brasil. <strong>A cerveja também é japonesa</strong> e a boa é pedir logo uma jarra porque as comidas são beeem apimentadas. No fim todo mundo ganha <strong>um potinho com açúcar para fazer um algodão doce na máquina que fica do lado de fora do restaurante</strong>. Eu AMEI. O lugar lota então se você não fez reserva é bom chegar cedo.<br />
<strong> End:</strong> 25 Saint Marks Place, entre a 2 e a 3 avenidas.</p>
<p><strong>Bar Pitti</strong><br />
Do Japão para Itália. No Village está o famoso Bar Pitti. A primeira coisa a se esclarecer é que o Pitti é restaurante e não bar. Não pense em ir lá pra beber alguma coisa, não há nem espaço pra isso. <strong>Lá você vai sentar pra comer mesmo &#8211; e comer bem! </strong>Todo mundo me indicou como se fosse um restaurante super hype com gente bonita e descolada. Bem, é verdade que eu estive lá no meio da semana, mas eu não vi nada disso, a pessoa que estava na nossa frente na fila era uma fofa senhorinha de uns 70 anos. Agora sinceramente? Isso não faz a menor diferença! <strong>A comida é ótima, assim como a carta de vinhos (que tem garrafas e taças para todos os bolsos)</strong> e ainda há um charme especial: <strong>os pratos estão descritos em uma lousa que o garçom traz na mesa pra você escolher.</strong> Apesar de o cardápio ser farto em opções o próprio garçom nos disse que a boa é mesmo escolher alguma especialidade do dia (eu comi a melhor mozzarella de búfalo da minha vida, melhor do que na Itália). Dependendo do pedido é possível dividir. E não esqueça de dizer que é brasileiro, isso rende bons &#8211; e às vezes raros &#8211; sorrisos. De <strong>sobremesa Tiramissu</strong>, pra honrar a tradição italiana.<br />
<strong> Ah, lá não aceita cartão. Leve cash. Não reserva e tem fila</strong>.<br />
<strong> End</strong>: 6 avenida, 268 (quase esquina com Bleecker Str).</p>
<p><strong><a href="http://www.pastisny.com/" target="_blank">Pastis</a></strong></p>
<div id="attachment_4522" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2010/12/NYCpastis.jpg"><img class="size-full wp-image-4522" title="NYCpastis" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2010/12/NYCpastis.jpg" alt="" width="300" height="400" /></a><p class="wp-caption-text">Diversão sem fim no Pastis</p></div>
<p>Outro bem cotado e descolado mas esse fica no meu amado <strong>Meatpacking que aliás é o bairro certo se você quer sair em busca de um lugar pra comer</strong>. As reservas são super aconselhadas lá. Nós chegamos sem nada marcado e demos sorte e esperamos só um pouquinho no bar. <strong>O restaurante é francês mas o que é famoso por lá é: o bife com batata frita</strong>. Isso mesmo. Pra dar o toque especial molhos franceses pra batata. Nós pedimos a especialidade da casa e pode parecer esquisito mas eu recomendo demais. Ainda passou pela nossa mesa uma lula que também estava digna de nota. Os pratos não são exatamente grandes mas quem não come muito pode tentar dividir. <strong>De sobremesa creme brulee pra honrar a tradição francesa</strong>. Nos copos <strong>um chopp de 500 ml de Hoegaarden</strong> pra deixar a refeição mais feliz e lembrar um pouco da Europa. O Pastis é ótimo pra ver o esquema nova iorquino de restaurantes. Ao contrário daqui do Brasil onde há lugares mais populares entre os mais jovens ou entre os mais velhos lá todas as faixas etárias dividem o salão sem traumas. Ao nosso lado estava um grupo de jovens que bebeu tanto que acabou expulso pelos seguranças do Pastis, tudo devidamente assistido por um casal que beirava os 65 anos e achava graça da bagunça. <strong>Livre e democrático como deve ser.</strong><br />
<strong> End</strong>.: 9 avenida, 9. (esquina com a Little w 12th)</p>
<p><strong><a href="http://www.spicemarketnewyork.com/" target="_blank">Spice Market</a></strong><br />
Eu tenho paixão, loucura por comida asiática, então, eu confesso que o Spice Market se transformou no queridinho da minha viagem. Ele é mais um daqueles restaurantes que na entrada você reza pelo seu cartão de crédito e pede sua conta seja abençoada. Bobagem. O esquema lá são comidinhas, ou seja, vem um prato de cada vez e a mesa toda degusta. Se o orçamento estiver apertado  basta pedir apenas rodadas de entradas que são bem servidas e ficam próximo dos 10 dólares pra dividir. O que não pode é não ir. As comidas são divinas e existem níveis de pimenta para agradar também paladares mais sensíveis. O lugar é um deslumbre de lindo, os garçons são uma simpatia (o que não é exatamente regra em NY) e até a toalha de enxugar a mão no banheiro é demais. Esse é realmente um lugar pra transformar qualquer noite em noite feliz. Fica também no Meatpacking pertinho do Pastis.<br />
End.: 9 avenida, esquina com a 13th str.</p>
<p><strong><a href="http://www.chelseamarket.com/" target="_blank">Chelsea Market</a></strong><br />
Gosta de cozinhar? Comer? Olhar os outros cozinhando? É fã de comida fresquinha? Ir ao supermercado e ver a quantidade de produtos que não existem aqui é diversão pra você? Reserve um tempo &#8211; um tempo meesmo &#8211; pro Chelsea Market. <strong>O lugar é um antigo galpão que foi reformado e ficou um charme</strong>. <strong>Tem dezenas de lojas de todos os tipos de comida além de supermercado, docerias com cupcakes e brownies, padaria</strong> (uma tentação pra quem ama pão, categoria que eu também me incluo). Vá perto da hora do almoço e aproveite o passeio para comer também. Eu encarei um tailandês ótimo e tão bem servido que eu poderia dividir. O preço? 9,70.<br />
<strong> End</strong>: Também na 9 avenida esquina com a 16th.</p>
<p><strong>Ignazios Pizza</strong></p>
<div id="attachment_4523" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2010/12/NYCignazios.jpg"><img class="size-full wp-image-4523" title="NYCignazios" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2010/12/NYCignazios.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">Bebendo Brooklyn no Ignazios</p></div>
<p><strong>Estávamos no Brooklyn e já tínhamos decido comer pizza</strong>. O nosso guia tinha uma indicação clara: Grimaldi`s que se apresentava como a melhor pizza do Brooklyn. Passamos na porta mas a fila era imeeensa e o frio do lado de fora começou a nos congelar. Foi quando demos alguns passos e nos encantamos com o Ignazios Pizza. Acreditamos na palavra de um morador que saia da pizzaria e disse que aquela sim era a melhor pizza da região. Sentamos em uma <strong>liinda mesa de frente pra um janelão que tinha uma incrível vista para a baía e pata a ponte do Brooklyn</strong>. Pedimos <strong>The Pizza</strong> que é o sabor da casa (uma espécie de napolitana) com a espetacular <strong>cerveja Brooklyn</strong>. Se é a melhor pizza da região só depois que eu voltar lá e conseguir provar todas mas a pizza era ótima e a cerveja ainda melhor. Fica dica, se for ao Brooklyn prove a cerveja feita lá.<br />
<strong> End</strong>: Water street, 4</p>
<p><strong><a href="http://www.mrchocolate.com/" target="_blank">Jacques Torres Chocolate</a></strong><br />
Também no Brooklyn, bem pertinho da pizzaria, fica a Jacques Torres Chocolate. Que é o <strong>paraíso do chocolate</strong>. São dezenas de opções que são capazes de fazer escorrer lágrimas em viciados em chocolate e também naqueles que apreciam com moderação. <strong>Não é barato mas você pode escolher um ou dois quadradinhos só pra tirar a prova de que está diante de algo imperdível.</strong><br />
<strong> End</strong>: water street, 66 &#8211; Brooklyn. Tem tb no Chelsea market.</p>
<p><strong><a href="http://www.moma.org/visit/plan/eating" target="_blank">Restaurante do Moma</a></strong><br />
Foi um planejamento mal feito que nos levou ao restaurante do Moma. A gente chegou ao museu tarde, se encantou com todos os seis andares de obras incríveis mas no meio do caminho morremos de fome e não queríamos ir embora. A solução foi matar a fome ali dentro mesmo. Há um restaurante mesmo e uma espécie de café onde o cardápio nos mostrou que ali só poderíamos comer queijos, frios e alguns pequenos petiscos. Pra beber taças de vinho ou cafés. A fome era negra e optamos pelo restaurante. Do lado de fora vimos que os pratos ficavam entre 15 e 25 dólares e achamos que poderíamos encarar. Engano. Cada prato custa realmente isso mas pra sair satisfeita você terá que pedir o menu completo, ou seja, uma entrada, primeiro e segundo prato. E cada um custa entre 15 e 25 dólares. Isso porque o <strong>restaurante é francês e as porções são francesas mesmo</strong>. No que o senso comum convencionou francês,  sendo clara: pouco. Bem pouco. Agora <strong>se o dinheiro não é uma limitação e você quer ter uma experiência francesa de primeira pode ir sem medo.</strong> Eu comi um pato conffit que vai ser difícil de esquecer.<br />
<strong> End</strong>: 53th str entre a 5 e 6 avenidas.</p>
<p><strong>Cachorro quente de rua</strong><br />
É <strong>tradição</strong>. Quase todo mundo que vai a NY acaba seduzido pelo maravilhoso cheiro que vem das carrocinhas de cachorro quente espalhadas por cada esquina. Eu, acostumada como grande podrão das madrugadas cariocas, confesso que achei apenas ok. <strong>Você pode escolher entre o que eles chamam de salsicha e linguiça mas que no fundo é tudo salsicha sendo que uma é pequena e outra grande e apimentada</strong>. Pra acompanhar mostarda. E é isso. Nada de milho, ervilha, ovo de codorna, queijo ralado. Não. Mas é uma mão na roda pra quando você andou sem parar e quer dar uma enganada na fome até aquele almojanta. Ou então pro fim da viagem quando um cachorro quente é tudo que a sua carteira aceita pagar. Custa 3 dólares o grande. E se você pedir apimentado compre também uma coca cola, arde mesmo.</p>
<p><strong><a href="http://www.carminesnyc.com/" target="_blank">Carmine&#8217;s</a></strong><br />
<strong> O Carmines é a prova concreta de que mesmo sem dinheiro você não precisa sobreviver de sanduíche em NY</strong>. O restaurante é <strong>italiano</strong> meeesmo. Ou seja, com porções da mama. <strong>Um prato pode ser tranquilamente dividido porque 3 ou até 4 pessoas e custam em média 20 dólares</strong>. Nesse esquema dá até pra fazer estripulia e pedir garrafa de vinho que também não é um absurdo de cara. Tudo muito grande e gostoso. Perfeito para aquele dia em que você está exausto e acha que um pratão de carboidrato é a melhor coisa que pode acontecer na sua vida.<br />
<strong> End</strong>.: Há uns quatro ou cinco por Manhattan mas o mais central fica na 44th entre a 7 e a 8 avenidas.</p>
<div id="attachment_4524" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2010/12/NYCbarpitti.jpg"><img class="size-full wp-image-4524" title="NYCbarpitti" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2010/12/NYCbarpitti.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">Repare na mozzarella </p></div>
<p><strong>Indianos</strong><br />
<strong> Você adora comida indiana</strong>? Tem água na boca só de pensar em pratos super mega apimentados e regados a boas doses de curry? Então você <strong>deve dar uma volta no quadrilátero entre a 27 e a 29 na altura entre a Lexington e a 3 avenida</strong>. Lá foi a minha morada novaiorquina e todos os dias eu me impressionava de reparar em um restaurante indiano novo. Uma maravilha para pessoas como eu, que adooro comida indiana e moro no Rio, essa imensa metrópole de 6 milhões de habitantes que tem UM único restaurante indiano. E o melhor é que não são apenas restaurantes indianos, há restauntes de comida tandoori, de um punjab, ou seja, de regiões especificas da Índia. Isso pra não citar o restaurante de <strong>comida do Afeganistão</strong> que eu não fui mas me deixou louca de curiosidade e já me fez planejar voltar pra NY!</p>
<p><strong><a href="http://www.magnoliabakery.com/home.php" target="_blank">Magnólia Bakery</a></strong><br />
Eu não sou fã de Carrie, Samantha, Miranda e Charlotte. Acho que eu não vi mais do que cinco episódios (vergonha pro meu lado mulherzinha) e por isso não sei muito sobre <strong>Sex and the City</strong>. Mas uma coisa eu preciso dizer: elas estavam completamente certas de <strong>amarem Magnólia Bakery</strong> (quem me contou isso foi uma amiga que ama a série e que me despertou a curiosidade de entrar lá quando eu passei sem querer pela porta). Entrar foi complicado porque estava muito, muito cheio. Mas assim que você entra dá vontade de comer absolutamente tudo que está exposto. Como eu não sou muito fã de cupcake e suas coberturas coloridas eu <strong>optei por um brownie </strong>no melhor estilo menos é mais. Estava ótimo. Mas <strong>quem merece aplausos e vai ficar pra sempre na memória é o bolo de limão</strong>. De comer chorando. E querer voltar todos os dias. E melhor ao alcance de qualquer mortal, afinal é um cupcake, né? Será mesmo? Ainda acho que aquele bolo de limão deve ter vindo do paraíso.<br />
<strong> End</strong>: Blecker str esquina com 11 avenida, columbus avenue esquina com 69th street, Grand Central Station e Rockfeller Center.</p>
<p><strong><a href="http://www.wholefoodsmarket.com/" target="_blank">Whoole foods</a></strong><br />
Esse é para aquele almoço entre uma programação e outra. <strong>O Whoole foods é um supermercado onde se pode escolher uma série de saladas ou comidas orgânicas</strong>. Há vários espalhados pela cidade. Eu corri tanto que acabei não conseguindo ir mas isso me foi indicado por tantos amigos como uma refeição boa e barata que eu resolvi incluir por aqui também.</p>
<p>P.S. Meu lugar preferido para hospedagem é Manhattan. O que não falta é <a href="http://www.booking.com/searchresults.html?aid=335647;sid=b35ab23b292473a857643a1d66abd575;class_interval=1;idf=1;offset=0;score_min=0;si=ai%2Cco%2Cci%2Cre%2Cdi;ss_all=0;;district=929;origin=disamb;srhash=2959755594;srpos=2" target="_blank">opção de hotel </a>por lá.</p>
<p>Siga asViajantes <a href="http://twitter.com/asviajantes" target="_blank"><strong>no twitter</strong></a></p>
<p>Para imprimir esse post <strong><a href="https://sites.google.com/site/blogasviajantes/estados-unidos/nova-york" target="_blank">clique aqui!</a></strong></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://asviajantes.com/viagem/nova-york-onde-comer-e-beber/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>2</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Mcleod Ganj: um pequeno Tibet dentro da Índia</title>
		<link>http://asviajantes.com/viagem/mcleod-ganj-um-pequeno-tibet-dentro-da-india</link>
		<comments>http://asviajantes.com/viagem/mcleod-ganj-um-pequeno-tibet-dentro-da-india#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 22 Nov 2010 17:21:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Reba</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mcleod Ganj]]></category>
		<category><![CDATA[Viagem]]></category>
		<category><![CDATA[Ásia]]></category>
		<category><![CDATA[Índia]]></category>
		<category><![CDATA[baghsu]]></category>
		<category><![CDATA[Buda]]></category>
		<category><![CDATA[budista]]></category>
		<category><![CDATA[chás]]></category>
		<category><![CDATA[china]]></category>
		<category><![CDATA[chonor house hotel]]></category>
		<category><![CDATA[dalai lama]]></category>
		<category><![CDATA[dharamsala]]></category>
		<category><![CDATA[dim sum]]></category>
		<category><![CDATA[exílio]]></category>
		<category><![CDATA[himalaya]]></category>
		<category><![CDATA[Instituto Norbulingka]]></category>
		<category><![CDATA[mcleod ganj]]></category>
		<category><![CDATA[momos]]></category>
		<category><![CDATA[monges]]></category>
		<category><![CDATA[museu]]></category>
		<category><![CDATA[ônibus]]></category>
		<category><![CDATA[refugiado]]></category>
		<category><![CDATA[tibet]]></category>
		<category><![CDATA[travessia]]></category>
		<category><![CDATA[trem]]></category>
		<category><![CDATA[Tsuglagkhang]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://asviajantes.com/?p=4394</guid>
		<description><![CDATA[Contamos como é a cidade onde mora o Dalai Lama]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_4395" class="wp-caption aligncenter" style="width: 490px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2010/11/mcleodpinturas.jpg"><img class="size-full wp-image-4395 " title="mcleodpinturas" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2010/11/mcleodpinturas.jpg" alt="pinturas monges" width="480" height="360" /></a><p class="wp-caption-text">Paredes de tirar o fôlego</p></div>
<p>Foi o calor indiano insuportável que permitiu o meu encontro com o Himalaia. Meu roteiro incluia um grande passeio pelo deserto mas ao me deparar com o calor que beirava os 50 graus logo na primeira parada -<strong> </strong><a href="http://asviajantes.com/viagem/pela-india-a-injusticada-delhi" target="_blank"><strong>Delhi</strong> </a>- eu tive certeza de que precisava repensar a viagem.</p>
<p>Foi por indicação de duas brasileiras que há tempos moravam em Delhi &#8211; e que acabaram sendo nossos anjos da guarda &#8211; que acabamos em <strong>Mcleod Ganj</strong>. Eu que nunca tinha sequer ouvido falar da cidade fui convencida com os três primeiros argumento: nesta época do ano é superfresco, <strong>você verá paisagens incríveis do Himalaia e é onde mora o Dalai Lama, depois que ele foi expulso do Tibet</strong>.</p>
<p>Eu, que confesso nunca tinha parado pra pensar onde o Dalai Lama tinha se refugiado depois que os chineses invadiram o Tibet, <strong>senti naquele momento que Mcleod Ganj seria uma das experiências mais incríveis que eu teria na Índia</strong>. E não estava errada.</p>
<p><strong><a href="http://asviajantes.com/asia/india-asia" target="_blank">Mais Índia aqui!</a></strong></p>
<div id="_mcePaste">
<p><strong>A CIDADE</strong></p>
<div id="attachment_4396" class="wp-caption alignleft" style="width: 370px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2010/11/mcleodcasadalailama.jpg"><img class="size-full wp-image-4396 " title="mcleodcasadalailama" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2010/11/mcleodcasadalailama.jpg" alt="casa Dalai lama" width="360" height="270" /></a><p class="wp-caption-text">Dalai lama mora aqui</p></div>
<p>Quem for a Mcleod depois de ter rodado um pouco pela Índia vai tomar vários sustos. Primeiro a cidade é pequena, bem pequena. Ao contrário de todo o resto do país onde em qualquer lugar reina a cifra dos milhões de habitantes, <strong>Mcleod tem apenas duas pequenas  ruas</strong> &#8211; uma que sobe e outra que desce &#8211; e <strong>é bem parecida com cidades hippies</strong> como<strong><a href="http://asviajantes.com/brasil/rio-de-janeiro/visconde-de-maua-uma-viagem-de-charme-e-alma-hippie" target="_blank"> Visconde de Mauá</a></strong>, no Rio, ou <strong><a href="http://asviajantes.com/brasil/minas-gerais/ibitipoca" target="_blank">Ibitipoca</a></strong>, em Minas Gerais.</p>
<p>Depois porque &#8211; também ao contrário das demais cidades indianas &#8211; lá a<strong> maioria dos moradores são budistas </strong>e não hindus. Isso faz com os templos sejam completamente diferentes e as ruas sejam cercadas de homens e crianças carecas com a tradicional roupa vermelha. São os monges que moram em alguns dos templos da cidade.</p>
<p>No verão Mcleod Ganj é um paraíso no verão mas no inverno é beeem frio. Em qualquer época do ano chove frequentemente. Se programe direitinho.</p>
<p><strong>CHEGANDO E SAÍNDO LÁ</strong></p>
<div id="attachment_4399" class="wp-caption alignright" style="width: 330px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2010/11/mcleodbandeira1.jpg"><img class="size-full wp-image-4399 " title="mcleodbandeira" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2010/11/mcleodbandeira1.jpg" alt="bandeira tibet" width="320" height="240" /></a><p class="wp-caption-text">Bandeira do Tibet e bandeiras coloridas por todo canto</p></div>
<p>Chegar em Mcleod é uma aventura. Como a cidade está aos pés do Himalaia <strong>não há trem que chegue por lá</strong>. O seu destino deve ser a cidade de <strong>Dharamsala</strong>. O nosso ponto de partida foi Amritsar mas também há ônibus para Dharamsala direto de Delhi. Entre Amritsar e Dharamsala são cerca de 250 km e a nossa viagem durou 9 horas! Culpa do sistema de transporte rodoviário indiano que é realmente muito ruim. Ônibus apertados e muitas pessoas em pé. A grande dica é: <strong>pegue o ônibus sempre no ponto de partida</strong> e nunca no meio do caminho ou você corre o risco de viajar durante horas em pé. No ônibus também não há banheiros, nem lugar marcado. Também só tivemos uma parada ao longo de todo o trajeto por isso <strong>leve água e comida</strong>.</p>
<p><strong>Chegando em Dhramsala são mais 10 ou 15 km até Mcleod Ganj</strong>. Há ônibus locais que fazem o trajeto mas como chegamos muito tarde resolvemos rachar um táxi com outros viajantes que estavam no ônibus com a gente.</p>
<p>Na volta não teríamos tempo para encarar as nove horas de ônibus. O avião custava bem caro e resolvemos uma solução que aos olhos de qualquer viajante normal pareceria uma loucura mas que na Índia é perfeitamente viável:</p>
<p><strong>atravessar um estado inteiro de táxi</strong>. Na volta fizemos os mesmos 250 km em 5 horas (ainda bem mais do que no Brasil devido às pessimas condições das estradas e aos motoristas indianos que dirigem devagar). Reservamos em uma das agências de turismo de Mcleod. Pesquise e principalmente barganhe. Essa &#8220;aventura&#8221; nos custou 50 dólares para duas pessoas em um carro com ar condicionado. Uma fortuna pra padrões indianos mas viável para um casal desesperado sem tempo pra outra opção.</p>
<div id="attachment_4400" class="wp-caption aligncenter" style="width: 410px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2010/11/mcleodmandala.jpg"><img class="size-full wp-image-4400" title="mcleodmandala" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2010/11/mcleodmandala.jpg" alt="" width="400" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Mandala</p></div>
<p><strong>ONDE DORMIR</strong></p>
<p>Em Mcleod há vários albergues e pequenos hóteis que atendem a qualquer tipo de viajante. Mas <strong>a grande jóia do lugar é o <a href="http://www.norbulingka.org/index.htm?http://www.norbulingka.org/chonor_house/index.html" target="_blank">Chonor House Hotel</a></strong>, que é mantido pelo <strong><a href="http://www.norbulingka.org/" target="_blank">Instituto Norbulingka</a></strong>. O Instituto tem <strong>o objetivo de preservar a cultura tibetana e também dar suporte aos refugiados que chegam a Mcleod Ganj </strong>depois de longa jornada de cruzar o Himalaia para fugir da repressão chinesa. Ou seja,  não bastasse o fato de ser por si só uma maravilha, ao se hospedar no Chonor, você estará ajudando a preservar a cultura local. <strong>Quartos enormes têm motivos tibetanos com pinturas nas paredes e móveis superexclusivos que fazem você querer passar o resto da vida ali</strong>. A vista dos quartos (que tem varandas e são perfeitos pra você passar um fim de tarde tomando um chá tibetano) é simplesmente deslumbrante. De noite é um pouco frio mas para tomar café não abra mão da varanda do restaurante.</p>
<p>Bem, pra encerrar basta dizer que o <strong>Chonor House Hotel é a morada de todos os embaixadores do mundo que vão até Mcleod Ganj para se encontrar com Dalai Lama</strong>. A diária é uma fortuna pra padrões indianos mas é a sua única chance de poder pagar por um hotel frequentado por embaixadores e chefes de estado: 60 dólares pelo quarto! Claro que reservas são essenciais.</p>
<p><strong>MOMOS</strong></p>
<div id="attachment_4401" class="wp-caption alignleft" style="width: 330px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2010/11/mcleodmomos.jpg"><img class="size-full wp-image-4401 " title="mcleodmomos" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2010/11/mcleodmomos.jpg" alt="" width="320" height="240" /></a><p class="wp-caption-text">Os deliciosos momos</p></div>
<p>Comer é outra experiência incrível em Mcleod Ganj. Isso porque há iguarias que você só encontra lá, e no Tibet, claro. A grande estrela da culinária são os <strong>momos, um dim sum maravilhoso que pode ser recheado de vegetais ou carne de porco ou frango</strong>. Há dezenas de mulheres tibetanas que ficam nas esquinas com aqueles recipientes de bambu onde eles são cozidos. São super baratos e deliciosos. <strong>Peça com pimenta que dá um gosto especial</strong>. Mas o molho agridoce também é bom. Não vá embora sem experimentar.</p>
<p>Os momos são para enganar a fome, na hora de comer a pedida é escolher um dos <strong>restaurantes tibetanos </strong>e escolher um menu. Ou um macarrão que é parecido com um yakissoba mas com uma textura diferente. Também há opções de restaurantes com comidas internacionais como pizza mas também não vá embora sem tentar ao menos um tibetano. <strong>O restaurante do Chonor também é outro programa imperdível</strong>. O lugar é aberto mesmo para não hóspedes e tem comida tibetana estilo cinco estrelas com preços três estrelas.</p>
<p><strong>O QUE VER</strong></p>
<div id="attachment_4402" class="wp-caption alignright" style="width: 330px"><strong><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2010/11/mcleodvelas.jpg"><img class="size-full wp-image-4402 " title="mcleodvelas" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2010/11/mcleodvelas.jpg" alt="" width="320" height="240" /></a></strong><p class="wp-caption-text">Agradecimentos</p></div>
<p><strong>Tsuglagkhang</strong> &#8211; É um complexo de <strong>lindos prédios onde estão localizados a casa do Dalai Lama</strong>, o principal templo da cidade e também uma linda biblioteca. Você consegue ver tudo em mais ou menos uma hora mas de verdade se programe pra passar pelo menos uma manhã por lá. Isso porque a graça é justamente ver tudo com calma, reparar em cada detalhe, assistir a um pouco das rezas dos monges, ver o trabalho dos voluntários que cuidam para que cada vela do tempo não se apague e também se divertir com as dezenas de macacos que ficam pulando de galho em galho chegando bem perto dos visitantes num local que é uma espécie de terraço. Além disso, Tsuglagkhang também tem uma <strong>incrível vista das montanhas do Himalaia</strong>. Guarde um tempinho pra contemplação e viaje por lá. No fim vá até o Nagymal Café, que fica também dentro do complexo, para saborear um delicioso bolo mas principalmente um chá tibetano. Eu tomei um de <strong>gengibre com mel </strong>que vai ficar guardado pra sempre na memória.</p>
<p>Ao ladinho do Tsuglagkhang fica o <strong>museu do Tibet</strong>. O lugar é bem pequeno mas deve ser visitado. Ele conta com fotos e textos a história do Tibet e a invasão dos chineses. Mas pra mim o mais legal foram as histórias e fotos da travessia dos refugiados. Para fugir da opressão dos chineses, <strong>muitos tibetanos &#8211; o Dalai Lama, inclusive &#8211; cruzaram a pé o Himalaia numa jornada que dura dias e é bastante adversa</strong>. É impressionante olhar todas as fotos e principalmente depois olhar para várias pessoas nas ruas e saber que elas estão ali depois de ter feito aquilo.</p>
<div id="attachment_4403" class="wp-caption aligncenter" style="width: 235px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2010/11/mcleodmonges.jpg"><img class="size-full wp-image-4403" title="mcleodmonges" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2010/11/mcleodmonges.jpg" alt="" width="225" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Moradores</p></div>
<p>Um pouquinho afastado da cidade &#8211; a mais ou menos 20 minutos de caminhada &#8211; fica <strong>o secretariado do Governo tibetano no exílio</strong>. É basicamente um conjunto de prédios onde estão localizados a administração do governo. Mas a visita vale principalmente pelo <strong>museu cultural, que é definitivamente o lugar mais impressionante que eu vi em Mcleod Ganj</strong>. Lá estão quase todas as peças que os refugiados conseguiram trazer durante a fuga do Tibet. Pinturas milimetricamente perfeitas, esculturas também perfeitas além de trabalhos feitos em areia deixam qualquer um de boca aberta. Além disso, <strong>parte dos prédios do secretariado são efeitados com aquelas lindas pinturas tibetanas do teto</strong>. É só olhar pra cima e começar a viajar. No local também está a biblioteca e arquivo de documentos tibetanos. A caminhada até lá é um pouquinho puxada &#8211; com algumas subidas na volta &#8211; e muita gente opta por um táxi. Se você gosta de caminhar eu sugiro ir a pé mesmo. As paisagens valem a pena.</p>
<p><strong>Baghsu é um pequeno vilarejo que fica a 2 km de Mcleod</strong>. O caminho é lindo e no vilarejo o turista encontra o <strong>novo templo</strong>, que apesar de ser infinitamente menor do Tsuglagkhang também vale a visita, e uma linda <strong>cachoeira</strong> (mas não se anime, é apenas para ver e não para tomar banho).</p>
<p>Há também uma visita ao imperdível<strong> Norbulingka Institute</strong> e diversos <strong>trekkings</strong> que podem durar algumas horas ou dias. Tudo isso pode ser agendado em uma das diversas agências de turismo de lá.</p>
<div id="attachment_4404" class="wp-caption aligncenter" style="width: 343px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2010/11/mcleodchina.jpg"><img class="size-full wp-image-4404" title="mcleodchina" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2010/11/mcleodchina.jpg" alt="" width="333" height="250" /></a><p class="wp-caption-text">Nada da China </p></div>
<p><strong>E POR FIM: COMPRAS</strong></p>
<p>Uma coisa é curiosa, Mcleod Ganjes é o único lugar do planeta que <strong>não vende nada made in China</strong>. É comum você entrar nas lojas e ver um enorme adesivo com o aviso. Deixando as piadas de lado, <strong>há produtos lindos </strong>que você também só encontra lá. Quem se impressiona com as <strong>pinturas feitas por monge tibetanos</strong> pode levar pra casa um pôster que são vendidos em lojas específicas para isso. Não é barato mas vale porque o trabalho é exclusivo, nenhum é igual ao outro. As<strong> peças em madeira </strong>também são de impressionar pelos detalhes talhados e pelas pinturas que são sempre lindas.</p>
<p><a href="http://www.twitter.com/asviajantes"><strong>Siga asViajantes no twitter</strong></a></p>
</div>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://asviajantes.com/viagem/mcleod-ganj-um-pequeno-tibet-dentro-da-india/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Oktoberfest: as diferenças entre Munique e Blumenau</title>
		<link>http://asviajantes.com/brasil/santa-catarina/oktoberfest-as-diferencas-entre-munique-e-blumenau</link>
		<comments>http://asviajantes.com/brasil/santa-catarina/oktoberfest-as-diferencas-entre-munique-e-blumenau#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 11 Nov 2010 17:12:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Reba</dc:creator>
				<category><![CDATA[Alemanha]]></category>
		<category><![CDATA[Blumenau]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Europa]]></category>
		<category><![CDATA[Munique]]></category>
		<category><![CDATA[Oktoberfest]]></category>
		<category><![CDATA[Santa Catarina]]></category>
		<category><![CDATA[Viagem]]></category>
		<category><![CDATA[blumenau]]></category>
		<category><![CDATA[ceveja]]></category>
		<category><![CDATA[comida]]></category>
		<category><![CDATA[dicas de viagem]]></category>
		<category><![CDATA[diferença oktobefest]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://asviajantes.com/?p=4270</guid>
		<description><![CDATA[Para quem sonha com a Oktoberfest aqui estão as dicas da festa de Munique e de Blumenau.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;">
<div id="attachment_4342" class="wp-caption aligncenter" style="width: 498px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2010/11/oktober_blumenau.jpg"><img class="size-full wp-image-4342 " title="oktober_blumenau" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2010/11/oktober_blumenau.jpg" alt="oktoberfest blumenau" width="488" height="281" /></a><p class="wp-caption-text">Diversão garantida. Foto: Jean C. Oecksler / www.blumenauonline.com.br</p></div>
<p> </p>
<p>Quem é <strong>louco por cerveja</strong> tem um plano de vida: a <strong>Oktoberfest</strong>. </p>
<p>A festa, que é pura diversão pra quem adora uma mesa de bar, rodeada de amigos e com uma cerveja gelada acompanhando, vira sonho de consumo  pra quem leva o ato de beber cerveja a sério. </p>
<p>Para <strong>explicar as diferenças entre a Oktoberfest de Munique e de Blumenau</strong>, as Viajantes convocaram <a href="http://contonocanto.blogspot.com/" target="_blank"><strong>Ronaldo Pelli</strong></a>. Jornalista no horário comercial, estudante de filosofia no outro turno, escritor no tempo que resta e baterista duas vezes  por semana, ele sabe que entre as certezas da vida está de que gosta &#8211; muito &#8211; de cerveja. </p>
<p>Esteve nas duas festas e saiu com outra certeza: precisa voltar em ambas. </p>
<p><a href="http://asviajantes.com/viagem/bebendo-cerveja-na-oktoberfest-em-munique" target="_blank"><strong>Mais Oktoberfest aqui.</strong></a></p>
<table style="width: 500px; height: 1170px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr style="text-align: right;">
<td style="text-align: left;" width="321" valign="top"><strong>MUNIQUE</strong></td>
<td width="321" valign="top"><strong>BLUMENAU</strong></td>
</tr>
<tr>
<td width="321" valign="top"><strong>Chegue cedo.</strong> Mesmo que a abertura da festa esteja marcada para o meio-dia, os alemães vão para os pavilhões às 7h, para conseguir um lugar onde se sentar. Chegamos às 11h, pensando que estávamos bem, que arranjaríamos um espaço, mas penamos por duas horas até que um grupo de alemães adolescentes se sensibilizaram conosco e nos deixaram dividir o mesão com eles..</td>
<td width="321" valign="top">
<p style="text-align: right;"><strong>Chegue tarde.</strong> Vacinado pela festa alemã, corri para os pavilhões assim que aportei na cidade e adentrei o local às 18h. Não tinha ninguém. Todos os três pavilhões estavam completamente vazios e algumas barraquinhas se davam ao luxo de estarem fechadas. Ao conversar com moradores, eles até riram, quando disse a hora que cheguei. A organização da cidade me fez esquecer que estava no Brasil. </td>
</tr>
<tr>
<td width="321" valign="top"><strong>Cerveja, só sentado</strong>: a razão por que os alemães chegam cedo à festa é que só se serve cerveja para quem está sentado a uma das mesonas. Isso quer dizer que, mesmo nos pavilhões, você pode passar horas de bico seco. Não quer dizer, porém, que não exista o “jeitinho alemão”: quando alguém se levanta para ir ao banheiro, há sempre um esperto que se senta só para pedir a cerveja e depois se levanta. Como se diz “malandragem” em alemão?.</td>
<td style="text-align: right;" width="321" valign="top"><strong>Cerveja em qualquer lugar</strong>: o esquema é igual a de qualquer outra grande festa brasileira a que eu já fui: você compra um tíquete nos caixas e escolhe entre as possibilidades a que você tem direito. Como estava vazio na hora que cheguei, a tranquilidade imperava. Mas, ao sair, já comecei a perceber certas filas se formando para comprar os tíquetes. E, dizem, à noite, quando a festa fica realmente cheia, fica insuportável. É fila para tudo.</td>
</tr>
<tr>
<td width="321" valign="top"><strong>Uma cerveja e várias cervejarias</strong>: É tradição entre os alemães produzirem um tipo de cerveja apenas para a Oktoberfest. Elas são mais alcoólicas [em torno de 8%, uma porrada para quem não está acostumado] e são servidas naquelas canecas enormes de um litro, chamadas <em>Maß</em>, que também é a maneira como se chama o tipo de cerveja, um lager mais encorpada que a tradicional german pilsen. Você pode escolher beber nos pavilhões das cervejarias locais de München, como Späten, Lowenbrau, Paulaner, etc. Nada mal, hein?</td>
<td width="321" valign="top">
<p style="text-align: right;"><strong>Várias cervejas e algumas cervejarias</strong>: a festa é geralmente patrocinada por uma grande marca, como a Brahma, este ano [eca], que banca toda a programação de dois dos três pavilhões. Já no terceiro, maravilha das maravilhas: encontramos as marcas menores, locais, de cervejas artesanais. São tão pequenas que, comparativamente, a Eisenbahn, que é de Blumenau, parece uma gigante. Há ainda a Wunder, também da cidade, e a Opa, de Joinville, entre diversas. Eles levam muitos tipos de chopes, como o Pale Ale, Porter e um Brown ale que tomei, excelente. Não fazemos nada feio em comparação. </p>
<p style="text-align: right;">. </p>
<p style="text-align: right;">  </td>
</tr>
<tr>
<td width="321" valign="top"><strong>Não pague para entrar, reze para beber</strong>: A festa bávara acontece em um campo aberto, com todo mundo tendo direito à entrada e à circulação. Se você for um abstêmio – pecado dos pecados – é capaz de voltar sem gastar um centavo. O problema é o preço das Maß: algo em torno de 8 euros. OK, é um litrão, ou seja, bem servido, e ainda mais alcoólico que o normal, portanto, é capaz de você não beber tanto. Mas, se você se atrever a converter, vai pensar duas vezes. Eu nem gosto de me lembrar de quanto gastei&#8230;</td>
<td width="321" valign="top">
<p style="text-align: right;"><strong>Entradas caras, bebidas, ok</strong>: Em Blumenau, se paga para entrar no parque onde ficam os pavilhões. Em dia de semana, o meu caso, nem é um acinte: paga-se R$ 6. Mas na sexta, o preço já sobe para R$ 15. No fim de semana, o valor da entrada sobe para exorbitantes R$ 30. Para melhorar, aceita-se carteirinha de estudante – há <em>muito </em>campo de estudo – e quem for vestido com as roupas típicas dos bávaros não paga a entrada. Mas o melhor é o preço dos chopes: todos saem por R$ 4,25. Quem comprar Brahma não sabe o que está perdendo&#8230; </p>
<p style="text-align: right;">. </p>
<p style="text-align: right;">  </td>
</tr>
<tr>
<td width="321" valign="top"><strong>Comes</strong>: Se eu já tinha gasto os tubos com a cerveja, economizei na comida. A única coisa que comi lá foi   um lanche junto com os adolescentes alemães –  eles foram extremamente simpáticos – que consistia numa espécie de pretzel feito em casa e mais com cara de  pão e uma pasta com mostarda e um tipo de embutido, que não  me lembro – foram MUITAS Maß, posso assegurar.</td>
<td width="321" valign="top">
<p style="text-align: right;"><strong>Além do “bebes”:</strong> Cheguei faminto e aproveitei que o lugar estava vazio para comer uns pratos exóticos. Ou alguém já comeu codorna recheada assada? O recheio era – novamente – um tipo de embutido e a codorna era pequena o suficiente para não matar quem me matava. Por isso, recorri ao x-alemão. Um sanduíche, sem queijo – a mania de colocar “x” na frente dos sanduíches é gaúcha, como o tradicional x-coração – em que se mistura frango, linguíça, carne de boi e molho vinagrete, na chapa e coloca tudo num pão. Excelente. </p>
<p style="text-align: right;">. </p>
<p style="text-align: right;">  </td>
</tr>
<tr>
<td width="321" valign="top"><strong>Turistas: fuja do fim de semana dos italianos, o primeiro das duas semanas da festa</strong>. Os adolescentes alemães disseram que eles arrumam muita confusão e não são sociáveis com os demais. Posso acreditar. Eles me pediram, em certo momento, para pedir a um grupo esporrento ao nosso lado para fazer menos barulho. Fiquei numa situação&#8230;.</td>
<td style="text-align: right;" width="321" valign="top"><strong>Locais: indo numa quinta-feira, e mais cedo que o normal, não encontrei ninguém que não fosse de Blumenau.</strong> Mas dizem que há também uma enxurrada de cariocas, gaúchos, paulistas nos fins de semana, principalmente o primeiro, que também é, normalmente, o do feriado de 12 de outubro.</td>
</tr>
<tr>
<td width="321" valign="top">Fora do tempo: por mais incrível que possa parecer, a Oktoberfest de München acontece em&#8230; <strong>setembro</strong>. Há uma explicação, mas, bem, esqueci. Foram muitas Maß&#8230;</td>
<td style="text-align: right;" width="321" valign="top"><strong>Outubro</strong>. A data varia, mas geralmente são três semanas.</td>
</tr>
<tr>
<td width="321" valign="top">Para imprimir esse post <strong><a href="https://sites.google.com/site/blogasviajantes/brasil/oktoberfest-as-diferencas-entre-munique-e-blumenau" target="_blank">clique aqui</a></strong>.Siga<a href="http://twitter.com/asviajantes" target="_blank"> <strong>as Viajantes</strong></a> no twitter.</td>
<td width="321" valign="top"> </td>
</tr>
</tbody>
</table>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://asviajantes.com/brasil/santa-catarina/oktoberfest-as-diferencas-entre-munique-e-blumenau/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>2</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Agra, a cidade do Taj Mahal</title>
		<link>http://asviajantes.com/viagem/agra-a-cidade-do-taj-mahal</link>
		<comments>http://asviajantes.com/viagem/agra-a-cidade-do-taj-mahal#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 18 Oct 2010 12:19:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Reba</dc:creator>
				<category><![CDATA[Agra]]></category>
		<category><![CDATA[Viagem]]></category>
		<category><![CDATA[Ásia]]></category>
		<category><![CDATA[Índia]]></category>
		<category><![CDATA[agra]]></category>
		<category><![CDATA[agra fort]]></category>
		<category><![CDATA[amor]]></category>
		<category><![CDATA[baby taj]]></category>
		<category><![CDATA[dicas]]></category>
		<category><![CDATA[India]]></category>
		<category><![CDATA[mehab bagh]]></category>
		<category><![CDATA[mesquita]]></category>
		<category><![CDATA[Mumtaz Mahal]]></category>
		<category><![CDATA[parque]]></category>
		<category><![CDATA[Shal Jahan]]></category>
		<category><![CDATA[sheela inn]]></category>
		<category><![CDATA[taj mahal]]></category>
		<category><![CDATA[trem]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://asviajantes.com/?p=4186</guid>
		<description><![CDATA[Agra é uma das cidades mais visitadas da Índia e isso tem um motivo: é onde fica o Taj Mahal, uma das maiores provas de amor já vistas no mundo. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_4187" class="wp-caption aligncenter" style="width: 410px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2010/10/agratajsolo.jpg"><img class="size-full wp-image-4187" title="agratajsolo" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2010/10/agratajsolo.jpg" alt="" width="400" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Taj Mahal: o motivo da viagem</p></div>
<p>Não importa o roteiro, o gosto ou objetivo. Qualquer viajante que for até a Índia vai achar um jeito de passar por Agra. O motivo?<strong> Taj Mahal</strong>. É nesta cidade que está o <strong>maior monumento ao amor do mundo</strong>. Também não importa se a sua visita é porque você gosta de arquitetura, porque quer conhecer um dos principais símbolos do país ou porque é mulçumano (sim, antes de tudo o lugar é uma mesquita!). Simplesmente, vá.<br />
O Taj Mahal vale a pena.</p>
<p><strong><a href="http://asviajantes.com/asia/india-prepara-se-essa-viagem-vai-mudar-sua-vida" target="_blank">Mais dicas da Índia aqui.</a></strong></p>
<p><strong>ELE, O TAJ MAHAL </strong></p>
<div id="attachment_4188" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2010/10/agratajempe.jpg"><img class="size-full wp-image-4188" title="agratajempe" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2010/10/agratajempe.jpg" alt="" width="300" height="376" /></a><p class="wp-caption-text">O Taj de manhã cedinho</p></div>
<p>A primeira coisa a se dizer sobre o Taj Mahal é que antes de ser um ponto turístico <strong>o lugar é uma mesquita e por isso fecha às sextas-feiras</strong>. Como Agra não é uma cidade que exija muito tempo do viajante é bom planejar bem que dia da semana pretende chegar e sair.</p>
<p>Depois vem a dúvida clássica: <strong>ao amanhecer ou no entardecer?</strong> Sim, porque se você puder escolher essas são as duas melhores horas para conhecer o lugar. <strong>O sol mais baixo dá um efeito sobre o mármore que deixa o Taj Mahal com um rosa único</strong>. Com o calorão que faz por lá evitar os horários de sol forte também é uma boa dica além disso, mesmo que evitar multidões seja uma tarefa quase impossível na Índia,  nesses horários você conseguirá um pouco mais de privacidade nas suas fotos.</p>
<p>Nossa ansiedade e os conselhos de alguns viajantes fotógrafos nos fizeram escolher o amanhecer. E isso significa cedo mesmo, as <strong>portas abrem às 06h</strong>. Chegamos meia hora depois e já pegamos uma fila na entrada. Quem optar pelo entardecer deve saber que o monumento fecha às 19h. O Taj é realmente grandioso, em todos os sentidos, por isso reserve pelo menos metade do seu dia pra ele. Nós ficamos lá por volta de 4 horas pra ver tudo com calma e aproveitar pra relaxar um pouco nos jardins no entorno da mesquita. No início dos anos 90 pesquisas identificaram que a poluição causada pelos carros estava derretendo o mármore do Taj Mahal. Por isso, desde 1994 é proibido a circulação de qualquer veículo motorizado a menos de 500 metros do monumento. Por isso, mesmo que você vá naquelas excursões com ônibus, espere ter que andar um pouquinho pra poder chegar até lá. <strong>O ingresso custa por volta de 15 dólares e é um dos mais caros da Índia</strong> (indianos pagam 0,5 centavos de dólar, preciso confessar que adoooro esse incentivo a cultura local na Índia!). Se você não fez de Agra uma day trip vale a pena comprar um ingresso conjunto com outras atrações da cidade.</p>
<p>O Taj Mahal pode ser acessado de três portas diferentes e a entrada é bem rígida. <strong>Visitantes não podem entrar com comida, cigarros, isqueiros ou grandes mochilas</strong>. Há lockers onde se pode guardar aquilo que foi barrado na entrada. Câmeras de foto são bem-vindas, o visitante paga para entrar com câmeras de vídeo e nós vimos pessoas senda barradas com tripés. Como em quase todos os monumentos indianos há bebedouros para encher a garrafa de água. Leve uma pastilha de cloro e mate sua sede de graça.</p>
<div id="attachment_4189" class="wp-caption alignright" style="width: 364px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2010/10/agrajardinstaj.jpg"><img class="size-full wp-image-4189" title="agrajardinstaj" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2010/10/agrajardinstaj.jpg" alt="" width="354" height="265" /></a><p class="wp-caption-text">A visão contrária, com a porta de entrada ao fundo</p></div>
<p>Quem quiser pode contratar na entrada um<strong> guia local</strong> que vai contanto detalhes de uma das<strong> maiores histórias de amor do mundo</strong>. O Taj Mahal foi construído pelo<strong> imperador Shal Jahan</strong> em homenagem a sua <strong>segunda esposa Mumtaz Mahal</strong>, que morreu dando a luz ao 14º filho do casal. Desolado, ele resolveu construir um enorme mausoléu para abrigar o corpo da mulher. A construção demorou mais de 20 anos e diz a lenda que muitos operário tiveram os braços cortados para que não pudessem reproduzir o mesmo monumento em outro canto do mundo. Também diz a lenda que o imperador tinha planos de construir uma mesquita igualzinha &#8211; em mármore preto &#8211; do outro lado do rio, que funcionaria com um espelho do Taj Mahal. Assustado diante dos planos do pai, o filho de Shal Jahal o aprisionou no Agra Fort e ele só pode contemplar o Taj da janela de sua cela. <strong>Depois de morto foi enterrado no Taj Mahal ao lado da mulher.</strong></p>
<p>Uma vez lá dentro eu fiquei completamente louca tentando fotografar tudo para conseguir registrar cada detalhe registrado pela minha míope retina. <strong>Fotos, no entanto, são proibidas dentro do mausoléu</strong>. Mas tudo bem porque como qualquer mesquita o Taj Mahal é mais impressionante por fora mesmo. É também <strong>proibido entrar de sapatos </strong>e aquelas sapatilhas de hospital estão à venda na entrada. Compre porque o mármore é quente e há fila para entrar dentro do mausoléu.</p>
<p>Repare na <strong>simetria perfeita do Taj Mahal</strong>, um lado foi construído pra ser um perfeito espelho do outro. No mais, relaxe. Contemple, sonhe e admire o que a dor, a vontade e o amor de um homem é capaz de construir.</p>
<div id="attachment_4190" class="wp-caption aligncenter" style="width: 379px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2010/10/agraeunotaj.jpg"><img class="size-full wp-image-4190" title="agraeunotaj" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2010/10/agraeunotaj.jpg" alt="" width="369" height="277" /></a><p class="wp-caption-text">Feliz da vida</p></div>
<p><strong><br />
ALÉM DO TAJ MAHAL</strong><br />
Agra já foi <strong>capital do império mongol</strong> e é uma cidade cheia de história. Apesar disso, eu preciso confessar que foi uma das cidades mais desinteressantes que eu fui na Índia. Por ter muitos turistas é daqueles lugares que você sente que todas as pessoas estão a todo momento tentando te vender algo, o que me incomodou um pouco. Isso mais o calor insuportável e  uma sujeira imensa, mesmo para os padrões indianos, não me deixam com saudades da cidade. No entanto, <strong>eu recomendo fazer de Agra mais do que uma day trip</strong>. <strong>O Taj vai tomar pelo menos meio dia e a cidade tem outras atrações que acabam um pouco esquecidas mas DEVEM ser visitadas.</strong><br />
<strong><br />
Agra Fort </strong></p>
<div id="attachment_4191" class="wp-caption alignleft" style="width: 349px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2010/10/agraagrafort2.jpg"><img class="size-full wp-image-4191" title="agraagrafort2" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2010/10/agraagrafort2.jpg" alt="" width="339" height="256" /></a><p class="wp-caption-text">Forte com cara de castelo</p></div>
<p>Quem pisa em Agra só pensa no Taj Mahal mas o forte que guardava a antiga cidade é tão impressionante quanto. <strong>Sua construção em vermelho impressiona o visitante logo de cara</strong>. O grandioso prédio data de 1565 mas como tudo na Índia foi tendo outras construções sendo incorporadas ao longo dos séculos. Um dos prédios foi construído inclusive pelo imperador do Taj Mahal e assim como o monumento é todo feito em mármore e bastante impressionante. Esqueça o que a primeira imagem que lhe vem à cabeça quando você pensa num forte, o <strong>Agra Fort está mais pra um castelo mesmo</strong>. Vá e <strong>reserve pelo menos meio dia também</strong>.</p>
<p><strong>BABY TAJ </strong><br />
<strong>É o apelido do mausoléu Itimad Ud Daulah</strong>. Apesar de não ter a grandiosidade do Taj Mahal tem uns detalhes e mármore preto que são simplesmente fantásticos. Além do mais, impressiona o requinte e os <strong>pequenos detalhes todos talhados em mármore</strong>.</p>
<div id="attachment_4192" class="wp-caption alignright" style="width: 366px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2010/10/agrababytaj.jpg"><img class="size-full wp-image-4192" title="agrababytaj" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2010/10/agrababytaj.jpg" alt="" width="356" height="268" /></a><p class="wp-caption-text">O Baby Taj</p></div>
<p>Junto com o baby Taj o visitante tem que reservar um tempo pro <strong>MEHAB BAGH</strong>. Quer fotos lindas de morrer do Taj Mahal com você e mais ninguém? É de desse parque que você vai tirar.<strong> O lugar é um imenso parque com várias estradinhas e algum verde. Perfeito para escapar um pouco do caos, barulho e poluição de Agra.</strong> Nós descobrimos o lugar depois de fazer amizade com um motorista de rickshaw que nos levou lá de camaradagem mesmo. Ficamos impressionados porque Agra tem turista em todas as esquinas mas parece que nenhum deles descobriu que <strong>esse parque tem a melhor vista do Taj Mahal</strong>. Chegamos lá e fomos super bem recebidos por muitos indianos e, além de nós, apenas um outro casal europeu contemplava a maravilha. O parque é grande demais então combine <strong>vá em um daqueles rickshaws de bicicleta.</strong></p>
<p>Além disso, Agra tem uma grande avenida que separa a cidade em dois. Para ao Baby Taj e ao Mehab Bagh você terá que cruzá-la (de táxi ou rickshaw já que é longe mesmo pra ir a pé). As paredes têm datas com pequenos textos contando coisas interessantes como as muitas invasões e guerras que a cidade já foi palco. Para quem gosta de história é bem legal.</p>
<div id="attachment_4193" class="wp-caption aligncenter" style="width: 378px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2010/10/agratajsadul.jpg"><img class="size-full wp-image-4193" title="agratajsadul" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2010/10/agratajsadul.jpg" alt="" width="368" height="277" /></a><p class="wp-caption-text">No parque só os indianos e o Taj Mahal ao fundo</p></div>
<p><strong><br />
CHEGANDO E SAÍNDO</strong><br />
<strong>A melhor forma de chegar e sair de Agra</strong> é a mesma da maioria das cidades indianas: <strong>de trem</strong>. Mas por ter mais turistas que qualquer outra cidade no país, Agra conta com um assédio de taxistas e motoristas de rickshaw beeem chatos na chegada. <strong>A barganha é prática recomendada na Índia mas em Agra vira quase obrigação</strong>. Não sossegue se não pagar pelo menos metade do pedido inicialmente.<br />
<strong><br />
HOSPEDAGEM </strong></p>
<div id="attachment_4194" class="wp-caption alignleft" style="width: 281px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2010/10/agraeuemenina.jpg"><img class="size-full wp-image-4194" title="agraeuemenina" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2010/10/agraeuemenina.jpg" alt="" width="271" height="363" /></a><p class="wp-caption-text">Sapatinho de hospital</p></div>
<p><strong>Você vai encontrar centenas de hotéis afirmando que têm terraços com vista para Taj Mahal</strong>. E eles têm mesmo mas &#8211; sinceramente &#8211; isso não é fundamental. As vistas não são nada espetaculares e nem de longe batem a emoção de ver o monumento de pertinho. Mas diante de tantas opções é provável que você &#8211; como eu &#8211; se sinta tentado em ficar em algum hotel que lhe permita ver o Taj enquanto almoça, toma café ou janta, já que a maior parte dos restaurantes dos hotéis fica no terraço. Veja algumas <a href="http://www.booking.com/searchresults.html?aid=335647;sid=b35ab23b292473a857643a1d66abd575;class_interval=1;idf=1;offset=0;score_min=0;si=ai%2Cco%2Cci%2Cre%2Cdi;ss_all=0;;city=-2088244;origin=disamb;srhash=4181130847;srpos=1" target="_blank">dicas de hospedagem aqui</a>.</p>
<p>Nesse caso <strong>tente optar por um hotel que fique na rua do Taj Mahal</strong>. Isso sim, eu acho que <strong>é um ótimo diferencial</strong>, principalmente pela praticidade. Por último se você for a Agra em qualquer outra estação que não o inverno não hesite: pague algumas rúpias a mais e fique em um <strong>quarto com ar condicionado</strong>. Esse conforto vai valer cada centavo gasto, acredite. Agra é definitivamente o lugar mais quente em que eu já estive em toda a minha vida. Minha viagem foi feita em maio.</p>
<p>Nossa morada foi o hotel Sheela Inn. O hotel era ok, com quartos relativamente limpos, um restaurante que desejou um pouco a desejar mas com um ar condicionado potente e na mesma rua que o Taj Mahal.</p>
<p><strong><a href="http://asviajantes.com/asia/india-asia" target="_blank">Outras cidades da Índia aqui.</a></strong></p>
<p><strong><a href="https://sites.google.com/site/blogasviajantes/india/agra-a-cidade-do-taj-mahal" target="_blank">Para imprimir esse post clique aqui.</a><br />
</strong></p>
<p>Siga <strong><a href="http://www.twitter.com/asviajantes" target="_blank">as Viajantes </a></strong>no twitter.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://asviajantes.com/viagem/agra-a-cidade-do-taj-mahal/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>3</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>

