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	<title>Viagem é com As Viajantes &#187; Isabella Motta</title>
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	<description>Dicas de viagem, roteiros de turismo, listas de destinos, truques para comprar passagens</description>
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		<title>Eu já&#8230; assisti a uma sessão do Parlamento inglês</title>
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		<pubDate>Mon, 14 May 2012 15:04:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Isabella Motta</dc:creator>
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		<description><![CDATA[No dia em que a Inglaterra dá início às comemorações do jubileu da rainha Elizabeth, saiba como foi nossa experiência dentro do Parlamento inglês. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_6212" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2012/05/parlamento-dentro.jpg"><img class="size-medium wp-image-6212" title="Parlamento inglês" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2012/05/parlamento-dentro-300x224.jpg" alt="Parlamento inglês" width="300" height="224" /></a><p class="wp-caption-text">Um dos salões do Parlamento</p></div>
<p>O voo para Londres me ofereceu uma dezena de filmes para assistir durante a viagem. Entre eles estava <em><strong>The Iron Lady</strong></em>, sobre a vida da dama de ferro inglesa <strong>Margaret Thatcher</strong>. Não curti muito o longa, mas ele acabou servindo como uma boa introdução para um dos programas que eu faria dias depois. Todo mundo que visita a capital inglesa quer tirar fotos do <strong>Big Ben</strong> (inclusive eu, claro!), mas a Reba, a amiga viajante que está morando na cidade, já tinha me falado que havia a chance de assistirmos a uma sessão de debates no <strong>Parlamento</strong> inglês. Topei na hora!</p>
<div id="attachment_6213" class="wp-caption alignright" style="width: 250px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2012/05/parlamento-nos-3.jpg"><img class=" wp-image-6213 " title="Parlamento inglês" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2012/05/parlamento-nos-3-300x225.jpg" alt="Parlamento inglês" width="240" height="180" /></a><p class="wp-caption-text">Nós três na fila!</p></div>
<p>Como todos nós aprendemos lá atrás, na escola, o sistema de governo inglês é a <strong>monarquia parlamentarista</strong>, o que só aumenta a curiosidade pelo cotidiano daquele prédio imponente. O Parlamento é dividido em duas câmaras e as duas funcionam dentro do <strong>Palácio de Westminster</strong>: a dos <strong>Lordes</strong> (formada por representantes do clero e e da nobreza), e a dos <strong>Comuns</strong> (formada pelos representantes eleitos pelo povo). E foi essa que nós visitamos. A coisa é simples: as sessões acontecem de segunda a quinta-feira e você pode ficar o tempo que desejar lá dentro. Às quartas-feiras é possível assistir à <strong>&#8220;Question Time&#8221;</strong>, onde o <strong>primeiro-ministro</strong> responde as perguntas dos parlamentares, mas é necessário <strong>agendar a visita</strong> com antecedência.</p>
<p><strong><a href="http://asviajantes.com/europa/londres-uma-paixao-antiga" target="_blank">Veja quais são as atrações obrigatórias de Londres aqui.</a></strong></p>
<p>Para entrar no prédio, o sistema de <strong>segurança</strong>é rigoroso, claro. Você passa por detector de metais, seus pertences passam por máquinas de raio-x iguais aos dos aeroportos, você tira uma foto e tem que andar com crachá lá dentro. Na Câmara mesmo você não entra com nada. Minha impressão foi que todos ali eram <strong>turistas</strong>, mas creio que o procedimento para acompanhar os debates seja igual para moradores. Ah, sim, a <strong>entrada é gratuita</strong>. Um alerta: a <strong>fila</strong> pode ser demorada. Não foi nosso caso, porém, para evitar frustrações, reserve umas três horas do seu dia para esse programa.</p>
<div id="attachment_6214" class="wp-caption alignleft" style="width: 250px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2012/05/parlamento-big-ben.jpg"><img class=" wp-image-6214 " title="Parlamento Big Ben" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2012/05/parlamento-big-ben-300x300.jpg" alt="Parlamento Big Ben" width="240" height="240" /></a><p class="wp-caption-text">Um outro ângulo do Big Ben</p></div>
<p>Ficamos cerca de 20 minutos lá dentro, tempo de entender um pouco como tudo funciona. A discussão era sobre algum tipo de <strong>taxa</strong> cobrada da população. Os integrantes dos partidos se sentam frente a frente, com o <strong>presidente da sessão</strong> &#8211; de peruca e tudo &#8211; no centro. Um representante de cada partido se senta de cada lado do presidente. Duas coisas me chamaram atenção pela diferença em comparação com o Brasil: os <strong>microfones</strong> são espalhados por todo o salão, o que permite ao parlamentar discursar de seu lugar (ao contrário daqui); os políticos se dirigem apenas aos seus companheiros de partido, evitando maiores <strong>embates pessoais</strong>.</p>
<p><strong><a href="http://asviajantes.com/viagem/londres-dicas-para-comer-barato" target="_blank">Quer saber como comer barato em Londres? Leia nossas dicas aqui.</a></strong></p>
<p>Além de acompanhar o <strong>funcionamento</strong> de um dos sistemas de governo mais antigos do mundo &#8211; ele data de 1707 &#8211; e ter certeza de que nós brasileiros estamos a anos-luz de tamanha organização, também é muito legal percorrer os <strong>enormes corredores</strong> do Palácio de Westminster, carregados de história, conhecer um pouco dos antigos <strong>primeiro-ministros</strong>, descobrir que um grande <strong>incêndio</strong> destruiu parte do prédio em 1834 e conhecer fatos importantes da rica história política da Inglaterra. Definitivamente, uma aula.</p>
<p>Ao final do passeio, se quiser, você ainda pode levar uma lembrancinha &#8211; há uma <strong>lojinha</strong> sortida de <em>souvenirs</em> para todos os gostos: desde <strong>taças de champanhe</strong> com a marca do Parlamento, passando por <strong>canetas</strong> e <strong>livros</strong> sobre os principais nomes da História política inglesa (sim, o casamento de Kate Middleton e príncipe William já está lá). Na saída, você ainda garante mais um ângulo do Big Ben para a coleção <img src='http://asviajantes.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /><br />
<a href="http://www.parliament.uk/visiting/visiting-and-tours/overseasvisitors/" target="_blank"><br />
Aqui você encontra mais informações sobre todas as possibilidades de tours dentro do Parlamento inglês. </a></p>
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		<title>Cartagena: uma viagem pela História em muitas cores</title>
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		<pubDate>Tue, 28 Feb 2012 14:18:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Isabella Motta</dc:creator>
				<category><![CDATA[América do Sul]]></category>
		<category><![CDATA[Cartagena de Índias]]></category>
		<category><![CDATA[Colômbia]]></category>
		<category><![CDATA[Viagem]]></category>
		<category><![CDATA[gabriel garcía marquez]]></category>

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		<description><![CDATA[Andar por Cartagena é como estar em um romance de Gabriel García Marquez. Conheça um pouco dessa charmosa e colorida cidade.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_5899" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2012/02/rua-visao-geral.jpg"><img class="size-medium wp-image-5899" title="rua Cartagena visão geral" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2012/02/rua-visao-geral-300x225.jpg" alt="rua Cartagena visão geral" width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">Cores e muito calor nas ruas de Cartagena</p></div>
<p>Andar pelas ruelas de <strong>Cartagena de Índias</strong>, litoral norte da Colômbia, é como estar em um romance de <strong>Gabriel García Márquez</strong>. O autor colombiano sabe como ninguém traduzir em palavras as cores, a atmosfera e o clima quente e sempre <strong>abafado</strong> da cidade caribenha que fica a cerca de uma hora de avião da capital, Bogotá. Fundada em 1533 pelos espanhóis, durante o século XVI, Cartagena foi um dos mais importantes portos comerciais da América. É desta época que vem a grande parte de seu <strong>patrimônio artístico e cultural</strong>.</p>
<div id="attachment_5900" class="wp-caption alignleft" style="width: 235px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2012/02/rua-mais-torre-ao-fundo.jpg"><img class="size-medium wp-image-5900" title="rua mais torre ao fundo" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2012/02/rua-mais-torre-ao-fundo-225x300.jpg" alt="Os 'balcones' são um charme a mais" width="225" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Os &#39;balcones&#39; são um charme a mais</p></div>
<p>Com sua arquitetura colonial, seus sobrados coloridíssimos e &#8216;balcões&#8217; adornados, há muito o que ver em Cartagena. Mas como tudo é muito perto, três a quatro dias são suficientes para desbravar as ruelas eternizadas por Gabo. A dica é: descole um mapa da cidade e saia andando sem rumo… Cada esquina revela uma bela vista, um monumento ou até mesmo o mar do Caribe!</p>
<p>Chegamos na cidade na hora do almoço e fomos direto comer. A dica da recepcionista do hotel foi certeira: <strong>La Mulata</strong>. Comida deliciosa acompanhada de uma limonada de coco incrível, ambiente descontraído e preço honesto, tudo perfeito! Depois do almoço saímos pra conhecer a cidade. Se você gosta de História, não deixe de ir ao <strong>Palacio de la Inquisición</strong> e ao <strong>Museo Histórico</strong> (eles ficam lado a lado). Foi lá que, em 1610, a coroa espanhola mandou instalar um tribunal da inquisição para julgar os supostos crimes contra o catolicismo que eram cometidos ali. Os visitantes passeiam por entre aparelhos e técnicas de tortura de todos os tipos. Por alguns pesos a mais (não lembro quanto, mas era pouco) você ainda contrata um guia local que contará detalhes de toda a História da cidade. Vale a pena.</p>
<p>Aproveite o fim de tarde para percorrer também a praça da <strong>Torre del Reloj</strong>, entrada oficial da cidade murada, e<strong> Las Bovedas</strong>, antigo depósito de munição e hoje um grande shopping popular. De lá, escolha algum ponto do muro que circunda a parte histórica da cidade, sente de frente para o mar e aguarde o <strong>pôr-do-sol</strong>… Simples assim. Escolhi sentar bem em frente ao suposto endereço de Gabriel García Márquez (uma casa enorme, vermelha, de muros altíssimos) vai que ele resolve dar um passeio à beira do mar justo nesse dia?! Bom, infelizmente, nada aconteceu. Nem o pôr-do-sol.</p>
<div id="attachment_5907" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2012/02/eu-e-castelo.jpg"><img class="size-medium wp-image-5907" title="eu e castelo san felipe de barajas" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2012/02/eu-e-castelo-300x225.jpg" alt="Castelo San Felipe de Barajas" width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">Castelo San Felipe de Barajas</p></div>
<p><strong>Castelo de San Felipe de Barajas</strong>. Guarde uma manhã para visitar o Castelo de San Felipe de Barajas, a maior fortaleza construída pelos espanhóis na América. Imponente, localizado fora da cidade murada, tem uma vista incrível de toda a cidade. O melhor é alugar um audioguia para percorrer os três níveis da fortaleza, sua prisão subterrânea, corredores estratégicos e entender o porquê das várias peculiaridades da construção. O guia é dividido em 32 pontos e em cada um ouve-se um pouco da história da cidade e do castelo. Imperdível.</p>
<p>Um audioguia que deve ser o máximo é o que explora a Cartagena de Gabriel García Márquez, propondo um passeio com a visão fantástica do escritor pelos principais pontos da cidade. Infelizmente, quando eu descobri esse passeio já era tarde, fiquei na vontade. Mas se algum amigo do blog fizer, conte pra gente como é. <img src='http://asviajantes.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p><strong>Prepare o bolso</strong>. Cheia de turistas americanos e europeus, Cartagena é cara se comparada a Bogotá. Mas mesmo que você não esteja disposto a esbanjar, dá para aproveitar a cidade &#8211; até porque, lembre-se que o peso colombiano é muito desvalorizado em relação ao real. Mas um conselho: não economize com a <strong>hospedagem</strong>. Lembre que você está no Caribe e ficar em hotel sem ar-condicionado é pedir para se aborrecer. As melhores opções (e mais caras também) estão dentro da cidade murada &#8211; que é mesmo onde tudo acontece. Eu fiquei no <a href="http://www.hotel3banderas.com/" target="_blank"><strong>Hotel 3 Banderas</strong></a>, dica ótima da Reba, que tinha estado na Colômbia anos antes. Os quartos são bons, café da manhã gostoso, a equipe da recepção fala espanhol e inglês e são todos muito simpáticos!</p>
<div id="attachment_5902" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2012/02/noite.jpg"><img class="size-medium wp-image-5902" title="Plaza de Santo Domingo" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2012/02/noite-300x225.jpg" alt="Plaza de Santo Domingo" width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">A noite na Plaza de Santo Domingo</p></div>
<p>Como toda cidade turística e de população de baixa renda, Cartagena é cheia de ambulantes. Cheia mesmo. E eles te abordam vendendo todo tipo de coisa todo o tempo, mas é só dizer que não está interessado e agradecer. Sem grandes problemas. Ah, outra dica: só troque dinheiro em casas de câmbio. Nada de trocar na rua, apesar de não faltar oferta.</p>
<p><strong>Noite</strong>. A noite de Cartagena é badalada. Com o cair do dia, a arquitetura colonial continua linda, convidativa a um passeio pelas ruas de pedras, aproveitando que o sol dá uma trégua. A cidade murada é cheia de boates de luxo onde o povo se acaba de dançar até de manhã. Mas se você busca um programa mais light (meu caso, que viajava com minha mãe), pode sentar em um dos muitos bares da <strong>Plaza de Santo Domingo</strong>, pedir uma sangria e ver a vida passar… Há também boas opções de restaurantes mais escondidinhos, fora do burburinho das ruas principais. Na última noite na cidade, optamos por um desses e comi um ceviche divino! Foi uma bela despedida…</p>
<div id="attachment_5903" class="wp-caption aligncenter" style="width: 394px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2012/02/por-do-sol-panoramica.jpg"><img class="size-full wp-image-5903 " title="por do sol panoramica" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2012/02/por-do-sol-panoramica.jpg" alt="por do sol" width="384" height="84" /></a><p class="wp-caption-text">Pôr-do-sol no Caribe</p></div>
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		<title>Carnaval no Rio de Janeiro: escolha o seu bloco</title>
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		<pubDate>Tue, 07 Feb 2012 12:19:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Isabella Motta</dc:creator>
				<category><![CDATA[América do Sul]]></category>
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		<description><![CDATA[Passadas as festas de fim de ano, o Rio de Janeiro agora só pensa em uma coisa: carnaval! Este ano desfilam 425 blocos pelas ruas da cidade. Escolha o seu, vista sua fantasia e divirta-se!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_5854" class="wp-caption aligncenter" style="width: 370px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2012/02/boitata1.jpg"><img class="size-full wp-image-5854" title="Cordão do Boitatá Carnaval" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2012/02/boitata1.jpg" alt="Cordão do Boitatá Carnaval" width="360" height="270" /></a><p class="wp-caption-text">As cores do Cordão do Boitatá tomam as escadas da Alerj</p></div>
<p>Passadas as festas de fim de ano, o Rio de Janeiro agora só pensa em uma coisa: carnaval! Faltando poucos dias para a maior festa popular da cidade, muita gente já tirou a fantasia do armário e montou a lista de blocos favoritos, afinal, é impossível participar de tudo&#8230; Anota aí: este ano desfilam 425 blocos pelas ruas do Rio (!). Se você vai passar o Carnaval no Rio e se assusta só de pensar na quantidade de pessoas nas ruas, não se desespere! Com base em nossa experiência carnavalesca (que não é pouca!), definimos aqui alguns perfis facilmente identificáveis entre os foliões. Escolha o seu bloco, vista sua fantasia e divirta-se!</p>
<p><strong>Bloco da azaração</strong> &#8211; Se o seu negócio é não ficar sozinho no Carnaval carioca, esse é o seu bloco. Ele normalmente desfila nos bairros mais badalados da cidade, como Ipanema e Leblon, é cheio de meninas escovadas e garotos bombados e sem camisa. Dificilmente toca marchinhas, mas quem está ali pra ouvir a música, não é verdade? <strong>Spanta Neném</strong> (Lagoa), <strong>Simpatia é quase amor</strong> (Ipanema) e <strong>Suvaco do Cristo</strong> (Jardim Botânico) são alguns exemplares.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong></p>
<div id="attachment_5855" class="wp-caption alignleft" style="width: 370px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2012/02/carnaval-2011-456.jpg"><img class="size-full wp-image-5855" title="Carnaval Céu na Terra" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2012/02/carnaval-2011-456.jpg" alt="Carnaval Céu na Terra" width="360" height="203" /></a><p class="wp-caption-text">O bonde é marca registrada do Céu na Terra</p></div>
<p></strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Bloco dos fantasiados</strong> &#8211; A maioria das viajantes concorda: pensar, produzir e sair de fantasia no Carnaval é muito legal! Por isso, blocos como <strong>Cordão do Boitatá</strong> (Centro), <strong>Céu na Terra</strong> (Santa Teresa) e <strong>Cordão da Bola Preta</strong> (Centro) são nossos favoritos. Solte a imaginação e não tenha vergonha, certamente você cruzará com Brancas de Neve, melindrosas, marinheiros e muitos outros personagens pelas ruas.</p>
<p><strong>De todos os ritmos</strong> &#8211; Apesar de berço do samba, o Rio de Janeiro tem um Carnaval cada vez mais eclético musicalmente. Se você nem curte muito samba, mas gosta de misturas diferentes, vai gostar do frevo do <strong>Bloco da Ansiedade</strong> (Laranjeiras), do pop do <strong>Monobloco </strong>(Centro) e do <strong>Empolga às 9</strong> (Ipanema e Copacabana) e do brega do <strong>Fogo e Paixão</strong> (Centro). Até os Beatles dão uma pinta no Bloco do <strong>Sargento Pimenta</strong> (Aterro do Flamengo).</p>
<p><strong>Blocos infantis</strong> &#8211; Quem disse que bloco não é lugar de criança? Samba se aprende ainda no berço e os pequenos têm diversão garantida no <strong>Gigantes da Lira</strong> e no <strong>Bagunça meu Coreto</strong>, ambos em Laranjeiras. Bote uma fantasia bem fresca no seu filhote e caia na folia!</p>
<p>É claro que muitos blocos ficaram de fora, mas nosso objetivo aqui não é listar todos (missão praticamente impossível!), mas apenas traçar alguns possíveis perfis para quem está vindo curtir o Carnaval no Rio de Janeiro pela primeira vez. Independentemente do gosto, uma dica serve para todos os foliões: coloque uma roupa bem confortável e fresca e prepare-se para se divertir muito! \o/</p>
<p><a href="http://www.rioguiaoficial.com.br/carnaval/blocosderua/" target="_blank">Veja aqui a lista oficial  completa da Prefeitura do Rio</a></p>
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		<title>Chegando a São Paulo, aeroporto de Guarulhos</title>
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		<pubDate>Tue, 20 Sep 2011 11:30:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Isabella Motta</dc:creator>
				<category><![CDATA[América do Sul]]></category>
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		<category><![CDATA[aeroporto Internacional de Guarulhos]]></category>

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		<description><![CDATA[A menos de 1.000 dias da Copa de 2014, muitos aeroportos estão com as obras de infra-estrutura atrasadas. Guarulhos é um deles... 
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_5693" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/09/aeroporto-guarulhos.jpg"><img class="size-medium wp-image-5693" title="aeroporto guarulhos" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/09/aeroporto-guarulhos-300x191.jpg" alt="Aeroporto de Guarulhos" width="300" height="191" /></a><p class="wp-caption-text">Aeroporto de Guarulhos / Foto divulgação</p></div>
<p>Recentemente, a imprensa brasileira voltou a falar no <strong>atraso das obras</strong> para a <strong>Copa do Mundo de 2014</strong>, lembrando que faltam menos de mil dias para o início do torneio. E todos nós sabemos queas críticas não são apenas para os cronogramas dos estádios &#8211; as obras para melhorar os principais aeroportos brasileiros também estão atrasadas ou sequer começaram. Recentemente tive que gastar umas boas horas vagando pelo <a href="http://www.aeroportoguarulhos.net/" target="_blank"><strong>Aeroporto Internacional de Guarulhos</strong></a>, em São Paulo, e fiquei pensando em como aquele aeroporto realmente precisa de melhorias&#8230;</p>
<p>Guarulhos é o principal aeroporto do Brasil e o <strong>mais movimentado</strong> da América Latina (em relação ao transporte de passageiros), mas isso não se reflete na sua infra-estrutura. Os <strong>autofalantes</strong> só dão informações da Infraero e não dos voos que chegam e partem &#8211; não é difícil ver funcionários das companhias aéreas procurando alguém atrasado entre os passageiros no salão de embarque.</p>
<p>Em minha última viagem, tive que fazer dois <em>pit stops </em>em Guarulhos. Observei que, diferentemente de grandes aeroportos como <strong><a href="http://asviajantes.com/viagem/chegando-a-madri-aeroporto-de-barajas" target="_blank">Barajas</a></strong>, em Guarulhos são poucas as opções de <strong>serviços</strong> para quem tem que passar horas em trânsito. São poucas lanchonetes, <strong>restaurantes</strong> e mesmo lojas. No entanto, um bom serviço oferecido é o <em>stand</em> de <strong>massagens</strong>, que cobra R$ 45 por 15 minutos de <em>relax</em>.</p>
<p>Para quem chega a Guarulhos pela primeira vez, um alerta: o aeroporto é <strong>distante</strong> da cidade de São Paulo, são 25 quilômetros e um táxi não sai barato. A dica é pegar o <strong>ônibus </strong>que integra este aeroporto a <strong>Congonhas</strong> &#8211; ele custa cerca de R$ 30 e sai com intervalos &#8211; e de lá pegar um táxi para seu destino final.</p>
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		<title>Zipaquirá e sua catedral de sal</title>
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		<pubDate>Mon, 12 Sep 2011 15:17:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Isabella Motta</dc:creator>
				<category><![CDATA[América do Sul]]></category>
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		<description><![CDATA[Em visita a Bogotá, reserve um dia para conhecer Zipaquirá e sua incrível catedral de sal. Uma day trip que vale muito a pena. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_5669" class="wp-caption alignleft" style="width: 240px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/09/zipa-catedral-sal.jpg"><img class="size-full wp-image-5669  " title="zipa catedral sal" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/09/zipa-catedral-sal.jpg" alt="Zipaquirá catedral de sal" width="230" height="307" /></a><p class="wp-caption-text">A catedral de sal, uma experiência única</p></div>
<p>Não há chance de você andar de táxi em Bogotá e não ouvir falar de <strong>Zipaquirá</strong>. Isso tem dois motivos: a pequenina cidade, que fica a 50 km da capital colombiana, abriga uma <strong>catedral de sal </strong>incrível, um grande orgulho para os colombianos (com razão!); e o fato de que todos os taxistas querem fechar um pacote para levar os turistas até lá.</p>
<p>Verdade é que, se você está planejando uma viagem a Bogotá, reserve um dia para visitar Zipaquirá. A cidade é fofa e visitar a catedral toda feita de sal dentro da mina é uma <strong>experiência única</strong> e sensacional. O passeio foi indicação da <strong>Reba</strong>, que esteve lá em 2009 e falou um pouco da catedral no <a href="http://asviajantes.com/viagem/a-surpreendente-e-cosmopolita-bogota" target="_blank">post sobre Bogotá</a>, mas vou destrinchar um pouco mais essa <em>day trip</em> aqui.</p>
<p><strong><a href="http://asviajantes.com/america-do-sul/colombia-america-do-sul" target="_blank">Se quiser ler mais sobre a Colômbia, clique aqui</a></strong>.</p>
<p>Pode-se ir a Zipa &#8211; como muitos colombianos se referem à cidade &#8211; de <strong>ônibus</strong> ou <strong>táxi</strong>. Os <strong>pacotes</strong> oferecidos pelos motoristas de táxi por um dia na cidade saem por valores que vão de 150 a 180 mil pesos colombianos. Nós recebemos muitas ofertas desse tipo, mas optamos pelo ônibus pois sai beeem mais barato e não tem mistério algum. Mas nada contra quem opta pelo táxi, que fique registrado.</p>
<p>Ao contrário da maioria das <em>day trips</em>, não é preciso madrugar pra ir a Zipaquirá. Pelo contrário, como o <strong>trânsito </strong>de Bogotá é bastante confuso, é melhor deixar passar a hora do <em>rush</em> para fugir de <strong>congestionamentos</strong>. Vá até o terminal de ônibus <strong>Portal del Norte</strong>: você chega lá via <strong>Transmilenio</strong> ou táxi (que em Bogotá é bastante barato). Os ônibus para Zipaquirá saem de 15 em 15 minutos e trazem o destino no vidro dianteiro, bem fácil de identificar. A passagem custa 3.700 pesos.</p>
<p>A catedral de sal fica a 60 metros de profundidade, dentro de uma <strong>mina de extração de sal</strong> que continua ativa. É um passeio imperdível! A catedral recria as 12 estações da <strong>via crúcis</strong> e possui uma nave central enorme, além de muitas cruzes e imagens de anjos. Tudo feito de sal. Durante a visita, o guia esclarece que não se trata de uma catedral oficializada pela igreja católica, mas que o lugar carrega uma forte importância <strong>espiritual</strong> para os mineiros e para os moradores da cidade. Tanto que eventualmente são realizadas missas no local. Mas essa informação não abala nem um pouco a grandiosidade da obra e a emoção dos visitantes durante a caminhada.</p>
<div id="attachment_5670" class="wp-caption alignright" style="width: 317px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/09/zipa-de-cima.jpg"><img class="size-full wp-image-5670  " title="zipa de cima" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/09/zipa-de-cima.jpg" alt="Zipaquirá vista de cima" width="307" height="230" /></a><p class="wp-caption-text">Vista de cima de Zipaquirá</p></div>
<p>Além de conhecer a catedral de sal, na mesma mina também é possível fazer a <strong>rota do mineiro</strong>, em que você fica sabendo mais sobre o trabalho da <strong>extração de sal</strong> e percorre parte do caminho feito pelos mineiros que trabalham lá. Quem quiser pode até experimentar algumas marretadas na rocha… O ingresso completo ainda dá direito à visita ao <strong>Museu do Sal </strong>(que não tem muita graça, vale ressaltar).</p>
<p>Como a mina que abriga a catedral fica no alto de um morro, vale descer o caminho no <strong>trenzinho fofo</strong> que percorre os principais prédios históricos da cidade e restaurantes. Para ir embora é só pegar o ônibus de volta a Bogotá no centro da cidade. Uma dica: não deixe a volta para muito tarde pois o trânsito é intenso e o ônibus fica bem cheio!</p>
<p><strong><a href="http://twitter.com/#!/AsViajantes" target="_blank">Siga As Viajantes no twitter!</a></strong></p>
<p><strong><a href="https://sites.google.com/site/blogasviajantes/colombia/zipaquira-e-sua-catedral-de-sal" target="_blank">Versão deste post para impressão.</a></strong></p>
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		<title>Chapada Diamantina: um lugar mágico</title>
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		<pubDate>Tue, 23 Aug 2011 02:18:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Isabella Motta</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Entre cachoeiras, grutas e morros, a Chapada Diamantina se revela numa mistura de cores e paisagens deslumbrandes. Uma viagem mágica. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;">
<div id="attachment_5609" class="wp-caption aligncenter" style="width: 394px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/08/chapada-diamantina.jpg"><img class="size-full wp-image-5609 " title="chapada diamantina" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/08/chapada-diamantina.jpg" alt="Poço Azul Chapada Diamantina" width="384" height="216" /></a><p class="wp-caption-text">Poço Azul: nem precisa explicar o porquê do nome, né?</p></div>
<p>A <strong>Chapada Diamantina</strong>, na Bahia, definitivamente não estava nos meus planos de viagem a curto prazo. Mas uma boa promoção de passagens num site de compras coletivas acabou me levando até lá. Mesmo com <strong>pouco tempo</strong> &#8211; foram apenas quatro dias &#8211; e <strong>pouco planejamento</strong>, conseguimos visitar alguns dos principais cartões postais da região e aproveitar a <strong>beleza natural inigualável</strong>. Sem exagero, são visuais de tirar o fôlego.</p>
<p><a href="http://asviajantes.com/brasil/bahia-brasil" target="_blank">Leia mais sobre a Bahia aqui</a>.</p>
<p>A tal promoção nos levou até <a href="http://asviajantes.com/brasil/bahia-brasil/salvador-bahia-brasil-america-do-sul" target="_blank"><strong>Salvador</strong></a> pela metade do preço. Para chegar à região da Chapada, você tem três opções: <strong>avião</strong> (os voos custam cerca de R$ 100 e saem de Salvador somente aos sábados); <strong>ônibus</strong> (são três horários diários, <a href="http://www.guialencois.com.br/zoup.fit.asp?fit_pagina=3&amp;fit_pagina_pai=0&amp;fit_tipotexto=1&amp;fit_tipogaleria=0&amp;fit_texto_coluna=0&amp;ZoupSkin=Ocre" target="_blank">confira aqui</a>); e <strong>carro</strong>. Nós optamos por alugar um carro no aeroporto de Salvador. Lá há várias opções de locadoras, mas é bom agendar o serviço com antecedência pois a procura é grande. Uma dica: prefira as locadoras tradicionais, como <a href="http://www.hertz.com/" target="_blank">Hertz</a> ou <a href="http://prod.avis.com.br/home/criteriopesquisa.aspx" target="_blank">Avis</a>, por exemplo. Nós chegamos a reservar um carro com uma empresa local e, quando chegamos lá, eles disseram que não tinham nenhum veículo disponível (!). A sorte é que também tínhamos reserva na Avis. Até <a href="http://www.guialencois.com.br/" target="_blank"><strong>Lençois</strong></a> &#8211; a cidade com mais <strong>infra-estrutura</strong> da região &#8211; são <strong>412 km</strong> de uma estrada cheia de buracos e caminhões. Não se iluda, a viagem é cansativa e um pouco tensa. Evite ao máximo viajar à noite.</p>
<div id="attachment_5600" class="wp-caption alignleft" style="width: 378px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/08/DSC00816.jpg"><img class="size-large wp-image-5600  " title="DSC00816" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/08/DSC00816-1024x576.jpg" alt="Alto do Morro do Pai Inácio" width="368" height="208" /></a><p class="wp-caption-text">Alto do Morro do Pai Inácio</p></div>
<p>Acordamos cedo e nossa primeira parada do dia foi o <strong>Morro do Pai Inácio</strong>. Segundo nosso <strong>guia particular </strong>- mais pra frente eu explico como isso funciona &#8211; o morro levou esse nome porque Pai Inácio, escravo do fazendeiro Horácio de Mattos, teria um caso com a filha do patrão. Um dia, os dois amantes foram flagrados juntos, mas Pai Inácio conseguiu fugir até o topo do morro. Encurralado, ele teria se jogado. Do alto, tem-se uma vista linda, em 360º, do <strong>Vale do Cercado</strong> e do <strong>Morro dos Três Irmãos</strong>.</p>
<p>De lá, seguimos para a região da <strong>Pratinha</strong>, onde ficam a <strong>Gruta da Pratinha</strong> e a <strong>Gruta Azul</strong> &#8211; lembrando que a grande maioria das atrações naturais fica dentro do <strong>Parque Nacional da Chapada Diamantina</strong>, uma área de 152 mil hectares sob responsabilidade federal. A Gruta da Pratinha leva esse nome porque é cortada pelo rio Pratinha, de águas muito claras. A gruta se estende por cerca de 100 metros e a profundidade varia de 1 a 2 metros. Por R$ 15, os visitantes podem fazer o que eles chamam de <strong>&#8216;flutuação&#8217;</strong> até o fundo da gruta, usando colete salva-vidas, óculos de mergulho e lanterna. É o máximo! <img src='http://asviajantes.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Na mesma propriedade, bem pertinho, fica a <strong>Gruta Azul</strong>. Das 12h às 15h, a luz do sol incide no fundo do poço deixando a água com uma <strong>cor azul</strong> lindíssima. Nele não é permitido mergulhar, mas só o visual já vale a visita.</p>
<div id="attachment_5601" class="wp-caption alignright" style="width: 378px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/08/DSC00909.jpg"><img class="size-large wp-image-5601  " title="DSC00909" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/08/DSC00909-1024x576.jpg" alt="Igatu, a cidade de pedra" width="368" height="208" /></a><p class="wp-caption-text">Igatu, a &#39;selva de pedra&#39;</p></div>
<p>Reservamos a manhã seguinte para visitar <strong>Igatu</strong>, distrito do município de Andaraí, localizado a <strong>114 km</strong> de Lençois. O lugarejo é de difícil acesso, mas vale cada sacolejo dentro do carro quanto você chega lá. Igatu é praticamente uma &#8216;<strong>selva de pedra</strong>&#8216;, uma das principais vilas do período áureo da extração de diamantes na região. Ela foi fundada por volta de 1840 por garimpeiros que queriam se fixar próximo aos locais onde encontravam diamantes. Ainda hoje é possível ver os esqueletos &#8211; de pedra, claro &#8211; do que foi o centro daquela vila. É uma <strong>beleza árida</strong> e <strong>exótica</strong>.</p>
<p>Nosso último destino foi o <strong>Poço Azul</strong>. Involuntariamente, deixamos o melhor para o final. Chegamos na hora do almoço &#8211; lá também tem um horário específico para ver a &#8216;mágica das cores&#8217; acontecer &#8211; e demos sorte pois ficamos <strong>sozinhos</strong> por quase uma hora naquele lugar incrível. É difícil descrever a beleza do tom da água, das pedras que se vê no fundo, de tudo. As fotos falam um pouco por si, mas só estando lá pra entender.</p>
<p><strong>EM LENÇOIS</strong></p>
<p>Como disse anteriormente, Lençois é a cidade que possui melhor infra-estrutura na região. É lá que você encontra os melhores <strong>restaurantes</strong>, alguma <strong>badalação</strong> noturna e as melhores <strong>pousadas</strong>.</p>
<p>É possível se hospedar gastando muito ou muito pouco &#8211; como queríamos <strong>conforto</strong>, optamos por uma pousada mais carrinha. E valeu a pena. A <strong><a href="http://www.pousada-lencois.com.br/" target="_blank">Canto no Bosque</a></strong> era um pouco longe do centrinho da cidade (só dá pra chegar de carro mesmo), mas era<strong> superconfortável </strong>e com um <strong>café da manhã</strong> delicioso. Sem falar que os donos são uma simpatia!</p>
<div id="attachment_5602" class="wp-caption alignleft" style="width: 378px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/08/DSC00891.jpg"><img class="size-large wp-image-5602 " title="DSC00891" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/08/DSC00891-1024x576.jpg" alt="A cidade de Lençois" width="368" height="208" /></a><p class="wp-caption-text">Lençois se preparava para os festejos juninos</p></div>
<p>Por falar em carro, essa é uma questão importante: como se locomover na Chapada. Não há como se virar sozinho lá, nem adianta tentar. Ou você aluga um carro (como nós fizemos) ou você contrata os <strong>passeios por dia </strong>em uma das várias agências espalhadas por Lençois. Os preços por passeios variam muito, mas ficam em torno dos R$ 50 por pessoa. Estando de carro, a melhor opção é contratar o serviço de um <strong>guia local</strong> que passará o dia com você por R$ 70 (se forem dois casais, a brincadeira sai por R$ 17,50 pra cada um!). No centro de Lençois fica a <strong>Associação dos Condutores de Visitantes de Lençois (ACVL)</strong>, onde os guias ficam à disposição para fechar pacotes exclusivos com você. A princípio pode parecer um pouco invasivo passar o dia inteiro com um estranho no carro, mas eles contam <strong>curiosidades locais </strong>e logo você se acostuma com o &#8216;GPS baiano&#8217;. Nós fechamos os dois dias com o Luciano (Rasta), que conhece tudo nas redondezas e fez nosso tempo curto render. O contato dele é lucianorastachapada@hotmail.com.</p>
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		<title>Viajando com os pais</title>
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		<pubDate>Thu, 28 Jul 2011 12:00:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Isabella Motta</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
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		<description><![CDATA[Embora a gente goste muito deles, viajar com os pais já não é a mesma coisa da infância, né? Damos algumas dicas para um programa divertido pra todo mundo!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Por mais que a gente ame nossos <strong>pais</strong>, em algum momento da vida, alguns programas acabam nos afastando um pouco. Com viagens costuma ser assim. Quando você é pequeno, é impensável tirar <strong>férias</strong> sem a companhia dos pais. Depois de uma certa idade é o oposto: você viaja com amigos, namorado, marido, sozinha&#8230; Mas raramente volta a fazer uma <strong>viagem em família</strong>. Pois recentemente duas viajantes tiveram (ou melhor, voltaram a ter) a experiência de <strong>tirar férias com seus pais</strong>. E é claro que muita coisa mudou com os anos&#8230;</p>
<p><strong>A experiência da Flávia</strong>:</p>
<div id="attachment_5480" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/07/flavia-pai.jpg"><img class="size-medium wp-image-5480" title="flavia pai" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/07/flavia-pai-300x225.jpg" alt="Flávia pai Munique" width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">Degustando cerveja alemã em família...</p></div>
<p>&#8220;Para a viagem com os pais correr sem sobressaltos, é importante considerar fortemente as <strong>vontades e curiosidades</strong> deles, conciliando os interesses. Foi assim que resolvemos combinar <a href="http://asviajantes.com/europa/franca-europa/paris-franca-europa" target="_blank"><strong>Paris</strong></a> (que minha mãe sonhava conhecer desde o colégio) e <strong><a href="http://asviajantes.com/europa/alemanha-europa-2/munique-alemanha-europa-2" target="_blank">Munique</a> </strong>(paraíso para um cervejeiro como meu pai).</p>
<p><strong>Conhecer os lugares</strong> a serem visitados pode ser uma vantagem, já que fica mais fácil evitar alguma <strong>roubada </strong>com os pais, ao mesmo tempo em que você vai levar vantagem na hora de eleger os programas <strong>imperdíveis</strong>.</p>
<p>Outra coisa importante a se pesar é o investimento em <strong>hospedagem</strong> e <strong>alimentação</strong>. Noites mal dormidas e <em>fast food</em> podem até ser relevados pelos mais jovens, talvez não pelo pais. Da mesma forma, eles podem querer seguir na viagem um horário de refeições parecido com o de casa. É bom prever isso.</p>
<p>Os <strong>deslocamentos</strong> também precisam ser bem planejados. Seus pais podem não ser tão ágeis para correr atrasados numa estação de trem carregando mala e podem se cansar com facilidade nas longas caminhadas que são o prazer de muitos viajantes.</p>
<p>Para encerrar, uma viagem com os pais além de ser uma oportunidade especial para reunir a família e &#8211; quem sabe &#8211; reviver a infância, também pode ser <strong>econômico</strong>. Vai que você tem um pai ou mãe daqueles que só permite que você gaste seu dinheiro com <em>souvenirs</em>…&#8221;</p>
<p><strong>A minha experiência: </strong></p>
<div id="attachment_5492" class="wp-caption alignright" style="width: 413px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/07/eu-e-mãe-em-sacramento2.jpg"><img class="size-full wp-image-5492  " title="eu e mãe em sacramento2" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/07/eu-e-mãe-em-sacramento2.jpg" alt="Eu e minha mãe em Colônia do Sacramento" width="403" height="227" /></a><p class="wp-caption-text">Eu e minha mãe em Colônia do Sacramento</p></div>
<p>&#8220;Eu e minha mãe escolhemos <a href="http://asviajantes.com/america-do-sul/argentina-america-do-sul/buenos-aires-argentina-america-do-sul" target="_blank"><strong>Buenos Aires</strong></a>, <a href="http://asviajantes.com/america-do-sul/uruguai-america-do-sul/colonia-del-sacramento-uruguai-america-do-sul" target="_blank"><strong>Colônia do Sacramento</strong></a> e <a href="http://asviajantes.com/america-do-sul/uruguai-america-do-sul/montevideu-uruguai-america-do-sul" target="_blank"><strong>Montevidéu</strong></a> como destino para duas semanas de descanso. A princípio, fiquei desconfiada se essa viagem seria uma boa ideia&#8230; Digo isso porque minha mãe sempre viajou com meu pai e eu andava muito acostumada a viajar sozinha. Ainda assim resolvemos apostar na combinação. Correu tudo superbem, mas não podemos esquecer que não estamos viajando com amigos/namorado. Nossos pais são de outra geração e é necessário fazer algumas <strong>concessões</strong> para que a viagem não vire uma dor de cabeça para todos.</p>
<p>É importante levar em conta o <strong>perfil</strong> dos seus pais na hora de escolher o destino. Se você é aventureiro mas seus pais não, nem adianta levá-los para um lugar cheio de trilhas e esportes radicais. Eles não vão se divertir e você, provavelmente, também não. Uma dica: se possível, leve-os para cidades que você já conheça, eles se sentirão mais <strong>seguros</strong> (foi o meu caso). Também desaconselho viagens muito longas, acho que 15 dias é o tempo ideal.</p>
<p>Inclua seus pais nas suas <strong>pesquisas</strong>, desperte neles a curiosidade pelo lugar, pelos programas. Você já saberá o nível de disposição deles para os passeios e com certeza tudo ficará mais divertido!</p>
<p>A <strong>hospedagem</strong> foi, para mim, o item mais complicado. Ficamos em quartos privativos em <strong>albergues</strong> (o que me exigiu um certo poder de convencimento). Eles eram ótimos, mas minha mãe levou alguns dias até se acostumar com o <strong>café coletivo, </strong>por exemplo. Mas em Colônia do Sacramento até participamos de um <strong>&#8216;asado&#8217;</strong> (uma espécie de churrasco uruguaio) com outros hóspedes. No fim foi divertido!</p>
<p>Tenha paciência: não se iluda, viajar com os pais nunca terá o mesmo <strong>ritmo</strong> que uma viagem feita sozinha ou com seu namorado. Por isso, se você é daqueles que gosta de fazer várias coisas num dia, tenha paciência&#8230; Não programe muitas atividades seguidas, deixe tempo razoável para as refeições, e prepare-se para fazer um programa ou outro sozinho enquanto seus pais descansam.</p>
<p>Apesar das desconfianças, preciso admitir: a viagem com minha mãe deu supercerto! Ela se saiu <strong>ótima companhia</strong>, topou (quase) tudo e andou distâncias invejáveis! Tanto que a próxima já está agendada. <img src='http://asviajantes.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> &#8221;</p>
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		<title>Um rápido passeio por Vitória, a capital capixaba</title>
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		<pubDate>Mon, 18 Jul 2011 17:19:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Isabella Motta</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Convento da Penha]]></category>
		<category><![CDATA[moqueca]]></category>
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		<description><![CDATA[Em meio a uma rotina de trabalho, uma folga para passear por Vitória e Vila Velha. Conheça um pouco das principais cidades do Espírito Santo. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_5448" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/07/DSC01038.jpg"><img class="size-medium wp-image-5448" title="Vitória" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/07/DSC01038-300x160.jpg" alt="Vitória" width="300" height="160" /></a><p class="wp-caption-text">Vitória vista de Vila Velha</p></div>
<p>Quando soube que iria a <strong>Vitória</strong> a trabalho pensei na hora que tinha que escrever algo sobre a cidade, até então um mistério pra mim. Tão perto das principais cidades do Sudeste e ao mesmo tempo com sua rica história e e belas paisagens tão pouco divulgadas. Com cerca de 325 mil habitantes, a capital capixaba &#8211; que quer dizer <strong>terra limpa para plantação </strong>em tupi &#8211; está a apenas uma hora de avião de Rio de Janeiro e São Paulo, mas bem <strong>distante do ritmo frenético</strong> das metrópoles vizinhas. Segunda capital mais antiga do Brasil, datando de 1534, Vitória tem atrações para quem gosta de praia, natureza e História.</p>
<p>Fiquei apenas quatro dias na cidade para cobrir um festival de dança, mas deu pra perceber o quanto ela é <strong>limpa</strong>, agradável e especialmente <strong>arejada</strong> &#8211; pra quem não sabe, Vitória  é uma das três <strong>ilhas-capitais do Brasil</strong> (as outras são Florianópolis e São Luís), o que já garante a ela um charme extra.</p>
<p><strong><a href="http://asviajantes.com/brasil/ceara/de-sao-luis-a-jeri-via-lencois-maranhenses" target="_blank">Leia aqui sobre os Lençois Maranhenses</a></strong></p>
<p>O centro de Vitória reúne alguns dos principais <strong>prédios históricos</strong> da cidade, como o belo <a href="http://www.secult.es.gov.br/?id=/espacos_culturais/hotsites/teatrocarlosgomes/capa" target="_blank"><strong>Theatro Carlos Gomes</strong></a>, construído em 1928, e o edifício onde hoje funciona a <strong>Escola de Teatro, Dança e Música Fafi</strong>. Num passeio pelo Centro não deixe de visitar o <a href="http://www.secult.es.gov.br/?id=/espacos_culturais/hotsites/maes/capa" target="_blank"><strong>Museu de Arte do Espírito Santo &#8211; Dionísio Del Santo (Maes)</strong></a>.</p>
<p>Com a agenda corrida por conta do festival, eu e uma amiga que também acompanhava o evento tivemos apenas a manhã e o início da tarde de sábado para explorar a cidade. Saímos do hotel por volta das 11h com dois objetivos: conhecer o <a href="http://www.conventodapenha.org.br/penha/" target="_blank"><strong>Convento da Penha</strong></a>, em <strong>Vila Velha</strong>, e comer uma <strong>moqueca capixaba</strong>. <img src='http://asviajantes.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<div id="attachment_5449" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/07/DSC01026.jpg"><img class="size-medium wp-image-5449" title="Convento da Penha, Vila Velha" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/07/DSC01026-300x161.jpg" alt="Convento da Penha, em Vila Velha" width="300" height="161" /></a><p class="wp-caption-text">Convento da Penha, em Vila Velha</p></div>
<p>Coladinho em Vitória, o município de Vila Velha fica na Região da Grande Vitória e a menos de 15 minutos de carro da capital. Sendo assim, optamos por pegar um <strong>táxi</strong>, cruzando a famosa <strong>Terceira Ponte</strong>, a principal ligação entre as duas cidades. O Convento da Penha é uma construção de 1558 encravada no alto de um morro de onde se tem uma <strong>vista de tirar o fôlego</strong> de Vitória e da própria Vila Velha. Fundado pelo <strong>Frei Pedro Palácios</strong>, é um dos santuários mais antigos do país. Cercado de pátios, o lugar permite uma <strong>visão de quase 360º</strong>. O dia ensolarado colaborou para deixar a paisagem ainda mais bonita.</p>
<p>Sobre o convento, duas dicas: na hora de descer você pode recorrer a uma das <strong>vans</strong> que fazem o transporte até o pé do morro por R$ 2, basta pedir o serviço num <strong>pitoresco telefone</strong> localizado ao lado da lanchonete  (eu a-do-rei isso!). O carro pode demorar um pouco, mas chega, não se preocupe! A segunda dica é para não se deixar enganar pela placa que indica a <strong>gruta do Frei Palácios</strong>, você vai descer uma ladeira íngreme (que não por acaso se chama <strong>Ladeira da Penitência</strong>) e a gruta é apenas uma pedra que se tornou um depósito de mangueiras. Não vale o esforço.</p>
<p>De volta ao asfalto, decidimos ir atrás da nossa moqueca caminhando pela <strong>Praia da Costa</strong>, que ficava a alguns quarteirões dali. É um passeio bem agradável. A praia urbana é bem bonita, mas confesso que não simpatizei muito com a altura exagerada dos prédios da orla… A areia tem uma <strong>cor diferente</strong>, mais escura que a das praias cariocas. Como já disse, o dia estava ensolarado, perfeito para passear ao ar livre. E pelo pouco que pude perceber, os capixabas aproveitam bem a cidade nesse sentido.</p>
<div id="attachment_5451" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/07/praia-da-costa-vila-velha.jpg"><img class="size-medium wp-image-5451" title="praia da costa vila velha" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/07/praia-da-costa-vila-velha-300x160.jpg" alt="Praia da Costa" width="300" height="160" /></a><p class="wp-caption-text">Praia da Costa</p></div>
<p>Almoçamos no restaurante Atlântica, onde uma amiga indicou que comeríamos uma boa moqueca a <strong>preço justo</strong>. E foi verdade. Como em todaregião turística, a orla de Vila Velha tem uma série de restaurantes que servem pratos de frutos do mar, alguns a preços extorsivos, por isso, é bom pesquisar antes de sentar. O almoço foi uma delícia! Além do <strong>peixe com molho de camarão</strong>, do <strong>arroz</strong> e do <strong>pirão</strong>, o prato ainda acompanhava uma cumbuca de <strong>banana da terra cozida no molho do peixe</strong>. Só de lembrar começo a salivar… O prato serve com sobra duas pessoas e custou R$ 89,90.</p>
<p>Retomei a rotina de trabalho ainda naquela tarde feliz com o passeio. Vitória foi uma grata surpresa!</p>
<p><strong><a href="https://sites.google.com/site/blogasviajantes/brasil/um-rapido-passeio-por-vitoria-a-capital-capixaba" target="_blank">Clique aqui para a versão deste post para impressão.</a></strong></p>
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		<title>Buquebus: charme e conforto no Rio da Prata #ficaadica</title>
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		<pubDate>Fri, 27 May 2011 11:30:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Isabella Motta</dc:creator>
				<category><![CDATA[América do Sul]]></category>
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		<description><![CDATA[Vai visitar Argentina e Uruguai na mesma viagem? Desfruta da travessia de barco pelo Rio da Prata. Vale o passeio! ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_5289" class="wp-caption aligncenter" style="width: 394px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/05/buquebus.jpg"><img class="size-full wp-image-5289 " title="buquebus" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/05/buquebus.jpg" alt="Buquebus: conforto na travessia entre Argentina e Uruguai" width="384" height="85" /></a><p class="wp-caption-text">Conforto na travessia entre Argentina e Uruguai</p></div>
<p>Em um post anterior, eu enumerei as <strong>belezas</strong> arquitetônicas e naturais de <strong>Colônia do Sacramento</strong>, a cidade mais antiga do Uruguai. Falei rapidamente lá que uma das maneiras de chegar é de <strong><a href="http://www.buquebus.com/cache/HomeARG.html" target="_blank">buquebus</a></strong> &#8211; pra mim, a forma mais charmosa de atravessar o <strong>Rio da Prata</strong>.</p>
<p>Leia mais sobre Colônia do Sacramento <a href="http://asviajantes.com/viagem/uma-aula-de-historia-em-colonia-do-sacramento" target="_blank">aqui</a>.</p>
<p>Os barcos rápidos são <strong>superconfortáveis</strong> e bem equipados, com cafeteria e até <strong><em>free shop</em></strong> (!), e há partidas diárias de <strong>Buenos Aires</strong>. O primeiro deles sai às 8h45, chegando às 9h45 em Colônia. Há travessias mais longas, de três horas, em barcos mais lentos e maiores, como o <strong>Eladia Isabel</strong>, a mais famosa e tradicional das embarcações.</p>
<p>As lojas da empresa Buquebus estão espalhadas pelos principais bairros da capital portenha. Os <strong>postos de venda</strong> ficam em Porto Madero, na Avenida <strong>Córdoba</strong> 867, na <strong>Recoleta</strong> (Posadas 1452) e no <strong>Retiro</strong> (Antártida Argentina y Calle Diez &#8211; Terminal de Ônibus). O preço da passagem não é barato, fica em torno de 200 pesos/pessoa (cerca de R$ 100), e pode ser paga em dinheiro ou cartão de débito/crédito.</p>
<p>A estação de Buenos Aires fica em Porto Madero e é tudo bem organizado. Como a travessia é entre países, os passageiros fazem ali a <strong>alfândega</strong> e a <strong>imigração</strong> &#8211; é até engraçado pois as cabines da Polícia Federal dos dois países ficam lado a lado, numa distância de apenas alguns passos entre elas. A estação também tem um posto onde é possível trocar os pesos argentinos por <strong>pesos uruguaios</strong> (o que é bastante útil se você está indo para a pequenina Colônia do Sacramento). Chegando do outro lado, é só aproveitar as belezas que Colônia tem a oferecer&#8230;</p>
<p>Leia mais sobre Buenos Aires <a href="http://asviajantes.com/america-do-sul/argentina-america-do-sul/buenos-aires-argentina-america-do-sul" target="_blank">clicando aqui</a>.</p>
<p><a href="http://asviajantes.com/america-do-sul/uruguai-america-do-sul/montevideu-uruguai-america-do-sul" target="_blank">Clique aqui</a> para ler mais sobre Montevidéu.</p>
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		<title>Eu já&#8230; visitei um campo de concentração</title>
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		<pubDate>Thu, 28 Apr 2011 11:11:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Isabella Motta</dc:creator>
				<category><![CDATA[Eu já...]]></category>
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		<category><![CDATA[Oranienburg]]></category>
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		<description><![CDATA[Conhecer um campo de concentração alemão é ao mesmo tempo um passeio obrigatório e angustiante. Saiba como foi a nossa experiência. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_5190" class="wp-caption aligncenter" style="width: 317px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/04/enfermaria.jpg"><img class="size-full wp-image-5190  " title="enfermaria" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/04/enfermaria.jpg" alt="A enfermaria foi o lugar que mais me impressionou" width="307" height="230" /></a><p class="wp-caption-text">A enfermaria foi o lugar que mais me impressionou</p></div>
<p>Ir a Alemanha e não visitar um <strong>campo de concentração</strong> é como ir a Roma e não ver o Papa. Mas prepare-se&#8230; É um programa que mexe fundo nos sentimentos de qualquer um, tenha você raízes judaicas ou não. É uma mistura de opressão, <strong>vergonha</strong> e horror difícil de explicar.</p>
<p>Leia mais posts sobre a Alemanha <a href="http://asviajantes.com/europa/alemanha-europa-2" target="_blank">aqui</a>.</p>
<p>Fiquei uma semana em <strong>Berlim</strong> e separei um dia para conhecer <strong><a href="http://www.stiftung-bg.de/gums/en/index.htm" target="_blank">Sachsenhausen</a></strong>, campo de concentração localizado no subúrbio da capital alemã. Como não é permitido entrar no campo sem um guia, me juntei a um dos grupos oferecidos pela <a href="http://www.newberlintours.com/" target="_blank"><strong>New Berlin Tours</strong></a> &#8211; eles oferecem grupos em <strong>espanhol</strong> e o valor arrecadado com os turistas é doado para o memorial do campo. Uma dica: preste atenção ao seu bilhete de bahn pois alguns tickets dão direito a sair do perímetro urbano sem acréscimo da tarifa.</p>
<div id="attachment_5193" class="wp-caption alignleft" style="width: 317px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/04/entrada.jpg"><img class="size-full wp-image-5193  " title="entrada" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/04/entrada.jpg" alt="Entrada de Sachsenhausen" width="307" height="230" /></a><p class="wp-caption-text">Entrada de Sachsenhausen</p></div>
<p>Saímos por volta das 10h e a viagem durou cerca de 30 minutos. Nosso guia aconselhou que comprássemos <strong>lanche</strong> e <strong>água</strong> &#8211; quando a gente para pra pensar é que se dá conta de que é óbvio que lá não tem onde comer&#8230;</p>
<p>Sachsenhausen fica na estação de <strong>Oranienburg</strong>, uma cidade bem pequena e residencial. Já na entrada, uma planta em alto relevo das instalações daquele campo, que funcionou de 1936 a 1945.</p>
<p>Ao ultrapassar o portão de entrada parece que a <strong>energia</strong> muda. É impossível olhar para aquele descampado silencioso e bem cuidado e não pensar em quantas pessoas foram <strong>torturadas</strong> e morreram ali. Até hoje eu me arrepio. Ainda no portão, duas coisas chamam a atenção dos visitantes: o <strong>relógio</strong>, que marca 11h08, horário em que o campo foi oficialmente desativado, e a inscrição no portão &#8220;<strong>Arbeit Macht Frei</strong>&#8220;, que significa &#8220;O trabalho traz a liberdade&#8221; (!)</p>
<p>Muitas construções originais continuam lá, dividindo espaço com <strong>homenagens</strong> aos mortos que se espalham por diversos pontos do campo. Os casebres de madeira que funcionavam como <strong>alojamentos</strong> foram conservados tal e qual foram construídos. Nos dormitórios, dezenas de <strong>beliches</strong> enfileirados e sem nenhum espaço entre eles. Nosso guia &#8211; um espanhol que sabia tudo de História da Alemanha &#8211; contou que não havia um melhor lugar para dormir pois no verão, quem ficava em cima sentia muito calor, no inverno o frio castigava quem dormia embaixo, próximo ao chão. Tudo era <strong>desumano</strong>.</p>
<div id="attachment_5194" class="wp-caption alignright" style="width: 317px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/04/beliches.jpg"><img class="size-full wp-image-5194  " title="beliches" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/04/beliches.jpg" alt="Dormitório: espaço mínimo entre os beliches" width="307" height="230" /></a><p class="wp-caption-text">Dormitório: espaço mínimo entre os beliches</p></div>
<p>Outra informação importante: havia os <strong>campos de concentração</strong> (usados apenas como prisões, a princípio) e os <strong>campos de extermínio</strong> (que surgiram posteriormente com o único objetivo de matar pessoas). Sachsenhausen era um campo de concentração. Porém, com o avanço da guerra, começou-se a testar formas de exterminínio, já que a quantidade de presos só aumentava. Primeiro, criaram um <strong>paredão de fuzilamento</strong> isolado, porém próximo, do resto do campo. Em seguida, instalaram as <strong>câmaras de gás</strong>&#8230; As pedras que demarcam as paredes continuam lá.</p>
<p>Mas o lugar que mais me impressionou foi a <strong>enfermaria</strong>. Pela frieza das instalações e pelo que ela escondia: no subsolo havia um <strong>laboratório</strong> onde eram feitas <strong>experiências </strong>de todo o tipo com presos vivos que raramente retornavam aos seus dormitórios. Era um lugar escuro, muito frio, e que ainda hoje assusta.</p>
<p>Por volta das 16h voltamos a Berlim. No trem, todos meio <strong>calados</strong>, como que digerindo tudo o que havíamos visto. Era um dia ensolarado e frio, ótimo para continuar passeando por mais algumas horas. Parecia que a cidade nos recebia de volta e dizia: &#8220;todo aquele <strong>horror</strong> passou, agora está tudo bem&#8230;&#8221; E Berlim continuou me surpreendendo e encantando por mais alguns dias.</p>
<div id="attachment_5195" class="wp-caption aligncenter" style="width: 317px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/04/camara.jpg"><img class="size-full wp-image-5195  " title="camara" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/04/camara.jpg" alt="Vestígios das câmaras de gás existem até hoje" width="307" height="230" /></a><p class="wp-caption-text">Vestígios das câmaras de gás existem até hoje</p></div>
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