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	<title>Viagem é com As Viajantes &#187; Isabella Motta</title>
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	<description>Dicas de viagem, roteiros de turismo, listas de destinos, truques para comprar passagens</description>
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		<title>Chegando a São Paulo, aeroporto de Guarulhos</title>
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		<pubDate>Tue, 20 Sep 2011 11:30:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Isabella Motta</dc:creator>
				<category><![CDATA[América do Sul]]></category>
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		<description><![CDATA[A menos de 1.000 dias da Copa de 2014, muitos aeroportos estão com as obras de infra-estrutura atrasadas. Guarulhos é um deles... 
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			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_5693" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/09/aeroporto-guarulhos.jpg"><img class="size-medium wp-image-5693" title="aeroporto guarulhos" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/09/aeroporto-guarulhos-300x191.jpg" alt="Aeroporto de Guarulhos" width="300" height="191" /></a><p class="wp-caption-text">Aeroporto de Guarulhos / Foto divulgação</p></div>
<p>Recentemente, a imprensa brasileira voltou a falar no <strong>atraso das obras</strong> para a <strong>Copa do Mundo de 2014</strong>, lembrando que faltam menos de mil dias para o início do torneio. E todos nós sabemos queas críticas não são apenas para os cronogramas dos estádios &#8211; as obras para melhorar os principais aeroportos brasileiros também estão atrasadas ou sequer começaram. Recentemente tive que gastar umas boas horas vagando pelo <a href="http://www.aeroportoguarulhos.net/" target="_blank"><strong>Aeroporto Internacional de Guarulhos</strong></a>, em São Paulo, e fiquei pensando em como aquele aeroporto realmente precisa de melhorias&#8230;</p>
<p>Guarulhos é o principal aeroporto do Brasil e o <strong>mais movimentado</strong> da América Latina (em relação ao transporte de passageiros), mas isso não se reflete na sua infra-estrutura. Os <strong>autofalantes</strong> só dão informações da Infraero e não dos voos que chegam e partem &#8211; não é difícil ver funcionários das companhias aéreas procurando alguém atrasado entre os passageiros no salão de embarque.</p>
<p>Em minha última viagem, tive que fazer dois <em>pit stops </em>em Guarulhos. Observei que, diferentemente de grandes aeroportos como <strong><a href="http://asviajantes.com/viagem/chegando-a-madri-aeroporto-de-barajas" target="_blank">Barajas</a></strong>, em Guarulhos são poucas as opções de <strong>serviços</strong> para quem tem que passar horas em trânsito. São poucas lanchonetes, <strong>restaurantes</strong> e mesmo lojas. No entanto, um bom serviço oferecido é o <em>stand</em> de <strong>massagens</strong>, que cobra R$ 45 por 15 minutos de <em>relax</em>.</p>
<p>Para quem chega a Guarulhos pela primeira vez, um alerta: o aeroporto é <strong>distante</strong> da cidade de São Paulo, são 25 quilômetros e um táxi não sai barato. A dica é pegar o <strong>ônibus </strong>que integra este aeroporto a <strong>Congonhas</strong> &#8211; ele custa cerca de R$ 30 e sai com intervalos &#8211; e de lá pegar um táxi para seu destino final.</p>
<p><strong> </strong><strong><a href="http://twitter.com/#%21/AsViajantes" target="_blank">Siga As Viajantes no twitter!</a></strong></p>
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		<title>Zipaquirá e sua catedral de sal</title>
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		<pubDate>Mon, 12 Sep 2011 15:17:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Isabella Motta</dc:creator>
				<category><![CDATA[América do Sul]]></category>
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		<description><![CDATA[Em visita a Bogotá, reserve um dia para conhecer Zipaquirá e sua incrível catedral de sal. Uma day trip que vale muito a pena. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_5669" class="wp-caption alignleft" style="width: 240px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/09/zipa-catedral-sal.jpg"><img class="size-full wp-image-5669  " title="zipa catedral sal" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/09/zipa-catedral-sal.jpg" alt="Zipaquirá catedral de sal" width="230" height="307" /></a><p class="wp-caption-text">A catedral de sal, uma experiência única</p></div>
<p>Não há chance de você andar de táxi em Bogotá e não ouvir falar de <strong>Zipaquirá</strong>. Isso tem dois motivos: a pequenina cidade, que fica a 50 km da capital colombiana, abriga uma <strong>catedral de sal </strong>incrível, um grande orgulho para os colombianos (com razão!); e o fato de que todos os taxistas querem fechar um pacote para levar os turistas até lá.</p>
<p>Verdade é que, se você está planejando uma viagem a Bogotá, reserve um dia para visitar Zipaquirá. A cidade é fofa e visitar a catedral toda feita de sal dentro da mina é uma <strong>experiência única</strong> e sensacional. O passeio foi indicação da <strong>Reba</strong>, que esteve lá em 2009 e falou um pouco da catedral no <a href="http://asviajantes.com/viagem/a-surpreendente-e-cosmopolita-bogota" target="_blank">post sobre Bogotá</a>, mas vou destrinchar um pouco mais essa <em>day trip</em> aqui.</p>
<p><strong><a href="http://asviajantes.com/america-do-sul/colombia-america-do-sul" target="_blank">Se quiser ler mais sobre a Colômbia, clique aqui</a></strong>.</p>
<p>Pode-se ir a Zipa &#8211; como muitos colombianos se referem à cidade &#8211; de <strong>ônibus</strong> ou <strong>táxi</strong>. Os <strong>pacotes</strong> oferecidos pelos motoristas de táxi por um dia na cidade saem por valores que vão de 150 a 180 mil pesos colombianos. Nós recebemos muitas ofertas desse tipo, mas optamos pelo ônibus pois sai beeem mais barato e não tem mistério algum. Mas nada contra quem opta pelo táxi, que fique registrado.</p>
<p>Ao contrário da maioria das <em>day trips</em>, não é preciso madrugar pra ir a Zipaquirá. Pelo contrário, como o <strong>trânsito </strong>de Bogotá é bastante confuso, é melhor deixar passar a hora do <em>rush</em> para fugir de <strong>congestionamentos</strong>. Vá até o terminal de ônibus <strong>Portal del Norte</strong>: você chega lá via <strong>Transmilenio</strong> ou táxi (que em Bogotá é bastante barato). Os ônibus para Zipaquirá saem de 15 em 15 minutos e trazem o destino no vidro dianteiro, bem fácil de identificar. A passagem custa 3.700 pesos.</p>
<p>A catedral de sal fica a 60 metros de profundidade, dentro de uma <strong>mina de extração de sal</strong> que continua ativa. É um passeio imperdível! A catedral recria as 12 estações da <strong>via crúcis</strong> e possui uma nave central enorme, além de muitas cruzes e imagens de anjos. Tudo feito de sal. Durante a visita, o guia esclarece que não se trata de uma catedral oficializada pela igreja católica, mas que o lugar carrega uma forte importância <strong>espiritual</strong> para os mineiros e para os moradores da cidade. Tanto que eventualmente são realizadas missas no local. Mas essa informação não abala nem um pouco a grandiosidade da obra e a emoção dos visitantes durante a caminhada.</p>
<div id="attachment_5670" class="wp-caption alignright" style="width: 317px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/09/zipa-de-cima.jpg"><img class="size-full wp-image-5670  " title="zipa de cima" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/09/zipa-de-cima.jpg" alt="Zipaquirá vista de cima" width="307" height="230" /></a><p class="wp-caption-text">Vista de cima de Zipaquirá</p></div>
<p>Além de conhecer a catedral de sal, na mesma mina também é possível fazer a <strong>rota do mineiro</strong>, em que você fica sabendo mais sobre o trabalho da <strong>extração de sal</strong> e percorre parte do caminho feito pelos mineiros que trabalham lá. Quem quiser pode até experimentar algumas marretadas na rocha… O ingresso completo ainda dá direito à visita ao <strong>Museu do Sal </strong>(que não tem muita graça, vale ressaltar).</p>
<p>Como a mina que abriga a catedral fica no alto de um morro, vale descer o caminho no <strong>trenzinho fofo</strong> que percorre os principais prédios históricos da cidade e restaurantes. Para ir embora é só pegar o ônibus de volta a Bogotá no centro da cidade. Uma dica: não deixe a volta para muito tarde pois o trânsito é intenso e o ônibus fica bem cheio!</p>
<p><strong><a href="http://twitter.com/#!/AsViajantes" target="_blank">Siga As Viajantes no twitter!</a></strong></p>
<p><strong><a href="https://sites.google.com/site/blogasviajantes/colombia/zipaquira-e-sua-catedral-de-sal" target="_blank">Versão deste post para impressão.</a></strong></p>
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		<title>Chapada Diamantina: um lugar mágico</title>
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		<pubDate>Tue, 23 Aug 2011 02:18:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Isabella Motta</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Entre cachoeiras, grutas e morros, a Chapada Diamantina se revela numa mistura de cores e paisagens deslumbrandes. Uma viagem mágica. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;">
<div id="attachment_5609" class="wp-caption aligncenter" style="width: 394px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/08/chapada-diamantina.jpg"><img class="size-full wp-image-5609 " title="chapada diamantina" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/08/chapada-diamantina.jpg" alt="Poço Azul Chapada Diamantina" width="384" height="216" /></a><p class="wp-caption-text">Poço Azul: nem precisa explicar o porquê do nome, né?</p></div>
<p>A <strong>Chapada Diamantina</strong>, na Bahia, definitivamente não estava nos meus planos de viagem a curto prazo. Mas uma boa promoção de passagens num site de compras coletivas acabou me levando até lá. Mesmo com <strong>pouco tempo</strong> &#8211; foram apenas quatro dias &#8211; e <strong>pouco planejamento</strong>, conseguimos visitar alguns dos principais cartões postais da região e aproveitar a <strong>beleza natural inigualável</strong>. Sem exagero, são visuais de tirar o fôlego.</p>
<p><a href="http://asviajantes.com/brasil/bahia-brasil" target="_blank">Leia mais sobre a Bahia aqui</a>.</p>
<p>A tal promoção nos levou até <a href="http://asviajantes.com/brasil/bahia-brasil/salvador-bahia-brasil-america-do-sul" target="_blank"><strong>Salvador</strong></a> pela metade do preço. Para chegar à região da Chapada, você tem três opções: <strong>avião</strong> (os voos custam cerca de R$ 100 e saem de Salvador somente aos sábados); <strong>ônibus</strong> (são três horários diários, <a href="http://www.guialencois.com.br/zoup.fit.asp?fit_pagina=3&amp;fit_pagina_pai=0&amp;fit_tipotexto=1&amp;fit_tipogaleria=0&amp;fit_texto_coluna=0&amp;ZoupSkin=Ocre" target="_blank">confira aqui</a>); e <strong>carro</strong>. Nós optamos por alugar um carro no aeroporto de Salvador. Lá há várias opções de locadoras, mas é bom agendar o serviço com antecedência pois a procura é grande. Uma dica: prefira as locadoras tradicionais, como <a href="http://www.hertz.com/" target="_blank">Hertz</a> ou <a href="http://prod.avis.com.br/home/criteriopesquisa.aspx" target="_blank">Avis</a>, por exemplo. Nós chegamos a reservar um carro com uma empresa local e, quando chegamos lá, eles disseram que não tinham nenhum veículo disponível (!). A sorte é que também tínhamos reserva na Avis. Até <a href="http://www.guialencois.com.br/" target="_blank"><strong>Lençois</strong></a> &#8211; a cidade com mais <strong>infra-estrutura</strong> da região &#8211; são <strong>412 km</strong> de uma estrada cheia de buracos e caminhões. Não se iluda, a viagem é cansativa e um pouco tensa. Evite ao máximo viajar à noite.</p>
<div id="attachment_5600" class="wp-caption alignleft" style="width: 378px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/08/DSC00816.jpg"><img class="size-large wp-image-5600  " title="DSC00816" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/08/DSC00816-1024x576.jpg" alt="Alto do Morro do Pai Inácio" width="368" height="208" /></a><p class="wp-caption-text">Alto do Morro do Pai Inácio</p></div>
<p>Acordamos cedo e nossa primeira parada do dia foi o <strong>Morro do Pai Inácio</strong>. Segundo nosso <strong>guia particular </strong>- mais pra frente eu explico como isso funciona &#8211; o morro levou esse nome porque Pai Inácio, escravo do fazendeiro Horácio de Mattos, teria um caso com a filha do patrão. Um dia, os dois amantes foram flagrados juntos, mas Pai Inácio conseguiu fugir até o topo do morro. Encurralado, ele teria se jogado. Do alto, tem-se uma vista linda, em 360º, do <strong>Vale do Cercado</strong> e do <strong>Morro dos Três Irmãos</strong>.</p>
<p>De lá, seguimos para a região da <strong>Pratinha</strong>, onde ficam a <strong>Gruta da Pratinha</strong> e a <strong>Gruta Azul</strong> &#8211; lembrando que a grande maioria das atrações naturais fica dentro do <strong>Parque Nacional da Chapada Diamantina</strong>, uma área de 152 mil hectares sob responsabilidade federal. A Gruta da Pratinha leva esse nome porque é cortada pelo rio Pratinha, de águas muito claras. A gruta se estende por cerca de 100 metros e a profundidade varia de 1 a 2 metros. Por R$ 15, os visitantes podem fazer o que eles chamam de <strong>&#8216;flutuação&#8217;</strong> até o fundo da gruta, usando colete salva-vidas, óculos de mergulho e lanterna. É o máximo! <img src='http://asviajantes.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Na mesma propriedade, bem pertinho, fica a <strong>Gruta Azul</strong>. Das 12h às 15h, a luz do sol incide no fundo do poço deixando a água com uma <strong>cor azul</strong> lindíssima. Nele não é permitido mergulhar, mas só o visual já vale a visita.</p>
<div id="attachment_5601" class="wp-caption alignright" style="width: 378px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/08/DSC00909.jpg"><img class="size-large wp-image-5601  " title="DSC00909" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/08/DSC00909-1024x576.jpg" alt="Igatu, a cidade de pedra" width="368" height="208" /></a><p class="wp-caption-text">Igatu, a &#39;selva de pedra&#39;</p></div>
<p>Reservamos a manhã seguinte para visitar <strong>Igatu</strong>, distrito do município de Andaraí, localizado a <strong>114 km</strong> de Lençois. O lugarejo é de difícil acesso, mas vale cada sacolejo dentro do carro quanto você chega lá. Igatu é praticamente uma &#8216;<strong>selva de pedra</strong>&#8216;, uma das principais vilas do período áureo da extração de diamantes na região. Ela foi fundada por volta de 1840 por garimpeiros que queriam se fixar próximo aos locais onde encontravam diamantes. Ainda hoje é possível ver os esqueletos &#8211; de pedra, claro &#8211; do que foi o centro daquela vila. É uma <strong>beleza árida</strong> e <strong>exótica</strong>.</p>
<p>Nosso último destino foi o <strong>Poço Azul</strong>. Involuntariamente, deixamos o melhor para o final. Chegamos na hora do almoço &#8211; lá também tem um horário específico para ver a &#8216;mágica das cores&#8217; acontecer &#8211; e demos sorte pois ficamos <strong>sozinhos</strong> por quase uma hora naquele lugar incrível. É difícil descrever a beleza do tom da água, das pedras que se vê no fundo, de tudo. As fotos falam um pouco por si, mas só estando lá pra entender.</p>
<p><strong>EM LENÇOIS</strong></p>
<p>Como disse anteriormente, Lençois é a cidade que possui melhor infra-estrutura na região. É lá que você encontra os melhores <strong>restaurantes</strong>, alguma <strong>badalação</strong> noturna e as melhores <strong>pousadas</strong>.</p>
<p>É possível se hospedar gastando muito ou muito pouco &#8211; como queríamos <strong>conforto</strong>, optamos por uma pousada mais carrinha. E valeu a pena. A <strong><a href="http://www.pousada-lencois.com.br/" target="_blank">Canto no Bosque</a></strong> era um pouco longe do centrinho da cidade (só dá pra chegar de carro mesmo), mas era<strong> superconfortável </strong>e com um <strong>café da manhã</strong> delicioso. Sem falar que os donos são uma simpatia!</p>
<div id="attachment_5602" class="wp-caption alignleft" style="width: 378px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/08/DSC00891.jpg"><img class="size-large wp-image-5602 " title="DSC00891" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/08/DSC00891-1024x576.jpg" alt="A cidade de Lençois" width="368" height="208" /></a><p class="wp-caption-text">Lençois se preparava para os festejos juninos</p></div>
<p>Por falar em carro, essa é uma questão importante: como se locomover na Chapada. Não há como se virar sozinho lá, nem adianta tentar. Ou você aluga um carro (como nós fizemos) ou você contrata os <strong>passeios por dia </strong>em uma das várias agências espalhadas por Lençois. Os preços por passeios variam muito, mas ficam em torno dos R$ 50 por pessoa. Estando de carro, a melhor opção é contratar o serviço de um <strong>guia local</strong> que passará o dia com você por R$ 70 (se forem dois casais, a brincadeira sai por R$ 17,50 pra cada um!). No centro de Lençois fica a <strong>Associação dos Condutores de Visitantes de Lençois (ACVL)</strong>, onde os guias ficam à disposição para fechar pacotes exclusivos com você. A princípio pode parecer um pouco invasivo passar o dia inteiro com um estranho no carro, mas eles contam <strong>curiosidades locais </strong>e logo você se acostuma com o &#8216;GPS baiano&#8217;. Nós fechamos os dois dias com o Luciano (Rasta), que conhece tudo nas redondezas e fez nosso tempo curto render. O contato dele é lucianorastachapada@hotmail.com.</p>
<p><a href="https://sites.google.com/site/blogasviajantes/brasil/chapada-diamantina-um-lugar-magico" target="_blank"><strong>Para imprimir este post, clique aqui.</strong></a></p>
<p><strong><a href="http://twitter.com/#%21/AsViajantes" target="_blank"><strong>Siga o As Viajantes no twitter!</strong></a></strong></p>
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		<title>Viajando com os pais</title>
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		<pubDate>Thu, 28 Jul 2011 12:00:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Isabella Motta</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Embora a gente goste muito deles, viajar com os pais já não é a mesma coisa da infância, né? Damos algumas dicas para um programa divertido pra todo mundo!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Por mais que a gente ame nossos <strong>pais</strong>, em algum momento da vida, alguns programas acabam nos afastando um pouco. Com viagens costuma ser assim. Quando você é pequeno, é impensável tirar <strong>férias</strong> sem a companhia dos pais. Depois de uma certa idade é o oposto: você viaja com amigos, namorado, marido, sozinha&#8230; Mas raramente volta a fazer uma <strong>viagem em família</strong>. Pois recentemente duas viajantes tiveram (ou melhor, voltaram a ter) a experiência de <strong>tirar férias com seus pais</strong>. E é claro que muita coisa mudou com os anos&#8230;</p>
<p><strong>A experiência da Flávia</strong>:</p>
<div id="attachment_5480" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/07/flavia-pai.jpg"><img class="size-medium wp-image-5480" title="flavia pai" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/07/flavia-pai-300x225.jpg" alt="Flávia pai Munique" width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">Degustando cerveja alemã em família...</p></div>
<p>&#8220;Para a viagem com os pais correr sem sobressaltos, é importante considerar fortemente as <strong>vontades e curiosidades</strong> deles, conciliando os interesses. Foi assim que resolvemos combinar <a href="http://asviajantes.com/europa/franca-europa/paris-franca-europa" target="_blank"><strong>Paris</strong></a> (que minha mãe sonhava conhecer desde o colégio) e <strong><a href="http://asviajantes.com/europa/alemanha-europa-2/munique-alemanha-europa-2" target="_blank">Munique</a> </strong>(paraíso para um cervejeiro como meu pai).</p>
<p><strong>Conhecer os lugares</strong> a serem visitados pode ser uma vantagem, já que fica mais fácil evitar alguma <strong>roubada </strong>com os pais, ao mesmo tempo em que você vai levar vantagem na hora de eleger os programas <strong>imperdíveis</strong>.</p>
<p>Outra coisa importante a se pesar é o investimento em <strong>hospedagem</strong> e <strong>alimentação</strong>. Noites mal dormidas e <em>fast food</em> podem até ser relevados pelos mais jovens, talvez não pelo pais. Da mesma forma, eles podem querer seguir na viagem um horário de refeições parecido com o de casa. É bom prever isso.</p>
<p>Os <strong>deslocamentos</strong> também precisam ser bem planejados. Seus pais podem não ser tão ágeis para correr atrasados numa estação de trem carregando mala e podem se cansar com facilidade nas longas caminhadas que são o prazer de muitos viajantes.</p>
<p>Para encerrar, uma viagem com os pais além de ser uma oportunidade especial para reunir a família e &#8211; quem sabe &#8211; reviver a infância, também pode ser <strong>econômico</strong>. Vai que você tem um pai ou mãe daqueles que só permite que você gaste seu dinheiro com <em>souvenirs</em>…&#8221;</p>
<p><strong>A minha experiência: </strong></p>
<div id="attachment_5492" class="wp-caption alignright" style="width: 413px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/07/eu-e-mãe-em-sacramento2.jpg"><img class="size-full wp-image-5492  " title="eu e mãe em sacramento2" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/07/eu-e-mãe-em-sacramento2.jpg" alt="Eu e minha mãe em Colônia do Sacramento" width="403" height="227" /></a><p class="wp-caption-text">Eu e minha mãe em Colônia do Sacramento</p></div>
<p>&#8220;Eu e minha mãe escolhemos <a href="http://asviajantes.com/america-do-sul/argentina-america-do-sul/buenos-aires-argentina-america-do-sul" target="_blank"><strong>Buenos Aires</strong></a>, <a href="http://asviajantes.com/america-do-sul/uruguai-america-do-sul/colonia-del-sacramento-uruguai-america-do-sul" target="_blank"><strong>Colônia do Sacramento</strong></a> e <a href="http://asviajantes.com/america-do-sul/uruguai-america-do-sul/montevideu-uruguai-america-do-sul" target="_blank"><strong>Montevidéu</strong></a> como destino para duas semanas de descanso. A princípio, fiquei desconfiada se essa viagem seria uma boa ideia&#8230; Digo isso porque minha mãe sempre viajou com meu pai e eu andava muito acostumada a viajar sozinha. Ainda assim resolvemos apostar na combinação. Correu tudo superbem, mas não podemos esquecer que não estamos viajando com amigos/namorado. Nossos pais são de outra geração e é necessário fazer algumas <strong>concessões</strong> para que a viagem não vire uma dor de cabeça para todos.</p>
<p>É importante levar em conta o <strong>perfil</strong> dos seus pais na hora de escolher o destino. Se você é aventureiro mas seus pais não, nem adianta levá-los para um lugar cheio de trilhas e esportes radicais. Eles não vão se divertir e você, provavelmente, também não. Uma dica: se possível, leve-os para cidades que você já conheça, eles se sentirão mais <strong>seguros</strong> (foi o meu caso). Também desaconselho viagens muito longas, acho que 15 dias é o tempo ideal.</p>
<p>Inclua seus pais nas suas <strong>pesquisas</strong>, desperte neles a curiosidade pelo lugar, pelos programas. Você já saberá o nível de disposição deles para os passeios e com certeza tudo ficará mais divertido!</p>
<p>A <strong>hospedagem</strong> foi, para mim, o item mais complicado. Ficamos em quartos privativos em <strong>albergues</strong> (o que me exigiu um certo poder de convencimento). Eles eram ótimos, mas minha mãe levou alguns dias até se acostumar com o <strong>café coletivo, </strong>por exemplo. Mas em Colônia do Sacramento até participamos de um <strong>&#8216;asado&#8217;</strong> (uma espécie de churrasco uruguaio) com outros hóspedes. No fim foi divertido!</p>
<p>Tenha paciência: não se iluda, viajar com os pais nunca terá o mesmo <strong>ritmo</strong> que uma viagem feita sozinha ou com seu namorado. Por isso, se você é daqueles que gosta de fazer várias coisas num dia, tenha paciência&#8230; Não programe muitas atividades seguidas, deixe tempo razoável para as refeições, e prepare-se para fazer um programa ou outro sozinho enquanto seus pais descansam.</p>
<p>Apesar das desconfianças, preciso admitir: a viagem com minha mãe deu supercerto! Ela se saiu <strong>ótima companhia</strong>, topou (quase) tudo e andou distâncias invejáveis! Tanto que a próxima já está agendada. <img src='http://asviajantes.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> &#8221;</p>
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		<title>Um rápido passeio por Vitória, a capital capixaba</title>
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		<pubDate>Mon, 18 Jul 2011 17:19:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Isabella Motta</dc:creator>
				<category><![CDATA[América do Sul]]></category>
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		<description><![CDATA[Em meio a uma rotina de trabalho, uma folga para passear por Vitória e Vila Velha. Conheça um pouco das principais cidades do Espírito Santo. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_5448" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/07/DSC01038.jpg"><img class="size-medium wp-image-5448" title="Vitória" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/07/DSC01038-300x160.jpg" alt="Vitória" width="300" height="160" /></a><p class="wp-caption-text">Vitória vista de Vila Velha</p></div>
<p>Quando soube que iria a <strong>Vitória</strong> a trabalho pensei na hora que tinha que escrever algo sobre a cidade, até então um mistério pra mim. Tão perto das principais cidades do Sudeste e ao mesmo tempo com sua rica história e e belas paisagens tão pouco divulgadas. Com cerca de 325 mil habitantes, a capital capixaba &#8211; que quer dizer <strong>terra limpa para plantação </strong>em tupi &#8211; está a apenas uma hora de avião de Rio de Janeiro e São Paulo, mas bem <strong>distante do ritmo frenético</strong> das metrópoles vizinhas. Segunda capital mais antiga do Brasil, datando de 1534, Vitória tem atrações para quem gosta de praia, natureza e História.</p>
<p>Fiquei apenas quatro dias na cidade para cobrir um festival de dança, mas deu pra perceber o quanto ela é <strong>limpa</strong>, agradável e especialmente <strong>arejada</strong> &#8211; pra quem não sabe, Vitória  é uma das três <strong>ilhas-capitais do Brasil</strong> (as outras são Florianópolis e São Luís), o que já garante a ela um charme extra.</p>
<p><strong><a href="http://asviajantes.com/brasil/ceara/de-sao-luis-a-jeri-via-lencois-maranhenses" target="_blank">Leia aqui sobre os Lençois Maranhenses</a></strong></p>
<p>O centro de Vitória reúne alguns dos principais <strong>prédios históricos</strong> da cidade, como o belo <a href="http://www.secult.es.gov.br/?id=/espacos_culturais/hotsites/teatrocarlosgomes/capa" target="_blank"><strong>Theatro Carlos Gomes</strong></a>, construído em 1928, e o edifício onde hoje funciona a <strong>Escola de Teatro, Dança e Música Fafi</strong>. Num passeio pelo Centro não deixe de visitar o <a href="http://www.secult.es.gov.br/?id=/espacos_culturais/hotsites/maes/capa" target="_blank"><strong>Museu de Arte do Espírito Santo &#8211; Dionísio Del Santo (Maes)</strong></a>.</p>
<p>Com a agenda corrida por conta do festival, eu e uma amiga que também acompanhava o evento tivemos apenas a manhã e o início da tarde de sábado para explorar a cidade. Saímos do hotel por volta das 11h com dois objetivos: conhecer o <a href="http://www.conventodapenha.org.br/penha/" target="_blank"><strong>Convento da Penha</strong></a>, em <strong>Vila Velha</strong>, e comer uma <strong>moqueca capixaba</strong>. <img src='http://asviajantes.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<div id="attachment_5449" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/07/DSC01026.jpg"><img class="size-medium wp-image-5449" title="Convento da Penha, Vila Velha" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/07/DSC01026-300x161.jpg" alt="Convento da Penha, em Vila Velha" width="300" height="161" /></a><p class="wp-caption-text">Convento da Penha, em Vila Velha</p></div>
<p>Coladinho em Vitória, o município de Vila Velha fica na Região da Grande Vitória e a menos de 15 minutos de carro da capital. Sendo assim, optamos por pegar um <strong>táxi</strong>, cruzando a famosa <strong>Terceira Ponte</strong>, a principal ligação entre as duas cidades. O Convento da Penha é uma construção de 1558 encravada no alto de um morro de onde se tem uma <strong>vista de tirar o fôlego</strong> de Vitória e da própria Vila Velha. Fundado pelo <strong>Frei Pedro Palácios</strong>, é um dos santuários mais antigos do país. Cercado de pátios, o lugar permite uma <strong>visão de quase 360º</strong>. O dia ensolarado colaborou para deixar a paisagem ainda mais bonita.</p>
<p>Sobre o convento, duas dicas: na hora de descer você pode recorrer a uma das <strong>vans</strong> que fazem o transporte até o pé do morro por R$ 2, basta pedir o serviço num <strong>pitoresco telefone</strong> localizado ao lado da lanchonete  (eu a-do-rei isso!). O carro pode demorar um pouco, mas chega, não se preocupe! A segunda dica é para não se deixar enganar pela placa que indica a <strong>gruta do Frei Palácios</strong>, você vai descer uma ladeira íngreme (que não por acaso se chama <strong>Ladeira da Penitência</strong>) e a gruta é apenas uma pedra que se tornou um depósito de mangueiras. Não vale o esforço.</p>
<p>De volta ao asfalto, decidimos ir atrás da nossa moqueca caminhando pela <strong>Praia da Costa</strong>, que ficava a alguns quarteirões dali. É um passeio bem agradável. A praia urbana é bem bonita, mas confesso que não simpatizei muito com a altura exagerada dos prédios da orla… A areia tem uma <strong>cor diferente</strong>, mais escura que a das praias cariocas. Como já disse, o dia estava ensolarado, perfeito para passear ao ar livre. E pelo pouco que pude perceber, os capixabas aproveitam bem a cidade nesse sentido.</p>
<div id="attachment_5451" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/07/praia-da-costa-vila-velha.jpg"><img class="size-medium wp-image-5451" title="praia da costa vila velha" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/07/praia-da-costa-vila-velha-300x160.jpg" alt="Praia da Costa" width="300" height="160" /></a><p class="wp-caption-text">Praia da Costa</p></div>
<p>Almoçamos no restaurante Atlântica, onde uma amiga indicou que comeríamos uma boa moqueca a <strong>preço justo</strong>. E foi verdade. Como em todaregião turística, a orla de Vila Velha tem uma série de restaurantes que servem pratos de frutos do mar, alguns a preços extorsivos, por isso, é bom pesquisar antes de sentar. O almoço foi uma delícia! Além do <strong>peixe com molho de camarão</strong>, do <strong>arroz</strong> e do <strong>pirão</strong>, o prato ainda acompanhava uma cumbuca de <strong>banana da terra cozida no molho do peixe</strong>. Só de lembrar começo a salivar… O prato serve com sobra duas pessoas e custou R$ 89,90.</p>
<p>Retomei a rotina de trabalho ainda naquela tarde feliz com o passeio. Vitória foi uma grata surpresa!</p>
<p><strong><a href="https://sites.google.com/site/blogasviajantes/brasil/um-rapido-passeio-por-vitoria-a-capital-capixaba" target="_blank">Clique aqui para a versão deste post para impressão.</a></strong></p>
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		<title>Buquebus: charme e conforto no Rio da Prata #ficaadica</title>
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		<pubDate>Fri, 27 May 2011 11:30:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Isabella Motta</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Vai visitar Argentina e Uruguai na mesma viagem? Desfruta da travessia de barco pelo Rio da Prata. Vale o passeio! ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_5289" class="wp-caption aligncenter" style="width: 394px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/05/buquebus.jpg"><img class="size-full wp-image-5289 " title="buquebus" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/05/buquebus.jpg" alt="Buquebus: conforto na travessia entre Argentina e Uruguai" width="384" height="85" /></a><p class="wp-caption-text">Conforto na travessia entre Argentina e Uruguai</p></div>
<p>Em um post anterior, eu enumerei as <strong>belezas</strong> arquitetônicas e naturais de <strong>Colônia do Sacramento</strong>, a cidade mais antiga do Uruguai. Falei rapidamente lá que uma das maneiras de chegar é de <strong><a href="http://www.buquebus.com/cache/HomeARG.html" target="_blank">buquebus</a></strong> &#8211; pra mim, a forma mais charmosa de atravessar o <strong>Rio da Prata</strong>.</p>
<p>Leia mais sobre Colônia do Sacramento <a href="http://asviajantes.com/viagem/uma-aula-de-historia-em-colonia-do-sacramento" target="_blank">aqui</a>.</p>
<p>Os barcos rápidos são <strong>superconfortáveis</strong> e bem equipados, com cafeteria e até <strong><em>free shop</em></strong> (!), e há partidas diárias de <strong>Buenos Aires</strong>. O primeiro deles sai às 8h45, chegando às 9h45 em Colônia. Há travessias mais longas, de três horas, em barcos mais lentos e maiores, como o <strong>Eladia Isabel</strong>, a mais famosa e tradicional das embarcações.</p>
<p>As lojas da empresa Buquebus estão espalhadas pelos principais bairros da capital portenha. Os <strong>postos de venda</strong> ficam em Porto Madero, na Avenida <strong>Córdoba</strong> 867, na <strong>Recoleta</strong> (Posadas 1452) e no <strong>Retiro</strong> (Antártida Argentina y Calle Diez &#8211; Terminal de Ônibus). O preço da passagem não é barato, fica em torno de 200 pesos/pessoa (cerca de R$ 100), e pode ser paga em dinheiro ou cartão de débito/crédito.</p>
<p>A estação de Buenos Aires fica em Porto Madero e é tudo bem organizado. Como a travessia é entre países, os passageiros fazem ali a <strong>alfândega</strong> e a <strong>imigração</strong> &#8211; é até engraçado pois as cabines da Polícia Federal dos dois países ficam lado a lado, numa distância de apenas alguns passos entre elas. A estação também tem um posto onde é possível trocar os pesos argentinos por <strong>pesos uruguaios</strong> (o que é bastante útil se você está indo para a pequenina Colônia do Sacramento). Chegando do outro lado, é só aproveitar as belezas que Colônia tem a oferecer&#8230;</p>
<p>Leia mais sobre Buenos Aires <a href="http://asviajantes.com/america-do-sul/argentina-america-do-sul/buenos-aires-argentina-america-do-sul" target="_blank">clicando aqui</a>.</p>
<p><a href="http://asviajantes.com/america-do-sul/uruguai-america-do-sul/montevideu-uruguai-america-do-sul" target="_blank">Clique aqui</a> para ler mais sobre Montevidéu.</p>
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		<title>Eu já&#8230; visitei um campo de concentração</title>
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		<pubDate>Thu, 28 Apr 2011 11:11:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Isabella Motta</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Conhecer um campo de concentração alemão é ao mesmo tempo um passeio obrigatório e angustiante. Saiba como foi a nossa experiência. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_5190" class="wp-caption aligncenter" style="width: 317px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/04/enfermaria.jpg"><img class="size-full wp-image-5190  " title="enfermaria" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/04/enfermaria.jpg" alt="A enfermaria foi o lugar que mais me impressionou" width="307" height="230" /></a><p class="wp-caption-text">A enfermaria foi o lugar que mais me impressionou</p></div>
<p>Ir a Alemanha e não visitar um <strong>campo de concentração</strong> é como ir a Roma e não ver o Papa. Mas prepare-se&#8230; É um programa que mexe fundo nos sentimentos de qualquer um, tenha você raízes judaicas ou não. É uma mistura de opressão, <strong>vergonha</strong> e horror difícil de explicar.</p>
<p>Leia mais posts sobre a Alemanha <a href="http://asviajantes.com/europa/alemanha-europa-2" target="_blank">aqui</a>.</p>
<p>Fiquei uma semana em <strong>Berlim</strong> e separei um dia para conhecer <strong><a href="http://www.stiftung-bg.de/gums/en/index.htm" target="_blank">Sachsenhausen</a></strong>, campo de concentração localizado no subúrbio da capital alemã. Como não é permitido entrar no campo sem um guia, me juntei a um dos grupos oferecidos pela <a href="http://www.newberlintours.com/" target="_blank"><strong>New Berlin Tours</strong></a> &#8211; eles oferecem grupos em <strong>espanhol</strong> e o valor arrecadado com os turistas é doado para o memorial do campo. Uma dica: preste atenção ao seu bilhete de bahn pois alguns tickets dão direito a sair do perímetro urbano sem acréscimo da tarifa.</p>
<div id="attachment_5193" class="wp-caption alignleft" style="width: 317px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/04/entrada.jpg"><img class="size-full wp-image-5193  " title="entrada" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/04/entrada.jpg" alt="Entrada de Sachsenhausen" width="307" height="230" /></a><p class="wp-caption-text">Entrada de Sachsenhausen</p></div>
<p>Saímos por volta das 10h e a viagem durou cerca de 30 minutos. Nosso guia aconselhou que comprássemos <strong>lanche</strong> e <strong>água</strong> &#8211; quando a gente para pra pensar é que se dá conta de que é óbvio que lá não tem onde comer&#8230;</p>
<p>Sachsenhausen fica na estação de <strong>Oranienburg</strong>, uma cidade bem pequena e residencial. Já na entrada, uma planta em alto relevo das instalações daquele campo, que funcionou de 1936 a 1945.</p>
<p>Ao ultrapassar o portão de entrada parece que a <strong>energia</strong> muda. É impossível olhar para aquele descampado silencioso e bem cuidado e não pensar em quantas pessoas foram <strong>torturadas</strong> e morreram ali. Até hoje eu me arrepio. Ainda no portão, duas coisas chamam a atenção dos visitantes: o <strong>relógio</strong>, que marca 11h08, horário em que o campo foi oficialmente desativado, e a inscrição no portão &#8220;<strong>Arbeit Macht Frei</strong>&#8220;, que significa &#8220;O trabalho traz a liberdade&#8221; (!)</p>
<p>Muitas construções originais continuam lá, dividindo espaço com <strong>homenagens</strong> aos mortos que se espalham por diversos pontos do campo. Os casebres de madeira que funcionavam como <strong>alojamentos</strong> foram conservados tal e qual foram construídos. Nos dormitórios, dezenas de <strong>beliches</strong> enfileirados e sem nenhum espaço entre eles. Nosso guia &#8211; um espanhol que sabia tudo de História da Alemanha &#8211; contou que não havia um melhor lugar para dormir pois no verão, quem ficava em cima sentia muito calor, no inverno o frio castigava quem dormia embaixo, próximo ao chão. Tudo era <strong>desumano</strong>.</p>
<div id="attachment_5194" class="wp-caption alignright" style="width: 317px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/04/beliches.jpg"><img class="size-full wp-image-5194  " title="beliches" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/04/beliches.jpg" alt="Dormitório: espaço mínimo entre os beliches" width="307" height="230" /></a><p class="wp-caption-text">Dormitório: espaço mínimo entre os beliches</p></div>
<p>Outra informação importante: havia os <strong>campos de concentração</strong> (usados apenas como prisões, a princípio) e os <strong>campos de extermínio</strong> (que surgiram posteriormente com o único objetivo de matar pessoas). Sachsenhausen era um campo de concentração. Porém, com o avanço da guerra, começou-se a testar formas de exterminínio, já que a quantidade de presos só aumentava. Primeiro, criaram um <strong>paredão de fuzilamento</strong> isolado, porém próximo, do resto do campo. Em seguida, instalaram as <strong>câmaras de gás</strong>&#8230; As pedras que demarcam as paredes continuam lá.</p>
<p>Mas o lugar que mais me impressionou foi a <strong>enfermaria</strong>. Pela frieza das instalações e pelo que ela escondia: no subsolo havia um <strong>laboratório</strong> onde eram feitas <strong>experiências </strong>de todo o tipo com presos vivos que raramente retornavam aos seus dormitórios. Era um lugar escuro, muito frio, e que ainda hoje assusta.</p>
<p>Por volta das 16h voltamos a Berlim. No trem, todos meio <strong>calados</strong>, como que digerindo tudo o que havíamos visto. Era um dia ensolarado e frio, ótimo para continuar passeando por mais algumas horas. Parecia que a cidade nos recebia de volta e dizia: &#8220;todo aquele <strong>horror</strong> passou, agora está tudo bem&#8230;&#8221; E Berlim continuou me surpreendendo e encantando por mais alguns dias.</p>
<div id="attachment_5195" class="wp-caption aligncenter" style="width: 317px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/04/camara.jpg"><img class="size-full wp-image-5195  " title="camara" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/04/camara.jpg" alt="Vestígios das câmaras de gás existem até hoje" width="307" height="230" /></a><p class="wp-caption-text">Vestígios das câmaras de gás existem até hoje</p></div>
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		<title>Uma aula de História em Colônia do Sacramento</title>
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		<pubDate>Mon, 21 Mar 2011 13:56:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Isabella Motta</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Arquitetura antiga, ruínas e um lindo pôr-do-sol encantam quem visita Colônia do Sacramento.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_5026" class="wp-caption aligncenter" style="width: 394px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/03/DSC00283-peq.jpg"><img class="size-full wp-image-5026 " title="Centro histórico de Colônia" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/03/DSC00283-peq.jpg" alt="Centro histórico de Colônia" width="384" height="216" /></a><p class="wp-caption-text">Centro histórico de Colônia</p></div>
<p>Duas coisas me passaram pela cabeça depois que visitei <strong>Colônia do Sacramento</strong>, no Uruguai: a primeira é que eu havia conhecido uma das cidades mais bonitas na minha vida, e a segunda, que os <strong>brasileiros</strong> sabem muito pouco sobre a <strong>história</strong> dos outros países da <strong>América Latina</strong>. Fundada pelos D. Manuel Lobo em 1680, Colônia nasceu com o objetivo de ser <strong>entreposto</strong> comercial, permitindo a expansão dos negócios portugueses (e brasileiros por consequência) na região do <strong>Rio da Prata</strong>. No entando, quase 100 anos (e muitas brigas) depois, ela passaria para as mãos dos <strong>espanhois</strong>, que já dominavam a colonização naquela área. Essa história de lutas e tomadas de poder parece viva no <strong>centro histórico</strong> de Colônia até hoje. E passear por ele é conhecer mais sobre o passado da região do Rio da Prata e do Brasil também.</p>
<div id="attachment_5027" class="wp-caption alignleft" style="width: 317px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/03/DSC00282-peq.jpg"><img class="size-full wp-image-5027  " title="Casa de pedra vermelha" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/03/DSC00282-peq.jpg" alt="Casa pedra Colônia do Sacramento" width="307" height="173" /></a><p class="wp-caption-text">Casas tombadas: as arquiteturas espanhola e portuguesa se diferenciam. A vermelha foi construída pelos espanhois</p></div>
<p>Colônia é a <strong>cidade mais antiga</strong> do Uruguai e vive basicamente do turismo &#8211; fora do centro histórico quase não há pessoas na rua! Se você tiver tempo, fora dos limites da cidade também há <strong>praias</strong> e campos para a prática de esportes ao ar livre. Mas, sim, o centro histórico é o grande <strong>charme</strong> da cidade e o que atrai os turistas de fora do Uruguai.</p>
<p><strong>Passeando pelo centro histórico</strong></p>
<p>Um dia é suficiente para conhecer Colônia. Estive lá em setembro, fim do <strong>inverno</strong>, mas ainda estava bem frio. Eu e minha mãe chegamos lá por volta das 11h, saindo de Buenos Aires de <strong>buquebus</strong> (em outro post eu contarei sobre a travessia). A viagem é ótima, vale a pena!</p>
<p>Leia mais sobre Buenos Aires <a href="http://asviajantes.com/america-do-sul/argentina-america-do-sul/buenos-aires-argentina-america-do-sul" target="_blank">clicando aqui</a>.</p>
<p><strong>Patrimônio da Humanidade</strong>, Colônia preserva até hoje as ruas de pedras, <strong>ruínas</strong> de antigas construções, o casario e as influências portuguesa e espanhola dos tempos em que a cidade era disputada pelas duas metrópoles europeias. A <strong>ponte elevadiça</strong> que era a única entrada da cidade continua lá, assim como o farol e muitos prédios públicos (que hoje são museus e cafés).</p>
<div id="attachment_5028" class="wp-caption alignright" style="width: 162px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/03/DSC00284-peq.jpg"><img class="size-full wp-image-5028    " title="DSC00284 peq" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/03/DSC00284-peq.jpg" alt="farol colônia do sacramento" width="152" height="270" /></a><p class="wp-caption-text">O farol</p></div>
<p>O legal é se juntar a um dos <strong>grupos guiados</strong> oferecidos pelos centros de informação turística (não me lembro quanto custou, mas foi bem barato) para conhecer detalhes da história que sobrevive aos séculos por trás das muralhas de pedra. Nosso grupo foi guiado por um <strong>senhor</strong> de cabelos brancos orgulhosíssimo de suas raízes e de ajudar a tornar pública a história de disputas territoriais da sua cidade. Uma fofura!</p>
<p>Visitamos a Calle de los Suspiros, a fachada do Museo Portugués e do Museo Español, a Capilla Jesuítica, as ruínas do Convento de San Francisco&#8230; Sempre ouvindo informações interessantes contadas pelo nosso guia. Após o passeio guiado, decidimos explorar as ruelas sozinhas, nos perder a cada esquina, sentar para um <strong>lanche</strong> num dos charmosos cafés que funcionam em algumas das casas tombadas para depois admirar o <strong>Rio da Prata</strong> e o lindo <strong>pôr-do-sol</strong> do farol. Um passeio inesquecível!</p>
<p><strong>Day trip?<br />
</strong></p>
<p>Minha ideia inicial era que a gente passasse apenas o dia em Colônia e seguir de <strong>ônibus </strong>até Montevidéu no fim do dia. Porém, carregando mochila e mala e depois de uma semana em Buenos Aires, preferimos pernoitar na cidade. Boa decisão! Escolhi um <strong>albergue</strong> próximo ao centro histórico com quarto duplo e banheiro incluído para minha mãe e eu.</p>
<p><a href="http://asviajantes.com/america-do-sul/uruguai-america-do-sul/montevideu-uruguai-america-do-sul" target="_blank">Clique aqui</a> para ler mais sobre Montevidéu.</p>
<p>O <a href="http://www.elviajerocolonia.com/" target="_blank"><strong>El Viajero</strong></a> foi uma grata surpresa. Ele era bem simples, mas acolhedor. No dia em que dormimos lá, o dono organizou um <strong>&#8216;asado&#8217;</strong> (um tipo de churrasco) e fizemos amizade com um casal de argentinos supersimpáticos! E pudemos aproveitar um pouco mais do <strong>clima</strong> de cidade pequena que Colônia exala. Depois de uma noite relaxante, partimos rumo a <strong>Montevidéu</strong> com a certeza de ter aprendido um pouco mais sobre a História do nosso continente&#8230;</p>
<div id="attachment_5029" class="wp-caption aligncenter" style="width: 317px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/03/DSC00287-peq.jpg"><img class="size-full wp-image-5029 " title="DSC00287 peq" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/03/DSC00287-peq.jpg" alt="rio da prata colônia do sacramento" width="307" height="173" /></a><p class="wp-caption-text">À beira do Rio da Prata</p></div>
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<p>Quer imprimir esse post? <a href="https://sites.google.com/site/blogasviajantes/uruguai/uma-aula-de-historia-em-colonia-do-sacramento" target="_blank">Clique aqui</a>.</p>
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		<title>Dicas simples para prevenir assaltos</title>
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		<pubDate>Thu, 10 Feb 2011 12:21:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Isabella Motta</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
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		<description><![CDATA[Viajar é uma delícia! Mas para evitar dores de cabeça, é legal tomar certos cuidados com a segurança. Fizemos uma lista de dicas simples, veja só.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Você é do tipo de viajante que gosta de se <strong>desligar</strong> de tudo nas férias? Para você, viajar é sinônimo de <strong>relaxar</strong> totalmente e esquecer qualquer vínculo com a rotina do dia-a-dia? A gente concorda que as férias são um momento muito especial, mas é preciso ter um mínimo de cuidado e <strong>atenção</strong> com bagagem e objetos pessoais durante uma viagem, principalmente se seu destino é uma grande cidade.</p>
<p>Depois de ouvir, recentemente, relatos de <strong>assaltos</strong> vindos de diferentes amigos do blog, paramos para pensar se tomamos algum tipo de cuidado com <strong>segurança</strong> quando estamos viajando. Principalmente nas grandes capitais, <strong>pequenos furtos</strong> são muito comuns e acabam gerando uma enorme dor  de cabeça. Desse papo entre nós, saíram as <strong>cinco dicas </strong>básicas que listamos abaixo. São observações até meio óbvias, mas que na hora da diversão, sequer nos damos conta de que não estamos seguindo. Se você tem mais alguma dica ou história pra contar, deixe em nosso espaço de comentários!</p>
<div id="attachment_4778" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/02/locker-lisboa.jpg"><img class="size-medium wp-image-4778" title="locker lisboa" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/02/locker-lisboa-300x225.jpg" alt="locker albergue lisboa / Foto: Isabella Motta" width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">Albergue em Lisboa tinha locker embaixo da cama</p></div>
<p>- Use sempre <strong>porta-dólar</strong>, aquela &#8216;pochetinha&#8217; que se usa por baixo da roupa, típica de viagens internacionais. Pode ser incômoda, mas ainda é a forma mais segura de manter dinheiro e documentos junto ao corpo. Guarde ali dinheiro e documentos importantes, como o passaporte. Se precisar retirar algo, faça num lugar discreto.</p>
<p>- Não guarde todo seu <strong>dinheiro</strong> num único lugar. Com a chegada do <strong>cartão VTM</strong> ao mercado (leia mais sobre ele <a href="http://asviajantes.com/viagem/dez-perguntas-de-primeira-viagem" target="_blank">clicando aqui</a>), há quem prefira viajar com uma quantia em dinheiro, outra no cartão de débito. Se você não gosta dessa ideia, guarde uma pequena quantia do seu orçamento num lugar diferente, como o cofre do hotel/albergue ou o bolso de uma calça, para eventuais emergências. Quando a <a href="http://asviajantes.com/author/alicia-uchoa" target="_blank"><strong>Alícia</strong></a> teve a carteira roubada em Buenos Aires, ela descobriu que lá o <strong>registro de ocorrência</strong> na delegacia é pago. E ela precisava dele para dar entrada na segunda via do passaporte no consulado. Sorte que uma parte do dinheiro estava separada do resto&#8230;</p>
<p>- Se for se hospedar em albergue, prefira os que têm <strong>locker</strong> no quarto. Também é bastante útil ter um <strong>cadeado</strong> extra pois alguns albergues oferecem o armário sem cadeado. Se na pior das hipóteses o lugar não tiver sequer o armário, sua mala terá uma dificuldade a mais para ser aberta.</p>
<p>- Ainda sobre albergues, alguns distribuem <strong>pulseiras de identificação</strong> entre seus hóspedes, mas é aconselhável tirá-las ao sair. Além de não servirem de nada na rua, chama atenção para o fato de que você não é da cidade. Se o seu albergue possui identificação (endereço, principalmente) na chave, o ideal é deixá-la na recepção, assim, caso você seja assaltado ninguém terá a chave do seu quarto.</p>
<p>- Não tire os olhos de sua bolsa, principalmente em locais muito cheios. Pode parecer um aviso bobo, especialmente para brasileiros, mas os <strong>batedores de carteira</strong> estão aguardando exatamente um momento de distração dos turistas para agir.</p>
<p><span style="font-family: Arial, Tahoma, Verdan, sans-serif; line-height: normal;">Siga asViajantes <a style="color: #7f0202; text-decoration: none; padding: 0px; margin: 0px;" href="http://www.twitter.com/asviajantes" target="_blank">no twitter</a></span></p>
<p><span style="font-family: Arial, Tahoma, Verdan, sans-serif; line-height: normal;">Versão para impressão deste post disponível <a href="https://sites.google.com/site/blogasviajantes/comportamento/dicas-simples-para-prevenir-assaltos?pageMoved=Comportamento" target="_blank">aqui</a></span></p>
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		<title>Trindade: tranquilidade perto do agito de Paraty</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Dec 2010 12:53:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Isabella Motta</dc:creator>
				<category><![CDATA[América do Sul]]></category>
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		<description><![CDATA[A 30 km de Paraty, a vila de pescadores de Trindade é um passeio delicioso para quem gosta de praia.  ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;">
<div id="attachment_4451" class="wp-caption aligncenter" style="width: 412px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2010/12/trindade-cachadaco.jpg"><img class="size-full wp-image-4451 " title="trindade cachadaco" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2010/12/trindade-cachadaco.jpg" alt="Cachadaço: principal atração / Foto divulgação" width="402" height="267" /></a><p class="wp-caption-text">Cachadaço: principal atração / Foto divulgação</p></div>
<p>Estive em <strong>Trindade</strong> há alguns anos, quando o lugarejo ainda era uma simples <strong>vila de pescadores</strong> de difícil acesso e sem muita infra-estrutura. O tempo passou e Trindade, que fica a apenas 30 km de <strong>Paraty</strong>, se tornou um dos principais destinos de quem viaja para a costa verde do Rio de Janeiro.</p>
<p>Situada dentro da <strong>Área de Proteção Ambiental de Cairuçu</strong>, a vila guarda belas <strong>praias</strong>, <strong>cachoeiras</strong> e <strong>trilhas</strong>. A estrada que leva a Trindade é chatinha, sinuosa e pouco conservada &#8211; o que no fim é até bom para manter o local minimamente protegido da avalanche de turistas. Já do caminho é possível ver as belezas naturais que a vila oferece. Quem chega de carro consegue avistar o início da trilha que leva à <strong>Praia Brava</strong>. São cerca de 30 minutos de caminhada, mas o destino final compensa pelo visual, cercado de Mata Atlântica e com pouquíssimas pessoas.</p>
<div id="attachment_4444" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2010/12/trindade-praia-meio.jpg"><img class="size-medium wp-image-4444" title="trindade praia meio" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2010/12/trindade-praia-meio-300x199.jpg" alt="Praia do Meio tem restaurantes e mesinhas / Foto divulgação" width="300" height="199" /></a><p class="wp-caption-text">Praia do Meio é a preferida das famílias / Foto divulgação</p></div>
<p>A <strong>Praia dos Ranchos</strong> margeia toda a vila de Trindade e é repleta de <strong>campings</strong> por toda sua extensão. Quando estive lá, fiquei num dos campings dessa praia. Ele dava opção de montar a barraca na areia ou na grama, tem estacionamento e chuveiro com água quente. E o melhor, você acorda e vai dormir com o barulho das ondas, uma delícia! A Praia dos Ranchos ganhou esse nome por ser a praia onde os pescadores guardam seus barcos.</p>
<p>Seguindo até o fim dela fica a <strong>Praia do Meio</strong>. Ela também tem <strong>acesso fácil</strong> e é a preferida das <strong>famílias</strong> pois tem uma faixa de areia extensa, mesas com guarda-sois e restaurante de frutos do mar. No fim da praia existe um pequeno rio e uma trilha que levam à <strong>Praia do</strong> <strong>Cachadaço</strong>. Essa praia é a senha para uma das principais atrações de Trindade: a <strong>piscina natural do Cachadaço</strong>. O lugar é realmente lindo e é possível nadar em meio a peixes coloridos! Quem preferir pode chegar à piscina de <strong>barco</strong>, com saídas da Praia dos Ranchos ou da Praia do Meio.</p>
<p>O clima de vila de pescadores é perfeito para quem quer <strong>descansar </strong>em contato com a natureza. A maioria dos visitantes opta por <strong>acampar</strong> (que foi o meu caso), mas há quem prefira mais conforto numa <strong>pousada</strong>. <a href="http://www.paraty.com.br/trindade/index.asp" target="_blank">Este link</a> traz uma lista extensa de opções de hospedagens. Outra opção é ficar em Paraty e visitar Trindade num dia &#8211; é totalmente possível e algumas pousadas de Paraty até organizam os passeios para a vila.</p>
<p>Ao contrário da vizinha Paraty com seus restaurantes e vida noturna badalada, Trindade tem um clima mais tranquilo, meio<em>hippie</em> até. Os bares e restaurantes, que não são muitos, se concentram e uma única rua. E a cada passo você esbarra com alguém vendendo algum tipo de artesanato. Nesta correria de fim de ano é uma ótima opção para relaxar e se desligar de tudo!</p>
<p>Leia também: <a href="http://asviajantes.com/brasil/rio-de-janeiro/paraty-uma-viagem-ao-brasil-colonial" target="_blank">Paraty, uma viagem ao Brasil colonial</a></p>
<p><a href="http://asviajantes.com/brasil/rio-de-janeiro/eu-ja-fui-a-flip" target="_blank">Eu já&#8230; fui à Flip</a></p>
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