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	<title>Viagem é com As Viajantes &#187; Flavia Motta</title>
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	<description>Dicas de viagem, roteiros de turismo, listas de destinos, truques para comprar passagens</description>
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		<title>D.O.M.: Como é o 4º melhor restaurante do mundo</title>
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		<pubDate>Tue, 01 May 2012 18:31:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Flavia Motta</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Sim, pobres mortais como nós podem ter acesso à alta gastronomia do craque Alex Atala sem comprometer a conta bancária. Veja como.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_6172" class="wp-caption aligncenter" style="width: 482px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2012/05/dom-salao.jpg"><img class=" wp-image-6172 " title="dom salao" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2012/05/dom-salao.jpg" alt="Salão do D.O.M." width="472" height="192" /></a><p class="wp-caption-text">Salão do D.O.M.</p></div>
<p>Quando eu estive no <a href="http://www.domrestaurante.com.br" target="_blank"><strong>D.O.M.</strong></a> &#8211; o famoso restaurante do chef <strong>Alex Atala</strong> &#8211; ele ainda era o sétimo na lista de melhores do mundo. Recentemente, subiu três posições na edição 2012 do ranking <a href="http://www.theworlds50best.com/" target="_blank"><strong>The World&#8217;s 50 Best Restaurants</strong></a> (uma espécie de Oscar da gastronomia, dizem alguns).</p>
<p>Atala é conhecido por sua culinária minimalista, de grande valorização de ingredientes <strong>brasileiros</strong>. O chef é um pesquisador de ingredientes. Foi ele quem trouxe à cena gastronômia o piri-piri, entre outros alimentos pouco badalados nas cozinhas tradicionais.</p>
<p>Mas a cozinha de Atala tem um <strong>preço</strong> &#8211; alto. E fato é que minha situação financeira não me permite gastar sem culpa e sem restrições cerca de R$ 700 numa refeição para dois. Sim, porque os preços dos pratos começam em R$ 120, uma taça de vinho fica em torno dos R$ 30 e o menu degustação fica entre os R$ 250 e R$ 350 por pessoa.</p>
<div id="attachment_6173" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://comiporai.com/"><img class="size-medium wp-image-6173 " title="couvert DOM" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2012/05/couvert-comiporai-300x204.jpg" alt="couvert DOM" width="300" height="204" /></a><p class="wp-caption-text">Manteiga Aviação e purê de alho no couvert/Blog Comi Por Aí</p></div>
<p>Assim, como resolver a vontade de conhecer o D.O.M. sem precisar pedir empréstimo no banco? Com o <strong>almoço executivo</strong>, que a casa oferece de segunda a sexta. Custa razoáveis R$ 60, mas é bem menos inspirador do que o restante do cardápio: carne, frango ou peixe acompanhados de arroz branco, feijão preto ou mulatinho, batatinha frita, farofa, couve e banana frita.</p>
<p>Todos vêm à mesa em porções individuais que são repostas à vontade. A <strong>farofinha</strong> puxada no alho e num bacon cortado de forma quase microscópica é memorável. A batatinha frita cortada em cubinhos é de comer com gula. E o feijão é corretíssimo &#8211; e, modéstia à parte, de feijão eu entendo.</p>
<p>A casa oferece ainda um <strong>couvert</strong> (o mesmo em qualquer horário) que traz manteiguinha Aviação servida em latinha própria e cheia de charme, um purê de alho assado com batatas saborosíssimo e coalhada no azeite de ervas. Tudo isso com pão de queijo e outros pães (de azeitona, de ervas&#8230;) quentinhos.</p>
<div id="attachment_6174" class="wp-caption alignright" style="width: 260px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2012/05/atala-vinhosempauta.jpg"><img class="size-full wp-image-6174" title="chef Alex Atala" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2012/05/atala-vinhosempauta.jpg" alt="chef Alex Atala" width="250" height="248" /></a><p class="wp-caption-text">O chef Alex Atala</p></div>
<p>É uma delícia? É. Mas a verdade é que prato tão prosaico não combina com o ambiente tão classudo do D.O.M. Além disso, quando se senta à mesa pensando que se está a comer no sétimo (hoje quarto) melhor restaurante do mundo, a expectativa vai às alturas. Alto demais para um PF conseguir alcançar, talvez.</p>
<p>Valeu a experiência? Valeu para matar a curiosidade, mas não para quem queria conhecer os sabores que fizeram Alex Atala um chef conhecido e respeitado em todo o mundo. Se eu pudesse dar uma sugestão ao chef, diria para ele acabar com esse almoço executivo e oferecer uma vez por semana um menu mais elaborado a preço mais acessível no almoço. Como fazem muitos outros chefs respeitados ao redor do mundo.</p>
<p>D.O.M. Rua Barão de Capanema, 549 – Jardim Paulista (11) 3088-0761</p>
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		<title>Como montar um roteiro de viagem pela Turquia</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Apr 2012 14:21:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Flavia Motta</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Conhecer a Turquia pode ser uma das melhores experiência de viagem da sua vida. Nós ajudamos a montar o roteiro ideal pelo país]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_6155" class="wp-caption alignleft" style="width: 415px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2012/04/istambul-120412.jpg"><img class=" wp-image-6155 " title="istambul-120412" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2012/04/istambul-120412.jpg" alt="Skyline de Istambul" width="405" height="304" /></a><p class="wp-caption-text">Uma das muitas mesquitas de Istambul vista do Bósforo</p></div>
<p>Quem mora em um país de dimensões continentais como o Brasil pode recair facilmente na arrogância de achar que, em outros territórios, todas as distâncias são pequenas. Na hora de planejar uma viagem, porém, outros fatores podem fazer poucos quilômetros demorarem tempo demais para serem percorridos. Num país como a <a href="http://asviajantes.com/europa/turquia-europa"><strong>Turquia</strong></a>, em que o volume de atrações é muito maior do que podem comportar nossos tradicionais 30 dias de férias, recair nesse erro é fácil. Reunimos, então, algumas dicas que podem ajudar o viajante a explorar melhor esse país tão árabe e tão europeu ao mesmo tempo.</p>
<p>.<a href="http://asviajantes.com/europa/turquia-europa/istambul-turquia-europa"> <strong>Istambul</strong></a> &#8211; É a cidade mais conhecida do país, embora não seja a capital (essa é Ankara). Cortada pelo Estreito do Bósforo e entreligada por diversas pontes, Istambul tem seu horizonte pontilhado por centenas de minaretes das muitas mesquitas que se espalham por seu lado europeu. <a href="http://asviajantes.com/viagem/turquia-uma-introducao-a-asia"><strong>Se você vai à Turquia numa viagem de até cinco dias, não tenha dúvidas: é Istambul que você deve conhecer. Descubra neste post por que.</strong></a></p>
<div id="attachment_6151" class="wp-caption alignright" style="width: 430px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2012/04/capadocia-120412.jpg"><img class="size-full wp-image-6151" title="capadocia-120412" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2012/04/capadocia-120412.jpg" alt="Paisagens lunares na Capadócia, Vale das Fadas" width="420" height="250" /></a><p class="wp-caption-text">Vale das Fadas, Capadócia</p></div>
<p>. <a href="http://asviajantes.com/europa/turquia-europa/capadocia-turquia-europa"><strong>Capadócia</strong></a> &#8211; Provavelmente o segundo lugar mais conhecido da Turquia, a Capadócia é mais famosa entre os brasileiros como o berço de São Jorge. As referências ao Santo Guerreiro por lá são praticamente nulas. Em compensação, não faltam paisagens lunares, cidades subterrâneas e casas encravadas nas pedras (as antigas moradas dos trogloditas) para fazer valer a viagem. <a href="http://asviajantes.com/viagem/eu-ja-voei-de-balao"><strong>A cereja do bolo é o voo de balão (vai por mim e lê aqui se você tem dúvidas de que esse passeio é incrível)</strong></a>. Para explorar a Capadócia três dias são o mínimo, quatro chegam próximo ao ideal e cinco te dão a chance de descansar e não apenas correr de um passeio a outro. <a href="http://asviajantes.com/viagem/capadocia-o-que-visitar"><strong>Aqui tem post para você saber mais sobre a Capadócia</strong></a> e <a href="http://asviajantes.com/viagem/eu-ja-dormi-em-uma-caverna"><strong>a viajante Clarissa conta aqui como é dormir num hotel-caverna</strong></a>.</p>
<div id="attachment_6154" class="wp-caption alignleft" style="width: 266px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2012/04/efesus-120412.jpg"><img class=" wp-image-6154 " title="efesus-120412" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2012/04/efesus-120412.jpg" alt="Biblioteca de Celsius, Éfesus" width="256" height="320" /></a><p class="wp-caption-text">Biblioteca de Celsius, Éfesus</p></div>
<p>. <strong>Éfesus &#8211; É a cidade clássica mais bem conservada da região do mediterrâneo.</strong> Sabe o que isso quer dizer na prática? Que, sim, as ruínas de Éfesus estão bem mais inteiras que as tão faladas ruínas gregas. Éfesus é um parque histórico, fechado. Portanto, é passeio de um dia &#8211; cansativo, vale dizer. Fica bem pertinho de Selçuk, uma cidade pequena onde os cidadãos mais velhos ainda estranham ver as bermudas das turistas (estamos num país de forte presença muçulmana, não se esqueça) e talvez por isso mesmo valha o passeio. Ah, e também porque você pode visitar as ruínas da Igreja de São Pedro (o lugar onde ele morou após a morte de Cristo), esticar para Sirinçe (se sua vibe for a serra e um jantarzinho embaixo das oliveiras) e começar uma tímida exploração do litoral turco. <strong>Para Selçuk reserve pelo menos dois dias e tenha um carro a seu dispor.</strong> Selçuk também pode ser base para os aventureiros que quiserem conhecer a <strong>Dilek Península, um enorme parque natural turco, com praia, trilhas para trekking e mountain bike, observação de pássaros&#8230;</strong></p>
<div id="attachment_6153" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2012/04/dilek-120412.jpg"><img class="size-medium wp-image-6153" title="dilek-120412" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2012/04/dilek-120412-300x211.jpg" alt="Dilek Península: reserva natural na Turquia" width="300" height="211" /></a><p class="wp-caption-text">Dilek Península: reserva natural na Turquia</p></div>
<p>. <strong>Pamukkale</strong> &#8211; São as travertines &#8211; <strong>uma sequência de piscinas termais de solo branco e água cristalina</strong> &#8211; que fazem a fama da cidade. O lado ruim é que Pamukkale fica meio fora de mão, tipo a mais de quatro horas de carro de qualquer cidade relevante mais próxima, sabe? Isso e a fama de que as piscinas não são mais o que a gente vê nas fotos do Google me fizeram desistir dessa esticada. <strong>Meu anfitrião em Istambul, porém, garantiu que as travertines foram recuperadas e que eu perdi um belo passeio.</strong> Quem sabe na próxima.</p>
<p>. <strong>Litoral Egeu</strong> &#8211; Dá para separar em norte e sul esse litoral compartilhado com a <a href="http://asviajantes.com/europa/grecia-europa">Grécia</a>. <strong>Ao sul do Egeu ficam algumas das praias mais disputadas pelos turistas europeus, como Bodrum</strong>. Dominada por resorts, há quem diga que no verão elas ficam insuportavelmente cheias. Mas se seu negócio é gente-bonita-e-azaração provavelmente é esse o seu destino. <strong>Eu fui para o norte, usando Çesme como base.</strong> A cidade em si tem um quê de pré-fabricada, já que a população flutuante (maioria) é de donos de barcos usando a marina como porto. <strong>Dali deu para explorar as lindíssimas Altinkum (bem reservada num início de setembro) e Alaçati (dominada por resorts, com um curto trecho público, mas de águas caribenhas)</strong>. <a href="http://asviajantes.com/viagem/um-dia-na-grecia"><strong>Ah, também deu para esticar um dia na ilha grega de Chios (você pode ver aqui como foi).</strong></a></p>
<div id="attachment_6149" class="wp-caption alignright" style="width: 330px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2012/04/alacati-120412.jpg"><img class="size-full wp-image-6149" title="alacati-120412" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2012/04/alacati-120412.jpg" alt="Alaçati: mar cor de Caribe" width="320" height="208" /></a><p class="wp-caption-text">Alaçati: mar cor de Caribe</p></div>
<p>. <strong>Litoral Mediterrâneo</strong> &#8211; <a href="https://www.google.com.br/search?q=oludeniz&amp;hl=pt-BR&amp;client=firefox-a&amp;hs=NE3&amp;rls=org.mozilla:pt-BR:official&amp;prmd=imvns&amp;tbm=isch&amp;tbo=u&amp;source=univ&amp;sa=X&amp;ei=DvmXT_KnDoLAgQe1z6jYBg&amp;ved=0CGYQsAQ&amp;biw=1280&amp;bih=909&amp;sei=EPmXT66-O4u-gAflpYT4Bg" target="_blank">Oludeniz</a> e <a href="https://www.google.com.br/search?q=oludeniz&amp;hl=pt-BR&amp;client=firefox-a&amp;hs=NE3&amp;rls=org.mozilla:pt-BR:official&amp;prmd=imvns&amp;tbm=isch&amp;tbo=u&amp;source=univ&amp;sa=X&amp;ei=DvmXT_KnDoLAgQe1z6jYBg&amp;ved=0CGYQsAQ&amp;biw=1280&amp;bih=909&amp;sei=EPmXT66-O4u-gAflpYT4Bg#hl=pt-BR&amp;client=firefox-a&amp;hs=SZi&amp;rls=org.mozilla:pt-BR%3Aofficial&amp;tbm=isch&amp;sa=1&amp;q=kas+turkey&amp;oq=kas+turkey&amp;aq=f&amp;aqi=g1&amp;aql=&amp;gs_nf=1&amp;gs_l=img.3..0.3470.4717.2.5117.7.7.0.5.5.0.200.379.0j1j1.2.0.aK-q0EK0FGg&amp;pbx=1&amp;bav=on.2,or.r_gc.r_pw.r_cp.r_qf.,cf.osb&amp;fp=27383ca7569be611&amp;biw=1280&amp;bih=909" target="_blank">Kas</a>. Clica nesses links depois volta para ler esse texto. Só assim você vai entender minha frustração ao constatar que não,<strong> não dava para conhecer a Mesquita AZul em Istambul, voar de balão na Capadócia, explorar Éfesus e ainda conhecer esse litoral tão ao sul do país em apenas 15 dias</strong>. É por causa dessa parte do litoral que eu coloquei a Turquia de volta à minha lista de destinos a serem explorados. Espero voltar lá em breve.</p>
<p>A minha viagem, num início de setembro: <a href="http://asviajantes.com/europa/alemanha-europa-2/munique-alemanha-europa-2">Munique</a> &#8211; Izmir de avião com pernoite na cidade; Izmir &#8211; Selçuk de carro alugado com três dias e três noites na cidade (<strong>um dia em Éfesus, uma noite jantando em Sirinçe, um dia explorando Pamucak e a Dilek Peninsula, outro dia entre a Dilek Península e Kusadasi</strong>); Selçuk &#8211; Çesme de carro com dois dias e meio na cidade (<strong>um dia na ilha grega de Chios, um dia em Altinkum, algumas horas do último dia em Alaçati</strong>); Çesme &#8211; Izmir para devolução do carro e Izmir &#8211; Capadócia em ônibus noturno <strong>(três dias e quatro noites na cidade de Göreme</strong>); Capadócia &#8211; Istambul de avião (<strong>seis dias no bairro de Beyoglu</strong>); Istambul &#8211; <a href="http://asviajantes.com/europa/alemanha-europa-2/berlim-alemanha-europa-2">Berlim</a> de avião.</p>
<p><a href="http://asviajantes.com/viagem/phrasebook-uma-mao-na-roda-em-outro-idioma"><strong>E se você está mesmo planejando uma ida à Turquia, vale ler aqui como um phrasebook foi valioso para ajudar a gente se entender com os turcos além da mímica.</strong></a></p>
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		<title>Chartier é restaurante barato e tradicional em Paris #ficaadica</title>
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		<pubDate>Mon, 29 Aug 2011 12:18:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Flavia Motta</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Procurando uma refeição boa e barata em Paris? No Chartier você ainda leva, de quebra, um ambiente lindo]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_5614" class="wp-caption alignleft" style="width: 360px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/08/chartier-salaõ-280811.jpg"><img class="size-full wp-image-5614" title="chartier-salaõ-280811" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/08/chartier-salaõ-280811.jpg" alt="salão do chartier" width="350" height="259" /></a><p class="wp-caption-text">Salão do Chartier: atenção aos porta-casacos</p></div>
<p>Restaurante bom e barato em <strong><a href="http://asviajantes.com/europa/franca-europa/paris-franca-europa">Paris</a></strong> não é coisa das mais fáceis de se encontrar. A capital da França é conhecida pela boa comida e, também, por preços não muito econômicos. Com um pouco de pesquisa e algumas dicas, no entanto, dá para descobrir algumas pérolas na cidade. E uma delas é o <strong><a href="http://www.restaurant-chartier.com/www/" target="_blank">Chartier</a> &#8211; na verdade, Le Bouillon Chartier</strong>.</p>
<p><strong>Fundado em 1896</strong>, o Chartier é uma pérola para quem quer provar da <strong>tradicional comida francesa</strong>. Num salão todo espelhado cheio de metais dourados, o turista viaja num tempo que há muito deixou de existir &#8211; pense em Confeitaria Colombo, no <strong><a href="http://asviajantes.com/brasil/rio-de-janeiro/rio-de-janeiro-rio-de-janeiro-brasil">Rio de Janeiro</a></strong>, ou <strong><a href="http://asviajantes.com/viagem/buenos-aires-vale-a-pena-ver-de-novo">Café Tortoni, em Buenos Aires</a></strong>.</p>
<p>O lugar é daqueles com garçons vestindo coletes pretos e gravatas borboletas sobre camisas brancas. Em vez de comandas, eles &#8216;anotam&#8217; seus pedidos na cabeça. Ao fim, a conta é calculada à mão no papel que cobre a toalha da mesa. Tipo <strong>sem frescura mas cheio de charme</strong>.</p>
<p><strong><a href="http://asviajantes.com/viagem/paris-com-pouco-dinheiro" target="_self">Como economizar em Paris: dicas</a></strong></p>
<div id="attachment_5615" class="wp-caption alignright" style="width: 260px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/08/chartier-entrada-280811.jpg"><img class="size-full wp-image-5615" title="chartier-entrada-280811" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/08/chartier-entrada-280811.jpg" alt="Entrada do Chartier" width="250" height="312" /></a><p class="wp-caption-text">Entrada do Chartier. Foto: notquitenigella.com</p></div>
<p>O menu traz pratos clássicos como o steak haché sauce poivre (steak de carne picadinha ao molho de pimenta) por € 8,50; <strong>confit de canard a € 8,60</strong> e porção de cogumelos à provençal por € 2,50. De sobremesa, para não fugir à tradição francesa, peça a coupe mont blanc, um potinho de  crème de marron (creme de castanhas) coberto por chantilly, que custa € 3,20. Mamãe foi ao delírio.</p>
<p>A casa ainda oferece <strong>vinhos em pichet</strong> (garrafinhas da casa, que costumam ser mais econômicas) e menus do dia com entrada, prato e sobremesa. No fim, um almoço para três pessoas com pratos, duas sobremesas, cerveja, vinho, refrigerante e café saiu a € 60. O deslumbre com o ambiente fica por conta da casa.</p>
<p><strong>O Chartier fica na Rue du Faubourg Montmartre, 7. Metrô Grands Boulevards, linhas 8 e 9.</strong></p>
<p><strong><a href="https://sites.google.com/site/blogasviajantes/franca/chartier-e-restaurante-barato-e-tradicional-em-paris" target="_blank">Versão deste post para impressão.</a></strong></p>
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		<title>Os 10 melhores hostels de Amsterdã: deu no &#8216;Guardian&#8217;</title>
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		<pubDate>Fri, 05 Aug 2011 13:36:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Flavia Motta</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O jornal inglês 'The Guardian' elegeu os 10 melhores hostels de Amsterdã e nós entregamos a lista]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Amsterdã é uma das cidades europeias com maior potencial para encantar jovens viajantes e tem várias opções de hospedagem econômica. <a href="http://www.guardian.co.uk/travel/2011/jun/22/top-10-budget-hotels-amsterdam" target="_blank"><strong>O jornal inglês &#8216;The Guardian&#8221; elegeu as dez melhores e nós contamos aqui quais são</strong></a>.</p>
<p><a href="http://asviajantes.com/viagem/amsterda-muitas-viagens-em-uma-mesma-cidade" target="_blank"><strong>O que fazer em Amsterdã: descubra aqui</strong></a></p>
<div id="attachment_5504" class="wp-caption alignright" style="width: 350px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/07/art-kitsch-310711.jpg"><strong><strong><img class="size-full wp-image-5504" title="art-kitsch-310711" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/07/art-kitsch-310711.jpg" alt="Between Art and Kitsch B&amp;B" width="340" height="251" /></strong></strong></a><p class="wp-caption-text">Quarto do Between Art and Kitsch</p></div>
<p><a href="http://www.flyingpig.nl/hostels/flyingpiguptown.php" target="_blank"><strong>Flying Pig Uptown Hostel</strong></a> &#8211; Do ladinho do Vondelpark e do bairro dos museus, o hostel foi reformado em 2010 e fica a poucos passos da região que concentra a o agito da cidade. O hostel oferece patins para quem quiser explorar o parque e a cozinha também aberta aos hóspedes, que precisam ter no máximo 35 anos, segundo a política da casa. Cama em quarto compartilhado a partir de 25 euros por pessoa; quartos privados a partir de 85 euros &#8211; ambos com café da manhã.</p>
<p><a href="http://www.backstagehotel.com/" target="_blank"><strong>Backstage Hotel</strong></a> &#8211; Os donos são apaixonados por música e guitarras e outros itens relacionados decoram as paredes, com direito a espelhos cercados por lâmpadas para reproduzir o clima dos camarins. A região onde se situa é cercada de bares de blues, mas quem preferir por exercitar sua porção musical na sala dedicada ao jogo Guitar Hero. Quartos duplos a partir de 77,50 euros.</p>
<div id="attachment_5505" class="wp-caption alignleft" style="width: 208px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/07/stayokay-310711.jpg"><img class="size-full wp-image-5505" title="stayokay-310711" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/07/stayokay-310711.jpg" alt="Stayokay Vondelpark" width="198" height="320" /></a><p class="wp-caption-text">Fachada do Stayokay Vondelpark</p></div>
<p><a href="http://www.stayokay.com/" target="_blank"><strong>Stayokay Hostel Amsterdam Vondelpark</strong></a> &#8211; O prédio era uma escola transformada em hostel e fica praticamente dentro do parque, com quartos com vista para ele. A decoração é moderna e o lugar é bem limpo, sendo uma boa opção não só para mochileiros. Camas a partir de 20 euros por pessoa e quartos duplos a partir de 60 euros &#8211; ambos com café da manhã.</p>
<p><a href="http://between-art-and-kitsch.com/" target="_blank"><strong>Between Art and Kitsch B&amp;B</strong></a> &#8211; Uma alternativa aos hotéis boutique, ele fica a uma pequena caminhada de diversos museus. Todos os quartos tem banheiro privado e a cozinha pode ser usada por todos os hóspedes. As escadas, porém, podem ser um problema &#8211; principalmente se você precisar subir com mala até o terceiro andar. Quartos duplos a partir de 80 euros, com café da manhã.</p>
<p><a href="http://chicandbasic.com/esp/hotel_amsterdam/" target="_blank"><strong>Chic&amp;Basic</strong></a> &#8211; Bem localizado (perto da estação central), limpo e com terminais de internet gratuita, o hotel fica numa casa de canal reformada no trecho mais silecioso da rua. A relação custo-benefício é boa. Quartos duplos a partir de 90 euros, com café da manhã.</p>
<p><a href="http://www.citizenmamsterdamcity.com/" target="_blank"><strong>CitizenM</strong></a> &#8211; Integrante de uma nova rede holandesa de hotéis, oferece serviço de qualidade, excelentes camas e decoração que impressiona. Fica numa área residencial, o que pode ser meio frustrante para os festeiros, mas uma curta corrida de trem ou tram leva ao centro da cidade. Quartos duplos a partir de 79 euros.</p>
<div id="attachment_5507" class="wp-caption alignright" style="width: 360px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/07/city-center-350.jpg"><img class="size-full wp-image-5507" title="city-center-350" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/07/city-center-350.jpg" alt="Quarto do City Center" width="350" height="233" /></a><p class="wp-caption-text">Quarto do City Center</p></div>
<p><a href="http://www.citycenter-amsterdam.com/" target="_blank"><strong>CityCenter Bed and Breakfast </strong></a>- É silencioso apesar de ficar no centro da cidade, próximo à rua de compras Nieuwendijk. O lugar é conhecido pelo conforto e simpatia do dono. São apenas dois quartos, o que não torna muito sofrido o fato de o banheiro ser compartilhado. Quartos duplos a partir de 90 euros, com café da manhã.</p>
<p><a href="http://www.hans-brinker.com/" target="_blank"><strong>Hans Brinker Budget Hotel </strong></a>- Com um quintal tranquilo, bem pertinho da Leidseplein &#8211; onde a vida noturna acontece. O dormitório, com seus lockers e beliches de metal, não é mesmo dos mais animadores. É mais indicado para os jovens dispostos a dormir em qualquer lugar. Camas a partir de 25 euros por pessoa e quartos duplos a partir de 80 euros &#8211; ambos com café da manhã.</p>
<div id="attachment_5521" class="wp-caption alignleft" style="width: 293px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/07/winston-310711.jpg"><img class="size-full wp-image-5521" title="winston-310711" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/07/winston-310711.jpg" alt="St. Christopher Winston" width="283" height="350" /></a><p class="wp-caption-text">Um dos quartos do St. Christopher&#39;s Winston</p></div>
<p><a href="http://www.winston.nl/" target="_blank"><strong>St Christopher&#8217;s at the Winston</strong></a> &#8211; Bem no meio do Red Light District, está cercado por bares,restaurantes, coffee shops e boates sadomasoquistas. Mas points culturais ficam a uma pequena caminhada. Os dormitórios são os mais baratos, mas pouco tranquilos. Já os quartos têm, cada um, uma decoração diferente feita por artistas locais. Camas a partir de 14,90 euros por pessoa, quartos duplos a partir de 74 euros &#8211; todos com café da manhã.</p>
<p><a href="http://www.stayokay.com/" target="_blank"><strong>Stayokay Hostel Amsterdam Zeeburg</strong></a> &#8211; Ultramoderno, tem quartos amplos, ótimos banheiros e chuveiros, ampla sala de refeições. Localizado fora do centrão turístico, é uma boa opção para quem quer experimentar uma Amsterdam multicultural. No mesmo prédio funciona um centro cultural com bar, restaurante, cinema e boate e ainda um loja de aluguel de bicicletas. Camas a partir de 20 euros, quartos duplos a partir de 50 euros &#8211; ambos com café da manhã.</p>
<p><a href="https://sites.google.com/site/blogasviajantes/holanda/os-10-melhores-hostels-de-amsterdam-deu-no-guardian" target="_blank"><strong>Quer imprimir este post? Clique aqui. </strong></a></p>
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		<title>Sanduíche de mortadela do Mercado Municipal de SP #ficadica</title>
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		<pubDate>Mon, 25 Jul 2011 11:39:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Flavia Motta</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Provamos o famoso sanduíche de mortadela do Mercado Municipal de São Paulo. Descubra por que ele virou atração no lugar]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="_mcePaste">
<p>Não é de hoje que o <strong>Mercado Municipal de São Paulo</strong> virou referência turística na cidade. Com um prédio com belos vitrais que já valem a visita, seus boxes oferecem de ótimos <strong>azeites e queijos a frutas exóticas</strong> das quais possivelmente você nunca ouviu falar &#8211; e tudo com direito a uma provinha.</p>
<div id="attachment_5463" class="wp-caption alignright" style="width: 430px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/07/sanduiche-450.jpg"><img class="size-full wp-image-5463" title="sanduiche-450" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/07/sanduiche-450.jpg" alt="sanduíche de mortadela do mercado municipal de são paulo" width="420" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">O famoso sanduíche de mortadela do Mercado</p></div>
</div>
<div>Mas é o <strong>sanduíche de mortadela</strong> a verdadeira instituição deste espaço. Como toda comida que vira ícone, o sanduíche de mortadela surgiu para aplacar a fome de trabalhadores braçais ali da região do Centro e, ao longo do tempo, foi ganhando status de gourmandise. Não à toa hoje em dia, na hora do almoço, <strong>não são poucos os engravatados </strong>comendo o sanduíche por ali.</div>
<p>
<div><strong>Almoço econômico</strong> &#8211; Barato &#8211; R$ 10, em média &#8211; o <strong>sanduíche de mortadela</strong> do mercado é oferecido em praticamente todos os boxes que trabalham com frios. Mas é no mezanino que fica o &#8220;autêntico&#8221;, do <strong><a href="http://www.hoccabar.com.br/" target="_blank">Hocca Bar</a></strong>. É o box <strong>mais concorrido do mercado</strong>, com mesas disputadas como as de praça de alimentação de shopping em época de Natal.</div>
<p></p>
<div>Com <strong>mortadela o bastante</strong> para você achar que não vai dar conta do pedido, o sanduíche é o  carro-chefe. Já ganhou variações na casa, como uma versão com <strong>tomate seco e provolone</strong>, e disputa a preferência do público com um <strong>pastel de bacalhau</strong> inacfreditavelmente recheado. Na dúvida, se estiver por lá em dupla, peça <strong>um pastel e um sanduíche para dividir</strong>.</div>
<p></p>
<div>Só é pena que o <strong>chope </strong>da casa não seja Brahma &#8211; mas ao menos eles têm Heineken para compensar.  Ah, e experimente a <strong>pimenta da casa</strong>. Delícia.</div>
<p></p>
<div>O <strong><a href="http://www.mercadomunicipal.com.br/" target="_blank">Mercado Municipal de São Paulo</a></strong> fica na Rua da Cantareira 306, Centro. É possível chegar lá de <strong>metrô</strong>, descendo na estação Luz ou São Bento da linha azul. Não é recomendado ir em <strong>carro particular</strong>. Use a saída e passe pelo burburinho da região da 25 de março. Aberto ao público de segunda a sábado, das 6h às 18h, e até as 16h aos domingos e feriados.</div>
<p></p>
<div><strong><a href="https://sites.google.com/site/blogasviajantes/brasil/sanduiche-de-mortadela-do-mercado-municipal-de-sao-paulo" target="_blank">Versão deste post para impressão.</a></strong></div>
<p></p>
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		<title>Em Munique, visite uma cervejaria</title>
		<link>http://asviajantes.com/viagem/em-munique-visite-uma-cervejaria</link>
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		<pubDate>Thu, 14 Jul 2011 13:30:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Flavia Motta</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Em Munique, cervejarias são visita obrigatória para o turista. Visitamos três e ajudamos você a escolher a sua 'casa da cerveja' na cidade alemã.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_5421" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/07/museu-cerveja-100711.jpg"><img class="size-full wp-image-5421" title="museu-cerveja-100711" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/07/museu-cerveja-100711.jpg" alt="hofbrauhaus" width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">História da cerveja dentro da Hofbrauhaus</p></div>
<p>A cerveja faz parte da rotina de Munique. Diariamente centenas de cidadãos se encontram nos <strong>biergartens e cervejarias</strong> da cidade para tomar sua &#8216;sagrada&#8217; caneca de helles, weiss ou outra variação no fim do dia. É natural, então, que as <strong>cervejarias sejam visita obrigatória para o turista</strong> &#8211; mesmo que ele não seja cervejeiro.</p>
<p><strong><a href="http://asviajantes.com/viagem/bebendo-cerveja-na-oktoberfest-em-munique">Oktoberfest: como curtir a festa da cerveja em Munique</a></strong></p>
<p>As cervejarias de Munique não são necessariamente lugares onde se produz cerveja, mas onde se degusta o &#8216;pão líquido&#8217; acompanhado da <strong>típica comida alemã</strong> &#8211; ou seja, salsichas, linguiças, bolo de carne e joelho de porco, entre outras variedades. Verdadeiras instituições na cidade, cada casa tem um perfil diferente. Nós visitamos três delas e damos a dica para você escolher a que mais se parece com você.</p>
<p><strong>Hofbrauhaus</strong> &#8211; É a casa da cerveja Hofbrau, um prédio histórico imponente nos arredores da Marienplatz. <strong>O clima é de festa</strong> não importa a que hora você chegue. O salão principal está sempre lotado, com muitos garçons equilibrando canecas e bandejas. A Hofbrauhaus se orgulha de representar o <strong>autêntico espírito da Bavária</strong>. E de fato você vai ver mocinhas circulando pelo salão vendendo o pão típico da região e, de tempos em tempos, uma banda tocando música local.</p>
<div id="attachment_5422" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/07/banda-bavaria-100711.jpg"><img class="size-full wp-image-5422" title="banda-bavaria-100711" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/07/banda-bavaria-100711.jpg" alt="banda da bavária" width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">Banda toca música da Bavária na Hofbrauhaus</p></div>
<p>É a sua cervejaria: Se você adora um clima de festa, <strong>gosta de levar souvenirs</strong> de todos os lugares que visita (a lojinha é ótima) e não faz questão de um atendimento dos mais atenciosos.</p>
<p>O que pedir: Um canecão de weissbier e o <strong>joelho de porco assado</strong> &#8211; é assustador à primeira vista, mas delicioso.</p>
<p>Onde fica: Platzl 9 (à mesma distância a pé das estações de metrô Sendlinger Tor e Marienplatz).</p>
<p><strong><a href="http://asviajantes.com/brasil/santa-catarina/oktoberfest-as-diferencas-entre-munique-e-blumenau">Oktoberfest em Munique x Oktoberfest em Blumenau: saiba as diferenças</a></strong></p>
<p><strong>Hackerhaus</strong> &#8211; A casa da cerveja Hacker Pschorr data de 1417 (!!!) e <strong>faz a linha mais discreta</strong>. Quem passa pela porta na Sendlinger Tor não vai imaginar que ali dentro está uma das casas mais tradicionais de Munique. Esqueça o clima festivo da Hofbrauhaus, aqui o <strong>objetivo é provar boa cerveja e comer boa comida alemã entre alemães</strong>.</p>
<p>É a sua cervejaria: Se você procura um <strong>clima relativamente mais intimista</strong> para sua experiência germano-cervejeira. Velas sobre as mesas dão um certo ar romântico ao salão.</p>
<div id="attachment_5423" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/07/salsicha-nuremberg-100711.jpg"><img class="size-full wp-image-5423" title="salsicha-nuremberg-100711" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/07/salsicha-nuremberg-100711.jpg" alt="Salsichas nuremberg com chucrute" width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">Salsichas nuremberg com chucrute, da Hackerhaus</p></div>
<p>O que pedir: As <strong>salsichas Nuremberg</strong> (na verdade são linguiças fininhas) com chucrute.</p>
<p><strong><a href="http://asviajantes.com/europa/munique-espirito-carioca-na-alemanha">Mais dicas de turismo em Munique</a></strong></p>
<p>Onde fica: Sendlinger Strass 14 (a uma caminhada curta da Marienplatz e da estação Sendlinger Tor do metrô).</p>
<p><strong>Augustiner Großgaststätten</strong> &#8211; Bem do ladinho da Marienplatz, a casa da Augustiner é <strong>um oásis para quem quer dar um tempo do vai-e-vem do centrão de Munique</strong>. O salão é grande e faz um estilo mais clássico, bem familiar &#8211; na nossa visita tinha uma excursão de estudantes almoçando ali. No fundo da casa, o pátio ao ar livre é convidativo em dias de céu claro e temperatura amena.</p>
<p>É a sua cervejaria: Se você procura um <strong>pátio ao ar livre para uma refeição tranquila, entre os locais</strong>. De quebra, ainda pode admirar a pela arquitetura do prédio.</p>
<p>O que pedir: Leberkase, <strong>o famoso bolo de carne alemão</strong> feito na Augustiner é delicioso e a salada de batata da casa é impecável.</p>
<div id="attachment_5425" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/07/augustiner-100711.jpg"><img class="size-full wp-image-5425" title="augustiner-100711" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/07/augustiner-100711.jpg" alt="Augustiner, em Munique" width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">Fachada da Augustiner</p></div>
<p>Onde fica: Neuhauserstrasse 27 (a uma caminhada curta da Marienplatz e das estações Karlplatz de trem e de metrô).</p>
<p><strong><a href="http://asviajantes.com/europa/alemanha-europa-2">Outros roteiros de viagem na Alemanha. Confira</a></strong></p>
<p>Em todas as cervejarias encontram-se <strong>cardápios em línguas diversas</strong>. Em algumas delas, esses menus alternativos não trazem os preços dos pratos &#8211; eles estão apenas no cardápio em alemão. Não custa ressaltar que <strong>é bom conferir os valores antes de fazer seu pedido</strong>, já que a comida típica alemã é barata, mas outros pratos podem custar o valor de uma refeição completa.</p>
<p><strong><a href="https://sites.google.com/site/blogasviajantes/alemanha/em-munique-visite-uma-cervejaria" target="_blank">Versão deste post para impressão.</a></strong></p>
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		<title>Rio Sena: conhecendo Paris de barco</title>
		<link>http://asviajantes.com/viagem/rio-sena-conhecendo-paris-de-barco</link>
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		<pubDate>Mon, 04 Jul 2011 00:04:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Flavia Motta</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Um passeio de barco pelo Sena é uma maneira inesquecível de conhecer Paris e seus monumentos. A gente diz por que]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_5383" class="wp-caption aligncenter" style="width: 450px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/07/ponte-sena-030711-02.jpg"><img class="size-full wp-image-5383" title="ponte-sena-030711-02" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/07/ponte-sena-030711-02.jpg" alt="passeio de barco no rio sena, em paris" width="440" height="218" /></a><p class="wp-caption-text">Ponte Alexandre III, a mais bonita de Paris, vista do Sena</p></div>
<p><strong>Paris e Rio Sena</strong> são palavras indissociáveis. Ao longo da história da capital da França, sempre foi através do rio que correu a vida parisiense. Hoje em dia, entre pontes, <strong>piqueniques nas margens</strong> e passeios de barco, o Sena continua sendo uma atração fundamental para qualquer turista que visite Paris. Mesmo que você não queria cruzar com ele, ele vai cruzar o seu caminho.</p>
<div id="attachment_5384" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/07/torre-eiffel-030711.jpg"><img class="size-full wp-image-5384" title="torre-eiffel-030711" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/07/torre-eiffel-030711.jpg" alt="torre eiffel, rio sena, paris" width="300" height="345" /></a><p class="wp-caption-text">A Torre Eiffel vista do Sena, no entardecer</p></div>
<p>Todo mundo diz que a melhor maneira de se conhecer Paris é à pé. Pois a segunda melhor &#8211; independente do tempo que se fique na cidade &#8211; é um <strong>passeio de barco pelo Sena</strong>. Há opções diversas, que vão desde passeios em barcos com teto de vidro a jantares românticos noturnos, e você vai se encantar em qualquer uma delas.</p>
<p><strong>Passeio diurno ou noturno? Eis a questão</strong> &#8211; No passeio de barco pelo Sena, tem-se uma visão privilegiada de pontos turísticos centrais da cidade, como o <strong>Louvre, o Orsay e a Torre Eiffel</strong>. O horário vai ser determinante para a impressão que a cidade vai te causar. Se você quiser boas fotos, vá durante o dia; se quiser apreciar as razões de Paris ser chamada de cidade-luz, opte pelo passeio noturno. Lembre-se apenas que <strong>do outono à primavera é um bocado fria essa &#8216;aventura noturna&#8217;</strong>.</p>
<p>Nos passeios tradicionais normalmente um guia fica ao microfone contando as histórias dos museus e monumentos. Se vai ser chato ou interessante, depende de cada viajante. Mas se você quiser entender o que eles falam, procure um passeio que inclua o roteiro numa língua em que você é fluente &#8211; não há muito tempo para perguntas no trajeto.</p>
<div id="attachment_5385" class="wp-caption alignright" style="width: 410px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/07/barco-sena-030711.jpg"><img class="size-full wp-image-5385" title="barco-sena-030711" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/07/barco-sena-030711.jpg" alt="passeio de barco pelo rio sena, em paris" width="400" height="243" /></a><p class="wp-caption-text">Do Sena, a boa vista dos monumentos de Paris</p></div>
<p><strong>Sem risco de enjoar</strong> &#8211; Os passeios normalmente duram uma hora, com saídas a cada meia hora, e vão de uma ponta à outra do Sena, percorrendo o trecho mais rico. Não há grandes balanços, tampouco solavancos e mesmo quem costuma enjoar em barcos pode subir a bordo sem medo.</p>
<p>Antes de comprar seu bilhete, esteja certo do passeio que você está escolhendo. <strong><a href="http://www.vedettesdeparis.fr" target="_blank">Vedettes de Paris</a></strong> é uma da empresas que fazem o passeio bate-e-volta. Já o <strong><a href="http://www.batobus.com/" target="_blank">Batobus</a></strong> é o chamado &#8216;hop on, hop off&#8217;, com oito estações ao longo do Sena onde o turista pode embarcar e desembarcar durante um dia inteiro. Esse bilhete custa 14 euros.</p>
<p><strong>Passeio com almoço ou jantar</strong> &#8211; Há ainda a opção de um jantar romântico no Sena &#8211; dançante ou não. Esse passeio eu nunca fiz, mas o <strong><a href="http://www.conexaoparis.com.br" target="_blank">blog Conexão Paris</a></strong> recomenda a companhia <strong><a href="http://www.bateauxparisiens.com/" target="_blank">Bateaux Parisiens</a></strong>. Na companhia <strong><a href="http://www.bateaux-mouches.fr/" target="_blank">Bateaux Mouches</a></strong>, o passeio com almoço fica em torno dos 60 euros, subindo para 100 a 150 euros no jantar.</p>
<p><strong><a href="https://sites.google.com/site/blogasviajantes/franca/rio-sena-conhecendo-paris-de-barco" target="_blank">Para imprimir este post sobre passeios de barco no Rio Sena, em Paris, clique aqui. </a></strong></p>
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		<title>Chegando em Paris: do aeroporto para o centro</title>
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		<pubDate>Sat, 07 May 2011 01:09:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Flavia Motta</dc:creator>
				<category><![CDATA[Europa]]></category>
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		<description><![CDATA[Estudamos as opções dos viajantes que chegam a Paris e damos as dicas de como ir do aeroporto ao centro sem perder tempo ou dinheiro]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Aeroportos costumam ser distantes dos centros das cidades e sair deles mesmo em capitais europeias pode ser uma tarefa chatinha. Cidade com uma <strong>vasta rede de metrô e trens urbanos</strong>, Paris &#8211; e o enorme <strong><a href="http://www.aeroportsdeparis.fr/ADP/fr-FR/Passagers/Acces-Plans-Parking/Paris-CDG/Acces/Transports-En-Commun/" target="_blank">Charles de Gaulle</a></strong> &#8211; pode dar uma canseira no visitante já na chegada.</p>
<div id="attachment_5240" class="wp-caption alignleft" style="width: 410px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/05/metro-paris-060511-02ve.jpg"><img class="size-full wp-image-5240" title="metro-paris-060511-02ve" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/05/metro-paris-060511-02ve.jpg" alt="estação de trem em paris" width="400" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Passageiros com mala na mão: indo ou voltando de trem</p></div>
<p>Com o <strong>custo do táxi CDG &#8211; Centro estimado em 90 euros </strong>para duas ou três pessoas (dependendo do tamanho das malas), economizar pode ser uma necessidade. Mas não precisa ser sofrido, desde que você já saia de casa sabendo qual será sua melhor opção na chegada.</p>
<p><strong>De trem, de ônibus ou de táxi -</strong> Basicamente são <strong>três as maneiras de se sair do Charles de Gaulle rumo a Paris: táxi, ônibus e trem</strong> (RER). A melhor escolha entre ônibus e trem está diretamente relacionada ao seu local de hospedagem.</p>
<p>O trem que sai do aeroporto para o centro de Paris é o RER B. RER é como são chamados os trens urbanos, que ligam os banlieues (subúrbios de Paris) ao centro . Pode parecer óbvio, mas cabe frisar: <strong>RER não é metrô</strong>. Uma vez que você chegue no centro, pode ser que precise fazer uma conexão para o metrô ou mesmo para outro RER. E, dado o tamanho de algumas estações de Paris, só isso já pode ser bem cansativo.</p>
<p><strong>Trens a cada 12 minutos -</strong> Saindo do CDG, <strong>há trens diretos até a Gare du Nord</strong>.  Esse trem direto sai a cada 12 minutos e costuma garantir uma viagem tranquila também para quem precisa descer em Chatêlet, o maior hub ferroviário de Paris. Na plataforma, paineis indicam o tempo de espera entre um trem e outro e identificam o direto e o que faz as paradas regulares.</p>
<p><strong><a href="http://asviajantes.com/hospedagem/alugando%C2%A0apartamento">Alugar apartamento pode ser alternativa de hospedagem em Paris</a></strong></p>
<p>A <strong>saída de trens do aeroporto é bem no meio do terminal 2</strong>. Não importa onde você desembarque, basta seguir as placas que apontam para o RER. Se você descer nos terminais 1 ou 3, uma espécie de tram chamado CDG Val faz o shuttle gratuito para a gare. Como a distância entre os setores do terminal 2 é grande, há um serviço de ônibus gratuito que pode ser uma opção para pessoas com dificuldade de locomoção chegarem à estação.</p>
<div id="attachment_5241" class="wp-caption alignright" style="width: 410px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/05/metro-paris-060511ve.jpg"><img class="size-full wp-image-5241" title="metro-paris-060511ve" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/05/metro-paris-060511ve.jpg" alt="vagão de metrô em paris" width="400" height="285" /></a><p class="wp-caption-text">Pegar vagão vazio assim, só com sorte</p></div>
<p>Chegando à saída de RER e TGV (há saídas para cidades diversas), basta descer dois lances de escada rolante e você chega ao lugar de venda de tíquetes. Se as máquinas assustarem, atendentes pacientes o esperam em <strong>guichês de vendas</strong> numa sala.</p>
<p><strong>Várias estações na linha RER B</strong> &#8211; O <strong>bilhete de RER atualmente custa €8,70</strong> e as estações em que você pode descer sem precisar de conexões são &#8211; além da Gare du Nord e de Châtelet les Halles &#8211; St Michel/Nôtre Dame, Luxembourg, Port Royal, Denfert-Rochereau e Cité Universitaire. Destas, apenas Luxembourg, Port Royal e Cité Universitaire não fazem conexão com nenhuma outra linha de metrô ou RER.</p>
<p><strong>Na volta, é preciso ter atenção porque a linha RER B se divide em duas. </strong>Tenha a certeza de pegar o trem que segue na direção Charles de Gaulle, terminal TGV ou Roissy. Não pegue o trem que segue para Mitry-Claye, uma estação bem distante do aeroporto. Outro fator importante é <strong>ter o bilhete do RER à mão até você sair na sua estação em Paris. </strong></p>
<p><strong>Atenção ao bilhete -</strong> Depois de colocar o bilhete na roleta a primeira vez, você vai precisar dele ainda para liberar algumas outras roletas. E também precisa tê-lo com você para provar que pagou a passagem por aquele serviço, caso haja fiscalização. Na <strong>falta do bilhete você vai ter que pagar uma multa</strong> que fica em torno dos 40 euros.</p>
<p><strong><a href="http://asviajantes.com/viagem/paris-com-pouco-dinheiro">Dicas para economizar em Paris</a></strong></p>
<p>Para passageiros voando <strong><a href="http://www.airfrance.com.br/cgi-bin/AF/BR/pt/common/home/home/HomePageAction.do" target="_blank">Air France</a></strong>, a companhia aérea oferece serviços de <strong>ônibus que custam entre € 15 e € 19 e que fazem três trajetos diferentes</strong>: para a Étoile (Arco do Triunfo), com parada em Porte Maillot; direto para o aeroporto de Orly, e para a Gare de Montparnasse, parando também na Gare de Lyon.</p>
<div id="attachment_5239" class="wp-caption alignleft" style="width: 410px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/05/metro-paris-060511-03.jpg"><img class="size-full wp-image-5239" title="metro-paris-060511-03" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/05/metro-paris-060511-03.jpg" alt="metrô de paris" width="400" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">A transferência em algumas estações pode cansar </p></div>
<p>Para quem vai ficar na <strong>região da Opéra, a melhor opção é o ônibus RoissyBus,</strong> cuja passagem custa € 9,40. Há ainda ônibus comuns, que levam para a Gare de L&#8217;Est (Bus 350) e para a estação de Nation (Bus 351). Em cada um deles <strong>a passagem custa € 5,10</strong>.</p>
<p><strong>Táxi mais fácil em pontos -</strong> Pegar um táxi para seu destino final depois de ter chegado ao centro de Paris pode não ser uma boa ideia, já que <strong>não é fácil pegar táxi nas ruas apenas esticando o dedinho</strong>. Mas se você vai descer em uma das gares centrais de Paris, a opção pode ser boa, já que há pontos de táxi na saída.</p>
<p>Para quem rascunhou no mapa uma viagem com <strong>muitas conexões no metrô</strong>, é bom lembrar que nem todas as estações de Paris têm elevadores e escadas rolantes. Faça como os europeus: <strong>leve malas que você possa carregar</strong> e não apenas arrastar com rodinhas. E não tenha dúvidas de que qualquer que seja sua parada final, será seu primeiro encantamento com a cidade.</p>
<p><strong><a href="https://sites.google.com/site/blogasviajantes/franca/chegando-em-paris-do-aeroporto-para-o-centro" target="_blank">Encontre aqui a versão deste post para impressão.</a></strong></p>
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		<title>Deu no &#8216;NY Times&#8217;: Crise europeia é boa oportunidade para turistas</title>
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		<pubDate>Fri, 01 Apr 2011 15:22:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Flavia Motta</dc:creator>
				<category><![CDATA[Atenas]]></category>
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		<description><![CDATA[Descubra por que Portugal, Irlanda e Grécia se tornaram opções de destinos econômicos após enfrentarem graves crises econômicas. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_4848" class="wp-caption alignleft" style="width: 360px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/02/dublin-200211.jpg"><img class="size-full wp-image-4848" title="dublin-200211" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/02/dublin-200211-e1298222281300.jpg" alt="fachadas de dublin" width="350" height="247" /></a><p class="wp-caption-text">Arquitetura georgiana em Dublin</p></div>
<p>Há mais de um ano no noticiário por conta da <strong>grave crise econômica</strong> e das medidas de austeridade que seus governos vêm tomando, <strong>Irlanda, Portugal e Grécia</strong> tornaram-se boas opções de destinos econômicos. Com o turismo em baixa na Zona do Euro &#8211; de modo geral, toda em crise &#8211; e a moeda em baixa mesmo para padrões brasileiros, a hora pode ser boa para uma viagem a este países. Confira as dicas do <strong><a href="http://travel.nytimes.com/2011/01/23/travel/23prac-europe.html?ref=travel" target="_blank">NY Times</a></strong> para curtir as férias por ali.</p>
<p><strong><a href="http://asviajantes.com/europa/irlanda-europa" target="_blank">Irlanda</a></strong><br />
Desde a erupção do vulcão Eyjafjallajökull, o país sofreu uma <strong>perda de um milhão de turistas</strong>. Para tentar reverter o quadro, <strong>hotéis e operadoras de turismo criaram novos pacotes</strong> e a crise imobiliária acabou aumentando a oferta de hospedagem turística.</p>
<p>&#8220;Nunca houve uma época tão boa para se conseguir uma boa oferta &#8211; esteja você procurando um castelo, um hotel cinco estrelas, uma fazenda ou uma pousada. <strong>Há opções para todos os orçamentos</strong>&#8220;, contou ao jornal Ruth Moran, gerente de publicidade da Tourism Ireland.</p>
<div id="attachment_4849" class="wp-caption alignright" style="width: 410px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/02/ashford-200211.jpg"><img class="size-full wp-image-4849" title="ashford-200211" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/02/ashford-200211-e1298222514617.jpg" alt="ashford castle" width="400" height="262" /></a><p class="wp-caption-text">Castelo Ashford, na Irlanda</p></div>
<p><strong><a href="http://www.ashford.ie/index.php" target="_blank">O castelo Ashford</a></strong>, em County Mayo reduziu suas tarifas de verão de 550 para 450 euros. Além disso, <strong>cobra apenas duas diárias para quem passar três noites lá</strong>, não importa em que época do ano.</p>
<p>O porém: a crise econômica fez com que mu<strong>itas companhias aéreas reduzissem suas ofertas de voos</strong>, o que afetou horários e conexões, principalmente para quem quer percorrer o lado oeste da Irlanda. Isso quer dizer que você pode ter que ir a <strong>Dublin várias vezes para fazer escalas</strong>.</p>
<p><strong><a href="http://asviajantes.com/viagem/entre-leprechauns-e-pints-de-guiness-na-irlanda" target="_blank">Antes de ir a Dublin, confira as dicas das Viajantes</a></strong></p>
<p><strong><a href="http://asviajantes.com/europa/portugal-europa" target="_blank">Portugal</a></strong></p>
<p>Há tempos Portugal é uma alternativa aos preços altos do restante da Europa. Mas houve uma redução recente de tarifas de hotéis entre 14% e 18% por conta da crise e da alta concorrência no setor.</p>
<div id="attachment_4852" class="wp-caption alignleft" style="width: 360px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/02/pousada-de-viseu-200211.jpg"><img class="size-full wp-image-4852" title="pousada-de-viseu-200211" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/02/pousada-de-viseu-200211-e1298222755344.jpg" alt="Pousada de Viseu" width="350" height="201" /></a><p class="wp-caption-text">Pousada de Viseu: luxo com descontos</p></div>
<p>Uma noite no novo <strong><a href="http://lxboutiquehotel.pt/" target="_blank">hotel boutique LX</a></strong>, no bairro da Baixa, em Lisboa, tem diárias começando em 80 euros. O <strong><a href="http://www.almeidahotels.com/nm_quemsomos.php?id=12&amp;menu1=3" target="_blank">Bussaco Palace Hotel</a></strong>, um antigo palácio real, oferece &#8220;pacote de luxo acessível&#8221; por 120 euros a diária, com bufê de café-da-manhã, uma garrafa de vinho e upgrade de quarto, se houver disponibilidade. O site <strong><a href="http://www.pousadas.pt/historic-hotels-portugal/en/pages/home.aspx" target="_blank">pousadas.pt</a></strong>, que reúne monastérios, castelos e outras construções antigas remodeladas para turistas, está oferecendo uma série de descontos para o mês de março.</p>
<p><strong><a href="http://asviajantes.com/europa/portugal-europa/lisboa-portugal-europa" target="_blank">Não vá a Lisboa sem antes conferir as dicas das Viajantes</a></strong></p>
<p><strong><a href="http://asviajantes.com/europa/grecia-europa" target="_blank">Grécia </a></strong></p>
<p>Depois de uma onda de demissões no ano passado, houve uma queda instantânea de preços no país, segundo o ministro da cultura e do turismo. Isso ajudou a manter a frequência de turistas no país em 2010 e para manter o equilíbrio em 2011 o governo reduziu o imposto cobrado aos hotéis &#8211; e repassado aos hóspedes &#8211; de 11% para 6,5% do valor das diárias.</p>
<div id="attachment_4853" class="wp-caption alignright" style="width: 360px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/02/atenas200211.jpg"><img class="size-full wp-image-4853" title="atenas200211" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/02/atenas200211-e1298223159936.jpg" alt="atenas" width="350" height="234" /></a><p class="wp-caption-text">Atenas é destino econômico</p></div>
<p>Mas mesmo antes da redução os preços das tarifas já tinham caído em média 12%, mesmo em estabelecimentos de luxo. O site <strong><a href="http://www.tablethoteis.com.br/" target="_blank">tablehotels.com</a></strong> aposta em reduções de até 25% nas diárias, como em 2010. Até sites de operadoras turísticas, como o <strong><a href="http://www.viator.com/" target="_blank">viator.com</a></strong>, estão dando descontos de 10% a 20% nas excursões em Atenas e arredores.</p>
<p>O viajante que pretende visitar Atenas, porém, deve estar pronto para adaptar suas férias e possíveis greves e protestos. Neste caso, ter o contato de um agente de turismo pode ser de grande valia. Outra opção é partir rumo às ilhas, cuja rotina parece não ter sido alterada pela crise. &#8220;Os idosos ainda conitnuam sentados na praça bebendo ouzo&#8221;, disse ao jornal Richard Bruce Turen, agente de viagens especializado em cruzeiros para a Grécia.</p>
<p><strong><a href="http://asviajantes.com/viagem/atenas-historia-cultura-e-alguns-imprevistos" target="_blank">Antes de embarcar para Atenas, confira dicas das Viajantes</a></strong></p>
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		<title>Um dia na Grécia</title>
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		<pubDate>Mon, 14 Mar 2011 13:50:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Flavia Motta</dc:creator>
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		<description><![CDATA[De passagem pela Turquia, demos uma esticada na ilha grega de Chios e descobrimos um vilarejo mágico e uma praia deslumbrante]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_5002" class="wp-caption aligncenter" style="width: 410px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/03/chios-130311.jpg"><img class="size-full wp-image-5002" title="chios-130311" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/03/chios-130311.jpg" alt="a ilha de chios" width="400" height="209" /></a><p class="wp-caption-text">A ilha de Chios vista do mar Egeu</p></div>
<p>A <strong><a href="http://asviajantes.com/europa/grecia-europa">Grécia</a></strong> é um dos lugares que eu sempre soube que visitaria um dia. Casinhas brancas, aquele <strong>mar de um azul indefinível</strong>, uma cozinha deliciosa&#8230; E com uma distância que pode chegar a míseros <strong>4km da <a href="http://asviajantes.com/europa/turquia-europa">Turquia</a></strong>, aparentemente visitar os dois países numa só viagem seria ótima ideia.</p>
<div id="attachment_4994" class="wp-caption alignleft" style="width: 260px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/03/placa-grecia-130310.jpg"><img class="size-full wp-image-4994" title="placa-grecia-130310" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/03/placa-grecia-130310.jpg" alt="placa de rua na grécia" width="250" height="188" /></a><p class="wp-caption-text">Alfabeto ocidental ajuda na orientação com placas na estrada</p></div>
<p>&#8216;Seria&#8217; porque <strong>a viagem entre certas regiões da Turquia e da Grécia não é tão simples</strong>. A limitação de opções de voos e partidas de barco &#8211; especialmente na média temporada &#8211; acabou sendo determinante para alterarmos o roteiro. Assim, em vez de dias na Grécia, esticamos do litoral da Turquia até <strong>Çesme</strong>, cidade que fica só a 4km da ilha de Chios. E lá passamos nosso dia em território grego.</p>
<p><strong>Viagem de barco</strong> &#8211; De Çesme saem barcos para Chios às terças, quintas e sábados pela manhã, voltando no fim do dia. Na alta temporada a frequência aumenta e pode chegar a saídas diárias na altíssima temporada. <strong>A passagem em setembro de 2010 custava 30 euros ida e volta</strong> e você pode comprar sem problemas na rua principal da cidade. Saímos de Çesme às 10h para voltar no barco das 17h. Parecia tempo suficiente, mas Chios certamente merece no mínimo dois dias de visita.</p>
<div id="attachment_4998" class="wp-caption alignright" style="width: 360px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/03/pirgy-praca-130310.jpg"><img class="size-full wp-image-4998" title="pirgy-praca-130310" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/03/pirgy-praca-130310-e1300060234383.jpg" alt="fachadas em pyrgi" width="350" height="245" /></a><p class="wp-caption-text">Grafismos nas fachadas de Pyrgi (clique e amplie a foto)</p></div>
<p><strong>Chios tem como principais atrações pequenos vilarejos típicos, praias de tirar o fôlego e sítios arqueológicos</strong>. Como havíamos passado fazia poucos dias por Éfesus &#8211; a cidade clássica mais bem conservada do Mediterrâneo &#8211; decidimos nos concentrar nas outras atrações.</p>
<p><strong>Pyrgi e Mavra Voglia</strong> &#8211; Nosso foco eram o vilarejo de Pyrgi e a praia de Mavra Voglia &#8211; escolhas baseadas no Lonely Planet, em comentários de fóruns na internet e no Google Images. <strong>Pyrgi é um verdadeiro labirinto de casas antigas com fachadas encantadoramente desenhadas com grafismos</strong>. O efeito é fantástico, ainda mais se você nunca viu nada parecido (nós não tínhamos visto).</p>
<p>Pyrgi fica a uns 30km de distância de Chios Town, o principal porto da ilha e onde chegam os barcos com turistas. <strong>A estrada até lá tem trechos com oliveiras à beira</strong> mas não é um caminho exatamente bonito. Já quando se chega a Pyrgi (pronuncia-se &#8216;pirguí&#8217;) é preciso estar atento à largura das ruas, quanto mais na periferia do vilarejo, menos estreitas. Carro estacionado, hora de explorar o vilarejo a pé.</p>
<div id="attachment_4999" class="wp-caption alignleft" style="width: 249px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/03/tomate-secando-130310.jpg"><img class="size-full wp-image-4999" title="tomate-secando-130310" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/03/tomate-secando-130310-e1300060470351.jpg" alt="" width="239" height="320" /></a><p class="wp-caption-text">Tomates secando sob varanda em Pyrgi (clique e amplie a foto)</p></div>
<p><strong>Por dentro do vilarejo</strong> &#8211; Pyrgi tem uma praça fofíssima coberta de árvores, que é o lugar perfeito para se sentar e admirar os grafismos das casas ao redor e a igrejinha em frente. Ah, e para tomar uma cerveja e provar um pouco da cozinha grega, tudo fornecido pelos bares no entorno da praça.</p>
<p>Mas é andando e se perdendo que você vai ver uma Grécia bem diferente da dos cartões postais. <strong>Sabia que os gregos secam tomates ao vento? </strong>Pois em setembro você vê cachos e mais cachos de tomates pendurados em varandas e janelas. Também vai ver sentados na porta de casa senhores e senhoras cuja visão é um convite ao clique. Mas vai mesmo é se admirar com a variedade de composições gráficas em preto e branco nas fachadas. <strong>Em Pyrgi a vida corre sem pressa</strong>, a sugestão é que você faça o mesmo.</p>
<p><strong>Próxima parada: praia</strong> &#8211; Mas nós só tínhamos algumas horas em Chios, então partimos em pouco tempo para <strong>Mavra Voglia</strong> (pronuncia-se &#8216;mavra vólia&#8217;). A promessa é de uma <strong>praia reservada coberta de pedra vulcânica</strong>. O caminho de Pyrgi até lá é bem mais bonito que o trecho que tínhamos feito anteriormente, já que passa mais próximo do mar. Ao chegar com o carro, porém, você não verá a praia. Vai ter que estacionar e ir na direção da orla, fechada só para pedestres. É aí que vem o deslumbramento &#8211; o primeiro.</p>
<p><strong>Mavra Voglia é uma pequena baía com um mar azul que muda de cor conforme a profundidade</strong>. O contraste desse azul com o cinza das pedras vulcânicas forma uma paisagem impressionante. Mas é quando você faz o caminho sobre as pedras e chega na outra baía que descobre que dá para o cenário ficar ainda mais bonito.</p>
<div id="attachment_5009" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/03/mavra-voglia-130311.jpg"><img class="size-full wp-image-5009" title="mavra-voglia-130311" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/03/mavra-voglia-130311-e1300063215698.jpg" alt="a praia de mavra voglia" width="500" height="187" /></a><p class="wp-caption-text">Mavra Voglia em dois ângulos: à esquerda e à direita do caminho de pedras (clique e amplie a foto)</p></div>
<p><strong>Mar de cartão postal </strong>- Do alto desse caminho você vê uma praia igualzinha à anterior, mas com um plus: logo abaixo de um penhasco. <strong>O visual de Mavra Voglia do lado das falésias é bem mais impactante</strong>. E foi ali que resolvemos ficar para curtir as horas que nos restavam na Grécia.</p>
<div id="attachment_5004" class="wp-caption alignright" style="width: 250px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/03/oliveiras-1303101.jpg"><img class="size-full wp-image-5004 " title="oliveiras-130310" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/03/oliveiras-1303101.jpg" alt="oliveiras" width="240" height="320" /></a><p class="wp-caption-text">Oliveira na beira da estrada</p></div>
<p><strong>A água em Mavra Voglia é geladinha na medida certa e o mar é muito calmo</strong>, mas há uma coisa a se ponderar: pedras vulcânicas esquentam muito e podem fazer você desistir de se deitar ao sol e te obrigar a ir até a água de chinelo. É por isso que muita gente acaba pegando sol ali na beirinha do mar mesmo. Não que isso seja um problema.</p>
<p><strong>Pouco tempo, muito pra ver</strong> &#8211; Problema mesmo foi termos achado que <strong>apenas um dia em Chios bastaria</strong>. Não basta: leva-se quase uma hora para cruzar de ferry boat os 4km que separam Çesme e Chios; é preciso passar pela aduana na ida e na volta (diferentemente da Grécia, a Turquia não faz parte da União Europeia) e ainda perde-se um tempo precioso para alugar o veículo com o qual você vai circular pela ilha.</p>
<p>Aliás, <strong>o transporte vale um adendo</strong>. Pelas pesquisas prévias que eu fiz parecia muito fácil chegar em Chios, alugar uma vespa e viver cenas de filme em cenários de cartão postal. Não foi nem possível. Todas as lojas que alugavam vespas se negaram a alugar a motinho para um casal sem habilitação específica nem experiência. Pode parecer óbvio, mas vários amigos na mesma situação já alugaram em outros países. <strong>O jeito foi alugar um carro mesmo, que pelo menos custava só um pouco mais (60 euros, contra 40 da vespa).</strong></p>
<p>Sabe as 7 horas compreendidas entre 10h e 17h? Acabaram virando umas 4, por conta do contratempo com o aluguel do transporte. Ainda assim valeu a pena. <strong>E valeu para ter certeza de que eu vou mesmo voltar à Grécia.</strong> Mas da próxima vez, com toda a calma do mundo.</p>
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