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	<title>Viagem é com As Viajantes &#187; Daniela Amorim</title>
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	<description>Dicas de viagem, roteiros de turismo, listas de destinos, truques para comprar passagens</description>
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		<title>Comer, beber e desfrutar do verão em Punta del Este</title>
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		<pubDate>Tue, 27 Dec 2011 23:00:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniela Amorim</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A alta temporada no balneário uruguaio vai até o fim de janeiro e atrai cada vez mais brasileiros. Aos que pretendem fazer uma visita, aqui estão dicas de onde comer e beber bem.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_5777" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/12/CIMG2057.jpg"><img class="size-medium wp-image-5777" title="Jantar no El Secreto, um dos meus preferidos em Punta" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/12/CIMG2057-300x225.jpg" alt="Jantar no El Secreto, um dos meus preferidos em Punta" width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">Jantar no El Secreto, um dos meus preferidos em Punta</p></div>
<p>O réveillon em Punta Del Este tem fama de ser um dos mais animados da América Latina. A festa faz lotar os hotéis da região, que quadriplicam os preços das diárias imediatamente depois do Natal. A altíssima temporada no balneário uruguaio se estende até o fim de janeiro, e tem atraído cada vez mais turistas brasileiros. Aos que pretendem fazer uma visita ou apenas dar uma passada pela península num dos muitos cruzeiros que atracam nessa época do ano, aqui estão algumas dicas de onde comer e beber bem.</p>
<p>A primeira recomendação é evitar estabelecimentos que se promovem junto aos turistas prometendo preços mais baratos. A qualidade não costuma ser tão boa, e a diferença na conta é pequena. Não tenha medo de restaurantes com um ar mais sofisticado. Como as refeições fora de casa são relativamente caras no Uruguai de qualquer maneira, você paga um pouco mais para comer muito melhor.</p>
<p>Em Punta, há grande oferta de parrillas, tábuas de frios e pescados. Como o mar é generoso na região, acho que vale dar preferência aos frutos do mar, sempre frescos. Para acompanhar, as cervejas uruguaias são uma boa pedida, mas a oportunidade é perfeita para experimentar os vinhos uruguaios. Durante o dia, sob sol forte, minha primeira opção é um vinho branco bem geladinho.</p>
<div id="attachment_5776" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/12/CIMG2061.jpg"><img class="size-medium wp-image-5776" title="Os melhores mejillones a la provenzal, uma especialidade local, são frescos e vêm afogados no molho de vinho branco" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/12/CIMG2061-300x225.jpg" alt="Os melhores mejillones a la provenzal, uma especialidade local, são frescos e vêm afogados no molho de vinho branco" width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">Os melhores mejillones a la provenzal, uma especialidade local, são frescos e vêm afogados no molho de vinho branco</p></div>
<p>Um dos endereços mais sofisticados de Punta Del este, a Rambla General Artigas, que leva ao iate clube, tem bons restaurantes. Recomendo o Guappa, o El Secreto e o Virazón. Os três ficam um ao lado do outro, todos com qualidade razoável, embora eu tenha preferido o El Secreto. Durante o dia, vale a pena sentar nas mesas à beira mar, debaixo dos ombrellones. Os garçons atravessam a rua para servir os clientes. À noite, prefira as dependências internas para fugir do vento.</p>
<p>Outro ótimo lugar para jantar é o Napoleón, também na Rambla Artigas, mas já quase em frente ao porto. O atendimento é ótimo e, de quebra, você pode esticar nos bares logo ao lado. Tanto o Soho e quanto o Moby Dick enchem depois de 1h da madrugada, e o agito se estende até quase amanhecer. Assim como na Argentina, a noite de Punta começa tarde.</p>
<p>Do outro lado da península, recomendo o Miró, na Playa El Emir (Calle 20 y 27 Playa El Emir). O lugar é charmoso, perfeito para tomar um vinho branco à tarde, depois da praia. O ar condicionado é potente, mas também há ombrellones para quem preferir ficar junto à areia.</p>
<p>Nas avenidas mais agitadas da península, a Remanso e a Gorlero, há lugares mais baratos para lanches, como sanduíches e pizzas. Na Remanso, há uma filial grande da sorveteria argentina Freddo, logo no segundo ou no terceiro quarteirão. Na Gorlero, o turista encontra o indefectível McDonald’s entre as muitas lojas de souvenires.</p>
<p>As ruas perpendiculares a essas principais avenidas guardam outros restaurantes charmosos, que valem a pena serem explorados. Comi uma picada ótima (tábua de frios) em um café despretensioso, com cara de restaurante chinês, na calle El Corral.</p>
<div id="attachment_5775" class="wp-caption aligncenter" style="width: 584px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/12/CIMG2156.jpg"><img class="size-large wp-image-5775  " title="Restaurante Leonardo Etxea, de comida basca, em Punta del Este" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/12/CIMG2156-1024x768.jpg" alt="Restaurante Leonardo Etxea, de comida basca, em Punta del Este" width="574" height="430" /></a><p class="wp-caption-text">Restaurante Leonardo Etxea, de comida basca, em Punta del Este</p></div>
<p>Outra região com boas opções de restaurantes fica entre as ruas Joaquin Lenzina e Charrua, já perto da Playa Mansa. Um bom exemplo é o restaurante Leonardo Etxea, de cozinha basca. O lugar tem um quê de cozinha de autor, embora não seja exatamente alta gastronomia. O ambiente é agradável, e os pratos são caprichados. Fica quase na esquina da J. Lenzina com a Boulevard Artigas.</p>
<p>Mais longe do centro, em Manatiales, recomendo ainda o bar Cactus y Pescados para um refresco após um mergulho na Playa Bikini.</p>
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		<title>Lanzarote, uma introdução às Ilhas Canárias</title>
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		<pubDate>Mon, 28 Mar 2011 13:57:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniela Amorim</dc:creator>
				<category><![CDATA[Espanha]]></category>
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		<description><![CDATA[Quando fui a Lanzarote, sabia só que havia sido refúgio de Saramago. Logo me encantei com as paisagens áridas, entre vulcões adormecidos.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_5054" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/03/lanzarote.jpg"><img class="size-full wp-image-5054" title="lanzarote" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/03/lanzarote.jpg" alt="Os camelos entre as Montanhas de Fogo - lanzarote" width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">Os camelos entre as Montanhas de Fogo</p></div>
<p>Quando recebi um convite para ir a <strong>Lanzarote</strong>, ou Lançarote, eu sabia apenas que essa ilha vulcânica tinha sido escolhida como refúgio pelo Nobel de Literatura <strong>José Saramago</strong> e que tinha servido de cenário para um filme recente do Almodóvar. Bastou uma rápida busca no Google para me encantar pelas paisagens áridas, entre vulcões adormecidos, salpicadas por vilas de casinhas rústicas caiadas.</p>
<p>Apesar de estar na altura da costa africana, próxima ao Marrocos, Lanzarote faz parte da Espanha e integra o arquipélago das <strong>Ilhas Canárias</strong>. No arquipélago, é a ilha mais próxima ao continente, a mais ao leste. O clima é seco e a temperatura é amena quase o ano inteiro, apesar dos fortes ventos.</p>
<p>Como no resto das Canárias, Lanzarote recebe muitos turistas europeus em seus muitos resorts, mas ainda é das menos concorridas. Para chegar à ilha, há voos low cost pela Easyjet e outros por companhias tradicionais, como a Spanair. A partir de Madri, o voo para o aerporto da capital, Arrecife, dura cerca de três horas.</p>
<p>Há três pólos turísticos que concentram uma maior oferta de serviços para turistas: <strong>Puerto del Carmen</strong>, <strong>Costa Teguise</strong> e<strong> Playa Blanca</strong>. Essas cidades estão bem preparadas para receber os turistas, com hotéis, restaurantes e lojas de tdo tipo. Mas, uma vez em Lanzarote, sugiro alugar um carro para explorar cada pueblo, praia, penhasco.</p>
<p>Os resorts são confortáveis, mas escondem o charme e a história dessa ilha castigada por erupções vulcânicas, que moldaram a natureza a ponto de o lugar ter recebido o título de <strong>Reserva da Biosfera da Unesco</strong>.</p>
<div id="attachment_5055" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/03/vinhedos.jpg"><img class="size-full wp-image-5055" title="vinhedos" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/03/vinhedos.jpg" alt="Os vinhedos característicos da ilha formam La Geria - Lanzarote" width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">Os vinhedos característicos da ilha formam La Geria </p></div>
<p>Algumas boas estradas cortam a ilha de norte a sul, leste a oeste. Mas há muitas outras, secundárias, a serem exploradas, o que torna a expedição mais emocionante se for feita a bordo de um 4&#215;4. A ordem é por o pé na estrada, mas seguem aqui algumas dicas de pontos turísticos obrigatórios:</p>
<p><strong>Parque Nacional de Timanfaya</strong> &#8211; O parque é uma área protegida que reúne vulcões e geiseres. Na entrada, no <strong>Museu de Rochas</strong>, o visitante descobre um pouco mais sobre os rios de lava que formaram a paisagem árida, negra e vermelha. No centro do parque estão as Montanhas de Fogo, vulcões com alguma atividade (monitorada 24h por dia), por onde é possível fazer um passeio em ônibus especial. No topo de um deles está o Restaurante del Diablo, onde a comida é preparada no calor do próprio vulcão. Em outra área do parque, mas ainda nas <strong>Montanhas de Fogo</strong>, é possível também fazer um passeio de camelo.</p>
<p><strong>El Golfo</strong> &#8211; É uma formação vulcânica na costa oeste da ilha. Parte de um antigo vulcão protege uma lagoa de água verde esmeralda.</p>
<p><strong>Salinas del Janubio</strong> &#8211; O litoral oeste é rico em penhascos e praias. As salinas chamam a atenção pelo degradê de cores, do vermelho ao branco.</p>
<p><strong> </strong></p>
<div id="attachment_5057" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><strong><strong><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/03/praia.jpg"><img class="size-full wp-image-5057" title="praia" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/03/praia.jpg" alt="A areia dourada da praia na Costa Papagayo - Lanzarote" width="300" height="225" /></a></strong></strong><p class="wp-caption-text">A areia dourada da praia na Costa Papagayo</p></div>
<p><strong> </strong><strong>Los Hervideros</strong> &#8211; Descendo do Golf em direção às Salinas de Janubio estão penhascos que pedem uma visita. Há caminhos para que o visitante percorra em segurança e encontre os melhores ângulos para fotos.</p>
<p><strong>La Geria</strong> &#8211; As videiras sã plantadas de uma forma totalmente característica na ilha. São buracos no slo vulcânico, onde a planta reina absoluta e protegida do vento por um pequeno muro de pedras, em formato de meia-lua. Vale a pena visitar algumas vinícolas da região.</p>
<p><strong>Risco de Famara </strong>- Um paredão formado por uma cadeia de mntanhas serve de cenário para a prática de esprtes como parapente e asa delta. As praias são muito procuradas para o surfe, o que se reflete nos pueblos da região, tomados por amantes do esporte.</p>
<p><strong>Jardim de Cactus </strong>- Projetado por César Manrique, o artista plástico e arquiteto que virou símbolo da ilha, o lugar reúne mais de mil espécies de cactus num belo trabalho de jardinagem.</p>
<p><strong>Casa Museo del Campesino</strong> &#8211; O lugar reúne uma coleção que conta a história dos campneses locais, mas a atração maior é o tradicional restaurante que funciona no lugar, com gastronomia igualmente regional.</p>
<p><strong> </strong></p>
<div id="attachment_5058" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><strong><strong><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/03/museu.jpg"><img class="size-full wp-image-5058" title="museu" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/03/museu.jpg" alt="O Castillo de San José, em Arrecife, abriga o Museo Internacional de Arte Contemporáneo - Lanzarote" width="300" height="225" /></a></strong></strong><p class="wp-caption-text">O Castillo de San José, em Arrecife, abriga o Museo Internacional de Arte Contemporáneo</p></div>
<p><strong></strong><strong>Mirador del Rio</strong> &#8211; O mirante escavado nas montanhas no extremo norte da ilha oferece uma bela paisagem.</p>
<p><strong>Jameos del Agua</strong> &#8211; Outra obra de Manrique, é uma espécie de construção feita por baixo de camadas de lava vulcânica, ao mesmo tempo cortadas pela água do mar.</p>
<p><strong>Cueva de los Verdes</strong> &#8211; A poucos metros dos Jameos del Agua, a cova é uma gruta vulcânica com quilômetros de extensão. Parte dela pode ser percorrida pelo público, num passeio com direito a guia explicando as histórias que cercam o lugar.</p>
<p><strong>Museo Internacional de Arte Contemporáneo</strong> &#8211; O museu funciona no Castillo de San José, no porto de Arrecife. A visita vale a pena não apenas pelas obras, como pela vista e arquitetura do lugar. No térreo, à beira do mar, há um restaurante.</p>
<p><strong>Fun</strong><strong>dação César Manrique </strong>- A casa que serve de sede para a fundação fi cnstruída por César Manrique. Além de mostrar o curioso estilo arquitetônico do artista, o lugar ainda abriga uma exposição sobre a sua obra.</p>
<p><strong>Castillo de Santa Bárbara</strong> &#8211; Na borda de uma cratera vulcânica, está esse pequeno castelo, construíd no século XVI. Além de uma vista incrível da charmosa e histórica vila Teguise, o lugar abriga ainda o Museo del Emigrante Canario.</p>
<p><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/03/el-golfo.jpg"><img class="size-full wp-image-5062" title="el-golfo" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/03/el-golfo.jpg" alt="A lagoa verde esmeralda em El Golfo - Lanzarote" width="600" height="235" /></a></p>
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		<title>Budapeste: a cidade mostra os encantos que a fizeram objeto de cobiça de diferentes povos</title>
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		<pubDate>Sat, 09 Oct 2010 15:21:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniela Amorim</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Dividida em duas pelo Danúbio, Budapeste conserva castelos, lindos parques e história. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_3990" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2010/10/danúbio-corta-a-cidade-em-buda-e-peste.jpg"><img class="size-medium wp-image-3990" title="danúbio corta a cidade em buda e peste" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2010/10/danúbio-corta-a-cidade-em-buda-e-peste-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">O Rio Danúbio, visto da Citadella, separa a cidade em Buda e Peste</p></div>
<p><strong>Budapeste</strong> é uma sobrevivente. Foi tomada por romanos,  turcos, austríacos, nazistas e até comunistas. As marcas dos conflitos são mais evidentes em Peste, que tem prédios mais recentes (não tão recentes, provavelmente do início do século 20) e pouco conservados. Há um quê de <strong>elegância decadente</strong> no ar. Mas é possível que o passado sofrido fique de vez para trás, já que o lugar atrai mais e mais turistas e investidores. Com edifícios históricos, atividades culturais e uma badalada vida noturna, a capital da Hungria pede ao menos uma semana de visita.</p>
<p>Cortada ao meio pelo rio Danúbio, <strong>Peste</strong> é o centro financeiro, concentrando comércio, restaurantes e instalações para turistas. Já <strong>Buda</strong>, que foi sede de governo por séculos, é mais residencial e mantém o castelo, onde fica o <strong>Palácio Real</strong>, imponente sobre uma colina às margens do rio.</p>
<p><strong>COMO CHEGAR</strong><strong> </strong></p>
<div id="attachment_3991" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2010/10/danubio-barco-restaurante-e-castelo.jpg"><img class="size-medium wp-image-3991" title="danubio barco restaurante e castelo" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2010/10/danubio-barco-restaurante-e-castelo-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">Um dos barcos que funcionam como restaurante no Danúbio. Ao fundo, o castelo de Buda</p></div>
<p>Para quem está circulando pela <strong>Europa Central</strong>, vale a pena pegar trem, ônibus ou carro alugado. De Bratislava a Budapeste, por exemplo, foram menos de quatro horas de viagem em ônibus, com passagens a 14 euros. Para cidades mais distantes, há voos low cost de empresas como a <a href="http://www.easyjet.com/asp/PT/Reservar/index.asp?lang=pt" target="_blank"><strong>Easyjet</strong></a>.</p>
<p><strong>COMO SE LOCOMOVER</strong></p>
<p>Budapeste tem ônibus, trem, metrô e bonde. Mas o melhor, claro, é andar a pé para sentir a cidade. Se a distância é longa, pegue um bonde. Há diversas linhas e pontos por todo o lado. Se não houver máquina, compre os bilhetes nas bancas que vendem jornais e cigarros.</p>
<p><strong>ONDE FICAR</strong></p>
<p>Peste tem muitas opções de acomodações para turistas. O centro financeiro é agradável e bem preparado. Mas, para quem quer economizar, há a opção de <strong>novos flats</strong> na região mais ao sul. O lugar vem perdendo prédios antigos para a especulação imobiliária. Apesar de uma mobilização local em defesa da tradição, sobretudo no bairro judeu (ligeiramente a oeste), as construções estão a todo vapor. A maioria dos empreendimentos parece residencial, mas a proximidade com o Centro (a uma curta distância a pé) tornou o lugar atraente também para a indústria hoteleira. Apesar de o sistema de pagamento ser o mesmo, por diária, a diferença de alugar um flat é a falta de serviço de quarto. Em compensação, os apartamentos são <strong>bem equipados</strong> e alguns comportam uma família inteira. Quem gosta de cozinhar pode economizar também preparando as refeições dentro de casa (há mercados da rede <a href="http://www.spar.co.uk/" target="_blank">Spar</a> na cidade). Experimentei o <a href="http://www.booking.com/hotel/hu/vivaldi-apartments-budapest.pt.html?aid=335647;sid=ce931ffb1ac70ce4c4659a3184bdad01" target="_blank"><strong>Apartments Vivaldi</strong> </a>e gostei. Veja mais opções<a href="http://www.booking.com/searchresults.html?ssne=xyz&amp;error_url=http%3A%2F%2Fwww.booking.com%2Fsearchresults.html%3Faid%3D335647%3Bsid%3Db35ab23b292473a857643a1d66abd575%3Bcity%3D-358413%3Bclass_interval%3D1%3Bidf%3D1%3Boffset%3D0%3Bradius%3D1%3Bscore_min%3D0%3Bsi%3Dai%252Cco%252Cci%252Cre%252Cdi%3Bss%3Dpest%3Bss_all%3D0%3Bssne%3DPeste%3B&amp;aid=335647&amp;sid=b35ab23b292473a857643a1d66abd575&amp;si=ai%2Cco%2Cci%2Cre%2Cdi&amp;ss=budapeste&amp;radius=50&amp;checkin_monthday=0&amp;checkin_year_month=0&amp;checkout_monthday=0&amp;checkout_year_month=0&amp;idf=on" target="_blank"> aqui</a>.</p>
<p><strong>Quer saber mais sobre o Leste Europeu? Leia </strong><strong><a href="http://asviajantes.com/europa/austria-europa" target="_blank">aqui sobre a Áustria</a></strong><strong> e <a href="http://asviajantes.com/europa/republica-tcheca-europa" target="_blank">aqui sobre a República Checa</a>.</strong></p>
<p><strong>LÍNGUA E MOEDA</strong></p>
<div id="attachment_3992" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2010/10/igreja-de-sao-matias.jpg"><img class="size-medium wp-image-3992" title="igreja de sao matias" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2010/10/igreja-de-sao-matias-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">O telhado de azulejos da Igreja de São Matias</p></div>
<p>Com exceção dos ambulantes e pedintes nas duas ruas comerciais mais movimentadas do Centro, é incomum encontrar húngaros que falem inglês. Prepare-se para fazer <strong>mímicas</strong> caso precise de informações. Ou tente abordar um imigrante (tive sorte nas duas vezes que me dirigi a africanos, por exemplo). Mas restaurantes e lojas têm funcionários preparados para atender aos turistas.</p>
<p>A <strong>moeda húngara</strong> é o <strong>forint</strong>, que dificilmente será encontrada em casas de câmbio fora do país. Minha dica é passar em um caixa eletrônico assim que chegar à Hungria e fazer um saque em moeda local (rede <strong>Plus</strong> e <strong>Cirrus</strong> são facilmente acessadas de lá). Para ter uma ideia de quanto vale o dinheiro, corte dois zeros. Se pagar 620,00 forints por um chocolate quente, significa que ele deve ter custado uns R$ 6,00.</p>
<p><strong>COMPRAS</strong></p>
<p>Há duas ruas obrigatórias para quem gosta de comprar e apreciar o movimento: <strong>Váci utca</strong> e <strong>Andrássy utca</strong>. A primeira tem grandes magazines, como <strong>H&amp;M</strong>, e lojas de souvenirs, além de restaurantes. A segunda abriga boutiques de luxo, cafés e casarões antigos tombados, além da Ópera.</p>
<p><strong>ATRAÇÕES EM BUDA</strong></p>
<div id="attachment_3993" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2010/10/expo-guerra-na-citadela.jpg"><img class="size-medium wp-image-3993" title="expo guerra na citadela" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2010/10/expo-guerra-na-citadela-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">Mostra na Citadella remonta ao tempo em que foi usada como abrigo de tropas nazistas na Segunda Guerra Mundial</p></div>
<p><strong>Castelo de Buda -</strong> O castelo é um complexo murado que abriga o Palácio Real, no alto da colina, às margens do rio Danúbio. Construído antes de 1300, foi destruído e reconstruído durante diversos conflitos, sendo o último deles a Segunda Guerra Mundial. Hoje, o prédio parece impecável. O exterior é imponente. Os jardins convidam a um passeio, que merece pausas para apreciar a melhor vista da cidade. Dentro do Palácio, há os acervos da Galeria Nacional, Museu Histórico de Budapeste, Museu de Arte Contemporânea, Coleção Ludwig e Biblioteca Nacional Széchenyi.</p>
<p><strong>Cidade antiga de Buda -</strong> Fora do Palácio Real, mas ainda dentro dos muros do castelo, há ruas estreitas e casas burguesas. Lá estão a <strong>Igreja de São Matias</strong> &#8211; um edifício gótico com a torre coberta por azulejos -, o prédio da antiga <strong>Prefeitura</strong>, <strong><a href="http://hungarystartshere.com/Museum-of-Military-History-Hadtorteneti-Muzeum-Budapest" target="_blank">Museu de História Militar</a></strong>, <strong>Torre de Madalena</strong>, <strong>Estátua da Santíssima Trindade </strong>e <strong>Bastião dos Pescadores</strong>. Há também lojas, cafés, restaurantes &#8211; como o <strong><a href="http://www.pierrot.hu/" target="_blank">Café Pierrot</a></strong>, meio francês nas porções e nos preços salgados &#8211; e até um hotel, para quem pode pagar pela vizinhança privilegiada.</p>
<p><strong>Citadella -</strong> O pequeno forte foi usado durante a Segunda Guerra Mundial pelos nazistas. Hoje, a edificação abriga uma exposição que conta a história da ocupação nazista, com fotos chocantes e ambientes da guerra preservados. Lá fora, uma bela vista da cidade. Ao redor da construção há um parque e ruas íngremes e residenciais que tornam o ambiente agradável.</p>
<div id="attachment_3994" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2010/10/foto-na-parede-da-gellert.jpg"><img class="size-medium wp-image-3994" title="foto na parede da gellert" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2010/10/foto-na-parede-da-gellert-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">O painel em um dos corredores labirínticos das Termas Gellért mostra a arquitetura com inspiração turca que não podemos fotografar</p></div>
<p><strong>Termas e Hotel Gellért -</strong> A experiência mais curiosa que tive em Budapeste foi experimentar o tradicional banho em águas termais. Escolhi as<a href="http://www.gellertbath.com/" target="_blank"> <strong>Termas Gellért</strong></a>, a mais famosa, que fuciona dentro do hotel de mesmo nome. Os banhos funcionam diariamente, mas fazem mais sucesso e ficam abertos por mais horas durante o inverno. Ou seja, mesmo que esteja nevando lá fora, não esqueça de carregar um biquíni na bolsa. Depois de deixar as roupas em cabines comuns e pagar pelo aluguel de toalhas (leve a sua de casa, porque não são baratas), homens e mulheres podem tomar banho de piscina juntos. Mas separam-se em seções divididas por gênero na hora de relaxar nas águas termais. Na seção feminina, há duas grandes piscinas, uma com a temperatura cerca de dois graus mais elevada que a outra, além de sauna e salas de massagem. A segregação de homens e mulheres explica-se por um hábito local: as senhoras costumam desfrutar dos banhos termais <strong>nuas</strong> em pelo. É especialmente engraçado o contraste com as jovens banhistas, pudicas, devidamente cobertas por biquinis europeus bem comportados.</p>
<p><strong>Parque Szobor -</strong> Fora do Centro, no sudoeste de Buda está o parque das estátuas. Há um ônibus turísticos que parte diariamente de Deák tér, em Peste. O bilhete dá direito a volta e entrada na atração.</p>
<p><strong><a href="http://www.aquincum.hu/menuoldalangolbal.htm" target="_blank">Museu Aquincumi -</a></strong> Um pouco mais distante, em Óbuda, sete quilômetros ao norte do centro de Buda, estão as ruínas mais completas de uma cidade romana na Hungria.</p>
<p><strong>ATRAÇÕES EM PESTE</strong></p>
<div id="attachment_3995" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2010/10/patos-no-lago-de-varosliget.jpg"><img class="size-medium wp-image-3995" title="patos no lago de varosliget" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2010/10/patos-no-lago-de-varosliget-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">Os populares patos de Városliget não deixam o grande lago nem durante o gelado inverno húngaro</p></div>
<p><strong>Váci útca e Andrássy utca -</strong> São dois templos de consumo, sendo a primeira rua mais turística e a segunda voltada para o luxo, com lojas de grifes internacionais em meio aos casarões do século 19.</p>
<p><strong>Igreja da Cidade Interna -</strong> Era igreja, depois virou mesquita, mais tarde igreja de novo. O santo mártir Gellért foi enterrado no lugar.</p>
<p><strong>Ópera -</strong> O prédio de 1884 é decorado com motivos musicais por fora e detalhes luxuosos por dentro.</p>
<p><strong>Museu Nacional -</strong> Fundado em 1802 no edifício neoclássico, o museu abriga um acervo que vai do século 11 ao 20.</p>
<p><strong>Basília de Santo Estevão -</strong> A basílica homenageia o primeiro rei cristão da Hungria, István, no coração de Peste. Afrescos contam passagens da vida do rei e uma capela guarda seu antebraço mumificado.</p>
<div id="attachment_3996" class="wp-caption alignright" style="width: 235px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2010/10/basilica-de-santo-estevao.jpg"><img class="size-medium wp-image-3996" title="basilica de santo estevao" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2010/10/basilica-de-santo-estevao-225x300.jpg" alt="" width="225" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">A Basílica de Santo Estevão, no coração financeiro de Peste, guarda o antebraço mumificado do rei István</p></div>
<p><strong>Parlamento -</strong> Inspirado em Westminster, o Parlamento britânico, o edifício à beira do Danúbio é o maior da Hungria. Além das galerias públicas, há visitas guiadas.</p>
<p><strong>Városliget -</strong> O parque reúne várias atrações, além do grande lago cheio de patos e do Castelo de Vajdahunyad. Há também zoológico, circo, piscina pública, museu e galeria de arte, além de estátuas espalhadas pelos espaçosos jardins.</p>
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		<title>Um passeio pelas vinícolas do Uruguai</title>
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		<pubDate>Thu, 16 Sep 2010 19:05:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniela Amorim</dc:creator>
				<category><![CDATA[América do Sul]]></category>
		<category><![CDATA[Montevidéu]]></category>
		<category><![CDATA[Punta del Leste]]></category>
		<category><![CDATA[Uruguai]]></category>
		<category><![CDATA[Viagem]]></category>

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		<description><![CDATA[Um roteiro pelas vinícolas do Uruguai para quem já é fã de vinho e para os que não vão resistir após o primeiro gole.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_3841" class="wp-caption aligncenter" style="width: 624px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2010/09/sede-carrau1.jpg"><img class="size-large wp-image-3841 " title="A sede da Bodegas Carrau, que produz o Amat" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2010/09/sede-carrau1-1024x768.jpg" alt="A sede da Bodegas Carrau, que produz o Amat" width="614" height="461" /></a><p class="wp-caption-text">A sede da Bodegas Carrau, que produz o Amat</p></div>
<p>Percorrer vinícolas tornou-se um hábito em viagens a países produtores de vinho. O <a href="http://asviajantes.com/america-do-sul/uruguai-america-do-sul">Uruguai</a> é um deles. A produção remonta à colonização espanhola, que fez chegar ao país as primeiras cepas. Hoje, o consumo da bebida faz parte da cultura local. E uma cepa de origem francesa, a tannat, tornou-se patrimônio nacional, com direito a pesquisas bancadas pelo governo. A intenção é elevar a qualidade da produção ao nível de vinícolas famosas do <a href="http://asviajantes.com/america-do-sul/chile-america-do-sul-2">Chile </a>e <a href="http://asviajantes.com/america-do-sul/argentina-america-do-sul">Argentina</a>, impulsionando assim a exportação da bebida, já absorvida em grande parte pelo Brasil.</p>
<div id="attachment_3836" class="wp-caption alignleft" style="width: 249px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2010/09/vinhas-juanico.jpg"><img class="size-full wp-image-3836   " title="Vinhedos da Bodega Juanicó" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2010/09/vinhas-juanico.jpg" alt="Vinhedos da Bodega Juanicó" width="239" height="179" /></a><p class="wp-caption-text">Vinhedos da Bodega Juanicó</p></div>
<p>O primeiro passo para visitar vinícolas é definir o meio de transporte. Prefiro alugar um carro para ter mais mobilidade, mas é possível contratar excursões ou táxis nos hotéis.</p>
<p>Em seguida, defina quais vinícolas deseja visitar e marque as degustações com antecedência. Apenas recentemente, com a invasão de turistas brasileiros, os uruguaios se deram conta de que o negócio pode ser lucrativo também para a indústria do turismo.</p>
<p>Embora ainda não tenham infraestrutura para absorver os visitantes ocasionais, identificar-se como brasileiro ajuda a abrir portas. Mas, para evitar a ausência de funcionários preparados para comandar um tour e uma degustação, o melhor mesmo é fazer uma reserva.</p>
<div id="attachment_3840" class="wp-caption alignleft" style="width: 250px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2010/09/cava-da-Juanico.jpg"><img class="size-medium wp-image-3840 " title="O tour pela bodega Juanicó inclui visita à cava" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2010/09/cava-da-Juanico-300x225.jpg" alt="O tour pela bodega Juanicó inclui visita à cava" width="240" height="180" /></a><p class="wp-caption-text">O tour pela bodega Juanicó inclui visita à cava</p></div>
<p><strong>MAPA </strong>- Na chegada ao Aeroporto Internacional de Carrasco, é possível conseguir um mapa com endereço e contatos de todas as vinícolas (quase todas). Chamado <a href="http://www.loscaminosdelvino.com.uy/web.htm" target="_blank">Los Caminos del Vino</a>, o folheto é distribuído gratuitamente no escritório de informações turísticas. Normalmente, as bodegas funcionam em horário comercial de segunda a sábado, sendo que as maiores abrem também aos domingos. Separe de duas a três horas para cada uma. Considero ideal visitar três por dia.</p>
<p>A província de Canelones concentra boa parte das bodegas, que estão a apenas alguns quilômetros de <a href="http://asviajantes.com/america-do-sul/uruguai-america-do-sul/montevideu-uruguai-america-do-sul">Montevidéu</a>. Mas, quanto mais próximas à capital, menores as chances de percorrer belos vinhedos. As sedes centenárias foram preservadas, mas tornaram-se centros de pesquisa, processamento e distribuição. As uvas costumam vir da área rural, um pouco mais adiante.</p>
<div id="attachment_3837" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2010/09/degustação-dani-bouza.jpg"><img class="size-medium wp-image-3837" title="Degustação no restaurante da Bodega Bouza" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2010/09/degustação-dani-bouza-300x225.jpg" alt="Degustação no restaurante da Bodega Bouza" width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">Degustação no restaurante da Bodega Bouza</p></div>
<p>O passeio às vinícolas uruguaias é agradável tanto no verão &#8211; que não é tão quente por conta da brisa incessante &#8211;  quanto no inverno &#8211; que, mesmo com chuva, cai perfeitamente com uma taça de vinho e um pedaço de queijo. Seguem algumas dicas de bodegas para ajudar os amantes da bebida a montar seus roteiros:</p>
<p><a href="http://www.juanico.com/" target="_blank">Juanicó</a> &#8211; Na minha opinião, é a maior e melhor preparada para receber visitantes. O tour é interresante e culmina em uma deliciosa degustação de vinhos e frios, num ambiente charmoso e histórico da sede.</p>
<p><a href="www.bodegabouza.com" target="_blank">Bouza</a> &#8211; A bodega familiar tem ovelhas pastando em meio aos vinhedos, proporcionando um ambiente bastante poético. A sede tem um sofisticado restaurante, que abriga uma bela coleção de carros antigos do proprietário. A degustação de quatro taças pode ser de vinhos padrão (180 pesos uruguaios) ou de rótulos mais sofisticados (450 pesos uruguaios). Há dois turnos de visitas guiadas, mas vale a pena mesmo fazer reservas para o almoço.</p>
<div class="mceTemp">
<div id="attachment_3842" class="wp-caption alignright" style="width: 235px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2010/09/degustacao-bouza.jpg"><img class="size-medium wp-image-3842" title="As degustações quase sempre são acompanhadas de pães, queijos e frios" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2010/09/degustacao-bouza-225x300.jpg" alt="As degustações quase sempre são acompanhadas de pães, queijos e frios" width="225" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">As degustações quase sempre são acompanhadas de pães, queijos e frios</p></div>
</div>
<p><a href="www.bodegascarrau.com" target="_blank">Bodegas Carrau</a> &#8211; A sede da bodega fica em Montevidéu, onde é possível conhecer mais sobre a história da vinícola e sobre as pesquisas com a uva tannat. Mas há também a filial de Cerro Chapeu, em Rivera, com produção própria de uva e instalações modernas. Ambas promovem visitas guiadas e degustações. O vinho Amat 2002, orgulho da bodega, foi o único vinho uruguaio citado no livro &#8220;1001 wines you must taste before you die&#8221;, com prefácio de Hugh Johnson e edição geral de Neil Beckett.</p>
<p><a href="http://www.bodegasantarosa.com/" target="_blank">Santa Rosa</a> &#8211; Localizada próxima à sede da Carrau, a bodega recebe visitantes para degustações, embora não tenha uma boa infraestrutura para o turismo. É necessário reservar com antecedência.</p>
<p><a href="www.stagnari.com" target="_blank">H. Stagnari</a> &#8211; Autointitulada a bodega de tannat mais premiada do mundo, a sede é cercada por vinhedos e fica junto à <a href="http://www.antiguabodegastagnari.com.uy/" target="_blank">Antigua Bodega Stagnari</a>, o que pode render uma dupla visita. A bodega exige reservas com pelo menos dois dias de antecedência para tour e degustação.</p>
<p><a href="http://www.antiguabodegastagnari.com.uy/" target="_blank">Antigua Bodega Stagnari</a> &#8211; A bodega só aceita visitas guiadas de segunda a sexta-feira, das 9h às 17h, e aos sábados, das 9h às 14h. É preciso agendar com ao menos 24h de antecedência. Os próprios donos ou enólogos recebem os visitantes para o tour pelos vinhedos, processo de produção e degustação.</p>
<div id="attachment_3843" class="wp-caption alignright" style="width: 280px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2010/09/bodega-h-stagnatari1.jpg"><img class="size-medium wp-image-3843 " title="Os vinhedos na bodega H. Stagnari" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2010/09/bodega-h-stagnatari1-300x225.jpg" alt="Os vinhedos na bodega H. Stagnari" width="270" height="203" /></a><p class="wp-caption-text">Os vinhedos na bodega H. Stagnari</p></div>
<p><a href="www.vinedodelosvientos.com" target="_blank">Viñedo de los Vientos</a> &#8211; Esta pequena bodega na cidade costeira de Atlántida &#8211; no caminho entre Montevidéu e Punta del Este &#8211; é comandada  por um jovem casal apaixonado por vinhos. A pequena produção é quase artesanal. Compramos duas garrafas razoáveis, mas melhor mesmo é reservar um almoço harmonizado, preparado pela dona e servido pelo dono. A bodega aceita também reservas para degustações ou jantares, desde que feitas com pelo menos 24h de antecedência.</p>
<p>Existem vários sites uruguaios dedicados à produção local de vinhos. Para mais informações, basta visitar as páginas <a href="http://www.vino-uruguay.com/index.php?id=106&amp;L=2" target="_blank">Guía de Vinos Uruguayos</a>, <a href="http://www.inavi.com.uy/sitio/home/home/index.php?t=index&amp;secc=1" target="_blank">Vinos del Uruguay</a> e <a href="http://www.winesofuruguay.com/english/comienzo.htm" target="_blank">Wines of Uuguay</a>.</p>
<p>Leia mais posts do <a href="http://asviajantes.com/america-do-sul/uruguai-america-do-sul">Uruguai</a></p>
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		<title>Viena, a cidade da música</title>
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		<pubDate>Tue, 04 May 2010 06:33:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniela Amorim</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Eu nutria mil fantasias por Viena, graças ao filme &#8220;Antes do amanhecer&#8221;. Imaginei uma cidade romântica, clássica, com um quê de jovial e um pouco decadente. Tudo bem que se passaram 15 anos desde que o filme foi lançado, mas a capital da Áustria me pareceu moderna, arrumada, rica e aristocrática. Viena foi a cidade [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_2461" class="wp-caption aligncenter" style="width: 460px"><a href="http://blogasviajantes.files.wordpress.com/2010/05/vista-das-escadarias-do-parlamento-de-viena.jpg"><img class="size-full wp-image-2461" title="Vista das escadarias do monumental Parlamento de Viena" src="http://blogasviajantes.files.wordpress.com/2010/05/vista-das-escadarias-do-parlamento-de-viena.jpg" alt="Vista das escadarias do monumental Parlamento de Viena" width="450" height="337" /></a><p class="wp-caption-text">Vista das escadarias do monumental Parlamento de Viena</p></div>
<p>Eu nutria mil fantasias por Viena, graças ao filme &#8220;Antes do amanhecer&#8221;. Imaginei uma cidade romântica, clássica, com um quê de jovial e um pouco decadente. Tudo bem que se passaram 15 anos desde que o filme foi lançado, mas a capital da Áustria me pareceu moderna, arrumada, rica e aristocrática.</p>
<p>Viena foi a cidade mais destoante em minhas andanças pela Europa Central. Bem diferente das capitais vizinhas, como <strong><a href="http://blogasviajantes.wordpress.com/2010/03/18/praga-faz-jus-a-fama-de-a-pequena-paris/" target="_blank">Praga</a></strong>, Budapeste e Bratislava. O centro da cidade, com prédios monumentais clássicos preservados, me fez lembrar <a href="http://blogasviajantes.wordpress.com/2009/11/23/toujours-paris/" target="_blank"><strong>Paris</strong></a>. Mas os arranha-céus da entrada da cidade me sugerem algo de Suíça, embora eu nunca tenha estado por lá.</p>
<div id="attachment_2468" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><a href="http://blogasviajantes.files.wordpress.com/2010/05/hofburgtheater.jpg"><img class="size-medium wp-image-2468" title="Hofburgtheater: palco de prestígio foi restaurado depois da Segunda Guerra Mundial" src="http://blogasviajantes.files.wordpress.com/2010/05/hofburgtheater.jpg?w=300" alt="Hofburgtheater: palco de prestígio foi restaurado depois da Segunda Guerra Mundial" width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">Hofburgtheater: palco de prestígio foi restaurado depois da Segunda Guerra Mundial</p></div>
<p>O custo de vida, com certeza, se equipara aos mais altos da Europa. Os hotéis são caros, as ruas salpicadas de lojas de grife e os cafés parecem frequentados por vizinhos abastados que vão ao país atrás de cultura e qualidade de vida. Quem sabe vão a algum concerto de música erudita, uma de suas vocações mais fortes e marcantes.</p>
<p><strong>MOEDA</strong></p>
<p>Na Áustria, a moeda é euro. É bom que reserve trocados para as máquinas de bilhetes de metrô, bonde ou estacionamento. Mas tenha um cartão de crédito sempre a mão. Caso notas e moedas não deem jeito, mesmo que precise debitar apenas uma quantia pequena, as máquinas aceitam cartão. É tudo automático. Só você, a caixa eletrônica e as opções em alemão (língua oficial do país) e, felizmente, inglês e francês.</p>
<div id="attachment_2466" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><a href="http://blogasviajantes.files.wordpress.com/2010/05/rosas-encasacadas-para-proteger-do-frio.jpg"><img class="size-medium wp-image-2466 " title="Rosas encasacadas: proteção contra o frio" src="http://blogasviajantes.files.wordpress.com/2010/05/rosas-encasacadas-para-proteger-do-frio.jpg?w=300" alt="Rosas encasacadas: proteção contra o frio" width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">Rosas encasacadas: proteção contra o frio</p></div>
<p><strong>CLIMA</strong></p>
<p>Viena é um bocado fria e cinza no inverno. Famosa por seus bem cuidados jardins, com certeza fica deslumbrante na primavera. O cuidado com a vegetação é tanto que eles chegam a embrulhar os arbustos dos jardins públicos nos meses frios, para que fiquem protegidos do mau tempo. Achei curiosa essa demonstração de zelo.</p>
<p><strong>TRANSPORTE</strong></p>
<p>Viena tem um bom serviço de metrô e bonde, com algumas estações interligadas. No Centro, as estações de metrô são próximas umas das outras, sendo a melhor opção fazer uma bela caminhada. Mas, como muitas vezes é preciso se hospedar um pouco mais longe, vale a pena pegar o metrô até a estação de bonde que sirva melhor.</p>
<div id="attachment_2470" class="wp-caption alignright" style="width: 235px"><a href="http://blogasviajantes.files.wordpress.com/2010/05/na-mariatheresianplatz-entre-os-museus-kunsthistorisches-e-naturhistorisches1.jpg"><img class="size-medium wp-image-2470" title="Na MariaTheresianPlatz, entre os museus Kunsthistorisches e Naturhistorisches." src="http://blogasviajantes.files.wordpress.com/2010/05/na-mariatheresianplatz-entre-os-museus-kunsthistorisches-e-naturhistorisches1.jpg?w=225" alt="Na MariaTheresianPlatz, entre os museus Kunsthistorisches e Naturhistorisches." width="225" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Na MariaTheresianPlatz, entre os museus Kunsthistorisches e Naturhistorisches.</p></div>
<p>Os bilhetes, tanto de bondes quanto de metrô, podem ser adquiridos em máquinas, sendo possível comprar um bilhete único, com validade de um dia (é bom conferir, mas acho que vale apenas até a madrugada do dia em que você comprou). Paguei 5,70 euros por um desses.</p>
<p>A exemplo da <a href="http://blogasviajantes.wordpress.com/2009/11/11/as-varias-faces-do-muro-de-berlim/" target="_blank"><strong>Alemanha</strong></a>, é tudo automatizado. Você compra o bilhete na máquina e valida em outra máquina (imprimindo a data nele) nas estações de metrô ou no próprio bonde. Mas nem pensem em dar calote, porque fiscais rigorosos passeiam pelos trens cobrando as passagens pagas e multando espertinhos.</p>
<p><strong>PARA QUEM VIAJA DE CARRO</strong></p>
<p>Atente que há uma grande área no Centro e nos arredores em que o estacionamente não é permitido. Ao chegar à cidade de carro, peça um mapa no hotel e descubra o estacionamento privativo mais próximo de onde está hospedado. As diárias custam, em média, 12 euros.</p>
<p>Viena não foi feita para circular de carro. Mesmo que fique distante das atrações, a falta de estacionamento pode ser uns transtorno. Melhor optar por deixar o carro na garagem e se locomover de transporte público.</p>
<div id="attachment_2471" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><a href="http://blogasviajantes.files.wordpress.com/2010/05/detalhe-de-hofburg.jpg"><img class="size-medium wp-image-2471" title="Detalhe de Hofburg: arredores são lugar mais valorizado." src="http://blogasviajantes.files.wordpress.com/2010/05/detalhe-de-hofburg.jpg?w=300" alt="Detalhe de Hofburg: arredores são lugar mais valorizado." width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">Detalhe de Hofburg: arredores são lugar mais valorizado.</p></div>
<p><strong>HOSPEDAGEM</strong></p>
<p>Hospedar-se em Viena pode sair incrivelmente caro. Dentro do anel do Centro (Ringstrasse), estão hotéis de luxo e de médio padrão, com preços elevadíssimos. Pensões e hospedarias estão disponíveis nos arredores, mais distantes, mas não são nenhuma pechincha e ainda possuem acomodações desconfortáveis, carentes de remodelação.</p>
<p>Optei pelo <strong><a href="http://www.booking.com/hotel/at/pension-stadthalle.html?aid=335647" target="_blank">Pension Stadthalle</a></strong>, que não ficava tão distante do Centro e tinha quarto recém-reformado, embora a falta de privacidade do banheiro possa causar desconforto a casais que não tenham tanta intimidade. O lugar não tinha recepção, nem serviços. Check in e check out eram feitos em outro hotel da rede, a uma quadra de lá. Mas o bairro era razoável, com serviços e transporte por perto. Para ver mais opções, <a href="http://www.booking.com/searchresults.html?aid=335647;sid=b35ab23b292473a857643a1d66abd575;class_interval=1;idf=1;offset=0;score_min=0;si=ai%2Cco%2Cci%2Cre%2Cdi;ss_all=0;city=-1995499;origin=disamb;srhash=2878074243;srpos=1" target="_blank">clique aqui</a>.</p>
<div id="attachment_2462" class="wp-caption alignleft" style="width: 235px"><a href="http://blogasviajantes.files.wordpress.com/2010/05/prestes-a-atacar-a-tortinha-de-morango-do-cafe-sluka.jpg"><img class="size-medium wp-image-2462" title="Prestes a atacar a tortinha de morango do Café Sluka" src="http://blogasviajantes.files.wordpress.com/2010/05/prestes-a-atacar-a-tortinha-de-morango-do-cafe-sluka.jpg?w=225" alt="Prestes a atacar a tortinha de morango do Café Sluka" width="225" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Prestes a atacar a tortinha de morango do Café Sluka</p></div>
<p><strong>GASTRONOMIA</strong></p>
<p>O que mais me marcou em Viena foram os cafés. As fórmulas são sempre tentadoras, os produtos caprichados e o serviço de primeira linha, como no Mokador Coffee Shop, Neubaugürtel 27.</p>
<p>Há também as sobremesas, sempre especialíssimas. As vitrines têm tantas cores e rorocós que fica difícil escolher que doce experimentar. Aliás, para quem gosta de comer com os olhos, sentar para um chá e uma tartelete é programa obrigatório. Gostamos muito do tradicional café Sluka, de 1891, em Rathausplatz 8, onde uma xícara de chá saiu a 2,60 euros e uma tartelete gigante de morango custou 4,20 euros.  Estava tudo delicioso, mas nem precisava, porque só o edifício já era um charme.</p>
<p>Os vinhos vienenses brancos nos pareceram populares e bastante razoáveis. Embora não tenha tomado nenhum sensacional, no geral, são confiáveis. E custam o mesmo que uma caneca de cerveja. Em dias frios, descem perfeitos se acompanhados de uma boa conversa.</p>
<p>Foi uma acertada escolha no jantar no Reinthaler&#8217;s Beisl, em Dorotheergasse 4, no centro, onde comemos cogumelos empanados, queijo empanado e bife empanado, em porções avantajadas e acompanhadas de molhos e salada (pratos de 7 a 9 euros, em média). Excelente comida e custo-benefício.</p>
<div id="attachment_2463" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://blogasviajantes.files.wordpress.com/2010/05/comida-a-milanesa-e-vinho-branco-no-reinthalers-beisl.jpg"><img class="size-medium wp-image-2463" title="Comida à milanesa e vinho branco no Reinthalers Beisl" src="http://blogasviajantes.files.wordpress.com/2010/05/comida-a-milanesa-e-vinho-branco-no-reinthalers-beisl.jpg?w=300" alt="Comida à milanesa e vinho branco no Reinthalers Beisl" width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">Comida à milanesa e vinho branco no Reinthalers Beisl</p></div>
<p>Foi nesse simpático restaurante que descobrimos um  curioso hábito local. Se há uma mesa de quatro lugares ocupada por um casal, outro casal senta-se com eles sem a menor cerimônia, podendo até fazer amizade. Cadeira vazia é sinal de lugar vazio, não importando quantos desconhecidos estejam à mesa. Soa grosseiro por escrito, mas na realidade é tudo muito amigável. Imagine fazer novos amigos a cada saída pra jantar. E mesmo quem está sentado convida quem acaba de chegar à procura de lugar.</p>
<p>Dica rápida: se na volta pra casa bater uma fome e for tarde demais para encarar um restaurante, há mercadinhos no subsolo de algumas estações do metrô.</p>
<p><strong>ATRAÇÕES</strong></p>
<p>A maioria das atrações fica no Centro da cidade, que pode e deve ser percorrido a pé. Caso esteja muito frio, o metrô é uma opção.</p>
<p><strong>Ringstrasse </strong>- Uma grande avenida circular, a Ringstrasse, delimita a região de maior interesse, o distrito Innere Stadt, que é o Centro. Um passeio por esta avenida é agradável, até porque concentra construções importantes em suas margens.</p>
<div id="attachment_2464" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><a href="http://blogasviajantes.files.wordpress.com/2010/05/entrada-do-complexo-hofburg.jpg"><img class="size-medium wp-image-2464" title="Entrada do complexo Hofburg. Museu Sissi é meu favorito." src="http://blogasviajantes.files.wordpress.com/2010/05/entrada-do-complexo-hofburg.jpg?w=300" alt="Entrada do complexo Hofburg. Museu Sissi é meu favorito." width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">Entrada do complexo Hofburg. Museu Sissi é meu favorito.</p></div>
<p><strong>Palácio Hofburg</strong> &#8211; O complexo de edifícios e jardins é o coração de Viena e sua atração mais importante. Ali estão os Aposentos Reais, a Escola Espanhola de Equitação, a Biblioteca Nacional, o portão Burgtor, a capela Burgkapelle, a igreja gótica Augustinerkirche, o jardim Volksgarten e o jardim Burggarten. O tíquete que dá direito a entrada nos Aposentos Imperiais, Prataria da Corte e Museu Sissi custa 9,90 euros por pessoa. Na minha opinião, é o museu que mais vale a pena naS cidade, por preservar parte importante da história do lugar. Nos aposentos reais, salas de reis e rainhas parecem ter parado no tempo. Já a exposição da prataria revela o luxo (desnecessário) com que vivia a realeza. Mas é o Museu Sissi, dedicado à idolatrada imperatriz Elisabeth, que parece despertar mais fascínio. O lugar atrai hordas de turistas, que, por sua vez, atraem os gatunos. Cuidado com batedores de carteira. Os corredores estreitos do palácio são percorridos em meio a uma multidão, mesmo em baixa temporada.</p>
<div id="attachment_2465" class="wp-caption alignright" style="width: 235px"><a href="http://blogasviajantes.files.wordpress.com/2010/05/a-catedral-stephansdom-estava-sendo-restaurada.jpg"><img class="size-medium wp-image-2465" title="A Stephansdom estava sendo restaurada" src="http://blogasviajantes.files.wordpress.com/2010/05/a-catedral-stephansdom-estava-sendo-restaurada.jpg?w=225" alt="A Stephansdom estava sendo restaurada" width="225" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">A Stephansdom estava sendo restaurada</p></div>
<p><strong>Stephansdom ou Catedral de Saint Stephan</strong> &#8211; A catedral gótica medieval de telhado azulejado guarda uma arquitetura impressionante dos séculos XIV e XV, mas também urnas com restos mortais de membros da dinastia Habsburgo.</p>
<p><strong>HofburgTheather</strong> &#8211; O prestigioso teatro foi quase todo destruído na Segunda Guerra Mundial e depois totalmente restaurado.</p>
<p><strong>Staatsoper</strong> - É o teatro de ópera de Viena, na Ringstrasse.</p>
<p><strong>Museus</strong> &#8211; Ao redor da Praça Maria Teresa (MariaTeresienPlatz) fica um importante complexo de museus. De um lado, o Naturhistorisches Museum, o Museu de História Natural. De outro, está o Kunsthistorisches Museum, o Museu de História da Arte. Só a arquitetura espelhada de ambos já impressiona. Atravessando a rua, chega-se ao Museum Quartier Wien, o quarteirão dos museus, que reúne o Leopold Museum, de arte austríaca, o Museu de Arte Moderna Ludwig Foundation Vienna, o Zoom Kindermuseum, para crianças, e o Architekturzentrum, de arquitetura.</p>
<p><strong>Rathauspark</strong> &#8211; Ao redor dos jardins bem cuidados estão prédios magníficos, como o Hofburg Theather, o Parlamento, Neues Rathaus (prefeitura e assembleia legislativa) e a Universidade de Viena.</p>
<p><strong>Museu Freud</strong> &#8211; O pai da psicanálise viveu e trabalhou na casa-museu por mais de 40 anos. Hoje, o endereço (Berggasse 19) reúne obra e objetos pessoais de Sigmund Freud.</p>
<div id="attachment_2467" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://blogasviajantes.files.wordpress.com/2010/05/burggarten.jpg"><img class="size-medium wp-image-2467" title="Burggarten: Viena é cheia de jardins bem cuidados" src="http://blogasviajantes.files.wordpress.com/2010/05/burggarten.jpg?w=300" alt="Burggarten: Viena é cheia de jardins bem cuidados" width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">Burggarten: Viena é cheia de jardins bem cuidados</p></div>
<p><strong>Rio Danúbio</strong> &#8211; O rio, que corta a cidade, foi canalizado em alguns trechos. Às suas margens, está a Torre do Danúbio, uma torre de metal com mais de 200 metros de altura, que abriga um restaurante giratório com vista panorâmica.</p>
<p><strong>Palácio de Schönbrunn</strong> &#8211; Afastado do Centro, o palácio em estilo barroco é a residência de verão da família real. É possível visitar seu suntuoso interior, mas a grande atração são os extensos e irretocáveis jardins que o circundam.</p>
<p><strong>Belvedere </strong>- O complexo construído para servir ao príncipe Eugênio de Savoia é formado por dois palácios e jardins bem cuidados. É lá que funcionam o Museu de Arte Barroca (Palácio Belvedere Superior), o Museu de Arte Medieval (Estufa) e exposições da Galeria Austríaca (Palácio Belvedere Inferior).</p>
<p><strong>Prater</strong> &#8211; O parque que já foi área de caça hoje é área de lazer aberta ao público, com planetário, hipódromo, campo de golfe e parque de diversões. É lá que está a famosa roda gigante de Viena. Seria a do filme? Confesso que o tremendo frio que fazia em dezembro me desencorajou a conferir pessoalmente.</p>
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		<title>Um giro por Montevidéu, uma charmosa capital a poucas horas de distância</title>
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		<pubDate>Tue, 20 Apr 2010 02:03:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniela Amorim</dc:creator>
				<category><![CDATA[América do Sul]]></category>
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		<description><![CDATA[Em feriados prolongados é comum procurar um recanto na praia ou no campo para descansar. O problema é o trânsito, que muitas vezes nos faz gastar horas preciosas. Se você não curte um engarrafamento, saiba que há uma opção charmosa logo ali, no vizinho Uruguai, a apenas 3 horas de voo do Rio e a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_2374" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://blogasviajantes.files.wordpress.com/2010/04/pocitos.jpg"><img class="size-medium wp-image-2374" title="Copacabana? Não. É Montevidéu!" src="http://blogasviajantes.files.wordpress.com/2010/04/pocitos.jpg?w=300" alt="Copacabana? Não. É Montevidéu!" width="300" height="108" /></a><p class="wp-caption-text">Copacabana? Não. É Montevidéu!</p></div>
<p>Em feriados prolongados é comum procurar um recanto na praia ou no campo para descansar. O problema é o trânsito, que muitas vezes nos faz gastar horas preciosas. Se você não curte um engarrafamento, saiba que há uma opção charmosa logo ali, no vizinho Uruguai, a apenas 3 horas de voo do Rio e a 2h30 de São Paulo.</p>
<div id="attachment_2385" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://blogasviajantes.files.wordpress.com/2010/04/na-plaza-fabini-com-a-escultura-el-entrevero-ao-fundo1.jpg"><img class="size-medium wp-image-2385" title="Na Plaza Fabini, com a escultura El Entrevero, ao fundo." src="http://blogasviajantes.files.wordpress.com/2010/04/na-plaza-fabini-com-a-escultura-el-entrevero-ao-fundo1.jpg?w=300" alt="Na Plaza Fabini, com a escultura El Entrevero, ao fundo." width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">Na Plaza Fabini, com a escultura El Entrevero, ao fundo.</p></div>
<p>A capital do país, Montevidéu, tem cultura, história, boa gastronomia e até praia, mesmo que de rio, a oferecer. A companhia aérea <a href="www.flypluna.com.uy" target="_blank">Pluna</a> mantém voos diretos, o que facilita ainda mais a vida de cariocas e paulistas. Confira abaixo algumas dicas para aproveitar o que a cidade oferece de melhor.</p>
<p>ATRAÇÕES</p>
<p>Centro e Cidade Velha concentram quase todos os pontos de interesse de Montevidéu. São dezenas de prédios históricos espalhados pelas principais ruas, formando um circuito que pode ser facilmente percorrido a pé.</p>
<div id="attachment_2375" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://blogasviajantes.files.wordpress.com/2010/04/casa-de-gobierno.jpg"><img class="size-medium wp-image-2375" title="Casa de Gobierno, no Centro, bairro que concentra a maioria das atrações" src="http://blogasviajantes.files.wordpress.com/2010/04/casa-de-gobierno.jpg?w=300" alt="Casa de Gobierno, no Centro, bairro que concentra a maioria das atrações" width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">Casa de Gobierno, no Centro, bairro que concentra a maioria das atrações</p></div>
<p>Mapas distribuídos em hotéis e pontos turísticos mostram o que o visitante vai encontrar pelo caminho. Caso queira explorar as atrações com calma, divida o passeio em dois dias. Se tiver apenas um fim de semana, madrugue para que caiba tudo em um só dia de andanças.</p>
<p>CIDADE VELHA</p>
<p>No primeiro dia, percorra a Cidade Velha, começando pela Plaza Independencia, cercada de edifícios imponentes e de construções históricas, como a Puerta de la Ciudadela, um portão original da cidade de Montevidéu, de 1746, a Casa de Governo (Edifício Independência) e os palácios Salvo e Rinaldi, este último um exemplar da Art Decó. O barato do passeio é mesmo bater perna e apreciar a arquitetura de diferentes períodos.</p>
<div id="attachment_2376" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><a href="http://blogasviajantes.files.wordpress.com/2010/04/independenzia-e-solis.jpg"><img class="size-medium wp-image-2376 " title="Plaza Independencia e Teatro Solís, à entrada da Ciudad Vieja." src="http://blogasviajantes.files.wordpress.com/2010/04/independenzia-e-solis.jpg?w=300" alt="Independenzia e Solís, à entrada da Ciudad Vieja." width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">Plaza Independencia e Teatro Solís, à entrada da Ciudad Vieja.</p></div>
<p>Ali ao lado está também o <a href="www.teatrosolis.org.uy" target="_blank">Teatro Solís</a>, de 1856, uma jóia e orgulho uruguaio. Há visitas guiadas, mas, se puder, assista a um espetáculo. É possível conferir <a href="http://www.teatrosolis.org.uy/hncategoriasj12.cgi?31,0,0,,1" target="_blank">programação e preços.</a></p>
<p>Para quem entra na Cidade Velha, o objetivo maior é chegar até o Mercado del Puerto, onde se come a mais tradicional parrillada uruguaia (comer a parrillada num dos restaurantes de dentro do mercado é programa obrigatório). No caminho, há surpresas como a Plaza Constitución, Catedral Metropolitana, Plaza Zabala e Iglesia de San Francisco. Também há as zonas de pedestres: Peatonal Pérez Castellano, que leva ao Mercado, Peatonal Sarandí, para fazer compras, e a Peatonal Bacacay, excelente pedida para um café.</p>
<p>Os museus, é claro, também estão por lá: Palacio Taranco (de Artes Decorativas), Museo Histórico Nacional Casa de Rivera e <a href="www.torresgarcia.org.uy" target="_blank">Museo Torres García</a>, dedicado à obra do festejado artista plástico uruguaio, considerado um pioneiro da arte moderna no país.</p>
<div id="attachment_2384" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://blogasviajantes.files.wordpress.com/2010/04/ruas-arborizadas-no-centro-dao-impressao-de-tunel-verde1.jpg"><img class="size-medium wp-image-2384" title="Ruas arborizadas, no Centro, dão impressão de túnel verde." src="http://blogasviajantes.files.wordpress.com/2010/04/ruas-arborizadas-no-centro-dao-impressao-de-tunel-verde1.jpg?w=300" alt="Ruas arborizadas, no Centro, dão impressão de túnel verde." width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">Ruas arborizadas, no Centro, dão impressão de túnel verde.</p></div>
<p>CENTRO</p>
<p>O centro de Montevidéu é composto por uma grande avenida, a Avenida 18 de Julio e suas transversais arborizadas. As árvores são altas e têm as copas tão avantajadas que chegam a se unir por cima das ruas, formando uma espécie de túnel verde, o que torna a caminhada por estas transversais um passeio agradável, apesar do grande movimento de pessoas, ônibus e carros.</p>
<div class="mceTemp">Os principais prédios e museus estão mesmo na 18 de Julio: Palacio Brasil, Museo de Arte Contemporáneo, Palacio Uriarte de Heber, Plaza Fabini e Centro Municipal de Exposições, Mercado de los Artesanos, Estatua de La Libertad, Ministerio de Relaciones Exterioes, Mercado Artesanal (este fica na Calle San José), Museo de Historia del Arte e Palacio Municipal.</div>
<p>A avenida principal também é salpicada de lojas, portanto um bom lugar para ir às compras.</p>
<div class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><a href="http://blogasviajantes.files.wordpress.com/2010/04/estadio-centenario.jpg"><img title="O Estadio Centenario foi construído para a Copa de 30. O Uruguai levou a taça." src="http://blogasviajantes.files.wordpress.com/2010/04/estadio-centenario.jpg?w=300" alt="O Estadio Centenario foi construído para a Copa de 30. O Uruguai levou a taça." width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">O Estadio Centenario foi construído para a Copa de 30. O Uruguai levou a taça.</p></div>
<p>OUTRAS ATRAÇÕES</p>
<p>Os uruguaios são orgulhosos de suas origens e souberam preservar bem os vestígios do passado. Mas há outros cantos da cidade que também valem uma visita.</p>
<p>Estadio Centenario &#8211; O futebol também é paixão dos Uruguaios, que construíram este estádio para a realização da Copa do Mundo de 1930. Lá dentro está o <a href="www.museodelfutbol.com.uy" target="_blank">Museo del Futbol</a>, que achei interessante, mas quase todo dedicado à vitória do time uruguaio sobre o Brasil na Copa de 1950. Claro que as vitórias da Copa de 30 e das Olimpíadas de 1924 e 28 também foram lembradas.</p>
<div id="attachment_2386" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><a href="http://blogasviajantes.files.wordpress.com/2010/04/orla-de-punta-gorda.jpg"><img class="size-medium wp-image-2386" title="Orla de Punta Gorda: tranquilidade longe do centro." src="http://blogasviajantes.files.wordpress.com/2010/04/orla-de-punta-gorda.jpg?w=300" alt="Orla de Punta Gorda: tranquilidade longe do centro." width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">Orla de Punta Gorda: tranquilidade longe do centro.</p></div>
<p>Punta Carretas &#8211; O bairro abriga uma extensa área verde, dividida em quatro parques: Rodó, Laroche, Franzini e de Diversiones, além de um campo de golfe. Entre Punta Carretas e Pocitos está uma outra extensão verde, situada em meio a uma agradável área residencial: o Parque Dr Juan Zorrilla de San Martín.</p>
<p>Por ali também fica o Punta Carretas Shopping (Calle José Ellauri 350), excelente para fazer compras e pegar um cineminha. Caso estejam com fome, exerimentem os panchos (cachorro-quente de linguiça) da cervejaria La Pasiva e a sobremesa Chajá na Confitería Carrera. Foram recomendações de um amigo local que provamos e aprovamos. Bem típicos de lá.</p>
<div id="attachment_2382" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://blogasviajantes.files.wordpress.com/2010/04/praia-de-pocitos.jpg"><img class="size-medium wp-image-2382" title="Praia de Pocitos: uma das atrações do charmoso bairro." src="http://blogasviajantes.files.wordpress.com/2010/04/praia-de-pocitos.jpg?w=300" alt="Praia de Pocitos: uma das atrações do charmoso bairro." width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">Praia de Pocitos: uma das atrações do charmoso bairro.</p></div>
<p>Pocitos &#8211; Os quarteirões limpos, organizados, arborizados, sobrados e prédios baixos causam boa impressão. O bairro também tem lojinhas e restaurantes. Destaque para <a href="http://www.laotraparrilla.com.uy" target="_blank">La Otra &#8211; Parrilla</a>, onde comemos uma ótima parrillada, na Calle Tomás Diago, 758. Mas a praia, às margens do Río de la Plata, é a principal atração. O vento que sopra ininterruptamente, mesmo no verão, refresca debaixo de sol forte e pede um casaquinho durante a caminhada noturna. Aliás, os uruguaios parecem aproveitar bem a orla da cidade. São extensas as ramblas em Montevidéu, com direito a restaurantes (um deles é o recomendado El Viejo y el Mar) e áreas de lazer. Há espaço tanto para corrida quanto para a prática de esportes.</p>
<p>Punta Gorda &#8211; O bairro da orla distante do centro guarda casas agradáveis, clima sossegado e a melhor vista de Montevidéu. Também é lá que está um dos melhores restaurantes, o Hemingway. Uma vez por lá, não deixe de passear pela Plaza Virgilio, no alto do morro onde fica o restaurante. A vista e a tranquilidade são reconfortantes.</p>
<p>TRANSPORTE</p>
<div class="mceTemp">
<div id="attachment_2387" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://blogasviajantes.files.wordpress.com/2010/04/parrillada-no-mercado-del-puerto-e-obrigatoria.jpg"><img class="size-medium wp-image-2387" title="Almoçar uma parrillada no Mercado del Puerto é programa obrigatório." src="http://blogasviajantes.files.wordpress.com/2010/04/parrillada-no-mercado-del-puerto-e-obrigatoria.jpg?w=300" alt="Almoçar uma parrillada no Mercado del Puerto é programa obrigatório." width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">Almoçar uma parrillada no Mercado del Puerto é programa obrigatório.</p></div>
<p>Não há metrô em Montevidéu. Mas os ônibus e táxis parecem servir bem aos turistas e moradores.<br />
Como estava percorrendo o país, optei por um carro alugado também na capital, o que nos permitiu ir a cantos distintos com a maior facilidade. Embora o centro tenha mesmo que ser percorrido a pé. Caso também vá de carro, observe que, dentro da cidade, o trânsito pode ser complicado nos horários de rush.</p>
</div>
<p>HOSPEDAGEM<br />
O Centro concentra a maior parte das atrações e também de hotéis. Mas, como Montevidéu passou décadas parada no tempo, prédios mal conservados nas redondezas podem passar a impressão de insegurança aos visitantes. Os hotéis tampouco foram renovados, o que faz com que percam ao menos uma das estrelas que afirmam ter.</p>
<p>Pelo site Reservas.net, encontrei um quarto que parecia razoável na Calle Paraguay. Saí correndo. As paredes eram mofadas, os lençóis velhos, o banheiro imundo. A classificação hoteleira não acompanha o padrão internacional. Desconfie também das fotos, porque podem ter sido tiradas na década de 80.</p>
<div id="attachment_2388" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://blogasviajantes.files.wordpress.com/2010/04/em-frente-ao-hotel-em-pocitos.jpg"><img class="size-medium wp-image-2388" title="Em frente ao hotel em Pocitos, um excelente bairro para se hospedar." src="http://blogasviajantes.files.wordpress.com/2010/04/em-frente-ao-hotel-em-pocitos.jpg?w=300" alt="Em frente ao hotel em Pocitos, um excelente bairro para se hospedar." width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">Em frente ao hotel em Pocitos, um excelente bairro para se hospedar.</p></div>
<p>O jeito foi recorrer a um cyber café para a difícil tarefa de encontrar um quatro estrelas às vésperas do Ano Novo. Encontramos um lugar bom, num dos bairros mais nobres da cidade, Pocitos. Ficamos no <a href="http://www.ermitage.com.uy" target="_blank">Ermitage</a>, a poucos passos da praia, num quarteirão agradável, arborizado, com prédios baixos, comércio e restaurantes de primeira linha. O café da manhã também era ótimo, com medialunas irresistíveis. Adoramos.<br />
Mas também soube que o <a href="http://www.ibishotel.com/pt/hotel-3539-ibis-montevideo/index.shtml" target="_blank">Ibis</a>, na Rambla República Argentina, é uma boa e econômica opção.</p>
<p>MAIS URUGUAI<br />
Mais informações sobre o país, como moeda e clima, você encontra <strong><a href="http://blogasviajantes.wordpress.com/2010/01/22/uruguai-um-vizinho-surpreendente-e-encantador/" target="_blank">aqui.</a></strong><br />
Se tiver um tempinho para esticar até a glamourosa Punta Del Este, encontre tudo sobre o balneário <strong><a href="http://blogasviajantes.wordpress.com/2010/02/02/uma-temporada-em-punta-del-este-o-balneario-sul-americano-do-jet-set-internacional/" target="_blank">neste link.</a></strong></p>
<p><strong><a href="https://sites.google.com/site/blogasviajantes/uruguai/um-giro-por-montevideu-uma-charmosa-capital-a-poucas-horas-de-distancia" target="_blank">Versão deste post para impressão.</a></strong></p>
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		<title>A poesia de Florença, o berço da Renascença</title>
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		<pubDate>Mon, 05 Apr 2010 14:11:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniela Amorim</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O primeiro homem nu que vi na vida foi o David, de Michelangelo, nas páginas de um livro de História, ainda no ginásio. Foi amor à primeira vista. Quando fui à Itália, fiquei ansiosa pela oportunidade de encontrá-lo pessoalmente. Foi o que me levou a Florença. A cidade transpira arte e as marcas da gloriosa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_2316" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://blogasviajantes.files.wordpress.com/2010/04/vista-do-alto-do-domo.jpg"><img class="size-medium wp-image-2316" title="Vista do alto do Domo: Florença é bela de qualquer ângulo" src="http://blogasviajantes.files.wordpress.com/2010/04/vista-do-alto-do-domo.jpg?w=300" alt="Vista do alto do Domo: Florença é bela de qualquer ângulo" width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">Vista do alto do Domo: Florença é bela de qualquer ângulo</p></div>
<p>O primeiro homem nu que vi na vida foi o David, de Michelangelo, nas páginas de um livro de História, ainda no ginásio. Foi amor à primeira vista. Quando fui à Itália, fiquei ansiosa pela oportunidade de encontrá-lo pessoalmente. Foi o que me levou a Florença.</p>
<div id="attachment_2322" class="wp-caption alignright" style="width: 160px"><a href="http://blogasviajantes.files.wordpress.com/2010/04/repica-de-david-na-piazza-della-signoria.jpg"><img class="size-thumbnail wp-image-2322" title="Répica do David, de Michelangelo, na Piazza della Signoria" src="http://blogasviajantes.files.wordpress.com/2010/04/repica-de-david-na-piazza-della-signoria.jpg?w=150" alt="Répica do David, de Michelangelo, na Piazza della Signoria" width="150" height="112" /></a><p class="wp-caption-text">Répica do David, de Michelangelo, na Piazza della Signoria</p></div>
<p>A cidade transpira arte e as marcas da gloriosa Renascença estão em todo lugar. Embora a profusão de lambretas atrapalhe um pouco a circulação, as ruas estreitas e ainda medievais são perfeitas para serem exploradas a pé. Perder-se pelos becos de Florença é simplesmente encantador. Aqui e ali estão palácios e igrejas construídas por alguns dos maiores artistas da Humanidade, os renascentistas que ali viveram. Florença foi um dos berços desse movimento e a cidade conserva nos edifícios e obras de arte os traços da época em que reunia o maior número de gênios por metro quadrado no mundo.</p>
<p><strong>COMO CHEGAR</strong></p>
<div id="attachment_2320" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://blogasviajantes.files.wordpress.com/2010/04/ponte-vecchio.jpg"><img class="size-medium wp-image-2320" title="A famosa Ponte Vecchio, sobre o rio Arno" src="http://blogasviajantes.files.wordpress.com/2010/04/ponte-vecchio.jpg?w=300" alt="A famosa Ponte Vecchio, sobre o rio Arno" width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">A famosa Ponte Vecchio, sobre o rio Arno</p></div>
<p>Hoje há muitas empresas aéreas de voos low cost operando na Itália. É fácil chegar e sair do país, assim como se locomover entre as principais cidades. Há quem prefira alugar um carro para explorar melhor o território, uma opção certamente fantástica e a próxima da minha lista. Entretanto, escolhi me locomover de trem, uma forma segura e eficaz de rodar a Itália. Cheguei de trem a Florença, vinda de Veneza, e foi muito tranquilo. De lá, parti para Roma, também de trem e sem problemas.</p>
<p><strong>PELAS RUAS</strong></p>
<p>Há ônibus circulares que rodam pela cidade e levam aos principais pontos de interesse. Ainda proporcionam uma bela visão da arquitetura de Florença. No centro, não é possível andar de carro. E as lambretas atrapalham um bocado quem anda a pé. Mas caminhar é a melhor opção para quem quer descobrir cada canto. Prédios históricos margeiam os caminhos estreitos do centro histórico. Nas ruas que se afastam do centro, as construções dão lugar às poéticas oliveiras. Mas não se engane pela beleza das árvores carregadas. Mesmo que seja um amante de azeitonas, como eu, não tente provar uma recém-colhida do pé. São muito amargas.</p>
<p><strong>ARTE E RELIGIÃO</strong></p>
<div id="attachment_2317" class="wp-caption alignleft" style="width: 235px"><a href="http://blogasviajantes.files.wordpress.com/2010/04/duomo.jpg"><img class="size-medium wp-image-2317" title="Duomo: religião e arte se misturam nas igrejas da cidade" src="http://blogasviajantes.files.wordpress.com/2010/04/duomo.jpg?w=225" alt="Duomo: religião e arte se misturam nas igrejas da cidade" width="225" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Duomo: religião e arte se misturam nas igrejas da cidade</p></div>
<p>As igrejas da cidade mais parecem obras de arte do que templos. Guardam preciosidades, como esculturas e afrescos de Michelangelo, Donatello e Lippi. A Igreja de San Lorenzo, Igreja de Santa Maria Novella e Igreja de San Marco são pura história e deleite para os olhos. Mas as que me marcaram mesmo e, por isso, considero imperdíveis são a Igreja de Santa Croce e o Duomo de Santa Maria del Fiore.</p>
<p><strong>Duomo de Santa Maria del Fiore</strong> &#8211; A <a href="http://www.duomofirenze.it/index-eng.htm" target="_blank">catedral de Florença</a> conquista for fora, com seus mosaicos, e por dentro, com um festival de obras de arte. A cúpula, aberta à visitação de segunda a sexta, tem afrescos de Vasari, que pintou &#8220;O Juízo Final&#8221;. A vista da cidade proporcionada a quem sobe ao Domo é de emudecer até os mais frequentes viajantes. Essa igreja magnífica me arrebatou de tal maneira que me levou às lágrimas, de felicidade e de vontade de levar toda a minha família para ver aquele monumento. Não sei precisamente o que me deixou tão tocada, mas é tão certo que a magia estava por lá que meus pais, dois anos depois, tiveram a oportunidade de realizar o desejo que tive no alto do Domo. Na primeira viagem que fizeram ao exterior, em mais de 60 anos de vida, conheceram Florença e sua catedral. Amaram, claro, como eu.</p>
<div id="attachment_2321" class="wp-caption alignright" style="width: 235px"><a href="http://blogasviajantes.files.wordpress.com/2010/04/a-tumba-de-michelangelo-na-santa-croce.jpg"><img class="size-medium wp-image-2321" title="A tumba de Michelangelo, na Santa Croce" src="http://blogasviajantes.files.wordpress.com/2010/04/a-tumba-de-michelangelo-na-santa-croce.jpg?w=225" alt="A tumba de Michelangelo, na Santa Croce" width="225" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">A tumba de Michelangelo, na Santa Croce</p></div>
<p><strong>Igreja de Santa Croce</strong> &#8211; As muitas capelas guardam afrescos e esculturas, como a &#8220;Crucificação&#8221;, de Cimabue, a &#8220;Última Ceia&#8221;, de Gaddi, e &#8220;A Anunciação&#8221;, de Donatello. Mas o que me impressionou mesmo foi me deparar com os túmulos de Galileu, Michelangelo e Maquiavel, para apontar apenas alguns dos ilustres que descansam por lá.</p>
<p><strong>MAIS ATRAÇÕES</strong></p>
<p>O David, que eu tanto procurava, está na <strong><a href="http://www.firenzemusei.it/accademia" target="_blank">Galleria dell&#8217;Accademia</a></strong>. O museu é obrigatório e razoavelmente barato para os padrões europeus: € 6.50 a inteira. Mesmo em baixa temporada, há fila para entrar. Por isso, na alta temporada, o ideal é comprar as entradas antecipadamente.</p>
<p>Imperdível também é a <strong><a href="http://www.visitflorence.com/florence-museums/uffizi-gallery.html" target="_blank">Galeria Uffizi</a></strong>, onde está a obra &#8220;O Nascimento de Vênus&#8221;, de Botticelli, junto a obras importantíssimas de outros mestres renascentistas, como Rafael, Lippi e Lenardo da Vinci. Há ainda Rubens, Caravaggio e até Rembrandt. O museu é um dos mais visitados da Itália, por isso é bom garantir tickets com antecedência. O preço é o mesmo: € 6.50 a entrada inteira.</p>
<div id="attachment_2324" class="wp-caption alignright" style="width: 160px"><a href="http://blogasviajantes.files.wordpress.com/2010/04/o-juizo-final.jpg"><img class="size-thumbnail wp-image-2324" title="O Juizo Final, de Georgio Vasari e Federico Zuccari" src="http://blogasviajantes.files.wordpress.com/2010/04/o-juizo-final.jpg?w=150" alt="O Juizo Final, de Georgio Vasari e Federico Zuccari" width="150" height="112" /></a><p class="wp-caption-text">O Juizo Final, de Georgio Vasari e Federico Zuccari</p></div>
<p>Para quem gosta de esculturas, o <strong>Museu Nacional do Bargello</strong> ou <strong><a href="http://www.polomuseale.firenze.it/english/musei/bargello/" target="_blank">Palácio Bargello</a></strong> tem o melhor acervo renascentista, inclindo um outro Davi, o de Donatello.</p>
<p>O <strong><a href="http://www.imss.fi.it/" target="_blank">Museo di Storia della Scienza</a></strong> guarda objetos de outro morador ilustre, o físico, matemático e astrônomo Galileu Galilei. Os visitantes podem ver dois de seus telescópios e reproduções de seus experimentos, além de mapas, astrolabios, barômetros, etc.</p>
<p>A <strong>Piazza della Signoria</strong> foi por séculos o coração da cidade e guarda hoje esculturas que lembram momentos importantes na história de Florença. O David, de Michelangelo, ficava exposto ali, antes de encontrar abrigo contras as intempéries na Galleria dell&#8217;Accademia. Hoje há uma cópia em seu lugar.</p>
<div id="attachment_2319" class="wp-caption alignleft" style="width: 235px"><a href="http://blogasviajantes.files.wordpress.com/2010/04/palazzo-vecchio.jpg"><img class="size-medium wp-image-2319" title="O Palazzo Vecchio é um dos edifícios históricos abertos à visitação pública" src="http://blogasviajantes.files.wordpress.com/2010/04/palazzo-vecchio.jpg?w=225" alt="O Palazzo Vecchio é um dos edifícios históricos abertos à visitação pública" width="225" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">O Palazzo Vecchio é um dos edifícios históricos abertos à visitação pública</p></div>
<p>O <strong>Palazzo Vecchio</strong> é hoje a sede da Prefeitura de Florença, mas suas salas, aposentos e rico acervo podem ser visitados pelo público, inclusive cômodos privativos e passagens secretas.</p>
<p>Um dos principais cartões-postais da cidade é a <strong>Ponte Vecchio</strong>, a mais antiga de Florença, sobre o Rio Arno, é salpicada por lojinhas que abrigam joalherias e antiguidades. Um corredor sobre a ponte, o Corredor Vassariano, foi construído para ligar o Palazzo Vecchio ao <strong>Palazzo Pitti</strong>, constituindo assim um trajeto exclusivo para os membros da poderosa família Médici, os mecenas do lugar.</p>
<p>Na época, os Medicis viviam no <a href="http://www.polomuseale.firenze.it/palazzopitti/" target="_blank">Palazzo Pitti</a>, que hoje abriga as ricas coleções de arte da família, além de conservar os aposentos luxuosos daqueles tempos. Os jardins do palácio, chamados <strong>Jardim de Boboli</strong>, são outra atração imperdível.</p>
<p>Um pouco mais afastado do Centro, ao sul do Arno, numa zona residencial charmosa, está o ponto que oferece um dos melhores ângulos de Florença: a <strong>Piazzale Michelangelo</strong>. A praça, construída no alto de um morro pelo arquiteto Giuseppe Poggi, em 1869, tem uma imponente réplica em bronze do David. Mas é a vista panorâmica que atrai a atenção dos turistas. Apesar da subida, vale a pena explorar os arredores a pé, se perdendo pelos jardins, escadas e passeios do bairro, em busca de novos ângulos da cidade.</p>
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		<title>Praga faz jus à fama de ‘A pequena Paris’</title>
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		<pubDate>Fri, 19 Mar 2010 02:31:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniela Amorim</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_2206" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://blogasviajantes.files.wordpress.com/2010/03/viagem-leste-europeu-2009-e-2010-333.jpg"><img class="size-medium wp-image-2206" title="Igreja de Nossa Senhora Diante de Týn, na Praça da Cidade Velha" src="http://blogasviajantes.files.wordpress.com/2010/03/viagem-leste-europeu-2009-e-2010-333.jpg?w=300" alt="Igreja de Nossa Senhora Diante de Týn, na Praça da Cidade Velha" width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">Igreja de Nossa Senhora Diante de Týn, na Praça da Cidade Velha</p></div>
<p>Uma jóia encravada num país de língua difícil, logo ali, na Europa Central. Praga, capital da República Tcheca, é uma preciosidade incrivelmente preservada, apesar das turbulências que sempre rondaram a região. Como não houve resistência às inúmeras invasões que sofreram ao longo da História, a cidade passou por grandes guerras e ocupações permanecendo praticamente intocada, ao contrário dos vizinhos europeus.</p>
<p>A primeira dica para esse destino é separar ao menos cinco dias e levar um bom par de tênis. Praga é encantadora a ponto de ser comparada a Paris. Não é possível percorrê-la com pressa, nem deixar de conhecer seus principais atrativos, que são muitos. E não há forma mehor de explorá-la que não seja a pé, com bastante calma, retendo-se a cada pedaço de história. Pode não ser tão moderna e desenvolvida, mas sem dúvida tem o charme da capital francesa.</p>
<div id="attachment_2211" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://blogasviajantes.files.wordpress.com/2010/03/viagem-leste-europeu-2009-e-2010-367.jpg"><img class="size-medium wp-image-2211" title="O Castelo de Praga, onde nasceu a cidade." src="http://blogasviajantes.files.wordpress.com/2010/03/viagem-leste-europeu-2009-e-2010-367.jpg?w=300" alt="O Castelo de Praga, onde nasceu a cidade." width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">O Castelo de Praga, onde nasceu a cidade.</p></div>
<p><strong>MOEDA E IDIOMA</strong><br />
No fim de dezembro de 2009, fazer a conversão da coroa tcheca para o Real não era complicado. Bastava cortar um zero para ter uma ideia do quanto valia um produto ou serviço na nossa moeda. Não é possível comprar coroas tchecas com antecedência, mas euros e dólares são trocados facilmente em casas de câmbio. Outra opção, a minha favorita, é fazer um saque num caixa eletrônico assim que chegar ao país.</p>
<p>Já com o idioma local as coisas não eram tão fáceis. O tcheco é difícil e boa parte da população não fala inglês, nem jovens nem adultos, mesmo na zona turística. Felizmente, em pouco tempo é possível identificar as palavras importantes, como Rua, Praça, Museu, etc. Como Praga foi invadida por turistas, museus e restaurantes possuem cardápio e guias em diversas línguas, entre elas inglês e espanhol.</p>
<p><strong>LOCOMOÇÃO</strong><br />
É possível chegar a Praga em voos low cost, em carro alugado, de ônibus ou de trem. A última opção é a mais utilizada, já que a malha ferroviária é bastante eficiente. Mesmo que você não pegue um bom trem alemão, os trens tchecos cumprem bem o serviço e com a mesma pontualidade. A principal estação de trem da cidade, a do Centro, é interligada ao metrô. Mas as estações são tão próximas umas das outras que algumas vezes é possível caminhar até o hotel &#8211; cuidado apenas com o parque no entorno da estação central, caso já esteja escuro.</p>
<p>O bilhete de metrô custa 18 coroas tchecas, com validade de cinco estações ou meia hora. Acredite, você não vai precisar de mais que isso. Há também os bondes, mas, no geral, o metrô é bastante eficiente. Certifique-se de ter sempre algumas moedas para comprar os bilhetes nas máquinas das estações. Embora a melhor forma de visitar Praga ainda seja a pé, apreciando sua arquitetua inigualável.</p>
<div id="attachment_2219" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><a href="http://blogasviajantes.files.wordpress.com/2010/03/viagem-leste-europeu-2009-e-2010-467.jpg"><img class="size-medium wp-image-2219" title="A &quot;cidade das 100&quot; torres vista dos muros do Castelo" src="http://blogasviajantes.files.wordpress.com/2010/03/viagem-leste-europeu-2009-e-2010-467.jpg?w=300" alt="A &quot;cidade das 100&quot; torres vista dos muros do Castelo" width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">A &quot;cidade das 100&quot; torres vista dos muros do Castelo</p></div>
<p><strong>HOSPEDAGEM</strong><br />
Malá Strana tem ruas agradáveis para quem gosta de sossego, mas não abre mão do charme. Josefov tem hotéis de luxo como o Intercontinental. A Cidade Velha concentra um número considerável de possíveis hospedagens, embora eu considere o lugar agitado demais, dia e noite. A Praça Venceslau, ponto importante da história recente do país, está a um passo do coração da Cidade Velha e conta com boa oferta de hotéis. Fiquei no StayAt Prague, uma espécie de aparthotel &#8211; com quarto e banheiro novos, além de café da manhã farto &#8211; que nos serviu muito bem.</p>
<p><strong>COMIDA</strong><br />
Praga é bastante turística, portanto fica difícil fugir dos serviços voltados para turistas. No inverno, vinho quente, castanhas e pretzel aquecem e enganam a fome. Mas a especialidade local é a cerveja pilsen. De preferência acompanhada de algum prato a base de porco. As tradicionais cervejarias servem canecas e longnecks a preços razoáveis, com atendentes em vestes medievais. No cardápio, o porco pode ser assado em fornos artesanais e alguns são servidos praticamente inteiros (ou em pedaços como a perna, urgh!) em espetos que mais parecem alegorias. Salsichas, linguiças e presuntos formam boas tábuas para acompanhar a cerveja.</p>
<div id="attachment_2213" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://blogasviajantes.files.wordpress.com/2010/03/viagem-leste-europeu-2009-e-2010-319.jpg"><img class="size-medium wp-image-2213" title="Sobre o rio Vltava, que corta Praga" src="http://blogasviajantes.files.wordpress.com/2010/03/viagem-leste-europeu-2009-e-2010-319.jpg?w=300" alt="Sobre o rio Vltava, que corta Praga" width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">Sobre o rio Vltava, que corta Praga</p></div>
<p><strong>EXPLORANDO A CIDADE</strong><br />
Praga é cortada pelo rio Vltava. À esquerda, estão Hradcany, o distrito do Castelo de Praga, e Malá Strana, que significa algo como pequeno quarteirão. Do lado direito do rio estão Staré Mesto, a cidade velha, e Nové Mesto, a cidade nova que na verdade é bastante antiga para os padrões brasileiros. Há também Josefov, o bairro judeu. As duas margens do rio são ligadas por várias pontes, sendo a mais importante delas a Ponte Carlos.</p>
<p><strong>COMPRAS</strong><br />
A República Tcheca, no geral, é mais barata que os países da Europa Ocidental. Sobretudo por ainda não ter aderido ao Euro. Mas Praga, por ser uma capital do mundo, tomada por turistas, ainda pratica preços consideravelmente mais salgados que as cidades vizinhas. Artigos que são símbolo do país e que valem realmente a pena em comparação ao que encontramos aqui no Brasil são os indefectíveis cristais tchecos e os sais de banho. A República Tcheca tem tradição em spas. A loja <a href="www.manufaktura.cz" target="_blank">Manufaktura</a> é uma tentação para quem gosta de produtos de beleza e higiene corporal. Já a Celetná Crystal tem peças delicadas de cristais puríssimos. Ambas mantém lojas no coração da Cidade Velha.</p>
<div id="attachment_2220" class="wp-caption alignright" style="width: 235px"><a href="http://blogasviajantes.files.wordpress.com/2010/03/viagem-leste-europeu-2009-e-2010-428.jpg"><img class="size-medium wp-image-2220" title="A Igreja de São Nicolau em Malá Strana guarda um orgão barroco tocado por Mozart" src="http://blogasviajantes.files.wordpress.com/2010/03/viagem-leste-europeu-2009-e-2010-428.jpg?w=225" alt="A Igreja de São Nicolau em Malá Strana guarda um orgão barroco tocado por Mozart" width="225" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">A Igreja de São Nicolau em Malá Strana guarda um orgão barroco tocado por Mozart</p></div>
<p><strong>MUSEUS</strong><br />
Praga tem muitos museus, como a maioria das grandes cidades turísticas. Os coadjuvantes, que não abrigam grandes coleções em grandes palácios, foram os que me seduziram mais.</p>
<p><strong>Museu Franz Kafka</strong> &#8211; O museu em Malá Strana reproduz através de linguagem moderna, jogo de luzes e instalações o clima perturbador dos romances do autor de A Metamorfose, enquanto desfia sua trajetória. Entrada a 120 coroas tchecas.</p>
<p><strong>Museu do chocolate</strong> &#8211; Junto à praça principal da Cidade Velha, uma pequena exposição conta a história do cacau e sua transformação numa das guloseimas mais populares do mundo. A melhor parte acontece ao fim da visita: uma demonstração de confecção de bombons, com direito a degustação.</p>
<p><strong>Palácio Kinský</strong> &#8211; A antiga construção abriga uma galeria com exposições de arte. A entrada para a de Salvador Dalí, em sua maioria de gravuras, custava 150 coroas tchecas.</p>
<p><strong>Museu Mucha</strong> &#8211; O <a href="http://www.mucha.cz/" target="_blank">museu</a> é dedicado à vida e obra de um dos artistas mais celebrados do país: Alphonse Maria Mucha (1860-1939), um dos grandes nomes do Art Noveau. Mucha é autor de inúmeras ilustrações dessa época, entre elas cartazes, painéis decorativos e anúncios publicitários que conquistaram Paris. Seu traço é familiar até mesmo para os mais leigos. O Palácio Kinský também tem uma mostra dedicada ao artista, mas é o museu que desvenda o homem por trás dos famosos desenhos.</p>
<div id="attachment_2218" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://blogasviajantes.files.wordpress.com/2010/03/viagem-leste-europeu-2009-e-2010-453.jpg"><img class="size-medium wp-image-2218" title="Viela de Ouro: Kafka morou em uma das pequenas casas coloridas dentro do complexo do Castelo" src="http://blogasviajantes.files.wordpress.com/2010/03/viagem-leste-europeu-2009-e-2010-453.jpg?w=300" alt="Viela de Ouro: Kafka morou em uma das pequenas casas coloridas dentro do complexo do Castelo" width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">Viela de Ouro: Kafka morou em uma das pequenas casas coloridas dentro do complexo do Castelo</p></div>
<p><strong>CASTELO DE PRAGA</strong><br />
A melhor atração no quesito Museus é, sem dúvida, o Castelo de Praga.<br />
O bilhete de 350 coroas tchecas dá direito a visita à maior parte dos prédios durante dois dias. O complexo é tão grande que é melhor mesmo dividir o passeio em duas partes. Assim é possível conhecer com calma a história da construção e das figuras que por ali passaram, além de apreciar a arquitetura de cada canto e as obras de arte em exposição. A Catedral de São Vito é anunciada como a cereja do bolo, mas as filas sempre enormes são desanimadoras. Caso não esteja com disposição para ficar na espera, as demais atrações não decepcionam: <strong>Viela de Ouro</strong>, <strong>Antigo Palácio Real</strong>, <strong>Galeria de Pinturas</strong>, <strong>Torre da Pólvora</strong>, <strong>Convento de São Jorge</strong>, <strong>Basílica de São Jorge</strong>, a exposição <strong>A História do Castelo de Praga</strong> e os <strong>jardins reais</strong>. Outro destaque é a vista da cidade, a partir dos muros do castelo.</p>
<p><strong>OUTRAS ATRAÇÔES</strong><br />
Praga na verdade é um conjunto de atrações em si. Cada prédio, cada rua, cada praça, cada esquina conta um pouco da história da cidade. Fique de olho, então, para não perder as seguintes pérolas.</p>
<div id="attachment_2215" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://blogasviajantes.files.wordpress.com/2010/03/viagem-leste-europeu-2009-e-2010-435.jpg"><img class="size-medium wp-image-2215" title="As casas são identificadas por símbolos na Rua Nerudova" src="http://blogasviajantes.files.wordpress.com/2010/03/viagem-leste-europeu-2009-e-2010-435.jpg?w=300" alt="As casas são identificadas por símbolos na Rua Nerudova" width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">As casas são identificadas por símbolos na Rua Nerudova</p></div>
<p><strong>Rua Nerudova</strong> &#8211; A rua íngreme que leva ao Castelo é salpicada de casas históricas, de uma época em que eram identificadas por símbolos nas fachadas, em vez de números. Alguns dos edifícios barrocos são ocupados hoje por embaixadas.</p>
<p><strong>Palácio Wallenstein e jardins</strong> &#8211; Na descida dos jardins reais já é possível avistar os jardins do palácio deste comandante militar, que sonhou um dia tomar o lugar do rei. A construção foi luxuosamente erguida na intenção de ofuscar o castelo de Praga. Hoje abriga o Senado, mas os jardins e algumas salas são abertos à visitação.</p>
<p><strong>Igreja de São Nicolau</strong> &#8211; A igreja considerada a mais bonita de Praga cobra 70 coroas tchecas de entrada. Além dos afrescos que decoram a construção, há uma exibição de pinturas do séc XVII nas galerias do segundo piso. Mas interessante mesmo é o órgão barroco, porque foi tocado por Mozart, em 1787.</p>
<div class="mceTemp">
<div class="mceTemp">
<div id="attachment_2227" class="wp-caption alignright" style="width: 235px"><a href="http://blogasviajantes.files.wordpress.com/2010/03/viagem-leste-europeu-2009-e-2010-4252.jpg"><img class="size-medium wp-image-2227" title="Igreja de Nossa Senhora da Vitória, onde está a imagem do Menino Jesus de Praga" src="http://blogasviajantes.files.wordpress.com/2010/03/viagem-leste-europeu-2009-e-2010-4252.jpg?w=225" alt="Igreja de Nossa Senhora da Vitória, onde está a imagem do Menino Jesus de Praga" width="225" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Igreja de Nossa Senhora da Vitória, onde está a imagem do Menino Jesus de Praga</p></div>
<p><strong>Igreja de Nossa Senhora da Vitória ou Nossa Senhora da Glória</strong> &#8211; É o lugar de peregrinação mais famoso de Praga. Fica em Malá Strana, próximo à Igreja de São Nicolau, e guarda a imagem do Menino Jesus de Praga, além de seu precioso guarda-roupa, com peças bordadas e capas coloridas &#8211; uma delas foi bordada à mão pela Imperatriz Maria Tereza.</p>
</div>
<p><strong>Ponte Carlos</strong> &#8211; A ponte erguida por Carlos IV, em 1357, é um dos principais pontos turísticos de Praga. Hoje serve apenas ao fluxo de pedestres, o que em alta temporada deve se equiparar a uma manada de búfalos.</p>
<p><strong>Sinagoga Staronová</strong> &#8211; A mais antiga sinagoga da Europa, construída em 1270, sobreviveu à ocupação nazista e ainda resiste no coração do antigo bairro judeu (Josefov), hoje em boa parte ocupado por grifes de luxo. Um velho cemitério judaico, de 1478, onde foram enterradas mais de 100 mil pessoas em um espaço mínimo, fica ali perto e também vale a visita.</p>
<p><strong>Capela de Belém</strong> &#8211; Fundada em 1391, a singela capela foi onde pregou o pensador e reformador Jan Hus. Hus foi condenado à fogueira por heresia, mas a capela se tornou o símbolo do movimento hussita na Boêmia.</p>
<div id="attachment_2216" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://blogasviajantes.files.wordpress.com/2010/03/viagem-leste-europeu-2009-e-2010-341.jpg"><img class="size-medium wp-image-2216" title="A praça da Cidade Velha concentra várias atrações" src="http://blogasviajantes.files.wordpress.com/2010/03/viagem-leste-europeu-2009-e-2010-341.jpg?w=300" alt="A praça da Cidade Velha concentra várias atrações" width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">A praça da Cidade Velha concentra várias atrações</p></div>
<p><strong>Praça principal da Cidade Velha (Staromestske nam.)</strong> &#8211; A praça da Cidade Velha concentra edificios históricos, museus, restaurantes e uma multidão de turistas. Cuidado com batedores de carteira! São várias as atrações por lá, como o Palácio Kinský, a Igreja de Nossa Senhora Diante de Týn, outra Igreja de São Nicolau e o monumento a Jan Hus, líder da reforma religiosa. Mas a estrela do local é o Relógio Astronômico da Torre da Prefeitura, de 1490. Além de marcar o tempo de acordo com três calendários diferentes, a cada hora cheia, bonecos articulados aparecem como uma espécie de cuco e fazem a alegria dos visitantes. É possível subir na torre do relógio e apreciar uma bonita vista dessa parte da cidade.</p>
<p><strong>Praça Venceslau</strong> &#8211; Uma das principais praças de Praga, concentra prédios antigos, além de abrigar a estátua de São Venceslau e o Museu Nacional.</p>
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</div>
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		<title>Mendoza, a capital sul-americana do vinho</title>
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		<pubDate>Thu, 04 Mar 2010 19:30:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniela Amorim</dc:creator>
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		<description><![CDATA[  Mendoza, capital da província de mesmo nome, é uma cidade agradável, com praças bem cuidadas, ruas arborizadas e clima de interior. Mas é avançada o suficiente para oferecer conforto e serviços de primeira qualidade aos moradores e turistas. Fundada no século XVI, a cidade preserva sua história em museus e nos poucos prédios históricos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div><strong> </strong></div>
<p style="text-align: center;">
<div id="attachment_2105" class="wp-caption aligncenter" style="width: 460px"><a href="http://blogasviajantes.files.wordpress.com/2010/03/vina-cobos.jpg"><strong><img class="size-full wp-image-2105 " title="Fonte: www.vinacobos.com" src="http://blogasviajantes.files.wordpress.com/2010/03/vina-cobos.jpg" alt="Vinhedos aos pés dos Andes, na província de Mendoza" width="450" height="179" /></strong></a><p class="wp-caption-text">Vinhedos aos pés da Cordilheira dos Andes, na província de Mendoza</p></div>
<p><strong></strong>Mendoza, capital da província de mesmo nome, é uma cidade agradável, com praças bem cuidadas, ruas arborizadas e clima de interior. Mas é avançada o suficiente para oferecer conforto e serviços de primeira qualidade aos moradores e turistas.</p>
<p>Fundada no século XVI, a cidade preserva sua história em museus e nos poucos prédios históricos que se mantiveram de pé depois do terremoto de 1861. Mas são os arredores da Grande Mendoza que guardam o que esse destino tem de especial: as vinícolas.<strong> </strong></p>
<div id="attachment_2115" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://blogasviajantes.files.wordpress.com/2010/03/paseo-peatonal-sarmiento2.jpg"><strong><img class="size-medium wp-image-2115  " title="Fonte: www.ciudaddemendoza.gov.ar" src="http://blogasviajantes.files.wordpress.com/2010/03/paseo-peatonal-sarmiento2.jpg?w=300" alt="Paseo Peatonal Sarmiento" width="300" height="199" /></strong></a><p class="wp-caption-text">Paseo Peatonal Sarmiento: no coração da cidade, lugar perfeito para um café</p></div>
<p><strong>COMO CHEGAR<br />
</strong>Mendoza fica mais perto do Chile do que da capital argentina. Buenos Aires está a 1.080 km, enquanto Santiago fica logo depois da <strong>Cordilheira dos Andes</strong>, a 360 km. Por isso há tantos chilenos entre os moradores. E, quando os Mendocinos resolvem pegar uma prainha, eles preferem ir à costa do país vizinho.</p>
<p>É possível chegar em voos fretados quando há pacotes em agências de viagens. Mas, normalmente, é necessário fazer escala em <strong>Buenos Aires</strong>. O aeroporto de Mendoza é o <strong>El Plumerillo</strong>, que fica a 12 km do centro da cidade. <strong>Aerolíneas Argentinas</strong> mantém essa rota, assim como <strong>Tam</strong> e <strong>Lan Chile</strong>.<br />
Também há serviços de ônibus noturnos de Buenos Aires a Mendoza (e de <strong>Santiago do Chile</strong> a Mendoza), ou vice-versa, que costumam ser confortáveis, apesar das 12 horas de trajeto. Há opções de leito, semi-leito e até suíte, com café da manhã. Várias empresas prestam esse serviço, como <a href="www.andesmar.com" target="_blank">Andesmar</a>, <a href="www.rapido-argentino.com" target="_blank">El Rapido Argentino</a>, <a href="www.catainternacional.com" target="_blank">Cata Internacional</a>, <a href="www.flechabus.com.ar" target="_blank">Flecha Bus</a> e <a href="www.vytsendas.com.ar" target="_blank">Sendas</a>.</p>
<p>Como eu fazia uma espécie de rali pela Argentina, cheguei de carro alugado, por Córdoba, percorrendo 670 km até lá. A chegada foi tranquila em comparação à partida em direção a Buenos Aires. Caso opte por fazer esse percurso de carro, prepare-se para sair bem cedo e chegar tarde. Alugue um carro com ar-condicionado no verão, porque o sol forte castiga, mesmo que a temperatura caia à noite. Não se espante com a profusão de moscas nas paradas de beira de estrada e contente-se com os sanduíches de miga que oferecem. Será difícil encontrar restaurantes abertos, mesmos nas cidadezinhas que encontrar pelo caminho. Apesar de tudo, acredite, vale a pena.</p>
<div id="attachment_2099" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://blogasviajantes.files.wordpress.com/2010/03/plaza-san-martin.jpg"><strong><img class="size-medium wp-image-2099  " title="Fonte: www.ciudaddemendoza.gov.ar" src="http://blogasviajantes.files.wordpress.com/2010/03/plaza-san-martin.jpg?w=300" alt="Plaza San Martín" width="300" height="225" /></strong></a><p class="wp-caption-text">Plaza San Martín: praças e ruas bem cuidadas convidam a um passeio</p></div>
<p><strong>HOSPEDAGEM<br />
</strong>Para quem gosta de curtir a cidade a pé, sugiro se hospedar entre as cinco praças principais: Plaza Independencia, Plaza Chile, Plaza San Martín, Plaza España e Plaza Italia. Por lá estão as ruas de pedestres, onde se pode tomar um café, comer empanadas e fazer compras. As barracas de artesanato também são uma tentação ao consumo. Um outro canto charmoso e com bons hotéis por perto é Plaza Pedro del Castillo e Parque O&#8217;Higgins.</p>
<p>Se preferir um albergue, sugiro que procure algum filiado à rede <strong>Hostelling International</strong>, porque eles exigem um certo padrão de qualidade. Fiz reservas para um hostel que parecia uma casa de bonecas, mas me decepcionei ao chegar. Não tinha higiene, o ventilador mal funcionava e os lençóis mais pareciam trapos. Ou seja, muito distante do padrão europeu.</p>
<p>Como o <strong>Rali Dakar Argentina-Chile</strong> estava de passagem pela cidade, não conseguimos hospedagem no centro. Aproveitamos que estávamos de carro e ficamos no <strong>Ibis</strong> (Lateral Sur del Acceso Este número 4241, Villa Nueva de Guaymallén), que fica na saída de Mendoza, entre a auto-pista que leva à cidade e uma área residencial, perto de um bom shopping center.<strong> </strong></p>
<p class="mceTemp">
<dl class="wp-caption alignleft">
<dt class="wp-caption-dt"><a href="http://blogasviajantes.files.wordpress.com/2010/03/parque-aconcagua.jpg"><strong><img class="size-full wp-image-2100   " title="Fonte: www.aconcagua.mendoza.gov.ar" src="http://blogasviajantes.files.wordpress.com/2010/03/parque-aconcagua.jpg" alt="O passeio ao Parque Provincial Aconcagua merece um dia inteiro" width="184" height="137" /></strong></a></dt>
<dd class="wp-caption-dd"><strong>O Parque do Aconcagua merece um dia inteiro</strong></dd>
</dl>
<p><strong>ATRAÇÕES<br />
</strong>No verão, Mendoza é basicamente uma agradável cidade ensolarada, cercada de oliveiras e vinhedos bem cuidados, aos pés de uma cadeia de montanhas com os cumes sempre cobertos de neve.</p>
<p>Quatro dias inteiros seriam suficientes para conhecer o que Mendoza tem de melhor: um dia para as vinícolas de Maipú, outro para as vinícolas de Luján de Cuyo, mais um para percorrer a cidade e outro dia para ir ao <a href="http://www.aconcagua.mendoza.gov.ar/" target="_blank">Parque Provincial Aconcagua</a>. Mas a verdade é que o lugar é tão gostoso que acabei esticando minha estada. Ficaríamos quatro dias, passamos uma semana, mas teríamos ficado mais.<strong> </strong></p>
<div id="attachment_2103" class="wp-caption alignright" style="width: 235px"><a href="http://blogasviajantes.files.wordpress.com/2010/03/vinhedos-catena-zapata.jpg"><strong><img class="size-medium wp-image-2103" title="Fonte: www.catenawines.com" src="http://blogasviajantes.files.wordpress.com/2010/03/vinhedos-catena-zapata.jpg?w=225" alt="Bodegas protegem vinhedos com redes contra chuva de granizo" width="225" height="300" /></strong></a><p class="wp-caption-text">Bodegas protegem vinhedos com redes contra chuva de granizo</p></div>
<p><strong>SOBRE AS VINÍCOLAS<br />
</strong>Outro dia li uma reportagem recomendando uma visita de bicicleta às vinícolas de Mendoza. Não recomendo de jeito nenhum, porque as bodegas estão distantes do centro da cidade e acessíveis por rodovias perigosas. Ainda por cima o clima é quente e árido. A menos que você se hospede numa pousada rural, em meio aos vinhedos, bike não é uma boa ideia, mesmo que você seja do tipo esportista.</p>
<p>Fiquei impressionada com a quantidade de cruzes, capelinhas e homenagens &#8211; além de muitos cães mortos &#8211; às margens das estradas, o que denota que o trânsito ali é perigoso. E uma bodega é consideravelmente distante da outra, considerando que os vinhedos ocupam um espaço de terra razoável.</p>
<p>Prefira explorar os arredores de Mendoza e suas bodegas de carro. Não abuse nas degustações, claro, mas sim nas compras. Os melhores vinhos argentinos são produzidos e vendidos por lá a pelo menos um terço do preço que chegam para o consumidor final aqui no Brasil.</p>
<div id="attachment_2109" class="wp-caption alignleft" style="width: 130px"><a href="http://blogasviajantes.files.wordpress.com/2010/03/museu-del-vino-na-la-rural1.jpg"><strong><img class="size-full wp-image-2109" title="Fonte: www.bodegaslarural.com" src="http://blogasviajantes.files.wordpress.com/2010/03/museu-del-vino-na-la-rural1.jpg" alt="Museo del Vino San Felipe na Bodega La Rural" width="120" height="120" /></strong></a><p class="wp-caption-text">Museo del Vino San Felipe na Bodega La Rural</p></div>
<p><strong>MAIPÚ</strong></p>
<p>Há inúmeras bodegas nas regiões de Maipú e <strong>Godoy Cruz</strong>. A <a href="http://www.bodegaslarural.com/" target="_blank">La Rural</a> é a mais tradicional delas, com um bom Museu do Vinho (Museo del Vino San Felipe) , visita guiada e degustação. Obrigatória.</p>
<p>Ao lado do vinho, a fabricação de azeite é um dos orgulhos de Mendoza. Como sou fanática por azeitonas e ouvi sobre uma degustação na região, também fomos à pequena fábrica familiar que produz azeite extra virgem de primeira qualidade, o <strong>Miguel Simone</strong>, com &#8211; 0,50% de acidez. A degustação é gratuita, mas só está disponível para possíveis compradores. O dono faz uma visita guiada ao maquinário onde o azeite é fabricado e ainda dá uma aula sobre o processamento da azeitona, que perde o amargor em barricas de salmoura. O grand finale consta de degustação de pedaços de pães embebidos em três tipos de azeites e azeitonas gorduchas de diferentes variedades. O nome da empresa é <strong>Russell</strong> e o endereço é Ozamis 1553, Russell, Maipú.</p>
<p>Outra dica para aproveitar o melhor de Maipú é parar para o almoço no restaurante <a href="www.casadecampomza.com" target="_blank">Casa de Campo</a> (Urquiza 1516, Coquimbito, Maipú), com comida caseira de lamber os beiços. A <strong>Colita de Cuadril al Malbec</strong> cozida em forno de barro, especialidade do simpático chef e dono da casa, estava deliciosa.</p>
<div id="attachment_2111" class="wp-caption alignleft" style="width: 233px"><a href="http://blogasviajantes.files.wordpress.com/2010/03/bodega-septima1.jpg"><strong><img class="size-full wp-image-2111 " title="Fonte: www.bodegaseptima.com" src="http://blogasviajantes.files.wordpress.com/2010/03/bodega-septima1.jpg" alt="Sedes das bodegas têm instalações tão caprichadas quanto as adegas" width="223" height="58" /></strong></a><p class="wp-caption-text">Sedes das bodegas têm instalações tão caprichadas quanto as adegas</p></div>
<p><strong>LUJÁN DE CUYO</strong></p>
<p>Luján de Cuyo tem as bodegas mais exclusivas, algumas bastante novas, mas não menos luxuosas, a maioria com capital estrangeiro. O mercado americano é um dos focos desses novos investidores, que capricham nos detalhes da produção de vinhos jovens, mas de altíssima qualidade.</p>
<p>Para as visitas a essas vinícolas menos turísticas, o ideal é fazer reservas. Como estávamos de carro, fizemos pessoalmente e voltamos no dia seguinte. Mas é possível reservar visitas guiadas (que terminam com degustações) por telefone. Experimentamos a <a href="www.bodegaseptima.com" target="_blank">Bodega Séptima</a>, a <a href="http://www.catenawines.com" target="_blank">Catena Zapata</a>, <a href="http://www.vinacobos.com" target="_blank">Viña Cobos</a> e <a href="http://www.bodegarucamalen.com/" target="_blank">Ruca Malen</a>.</p>
<p>A Catena Zapata, bastante conhecida dos brasileiros, têm uma visita guiada muito legal, que vale a pena conferir. Já a Ruca Malen nos proporcionou um dos melhores momentos da viagem, depis de mais uma visita guiada pela bodega: um almoço harmonizado no restaurante que funciona na vinícola. Foram cinco pratos e cinco vinhos servidos num deck supercharmoso, no meio dos vinhedos, com o Aconcágua coberto de neve ao fundo. Comida e vinho estavam muito bons, mas a atmosfera era o que mais encantava. Pagamos 130 pesos argentinos cada. Fantástico.</p>
<p class="mceTemp">
<div>
<dl class="wp-caption alignleft">
<dt class="wp-caption-dt"><a href="http://blogasviajantes.files.wordpress.com/2010/03/monte-aconcagua.jpg"><strong><img class="size-full wp-image-2101" title="Fonte: Wikipédia" src="http://blogasviajantes.files.wordpress.com/2010/03/monte-aconcagua.jpg" alt="O imponente Monte Aconcágua" width="300" height="225" /></strong></a></dt>
<dd class="wp-caption-dd"><strong>O imponente Monte Aconcágua</strong></dd>
</dl>
</div>
<p><strong>PASSEIO PELOS ANDES E ACONCÁGUA</strong></p>
<p>No inverno, a neve faz os turistas lotarem as <strong>estações de esqui</strong> que ficam na <strong>Ruta 60</strong>, que liga Mendoza, na Argentina, a Santiago, no Chile. No verão, turistas e aventureitos sobem para explorar o <strong>Parque do Aconcágua</strong>.</p>
<p>A estrada que corta os Andes é um dos passeios mais bacanas da província de Mendoza. As montanhas são ainda mais imponentes de perto e os pequenos túneis que as cortam são bastante curiosos. Sugiro subir de carro de manhã cedo, aproveitando para parar e apreciar as paisagens pelo caminho, com pequenos povoados e lagos.</p>
<p>A dinâmica nos Andes é muito interessante durante os dias quentes. As montanhas amanhecem cobertas de neve, que evapora com o sol forte ao longo do dia, e volta a cair durante a noite. Não importa quão quente esteja a temperatura na cidade, leve roupas de inverno caso queira se arriscar pelas trilhas do parque. Escalar a grande montanha, o temido Aconcágua, pode ser perigoso. É comum ler sobre mortes de escaladores e aventureiros no noticiário local. Só nos primeiros seis dias de janeiro do ano passado foram registradas quatro mortes, inclusive a de um experiente guia local. Não se arrisque a menos que esteja muito bem preparado.</p>
<p>Aos menos audaciosos, uma trilha de dois quilômetros e uma hora de duração apresenta o parque e satisfaz os visitantes. Na volta para casa, uma parada interessante é <strong>Puente del Inca</strong>, um vilarejo/feira de artesanato que vive do movimento de turistas atraídos por essa curiosa formação rochosa, em forma de ponte.</p>
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		<title>Uma temporada em Punta del Este, o balneário sul-americano do jet set internacional</title>
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		<pubDate>Tue, 02 Feb 2010 18:02:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniela Amorim</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Quando cheguei a Punta del Este fui recebida por um por do sol acolhedor. As casas magníficas de jardins impecáveis na orla que dá acesso à cidade me deram a impressão de entrar num pedacinho de Primeiro Mundo perdido naquele país que parece ter parado no tempo. Adoro o clima antiguinho do Uruguai, mas Punta [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_1862" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://blogasviajantes.files.wordpress.com/2010/02/playa-brava.jpg"><img class="size-medium wp-image-1862" title="As praias de Punta atraem ricos, belos e famosos de toda a América do Sul" src="http://blogasviajantes.files.wordpress.com/2010/02/playa-brava.jpg?w=300" alt="As praias de Punta atraem ricos, belos e famosos de toda a América do Sul" width="300" height="162" /></a><p class="wp-caption-text">As praias de Punta atraem ricos, belos e famosos de toda a América do Sul</p></div>
<p style="text-align: left;">Quando cheguei a <strong>Punta del Este</strong> fui recebida por um por do sol acolhedor. As casas magníficas de jardins impecáveis na orla que dá acesso à cidade me deram a impressão de entrar num pedacinho de Primeiro Mundo perdido naquele país que parece ter parado no tempo. Adoro o clima antiguinho do <strong>Uruguai</strong>, mas Punta del Este nada tem a ver com o resto do território. Punta é luxuosa, moderna, internacional.</p>
<div class="mceTemp" style="text-align: left;">
<div id="attachment_1879" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://blogasviajantes.files.wordpress.com/2010/02/praia-de-la-barra.jpg"><img class="size-medium wp-image-1879" title="Praia de La Barra com a Península ao fundo" src="http://blogasviajantes.files.wordpress.com/2010/02/praia-de-la-barra.jpg?w=300" alt="Praia de La Barra com a Península ao fundo" width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">Praia de La Barra com a Península ao fundo</p></div>
<p>A cidade é bem cuidada, com calçadas e gramados impecáveis. As casas não são numeradas, atendem cada uma por seu próprio nome. Arranha-céus sofisticados dividem espaço com prédios charmosos de gabarito baixo. As praias são abundantes e podem ser tanto oceânicas (Oceano Atlântico) quanto de rio (Río de la Plata). O mar abriga leões-marinhos. O centro comercial é salpicado de lojas de grifes internacionais. Os restaurantes têm comida e serviço de qualidade.</p>
</div>
<p style="text-align: left;"><strong>COMO CHEGAR</strong></p>
<p style="text-align: left;">A cidade de Punta del Este fica ao lado da cidade de <strong>Maldonado</strong>, capital do departamento de mesmo nome. É possível chegar pelo <strong>Aeroporto Internacional de Punta del Este</strong>, o Curbelo, (Laguna del Sauce), a 20Km da cidade, ou pelo <strong>Aeroporto Internacional de Carrasco</strong> (<strong>Montevidéu</strong>), a 130 Km.<strong> </strong></p>
<p style="text-align: left;">
<div id="attachment_1864" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://blogasviajantes.files.wordpress.com/2010/02/casa-fofa-peninsula.jpg"><strong><img class="size-medium wp-image-1864" title="As casas de veraneio têm estilos diferentes, mas são sempre encantadoras" src="http://blogasviajantes.files.wordpress.com/2010/02/casa-fofa-peninsula.jpg?w=300" alt="As casas de veraneio têm estilos diferentes, mas são sempre encantadoras" width="300" height="225" /></strong></a><p class="wp-caption-text">As casas de veraneio têm estilos diferentes, mas são sempre encantadoras</p></div>
<p style="text-align: left;">A Pluna mantém voos diretos para Carrasco. De Montevidéu a Punta, chega-se facilmente de carro. Basta pegar a <strong>Ruta Interbalneária</strong>. São muitos os pedágios, mas a estrada é bem conservada e sinalizada. Se alugar carro não for uma opção, é possível fazer o percurso de ônibus. A <strong>rodoviária de Tres Cruces</strong>, em Montevidéu, tem ônibus que saem todos os dias para Punta pelas compahias Cot e Copsa. A boa notícia é que esses ônibus passam pelo aeroporto de Carrasco. Caso queira um voo direto a Montevidéu, sem perder tempo esperando a troca de aviões, há ônibus de hora em hora para o seu destino final.</p>
<p style="text-align: left;">Caso viaje de Pluna, é bom saber que cada passageiro tem direito a embarcar somente um volume de 20 kg. Sendo que esse mesmo volume é cobrado na volta, a não ser que o passageiro faça o check in online. Ou seja, arranje uma internet no Uruguai para fazer o check in e não pagar pela bagagem despachada na volta.</p>
<p style="text-align: left;"><strong>HOSPEDAGEM</strong></p>
<div class="mceTemp" style="text-align: left;">
<p style="text-align: center;">
<div id="attachment_1888" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://blogasviajantes.files.wordpress.com/2010/02/casapueblo1.jpg"><strong><img class="size-medium wp-image-1888 " title="Casapueblo: ateliê, museu e hotel" src="http://blogasviajantes.files.wordpress.com/2010/02/casapueblo1.jpg?w=300" alt="Casapueblo: ateliê, museu e hotel" width="300" height="225" /></strong></a><p class="wp-caption-text">Casapueblo: ateliê, museu e hotel</p></div>
<p>Hotéis costumam ser mais caros em Punta del Este. Há muitos apartamentos e casas de veraneio para alugar, mas, na alta temporada, os preços podem ser astronômicos. Há hotéis com preços razoáveis no <a href="www.reservas.net" target="_blank">Reservas.net</a>. Fiquei no <a href="http://www.chalet.com.uy/por_sitio.html" target="_blank">Les Chalets</a>, na <strong>Playa Mansa</strong>, numa região residencial agradabilíssima. O lugar tinha um quarto honesto, com minicozinha.</p>
<p>Mas lembre-se que os hotéis do Uruguai costumam ter pelo menos uma estrela a menos do que anunciam. Geralmente necessitariam renovação completa, passando por revestimentos, móveis, roupa de cama e louças. As boas fotos disponíveis nos sites podem ser antigas, dos tempos áureos. A menos que você reserve um resort ou hotel de luxo recém-inaugurado, não crie expectativas.</p>
<p>O <a href="www.hostelworld.com" target="_blank">Hostelworld.com</a> disponibiliza reservas em alguns hostels na região, mas dificilmente há quartos privativos na Península, o melhor lugar para se hospedar.</p>
<div>
<dl class="wp-caption alignleft">
<dt class="wp-caption-dt"><a href="http://blogasviajantes.files.wordpress.com/2010/02/frutos-do-mar3.jpg"><strong><img class="size-medium wp-image-1906" title="Frutos do mar sempre frescos" src="http://blogasviajantes.files.wordpress.com/2010/02/frutos-do-mar3.jpg?w=300" alt="Frutos do mar sempre frescos" width="300" height="225" /></strong></a></dt>
<dd class="wp-caption-dd"><strong>Frutos do mar sempre frescos</strong></dd>
</dl>
</div>
<p><strong>COMPRAR, COMER, BEBER</strong></p>
<p style="text-align: center;">Punta tem um pequeno shopping center, o <strong>Punta Shopping</strong>, e um muito bom <strong>supermercado</strong> da rede <strong>Devoto</strong>. Mas o melhor lugar para comer, beber, comprar e passear é a<strong> Península</strong>. A <strong>Avenida Gorlero</strong> e suas transversais concentram lojas de grifes internacionais, restaurantes, bares e todo tipo de serviços.</p>
<div class="mceTemp">
<div class="mceTemp">A gastronomia é um dos pontos altos de Punta. Embora a especialidade uruguaia seja a parrillada, os frutos do mar são imbatíveis. Frescos e bem feitos. Os vinhos são uma paixão nacional. Os da série <strong>Don Pascual</strong>, da <a href="http://www.juanico.com/home.asp" target="_blank">Bodega Juanicó</a>, são onipresentes nas cartas dos restaurantes. Mas Punta combina mesmo é com champanhe, ou algum bom espumante, inclusive uruguaio. A cerveja uruguaia também vale a pena, com destaque para Patricia e Zillertal.</div>
</div>
<div id="attachment_1890" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://blogasviajantes.files.wordpress.com/2010/02/la-mano3.jpg"><strong><img class="size-medium wp-image-1890" title="La Mano: escultura na Playa Brava e cartão postal da cidade" src="http://blogasviajantes.files.wordpress.com/2010/02/la-mano3.jpg?w=300" alt="La Mano: escultura na Playa Brava e cartão postal da cidade" width="300" height="225" /></strong></a><p class="wp-caption-text">La Mano: escultura na Playa Brava e cartão postal da cidade</p></div>
<p><strong>PRAIAS</strong></p>
<p>As praias de rio têm águas mais calmas, perfeitas para famílias com crianças. A faixa de areia é uma só, mas os trechos recebem nomes diferentes: <strong>Playa Mansa</strong>, La Pastora, I&#8217;marangatú, Marconi, El Grillo e Cantegril. Já as praias oceânicas atraem os surfistas e ricaços em seus casarões a la Beverly Hills: <strong>Playa Brava</strong>, de los Ingleses e Chiverta. Na Playa Brava está a famosa escultura do artista chileno Mario Irarrazabal, chamada <strong>La Mano</strong>, que são os dedos de uma mão surgindo da areia.</p>
<div class="mceTemp">Grandes ou pequeníssimos quiosques na areia servem aos banhistas, disponibilizando sombra e cadeiras. Alguns são restaurantes e outros até se transformam em boates à noite. Não espere encontrar uma cervejinha para matar a sede, porque é proibido beber nas ruas e praias. Mas basta sentar na varanda de um desses restaurantes a beira mar para poder apreciar uma <strong>Patricia</strong> gelada (a cerveja uruguaia inesquecível da minha amiga Karencita) ou um refrescante espumante. Outro bom programa é fazer exercícios ao longo da orla no fim do dia.</div>
<div class="mceTemp"><strong> </strong></div>
<div class="mceTemp">
<div id="attachment_1891" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://blogasviajantes.files.wordpress.com/2010/02/a-obra-de-vilaro-na-casapueblo2.jpg"><strong><img class="size-medium wp-image-1891" title="A obra de Vilaró na Casapueblo" src="http://blogasviajantes.files.wordpress.com/2010/02/a-obra-de-vilaro-na-casapueblo2.jpg?w=300" alt="A obra de Vilaró na Casapueblo" width="300" height="225" /></strong></a><p class="wp-caption-text">A obra de Vilaró na Casapueblo</p></div>
<p><strong>CASAPUEBLO E CONRAD CASSINO, DOIS ÍCONES DA CIDADE</strong></p>
</div>
<p>O <a href="http://www.conrad.com.uy/" target="_blank">Conrad Punta del Este Resort &amp; Casino</a> é uma das grandes atrações da cidade. O complexo atrai turistas mesmo no inverno, com seus festivais de jogos, shows e gastronomia. Fica na orla da Playa Mansa, com vista privilegiada, e ainda tem spa para os afortunados que podem bancar um 5 estrelas.</p>
<div class="mceTemp">Já a <strong>Casapueblo</strong> é um lugar com outro tipo de magia. É o ateliê de <strong>Carlos Paez Vilaró</strong>, uma casa caiada e labiríntica construída pelo artista na costa de <strong>Punta Ballena</strong>, de frente para o azul do <strong>Rio da Prata</strong>. Hoje é um museu que expõe a instigante trajetória e obra de Vilaró, mas já foi a casa de verão do artista uruguaio e recebeu visitantes ilustres como Vinicius de Moraes, que deixou um belo texto sobre sua temporada por lá. Se quiser experimentar a sensação de Vinicius, o <a href="http://www.aluruguay.com/Photelcasapueblopuntadeleste.htm" target="_blank">Hotel Casapueblo</a> está aberto para hospedar também reles mortais.</div>
<div id="attachment_1868" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://blogasviajantes.files.wordpress.com/2010/02/jose-ignacio.jpg"><strong><img class="size-medium wp-image-1868" title="O farol de José Ignacio" src="http://blogasviajantes.files.wordpress.com/2010/02/jose-ignacio.jpg?w=300" alt="O farol de José Ignacio" width="300" height="225" /></strong></a><p class="wp-caption-text">O farol de José Ignacio</p></div>
<p><strong>LA BARRA, MANANTIALES E JOSÉ IGNACIO</strong></p>
<p>A oeste de Punta estão La Barra, Manantiales e José Ignacio, cenários para quem gosta de luxo mas prefere ficar longe do burburinho da grande cidade.</p>
<p><strong>La Barra</strong> é a praia mais desenvolvida e agitada dessas três. Para chegar à vila, a 20 km do centro de Punta, é preciso cruzar uma curiosa ponte ondulada. O mar, interrompido aqui e ali por rochas, é acessível através de pequenas ruas sem saída que abrigam casas de veraneio. A avenida pricipal conta com uma infinidade de bares, lojas de decoração e pequenas boutiques.</p>
<p>Já <strong>Manantiales</strong> é lugar para quem gosta de sombra, água fresca e esportes náuticos. A extensa faixa de areia abriga resorts e atrai surfistas. Pareceu-me o lugar mais exclusivo deles.</p>
<p style="text-align: left;"><strong>José Ignacio</strong>, a 40 km do centro de Punta, era uma tranquila vila de pescadores até ser descoberta pela alta sociedade. Ainda preserva o farol e o clima de paz, mas os casebres de madeira deram lugar a boutiques e restaurantes sofisticados. O lugar é perfeito para quem gosta de um conforto rústico.</p>
<p style="text-align: left;"><a href="https://sites.google.com/site/blogasviajantes/uruguai/uma-temporada-em-punta-del-este-o-balneario-sul-americano-do-jet-set-internacional" target="_blank">Quer imprimir este post? Clique aqui.</a></p>
</div>
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