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	<title>Viagem é com As Viajantes &#187; Clarissa Vasconcellos</title>
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	<description>Dicas de viagem, roteiros de turismo, listas de destinos, truques para comprar passagens</description>
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		<title>&#8216;Calas&#8217;, uma maneira diferente de curtir o mar na Espanha</title>
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		<pubDate>Wed, 11 Jan 2012 00:46:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Clarissa Vasconcellos</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Escondidinhas, essas enseadas são uma charmosa (e apertada!) maneira de aproveitar o verão na Europa.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_5799" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2012/01/cala1.jpg"><img class="size-medium wp-image-5799" title="cala1" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2012/01/cala1-300x201.jpg" alt="" width="300" height="201" /></a><p class="wp-caption-text">Qualquer cantinho vale para se refrescar, como este em Cadaqués (Catalunha)</p></div>
<p>A palavra tem tradução para o português: <strong>enseada</strong>. Mas foi na <a href="http://asviajantes.com/europa/espanha-europa" target="_blank">Espanha</a> que eu conheci o verdadeiro significado dela. As &#8216;<strong>calas</strong>&#8216; (&#8216;coves&#8217;, em inglês) são queridas conhecidas dos europeus. Principalmente daqueles que não têm o privilégio de ter o mar à disposição o ano inteiro, seja por razões geográficas (moram a quilômetros de distância do mar) ou pelo clima desfavorável mesmo. Ou seja, quem anseia por uma brisa marinha durante meses comemora qualquer espacinho de terra firme para curtir o barulho das ondas.</p>
<p>Um brasileiro acostumado a praias de areia (principalmente de largas faixas de areia) vai torcer o nariz para as &#8216;calitas&#8217;. Afinal, como assim esticar a canga nesse micro espaço (geralmente) cheio de pedras? Pois é. A primeira coisa a fazer é não generalizar. As calas são tão <strong>variadas </strong>quanto as praias. Podem ter só areia, sim, podem ser até larguinhas e confundidas com uma pequena praia. O que a caracteriza é o formato de baía (menor que as enseadas em geral) e o fato de estar rodeada ou estar coladinha em uma parede de pedra (<a href="http://www.astromia.com/tierraluna/costas.htm" target="_blank">este link</a> explica, em espanhol, a diferença entre algumas formas de litoral). Algumas são alcançáveis só por <strong>trilha</strong> ou por uma <strong>descida de pedra</strong>. Muitas vezes estão <strong>escondidas</strong> &#8211; e essa é a principal graça delas.</p>
<div id="attachment_5800" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2012/01/cala2.jpg"><img class="size-medium wp-image-5800" title="cala2" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2012/01/cala2-300x201.jpg" alt="" width="300" height="201" /></a><p class="wp-caption-text">Calela de Palafrugell, na Costa Brava. Tem até restaurante perto.</p></div>
<p>Pelo menos era para mim. Imaginar que eu estou numa <strong>prainha particular</strong> é uma delícia. Já fiquei em calas em que mal cabíamos eu e meu marido. Ou seja, zero chance de chegar alguém para atrapalhar nosso <strong>sossego</strong>. A primeira vez que vi uma cala foi na <a href="http://asviajantes.com/europa/croacia-europa" target="_blank">Croácia</a>. Achei o máximo ver uma menina tranquilona <a href="http://asviajantes.com/viagem/topless-na-europa-quem-se-anima" target="_blank">fazendo topless</a> entre a pedra e o mar calminho, num espaço onde só cabiam ela e seu livro. Depois, morando na Espanha, descobri que essas &#8220;praias improvisadas&#8221; (assim eu as chamava) têm nome.</p>
<p>Claro, elas também existem aos montes no Brasil e em diversos países banhados pelo mar. Porém, diante do nosso abençoado e extenso litoral, quem dá bola para elas? Talvez só os gringos mesmo. Na Espanha, elas estão em todo o litoral, de norte a sul, a leste e nas ilhas. Aproveitei algumas no Sul (<strong>Cabo de Gata</strong>, na <a href="http://asviajantes.com/europa/espanha-europa/andaluzia-espanha-europa" target="_blank">Andaluzia</a>, reúne algumas das mais lindas e escondidas calas da Espanha), na <strong>Catalunha </strong>(principalmente na Costa Brava) e em <strong><a href="http://asviajantes.com/viagem/maiorca-para-comecar-bem-o-verao-na-europa" target="_blank">Maiorca</a></strong>. E digo: muitas não deixam nada a dever às praias tradicionais. É só encarar como uma novidade e relaxar.</p>
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		<title>Restaurantes em Búzios: entre o pé na areia e a sofisticação</title>
		<link>http://asviajantes.com/viagem/restaurantes-em-buzios-entre-o-pe-na-areia-e-a-sofisticacao</link>
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		<pubDate>Thu, 08 Sep 2011 12:32:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Clarissa Vasconcellos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Búzios]]></category>
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		<description><![CDATA[Vai para Búzios e não sabe onde comer? Veja nossas dicas.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_5649" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/09/anexo.jpg"><img class="size-medium wp-image-5649" title="anexo" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/09/anexo-300x201.jpg" alt="" width="300" height="201" /></a><p class="wp-caption-text">Relax no Anexo Praia</p></div>
<p>Há alguns anos, num fim de semana primaveril, peguei o carro (eu ainda tinha um) com a viajante <a href="http://asviajantes.com/author/flavia-motta" target="_blank">Flávia Motta</a> rumo a <strong><a href="http://asviajantes.com/brasil/rio-de-janeiro/buzios-rio-de-janeiro-brasil" target="_blank">Búzios</a></strong>. Fazia muito tempo que eu não pisava na cidade (só tinha ido lá quando era criança) e na programação tínhamos duas paradas obrigatórias, recomendadas por uma amiga dela super local: o <strong>Bar do Zé, </strong>que fica na Orla Bardot, 382, e o <strong><a href="http://bardospescadores.com.br/" target="_blank">Bar dos Pescadores</a></strong> em Manguinhos, de cuja cozinha saíam pratos com pescados fresquíssimos e um pastel de camarão dos deuses. Esses lugares ainda existem hoje e continuam bombando, mas, muita coisa mudou desde 2003. O primeiro continua descolado mas subiu muito de preço (não se engane pelo nome de boteco, o <em>dress code</em> lá é &#8220;praia sofisticada&#8221;) e o segundo&#8230; Bem, abaixo eu conto o que aconteceu com o segundo.</p>
<p>Passei anos (de novo) sem voltar a Búzios e quando voltei com meus pais (que compraram casa lá e agora são locais também) tomei um choque. O restaurante dos pescadores, que ficava perto de Geribá, num terreno escondido, aonde íamos de chinelo (pé na areia <em>feelings</em>) agora é parte de um megacomplexo gastronômico onde há vários restaurantes e bares. Ele continua no estilo simples (só que com preços mais altos) e confesso que na hora em que vi não curti muito, mas hoje me rendo. O <a href="http://www.portodabarrabuzios.com.br/" target="_blank"><strong>Centro Gastronômico</strong> </a><strong><a href="http://www.portodabarrabuzios.com.br/" target="_blank">Porto da Barra</a>, </strong>em Manguinhos (agora com nome e tudo), ficou o máximo e é um dos lugares mais bacanas da cidade para ver o pôr do sol. O meu bar/restaurante preferido ali é o <strong><a href="http://www.anexopraiabuzios.com.br/" target="_blank">Anexo Praia</a></strong>. Existe também o <strong><a href="http://www.anexobarbuzios.com.br/" target="_blank">Anexo Bar</a>,</strong> na Orla Bardot, que é bacaninha (lembro que depois do Bar do Zé eu e a Flávia fomos tomar umas nesse Anexo), mas tunch-tunch-tunch noturno dele não se compara com clima o lounge relax da versão praiana. Para brindar o fim do dia lá, voto pedir um <em>clericot, </em>drinque da moda no verão passado no Rio, uma espécie de sangria feita com vinho branco ou espumante.</p>
<div id="attachment_5650" class="wp-caption alignleft" style="width: 211px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/09/clericot.jpg"><img class="size-medium wp-image-5650" title="clericot" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/09/clericot-201x300.jpg" alt="" width="201" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Clericot antes do anoitecer</p></div>
<p>Se a ideia é comer mesmo, a lista é enorme, mas aqui vão os meus favoritos. O <strong>Peixe Vivo</strong> fica também na Orla Bardot, de cara para o mar (em dia de ressaca não fique nas mesas da beira), e, apesar do nome caiçara, é um italiano delicioso. Outro de massas e de comida mediterrânea próximo a ele é o <strong><a href="http://www.casasbrancas.com.br/pt/restaurantes/deck.html" target="_blank">Deck</a></strong>, que fica no hotel Casas Blancas, do outro lado da Orla Bardot (número 714). Se o estômago pedir comida típica (sempre vale a pena levar os amigos gringos a Búzios), vá sem pestanejar ao <strong>Restaurante Gisele </strong>(Avenida José Bento Dantas, 5.100), em Geribá. Gisele Corrêa, mineira, trabalhou no Bar dos Pescadores (foi a responsável por seu sucesso lá no início dos anos 2000), mas abriu seu negócio há algum tempo. Fofo, fica em meio a um jardim (a chef também é paisagista) e a especialidade é comida mineira. Gisele faz questão de trazer tudo da sua terra, de linguicinhas a carnes, mas sem abrir mão dos pescados locais da Região dos Lagos. Meu petisco preferido: o pastel de angu. E a feijoada dos sábados é uma das melhores que provei na vida.</p>
<p>Outro restaurante que me tem como<em> habituée</em> é o<strong> Sol de Geribá</strong>, que fica na Avenida Geribá, 78 . Uma das poucas opções boas e baratas da cidade, o lugar tem comidinha da vovó, mas muuuito caprichada, pois o dono foi chef do top top <strong><a href="http://www.satyricon.com.br" target="_blank">Satyricon</a></strong> (na Orla Bardot). Pedir o peixe do dia empanadinho (sequíssimo) com arroz, feijão, batatas e farofa faz me sentir em casa.</p>
<p>Uma das primeiras vezes que provei comida tailandesa foi em Búzios, no <strong><a href="http://www.sawasdee.com.br/" target="_blank">Sawasdee</a></strong>. É bem verdade que tomei um pouco de implicância com esse restaurante depois que me senti maltratada na filial do Fashion Mall, no Rio de Janeiro, mas a de Búzios é uma graça. E a comida, muito boa.</p>
<p>E aqui vão três dicas de restaurantes que não conheço ainda, mas que foram aprovados pelos meus pais. Acredite, eles são exigentes. São: o argentino <strong><a href="http://www.estanciadonjuan.com.br/" target="_blank">Estância Don Juan</a>, </strong>para os amantes de carnes (&#8220;a picanha de cordeiro é maravilhosa&#8221;, segundo minha mãe), a trattoria <a href="http://www.parvati.com.br" target="_blank"><strong>Parvati</strong></a> (Búzios virou meca de italianos, como você pode ver) e o Salt (Orla Bardot, 468), que fica numa casa antiga e tem culinária contemporânea.</p>
<p>Desde que virou queridinha dos estrangeiros (franceses e argentinos, na maioria), Búzios sentiu a necessidade de adaptar-se também à mesa. E já deu para perceber que os preços acompanharam o sucesso. Uma boa época para conhecer esses e muitos outros restaurantes da cidade por um preço mais razoável é durante o Festival Gastronômico. O deste ano já rolou (em julho), mas fique ligado no ano que vem.</p>
<p><a href="https://sites.google.com/site/blogasviajantes/brasil/restaurantes-em-buzios-entre-o-pe-na-areia-e-a-sofisticacao" target="_blank">Imprima este post aqui</a>.</p>
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		<title>Que tipo de viajante você é?</title>
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		<pubDate>Tue, 16 Aug 2011 22:47:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Clarissa Vasconcellos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Camping]]></category>
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		<description><![CDATA[Um pequeno questionário para você descobrir quais destinos são a sua cara.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_5384" class="wp-caption aligncenter" style="width: 270px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/07/torre-eiffel-030711.jpg"><img class="size-medium wp-image-5384" title="torre-eiffel-030711" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/07/torre-eiffel-030711-260x300.jpg" alt="torre eiffel, rio sena, paris" width="260" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Paris, &#39;toujours&#39; uma opção para todos os tipos de viajante</p></div>
<p>Acontece com frequência: amigos, colegas e leitores nos pedem <strong>dicas de lugares para visitar </strong>sem ter a menor ideia do que querem, sem saber nem mesmo para que continente querem ir. Parece estranho? Nem tanto, principalmente se você tem interesses diversos. Praia no Nordeste ou compras nos Estados Unidos? Museus na Europa ou baladas na Austrália? Depende do momento da vida, da grana que você pretende gastar, se vai sozinho ou acompanhado e por aí vai. Ao longo do tempo, desenvolvemos diferentes perfis de viajantes. Em que fase você está? Abaixo, damos algumas <strong>dicas de viagem</strong> para quem está perdido.</p>
<p><em><strong>1) </strong><strong>Você é&#8230;</strong></em></p>
<p><strong><em>&#8230;solteiro?</em></strong></p>
<p>Se quiser aproveitar, não há dúvidas. Caia na balada europeia. <a href="http://asviajantes.com/europa/espanha-europa/ibiza-espanha-europa" target="_blank">Ibiza</a>, <a href="http://asviajantes.com/europa/espanha-europa/barcelona-espanha-europa-europa" target="_blank">Barcelona</a>, <a href="http://asviajantes.com/europa/holanda-europa/amsterda-holanda-europa-europa" target="_blank">Amsterdã</a>, <a href="http://asviajantes.com/europa/inglaterra-europa/londres" target="_blank">Londres </a>e <a href="http://asviajantes.com/europa/alemanha-europa-2/berlim-alemanha-europa-2" target="_blank">Berlim</a> são boas opções. Na América, <a href="http://asviajantes.com/america-do-norte/eua-america-do-norte/nova-iorque-eua-america-do-norte" target="_blank">Nova York</a>, <a href="http://asviajantes.com/america-do-sul/argentina-america-do-sul/buenos-aires-argentina-america-do-sul" target="_blank">Buenos Aires</a>, Cidade do México e <a href="http://asviajantes.com/brasil/sao-paulo/sao-paulo-sao-paulo" target="_blank">São Paulo</a> são top-of-mind em qualquer lista e, na Ásia, Tóquio tira onda. Sem esquecer das noites divertidas na Austrália e <a href="http://asviajantes.com/oceania/nova-zelandia" target="_blank">Nova Zelândia</a>. Esses locais também têm boas opções para de baladas gay.</p>
<p><strong><em>&#8230;comprometido?</em></strong></p>
<p>Há casais e casais. Conhecemos uns que vão passar (juntos) carnaval em <a href="http://asviajantes.com/brasil/bahia-brasil/salvador-bahia-brasil-america-do-sul" target="_blank">Salvador</a> e tudo bem. Esses baladeiros podem seguir as dicas acima. Mas se quiserem ficar de chamego, além dos destinos clássicos (<a href="http://asviajantes.com/europa/franca-europa/paris-franca-europa" target="_blank">Paris</a>, <a href="http://asviajantes.com/europa/grecia-europa" target="_blank">cidades e ilhas gregas</a>, <a href="http://asviajantes.com/europa/italia-europa/roma-italia-europa-europa" target="_blank">Veneza, Roma</a>, <a href="http://asviajantes.com/europa/italia-europa/florenca-italia-europa" target="_blank">Florença</a>), podem apostar na romântica <a href="http://asviajantes.com/europa/alemanha-europa-2/dresden" target="_blank">Dresden</a>, na charmosa <a href="http://asviajantes.com/europa/republica-tcheca-europa/praga-republica-tcheca-europa" target="_blank">Praga</a>, na sexy <a href="http://asviajantes.com/europa/espanha-europa/sevilha-espanha-europa" target="_blank">Sevilha</a> ou na paradisíaca <a href="http://asviajantes.com/america-do-sul/colombia-america-do-sul/san-andres-colombia-america-do-sul" target="_blank">San Andrés</a>. <a href="http://asviajantes.com/africa/marrocos-africa/marrakesh" target="_blank">Marrakesh</a> e <a href="http://asviajantes.com/europa/turquia-europa/istambul-turquia-europa" target="_blank">Istambul</a> também foram aprovadas com louvor pelas viajantes casadas.</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;</p>
<p><em><strong>2) </strong><strong>Você quer&#8230;</strong></em></p>
<p><strong><em>&#8230;sombra e água fresca?</em></strong></p>
<p>O Nordeste é a opção mais à mão e nossa praia preferida por lá é <a href="http://asviajantes.com/brasil/pernambuco/carneiros" target="_blank">Carneiros</a> (PE). Mas nem sempre ir a <a href="http://asviajantes.com/brasil/ceara/fortaleza" target="_blank">Fortaleza</a>, <a href="http://asviajantes.com/brasil/bahia-brasil/salvador-bahia-brasil-america-do-sul" target="_blank">Salvador</a>, <a href="http://asviajantes.com/brasil/alagoas/maceio-alagoas-brasil" target="_blank">Maceió</a> ou <a href="http://asviajantes.com/brasil/maranhao" target="_blank">Lençóis Maranhanses</a> sai em conta. Muitas vezes dá para conseguir uma promoção para algum destino do <a href="http://asviajantes.com/caribe-2" target="_blank">Caribe</a> que sai mais barato. E não vamos desprezar algumas praias europeias, como as de <a href="http://asviajantes.com/viagem/maiorca-para-comecar-bem-o-verao-na-europa" target="_blank">Maiorca</a>, <a href="http://asviajantes.com/europa/espanha-europa/ibiza-espanha-europa" target="_blank">Ibiza</a> , <a href="http://asviajantes.com/europa/malta-europa" target="_blank">Malta</a> e <a href="http://asviajantes.com/europa/croacia-europa" target="_blank">Croácia</a>.</p>
<div id="attachment_2792" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2010/04/carneiros1104101.jpg"><img class="size-medium wp-image-2792" title="carneiros1104101" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2010/04/carneiros1104101-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">Carneiros, nada para fazer é a maior diversão</p></div>
<p><strong><em>&#8230;bater perna?</em></strong></p>
<p>Cidades grandes são a sua praia. Prepare as canelas para andar muito em <a href="http://asviajantes.com/europa/franca-europa/paris-franca-europa" target="_blank">Paris</a>, <a href="http://asviajantes.com/europa/espanha-europa/madri" target="_blank">Madri</a>, <a href="http://asviajantes.com/america-do-norte/eua-america-do-norte/nova-iorque-eua-america-do-norte" target="_blank">Nova York</a>, <a href="http://asviajantes.com/america-do-sul/argentina-america-do-sul/buenos-aires-argentina-america-do-sul" target="_blank">Buenos Aires</a>, <a href="http://asviajantes.com/europa/inglaterra-europa/londres" target="_blank">Londres </a>e <a href="http://asviajantes.com/europa/alemanha-europa-2/berlim-alemanha-europa-2" target="_blank">Berlim</a>. Todas com infinitas atrações externas, <em>indoor</em>, opções de compras e um ou outro parque para descansar os pés. Reserve pelo menos cinco dias para cada uma delas.</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;</p>
<p><em><strong>3) </strong><strong>Em matéria de orçamento&#8230;</strong></em></p>
<p><strong><em>&#8230;você está duro?</em></strong></p>
<p>Aproveite a crise europeia para dar uma força aos países mais ferrados. <a href="http://asviajantes.com/europa/portugal-europa" target="_blank">Portugal</a> e <a href="http://asviajantes.com/europa/espanha-europa" target="_blank">Espanha</a>, conhecidos como os destinos mais econômicos da Europa, estão ainda mais atrativos. <a href="http://asviajantes.com/europa/irlanda-europa" target="_blank">Irlanda</a> e <a href="http://asviajantes.com/europa/grecia-europa" target="_blank">Grécia</a> também deram uma barateada, <a href="http://asviajantes.com/viagem/deu-no-ny-times-crise-europeia-e-boa-oportunidade-para-turistas" target="_blank">como já descrevemos aqui</a>. Ir aos <a href="http://asviajantes.com/america-do-norte/eua-america-do-norte" target="_blank">Estados Unidos</a> também vale a pena, ainda mais se você tiver milhas. Se você mora no Sudeste, também pode ser uma boa passear por perto, de carro mesmo, <a href="http://asviajantes.com/viagem/roteiro-pelas-cidades-historicas-de-minas-gerais" target="_blank">pelas cidades históricas de Minas</a>, pela costa e serra fluminenses (<a href="http://asviajantes.com/brasil/rio-de-janeiro" target="_blank">veja aqui posts de todo o Estado, de Parati a Búzios, de Mauá a Penedo</a>), pelo litoral e interior paulistas ou aproveitar capitais menos badaladas, como <a href="http://asviajantes.com/brasil/espirito-santo/vitoria" target="_blank">Vitória</a>.</p>
<p><strong><em>&#8230;o céu é o limite?</em></strong></p>
<p>Aproveite o luxo que as grandes urbes podem oferecer (<a href="http://asviajantes.com/europa/franca-europa/paris-franca-europa" target="_blank">Paris</a>, <a href="http://asviajantes.com/america-do-norte/eua-america-do-norte/nova-iorque-eua-america-do-norte" target="_blank">Nova York</a>, <a href="http://asviajantes.com/america-do-sul/argentina-america-do-sul/buenos-aires-argentina-america-do-sul" target="_blank">Buenos Aires</a>, <a href="http://asviajantes.com/europa/inglaterra-europa/londres" target="_blank">Londres </a>e <a href="http://asviajantes.com/europa/alemanha-europa-2/berlim-alemanha-europa-2" target="_blank">Berlim</a> têm hotéis e restaurantes de ponta para quem pode esbanjar) ou se jogue nos países nórdicos, como a <a href="http://asviajantes.com/europa/dinamarca-europa" target="_self">Dinamarca</a>, que é o território do melhor restaurante do mundo, o <a href="http://www.noma.dk/" target="_blank">Noma</a>. Atualmente, é possível encontrar luxo em quase todos os países, mas sem dúvida é em <strong>Dubai, </strong>nos Emirados Árabes, onde ele fica mais explícito. <em>Inshallá</em>.</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;</p>
<p><em><strong>4) </strong><strong>Adquirir cultura para você é&#8230;</strong></em></p>
<p><strong><em>&#8230; visitar pelo menos um museu por dia?</em></strong></p>
<p>Prepare a mochilinha, a garrafa de água e o tênis. Muna-se de mapas e guias. Para desbravar os museus de <a href="http://asviajantes.com/europa/franca-europa/paris-franca-europa" target="_blank">Paris</a>, <a href="http://asviajantes.com/america-do-norte/eua-america-do-norte/nova-iorque-eua-america-do-norte" target="_blank">Nova York</a>, <a href="http://asviajantes.com/europa/inglaterra-europa/londres" target="_blank">Londres</a>, <a href="http://asviajantes.com/europa/italia-europa/roma-italia-europa-europa" target="_blank">Roma</a>, <a href="http://asviajantes.com/europa/italia-europa/florenca-italia-europa" target="_blank">Florença</a>, <a href="http://asviajantes.com/europa/alemanha-europa-2/berlim-alemanha-europa-2" target="_blank">Berlim</a>, <a href="http://asviajantes.com/europa/holanda-europa/amsterda-holanda-europa-europa" target="_blank">Amsterdã</a> e <a href="http://asviajantes.com/europa/espanha-europa/madri" target="_blank">Madri</a> é preciso organização e disciplina de expedição.</p>
<div id="attachment_5574" class="wp-caption alignright" style="width: 235px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/08/grecia.jpg"><img class="size-medium wp-image-5574" title="grecia" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/08/grecia-225x300.jpg" alt="" width="225" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Atenas: uma surpresa a cada esquina</p></div>
<p><strong><em>&#8230; admirar monumentos e atrações ao ar livre?</em></strong></p>
<p>Lá vem ela de novo, a mais citada: <a href="http://asviajantes.com/europa/franca-europa/paris-franca-europa" target="_blank">Paris</a>. <a href="http://asviajantes.com/europa/inglaterra-europa/londres" target="_blank">Londres</a> também, claro. O Leste Europeu (<a href="http://asviajantes.com/europa/republica-tcheca-europa/praga-republica-tcheca-europa" target="_blank">Praga</a>, <a href="http://asviajantes.com/europa/hungria/budapeste" target="_blank">Budapeste</a> e <a href="http://asviajantes.com/europa/austria-europa/viena-austria-europa" target="_blank">Viena</a>) e a Grécia (especialmente <a href="http://asviajantes.com/europa/grecia-europa/atenas-grecia-europa-europa" target="_blank">Atenas</a>) são museus ao ar livre.<a href="http://asviajantes.com/viagem/italia-o-pais-inesgotavel" target="_blank"> Roma, Veneza, Florença</a>, imperdíveis; <a href="http://asviajantes.com/europa/espanha-europa/barcelona-espanha-europa-europa" target="_blank">Barcelona</a> impressiona pelo modernismo catalão e, bom, <a href="http://asviajantes.com/america-do-norte/eua-america-do-norte/nova-iorque-eua-america-do-norte" target="_blank">Nova York</a> tem o skyline mais famoso do mundo. <a href="http://asviajantes.com/europa/turquia-europa/istambul-turquia-europa" target="_blank">Istambul</a> é de tirar o fôlego. E, valorizando o santo de casa, não dá para não incluir o <a href="http://asviajantes.com/brasil/rio-de-janeiro/rio-de-janeiro-cidade" target="_blank">Rio de Janeiro</a>.</p>
<p><strong><em>&#8230; comprar livros, CDs e aparelhos reprodutores deles?</em></strong></p>
<p><a href="http://asviajantes.com/america-do-norte/eua-america-do-norte/nova-iorque-eua-america-do-norte" target="_blank">Nova York</a>, São Francisco e <a href="http://asviajantes.com/europa/inglaterra-europa/londres" target="_blank">Londres</a> para artigos em inglês; <a href="http://asviajantes.com/america-do-sul/argentina-america-do-sul/buenos-aires-argentina-america-do-sul" target="_blank">Buenos Aires</a>, <a href="http://asviajantes.com/america-do-sul/chile-america-do-sul-2/santiago-chile-america-do-sul-2" target="_blank">Santiago</a> e <a href="http://asviajantes.com/europa/espanha-europa/barcelona-espanha-europa-europa" target="_blank">Barcelona</a> para lembrancinhas para quem quer praticar o espanhol; <a href="http://asviajantes.com/europa/franca-europa/paris-franca-europa" target="_blank">Paris</a> e <a href="http://asviajantes.com/europa/alemanha-europa-2/berlim-alemanha-europa-2" target="_blank">Berlim</a> também são inesgotáveis (aproveite as promoções de table books e livros de arte).</p>
<p><strong>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><em><strong>5) </strong><strong>Defina aventura: </strong></em></p>
<p><strong><em>Sou um iniciado no tema. Subo trilhas, me comunico com micos, conheço o som dos pássaros e adoro acampar.</em></strong></p>
<p><a href="http://asviajantes.com/brasil/goias/chapada-dos-veadeiros" target="_blank">Chapada dos Veadeiros</a>, <a href="http://asviajantes.com/brasil/minas-gerais/sao-tome-das-letras" target="_blank">São Tomé das Letras</a>, <a href="http://asviajantes.com/america-do-sul/peru-america-do-sul" target="_blank">Peru</a>, <a href="http://asviajantes.com/america-do-sul/argentina-america-do-sul/patagonia-argentina-argentina-america-do-sul" target="_blank">Patagônia</a> e <a href="http://asviajantes.com/brasil/amazonas" target="_blank">Amazonas</a> são algumas de nossas sugestões. Mas com todo esse <em>know-how </em>verde, o melhor seria que você passasse umas dicas pra gente.</p>
<p><strong><em>Não sei a diferença entre borrachudo e pernilongo.</em></strong></p>
<p>Ver o item &#8220;bater perna&#8221;. Para você, o trânsito desse lugares já vai ser uma aventura inesquecível.</p>
<p><strong>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><em><strong>6) </strong><strong>O que é fazer turismo gastronômico?</strong></em></p>
<p><strong><em>É experimentar o McFrança, o McItália e o McAlemanha a cada parada da viagem.</em></strong></p>
<p>Olha, com esse perfil, provavelmente você já foi aos <a href="http://asviajantes.com/america-do-norte/eua-america-do-norte" target="_blank">Estados Unidos</a>. Veja se ao menos tenta provar as cadeias de fast-food locais dos outros países (como a natureba <a href="http://www.maozusa.com/" target="_blank">Maoz</a>, que existe em vários lugares), assim você varia no tempero. Ou entre num supermercado e prepare um piquenique.</p>
<div id="attachment_5575" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/08/alpaca_260310.jpg"><img class="size-full wp-image-5575" title="alpaca_260310" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/08/alpaca_260310.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a><p class="wp-caption-text">Carpaccio de alpaca, delícia peruana</p></div>
<p><strong><em>É viajar em função da comida. Escolho os pontos de interesse de acordo com a localização dos restaurantes que quero conhecer.</em></strong></p>
<p>Se você não mora em <a href="http://asviajantes.com/brasil/sao-paulo/sao-paulo-sao-paulo" target="_blank">São Paulo</a>, já deveria ter ido até lá, então. <a href="http://asviajantes.com/america-do-sul/argentina-america-do-sul/buenos-aires-argentina-america-do-sul" target="_blank">Buenos Aires</a>, <a href="http://asviajantes.com/america-do-sul/chile-america-do-sul-2/santiago-chile-america-do-sul-2" target="_blank">Santiago</a>, <a href="http://asviajantes.com/america-do-sul/peru-america-do-sul/lima-peru-america-do-sul-america-do-sul" target="_blank">Lima</a> e Cidade do México são outras mecas da comilança (chique ou estilo fartura) na América do Sul. E como não falar de <a href="http://asviajantes.com/europa/franca-europa/paris-franca-europa" target="_blank">Paris</a>, <a href="http://asviajantes.com/america-do-norte/eua-america-do-norte/nova-iorque-eua-america-do-norte" target="_blank">Nova York</a>, <a href="http://asviajantes.com/europa/inglaterra-europa/londres" target="_blank">Londres</a>? Mas saiba que a cidade atualmente com mais estrelas Michelin é Tóquio. Uma das que estão brigando nesse páreo é <a href="http://asviajantes.com/europa/espanha-europa/san-sebastian" target="_blank">San Sebastián</a>, no País Basco, além de várias localidades da Catalunha espanhola. E dá para comer a Itália inteira (agarre-se com força em <a href="http://asviajantes.com/europa/italia-europa/bolonha" target="_blank">Bolonha e Parma</a>). Por último, como já dissemos acima, <a href="http://asviajantes.com/europa/dinamarca-europa/copenhagen" target="_self">Copenhague</a> é a nova queridinha dos gourmets.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong><em>Não sei. Sempre passo mal nas viagens e acabo procurando restaurantes brasileiros.</em></strong></p>
<p><a href="http://asviajantes.com/europa/portugal-europa" target="_blank">Portugal</a> e <a href="http://asviajantes.com/europa/espanha-europa" target="_blank">Espanha</a> têm culinárias muito parecidas com a do Brasil (e restaurantes brasileiros também). Se você gosta de fartura, não tenha dúvida, é para esse lugares onde você deve rumar. Na Itália também não tem erro, a não ser que você não curta massa. Em hipótese alguma coma pizzas e calzones vendidos nas barraquinhas da rua italianas. Conselho de quem já passou muito mal por isso.</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><em><strong>7) </strong><strong>Comprar é&#8230;</strong></em></p>
<p><strong><em>&#8230; parte fundamental de qualquer viagem</em></strong></p>
<p>Miami, <a href="http://asviajantes.com/america-do-norte/eua-america-do-norte/nova-iorque-eua-america-do-norte" target="_blank">Nova York</a>, <a href="http://asviajantes.com/america-do-sul/argentina-america-do-sul/buenos-aires-argentina-america-do-sul" target="_blank">Buenos Aires</a>, <a href="http://asviajantes.com/america-do-sul/chile-america-do-sul-2/santiago-chile-america-do-sul-2" target="_blank">Santiago</a> e <a href="http://asviajantes.com/europa/espanha-europa/madri" target="_blank">Madri</a> para quem busca pechinchas. <a href="http://asviajantes.com/europa/inglaterra-europa/londres" target="_blank">Londres</a>, Tóquio e <a href="http://asviajantes.com/europa/franca-europa/paris-franca-europa" target="_blank">Paris</a>, para quem nem olha o preço na etiqueta.</p>
<div id="attachment_5579" class="wp-caption alignright" style="width: 235px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/08/5613_1171764330144_1109092390_30523149_7256000_n.jpg"><img class="size-medium wp-image-5579" title="5613_1171764330144_1109092390_30523149_7256000_n" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/08/5613_1171764330144_1109092390_30523149_7256000_n-225x300.jpg" alt="" width="225" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Comprinhas em Istambul</p></div>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong><em>&#8230; um saco. Odeio procurar lembrancinhas</em></strong></p>
<p>Essa dica é geral. Procure as ruas de comércio popular (normalmente no centro) e lojas de departamento para facilitar. Todas as grandes cidades contam com elas.</p>
<p><strong>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;</strong></p>
<p><em><strong> <img src='http://asviajantes.com/wp-includes/images/smilies/icon_cool.gif' alt='8)' class='wp-smiley' /> </strong><strong>Política, religião e futebol&#8230;</strong></em></p>
<p><strong><em>&#8230;não se discutem. Mas atraem turistas.</em></strong></p>
<p>Os países de maioria islâmica, como <a href="http://asviajantes.com/europa/turquia-europa" target="_blank">Turquia </a>e <a href="http://asviajantes.com/africa/marrocos-africa" target="_blank">Marrocos</a>, e de culturas mais exóticas, como <a href="http://asviajantes.com/asia/india-asia" target="_blank">Índia</a>, vêm atraindo cada vez mais brasileiros interessados em conhecer diferentes formas de vida (de carona, descobrem cores, sabores e sons totalmente diferentes).</p>
<p>Quem curte futebol não dispensa uma visita aos estádios dos principais clubes do mundo. <a href="http://asviajantes.com/europa/futebol-internacional" target="_blank">Veja aqui alguns exemplos que visitamos</a>.</p>
<p>E aí, deu para ajudar? Esperamos que sim.</p>
<p><a href="https://sites.google.com/site/blogasviajantes/comportamento/que-tipo-de-viajante-voce-e" target="_blank">Para imprimir este post, clique aqui.</a></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
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		<title>Chegando a Madri, aeroporto de Barajas</title>
		<link>http://asviajantes.com/viagem/chegando-a-madri-aeroporto-de-barajas</link>
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		<pubDate>Mon, 01 Aug 2011 13:24:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Clarissa Vasconcellos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Espanha]]></category>
		<category><![CDATA[Europa]]></category>
		<category><![CDATA[Madri]]></category>
		<category><![CDATA[Transporte]]></category>
		<category><![CDATA[Viagem]]></category>
		<category><![CDATA[Barajas]]></category>
		<category><![CDATA[controle de imigração]]></category>
		<category><![CDATA[imigração em Madri]]></category>
		<category><![CDATA[metrô no aeroporto]]></category>
		<category><![CDATA[Richard George Rogers]]></category>
		<category><![CDATA[Zara]]></category>

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		<description><![CDATA[Ele é bonito. Ele é moderno. Ele é eficiente. Um passeio pelo aeroporto madrileño, o mais importante da Espanha.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong> </strong></p>
<div id="attachment_5511" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/07/puro-design.jpg"><img class="size-medium wp-image-5511" title="puro design" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/07/puro-design-300x237.jpg" alt="" width="300" height="237" /></a><p class="wp-caption-text">É um museu? É um shopping? Barajas vai mais além de sua função original. (Foto: COPE)</p></div>
<p>Ele é praticamente uma cidade. Moderno, dá até vontade de fotografar, por causa de sua arquitetura fantástica (principalmente em seu terminal mais novo, o T4, projetado pelo britânico <strong>Richard George Rogers</strong>). O aeroporto de Barajas, porta de entrada de <a href="http://asviajantes.com/europa/espanha-europa/madri" target="_blank"><strong>Madri</strong></a>, é quase uma atração.</p>
<p><strong>Duas coisas</strong> me encantam nesse local de trânsito intenso (aeroportos sempre me despertam um certo fetiche). Acostumada àquele visual de rodoviária do Aeroporto do Galeão, no Rio, fiquei impressionada com<strong> 1) a </strong><strong>capacidade de Barajas de facilitar a vida do viajante</strong><strong>.</strong> Os caras espalham a informação de maneira clara &#8211; deve ser porque os espanhóis não curtem muito explicar as coisas aos turistas. <img src='http://asviajantes.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' />  Um exemplo: nos quadros de informações de portões, há o tempo estimado para se chegar até eles. Ou seja, se você está no portão J11 e precisa ir ao L3, vai demorar tantos minutos. Isso ajuda muito, principalmente aos viajantes atrasildos, ou, meu caso, àqueles que adoram dar uma voltinha. E olha que Barajas tem muita atração para se perder (veja abaixo).</p>
<p>A outra característica que me conquistou foi <strong>2) </strong><strong>uma saída na cara do metrô</strong>. É verdade que isso não é nada extraordinário (os aeroportos de <a href="http://asviajantes.com/europa/turquia-europa/istambul-turquia-europa" target="_blank">Istambul </a>e <a href="http://asviajantes.com/viagem/copenhague-elegancia-design-e-consciencia-ecologica" target="_blank">Copenhague</a>, por exemplo, também têm essa facilidade). Mas, para quem, como eu, mora numa cidade e sonha com o mínimo (um metrô na rodoviária, que seja) é realmente uma praticidade.</p>
<p><strong>Metrô ou táxi?</strong></p>
<p>A não ser que você esteja de <a href="http://asviajantes.com/europa/espanha-por-uma-temporada-manual-basico" target="_blank">mudança para Madri</a>, o metrô é, sem dúvida, a melhor opção. O bilhete único custa 1 euro e, saindo do aeroporto, você paga 1 euro mais. Ou seja, com dois euros você chega ao centro de Madri. Na volta, fique atento. Existem duas paradas para o aeroporto. Uma para os terminais T1, T2 e T3 e outra para o T4. Se você estiver voltando para o Brasil, é quase certo de você ir para a T4, de onde saem os principais voos internacionais. Mas, se estiver indo para outro destino europeu, pode ser que você tenha que descer na outra parada. Na dúvida, confira o terminal de seu voo no site da <a href="www.aena.es" target="_blank">Aena</a>, a Infraero deles.</p>
<p>Convém lembrar que nem todas as estações de metrô têm elevador, <em>entonces</em>, no caso de malas pesadas (sobretudo na volta, depois daquelas comprinhas), considere o táxi. Esse vai custar por volta de 25-30 euros (o trecho centro-Barajas e vice-versa). O taxista costuma cobrar uma taxa para as malas, portanto, não se assuste se o valor sair mais alto que o do taxímetro. De qualquer maneira, vale sempre fazer uma estimativa de preço com o motorista antes de embarcar.</p>
<div id="attachment_5512" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/07/ppcat-aa-01-en-barajas.jpg"><img class="size-medium wp-image-5512" title="OLYMPUS DIGITAL CAMERA" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/07/ppcat-aa-01-en-barajas-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">Estive em Barajas e me lembrei de você</p></div>
<p><strong>Controle de Imigração: emoção pra valer</strong></p>
<p>Todo mundo que vai para a Europa pela <a href="http://www.iberia.com/" target="_blank">Iberia</a> está careca de saber. Apesar de não exigir visto de turista para brasileiros (você pode ficar até três meses lá), a Espanha sabe como poucos países ser bem pentelha com os viajantes &#8211; inclusive com os que não têm como destino final Madri, ou seja, os que fazem nada mais que uma conexão na cidade. É verdade que boa parte disso é culpa nossa (não minha ou sua, mas dos problemas sociais do nosso país em geral), pois não são poucos indivíduos &#8220;suspeitos&#8221; que desembarcam por lá. Porém, nada justifica o tratamento recebido por alguns brasileiros, tomados por imigrantes ilegais &#8211; para dizer o mínimo. Mulheres que chegam sozinhas, na faixa dos 20 e poucos anos, são as que mais sofrem. Portanto, vá com tudo na bagagem de mão para provar que você é uma pessoa bacana: reserva do hotel/albergue impressa, passagem de volta, cartões de crédito internacionais, dinheiro vivo e eu recomendo ir até com contra-cheques do trabalho, cópia da escritura da casa (se você tiver residência própria) ou declaração do Imposto de Renda para provar seu vínculo com o Brasil. Um kit praticamente igual ao que se exige para tirar o visto para os Estados Unidos.</p>
<p>Quem vai ficar na casa de um amigo, em teoria, deve pedir uma carta-convite que o pobre anfitrião tem que solicitar na delegacia mais próxima e pagar uma grana. <a href="http://www.cartainvitacion.net/" target="_blank">Este site não oficial dá algumas informações</a> sobre essa formalidade, mas, confesso, nos três anos que morei em Madri, apenas um amigo foi parar na &#8220;salinha&#8221;. Ele mesmo brinca com o episódio (acabou tendo final feliz, com ele entrando no país), porque tem muita cara de árabe &#8211; outro preconceito injustificável dos malditos agentes de imigração. Ah, e uma dica meio óbvia, mais para as mulheres: nada de chegar com minissaia, short, roupas muito justas ou barriga de fora. Lembre-se: a discrição nos faz passar despercebidas. Em Madri e em qualquer lugar do mundo.</p>
<p><strong>Meu voo atrasou. ¿Y ahora qué?</strong></p>
<p>Posso dizer que ter que ficar zanzando pelo aeroporto de Barajas é praticamente uma sorte. OK, ninguém gosta de perder tempo, mas o lugar faz de tudo para não deixar o visitante entediado. E não estou falando de ficar testando perfumes no <em>free-shop</em>.</p>
<p>As meninas normalmente curtem fazer uma parada na <strong>Zara</strong>, cuja filial Barajas recebe ocasionalmente coleções especiais, diferentes das encontradas nas cidades espanholas. Dar um pulo na rede <strong>Relay </strong>também pode ser divertido, pois essa mistura de livraria e jornaleiro vai mais além das revistas básicas e vende algumas <em>cult</em> como a <em>Cahiers du Cinéma</em>. Um restaurante com estrela Michelin no aeroporto? Ele existe. É o <strong>El Madroño</strong>, que fica no segundo andar da T4. E se a espera for longa, dê uma relaxada no <strong><a href="www.elyseum.es" target="_blank">Travel Spa</a></strong>, também no T4, que tem desde uma massagem básica e manicure até um tratamento anti <em>jet lag</em>. Outras lojas, farmácias e livrarias estão disponíveis no Barajas, que tem até visita guiada. Afinal, não é qualquer aeroporto que conta com duas mesquitas e esculturas de Botero em seus corredores.</p>
<p>Quer ler sobre outros aeroportos? Veja aqui posts sobre o <a href="http://asviajantes.com/viagem/chegando-a-buenos-aires-aeroporto-de-ezeiza" target="_blank">Ezeiza, em Buenos Aires, </a>e o <a href="http://asviajantes.com/viagem/chegando-em-paris-do-aeroporto-para-o-centro" target="_blank">Charles de Gaulle, em Paris</a>.</p>
<p>Para imprimir, <a href="https://sites.google.com/site/blogasviajantes/espanha/chegando-a-madri-aeroporto-de-barajas" target="_blank">clique aqui</a>.</p>
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		<title>Deu no &#8216;The Independent&#8217;: 10 passeios de trem imperdíveis</title>
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		<pubDate>Thu, 07 Jul 2011 13:18:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Clarissa Vasconcellos</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Uma lista que dá a volta ao mundo sobre os trilhos.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_5394" class="wp-caption aligncenter" style="width: 235px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/07/istambul.jpg"><img class="size-medium wp-image-5394" title="istambul" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/07/istambul-225x300.jpg" alt="" width="225" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Istambul, última parada do mais famoso trem Orient Express</p></div>
<p>O jornalão britânico &#8216;The Independent&#8217; é conhecido, entre outras coisas, por suas matérias sensacionais de viagens. Aliás, é notório o interesse e talento dos ingleses para descrever lugares e dar dicas de turismo. E se tem algo que eles fazem com frequência é viajar de trem. <a href="http://www.independent.co.uk/travel/news-and-advice/the-50-best-railway-journeys-883074.html" target="_blank">Neste artigo, do jornalista Anthony Lambert, há um ranking das 50 melhores viagens de trem do mundo</a>. Foi difícil escolher, mas separamos dez delas para você ter um gostinho, dando uma adaptada à nossa realidade. Se ficar interessado, lembre-se que muitas destas rotas não saem todos os meses e que é preciso reservar com antecedência pela internet.</p>
<p><strong>1. <a href="http://www.orient-express.com/web/vsoe/venice_simplon_orient_express.jsp" target="_blank">Orient-Express</a></strong></p>
<p>Famosa mundialmente devido ao romance de Agatha Christie, &#8220;Assassinato no Orient-Express&#8221;, esta empresa conta com diferentes rotas, mas a legendária <strong>Venice Simplon-Orient Express</strong>, que liga Veneza a <a href="http://asviajantes.com/viagem/turquia-uma-introducao-a-asia" target="_blank">Istambul</a>, é a mais famosa. Passando por diversas cidades do Leste Europeu, como <a href="http://asviajantes.com/viagem/praga-faz-jus-a-fama-de-a-pequena-paris" target="_blank">Praga</a>, Belgrado e Bucareste, o passeio ainda pode ser esticado mais ao Oriente (embarcando em outro trem), com destino ao Cairo, por exemplo.<strong> A rota clássica só sai uma vez por ano, dura 6 dias e 5 noites e custa a partir de US$ 9.470. </strong>Sim, trata-se de um trem de luxo. Mas você pode viajar em outros trens da empresa Orient-Express, com diversas rotas dentro das Ilhas Britânicas e por outros países a partir de 170 libras esterlinas. <a href="http://www.orient-express.com/collection/trains/trains.jsp" target="_blank">Veja detalhes aqui</a>.</p>
<p><strong>2. <a href="http://www.ferrocarrilcentral.com.pe/index_.php" target="_blank">Lima–Huancayo</a></strong></p>
<p><strong>Com três dias de duração e bilhetes a partir de 195 nuevos soles (cerca de 70 dólares), </strong>esta viagem começa na capital peruana e passa pelos trilhos mais altos da Cordilheira dos Andes. Ao longo do passeio, o trem sobe até 4.780 metros (ao passar por Galera). Para combater o <em>soroche</em> (mal das alturas), rola até oxigênio nos vagões. São 360 quilômetros no total.</p>
<div id="attachment_5395" class="wp-caption alignleft" style="width: 235px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/07/P1040176.jpg"><img class="size-medium wp-image-5395" title="OLYMPUS DIGITAL CAMERA" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/07/P1040176-225x300.jpg" alt="" width="225" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Pisa: ponto de partida (ou de chegada) da viagem até Nice.</p></div>
<p><strong>3. Nice–Pisa</strong></p>
<p>Duas das cidades mais charmosas da Europa estão conectadas por uma rota deliciosa, cercada por paisagens marítimas (beirando o Mar da Ligúria) e pelos Alpes. <strong>Com duração variando de cinco a nove horas</strong>, o passeio pode ser comprado pelo <a href="http://www.raileurope.com.br/" target="_blank">site da Rail Europe versão brasileira</a>. Há bilhetes de 100 reais em setembro, por exemplo, mas tudo depende do conforto (há mais caros e mais baratos).</p>
<p><strong>4. <a href="http://www.internationalrail.com/australia/indian-pacific.aspx" target="_blank">The Indian Pacific</a></strong></p>
<p>Uma aventura que corta a <strong>Austrália</strong> de leste a oeste, ligando Sydney e Perth, do Oceano Pacífico ao Oceano Índico. São <strong>três dias de viagem, mais de 4.300 quilômetros, </strong>com paradas em cidades como Adelaide. Há passagens<strong> a partir de 262 libras</strong>. A mesma empresa também tem várias rotas legais pelo país, <a href="http://www.internationalrail.com/australia.aspx" target="_blank">veja todos os detalhes aqui</a>.</p>
<p>5. <strong>Luxo ou aventura na Índia </strong></p>
<p>Aqui vão duas sugestões de passeios de trem na <strong>Índia</strong>, <a href="http://asviajantes.com/asia/india-asia" target="_blank">país com várias entradas aqui no blog</a>. Saindo de Mumbai,  a <strong><a href="www.deccan-odyssey-india.com" target="_blank">Deccan Odyssey</a> </strong>propõe uma luxuosa viagem no tempo (as passagens custam <strong>a partir de 315 dólares</strong>), que dura <strong>oito dias</strong> e passa por Goa, Puna e por diversas cidades históricas. Dentro, rola até uma massagem aiurvédica em seu spa. Mas se sua ideia é fazer viagens mais curtas pelo país, vale a pena explorar o site da <strong><a href="http://www.indiarail.co.uk/" target="_blank">Indian Railways</a>.</strong> Uma rota imperdível é a do &#8220;Toy Trem&#8221;que liga  <strong>New Jalpaiguri a Darjeeling</strong>, bordeando a cordilheira do Himalaia.</p>
<p><strong>6. <a href="http://www.eltranscantabricogranlujo.com/" target="_blank">El Transcantábrico</a></strong></p>
<p>Se o máximo que você conhece do sistema ferroviário da <a href="http://asviajantes.com/europa/espanha-europa"><strong>Espanha</strong></a> é o trem que liga <a href="http://asviajantes.com/viagem/madri-vale-a-pena-olhar-em-volta" target="_blank">Toledo a Madri</a>, veja esta. A FEVE (rede que circula no norte do país) sugere um luxuoso passeio em um hotel sobre rodas que liga Santiago de Compostela (a cidade onde termina o<a href="http://asviajantes.com/viagem/caminho-de-santiago-no-pain-no-gain" target="_blank"> Caminho de Santiago</a>) a Bilbao &#8211; podendo esticar a viagem até San Sebastián (ambas no <a href="http://asviajantes.com/viagem/pais-basco-ongi-etorri" target="_blank">País Basco</a>). A rota de <strong>uma semana</strong> vai bordeando o Mar Cantábrico e tem paradas em lugares históricos como Altamira (onde foram encontradas pinturas rupestres de 14.500 anos) e o Guggenheim de Bilbao. O preço é salgado (<strong>a partir de 1.650 euros</strong>), mas, considerando que a hospedagem está incluída, vale a pena.</p>
<div id="attachment_5396" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/07/phot_trai_west_018.jpg"><img class="size-medium wp-image-5396" title="phot_trai_west_018" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/07/phot_trai_west_018-300x197.jpg" alt="" width="300" height="197" /></a><p class="wp-caption-text">A viagem entre Vancouver e Toronto. Foto Matthew G. Wheeler (viarail.ca)</p></div>
<p><strong>7. <a href="http://es.viarail.ca/es/es_trai_toja.html" target="_blank">The Canadian</a></strong></p>
<p>Descrita como uma &#8220;viagem épica&#8221;, esta rota liga <strong>Toronto a Vancouver</strong>, cortando o sul do Canadá de leste a oeste. Com vagões dos anos 50 e paisagens estonteantes, com lagos e montanhas, é um dos passeios mais bonitos da América do Norte. Dura <strong>três dias e meio</strong> e custa por volta de <strong>600 dólares canadenses</strong>.</p>
<p><strong>8.<a href="http://www.gwtravel.co.uk/destination.php?id=1" target="_blank"> </a></strong><strong><a href="http://www.gwtravel.co.uk/destination.php?id=1" target="_blank">Golden Eagle Trans-Siberian Express</a></strong></p>
<p>Pode ser uma das viagens de trem mais longas do mundo, variando de <strong>7 a 21 dias</strong>.  A rota clássica, que liga <strong>Moscou a Vladvostok</strong>, tem mais de 10.000 quilômetros, dura15 dias e passa por oito (!) fusos horários diferentes. Mas a vontade que dá é pegar a de maior extensão, entre Moscou e Pequim (21 dias), a chamada Rota da Seda. Prepare-se para gastar uma grana, no mínimo <strong>a partir de 3.000 euros</strong>.</p>
<p>9. <strong><a href="http://www.orient-express.com/collection/trains/eastern_oriental_express.jsp" target="_blank">The <span style="color: blue;">Eastern &amp; Oriental Express</span></a></strong></p>
<p>Também operada pela Orient Express, esta rota conecta<strong> Singapura a Bangcoc,</strong> perfeita para quem quiser dar um giro pelo Sudeste Asiático. Estão incluídos tours e um cruzeiro pelo Rio Kwai, além de passar por florestas, montanhas e templos dourados. A passagem de ida de Bangcoc a Singapura custa <strong>a partir de 2.320 dólares </strong>e a viagem dura <strong>quatro dias</strong>.</p>
<p>10. <strong>Oslo–Bergen</strong></p>
<p>Todo mundo fala da beleza das frias paisagens nórdicas. Uma maneira rápida de passar por elas é pegar esta rota oferecida pela <a href="http://www.europeanrail.com/" target="_blank">European Rail</a>. Foram 12 anos de construção do trecho de 489 quilômetros que liga Oslo a Bergen, com direito a vista dos fiordes. O preço é dos melhores desta lista: <strong>a partir de 2</strong><strong>00 euros</strong> só ida, para uma viagem que dura <strong>sete horas</strong>.</p>
<p>Sentiu falta de um passeio de trem pelo Brasil? Nós também. Mas o autor elencou viagens longas nesse tipo de transporte, o que infelizmente não é lá muito comum no nosso país, onde se prioriza o transporte de cargas. Mas se você adora o balançar sobre os trilhos e pretende fazer uma viagem rápida, <a href="http://www.dicaseturismo.com.br/passeios-de-trem-pelo-brasil/" target="_blank">dê uma olhada neste site</a>. Há várias sugestões bacanas de viagens de trem no Brasil.</p>
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		<title>Maiorca: para começar bem o verão na Europa</title>
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		<pubDate>Mon, 20 Jun 2011 16:26:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Clarissa Vasconcellos</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A terra natal de Rafael Nadal é um paraíso para amantes de praia, montanha e gastronomia.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_5347" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/06/maiorca.jpg"><img class="size-medium wp-image-5347" title="maiorca" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/06/maiorca-300x201.jpg" alt="" width="300" height="201" /></a><p class="wp-caption-text">Sant Elm. Paraíso.</p></div>
<p>O <strong>verão</strong> está prestes a começar. Mais precisamente dia 21 de junho (amanhã). Tô falando do verão no Hemisfério Norte, claro. Ao contrário do que acontece em grande parte do Brasil, país que felizmente tem o luxo de contar com calorzinho até no inverno (ele começa nesta terça do lado de cá do Equador, lembra?), na Europa a chegada do verão é mais que comemorada. E um dos países que mais atraem turistas no continente nessa época é a <a href="http://asviajantes.com/europa/espanha-europa">Espanha</a>.</p>
<p>Os espanhóis se espalham pela costa inteira, <strong><a href="http://asviajantes.com/viagem/espanha-em-tres-roteiros-basico-gourmet-e-praiano" target="_blank">como eu já relatei por aqui, no roteiro praiano pelo país</a></strong>. Mas os gringos (ingleses, alemães e nórdicos, principalmente) preferem virar pimentão em <strong><a href="http://asviajantes.com/europa/espanha-europa/barcelona-espanha-europa-europa" target="_blank">Barcelona</a></strong>, cidade mais visitada da Espanha, e nas deliciosas ilhas espanholas. O <a href="http://asviajantes.com/europa/espanha-europa/ilhas-canarias" target="_blank">arquipélago das Canárias</a> e o arquipélago das Baleares são os preferidos da galera.</p>
<p>No ano passado fiz uma viagem espetacular pela costa da Catalunha (que em breve será descrita por aqui), com uma parada de alguns dias em <strong>Maiorca</strong>.  A terra onde nasceu o tenista <strong>Rafa Nadal </strong>me surpreendeu. E também vai surpreender você, se seguir umas dicas básicas.</p>
<div id="attachment_5349" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/06/Es-Trenc.jpg"><img class="size-medium wp-image-5349" title="Es Trenc" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/06/Es-Trenc-300x201.jpg" alt="" width="300" height="201" /></a><p class="wp-caption-text">Es Trenc. Praia nudista que também atrai banhistas vestidos. Mas nada de fotografar ou ficar &quot;manjando&quot; os que optarem pelo naturismo.</p></div>
<p>Regra 1: <strong>fuja de resorts </strong>ou de turismo nesse estilo. É o primeiro passo para gostar da ilha. Tinha certo receio porque é um dos destinos preferidos dos viajantes mais &#8220;maduros&#8221; nas Baleares (o povo jovem corre todo para a lotada Ibiza), mas constatei que no verão ela fica repleta de representantes de 20 e poucos anos (alguns meio arruaceiros, convém dizer) e um pouco de tudo. Casais alemães de meia-idade, recém-casados espanhóis de 30 anos, universitários ingleses que enchem a cara todos os dias, por exemplo.</p>
<p>Regra 2: <strong>evite o mês de agosto</strong>. É o mês oficial das férias, o equivalente a janeiro por aqui. Além de encontrar tudo muito mais caro, você vai dar de cara com praias lotadas, restaurantes com fila, engarrafamentos e gente estressada. Além disso, é comum na Europa que alguns estabelecimentos fechem durante esse mês inteiro. Acredite, é frustrante ler sobre um bar incrível ou aquele restaurante de comida caseira, chegar lá e dar de cara com a porta fechada. Junho e setembro são os meses mais agradáveis para visitar Maiorca, mas, com um pouco de paciência, dá para ir em julho também &#8211; o segundo mês mais concorrido.</p>
<p>Regra 3: <strong>alugue um carro. </strong>Ao contrário das cidades da Península espanhola, que podem ser desbravadas a pé ou de metrô, as ilhas exigem esse investimento. Maiorca, a maior das Baleares, tem praias fantásticas aonde a gente só chega de carro. Se você for ficar só na capital, Palma de Maiorca, não será necessário, mas você não vai a Maiorca só para isso, né?</p>
<div id="attachment_5350" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/06/avarques.jpg"><img class="size-medium wp-image-5350" title="avarques" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/06/avarques-300x201.jpg" alt="" width="300" height="201" /></a><p class="wp-caption-text">&#39;Avarques&#39;, sandálias típicas de Menorca, mas que são vendidas também em Maiorca e na Costa Catalã</p></div>
<p>Regra 4: <strong>fique no mínimo quatro dias</strong>. Uma semana seria o mais legal, mas não passe menos que quatro noites por lá. Em um mesmo dia é possível ir a duas, três, quatro praias, dependendo de sua disposição, mas ficar pouco tempo por lá vai dar aquela sensação de correria de gincana. Lembre-se que viagens a ilhas não são tão simples, o deslocamento nunca é igual ao de cidades no continente.</p>
<p><strong>Algumas praias e cidades bacanas: </strong></p>
<p><strong> </strong>No oeste: Port d&#8217;Andratx (não confundir com a cidade de Andratx), Sant Elm (de mar turquesa),  Estellencs (sem praia, mas com construções fofas), Cala de Estellencs (as<em> calas </em>são pequenas prainhas, de pedra ou areia), mirador de Ses Ànimes (parada para uma vista linda), Deià e Cala de Deià, Valldemossa e Port de Valldemossa (é uma descida longa e chatinha, mas vale a pena).</p>
<p>No norte-leste: Cala de Sant Vicenç (uma das praias mais bonitas da ilha), Cap de Catalunya (outro ponto de super vista), Cap de Formentor (fica lá na pontinha leste, tem uma serra longa, mas seu farol é lindo). Também vale uma passada na Badia de Pollença (ponto de kitesurf) e na medieval Alcúdia.</p>
<div id="attachment_5351" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/06/catedral.jpg"><img class="size-medium wp-image-5351" title="catedral" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/06/catedral-300x201.jpg" alt="" width="300" height="201" /></a><p class="wp-caption-text">Porto de Palma de Maiorca com a catedral ao fundo</p></div>
<p>No leste &#8211; sul: Demos uma passada em Artà, que fica no interior, e nos assustamos com a quantidade de coisas em alemão. É que esse povo a-do-ra Maiorca e praticamente colonizou a ilha (o que contribuiu para o aumento dos preços por lá). Fomos na simpática Platja de Picafort (é, é esse nome mesmo), mas não curtimos muito sua vizinha Platja de Santa Margalida.  Era meio farofa, mas contava com vários restaurantes. Aliás, fica a dica: nas praias os restaurantes são sempre mais caros e de qualidade duvidosa. Vale a pena escolher uma cidade do interior para almoçar. A Cala de Figuera (uma das poucas com faixa de areia branquinha e extensa) e a paradisíaca (e nudista) Es Trenc completam o roteiro. Mas a minha favorita é a Cala de Llombards, cuja água é de um azul lindo.</p>
<p>O ideal é dividir seu dia por essas regiões, assim você não fica cruzando a ilha nem perde tanto tempo na estrada. Mas essas são apenas algumas sugestões. São dezenas de praias, calas e cidades interessantes.</p>
<p>Em Palma: a cidade é bem gostosinha e com uma vida cultural intensa. Por lá há uma CaixaForum (espécie de CCBB espanhol) bem bonita e com exposições bacanérrimas. E a sensacional catedral, que fica de cara para o mar, além do porto. De sonho.</p>
<div id="attachment_5352" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/06/Port-de-soller.jpg"><img class="size-medium wp-image-5352" title="Port de soller" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/06/Port-de-soller-300x201.jpg" alt="" width="300" height="201" /></a><p class="wp-caption-text">Port de Sóller: o trem é uma graça, mas vale mais a pena ir de carro</p></div>
<p><strong>Passeio furado- </strong>O charmoso trenzinho que liga Palma até Sóller se revelou frustrante. Caro, bem caro, e nada demais. Melhor visitar a cidade de carro mesmo. E dar uma passada no Port de Sóller no fim do dia.</p>
<p>Achei bacana <strong>fincar a base em Palma</strong> mesmo. Me hospedei em um hotel bem simpático, chamado <strong><a href="http://www.booking.com/hotel/es/horizonte.pt-br.html?aid=335647;sid=86cb08d7ce20c77c6cdf1fe893ae057b;srfid=df628434b22d3eb8b20d3157b300f3d5X507" target="_blank">Horizonte</a></strong>. Fica bem perto de uma das saídas da cidade. Para ir ao centro era só pegar um táxi ou ônibus. E o melhor, fica numa área residencial, onde é bem mais fácil de estacionar seu carro alugado. No centro de Palma é um pouco complicado encontrar vaga.</p>
<p><strong>Dicas de local- </strong> Dei a sorte de coincidir lá com uma ex-colega de trabalho, Isa, nascida e criada em Maiorca, mas que já viveu em vários países e sabe o que a cidade tem de mais autêntico e cosmopolita ao mesmo tempo. Nos deu duas dicas imperdíveis: <strong>S&#8217;esponja</strong>, restaurante onde é possível comer o melhor <em><strong>pa amb oli</strong></em> (espécie de torrada regada com azeite e com diferentes <em>toppings</em>) e a horchatería<strong> C&#8217;an Joan de S&#8217;Aigo</strong>, onde é feita a melhor<em> <strong>ensaïmada</strong></em> (doce que lembra uma rosquinha fechada, de massa muito leve e fofa, com muito açúcar) de Palma.  Dois lanchinhos típicos imprescindíveis por lá. E não deixe de provar também qualquer coisa que leve como recheio a <strong><em>sobrassada</em></strong>, pasta de carne de porco.</p>
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		<title>Churros em Madri #ficaadica</title>
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		<pubDate>Wed, 20 Apr 2011 14:58:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Clarissa Vasconcellos</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Em posts mais resumidinhos, dicas rápidas de coisas que nos conquistaram em nossas viagens! Pra começar, #ficaadica dos churros em Madri. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_5149" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/04/Churros-and-Chocolate.jpg"><img class="size-medium wp-image-5149" title="Churros-and-Chocolate" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/04/Churros-and-Chocolate-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a><p class="wp-caption-text">São milhares de calorias, mas valem a pena</p></div>
<p>Quando eu era criança e alguém me falava em <strong>churros, </strong>me vinha à cabeça uma das comidas de rua mais conhecidas das praias <a href="http://asviajantes.com/brasil/rio-de-janeiro/rio-de-janeiro-cidade" target="_blank">Rio de Janeiro.</a> Lembrava logo daquela coisa gordurosa, recheada com doce de leite ou chocolate, deliciosa. Até que um dia eu descobri que em <a href="http://asviajantes.com/brasil/sao-paulo/sao-paulo-a-metropole-cosmopolita-brasileira" target="_blank"><strong>São Paulo</strong></a><strong> </strong><em>seu </em>Antonio, um filho de imigrantes espanhóis, abria uma <em>churrería </em>a partir das 3h30, de olho no público notívago da noite paulistana. Eram churros fininhos, sem recheio, perfeitos para matar aquela fome depois de ter bebido a noite inteira. Ficava na Mooca, na Rua Dona Ana Néri, 282, mas parece que o dono fechou a casa há algum tempo.</p>
<p>Foi lá que eu fiquei sabendo que o churro (não se diz &#8220;o churros&#8221;) é um lanchinho super tradicional da <strong><a href="http://asviajantes.com/europa/espanha-europa" target="_blank">Espanha</a></strong> e que, ao contrário daqui, normalmente ele vem sem recheio mesmo (o churro recheado é mais comum na América do Sul), acompanhado de chocolate quente.</p>
<p>Morando em <a href="http://asviajantes.com/europa/espanha-europa/madri" target="_blank">Madri</a>, não demorou muito para descobrir que o costume de comer churro de madrugada não era invenção do Antonio de Sampa. Além disso, também é uma boa pedida de café-da-manhã. Na capital espanhola, é possível encontrar churros em qualquer barraquinha (lá também é comida de rua) do centro ou La Latina, durante o dia inteiro. Mas o bom mesmo é ir às <em>churrerías </em>para sentar e comer o seu com calma.</p>
<p>A mais famosa é a <strong>San Ginés</strong> (Calle Arenal, 11/ Pasadizo San Ginés, 5), pertinho do Sol (metrô Sol). Fica lotaaada de madrugada e eu já vi até briga (entre duas senhorinhas) porque uma achou que a outra furou a fila. Tenha paciência, vale a pena esperar (nem demora tanto). Outras boas pedidas são as chocolaterias Valor (<a href="http://www.valor.es/encuentra_chocolateria_valor.asp" target="_blank">clique aqui e encontre a mais perto de você em toda a Espanha</a>) e o <a href="http://www.maestrochurrero.com/" target="_blank">Maestro Churrero</a>.</p>
<p>A regra é: peça sua porção de churros (ou, se tiver mais fome, uma <em>porra</em> &#8211; sim, é esse nome mesmo-, espécie de churro mais grosso) e vá <strong>molhando no chocolate quente</strong> (que é menos doce e mais espesso do que os que tomamos no Brasil). Dá uma sede danada depois, mas os garçons passam com copinhos d´água. Se não passarem, peça <em>agua del grifo</em>, a água da torneira (que lá é potável). Sai baratinho e você vai dormir pronto para outra.</p>
<p><strong>Veja também: </strong></p>
<p><strong><a href="http://asviajantes.com/viagem/espanha-em-tres-roteiros-basico-gourmet-e-praiano" target="_blank">Espanha em três roteiros &#8211; básico, gourmet e praiano</a></strong></p>
<p><strong><a href="http://asviajantes.com/viagem/caminho-de-santiago-no-pain-no-gain" target="_blank">Caminho de Santiago: no pain, no gain</a></strong></p>
<p><strong><a href="http://asviajantes.com/viagem/madri-comer-beber-comprar" target="_blank">Madri: comer, beber, comprar</a></strong></p>
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		<title>Panamá: entre eclusas, ruínas e &#8216;patacones&#8217;</title>
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		<pubDate>Mon, 04 Apr 2011 12:17:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Clarissa Vasconcellos</dc:creator>
				<category><![CDATA[América Central]]></category>
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		<description><![CDATA[Uma ponte entre as Américas que surpreende o viajante interessado por cultura, negócios, gastronomia e compras.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_5078" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/04/ciudad-panama.jpg"><img class="size-medium wp-image-5078" title="ciudad panama" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/04/ciudad-panama-300x204.jpg" alt="" width="300" height="204" /></a><p class="wp-caption-text">Cidade do Panamá: os arranha-céus dominam a skyline</p></div>
<p>Há alguns anos, quando eu pensava em destinos da <strong>América Centra</strong><strong>l</strong> que me atraíam, me vinham à cabeça países de natureza exuberante como a Guatemala e a Costa Rica. Hoje não é bem assim. Depois de conhecer gente de todo o continente americano, atualmente adoraria visitar também destinos como El Salvador, Nicarágua, Honduras e, pela segunda vez, o <strong>Panamá</strong>.</p>
<p>Isso porque eu passei apenas um dia nesse país que, há cerca de um ano e meio, virou <em>trending topic</em> nas redes sociais devido ao aparecimento de uma estranha criatura que foi chamada até de E.T., <a href="http://g1.globo.com/Noticias/PlanetaBizarro/0,,MUL1307808-6091,00-CRIATURA+ESTRANHA+ENCONTRADA+EM+LAGO+INTRIGA+MORADORES+DE+CIDADE+NO+PANAMA.html" target="_blank">você lembra?</a>. Bizarrices à parte, o Panamá merece ser lembrado como um local de gente muito simpática, belezas naturais, monumentos e, claro, o país do <strong>canal mais importante das Américas </strong>(veja que ele vale o quanto pesa <a href="http://www.pancanal.com/esp/index.html" target="_blank">aqui</a>), que liga o Oceano Atlântico ao Pacífico. Só a visita a esse lugar histórico, cuja demorada construção levou à morte centenas de operários, já vale um pulinho ao Panamá.</p>
<p>A minha visita foi um pulinho mesmo, infelizmente. Quando fui a <a href="http://asviajantes.com/viagem/cuba-o-pais-que-me-transformou-em-viajante" target="_blank">Cuba</a>, numa das viagens mais fascinantes que fiz, optei pela companhia aérea panamenha <a href="http://www.copaair.com/sites/BR/PT/Pages/homepage.aspx" target="_blank">Copa Airlines</a>, que não curti muito porque duplicou meu bilhete na ida &#8211; quase fiquei sem assento. Mas a possibilidade de esticar nossa conexão na capital por algumas horas na volta ao Brasil compensou o incidente.</p>
<div id="attachment_5081" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/04/diabo-rojo.jpg"><img class="size-medium wp-image-5081" title="diabo rojo" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/04/diabo-rojo-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">Os ônibus &#39;diablo rojo&#39; são uma atração das ruas</p></div>
<p><strong>COMPRAS E RUÍNAS ENTRE DOIS OCEANOS</strong></p>
<p>A primeira impressão na<strong> Cidade do Panamá</strong>, ou Ciudad de Panamá, foi estranha. Já dentro do aeroporto, que mais lembra um <strong>s</strong><strong>hopping center</strong>, há dezenas de lojas de marcas internacionais, com preços baratíssimos. Para quem está vindo de Cuba, dá uma certa agonia ver tanto consumismo &#8211; nada contra, mas foi um momento inquietante. A Copa voa também para Miami e o que mais vimos na volta foram brasileiros cheios de sacolas que, depois de se fartarem de comprar nos <a href="http://asviajantes.com/america-do-norte/eua-america-do-norte" target="_blank">Estados Unidos</a>, ainda tiveram fôlego para umas ofertas em solo panamenho.</p>
<p>Longe de irmos às compras, nossa ideia, ao desembarcar na Cidade do Panamá, era dar um jeito de chegar até o famoso canal. Eu só tinha ouvido falar de eclusas no colégio e tinha muito curiosidade. A esticada não estava prevista no roteiro inicial (iríamos só a Cuba), portanto, não programamos nada e nem sabíamos o que iríamos encontrar na cidade.</p>
<p>Acabamos dando sorte. Descobrimos que muita gente aproveita para passar o dia na Cidade do Panamá enquanto espera o voo. Foi fácil encontrar um taxista que combinou de ficar com a gente o dia inteiro por cerca de 60 dólares (pagamos na moeda americana mesmo, que é aceita em vários locais e demos US$ 10 de gorjeta). Mas como isso já faz algum tempo, é possível que um passeio desses atualmente custe mais.</p>
<div id="attachment_5082" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/04/P1150051.jpg"><img class="size-medium wp-image-5082" title="OLYMPUS DIGITAL CAMERA" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/04/P1150051-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">Um galo a 18 metros de altura. É o obelisco da Plaza de Francia.</p></div>
<p>E vale a pena. O motorista (todos dirigem como loucos por lá, não se assuste) nos levou primeiro para as ruínas de <strong>Panamá La Vieja</strong>, a parte mais antiga da cidade que ainda está de pé e que tem um sítio arqueológico Patrimônio Mundial da Unesco. O assentamento foi destruído pelo pirata Henry Morgan em 1671, mas o local ainda é um dos mais visitados do país.</p>
<p>Depois demos uma volta pelo<strong> Casco Antiguo</strong>, que conta com diversas <strong>c</strong><strong>asas coloniais e igrejas</strong>, das quais destaco a de <strong>San José</strong> e a <strong>Catedral</strong>, super interessante por ter a fachada de pedra e as torres em madrepérola, criando um contraste lindo.</p>
<p>Também visitamos <strong>Las Bóvedas</strong>, conjunto arquitetônico que rodeia a <strong>Plaza de Francia</strong>. O local era parte de uma espécie de forte defensor da cidade e tem uma vista bem legal, de onde se pode ver o Pacífico e os arranha-céus, marca registrada da capital panamenha. Dentro do espaço vimos muita gente vendendo <strong>artesanato</strong>. As cores e padronagens dos objetos são irresistíveis. Não compramos nada no aeroporto-shopping, mas levamos para casa tecidos e lembrancinhas indígenas.</p>
<p>Demos uma parada para o almoço. A comida panamenha tem pratos muito parecidos com os de outros países. Entre eles, uma entrada/petisco que me <em>vuelve loca</em>: os <em>patacones</em>. Comuns na Colômbia (lembrando que o Panamá foi parte dela), os patacones são rodelas de banana gigante amassadas e fritas. Crocantes, ficam perfeitas com molhos ou puras mesmo. A sopa de frango e legumes <em>sancocho </em>(dizem que é boa para ressaca) e os <em>tamales </em>(mais associados ao Peru e ao Equador) também são boas pedidas, além dos frutos-do-mar. A mesa panamenha também tem influência da culinária caribenha, espanhola, francesa e, atualmente, norte-americana. Há referências aos Estados Unidos em várias partes.</p>
<div id="attachment_5096" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/04/P1150077.jpg"><img class="size-medium wp-image-5096" title="OLYMPUS DIGITAL CAMERA" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/04/P1150077-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">O &#39;barquinho&#39; vai e a tardinha cai</p></div>
<p><strong>CANAL: PASSEIO COM DIREITO A &#8220;NARRAÇÃO&#8221;</strong></p>
<p>Antes de partir para o Canal, vale uma passada no <a href="http://www.museodelcanal.com/" target="_blank"><strong>Museo del Canal Interoceánico de Panamá</strong></a>, que fica no Casco Antiguo (entre a Plaza de la Independencia e a Plaza Bolívar), para conhecer melhor a história dessa obra monumental. Dentro das <strong>eclusas de Miraflores</strong> (aonde vão os turistas que estão na Cidade do Panamá) também há uma espécie de museu com informações. Mas o primeiro é mais bacana porque fica dentro de um antigo hotel de luxo e conta a história do país desde os povos pré-colombianos, a chegada dos espanhóis e detalhes da obra que começou com os franceses e terminou com os americanos, além de ter informações atuais sobre a importância comercial do canal.</p>
<p>É importante <strong>se proteger do sol e beber muita água </strong>porque o canal é bem aberto, não tem como fugir dos raios. Eu não levei filtro solar e fiquei muito ardida, como mostra a foto.</p>
<p>Ao chegarmos às eclusas de Miraflores (nome do lago por onde passa o canal) fazia um calor do cão. Soubemos que ainda demoraria para passar algum navio (sim, a atração é ver os navios e barcos gigantescos passar), então demos uma volta dentro da eclusa, onde havia um ar condicionado fresquinho. Por lá, descobrimos que o canal, de <strong>mais de 80 quilômetros</strong>, foi uma ideia dos espanhóis ainda no século XVI. Mas foram os franceses que começaram a abrir o istmo, só em 1880. Nove anos e centenas de mortos depois (devido ao enorme esforço físico e doenças tropicais, entre outras razões), as obras foram interrompidas.</p>
<div id="attachment_5086" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/04/P1150071.jpg"><img class="size-medium wp-image-5086" title="OLYMPUS DIGITAL CAMERA" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/04/P1150071-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">Vista da eclusa de Miraflores</p></div>
<p>Em 1894, os franceses voltaram ao projeto, dessa vez com a ideia de fazer as eclusas, o que facilitaria muito as escavações, já que os rios do istmo tinham diferentes níveis. Também fracassaram. Foi aí que decidiram vender os direitos da construção aos Estados Unidos, país que retomou o projeto em 1904.</p>
<p>Mais de <strong>75 mil pessoas trabalharam na obra</strong> e, até 1914, quando foi inaugurado, mais de <strong>400 milhões de dólares</strong> foram gastos. Uma linha ferroviária foi construída ao longo da rota para levar material e hoje ela continua em funciomento. Até 1999, o canal ainda era administrado pelos Estados Unidos. Hoje, o controle é totalmente panamenho.</p>
<div class="mceTemp" style="text-align: -webkit-auto;">O canal é cheio de <strong>curiosidades</strong>. É o único lugar do mundo onde o comandante de um barco tem que deixar outro guiar seu navio. É porque para passar pelo canal é preciso que um comandante especial assuma o posto. Ao lado do canal em si, na espécie de &#8220;calçada&#8221; das eclusas, existem trilhos por onde passam carros especiais, que, conectados aos barcões com cabos, ajudam as embarcações a manterem o equilíbrio.</div>
<div id="attachment_5093" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/04/P1150067.jpg"><img class="size-medium wp-image-5093" title="OLYMPUS DIGITAL CAMERA" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/04/P1150067-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">A eclusa começa a abrir. Juro que é emocionante.</p></div>
<p>O mais curioso de tudo é que, durante a passagem do navio, ocorre uma quase <strong>&#8220;narração&#8221;</strong> para os turistas, como se fosse um evento esportivo.</p>
<p>Para fazer uma visita virtual e ver detalhes de horários e preços, <a href="http://www.pancanal.com/esp/anuncios/cvm/index.html" target="_blank">clique aqui</a>. Lembrando que a moeda local é o balboa (e a cotação para o dólar é de 1 para 1).</p>
<p>Na volta para o Brasil, lamentei não ter me organizado para passar uns dias não só na Cidade do Panamá (há muito mais para ver, conhecer e degustar), mas também no país. Na revista de bordo, descobri, por exemplo, que é um programão se hospedar na casa de índios em uma das muitas cidades litorâneas e paradisíacas do Panamá. Ficou anotado para a próxima.</p>
<p>Imprima este post <a href="https://sites.google.com/site/blogasviajantes/panama/panama-entre-eclusas-ruinas-e-patacones" target="_blank">aqui</a>.</p>
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		<title>Dubrovnik, a cidade branca invencível</title>
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		<pubDate>Thu, 10 Mar 2011 12:15:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Clarissa Vasconcellos</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O mar azul contrasta com o brilho desta cidade croata que resistiu a invasões e terremotos. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>
<div id="attachment_4913" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/03/GUILHERME-110.jpg"><img class="size-medium wp-image-4913" title="OLYMPUS DIGITAL CAMERA" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/03/GUILHERME-110-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">O colorido artesanato croata está à venda por todas as partes em Dubrovnik</p></div>
<div>Há alguns meses, sugeri um roteiro pela <strong>Croácia</strong>, <a href="http://asviajantes.com/qual-a-sua-viagem/praia/croacia-nos-vamos-invadir-essa-praia" target="_blank">dando vários detalhes que podem ajudar a planejar uma viagem por esse país</a>. Mas estava devendo alguns posts específicos sobre alguns de seus pontos mais interessantes. Difícil é escolher por onde começar, já que a Croácia reserva uma surpresa atrás da outra. Eu sabia que tinha que falar primeiro de alguma cidade da <strong>Dalmácia</strong>, região de visual espetacular que me arrebatou de cara e fiquei na dúvida entre suas duas principais cidades. Resolvi deixar a charmosa Split para a próxima e começar com sua rival, <strong>Dubrovnik</strong>.</div>
<div>.</div>
<div>Dubrovnik, também conhecida pelo nome romano de <strong>Ragusa</strong>, é o balneário mais famoso do país. Foi minha primeira parada na Croácia, depois de uma longa e não recomendável viagem de ônibus que começou na Itália. Há várias opções de voos saindo de  cidades europeias (alguns low cost) que certamente serão mais confortáveis que o bus que peguei. Saí de Trieste no fim do dia, passei pela Eslovênia e, durante uma noite inteira, fui bordeando o litoral croata. Para chegar a Dubrovnik pela estrada é preciso passar por <strong>território bósnio</strong> (mais especificamente por Neum, única saída desse país para o mar). Brasileiros precisam de visto para a Bósnia, mas, uma vez comprovando que seu destino é ainda na Croácia, os policiais não impedirão que você siga seu caminho de ônibus ou carro.</div>
<div>.</div>
<div><strong>ASSÉDIO NA CHEGADA E LEILÃO DE &#8220;SOBA&#8221;</strong><strong> </strong> </div>
<div>
<div id="attachment_4910" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/03/GUILHERME-119.jpg"><img class="size-medium wp-image-4910" title="OLYMPUS DIGITAL CAMERA" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/03/GUILHERME-119-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">Vista da cidade murada</p></div>
<p>Ao chegarmos à rodoviária, fomos cercados por pessoas que ofereciam <strong>quartos (&#8220;soba&#8221;) para alugar</strong>. Isso é bem comum na região. Fomos na aventura, sem nenhum planejamento, o que pode ser bacana ou uma furada (atualmente não abro mão de reservar alojamento no <a href="http://www.booking.com/index.pt.html?aid=335647" target="_blank">booking.com</a> ou no <a href="http://www.hostelworld.com/" target="_blank">hostelworld.com</a>). Demos sorte. Acabamos indo parar na casa de duas velhinhas irmãs, que se comunicavam mal em inglês, mas eram simpáticas e adoravam conversar. Elas nos alugaram um quarto com cama de casal (fui com meu marido, que na época era namorado), banheiro compartilhado e nos disseram, meio brincando, meio a sério: &#8220;menos mal que não estamos na antiga Iugoslávia, porque só podíamos hospedar casais que eram casados&#8221;. </p>
<p>Muita coisa mudou na Croácia desde então. A religiosidade ainda está presente (grande parte de seus monumentos são templos), mas o país transborda <strong>modernidade e juventude</strong>. Dubrovnik está cheia de bares, com gente jovem, como qualquer grande cidade europeia antenada. As mulheres são lindas e tive que me acostumar com meu namorado olhando para todas encantado da vida. O mesmo, infelizmente, não se pode dizer dos meninos, que são bem normaizinhos. <img src='http://asviajantes.com/wp-includes/images/smilies/icon_sad.gif' alt=':-(' class='wp-smiley' />  </p>
<p>Só não convinha muito perguntar sobre a Sérvia aos habitantes. A <strong>Guerra da Iugoslávia</strong> ainda é uma lembrança muito dolorosa. Apesar de tudo, Dubrovnik se orgulha de nunca ter sido dominada, façanha rara em se tratando de Europa. Sérvios, nazistas, otomanos e venezianos bem que tentaram, mas no máximo deixaram sua influência cultural. Dois exemplos disso: o delicioso bürek (espécie de folheado), resquício turco, e o idioma italiano, que ainda é falado por muita gente na região.  A invencível do título só sucumbiu mesmo às forças da natureza: já sofreu terremotos trágicos. </p>
<div id="attachment_4909" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/03/GUILHERME-116.jpg"><img class="size-medium wp-image-4909" title="OLYMPUS DIGITAL CAMERA" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/03/GUILHERME-116-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">Conhecida como &quot;pérola do Adriático&quot;, Dubrovnik é uma das cidades mais visitadas da Croácia </p></div>
<div><strong>BRILHO &#8220;BRANCO&#8221;</strong></div>
<div><strong> </strong></div>
<div>Mal deixamos as malas no quarto e fomos direto para a principal atração de Dubrovnik, a <strong>cidade antiga</strong> (<em>stari grad</em>). Se você tem fotofobia, não esqueça seus óculos escuros. Isso porque o branco que reveste o piso e as edificações da cidade antiga tem um brilho impressionante. São as pedras de <strong>Brac</strong>, ilha da Dalmácia conhecida por fornecer esse material que embeleza Dubrovnik. Aliás, é bom tomar cuidado para não escorregar quando chover.</div>
<div>.</div>
<div>Com <strong>muralhas </strong>de mais de mil anos, esta parte da cidade tem como artéria a pulsante Placa (rua principal, também conhecida como Stradun), repleta de bares e lojas. O bacana é embrenhar-se pelas ruas e vielas laterais à Placa, que escondem estabelecimentos charmosos. Também valem uma visita monumentos como a <strong>Fonte de Onofrio</strong> (construída no século XV para que os visitantes da época se lavassem e evitassem a transmissão de doenças aos habitantes) e a<strong>Torre do Relógio</strong>. Assim como a praça Luza, a catedral, a linda igreja de Svjeti Vlaho (São Brás), patrono de Dubrovnik, e o monastério-museu. Fora da cidade murada, um passeio pelo porto também é uma boa pedida. E para uma boquinha, adoramos o restaurante <a href="http://tajmahaldubrovnik.com/index.php" target="_blank">Taj Mahal</a>. Apesar do nome, é bósnio e delicioso &#8211; além de não ser nada caro. Por conta da influência italiana, há várias opções para os amantes das massas.</div>
<div>.</div>
<div>Não há uma praia urbana próxima ao centro. Portanto, se a ideia for dar uma relaxada, é possível passar o dia em <strong>Cavtat</strong>, praia a 16 km de Dubrovnik. Porém, vale lembrar que tanto Cavtat quanto várias outras praias croatas e europeias têm pedras.  Apesar de bonitas, podem ser um pouco decepcionantes para um um brasileiro acostumado às praias de areia.</div>
<div>.</div>
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</div>
</div>
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		<title>Dresden: amor em tempos de guerra</title>
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		<pubDate>Mon, 14 Feb 2011 11:30:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Clarissa Vasconcellos</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Uma cidade encantada na Saxônia, que ressurgiu literalmente das cinzas e hoje atrai apaixonados de todo o mundo.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_4788" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/02/alemanha1-136.jpg"><img class="size-medium wp-image-4788" title="OLYMPUS DIGITAL CAMERA" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/02/alemanha1-136-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">Reconstruída do zero, Dresden hoje é um dos destinos mais lindos da Alemanha </p></div>
<p>Hoje, dia 14 de fevereiro, é Dia de <strong>São Valentim</strong>, conhecido também como o <strong>Dia dos Namorados</strong> no Hemisfério Norte. Para fugir de sugestões de lugares românticos mais que conhecidos e já comentados por aqui (como as cidades da <strong><a href="http://asviajantes.com/europa/italia-europa" target="_blank">Itália</a></strong>, <strong><a href="http://asviajantes.com/europa/franca-europa/paris-franca-europa" target="_blank">Paris</a></strong> e até a agitada <strong><a href="http://asviajantes.com/america-do-norte/eua-america-do-norte/nova-iorque-eua-america-do-norte" target="_blank">Nova York</a></strong>, destino de muitas luas de mel), aqui vai uma dica de cidade pequena e ideal para uma viagem a dois: a alemã <strong>Dresden.</strong></p>
<p>A trágica história recente dessa cidade da Saxônia à beira do Rio Elba poderia afastar casais em busca de paz. Bombardeada durante a Segunda Guerra Mundial, Dresden, conhecida como a &#8220;Florença alemã&#8221;, ardeu até ficar quase inteiramente destruída. O ataque ocorreu, veja que ironia, na noite do dia 13 de fevereiro de 1945 &#8211; véspera do Dia dos Namorados. Mais de 30 mil pessoas morreram e pouco sobrou de sua linda arquitetura barroca. Mas&#8230; onde está o romantismo mesmo?</p>
<p>Foi o que me perguntei quando, durante uma viagem a trabalho ao país, nosso guia revelou que era um destino imperdível, a cidade mais bela da Alemanha, na sua opinião. E confesso que, ao chegar lá, lamentei estar viajando sozinha. É um dos lugares mais encantadores que já visitei.</p>
<p><strong>CASTELOS, PORCELANA E LEITE CONDENSADO</strong></p>
<p>Durante a RDA, Dresden, que fica a cerca de 200 quilômetros de <strong><a href="http://asviajantes.com/europa/alemanha-europa-2/berlim-alemanha-europa-2" target="_blank">Berlim</a></strong>, foi totalmente reconstruída. Sua paisagem hoje conta com castelos, igrejas (como a <a style="font-weight: bold;" href="www.frauenkirche-dresden.org" target="_blank">Frauenkirche</a>, que mantém parte de sua fachada com os tijolos queimados da guerra), jardins (o mais famoso é o <strong>Grosser Garten</strong>) um simpático tram e uma imponente ópera, a <strong><a href="http://www.semperoper.de/en/" target="_blank">Semperoper</a></strong>. Conseguir ingressos para um espetáculo nela é tarefa árdua, então o ideal é reservar e comprar com muita antecedência pelo site. Imperdível também a visita ao <strong>Residenzschloss, </strong>castelo que hospedou Napoleão e guarda tesouros da realeza do século dezoito, como a valiosa porcelana alemã. Dresden é conhecida por vender sofisticadas peças elaboradas a partir desse material.</p>
<div id="attachment_4789" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/02/alemanha1-126.jpg"><img class="size-medium wp-image-4789" title="OLYMPUS DIGITAL CAMERA" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/02/alemanha1-126-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">Detalhe do Fürstenzug</p></div>
<p>Aliás, a porcelana é a atração não só nas vitrines, mas também na própria rua. É impressionante saber que o mural<strong> Fürstenzug</strong>, que retrata uma procissão de cavaleiros por meio de 25 mil azulejos, resistiu ao bombardeiro e a temperaturas de mais de 2000 graus. O mural, de porcelana Meißen<em>,</em> conta a história da Saxônia entre 1123 e 1904.</p>
<p>Outra parada interessante é o <strong><a href="http://www.skd.museum/en/museums-institutions/albertinum/index.html" target="_blank">Albertinum</a>, </strong>que reúne uma vasta coleção de joias e obras de arte &#8211; destaque para as impressionistas e pós impressionistas, com quadros de Degas, Monet, Manet, Van Gogh e Klimt. Ainda no roteiro de museus, uma visita ao <strong><a href="http://www.skd.museum/en/homepage/index.html" target="_blank">Zwinger</a>, </strong>complexo de galerias e pinacotecas que já foi lar das concubinas do rei da Polônia, Augusto O Forte, no século dezoito.</p>
<p>Em Dresden, ouvimos histórias curiosas que retratavam a cidade como pólo de invenções. Nos disseram que lá nasceu a fisioterapia, os coadores de café e os saquinhos de chá, por exemplo. Verdade ou não, foi curioso. Agora, se tem algo delicioso e típico é seu leite condensado. Na leiteria <strong><a href="http://www.pfunds.de/" target="_blank">Dresdner Molkerei</a> </strong>- que já vale uma visita só por seu visual -, é possível prová-lo num copinho. Entrou para o Guiness como a &#8220;leiteria mais linda do mundo&#8221; devido a sua decoração de delicados azulejos.</p>
<div id="attachment_4790" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/02/alemanha2-022.jpg"><img class="size-medium wp-image-4790" title="OLYMPUS DIGITAL CAMERA" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/02/alemanha2-022-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">Pena, não nos deixaram fotografar a Molkerei por dentro</p></div>
<p><strong>&#8220;CACHORROS BÊBADOS&#8221; E FORMAÇÕES ROCHOSAS</strong></p>
<p>O Elba divide a cidade em duas, a velha (Altstadt) e a nova (Neustadt). As principais atrações estão na Altstadt, portanto, se você prefere desbravar os destinos a pé, deve buscar acomodação por lá. Mas na parte nova é possível encontrar restaurantes e bares bacanas. Lembro de ter entornado muitas cervejas, inclusive uma com sabor de banana (ai, ai, que horror) num bar chamado <a href="http://www.elperro.de/" target="_blank">El Perro Borracho</a>, que em português significa &#8220;o cachorro bêbado&#8221;. Não é típico (é de inspiração espanhola!), mas foi divertido.</p>
<p>Se for dormir lá, vale a pena também dar uma esticada até o <strong>Sächsishe Schweiz, </strong>parque de impressionantes formações rochosas que fica a 30 quilômetros da cidade, muito próximo à República Tcheca.</p>
<p>Como uma boa história de amor, Dresden viveu altos e baixos, caiu, levantou-se e hoje pode-se dizer que viverá feliz para sempre. Tomara.</p>
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