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	<title>Viagem é com As Viajantes &#187; Clarissa Vasconcellos</title>
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	<description>Dicas de viagem, roteiros de turismo, listas de destinos, truques para comprar passagens</description>
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		<title>O que comer no Pará</title>
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		<pubDate>Wed, 09 May 2012 11:37:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Clarissa Vasconcellos</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Confira as principais delícias da mesa amazônica paraense. Difícil é escolher.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_6196" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2012/05/143.jpg"><img class="size-medium wp-image-6196" title="143" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2012/05/143-300x201.jpg" alt="" width="300" height="201" /></a><p class="wp-caption-text">Filhote com ervas e camarões. Salivo só de me lembrar desse prato.</p></div>
<p>Que a <strong>gastronomia da região amazônica</strong> é fantástica não é nenhuma novidade. E a subida do D.O.M. para o quarto lugar no ranking <strong><a href="http://www.theworlds50best.com/" target="_blank">The World’s 50 Best Restaurants</a></strong> só confirma o potencial desses ingredientes, cada vez menos exóticos para nós, do Sudeste, graças ao trabalho de chefs como Alex Atala. A sofisticação do D.O.M. não é para qualquer bolso (<a href="http://asviajantes.com/brasil/sao-paulo/d-o-m-uma-experiencia-no-quarto-melhor-restaurante-do-mundo">nós estivemos lá provando o menu executivo</a>), mas só por badalar pratos e ingredientes do Norte do Brasil ele já mereceria todos os louros. Bacuri, tambaqui, tacacá, tapioca (já trivial como <em>street food</em> nas grandes capitais brasileiras) são palavras cada vez mais comuns nos cardápios de bares e restaurantes de norte a sul do Brasil.</p>
<p>O <a href="http://asviajantes.com/brasil/para"><strong>Pará</strong>,</a> junto com o <strong><a href="http://asviajantes.com/brasil/amazonas">Amazonas</a></strong>, é um dos estados mais ricos para se provar, sem gastar uma fortuna, esses sabores. E quando eu comentei com uns amigos que ia passar uns dias no Oeste Paraense, não faltaram recomendações e sugestões de pratos e quitutes para experimentar &#8211; uma diferente da outra, o que era mais surpreendente. Abaixo, uma pequena mostra da diversidade amazônica-paraense.</p>
<p><strong>Doze coisas para se provar no Pará:</strong></p>
<p><strong>- Tapioca -</strong> Velha conhecida de quem viaja pelo Nordeste, a tapioca hoje é figurinha fácil em barraquinhas nas grandes cidades, disputando espaço com as de cachorros-quentes e churros. Normalmente recheada na região vizinha, no Pará ela aparece mais em seu estado puro, com manteiga, perfeita para o café da manhã ou lanche da tarde. As bolinhas de mandioca (diferentes da goma da mandioca) também ficam à mesa, crocantes, para serem misturadas ao café.</p>
<p><strong>- Açaí &#8211; </strong>Os paraenses, simpáticos que são, não entram em discussão. Mas açaí de verdade é o do Pará. O que se faz no Sudeste (misturar a polpa congelada com guaraná e granola) é adaptação. A fruta, originária da região amazônica, é servida com polpa fresca sem nada ou com farinha de mandioca. Também há quem acrescente camarões ou charque. Nos bairros mais humildes e no centro de Belém, <strong>lanternas vermelhas</strong> assinalam os locais onde ele é servido &#8211; a qualquer hora do dia e da noite. Nas Docas (espaço portuário revitalizado de Belém) é possível prová-lo de várias maneiras no <strong><a href="http://www.pointdoacai.net/">Point do Açaí</a></strong>.</p>
<p><strong>- Pato no Tucupi - </strong>Talvez seja o prato mais famoso da região. O tucupi, goma amarelada da mandioca, é o caldo onde se ferve o pato. Já a erva jambu, outro ingrediente dessa refeição, é fervida e acrescentada em seguida. Servido com arroz branco e farinha de mandioca.</p>
<div id="attachment_6197" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2012/05/146.jpg"><img class="size-medium wp-image-6197" title="146" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2012/05/146-300x201.jpg" alt="" width="300" height="201" /></a><p class="wp-caption-text">Risoto de maniçoba e Cerpinha.</p></div>
<p>-<strong> Maniçoba</strong> - Extraída da maniva, folha da mandioca, é cozida durante uma semana para que suas toxinas sejam eliminadas. O gosto é forte. É servida normalmente com carnes similares às da feijoada, mas a maniçoba também inspira chefs a criar pratos mais sofisticados, como o risoto &#8211; espetacular - da foto, que provei no <strong>Spazio Verde</strong>, um dos restaurantes das Docas de Belém (local imperdível para passear e comer bem). Mas se quiser provar a maniçoba tradicional, dê um pulo no <strong>Tacacá do Quincas</strong>, restaurante simples, mas que tem a fama de melhor maniçoba de Belém &#8211; atrai de políticos a artistas.</p>
<p>- <strong>Tacacá &#8211; </strong>Outro lanchinho básico, o tacacá tem origem indígena e também leva tucupi (goma de tapioca cozida) e jambu, além de camarão seco, tudo servido numa cuia. O Tacacá do Quincas também é um bom endereço para prová-lo.</p>
<p><strong>- Tambaqui &#8211; </strong>Assado é a melhor escolha. E a cidade de Santarém é considerada o melhor local para se comer um bom tambaqui, peixe também conhecido como pacu vermelho. Fui na<strong> <a href="http://br.ondebiz.com/anc.php?id=142">Peixaria Rayana</a></strong>, chamada de a melhor de Santarém, e não me arrependi. O ambiente é simples, mas a comida faz jus à fama. Devoramos uma porção de <strong>charutinhos</strong>, peixe fininho que se come inteiro. E para beber, não perca a limonada caseira, é sensacional.</p>
<p>- <strong>Filhote &#8211; </strong>Recomendadíssimo, o filhote (ou piraíba) é um peixe suave, que cai muito bem com camarões (e que camarões comi no Pará!) e ervas. Macio, suculento e saboroso, devorei o da foto que abre o post também no Spazio Verde, junto com o risoto de maniçoba (o prato, para três ou quatro pessoas, custou, no total, 125 reais).</p>
<div id="attachment_6198" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2012/05/131.jpg"><img class="size-medium wp-image-6198" title="131" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2012/05/131-300x201.jpg" alt="" width="300" height="201" /></a><p class="wp-caption-text">Atacando a banda de tambaqui.</p></div>
<p><strong>- Farinha de mandioca- </strong>Durante as refeições, havia divergências. Comer peixe com ou sem farinha? Algumas pessoas acham que ela mascara o sabor do pescado, mas eu não dispenso. A feitura da farinha de mandioca varia de acordo com a região do estado, mas normalmente é amarelinha e crocante, muito saborosa, vai bem não só com os frutos do mar, mas com feijão, maniçoba e outras comidinhas.</p>
<p><strong>- Bacuri &#8211; </strong>Fiquei apaixonada por essa fruta. O sorvete dela é cremoso, leitoso, docinho e suave, virou meu favorito. A sorveteria mais famosa do Pará é a <strong><a href="http://vejabrasil.abril.com.br/belem/comidinhas/cairu-31168">Cairu</a></strong>, com sabores da terra e misturas deliciosas, como a Paraense (açaí com tapioca). Mas meu favorito foi mesmo o bacuri. A boa notícia é que a Cairu deixa você pedir a boa e velha provinha e de colherada em colherada você vai provando tudo. Ela tem vários endereços em Belém, inclusive nas Docas, e já abriu loja até em São Paulo. No Rio, é possível encontrar picolés Cairu na Praia de Ipanema.</p>
<p>- <strong>Cupuaçu -</strong> Pudim, mousse, bombom, suco&#8230; Essa fruta está presente na rotina paraense do café da manhã à sobremesa do jantar. Em algum momento você vai topar com ela. Ah, o sorvete de cupuaçu da Cairu também é outro lanchinho imperdível. E se quiser levar chocolates recheados com a fruta, dê uma passada em uma das lojas <strong><a href="http://vejabrasil.abril.com.br/belem/comidinhas/bombom-do-para-31074">Bombom do Pará</a></strong>.</p>
<p><strong>- Castanhas-do-pará &#8211;  </strong>As <em>Brazilian nuts</em> são famosas no mundo inteiro, mas lá parecem ser até maiores e mais saborosas. Vale uma passada no <strong>Mercado Ver-o-Peso</strong> ou supermercado para comprar as castanhas-do-pará (peça descascadas) e ervas para levar para casa.</p>
<p><strong>- Taperebá &#8211; </strong>Conhecida também como cajá, essa fruta virou minha companheira de almoço, em sucos e sorvetes. Refrescante, é perfeita também para abrir seu café da manhã.</p>
<p>Aliás, aproveite todas as refeições para <strong>provar os sucos</strong>. Você dificilmente achará tanta <strong>variedade de frutas</strong> no Sudeste, por exemplo. É comum ver um paraense almoçando com sumos em vez de refrigerantes. E se tiver vontade de tomar álcool, prove as cervejas locais, como a conhecida <strong>Cerpa</strong> ou a menos comum <strong><a href="http://www.amazonbeer.com.br/index2.html">Amazon Beer</a></strong>.</p>
<p>É claro que essa lista é só um aperitivo. A diversidade da comida paraense não cabe num post &#8211; só de frutas o Pará mereceria um livro inteiro. Digamos que é só uma introdução. Se você provou outras delícias do estado, comente e recomende por aqui. Eu já estou planejando minha volta.</p>
<p>Quer imprimir este post? <strong><a href="https://sites.google.com/site/blogasviajantes/brasil/o-que-comer-no-para">Clique aqui</a></strong>.</p>
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		<title>Viagens low cost: as companhias aéreas</title>
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		<pubDate>Wed, 28 Mar 2012 04:03:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Clarissa Vasconcellos</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A segunda parte dos nossos relatos sobre a experiência low cost. Com vocês, as companhias.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong> </strong></p>
<div id="attachment_6008" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><strong><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2012/03/german.jpg"><img class="size-medium wp-image-6008" title="german" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2012/03/german-300x224.jpg" alt="" width="300" height="224" /></a></strong><p class="wp-caption-text">germanwings, low cost que parece companhia tradicional - no bom sentido (Foto: rue20.com)</p></div>
<p>Na semana passada, <a href="http://asviajantes.com/viagem/viagens-low-cost-pros-e-contras" target="_blank">listamos prós e contras das viagens low cost em gera</a>l. Agora vamos contar alguns casos vividos por nós em algumas das companhias mais conhecidas da Europa. Ressaltamos que nossas opiniões abaixo são baseadas no que vivemos. Não são regra absoluta nem devem ser levadas estritamente ao pé da letra. Possivelmente, quem for lê-las terá algo a acrescentar ou discordar. E a ideia é essa. Se você tiver uma experiência semelhante ou diferente nestas e em outras aerolinhas, conte aqui! Queremos o máximo de exemplos para ajudar quem está na dúvida. (P.S. Não estranhe alguns nomes em caixa baixa. Companhias low cost gostam de simplificar tudo, até nomes próprios. Fica mais <em>cool</em>).</p>
<p><strong><a href="http://www.airberlin.com/site/start.php?LANG=eng&amp;MARKT=BR" target="_blank">airberlin</a> &#8211; </strong>Provada e aprovada pela <a href="http://asviajantes.com/author/isabella-motta" target="_blank">Isa</a>, que a considera “a melhor low cost já experimentada”. Alemã, cobre muito bem seu país de origem, mas não se limita à Europa. <strong>O que é ruim: </strong>aviões pequenos (“porém confortáveis”, segundo a Isa) e tarifas não tão baixas. Inclusive, há poucas semanas, as passagens dela sofreram um belo de um aumento (já normalizado). A medida gerou protestos e um dos diretores da Airberlin chegou a dizer que “as companhias aéreas não são ONGs”. Desnecessário, né? <strong>O que é bom: </strong>O mais bacana é que ela cobre quase dez cidades no Oriente Médio e vai até para Pequim. É pontual. É moderna. Tem serviço de bordo gratuito (simples, porém) e <em>staff </em>amável. Além de mimos como protetor de mochilão (indicando que é bagagem frágil) e serviço especial para famílias, com marcação de assentos (raridade no mundo low cost) e maior limite de bagagem para elas. Nota: 8,5.</p>
<p>“Se você está na Alemanha, é a melhor opção pois há voos para os destinos menos comerciais. Porém, se isso é um grande ponto positivo para os alemães (ela foi a única companhia que conseguiu me levar de <a href="http://asviajantes.com/viagem/em-munique-visite-uma-cervejaria" target="_blank">Munique</a> para <a href="http://asviajantes.com/viagem/barcelona-um-mosaic-cosmopolita" target="_blank">Barcelona</a>, por exemplo), por outro lado, os voos entre cidades mais óbvias acabam saindo mais caro”, pondera Isa.</p>
<div id="attachment_6009" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2012/03/easyjet04.jpg"><img class="size-medium wp-image-6009" title="easyjet04" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2012/03/easyjet04-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a><p class="wp-caption-text">Não se deixe enganar pelo simpaticão acima. Amabilidade não é o forte da easyJet. (Foto: 4wmagazine)</p></div>
<p><strong><a href="http://www.easyjet.com/PT" target="_blank">easyJet </a>–</strong> Paga de moderninha, com anúncios bacanas e layout caprichado no material de divulgação e site (compare com a <a href="http://www.ryanair.com/pt" target="_blank">Ryanair </a>para entender do que estou falando). <strong>O que é ruim:</strong> às vezes tenho a impressão de que se gasta mais com a embalagem do que com o serviço. A queixa principal que temos dela é o atraso e má vontade da equipe. Meu marido já amargou três horas de espera, por exemplo. Não era culpa dos controladores. Não havia greve nem nenhum problema climático. A Easyjet realmente se supera.<strong> O que é bom: </strong>as tarifas são bem baratas, principalmente se você circular pelas ilhas britânicas – ela sai de quatro dos cinco aeroportos de Londres. É mais confortável (mas não muito) e tem uma cara mais arrumadinha. Vai para muitos destinos de praia, como as ilhas gregas, já que os ingleses debandam pro sul a qualquer oportunidade. Nota: 6,5.</p>
<p>A<a href="http://asviajantes.com/author/reba" target="_blank"> Reba</a>, que hoje em dia prefere viajar de trem quando a distância permite, não tem boas lembranças:</p>
<p>“Pesadelo é a palavra mais apropriada pra definir minhas viagens pela easyJet. De<a href="http://asviajantes.com/europa/inglaterra-europa/londres/page/2" target="_blank"> Londres</a>, as passagens mais baratas saem de Stansted, para onde a viagem de ônibus demora pouco mais de uma hora e custa entre 8 e 15 pounds. Por isso, vale fazer as contas se não sai mais barato embarcar num aeroporto mais central. Depois da &#8216;viagem&#8217; até o aeroporto vem a fila do embarque &#8211; onde não há qualquer tipo de prioridade pra idosos, deficientes ou pessoas com criança. Uma vez autorizada a entrada no avião, começa a correria em que frequentemente passageiros se atropelam porque não há lugar marcado. E os comissários assistem a tudo com uma tranquilidade assustadora. Já dentro do avião começa outra batalha: conseguir espaço no bagageiro. Como despachar bagagem é uma fortuna, praticamente todo mundo viaja com mala de mão. E a aeromoça é clara: é sua responsabilidade conseguir um espaço nos compartimentos. Não pode viajar com mala no colo. E se você não achar? Não embarca. Pronto, é a senha pra uma multidão se espremer, brigar e gritar enquanto, de novo, os comissários apenas assistem. Ainda sobre a bagagem, é preciso ficar atento porque não se pode embarcar com mais de uma peça. Isso quer dizer que você não pode ter a mala de mão e a sua bolsa do dia a dia. Uma precisa estar dentro da outra.”</p>
<p><strong><a href="http://www.germanwings.com/en/?gwcref=http://www.google.com.br/url?sa=t&amp;rct=j&amp;q=german+wings&amp;source=web&amp;cd=1&amp;ved=0CDMQFjAA&amp;url=http://www.germanwings.com/&amp;ei=joFyT4XwEIeagwfyprFQ&amp;usg=AFQjCNHyp1MIqxUi6AVHOhjjCP4-IGr2XQ" target="_blank">germanwings</a> – </strong>Outra alemã bem avaliada, de novo pela Reba. <strong>O que é ruim: </strong>Não tem super promoções de 10 euros. Dificilmente você encontrará trechos por menos de 50 euros. Mas tá bom, né? Pense nas low cost do Brasil e fica tudo certo.<strong> O que é bom: </strong>É uma LC verdadeiramente intercontinental. Tem destinos na <a href="http://asviajantes.com/africa" target="_blank">África</a>, <a href="http://asviajantes.com/asia" target="_blank">Ásia</a> e até <a href="http://asviajantes.com/america-do-norte" target="_blank">América do Norte</a>, além de cobrir muito bem a <a href="http://asviajantes.com/europa" target="_blank">Europa</a>. Site de fácil navegação, equipe simpática (“uma raridade em se tratando de low cost”, lembra a Reba). Serviço e qualidade do avião são superiores às outras. Nota: 9,0.</p>
<p><strong><a href="http://www.ryanair.com/pt" target="_blank">Ryanair </a>- </strong>Talvez a mais famosa de todas as LC. Nunca sofri com atrasos, até porque ultimamente ela persegue a meta de ser conhecida pela pontualidade. Tanto que, quando aterrissa na hora marcada, uma gravação ecoa pela aeronave com cornetas e tambores (ou algo assim). Farofa, a gente vê por aqui. <strong>O que é ruim:</strong> banheiros e espaços minúsculos. Poltronas que não reclinam nada, zero. Poluição sonora full time. Durante todo o voo, as comissárias vendem comida, perfume, eletrônicos e até loteria. Acho que nunca consegui dormir nem cinco minutos na Ryanair. <strong>O que é bom:</strong> ela tem tarifas realmente baixas, faz promoções com frequência e, pelo menos comigo, foi pontual em todas as vezes. Está presente em mais de 120 cidades da Europa e Norte da África, inclusive em capitais e cidades menos badaladas e aeroportos grandes, como <a href="http://asviajantes.com/viagem/chegando-a-madri-aeroporto-de-barajas" target="_blank">Barajas</a> (<a href="http://asviajantes.com/europa/espanha-europa/madri" target="_blank">Madri</a>). Nota: 7,0.</p>
<div id="attachment_6010" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2012/03/mtv-vueling-1.jpg"><img class="size-medium wp-image-6010" title="mtv-vueling-1" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2012/03/mtv-vueling-1-300x199.jpg" alt="" width="300" height="199" /></a><p class="wp-caption-text">A vueling visa o passageiro jovem e para isso busca parcerias com marcas que atraem esse público, como a MTV. (Foto: jaunted.com)</p></div>
<p><strong><a href="http://www.vueling.com/" target="_blank">vueling</a> –</strong> O que a Easyjet queria ser: <em>cool</em>. A Vueling é jovem. Na aparência e no tratamento. Tem uma revista de bordo que é impossível não roubar, pois as dicas são ótimas. <strong>O que é ruim: </strong>não tem tanta oferta de destinos (são menos de 100) e muitos deles são na <a href="http://asviajantes.com/europa/espanha-europa" target="_blank">Espanha</a> (pois a companhia é de lá). Não é tão barata quanto as outras (se achar caro, mentalize a Gol e tudo lhe parecerá barato, acredite). <strong>O que é bom: </strong>É mais confortável (no nível da Easyjet). Não se atrasou significativamente nas nossas experiências. Vai um pouco mais além da Europa e <a href="http://asviajantes.com/africa/marrocos-africa" target="_blank">Marrocos</a>. Tem um voo para Tel Aviv, por exemplo. Nota: 7,5.</p>
<p><strong>Apêndice – <a href="http://www.airasia.com/geoip/index.php" target="_blank">Air Asia</a>.</strong> Isso é mais uma recomendação. Nenhuma de nós voou de Air Asia. Mas confesso que fiquei louca quando a descobri, já que ela conecta Londres e algumas cidades da Austrália a destinos asiáticos. Porém, já nos disseram que as condições de voo (lembrando que <strong>não</strong> são de curta duração) são muito ruins. A conferir.</p>
<p><a href="http://asviajantes.com/author/daniela-amorim" target="_blank">Dani Amorim</a> resume a ópera: “Nenhuma tem lugar marcado, eles maltratam a bagagem, não reembolsam nem quando eles mesmo cancelam o voo. Mas já usei milhares de vezes, nos mais diferentes destinos. Vale muito a pena. Porém, também  vale dar uma olhada nas tarifas das companhias tradicionais, pois, dependendo da época, a diferença de preço não é muita.”</p>
<p>Para ver detalhes sobre vantagens, desvantagens e informações importantes a se levar em conta (como bagagens e translados) nas low cost, <a href="http://asviajantes.com/viagem/viagens-low-cost-pros-e-contras" target="_blank">confira o post anterior</a>.</p>
<p>Os sites <strong><a href="http://www.lastminute.com.br/" target="_blank">Last Minute</a></strong>, <a href="http://www.atrapalo.com/" target="_blank"><strong>Atrapalo,</strong><strong> </strong></a><a href="http://www.skyscanner.com.br/" target="_blank"><strong>Sky Scanner</strong></a>, <a href="http://www.attitudetravel.com/" target="_blank"><strong>Attitude Travel</strong></a>, <a href="http://www.opodo.com/" target="_blank"><strong>Opodo</strong></a> são bons buscadores de voos low cost.</p>
<p>A gente deseja boa viagem e boa sorte!</p>
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		<title>Viagens low cost: prós e contras</title>
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		<pubDate>Tue, 20 Mar 2012 00:57:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Clarissa Vasconcellos</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Em dois posts, analisamos as vantagens e desvantagens da passagem aérea econômica. Este é o primeiro.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_5985" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2012/03/low-cost2.jpg"><img class="size-medium wp-image-5985" title="low cost2" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2012/03/low-cost2-300x176.jpg" alt="" width="300" height="176" /></a><p class="wp-caption-text">Aproveite, as poltronas e banheiros ainda estão incluídos na tarifa. (charge: Leif Parsons/NY Times)</p></div>
<p>Se você já foi à Europa, muito provavelmente já fez alguma. Se não, certamente vai experimentá-las mais cedo ou mais tarde. Porque o conceito de <strong>viagens low cost</strong>, que ficou famoso pelos bilhetes de avião baratos, se estendeu a outros elementos das férias, como hospedagem e alimentação. Mas neste post vamos focar no que mais interessa em geral: <strong>passagens aéreas</strong>.</p>
<p>No Brasil, existem companhias mais baratas que se dizem low cost, como a <strong><a href="http://www.voegol.com.br/pt-br/Paginas/default.aspx" target="_blank">Gol</a></strong>, a <strong><a href="http://www.voeazul.com.br/" target="_blank">Azul</a></strong> e a <strong><a href="http://www.webjet.com.br/empresa/site/Default.aspx" target="_blank">Webjet</a></strong>. Porém, quem experimentou voos low cost em outros países, principalmente no Hemisfério Norte, não costuma considerar essas aerolinhas como low cost de verdade – exceto durante as promoções. Talvez seja isso que falte às low cost brasileiras, em comparação com as gringas: promoções mais frequentes.</p>
<p>Neste quesito, as aerolinhas europeias low cost estão horas e horas de voo à nossa frente. Porém, <strong>não há bônus sem ônus</strong>, certo? O barateamento dos serviços e produtos às vezes sai “caro” – e o que costuma pegar mesmo é a qualidade.</p>
<div id="attachment_5986" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2012/03/Low-Cost-Europa.jpg"><img class="size-medium wp-image-5986" title="Low-Cost-Europa" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2012/03/Low-Cost-Europa-300x203.jpg" alt="" width="300" height="203" /></a><p class="wp-caption-text">Topa tudo por dinheiro?</p></div>
<p>Motivadas pela opinião do leitor <a href="https:/www.facebook.com/mauricio.aragao" target="_blank">Maurício Aragão</a> sobre as low cost na nossa página do<strong> <a href="https://www.facebook.com/pages/As-Viajantes/259027757513554" target="_blank">Facebook</a></strong>, nasceu a ideia de relatarmos algumas de nossas experiências. E chegamos à conclusão que o fator <strong>sorte</strong> é fundamental. Ou seja, viagens low cost são uma roleta russa. <strong>Mas,</strong> <strong>afinal, valem a pena?</strong></p>
<p>A maioria de nós acha que <strong>sim</strong>. Principalmente se a viagem for <strong>curta. </strong>Mas alguns fatores devem ser levados em consideração.</p>
<p><strong>SOBREVIVE ÀS COMPANHIAS LOW COST QUEM:</strong></p>
<p><strong>1) Está acostumado a viajar.</strong> Já passou por percalços o suficiente para não se estressar com <strong>imprevistos</strong>. Exemplo: <a href="http://asviajantes.com/viagem/sobre-viagens-e-cinzas-%E2%80%93-o-que-fazer-se-o-eyjafjalla-cruzar-o-seu-caminho" target="_blank">numa das baforadas do vulcão islandês, eu estava viajando</a>. Todas as companhias acharam seguro voar de volta, menos a minha, a <a href="http://www.ryanair.com/pt" target="_blank">Ryanair</a>. Na época, disseram que era devido à altura em que ela voava (mais baixa que as outras). Mas nada foi confirmado. No fim das contas, só o meu voo não saiu. Vai explicar isso pro seu chefe&#8230;</p>
<p><strong>2) Não tem pressa. </strong><strong>Atrasos</strong> são relativamente comuns em algumas dela.</p>
<p><strong>3) Não se importa com</strong> <strong>falta de conforto</strong>. Não é à toa que as low cost também são conhecidas como <em>no frills </em>(sem frescuras). Se você é frequentador de albergues, talvez tenha mais facilidade em aceitá-las.</p>
<p><strong>4) É organizado e sintético. </strong><strong>Malas grandes? Esqueça</strong>. Qualquer bagagem despachada é cobrada à parte. E nem adianta dar uma de malandro e entulhar uma mala pequena, porque elas são pesadas antes do embarque. Leia com atenção sobre os limites de peso e tamanho nos sites das companhias para não ter surpresas. Além disso, algumas companhias, como a Ryanair, nos obrigam a fazer o <strong>check in on line</strong>. Se você esquecer, no mínimo vai ter que pagar para fazê-lo no aeroporto (já entendeu que tudo nas low cost é à parte, né?). Se é que vai conseguir embarcar.</p>
<div id="attachment_5987" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2012/03/low-cost-airline-ryanair-maitravelsite.jpg"><img class="size-medium wp-image-5987" title="low-cost-airline-ryanair-maitravelsite" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2012/03/low-cost-airline-ryanair-maitravelsite-300x180.jpg" alt="" width="300" height="180" /></a><p class="wp-caption-text">Mantenha a coluna ereta. Com as poltronas não reclináveis da Ryanair, é fácil. (Foto: Maitravelsite.com)</p></div>
<p><strong>TAMBÉM LEVE EM CONTA:</strong></p>
<p>- Muitas low cost partem e aterrissam em <strong>aeroportos menores</strong> (e mais distantes do centro) que os oficiais. Alguns são até em outras cidades – caso do aeroporto de Girona, vendido como próximo à Barcelona. Na prática, isso significa que o que você economizou no bilhete pode ser gasto em deslocamento (procure pelos ônibus especiais, que não ultrapassam os 15 euros, normalmente). Informe-se bem a respeito de onde seu voo vai parar.</p>
<p>- <strong>Refeições a bordo</strong> são cobradas. Isso inclui bebidas e lanches. Leve o que você for comer e beber.</p>
<p>- Preste atenção nas <strong>taxas de aeroporto</strong>. Sim, existem passagens a 10 euros. Mas quando vem a taxa, às vezes a coisa pega. E, dependendo da bandeira do seu cartão de crédito, também pode haver mais taxas. Na Ryanair, por exemplo, eu sempre pagava uns trocados por usar Visa.</p>
<p>- Os <strong>lugares não costumam ser marcados</strong> – mesmo que apareça um 4J ou qualquer coisa que o valha no seu bilhete. Não estranhe se houver uma fila enorme uma hora antes do embarque.</p>
<p>- Se viajar só com <strong>bagagem de mão</strong> (única opção para quem quer gastar o mínimo possível), lembre-se de levar embalagens de cosméticos (incluindo shampoo e condicionador) de até 100 ml, pois acima disso, eles barram.</p>
<p>- <strong>Em hipótese nenhuma se atrase</strong>. Elas se atrasam a torto e a direito, mas, se você chegar depois da hora anunciada no seu bilhete ou mesmo em cima da hora para o check in (quando não for on line), <strong>não embarcará</strong>. Simples assim. Eles não restituem atraso. É, a vida é mesmo injusta.</p>
<p>- <strong>Vale a pena pagar o seguro oferecido?</strong> O seguro só ressarce se você tiver um problema sério (se for comprar, leia com atenção a apólice), como algum problema grave de saúde (devidamente justificado com documentação) ou falecimento na família, por exemplo. Não vale se você perder o voo, propositalmente ou não. Eu nunca comprei.</p>
<p>Na semana que vem, publicaremos os resultados de anos experimentando algumas das companhias mais conhecidas da Europa, descrevendo uma a uma.</p>
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		<title>Aveiro e Óbidos: por que valem a pena</title>
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		<pubDate>Mon, 05 Mar 2012 02:14:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Clarissa Vasconcellos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Aveiro]]></category>
		<category><![CDATA[Europa]]></category>
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		<description><![CDATA[Uma é conhecida como a "Veneza portuguesa" e a outra era presente de casamento de reis. Cidades que merecem uma visita.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_5918" class="wp-caption aligncenter" style="width: 235px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2012/03/zob-07-portico.jpg"><img class="size-medium wp-image-5918" title="OLYMPUS DIGITAL CAMERA" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2012/03/zob-07-portico-225x300.jpg" alt="" width="225" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Interior da Porta da Vila, em Óbidos. Para uma entrada triunfante.</p></div>
<p>Nos últimos dias, tenho sentido uma estranha saudade de Portugal e me dei conta que ainda não tínhamos nada no blog sobre duas cidades encantadoras desse país. Já falamos de<strong> <a href="http://asviajantes.com/viagem/portugal-que-nunca-caiam-as-pontes-entre-nos" target="_blank">Lisboa</a></strong> e do <strong><a href="http://asviajantes.com/europa/portugal-europa/porto" target="_blank">Porto</a></strong>, grande urbes deliciosas e imperdíveis, assim como <strong><a href="http://asviajantes.com/viagem/nos-arredores-de-lisboa-praias-montanhas-e-castelos-a-la-carte" target="_blank">o entorno da capital portuguesa</a></strong>. Mas faltava registrar visitas a <strong>Aveiro </strong>e <strong>Óbidos</strong>.</p>
<p>Elas não estão próximas e não têm muito em comum. A primeira é beirã, fica perto de Coimbra, e a segunda está na Estremadura e pode ser visitada numa day trip de Lisboa. Estão reunidas aqui por uma razão pessoal: ver suas fotos me transmite imediatamente as cores, a luz e o sabor de Portugal, elementos que muitas vezes não são percebidos quando visitamos localidades &#8220;obrigatórias&#8221; de um país.</p>
<p>É bem verdade que Óbidos entra em diversos roteiros turísticos, inclusive de pacotes. Mas infelizmente nem todo mundo considera uma visitinha a essa cidade de ladeiras e casinhas brancas. Começamos com ela.</p>
<div id="attachment_5921" class="wp-caption alignleft" style="width: 160px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2012/03/zob-43.jpg"><img class="size-thumbnail wp-image-5921" title="OLYMPUS DIGITAL CAMERA" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2012/03/zob-43-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a><p class="wp-caption-text">Ginjinha em Óbidos: é impossível tomar uma só</p></div>
<p><span style="font-weight: bold;">ÓBIDOS</span></p>
<p><strong>Por que ir? </strong>Antes de entrar nos quesitos óbvios, uma curiosidade simpática. Isabela de Aragão, ao passar pelas muralhas medievais da cidade, ficou tão encantada que disse a Dinis I (1261 &#8211; 1325), conhecido como o Rei-Poeta, que preferia &#8220;ganhar&#8221; a cidade em vez de uma coroa cravejada de joias. Dito e feito. Óbidos virou &#8220;presente&#8221; de casamento não só de D. Dinis, mas de diversos outros príncipes que o sucederam, inaugurando uma &#8220;tradição&#8221; de presentes de boda. Mas Óbidos vale por sua vista linda, suas casas brancas, suas ruas e construções de pedra, com flores nas sacadas.</p>
<p><strong>O que ver </strong>A Porta da Vila, entrada da cidade, já anuncia o que vem pela frente com seus azulejos impressionantes &#8211; tão lindos e tão frequentes na arquitetura portuguesa. Lá dentro, vale registrar ângulos que combinem as muralhas com o verde da paisagem. A Igreja de Santa Maria é uma das atrações, com seu interior de azulejos (de novo eles, adoro). Seu castelo também merece uma visita.</p>
<p><strong>Comer e comprar </strong>É fácil encontrar um bom cozido português e pratos com frutos do mar, como a caldeirada. Não saia de lá sem provar a ginjinha, licor encontrado em outras cidades portuguesas, mas que é bem típico de Óbidos. Feito de ginja (lembra a cereja), pode ser servido em copinhos de chocolate (devidamente devorados em seguida). Também é uma cidade bacana para lembrancinhas, como objetos de louça branca e azul, encontradas na Rua Direita.</p>
<p><strong>Como chegar </strong>Óbidos fica a 93 quilômetros de Lisboa. De carro, pegue a A8 no sentido Lisboa-Leiria e desça na saída 15. A viagem dura entre 40 e 50 minutos. Saindo do Porto, pegue a A1 até Leiria e ao chegar lá, pegue a A8. De ônibus (autocarro), existem passagens Lisboa-Óbidos que custam por volta de 10 euros e a viagem leva uma hora. O trem (comboio) proporciona uma viagem bonita, com belas paisagens, mas leva mais tempo (cerca de duas horas) e não te deixa na cara do gol, no centro, é preciso dar uma caminhadinha. Para ver horários, consulte <strong><a href="http://www.cp.pt/">www.cp.pt</a>.</strong></p>
<p><strong>+ info </strong>- <a href="http://www.obidos.pt/">www.obidos.pt</a></p>
<div id="attachment_5924" class="wp-caption alignright" style="width: 160px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2012/03/Aveiro-04.jpg"><img class="size-thumbnail wp-image-5924" title="OLYMPUS DIGITAL CAMERA" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2012/03/Aveiro-04-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a><p class="wp-caption-text">Flores, pontes e barcos</p></div>
<p><strong>AVEIRO</strong></p>
<p><strong>Por que ir? </strong>Aveiro é daquelas surpresas que te conquistam no meio da viagem. Pequenina, é comparada a Veneza por seus canais, com barcos &#8216;moliceiros&#8217; (usados para pescar) e pontes arqueadas. Mas é uma Veneza tranquila, que me lembrou um pouco nossa Paraty, principalmente pelas casas de fachadas coloridas (na realidade, de arquitetura predominantemente flamenca). Arrozais, dunas, salinas e o rio Vouga emolduram a paisagem nos arredores da cidade.</p>
<p><strong>O que ver </strong>Além de se deixar levar pelas ruas e casas coloridas, vale uma passada no Convento de Jesus, hoje Museu de Aveiro, considerado o melhor exemplo do estilo barroco em Portugal. Tem importância religiosa (com direito a mecha de cabelo de santa) e artística (com pinturas do século XV). Se estiver de carro, desbrave os arredores da região. Ílhavo está a apenas cinco quilômetros ao sul de Aveiro e lá você pode visitar o simpático <a href="www.museumaritimo.cm-Ilhavo.pt" target="_blank">Museu Marítimo</a>, que descreve a vida dos pescadores das localidades. De Ílhavo, vale andar mais dois quilômetros e chegar a Vista Alegre, famosa internacionalmente por suas porcelanas. Para conhecer a história delas, visite a <a href="www.vistaalegre.pt" target="_blank">Fábrica Vista Alegre</a>.</p>
<p><strong>Comer e comprar</strong> As enguias são a especialidade da região. Mas, se você não curtir, caia de boca nos peixes e frutos do mar fresquinhos &#8211; afinal, é terra de pescadores. Nós aproveitamos uma boa espetada de camarões.</p>
<p><strong>Como chegar </strong>Aveiro fica a 56 quilômetros de Coimbra e a 68 quilômetros do Porto. Saindo de carro do Porto, é necessário pegar a A1 e sair na A25, estrada que leva a Aveiro. De Lisboa, também é necessário pegar a A1 e descer na saída 15 (Aveiro-Sul/Águeda). Consulte os sites <a href="http://www.rede-expressos.pt/">www.rede-expressos.pt</a> e <a href="http://www.cp.pt/">www.cp.pt</a>, para viajar de  autocarro/ônibus ou comboio/trem, respectivamente, de qualquer uma dessas cidades.</p>
<div><strong>+ info <a href="http://www.cm-aveiro.pt/">www.cm-aveiro.pt</a></strong></div>
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		<title>&#8216;Calas&#8217;, uma maneira diferente de curtir o mar na Espanha</title>
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		<pubDate>Wed, 11 Jan 2012 00:46:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Clarissa Vasconcellos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Andaluzia]]></category>
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		<description><![CDATA[Escondidinhas, essas enseadas são uma charmosa (e apertada!) maneira de aproveitar o verão na Europa.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_5799" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2012/01/cala1.jpg"><img class="size-medium wp-image-5799" title="cala1" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2012/01/cala1-300x201.jpg" alt="" width="300" height="201" /></a><p class="wp-caption-text">Qualquer cantinho vale para se refrescar, como este em Cadaqués (Catalunha)</p></div>
<p>A palavra tem tradução para o português: <strong>enseada</strong>. Mas foi na <a href="http://asviajantes.com/europa/espanha-europa" target="_blank">Espanha</a> que eu conheci o verdadeiro significado dela. As &#8216;<strong>calas</strong>&#8216; (&#8216;coves&#8217;, em inglês) são queridas conhecidas dos europeus. Principalmente daqueles que não têm o privilégio de ter o mar à disposição o ano inteiro, seja por razões geográficas (moram a quilômetros de distância do mar) ou pelo clima desfavorável mesmo. Ou seja, quem anseia por uma brisa marinha durante meses comemora qualquer espacinho de terra firme para curtir o barulho das ondas.</p>
<p>Um brasileiro acostumado a praias de areia (principalmente de largas faixas de areia) vai torcer o nariz para as &#8216;calitas&#8217;. Afinal, como assim esticar a canga nesse micro espaço (geralmente) cheio de pedras? Pois é. A primeira coisa a fazer é não generalizar. As calas são tão <strong>variadas </strong>quanto as praias. Podem ter só areia, sim, podem ser até larguinhas e confundidas com uma pequena praia. O que a caracteriza é o formato de baía (menor que as enseadas em geral) e o fato de estar rodeada ou estar coladinha em uma parede de pedra (<a href="http://www.astromia.com/tierraluna/costas.htm" target="_blank">este link</a> explica, em espanhol, a diferença entre algumas formas de litoral). Algumas são alcançáveis só por <strong>trilha</strong> ou por uma <strong>descida de pedra</strong>. Muitas vezes estão <strong>escondidas</strong> &#8211; e essa é a principal graça delas.</p>
<div id="attachment_5800" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2012/01/cala2.jpg"><img class="size-medium wp-image-5800" title="cala2" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2012/01/cala2-300x201.jpg" alt="" width="300" height="201" /></a><p class="wp-caption-text">Calela de Palafrugell, na Costa Brava. Tem até restaurante perto.</p></div>
<p>Pelo menos era para mim. Imaginar que eu estou numa <strong>prainha particular</strong> é uma delícia. Já fiquei em calas em que mal cabíamos eu e meu marido. Ou seja, zero chance de chegar alguém para atrapalhar nosso <strong>sossego</strong>. A primeira vez que vi uma cala foi na <a href="http://asviajantes.com/europa/croacia-europa" target="_blank">Croácia</a>. Achei o máximo ver uma menina tranquilona <a href="http://asviajantes.com/viagem/topless-na-europa-quem-se-anima" target="_blank">fazendo topless</a> entre a pedra e o mar calminho, num espaço onde só cabiam ela e seu livro. Depois, morando na Espanha, descobri que essas &#8220;praias improvisadas&#8221; (assim eu as chamava) têm nome.</p>
<p>Claro, elas também existem aos montes no Brasil e em diversos países banhados pelo mar. Porém, diante do nosso abençoado e extenso litoral, quem dá bola para elas? Talvez só os gringos mesmo. Na Espanha, elas estão em todo o litoral, de norte a sul, a leste e nas ilhas. Aproveitei algumas no Sul (<strong>Cabo de Gata</strong>, na <a href="http://asviajantes.com/europa/espanha-europa/andaluzia-espanha-europa" target="_blank">Andaluzia</a>, reúne algumas das mais lindas e escondidas calas da Espanha), na <strong>Catalunha </strong>(principalmente na Costa Brava) e em <strong><a href="http://asviajantes.com/viagem/maiorca-para-comecar-bem-o-verao-na-europa" target="_blank">Maiorca</a></strong>. E digo: muitas não deixam nada a dever às praias tradicionais. É só encarar como uma novidade e relaxar.</p>
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		<title>Restaurantes em Búzios: entre o pé na areia e a sofisticação</title>
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		<pubDate>Thu, 08 Sep 2011 12:32:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Clarissa Vasconcellos</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Viagem]]></category>
		<category><![CDATA[Anexo Bar]]></category>
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		<category><![CDATA[Centro Gastronômico Porto da Barra]]></category>
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		<description><![CDATA[Vai para Búzios e não sabe onde comer? Veja nossas dicas.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_5649" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/09/anexo.jpg"><img class="size-medium wp-image-5649" title="anexo" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/09/anexo-300x201.jpg" alt="" width="300" height="201" /></a><p class="wp-caption-text">Relax no Anexo Praia</p></div>
<p>Há alguns anos, num fim de semana primaveril, peguei o carro (eu ainda tinha um) com a viajante <a href="http://asviajantes.com/author/flavia-motta" target="_blank">Flávia Motta</a> rumo a <strong><a href="http://asviajantes.com/brasil/rio-de-janeiro/buzios-rio-de-janeiro-brasil" target="_blank">Búzios</a></strong>. Fazia muito tempo que eu não pisava na cidade (só tinha ido lá quando era criança) e na programação tínhamos duas paradas obrigatórias, recomendadas por uma amiga dela super local: o <strong>Bar do Zé, </strong>que fica na Orla Bardot, 382, e o <strong><a href="http://bardospescadores.com.br/" target="_blank">Bar dos Pescadores</a></strong> em Manguinhos, de cuja cozinha saíam pratos com pescados fresquíssimos e um pastel de camarão dos deuses. Esses lugares ainda existem hoje e continuam bombando, mas, muita coisa mudou desde 2003. O primeiro continua descolado mas subiu muito de preço (não se engane pelo nome de boteco, o <em>dress code</em> lá é &#8220;praia sofisticada&#8221;) e o segundo&#8230; Bem, abaixo eu conto o que aconteceu com o segundo.</p>
<p>Passei anos (de novo) sem voltar a Búzios e quando voltei com meus pais (que compraram casa lá e agora são locais também) tomei um choque. O restaurante dos pescadores, que ficava perto de Geribá, num terreno escondido, aonde íamos de chinelo (pé na areia <em>feelings</em>) agora é parte de um megacomplexo gastronômico onde há vários restaurantes e bares. Ele continua no estilo simples (só que com preços mais altos) e confesso que na hora em que vi não curti muito, mas hoje me rendo. O <a href="http://www.portodabarrabuzios.com.br/" target="_blank"><strong>Centro Gastronômico</strong> </a><strong><a href="http://www.portodabarrabuzios.com.br/" target="_blank">Porto da Barra</a>, </strong>em Manguinhos (agora com nome e tudo), ficou o máximo e é um dos lugares mais bacanas da cidade para ver o pôr do sol. O meu bar/restaurante preferido ali é o <strong><a href="http://www.anexopraiabuzios.com.br/" target="_blank">Anexo Praia</a></strong>. Existe também o <strong><a href="http://www.anexobarbuzios.com.br/" target="_blank">Anexo Bar</a>,</strong> na Orla Bardot, que é bacaninha (lembro que depois do Bar do Zé eu e a Flávia fomos tomar umas nesse Anexo), mas tunch-tunch-tunch noturno dele não se compara com clima o lounge relax da versão praiana. Para brindar o fim do dia lá, voto pedir um <em>clericot, </em>drinque da moda no verão passado no Rio, uma espécie de sangria feita com vinho branco ou espumante.</p>
<div id="attachment_5650" class="wp-caption alignleft" style="width: 211px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/09/clericot.jpg"><img class="size-medium wp-image-5650" title="clericot" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/09/clericot-201x300.jpg" alt="" width="201" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Clericot antes do anoitecer</p></div>
<p>Se a ideia é comer mesmo, a lista é enorme, mas aqui vão os meus favoritos. O <strong>Peixe Vivo</strong> fica também na Orla Bardot, de cara para o mar (em dia de ressaca não fique nas mesas da beira), e, apesar do nome caiçara, é um italiano delicioso. Outro de massas e de comida mediterrânea próximo a ele é o <strong><a href="http://www.casasbrancas.com.br/pt/restaurantes/deck.html" target="_blank">Deck</a></strong>, que fica no hotel Casas Blancas, do outro lado da Orla Bardot (número 714). Se o estômago pedir comida típica (sempre vale a pena levar os amigos gringos a Búzios), vá sem pestanejar ao <strong>Restaurante Gisele </strong>(Avenida José Bento Dantas, 5.100), em Geribá. Gisele Corrêa, mineira, trabalhou no Bar dos Pescadores (foi a responsável por seu sucesso lá no início dos anos 2000), mas abriu seu negócio há algum tempo. Fofo, fica em meio a um jardim (a chef também é paisagista) e a especialidade é comida mineira. Gisele faz questão de trazer tudo da sua terra, de linguicinhas a carnes, mas sem abrir mão dos pescados locais da Região dos Lagos. Meu petisco preferido: o pastel de angu. E a feijoada dos sábados é uma das melhores que provei na vida.</p>
<p>Outro restaurante que me tem como<em> habituée</em> é o<strong> Sol de Geribá</strong>, que fica na Avenida Geribá, 78 . Uma das poucas opções boas e baratas da cidade, o lugar tem comidinha da vovó, mas muuuito caprichada, pois o dono foi chef do top top <strong><a href="http://www.satyricon.com.br" target="_blank">Satyricon</a></strong> (na Orla Bardot). Pedir o peixe do dia empanadinho (sequíssimo) com arroz, feijão, batatas e farofa faz me sentir em casa.</p>
<p>Uma das primeiras vezes que provei comida tailandesa foi em Búzios, no <strong><a href="http://www.sawasdee.com.br/" target="_blank">Sawasdee</a></strong>. É bem verdade que tomei um pouco de implicância com esse restaurante depois que me senti maltratada na filial do Fashion Mall, no Rio de Janeiro, mas a de Búzios é uma graça. E a comida, muito boa.</p>
<p>E aqui vão três dicas de restaurantes que não conheço ainda, mas que foram aprovados pelos meus pais. Acredite, eles são exigentes. São: o argentino <strong><a href="http://www.estanciadonjuan.com.br/" target="_blank">Estância Don Juan</a>, </strong>para os amantes de carnes (&#8220;a picanha de cordeiro é maravilhosa&#8221;, segundo minha mãe), a trattoria <a href="http://www.parvati.com.br" target="_blank"><strong>Parvati</strong></a> (Búzios virou meca de italianos, como você pode ver) e o Salt (Orla Bardot, 468), que fica numa casa antiga e tem culinária contemporânea.</p>
<p>Desde que virou queridinha dos estrangeiros (franceses e argentinos, na maioria), Búzios sentiu a necessidade de adaptar-se também à mesa. E já deu para perceber que os preços acompanharam o sucesso. Uma boa época para conhecer esses e muitos outros restaurantes da cidade por um preço mais razoável é durante o Festival Gastronômico. O deste ano já rolou (em julho), mas fique ligado no ano que vem.</p>
<p><a href="https://sites.google.com/site/blogasviajantes/brasil/restaurantes-em-buzios-entre-o-pe-na-areia-e-a-sofisticacao" target="_blank">Imprima este post aqui</a>.</p>
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		<title>Que tipo de viajante você é?</title>
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		<pubDate>Tue, 16 Aug 2011 22:47:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Clarissa Vasconcellos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Camping]]></category>
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		<description><![CDATA[Um pequeno questionário para você descobrir quais destinos são a sua cara.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_5384" class="wp-caption aligncenter" style="width: 270px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/07/torre-eiffel-030711.jpg"><img class="size-medium wp-image-5384" title="torre-eiffel-030711" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/07/torre-eiffel-030711-260x300.jpg" alt="torre eiffel, rio sena, paris" width="260" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Paris, &#39;toujours&#39; uma opção para todos os tipos de viajante</p></div>
<p>Acontece com frequência: amigos, colegas e leitores nos pedem <strong>dicas de lugares para visitar </strong>sem ter a menor ideia do que querem, sem saber nem mesmo para que continente querem ir. Parece estranho? Nem tanto, principalmente se você tem interesses diversos. Praia no Nordeste ou compras nos Estados Unidos? Museus na Europa ou baladas na Austrália? Depende do momento da vida, da grana que você pretende gastar, se vai sozinho ou acompanhado e por aí vai. Ao longo do tempo, desenvolvemos diferentes perfis de viajantes. Em que fase você está? Abaixo, damos algumas <strong>dicas de viagem</strong> para quem está perdido.</p>
<p><em><strong>1) </strong><strong>Você é&#8230;</strong></em></p>
<p><strong><em>&#8230;solteiro?</em></strong></p>
<p>Se quiser aproveitar, não há dúvidas. Caia na balada europeia. <a href="http://asviajantes.com/europa/espanha-europa/ibiza-espanha-europa" target="_blank">Ibiza</a>, <a href="http://asviajantes.com/europa/espanha-europa/barcelona-espanha-europa-europa" target="_blank">Barcelona</a>, <a href="http://asviajantes.com/europa/holanda-europa/amsterda-holanda-europa-europa" target="_blank">Amsterdã</a>, <a href="http://asviajantes.com/europa/inglaterra-europa/londres" target="_blank">Londres </a>e <a href="http://asviajantes.com/europa/alemanha-europa-2/berlim-alemanha-europa-2" target="_blank">Berlim</a> são boas opções. Na América, <a href="http://asviajantes.com/america-do-norte/eua-america-do-norte/nova-iorque-eua-america-do-norte" target="_blank">Nova York</a>, <a href="http://asviajantes.com/america-do-sul/argentina-america-do-sul/buenos-aires-argentina-america-do-sul" target="_blank">Buenos Aires</a>, Cidade do México e <a href="http://asviajantes.com/brasil/sao-paulo/sao-paulo-sao-paulo" target="_blank">São Paulo</a> são top-of-mind em qualquer lista e, na Ásia, Tóquio tira onda. Sem esquecer das noites divertidas na Austrália e <a href="http://asviajantes.com/oceania/nova-zelandia" target="_blank">Nova Zelândia</a>. Esses locais também têm boas opções para de baladas gay.</p>
<p><strong><em>&#8230;comprometido?</em></strong></p>
<p>Há casais e casais. Conhecemos uns que vão passar (juntos) carnaval em <a href="http://asviajantes.com/brasil/bahia-brasil/salvador-bahia-brasil-america-do-sul" target="_blank">Salvador</a> e tudo bem. Esses baladeiros podem seguir as dicas acima. Mas se quiserem ficar de chamego, além dos destinos clássicos (<a href="http://asviajantes.com/europa/franca-europa/paris-franca-europa" target="_blank">Paris</a>, <a href="http://asviajantes.com/europa/grecia-europa" target="_blank">cidades e ilhas gregas</a>, <a href="http://asviajantes.com/europa/italia-europa/roma-italia-europa-europa" target="_blank">Veneza, Roma</a>, <a href="http://asviajantes.com/europa/italia-europa/florenca-italia-europa" target="_blank">Florença</a>), podem apostar na romântica <a href="http://asviajantes.com/europa/alemanha-europa-2/dresden" target="_blank">Dresden</a>, na charmosa <a href="http://asviajantes.com/europa/republica-tcheca-europa/praga-republica-tcheca-europa" target="_blank">Praga</a>, na sexy <a href="http://asviajantes.com/europa/espanha-europa/sevilha-espanha-europa" target="_blank">Sevilha</a> ou na paradisíaca <a href="http://asviajantes.com/america-do-sul/colombia-america-do-sul/san-andres-colombia-america-do-sul" target="_blank">San Andrés</a>. <a href="http://asviajantes.com/africa/marrocos-africa/marrakesh" target="_blank">Marrakesh</a> e <a href="http://asviajantes.com/europa/turquia-europa/istambul-turquia-europa" target="_blank">Istambul</a> também foram aprovadas com louvor pelas viajantes casadas.</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;</p>
<p><em><strong>2) </strong><strong>Você quer&#8230;</strong></em></p>
<p><strong><em>&#8230;sombra e água fresca?</em></strong></p>
<p>O Nordeste é a opção mais à mão e nossa praia preferida por lá é <a href="http://asviajantes.com/brasil/pernambuco/carneiros" target="_blank">Carneiros</a> (PE). Mas nem sempre ir a <a href="http://asviajantes.com/brasil/ceara/fortaleza" target="_blank">Fortaleza</a>, <a href="http://asviajantes.com/brasil/bahia-brasil/salvador-bahia-brasil-america-do-sul" target="_blank">Salvador</a>, <a href="http://asviajantes.com/brasil/alagoas/maceio-alagoas-brasil" target="_blank">Maceió</a> ou <a href="http://asviajantes.com/brasil/maranhao" target="_blank">Lençóis Maranhanses</a> sai em conta. Muitas vezes dá para conseguir uma promoção para algum destino do <a href="http://asviajantes.com/caribe-2" target="_blank">Caribe</a> que sai mais barato. E não vamos desprezar algumas praias europeias, como as de <a href="http://asviajantes.com/viagem/maiorca-para-comecar-bem-o-verao-na-europa" target="_blank">Maiorca</a>, <a href="http://asviajantes.com/europa/espanha-europa/ibiza-espanha-europa" target="_blank">Ibiza</a> , <a href="http://asviajantes.com/europa/malta-europa" target="_blank">Malta</a> e <a href="http://asviajantes.com/europa/croacia-europa" target="_blank">Croácia</a>.</p>
<div id="attachment_2792" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2010/04/carneiros1104101.jpg"><img class="size-medium wp-image-2792" title="carneiros1104101" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2010/04/carneiros1104101-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">Carneiros, nada para fazer é a maior diversão</p></div>
<p><strong><em>&#8230;bater perna?</em></strong></p>
<p>Cidades grandes são a sua praia. Prepare as canelas para andar muito em <a href="http://asviajantes.com/europa/franca-europa/paris-franca-europa" target="_blank">Paris</a>, <a href="http://asviajantes.com/europa/espanha-europa/madri" target="_blank">Madri</a>, <a href="http://asviajantes.com/america-do-norte/eua-america-do-norte/nova-iorque-eua-america-do-norte" target="_blank">Nova York</a>, <a href="http://asviajantes.com/america-do-sul/argentina-america-do-sul/buenos-aires-argentina-america-do-sul" target="_blank">Buenos Aires</a>, <a href="http://asviajantes.com/europa/inglaterra-europa/londres" target="_blank">Londres </a>e <a href="http://asviajantes.com/europa/alemanha-europa-2/berlim-alemanha-europa-2" target="_blank">Berlim</a>. Todas com infinitas atrações externas, <em>indoor</em>, opções de compras e um ou outro parque para descansar os pés. Reserve pelo menos cinco dias para cada uma delas.</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;</p>
<p><em><strong>3) </strong><strong>Em matéria de orçamento&#8230;</strong></em></p>
<p><strong><em>&#8230;você está duro?</em></strong></p>
<p>Aproveite a crise europeia para dar uma força aos países mais ferrados. <a href="http://asviajantes.com/europa/portugal-europa" target="_blank">Portugal</a> e <a href="http://asviajantes.com/europa/espanha-europa" target="_blank">Espanha</a>, conhecidos como os destinos mais econômicos da Europa, estão ainda mais atrativos. <a href="http://asviajantes.com/europa/irlanda-europa" target="_blank">Irlanda</a> e <a href="http://asviajantes.com/europa/grecia-europa" target="_blank">Grécia</a> também deram uma barateada, <a href="http://asviajantes.com/viagem/deu-no-ny-times-crise-europeia-e-boa-oportunidade-para-turistas" target="_blank">como já descrevemos aqui</a>. Ir aos <a href="http://asviajantes.com/america-do-norte/eua-america-do-norte" target="_blank">Estados Unidos</a> também vale a pena, ainda mais se você tiver milhas. Se você mora no Sudeste, também pode ser uma boa passear por perto, de carro mesmo, <a href="http://asviajantes.com/viagem/roteiro-pelas-cidades-historicas-de-minas-gerais" target="_blank">pelas cidades históricas de Minas</a>, pela costa e serra fluminenses (<a href="http://asviajantes.com/brasil/rio-de-janeiro" target="_blank">veja aqui posts de todo o Estado, de Parati a Búzios, de Mauá a Penedo</a>), pelo litoral e interior paulistas ou aproveitar capitais menos badaladas, como <a href="http://asviajantes.com/brasil/espirito-santo/vitoria" target="_blank">Vitória</a>.</p>
<p><strong><em>&#8230;o céu é o limite?</em></strong></p>
<p>Aproveite o luxo que as grandes urbes podem oferecer (<a href="http://asviajantes.com/europa/franca-europa/paris-franca-europa" target="_blank">Paris</a>, <a href="http://asviajantes.com/america-do-norte/eua-america-do-norte/nova-iorque-eua-america-do-norte" target="_blank">Nova York</a>, <a href="http://asviajantes.com/america-do-sul/argentina-america-do-sul/buenos-aires-argentina-america-do-sul" target="_blank">Buenos Aires</a>, <a href="http://asviajantes.com/europa/inglaterra-europa/londres" target="_blank">Londres </a>e <a href="http://asviajantes.com/europa/alemanha-europa-2/berlim-alemanha-europa-2" target="_blank">Berlim</a> têm hotéis e restaurantes de ponta para quem pode esbanjar) ou se jogue nos países nórdicos, como a <a href="http://asviajantes.com/europa/dinamarca-europa" target="_self">Dinamarca</a>, que é o território do melhor restaurante do mundo, o <a href="http://www.noma.dk/" target="_blank">Noma</a>. Atualmente, é possível encontrar luxo em quase todos os países, mas sem dúvida é em <strong>Dubai, </strong>nos Emirados Árabes, onde ele fica mais explícito. <em>Inshallá</em>.</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;</p>
<p><em><strong>4) </strong><strong>Adquirir cultura para você é&#8230;</strong></em></p>
<p><strong><em>&#8230; visitar pelo menos um museu por dia?</em></strong></p>
<p>Prepare a mochilinha, a garrafa de água e o tênis. Muna-se de mapas e guias. Para desbravar os museus de <a href="http://asviajantes.com/europa/franca-europa/paris-franca-europa" target="_blank">Paris</a>, <a href="http://asviajantes.com/america-do-norte/eua-america-do-norte/nova-iorque-eua-america-do-norte" target="_blank">Nova York</a>, <a href="http://asviajantes.com/europa/inglaterra-europa/londres" target="_blank">Londres</a>, <a href="http://asviajantes.com/europa/italia-europa/roma-italia-europa-europa" target="_blank">Roma</a>, <a href="http://asviajantes.com/europa/italia-europa/florenca-italia-europa" target="_blank">Florença</a>, <a href="http://asviajantes.com/europa/alemanha-europa-2/berlim-alemanha-europa-2" target="_blank">Berlim</a>, <a href="http://asviajantes.com/europa/holanda-europa/amsterda-holanda-europa-europa" target="_blank">Amsterdã</a> e <a href="http://asviajantes.com/europa/espanha-europa/madri" target="_blank">Madri</a> é preciso organização e disciplina de expedição.</p>
<div id="attachment_5574" class="wp-caption alignright" style="width: 235px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/08/grecia.jpg"><img class="size-medium wp-image-5574" title="grecia" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/08/grecia-225x300.jpg" alt="" width="225" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Atenas: uma surpresa a cada esquina</p></div>
<p><strong><em>&#8230; admirar monumentos e atrações ao ar livre?</em></strong></p>
<p>Lá vem ela de novo, a mais citada: <a href="http://asviajantes.com/europa/franca-europa/paris-franca-europa" target="_blank">Paris</a>. <a href="http://asviajantes.com/europa/inglaterra-europa/londres" target="_blank">Londres</a> também, claro. O Leste Europeu (<a href="http://asviajantes.com/europa/republica-tcheca-europa/praga-republica-tcheca-europa" target="_blank">Praga</a>, <a href="http://asviajantes.com/europa/hungria/budapeste" target="_blank">Budapeste</a> e <a href="http://asviajantes.com/europa/austria-europa/viena-austria-europa" target="_blank">Viena</a>) e a Grécia (especialmente <a href="http://asviajantes.com/europa/grecia-europa/atenas-grecia-europa-europa" target="_blank">Atenas</a>) são museus ao ar livre.<a href="http://asviajantes.com/viagem/italia-o-pais-inesgotavel" target="_blank"> Roma, Veneza, Florença</a>, imperdíveis; <a href="http://asviajantes.com/europa/espanha-europa/barcelona-espanha-europa-europa" target="_blank">Barcelona</a> impressiona pelo modernismo catalão e, bom, <a href="http://asviajantes.com/america-do-norte/eua-america-do-norte/nova-iorque-eua-america-do-norte" target="_blank">Nova York</a> tem o skyline mais famoso do mundo. <a href="http://asviajantes.com/europa/turquia-europa/istambul-turquia-europa" target="_blank">Istambul</a> é de tirar o fôlego. E, valorizando o santo de casa, não dá para não incluir o <a href="http://asviajantes.com/brasil/rio-de-janeiro/rio-de-janeiro-cidade" target="_blank">Rio de Janeiro</a>.</p>
<p><strong><em>&#8230; comprar livros, CDs e aparelhos reprodutores deles?</em></strong></p>
<p><a href="http://asviajantes.com/america-do-norte/eua-america-do-norte/nova-iorque-eua-america-do-norte" target="_blank">Nova York</a>, São Francisco e <a href="http://asviajantes.com/europa/inglaterra-europa/londres" target="_blank">Londres</a> para artigos em inglês; <a href="http://asviajantes.com/america-do-sul/argentina-america-do-sul/buenos-aires-argentina-america-do-sul" target="_blank">Buenos Aires</a>, <a href="http://asviajantes.com/america-do-sul/chile-america-do-sul-2/santiago-chile-america-do-sul-2" target="_blank">Santiago</a> e <a href="http://asviajantes.com/europa/espanha-europa/barcelona-espanha-europa-europa" target="_blank">Barcelona</a> para lembrancinhas para quem quer praticar o espanhol; <a href="http://asviajantes.com/europa/franca-europa/paris-franca-europa" target="_blank">Paris</a> e <a href="http://asviajantes.com/europa/alemanha-europa-2/berlim-alemanha-europa-2" target="_blank">Berlim</a> também são inesgotáveis (aproveite as promoções de table books e livros de arte).</p>
<p><strong>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><em><strong>5) </strong><strong>Defina aventura: </strong></em></p>
<p><strong><em>Sou um iniciado no tema. Subo trilhas, me comunico com micos, conheço o som dos pássaros e adoro acampar.</em></strong></p>
<p><a href="http://asviajantes.com/brasil/goias/chapada-dos-veadeiros" target="_blank">Chapada dos Veadeiros</a>, <a href="http://asviajantes.com/brasil/minas-gerais/sao-tome-das-letras" target="_blank">São Tomé das Letras</a>, <a href="http://asviajantes.com/america-do-sul/peru-america-do-sul" target="_blank">Peru</a>, <a href="http://asviajantes.com/america-do-sul/argentina-america-do-sul/patagonia-argentina-argentina-america-do-sul" target="_blank">Patagônia</a> e <a href="http://asviajantes.com/brasil/amazonas" target="_blank">Amazonas</a> são algumas de nossas sugestões. Mas com todo esse <em>know-how </em>verde, o melhor seria que você passasse umas dicas pra gente.</p>
<p><strong><em>Não sei a diferença entre borrachudo e pernilongo.</em></strong></p>
<p>Ver o item &#8220;bater perna&#8221;. Para você, o trânsito desse lugares já vai ser uma aventura inesquecível.</p>
<p><strong>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><em><strong>6) </strong><strong>O que é fazer turismo gastronômico?</strong></em></p>
<p><strong><em>É experimentar o McFrança, o McItália e o McAlemanha a cada parada da viagem.</em></strong></p>
<p>Olha, com esse perfil, provavelmente você já foi aos <a href="http://asviajantes.com/america-do-norte/eua-america-do-norte" target="_blank">Estados Unidos</a>. Veja se ao menos tenta provar as cadeias de fast-food locais dos outros países (como a natureba <a href="http://www.maozusa.com/" target="_blank">Maoz</a>, que existe em vários lugares), assim você varia no tempero. Ou entre num supermercado e prepare um piquenique.</p>
<div id="attachment_5575" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/08/alpaca_260310.jpg"><img class="size-full wp-image-5575" title="alpaca_260310" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/08/alpaca_260310.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a><p class="wp-caption-text">Carpaccio de alpaca, delícia peruana</p></div>
<p><strong><em>É viajar em função da comida. Escolho os pontos de interesse de acordo com a localização dos restaurantes que quero conhecer.</em></strong></p>
<p>Se você não mora em <a href="http://asviajantes.com/brasil/sao-paulo/sao-paulo-sao-paulo" target="_blank">São Paulo</a>, já deveria ter ido até lá, então. <a href="http://asviajantes.com/america-do-sul/argentina-america-do-sul/buenos-aires-argentina-america-do-sul" target="_blank">Buenos Aires</a>, <a href="http://asviajantes.com/america-do-sul/chile-america-do-sul-2/santiago-chile-america-do-sul-2" target="_blank">Santiago</a>, <a href="http://asviajantes.com/america-do-sul/peru-america-do-sul/lima-peru-america-do-sul-america-do-sul" target="_blank">Lima</a> e Cidade do México são outras mecas da comilança (chique ou estilo fartura) na América do Sul. E como não falar de <a href="http://asviajantes.com/europa/franca-europa/paris-franca-europa" target="_blank">Paris</a>, <a href="http://asviajantes.com/america-do-norte/eua-america-do-norte/nova-iorque-eua-america-do-norte" target="_blank">Nova York</a>, <a href="http://asviajantes.com/europa/inglaterra-europa/londres" target="_blank">Londres</a>? Mas saiba que a cidade atualmente com mais estrelas Michelin é Tóquio. Uma das que estão brigando nesse páreo é <a href="http://asviajantes.com/europa/espanha-europa/san-sebastian" target="_blank">San Sebastián</a>, no País Basco, além de várias localidades da Catalunha espanhola. E dá para comer a Itália inteira (agarre-se com força em <a href="http://asviajantes.com/europa/italia-europa/bolonha" target="_blank">Bolonha e Parma</a>). Por último, como já dissemos acima, <a href="http://asviajantes.com/europa/dinamarca-europa/copenhagen" target="_self">Copenhague</a> é a nova queridinha dos gourmets.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong><em>Não sei. Sempre passo mal nas viagens e acabo procurando restaurantes brasileiros.</em></strong></p>
<p><a href="http://asviajantes.com/europa/portugal-europa" target="_blank">Portugal</a> e <a href="http://asviajantes.com/europa/espanha-europa" target="_blank">Espanha</a> têm culinárias muito parecidas com a do Brasil (e restaurantes brasileiros também). Se você gosta de fartura, não tenha dúvida, é para esse lugares onde você deve rumar. Na Itália também não tem erro, a não ser que você não curta massa. Em hipótese alguma coma pizzas e calzones vendidos nas barraquinhas da rua italianas. Conselho de quem já passou muito mal por isso.</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><em><strong>7) </strong><strong>Comprar é&#8230;</strong></em></p>
<p><strong><em>&#8230; parte fundamental de qualquer viagem</em></strong></p>
<p>Miami, <a href="http://asviajantes.com/america-do-norte/eua-america-do-norte/nova-iorque-eua-america-do-norte" target="_blank">Nova York</a>, <a href="http://asviajantes.com/america-do-sul/argentina-america-do-sul/buenos-aires-argentina-america-do-sul" target="_blank">Buenos Aires</a>, <a href="http://asviajantes.com/america-do-sul/chile-america-do-sul-2/santiago-chile-america-do-sul-2" target="_blank">Santiago</a> e <a href="http://asviajantes.com/europa/espanha-europa/madri" target="_blank">Madri</a> para quem busca pechinchas. <a href="http://asviajantes.com/europa/inglaterra-europa/londres" target="_blank">Londres</a>, Tóquio e <a href="http://asviajantes.com/europa/franca-europa/paris-franca-europa" target="_blank">Paris</a>, para quem nem olha o preço na etiqueta.</p>
<div id="attachment_5579" class="wp-caption alignright" style="width: 235px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/08/5613_1171764330144_1109092390_30523149_7256000_n.jpg"><img class="size-medium wp-image-5579" title="5613_1171764330144_1109092390_30523149_7256000_n" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/08/5613_1171764330144_1109092390_30523149_7256000_n-225x300.jpg" alt="" width="225" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Comprinhas em Istambul</p></div>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong><em>&#8230; um saco. Odeio procurar lembrancinhas</em></strong></p>
<p>Essa dica é geral. Procure as ruas de comércio popular (normalmente no centro) e lojas de departamento para facilitar. Todas as grandes cidades contam com elas.</p>
<p><strong>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;</strong></p>
<p><em><strong> <img src='http://asviajantes.com/wp-includes/images/smilies/icon_cool.gif' alt='8)' class='wp-smiley' /> </strong><strong>Política, religião e futebol&#8230;</strong></em></p>
<p><strong><em>&#8230;não se discutem. Mas atraem turistas.</em></strong></p>
<p>Os países de maioria islâmica, como <a href="http://asviajantes.com/europa/turquia-europa" target="_blank">Turquia </a>e <a href="http://asviajantes.com/africa/marrocos-africa" target="_blank">Marrocos</a>, e de culturas mais exóticas, como <a href="http://asviajantes.com/asia/india-asia" target="_blank">Índia</a>, vêm atraindo cada vez mais brasileiros interessados em conhecer diferentes formas de vida (de carona, descobrem cores, sabores e sons totalmente diferentes).</p>
<p>Quem curte futebol não dispensa uma visita aos estádios dos principais clubes do mundo. <a href="http://asviajantes.com/europa/futebol-internacional" target="_blank">Veja aqui alguns exemplos que visitamos</a>.</p>
<p>E aí, deu para ajudar? Esperamos que sim.</p>
<p><a href="https://sites.google.com/site/blogasviajantes/comportamento/que-tipo-de-viajante-voce-e" target="_blank">Para imprimir este post, clique aqui.</a></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
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		<title>Chegando a Madri, aeroporto de Barajas</title>
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		<pubDate>Mon, 01 Aug 2011 13:24:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Clarissa Vasconcellos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Espanha]]></category>
		<category><![CDATA[Europa]]></category>
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		<category><![CDATA[imigração em Madri]]></category>
		<category><![CDATA[metrô no aeroporto]]></category>
		<category><![CDATA[Richard George Rogers]]></category>
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		<description><![CDATA[Ele é bonito. Ele é moderno. Ele é eficiente. Um passeio pelo aeroporto madrileño, o mais importante da Espanha.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong> </strong></p>
<div id="attachment_5511" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/07/puro-design.jpg"><img class="size-medium wp-image-5511" title="puro design" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/07/puro-design-300x237.jpg" alt="" width="300" height="237" /></a><p class="wp-caption-text">É um museu? É um shopping? Barajas vai mais além de sua função original. (Foto: COPE)</p></div>
<p>Ele é praticamente uma cidade. Moderno, dá até vontade de fotografar, por causa de sua arquitetura fantástica (principalmente em seu terminal mais novo, o T4, projetado pelo britânico <strong>Richard George Rogers</strong>). O aeroporto de Barajas, porta de entrada de <a href="http://asviajantes.com/europa/espanha-europa/madri" target="_blank"><strong>Madri</strong></a>, é quase uma atração.</p>
<p><strong>Duas coisas</strong> me encantam nesse local de trânsito intenso (aeroportos sempre me despertam um certo fetiche). Acostumada àquele visual de rodoviária do Aeroporto do Galeão, no Rio, fiquei impressionada com<strong> 1) a </strong><strong>capacidade de Barajas de facilitar a vida do viajante</strong><strong>.</strong> Os caras espalham a informação de maneira clara &#8211; deve ser porque os espanhóis não curtem muito explicar as coisas aos turistas. <img src='http://asviajantes.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' />  Um exemplo: nos quadros de informações de portões, há o tempo estimado para se chegar até eles. Ou seja, se você está no portão J11 e precisa ir ao L3, vai demorar tantos minutos. Isso ajuda muito, principalmente aos viajantes atrasildos, ou, meu caso, àqueles que adoram dar uma voltinha. E olha que Barajas tem muita atração para se perder (veja abaixo).</p>
<p>A outra característica que me conquistou foi <strong>2) </strong><strong>uma saída na cara do metrô</strong>. É verdade que isso não é nada extraordinário (os aeroportos de <a href="http://asviajantes.com/europa/turquia-europa/istambul-turquia-europa" target="_blank">Istambul </a>e <a href="http://asviajantes.com/viagem/copenhague-elegancia-design-e-consciencia-ecologica" target="_blank">Copenhague</a>, por exemplo, também têm essa facilidade). Mas, para quem, como eu, mora numa cidade e sonha com o mínimo (um metrô na rodoviária, que seja) é realmente uma praticidade.</p>
<p><strong>Metrô ou táxi?</strong></p>
<p>A não ser que você esteja de <a href="http://asviajantes.com/europa/espanha-por-uma-temporada-manual-basico" target="_blank">mudança para Madri</a>, o metrô é, sem dúvida, a melhor opção. O bilhete único custa 1 euro e, saindo do aeroporto, você paga 1 euro mais. Ou seja, com dois euros você chega ao centro de Madri. Na volta, fique atento. Existem duas paradas para o aeroporto. Uma para os terminais T1, T2 e T3 e outra para o T4. Se você estiver voltando para o Brasil, é quase certo de você ir para a T4, de onde saem os principais voos internacionais. Mas, se estiver indo para outro destino europeu, pode ser que você tenha que descer na outra parada. Na dúvida, confira o terminal de seu voo no site da <a href="www.aena.es" target="_blank">Aena</a>, a Infraero deles.</p>
<p>Convém lembrar que nem todas as estações de metrô têm elevador, <em>entonces</em>, no caso de malas pesadas (sobretudo na volta, depois daquelas comprinhas), considere o táxi. Esse vai custar por volta de 25-30 euros (o trecho centro-Barajas e vice-versa). O taxista costuma cobrar uma taxa para as malas, portanto, não se assuste se o valor sair mais alto que o do taxímetro. De qualquer maneira, vale sempre fazer uma estimativa de preço com o motorista antes de embarcar.</p>
<div id="attachment_5512" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/07/ppcat-aa-01-en-barajas.jpg"><img class="size-medium wp-image-5512" title="OLYMPUS DIGITAL CAMERA" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/07/ppcat-aa-01-en-barajas-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">Estive em Barajas e me lembrei de você</p></div>
<p><strong>Controle de Imigração: emoção pra valer</strong></p>
<p>Todo mundo que vai para a Europa pela <a href="http://www.iberia.com/" target="_blank">Iberia</a> está careca de saber. Apesar de não exigir visto de turista para brasileiros (você pode ficar até três meses lá), a Espanha sabe como poucos países ser bem pentelha com os viajantes &#8211; inclusive com os que não têm como destino final Madri, ou seja, os que fazem nada mais que uma conexão na cidade. É verdade que boa parte disso é culpa nossa (não minha ou sua, mas dos problemas sociais do nosso país em geral), pois não são poucos indivíduos &#8220;suspeitos&#8221; que desembarcam por lá. Porém, nada justifica o tratamento recebido por alguns brasileiros, tomados por imigrantes ilegais &#8211; para dizer o mínimo. Mulheres que chegam sozinhas, na faixa dos 20 e poucos anos, são as que mais sofrem. Portanto, vá com tudo na bagagem de mão para provar que você é uma pessoa bacana: reserva do hotel/albergue impressa, passagem de volta, cartões de crédito internacionais, dinheiro vivo e eu recomendo ir até com contra-cheques do trabalho, cópia da escritura da casa (se você tiver residência própria) ou declaração do Imposto de Renda para provar seu vínculo com o Brasil. Um kit praticamente igual ao que se exige para tirar o visto para os Estados Unidos.</p>
<p>Quem vai ficar na casa de um amigo, em teoria, deve pedir uma carta-convite que o pobre anfitrião tem que solicitar na delegacia mais próxima e pagar uma grana. <a href="http://www.cartainvitacion.net/" target="_blank">Este site não oficial dá algumas informações</a> sobre essa formalidade, mas, confesso, nos três anos que morei em Madri, apenas um amigo foi parar na &#8220;salinha&#8221;. Ele mesmo brinca com o episódio (acabou tendo final feliz, com ele entrando no país), porque tem muita cara de árabe &#8211; outro preconceito injustificável dos malditos agentes de imigração. Ah, e uma dica meio óbvia, mais para as mulheres: nada de chegar com minissaia, short, roupas muito justas ou barriga de fora. Lembre-se: a discrição nos faz passar despercebidas. Em Madri e em qualquer lugar do mundo.</p>
<p><strong>Meu voo atrasou. ¿Y ahora qué?</strong></p>
<p>Posso dizer que ter que ficar zanzando pelo aeroporto de Barajas é praticamente uma sorte. OK, ninguém gosta de perder tempo, mas o lugar faz de tudo para não deixar o visitante entediado. E não estou falando de ficar testando perfumes no <em>free-shop</em>.</p>
<p>As meninas normalmente curtem fazer uma parada na <strong>Zara</strong>, cuja filial Barajas recebe ocasionalmente coleções especiais, diferentes das encontradas nas cidades espanholas. Dar um pulo na rede <strong>Relay </strong>também pode ser divertido, pois essa mistura de livraria e jornaleiro vai mais além das revistas básicas e vende algumas <em>cult</em> como a <em>Cahiers du Cinéma</em>. Um restaurante com estrela Michelin no aeroporto? Ele existe. É o <strong>El Madroño</strong>, que fica no segundo andar da T4. E se a espera for longa, dê uma relaxada no <strong><a href="www.elyseum.es" target="_blank">Travel Spa</a></strong>, também no T4, que tem desde uma massagem básica e manicure até um tratamento anti <em>jet lag</em>. Outras lojas, farmácias e livrarias estão disponíveis no Barajas, que tem até visita guiada. Afinal, não é qualquer aeroporto que conta com duas mesquitas e esculturas de Botero em seus corredores.</p>
<p>Quer ler sobre outros aeroportos? Veja aqui posts sobre o <a href="http://asviajantes.com/viagem/chegando-a-buenos-aires-aeroporto-de-ezeiza" target="_blank">Ezeiza, em Buenos Aires, </a>e o <a href="http://asviajantes.com/viagem/chegando-em-paris-do-aeroporto-para-o-centro" target="_blank">Charles de Gaulle, em Paris</a>.</p>
<p>Para imprimir, <a href="https://sites.google.com/site/blogasviajantes/espanha/chegando-a-madri-aeroporto-de-barajas" target="_blank">clique aqui</a>.</p>
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		<title>Deu no &#8216;The Independent&#8217;: 10 passeios de trem imperdíveis</title>
		<link>http://asviajantes.com/hospedagem/deu-no-the-independent-10-passeios-de-trem-imperdiveis</link>
		<comments>http://asviajantes.com/hospedagem/deu-no-the-independent-10-passeios-de-trem-imperdiveis#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 07 Jul 2011 13:18:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Clarissa Vasconcellos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
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		<description><![CDATA[Uma lista que dá a volta ao mundo sobre os trilhos.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_5394" class="wp-caption aligncenter" style="width: 235px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/07/istambul.jpg"><img class="size-medium wp-image-5394" title="istambul" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/07/istambul-225x300.jpg" alt="" width="225" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Istambul, última parada do mais famoso trem Orient Express</p></div>
<p>O jornalão britânico &#8216;The Independent&#8217; é conhecido, entre outras coisas, por suas matérias sensacionais de viagens. Aliás, é notório o interesse e talento dos ingleses para descrever lugares e dar dicas de turismo. E se tem algo que eles fazem com frequência é viajar de trem. <a href="http://www.independent.co.uk/travel/news-and-advice/the-50-best-railway-journeys-883074.html" target="_blank">Neste artigo, do jornalista Anthony Lambert, há um ranking das 50 melhores viagens de trem do mundo</a>. Foi difícil escolher, mas separamos dez delas para você ter um gostinho, dando uma adaptada à nossa realidade. Se ficar interessado, lembre-se que muitas destas rotas não saem todos os meses e que é preciso reservar com antecedência pela internet.</p>
<p><strong>1. <a href="http://www.orient-express.com/web/vsoe/venice_simplon_orient_express.jsp" target="_blank">Orient-Express</a></strong></p>
<p>Famosa mundialmente devido ao romance de Agatha Christie, &#8220;Assassinato no Orient-Express&#8221;, esta empresa conta com diferentes rotas, mas a legendária <strong>Venice Simplon-Orient Express</strong>, que liga Veneza a <a href="http://asviajantes.com/viagem/turquia-uma-introducao-a-asia" target="_blank">Istambul</a>, é a mais famosa. Passando por diversas cidades do Leste Europeu, como <a href="http://asviajantes.com/viagem/praga-faz-jus-a-fama-de-a-pequena-paris" target="_blank">Praga</a>, Belgrado e Bucareste, o passeio ainda pode ser esticado mais ao Oriente (embarcando em outro trem), com destino ao Cairo, por exemplo.<strong> A rota clássica só sai uma vez por ano, dura 6 dias e 5 noites e custa a partir de US$ 9.470. </strong>Sim, trata-se de um trem de luxo. Mas você pode viajar em outros trens da empresa Orient-Express, com diversas rotas dentro das Ilhas Britânicas e por outros países a partir de 170 libras esterlinas. <a href="http://www.orient-express.com/collection/trains/trains.jsp" target="_blank">Veja detalhes aqui</a>.</p>
<p><strong>2. <a href="http://www.ferrocarrilcentral.com.pe/index_.php" target="_blank">Lima–Huancayo</a></strong></p>
<p><strong>Com três dias de duração e bilhetes a partir de 195 nuevos soles (cerca de 70 dólares), </strong>esta viagem começa na capital peruana e passa pelos trilhos mais altos da Cordilheira dos Andes. Ao longo do passeio, o trem sobe até 4.780 metros (ao passar por Galera). Para combater o <em>soroche</em> (mal das alturas), rola até oxigênio nos vagões. São 360 quilômetros no total.</p>
<div id="attachment_5395" class="wp-caption alignleft" style="width: 235px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/07/P1040176.jpg"><img class="size-medium wp-image-5395" title="OLYMPUS DIGITAL CAMERA" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/07/P1040176-225x300.jpg" alt="" width="225" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Pisa: ponto de partida (ou de chegada) da viagem até Nice.</p></div>
<p><strong>3. Nice–Pisa</strong></p>
<p>Duas das cidades mais charmosas da Europa estão conectadas por uma rota deliciosa, cercada por paisagens marítimas (beirando o Mar da Ligúria) e pelos Alpes. <strong>Com duração variando de cinco a nove horas</strong>, o passeio pode ser comprado pelo <a href="http://www.raileurope.com.br/" target="_blank">site da Rail Europe versão brasileira</a>. Há bilhetes de 100 reais em setembro, por exemplo, mas tudo depende do conforto (há mais caros e mais baratos).</p>
<p><strong>4. <a href="http://www.internationalrail.com/australia/indian-pacific.aspx" target="_blank">The Indian Pacific</a></strong></p>
<p>Uma aventura que corta a <strong>Austrália</strong> de leste a oeste, ligando Sydney e Perth, do Oceano Pacífico ao Oceano Índico. São <strong>três dias de viagem, mais de 4.300 quilômetros, </strong>com paradas em cidades como Adelaide. Há passagens<strong> a partir de 262 libras</strong>. A mesma empresa também tem várias rotas legais pelo país, <a href="http://www.internationalrail.com/australia.aspx" target="_blank">veja todos os detalhes aqui</a>.</p>
<p>5. <strong>Luxo ou aventura na Índia </strong></p>
<p>Aqui vão duas sugestões de passeios de trem na <strong>Índia</strong>, <a href="http://asviajantes.com/asia/india-asia" target="_blank">país com várias entradas aqui no blog</a>. Saindo de Mumbai,  a <strong><a href="www.deccan-odyssey-india.com" target="_blank">Deccan Odyssey</a> </strong>propõe uma luxuosa viagem no tempo (as passagens custam <strong>a partir de 315 dólares</strong>), que dura <strong>oito dias</strong> e passa por Goa, Puna e por diversas cidades históricas. Dentro, rola até uma massagem aiurvédica em seu spa. Mas se sua ideia é fazer viagens mais curtas pelo país, vale a pena explorar o site da <strong><a href="http://www.indiarail.co.uk/" target="_blank">Indian Railways</a>.</strong> Uma rota imperdível é a do &#8220;Toy Trem&#8221;que liga  <strong>New Jalpaiguri a Darjeeling</strong>, bordeando a cordilheira do Himalaia.</p>
<p><strong>6. <a href="http://www.eltranscantabricogranlujo.com/" target="_blank">El Transcantábrico</a></strong></p>
<p>Se o máximo que você conhece do sistema ferroviário da <a href="http://asviajantes.com/europa/espanha-europa"><strong>Espanha</strong></a> é o trem que liga <a href="http://asviajantes.com/viagem/madri-vale-a-pena-olhar-em-volta" target="_blank">Toledo a Madri</a>, veja esta. A FEVE (rede que circula no norte do país) sugere um luxuoso passeio em um hotel sobre rodas que liga Santiago de Compostela (a cidade onde termina o<a href="http://asviajantes.com/viagem/caminho-de-santiago-no-pain-no-gain" target="_blank"> Caminho de Santiago</a>) a Bilbao &#8211; podendo esticar a viagem até San Sebastián (ambas no <a href="http://asviajantes.com/viagem/pais-basco-ongi-etorri" target="_blank">País Basco</a>). A rota de <strong>uma semana</strong> vai bordeando o Mar Cantábrico e tem paradas em lugares históricos como Altamira (onde foram encontradas pinturas rupestres de 14.500 anos) e o Guggenheim de Bilbao. O preço é salgado (<strong>a partir de 1.650 euros</strong>), mas, considerando que a hospedagem está incluída, vale a pena.</p>
<div id="attachment_5396" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/07/phot_trai_west_018.jpg"><img class="size-medium wp-image-5396" title="phot_trai_west_018" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/07/phot_trai_west_018-300x197.jpg" alt="" width="300" height="197" /></a><p class="wp-caption-text">A viagem entre Vancouver e Toronto. Foto Matthew G. Wheeler (viarail.ca)</p></div>
<p><strong>7. <a href="http://es.viarail.ca/es/es_trai_toja.html" target="_blank">The Canadian</a></strong></p>
<p>Descrita como uma &#8220;viagem épica&#8221;, esta rota liga <strong>Toronto a Vancouver</strong>, cortando o sul do Canadá de leste a oeste. Com vagões dos anos 50 e paisagens estonteantes, com lagos e montanhas, é um dos passeios mais bonitos da América do Norte. Dura <strong>três dias e meio</strong> e custa por volta de <strong>600 dólares canadenses</strong>.</p>
<p><strong>8.<a href="http://www.gwtravel.co.uk/destination.php?id=1" target="_blank"> </a></strong><strong><a href="http://www.gwtravel.co.uk/destination.php?id=1" target="_blank">Golden Eagle Trans-Siberian Express</a></strong></p>
<p>Pode ser uma das viagens de trem mais longas do mundo, variando de <strong>7 a 21 dias</strong>.  A rota clássica, que liga <strong>Moscou a Vladvostok</strong>, tem mais de 10.000 quilômetros, dura15 dias e passa por oito (!) fusos horários diferentes. Mas a vontade que dá é pegar a de maior extensão, entre Moscou e Pequim (21 dias), a chamada Rota da Seda. Prepare-se para gastar uma grana, no mínimo <strong>a partir de 3.000 euros</strong>.</p>
<p>9. <strong><a href="http://www.orient-express.com/collection/trains/eastern_oriental_express.jsp" target="_blank">The <span style="color: blue;">Eastern &amp; Oriental Express</span></a></strong></p>
<p>Também operada pela Orient Express, esta rota conecta<strong> Singapura a Bangcoc,</strong> perfeita para quem quiser dar um giro pelo Sudeste Asiático. Estão incluídos tours e um cruzeiro pelo Rio Kwai, além de passar por florestas, montanhas e templos dourados. A passagem de ida de Bangcoc a Singapura custa <strong>a partir de 2.320 dólares </strong>e a viagem dura <strong>quatro dias</strong>.</p>
<p>10. <strong>Oslo–Bergen</strong></p>
<p>Todo mundo fala da beleza das frias paisagens nórdicas. Uma maneira rápida de passar por elas é pegar esta rota oferecida pela <a href="http://www.europeanrail.com/" target="_blank">European Rail</a>. Foram 12 anos de construção do trecho de 489 quilômetros que liga Oslo a Bergen, com direito a vista dos fiordes. O preço é dos melhores desta lista: <strong>a partir de 2</strong><strong>00 euros</strong> só ida, para uma viagem que dura <strong>sete horas</strong>.</p>
<p>Sentiu falta de um passeio de trem pelo Brasil? Nós também. Mas o autor elencou viagens longas nesse tipo de transporte, o que infelizmente não é lá muito comum no nosso país, onde se prioriza o transporte de cargas. Mas se você adora o balançar sobre os trilhos e pretende fazer uma viagem rápida, <a href="http://www.dicaseturismo.com.br/passeios-de-trem-pelo-brasil/" target="_blank">dê uma olhada neste site</a>. Há várias sugestões bacanas de viagens de trem no Brasil.</p>
<p><a href="https://sites.google.com/site/blogasviajantes/comportamento/deu-no-the-independent-10-passeios-de-trem-imperdiveis" target="_blank">Imprima este post aqui</a>.</p>
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		<title>Maiorca: para começar bem o verão na Europa</title>
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		<pubDate>Mon, 20 Jun 2011 16:26:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Clarissa Vasconcellos</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A terra natal de Rafael Nadal é um paraíso para amantes de praia, montanha e gastronomia.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_5347" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/06/maiorca.jpg"><img class="size-medium wp-image-5347" title="maiorca" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/06/maiorca-300x201.jpg" alt="" width="300" height="201" /></a><p class="wp-caption-text">Sant Elm. Paraíso.</p></div>
<p>O <strong>verão</strong> está prestes a começar. Mais precisamente dia 21 de junho (amanhã). Tô falando do verão no Hemisfério Norte, claro. Ao contrário do que acontece em grande parte do Brasil, país que felizmente tem o luxo de contar com calorzinho até no inverno (ele começa nesta terça do lado de cá do Equador, lembra?), na Europa a chegada do verão é mais que comemorada. E um dos países que mais atraem turistas no continente nessa época é a <a href="http://asviajantes.com/europa/espanha-europa">Espanha</a>.</p>
<p>Os espanhóis se espalham pela costa inteira, <strong><a href="http://asviajantes.com/viagem/espanha-em-tres-roteiros-basico-gourmet-e-praiano" target="_blank">como eu já relatei por aqui, no roteiro praiano pelo país</a></strong>. Mas os gringos (ingleses, alemães e nórdicos, principalmente) preferem virar pimentão em <strong><a href="http://asviajantes.com/europa/espanha-europa/barcelona-espanha-europa-europa" target="_blank">Barcelona</a></strong>, cidade mais visitada da Espanha, e nas deliciosas ilhas espanholas. O <a href="http://asviajantes.com/europa/espanha-europa/ilhas-canarias" target="_blank">arquipélago das Canárias</a> e o arquipélago das Baleares são os preferidos da galera.</p>
<p>No ano passado fiz uma viagem espetacular pela costa da Catalunha (que em breve será descrita por aqui), com uma parada de alguns dias em <strong>Maiorca</strong>.  A terra onde nasceu o tenista <strong>Rafa Nadal </strong>me surpreendeu. E também vai surpreender você, se seguir umas dicas básicas.</p>
<div id="attachment_5349" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/06/Es-Trenc.jpg"><img class="size-medium wp-image-5349" title="Es Trenc" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/06/Es-Trenc-300x201.jpg" alt="" width="300" height="201" /></a><p class="wp-caption-text">Es Trenc. Praia nudista que também atrai banhistas vestidos. Mas nada de fotografar ou ficar &quot;manjando&quot; os que optarem pelo naturismo.</p></div>
<p>Regra 1: <strong>fuja de resorts </strong>ou de turismo nesse estilo. É o primeiro passo para gostar da ilha. Tinha certo receio porque é um dos destinos preferidos dos viajantes mais &#8220;maduros&#8221; nas Baleares (o povo jovem corre todo para a lotada Ibiza), mas constatei que no verão ela fica repleta de representantes de 20 e poucos anos (alguns meio arruaceiros, convém dizer) e um pouco de tudo. Casais alemães de meia-idade, recém-casados espanhóis de 30 anos, universitários ingleses que enchem a cara todos os dias, por exemplo.</p>
<p>Regra 2: <strong>evite o mês de agosto</strong>. É o mês oficial das férias, o equivalente a janeiro por aqui. Além de encontrar tudo muito mais caro, você vai dar de cara com praias lotadas, restaurantes com fila, engarrafamentos e gente estressada. Além disso, é comum na Europa que alguns estabelecimentos fechem durante esse mês inteiro. Acredite, é frustrante ler sobre um bar incrível ou aquele restaurante de comida caseira, chegar lá e dar de cara com a porta fechada. Junho e setembro são os meses mais agradáveis para visitar Maiorca, mas, com um pouco de paciência, dá para ir em julho também &#8211; o segundo mês mais concorrido.</p>
<p>Regra 3: <strong>alugue um carro. </strong>Ao contrário das cidades da Península espanhola, que podem ser desbravadas a pé ou de metrô, as ilhas exigem esse investimento. Maiorca, a maior das Baleares, tem praias fantásticas aonde a gente só chega de carro. Se você for ficar só na capital, Palma de Maiorca, não será necessário, mas você não vai a Maiorca só para isso, né?</p>
<div id="attachment_5350" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/06/avarques.jpg"><img class="size-medium wp-image-5350" title="avarques" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/06/avarques-300x201.jpg" alt="" width="300" height="201" /></a><p class="wp-caption-text">&#39;Avarques&#39;, sandálias típicas de Menorca, mas que são vendidas também em Maiorca e na Costa Catalã</p></div>
<p>Regra 4: <strong>fique no mínimo quatro dias</strong>. Uma semana seria o mais legal, mas não passe menos que quatro noites por lá. Em um mesmo dia é possível ir a duas, três, quatro praias, dependendo de sua disposição, mas ficar pouco tempo por lá vai dar aquela sensação de correria de gincana. Lembre-se que viagens a ilhas não são tão simples, o deslocamento nunca é igual ao de cidades no continente.</p>
<p><strong>Algumas praias e cidades bacanas: </strong></p>
<p><strong> </strong>No oeste: Port d&#8217;Andratx (não confundir com a cidade de Andratx), Sant Elm (de mar turquesa),  Estellencs (sem praia, mas com construções fofas), Cala de Estellencs (as<em> calas </em>são pequenas prainhas, de pedra ou areia), mirador de Ses Ànimes (parada para uma vista linda), Deià e Cala de Deià, Valldemossa e Port de Valldemossa (é uma descida longa e chatinha, mas vale a pena).</p>
<p>No norte-leste: Cala de Sant Vicenç (uma das praias mais bonitas da ilha), Cap de Catalunya (outro ponto de super vista), Cap de Formentor (fica lá na pontinha leste, tem uma serra longa, mas seu farol é lindo). Também vale uma passada na Badia de Pollença (ponto de kitesurf) e na medieval Alcúdia.</p>
<div id="attachment_5351" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/06/catedral.jpg"><img class="size-medium wp-image-5351" title="catedral" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/06/catedral-300x201.jpg" alt="" width="300" height="201" /></a><p class="wp-caption-text">Porto de Palma de Maiorca com a catedral ao fundo</p></div>
<p>No leste &#8211; sul: Demos uma passada em Artà, que fica no interior, e nos assustamos com a quantidade de coisas em alemão. É que esse povo a-do-ra Maiorca e praticamente colonizou a ilha (o que contribuiu para o aumento dos preços por lá). Fomos na simpática Platja de Picafort (é, é esse nome mesmo), mas não curtimos muito sua vizinha Platja de Santa Margalida.  Era meio farofa, mas contava com vários restaurantes. Aliás, fica a dica: nas praias os restaurantes são sempre mais caros e de qualidade duvidosa. Vale a pena escolher uma cidade do interior para almoçar. A Cala de Figuera (uma das poucas com faixa de areia branquinha e extensa) e a paradisíaca (e nudista) Es Trenc completam o roteiro. Mas a minha favorita é a Cala de Llombards, cuja água é de um azul lindo.</p>
<p>O ideal é dividir seu dia por essas regiões, assim você não fica cruzando a ilha nem perde tanto tempo na estrada. Mas essas são apenas algumas sugestões. São dezenas de praias, calas e cidades interessantes.</p>
<p>Em Palma: a cidade é bem gostosinha e com uma vida cultural intensa. Por lá há uma CaixaForum (espécie de CCBB espanhol) bem bonita e com exposições bacanérrimas. E a sensacional catedral, que fica de cara para o mar, além do porto. De sonho.</p>
<div id="attachment_5352" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/06/Port-de-soller.jpg"><img class="size-medium wp-image-5352" title="Port de soller" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/06/Port-de-soller-300x201.jpg" alt="" width="300" height="201" /></a><p class="wp-caption-text">Port de Sóller: o trem é uma graça, mas vale mais a pena ir de carro</p></div>
<p><strong>Passeio furado- </strong>O charmoso trenzinho que liga Palma até Sóller se revelou frustrante. Caro, bem caro, e nada demais. Melhor visitar a cidade de carro mesmo. E dar uma passada no Port de Sóller no fim do dia.</p>
<p>Achei bacana <strong>fincar a base em Palma</strong> mesmo. Me hospedei em um hotel bem simpático, chamado <strong><a href="http://www.booking.com/hotel/es/horizonte.pt-br.html?aid=335647;sid=86cb08d7ce20c77c6cdf1fe893ae057b;srfid=df628434b22d3eb8b20d3157b300f3d5X507" target="_blank">Horizonte</a></strong>. Fica bem perto de uma das saídas da cidade. Para ir ao centro era só pegar um táxi ou ônibus. E o melhor, fica numa área residencial, onde é bem mais fácil de estacionar seu carro alugado. No centro de Palma é um pouco complicado encontrar vaga.</p>
<p><strong>Dicas de local- </strong> Dei a sorte de coincidir lá com uma ex-colega de trabalho, Isa, nascida e criada em Maiorca, mas que já viveu em vários países e sabe o que a cidade tem de mais autêntico e cosmopolita ao mesmo tempo. Nos deu duas dicas imperdíveis: <strong>S&#8217;esponja</strong>, restaurante onde é possível comer o melhor <em><strong>pa amb oli</strong></em> (espécie de torrada regada com azeite e com diferentes <em>toppings</em>) e a horchatería<strong> C&#8217;an Joan de S&#8217;Aigo</strong>, onde é feita a melhor<em> <strong>ensaïmada</strong></em> (doce que lembra uma rosquinha fechada, de massa muito leve e fofa, com muito açúcar) de Palma.  Dois lanchinhos típicos imprescindíveis por lá. E não deixe de provar também qualquer coisa que leve como recheio a <strong><em>sobrassada</em></strong>, pasta de carne de porco.</p>
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