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	<title>Viagem é com As Viajantes &#187; Alicia Uchoa</title>
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	<description>Dicas de viagem, roteiros de turismo, listas de destinos, truques para comprar passagens</description>
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		<title>Los Roques: o caribe em estado bruto</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Mar 2012 22:05:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alicia Uchoa</dc:creator>
				<category><![CDATA[América do Sul]]></category>
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		<description><![CDATA[Los Roques é o mais próximo que já vi e li de um caribe em sua forma bruta, quase do jeito como veio ao mundo e com um astral que qualquer lugar com este privilégio irradia.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2012/03/cayo-de-agua.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-5960" title="cayo de agua - los roques" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2012/03/cayo-de-agua-1024x341.jpg" alt="cayo de agua - los roques" width="574" height="191" /></a></p>
<p>Este sonho de lugar faz parte da lista de desejos de qualquer um que ame a natureza e, sobretudo, praia com cenários de cinema. Quem esteve lá foi uma amiga do blog, Tatiana Orcioli, que fez uma viagem romântica com o marido. Sem se aguentar de tanta empolgação com tudo o que viu e viveu, quando voltou resolveu contribuir com a gente e dar dicas deste pedacinho do céu. Quer dizer, de mar.</p>
<p>====</p>
<p>Los roques entrou na minha vida por acaso, nunca tinha escutado nada sobre este lugar até que me apaixonei à primeira vista, sem nunca ter ido. Pesquisei muito, esperei o próximo feriado e lá fui eu. Superando todas as expectativas fiquei fã deste lugar e, por isso, resolvi contribuir com o site das amigas viajantes e divulgar para amigos e conhecidos este paraíso.</p>
<p>Los Roques é o mais próximo que já vi e li de um caribe em sua forma bruta, quase do jeito como veio ao mundo e com um astral que qualquer lugar com este privilégio irradia. O arquipélago fica a 157Km ao norte de <strong>Caracas</strong>. A única ilha habitada é <strong>Gran Roque</strong>, as outras são ilhas paradisíacas, onde se pode ficar sozinho o dia inteiro, cercado por um mar com uma imensidão de tonalidades de verde e azul que a máquina fotográfica não consegue resgistar. Faça o seu roteiro de acordo com seu apetite para praia. Eu fiquei 5 dias, mas passaria uma semana tranquilamente. Lá faz sol quase o ano inteiro, mas é bom evitar a temporada de chuva, de outubro a dezembro. Em agosto tudo fica mais caro e cheio por causa da alta temporada na Europa.</p>
<div id="attachment_5965" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2012/03/crasqui-1-11.jpg"><img class="size-medium wp-image-5965" title="Estrela do Mar - Los Roques" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2012/03/crasqui-1-11-300x179.jpg" alt="Estrela do Mar - Los Roques" width="300" height="179" /></a><p class="wp-caption-text">Estrela do mar em habitat natural</p></div>
<p><strong>DICAS GERAIS:</strong> Leve dólares em espécie. Não existe cartão de crédito na ilha. Em Caracas você até acha, mas o câmbio é quase o dobro do que você consegue trocar lá. Não vale a pena. Na capital fiz câmbio com a Avilatur e na ilha fiz na delicatessen da praça, sem dificuldades.</p>
<p>Na ida para Los Roques é preciso ter bolívares para pagar a taxa no aeroporto (em torno de Bsf 40) e a taxa de entrada na ilha (Bsf 180). No retorno ao Brasil, a TAM já tinha incluído a taxa na compra, mas é bom conferir se não terá que pagar na volta e reservar o dinheiro também. Dizem que isto mudou de outubro para cá.</p>
<p>Uma outra dica é que o Duty Free de Caracas tem os preços bolívares e, por isso, vale bem a pena. Não esqueça: protetor solar, repelente e, se tiver, snorkel. Tem na ilha para alugar, mas dizem que, quando está muito cheia, falta equipamento.</p>
<div id="attachment_5967" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2012/03/avião-31.jpg"><img class="size-medium wp-image-5967" title="avião Los Roques" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2012/03/avião-31-300x180.jpg" alt="avião Los Roques" width="300" height="180" /></a><p class="wp-caption-text">É um helicóptero? Não, é o avião que leva turistas até a ilha</p></div>
<p><strong>COMO CHEGAR: </strong>A chegada é via Caracas. Se for de TAM ou GOL é necessário pernoitar uma noite na capital venezuelana, pois o risco é muito grande de perder o último vôo que sai para Los Roques. Fiquei em Maiquetia, bem próximo ao aeroporto. Existem 3 companhias aéreas para Los Roques: a Aerotuy, que tem o maior avião de todos com 50 ou 60 lugares; a Chapi Air e a Jamicol, que têm bimotores de 7 a 14 lugares (US$ 280). Atenção: <strong>só são permitidos 10kg de bagagem</strong>.</p>
<p>Fui com a Jamicol em um de 8 lugares, que leva cerca de 40 minutos até lá. Fiquei com medo antes da viajem, mas acabei indo de copilota. O vôo foi bem traquilo e a experiência, única. Abri a janela para fotografar&#8230; É isto mesmo, o teco teco não tem nem ar-condicionado.</p>
<p>A melhor forma de fazer a reserva deste trecho é diretamente via pousada ou com alguma agência de viagem daqui. Eu utilizei a Avilatur, para comprar esta passagem e reservar o hotel de Caracas, pois o preço era quase igual ao de fazer direto e a agência faz o <strong>câmbio</strong> de dólares para bolívares (BSF), te leva para o hotel e tínhamos o contato da agência no local para qualquer emergência (achei isto importante tratando-se de Venezuela). Fizemos um passeio ao <strong>teleférico</strong> de Caracas e ao shopping no tempo ocioso que tivemos na ida.</p>
<div id="attachment_5969" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2012/03/pousada1.jpg"><img class="size-medium wp-image-5969" title="pousada Rosaleda - los roques" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2012/03/pousada1-300x179.jpg" alt="pousada Rosaleda - los roques" width="300" height="179" /></a><p class="wp-caption-text">Ficamos na pousada pousada Rosaleda: poucos e bons quartos e ótimo chef</p></div>
<p><strong>HOSPEDAGEM:</strong> Como na ilha não existe muita coisa pra fazer, é bom escolher uma boa pousada, com <strong>gastronomia</strong> legal, já que você vai acabar passando algum tempo nela. Ficamos na <strong>Rosaleda </strong>e recomendo de olhos fechados. É pequena (6 quartos), <strong>rústica</strong> (como tudo em Los Roques), supergostosa, bem cuidada, com o <strong>chef</strong> sensacional. Um tratamento de primeira (de US$ 120 a US$ 150 a pensão completa).</p>
<p>Algumas outras pousadas que vi e recomendo são: <strong>Mediterrâneo</strong>, <strong>La Cigala</strong>, <strong>Caracol</strong>. Se puder gastar um pouco mais e ter um pouco de sofisticação: <strong>Natura Viva</strong> e <strong>Macanao Lodge</strong>. Na Natura Viva tem um chef famoso e um restaurante que, mesmo não estando hospedado, você pode fazer reserva e degustar suas criações &#8211; é o mais caro da ilha.</p>
<p>Não estranhe se, quando for fazer a reserva, te pedirem pra você fazer um depósito em uma conta dos EUA em dólar. Achei que ia levar o calote, mas é assim mesmo que funciona. Um outro ponto é que eles demooooram para responder os e-mails, mas dá tudo certo no final.</p>
<p><strong> </strong></p>
<div id="attachment_5972" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2012/03/francisqui-4.jpg"><img class="size-medium wp-image-5972" title="Lagosta Los Roques" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2012/03/francisqui-4-300x180.jpg" alt="Lagosta Los Roques" width="300" height="180" /></a><p class="wp-caption-text">A escolha do almoço foi lagosta, a quilo</p></div>
<p><strong>Meia-pensão ou Pensão Completa?</strong> As pousadas da ilha vendem os pacotes, sem pensão, com meia pensão ou pensão completa. Pensão completa significa o café da manhã, uma “<strong>Cava</strong>” (que é um cooler com comidas e bebidas que eles preparam pra você levar para as ilhas), o jantar e os passeios para as ilhas mais próximas. Isso é para quem querestresse zero e não precisa gastar com mais nada, além dos passeio mais distantes.</p>
<p>Eu escolhi meia-pensão e pude escolher no dia se queria a cava ou o jantar. Recomendo. Há algumas ilhas com restaurante. Aí dá pra levar a sua cava emprestada pela pousada, mas com bebidas e aperitivos que você pode comprar no mercadinho, e escolher o jantar na pousada. Quando for a alguma ilha sem restaurante, você escolhe o contrário e janta em algum restaurante. Assim dá pra  variar e conhecer outros lugares.<strong><br />
</strong></p>
<div id="attachment_5973" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2012/03/Kite-em-crasqui-1-4.jpg"><img class="size-medium wp-image-5973" title="Kite surfe em crasqui 1 (4) - Los Roques" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2012/03/Kite-em-crasqui-1-4-300x180.jpg" alt="Kite surfe em crasqui 1 (4) - Los Roques" width="300" height="180" /></a><p class="wp-caption-text">Kite surfe é um dos esportes mais praticados na região</p></div>
<p><strong>PASSEIOS:</strong> Em Gran Roque não tem praia. Logo, todos os dias a sua rotina é pegar um barco, ir para uma ou duas ilhas e voltar no final da tarde. Os passeios normalmente saem às 9h30 e incluem cadeira e guarda-sol e custam entre US$ 10 e US$ 20. A pousada pode resolver isso pra você ou dá pra ir direto ao píer e entrar em algum dos passeios que vai sair. Snorkeling, pesca e kitesurf  são os esportes de lá, além do mergulho. É injusto comparar as ilhas e as belezas, por isso, vou resumir minha experiência de 5 dias e muitas ilhas não vistas.</p>
<p><strong>Cayo de Água</strong> é o passeio mais distante, 45 minutos de lancha, mas é obrigatório. É o preferido da grande maioria dos turistas e, na minha opinião, está empatado em primeiro lugar com <strong>Carenero</strong>, que fiz no mesmo dia. Se gostar de natureza viva e lagoa azul não deixe de ir. Eu fiz os dois no mesmo dia, mas, tendo tempo, reserve um pra cada um.</p>
<p><strong>Fracisqui e </strong><strong>Madrisqui</strong> – são as ilhas mais próximas, a uns 10 minutos de Gran Roque. É bom reservá-las para o dia de chegada e de saída, pois existem barcos a toda hora. Francisqui é demais: Tem uma lagoa para fazer snorkeling e restaurante. Se quiser comer lagosta, reserve logo quando chegar, você escolhe a lagosta viva, eles pesam e você paga por quilo. É um espetáculo! Em Madrisqui você pode fazer snorquel em uma barreira de coral do lado direito e cruzar para ilha Cayo Pirata a pé pelo lado esquerdo.<strong>Cayo Pirata</strong> é uma praia de pescadores, sem muito glamour mas com um restaurante rústico que vende também lagosta e pescados.</p>
<p><strong> </strong></p>
<div id="attachment_5974" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2012/03/ceviche.jpg"><img class="size-medium wp-image-5974" title="ceviche e sushi - los roques" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2012/03/ceviche-300x179.jpg" alt="ceviche e sushi - los roques" width="300" height="179" /></a><p class="wp-caption-text">Ceviche com sushi</p></div>
<p><strong>Pelona de Rabuski</strong>, <strong>Laguna de Rabuski</strong>, <strong>Augustin </strong>– Dia de estrela do mar. No dia que fomos ventava   muito vento e não deu para fazer snorkeling na Pelona (é super recomendado para quem gosta de mergulho), que é um pedacinho no meio do oceano com uma barreira de corais. Laguna foi o lugar das estrelas do mar. Inacreditável quantas a gente vê lá. Depois fomos a Augustin: a ilha era nossa, ficamos sozinhos com os cachorros (que eram muitos, por sinal) e comemos muito bem e barato num restaurante de pescador. Pelo mesmo preço da lagosta do dia anterior, comemos lagosta, ceviche, pescado, ostra e arepas (típico da Venezuela).</p>
<p><strong>Crasqui</strong> e <strong>Noroquises</strong> – Noroquises é um paraíso quase deserto. Ficamos pouco tempo, mas gostei muito. É linda e ótima para banho.  Passamos o restante da tarde em Crasqui, que também tem um restaurante e almoçamos por lá.</p>
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		<title>De carro pela Serra: um roteiro pelas estradas de Gramado, Canela e as vinícolas de Bento Gonçalves</title>
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		<pubDate>Fri, 20 Jan 2012 12:39:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alicia Uchoa</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Essa viagem poderia se resumir numa palavra: surpresa. Depois de 10, as mudanças na Serra Gaúcha foram pra melhor.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2012/01/maria-fumaça.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-5831" title="maria fumaça bento gonçalves" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2012/01/maria-fumaça-300x225.jpg" alt="maria fumaça bento gonçalves" width="300" height="225" /></a>Se pudesse resumir essa viagem numa só palavra ela seria surpresa. Foi tudo meio repentino na minha volta à Serra Gaúcha mais de dez anos depois de uma semana com muitos amigos e o descompromisso da época de faculdade (obs: acho que essa, aliás, foi das poucas viagens que conseguimos reunir as seis viajantes deste blog). O destino inicial seria ir de Porto Alegre a Montevidéu de carro, mas burocracias tupiniquins me fizeram ter que mudar os planos faltando uma semana pro embarque. Foi aí que Gramado, Canela, Bento Gonçalves e Caxias do Sul ganharam nossa atenção e pegamos a estrada. Ao longo dos dias percebi que ou eu lembrava de muito pouca coisa da região ou ela havia mudado &#8211;  e  pra melhor. Acho que foram as duas coisas. Desta vez, iríamos descobrir o enoturismo brasileiro.</p>
<p>Como nossa ideia era estar em Porto Alegre no Réveillon, nosso roteiro precisava ter quatro ou, no máximo, cinco dias. Mas dá, fácil, para estender os planos um pouco mais. Seja lá qual for a cidade que você escolher, pra quem gosta e está acostumado a viajar de carro é muito tranqüilo. É tudo relativamente perto. Mas um aviso importante, para os cariocas ou alguém com origem nordestina como eu, mesmo no verão é bom ter um casaquinho na mala. Chegamos a pegar 16º C, o que é inimaginável na estação pra quem vive no Rio de Janeiro.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_5827" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2012/01/hortensias.jpg"><img class="size-medium wp-image-5827" title="hortensias" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2012/01/hortensias-300x225.jpg" alt="hortensias estrada Serrra Gaúcha" width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">Pela estrada afora..</p></div>
<p><strong>NA ESTRADA</strong> – Completamente turística, essa parte do estado tem várias rotas para percorrer de carro, como a Rota das Cantinas, Caminhos de Pedras, etc. Começamos pela Rota Romântica, que leva até Gramado. A estrada é linda. Além de bem cuidada, são quilômetros e mais quilômetros de árvores contornando, que às vezes dão lugar a verdadeiros paredões de hortênsias azulzinhas dos dois lados. Como a distância entre as cidades eram curtas, acabamos não precisando abastecer ou comer na estrada. A boa dica é ficar atento a queijarias e mercearias de beira de estrada, que tem salames, geléias e queijos caseiros sempre deliciosos.</p>
<p>Nosso roteiro foi: Porto Alegre-Gramado-Canela-Caxias do Sul-Bento Gonçalves-Novo Hamburgo-Porto Alegre. Para planejar o seu, veja as <strong>distâncias</strong>:<br />
<strong>Porto Alegre-Novo Hamburgo</strong> :  43 km<br />
<strong>Porto Alegre-Caxias do Sul</strong>: 133 km<br />
<strong>Porto Alegre-Gramado</strong>: 122 km<br />
<strong>Porto Alegre-Bento Gonçalves</strong>: 121 km<br />
<strong>Gramado-Bento Gonçalves</strong>: 109 km</p>
<p><strong>GRAMADO</strong> &#8211; Carro alugado, e resolvemos que nosso almoço seria em Gramado. E lá fomos nós: 122 km e quase duas horas depois estávamos lá. A cidade é praticamente uma cidade cenográfica. Me senti num Projac gigante, com aquele imóveis bem cuidados, ruas limpíssimas, tudo organizado que até os pedestres pareciam orquestrados. Para completar, como chegamos um dia depois do Natal, ainda tinha toda aquela decoração que fez o lugar ficar com um quê ainda mais cenográfico.</p>
<p><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2012/01/jantar.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-5832" title="jantar" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2012/01/jantar-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a>Passeamos um pouco e paramos para almoçar num dos charmosos restaurantes da <strong>Rua Coberta</strong>. Não pernoitamos por lá porque, como era altíssima temporada, já estávamos com o Ibis reservado em Caxias do Sul. Mas vale uma esticadinha maior, sim. A cidade tem ainda atrativos para todos as gostos, como Museu de Cera, Museu de Automóveis, Megaloja de aluguel por hora de carros esportivos luxuosos, como Ferrari e Porche ou, para quem vai com crianças, a Casa do Papai Noel. Além das unânimes – e inúmeras – <strong>fábricas de choc</strong>olates. Dá água na boca só de lembrar.</p>
<p><strong>CANELA</strong> – Não dava para ir até Gramado e não dar um pulinho em Canela, né? As cidades são coladas, como Rio-Niterói, Recife-Olinda, São Paulo-Guarulhos&#8230; Então, ficou decidido e fomos fazer a digestão no <strong>Parque do Caracol</strong>. Lá tem mirante, tirolesa e um <strong>teleférico</strong> que te leva bem perto da cachoeira que dá nome ao local.</p>
<p>De lá fomos dormir em <strong>Caxias do Sul.</strong> Apesar de ser uma grande cidade, a ideia inicial era aproveitar cachoeiras e fazer uns passeios em pequenas cidades do entorno, visitando cachoeiras e qualquer outro vestígio de natureza. Como o tempo estava chuvoso, fizemos uma noitada básica no <strong>Mississipi Blues</strong>, um bar com boutique charmosérrimo e logo que acordamos caímos na estrada novamente já pensando nas <strong>vinícolas</strong> de Bento.</p>
<p><strong><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2012/01/uva-p.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-5829" title="uvas nos parrerais" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2012/01/uva-p-300x225.jpg" alt="uvas nos parrerais" width="300" height="225" /></a>BENTO GONÇALVES</strong> – Nossas reservas estavam feitas numa das pousadas da <strong><a href="http://www.villavalduga.com.br/" target="_blank">Villa Valduga</a></strong>, da tradicional vinícola <strong>Casa Valduga</strong>, que incluía na hospedagem um curso de quatro horas de introdução ao vinho e descontos na loja. A essa altura nós só pensávamos que bons queijos, bons vinhos e bons restaurantes nos esperavam. A época da colheita nos parreirais começa em janeiro e vai até março. Por isso, passar por lá no fim de dezembro foi, sem querer, a escolha certa. Da estrada você aqueles vales verdinhos e as parreiras carregadas. Lindo de ver.</p>
<p>A região tem vinícolas por todos os lados. Mas, estando de carro, você tem que passar pela Linha Leopoldina, no <a href="http://www.valedosvinhedos.com.br" target="_blank">Vale dos Vinhedos</a>, que tem vistas lindas e dá acesso à <strong><a href="http://www.miolo.com.br/controller.php" target="_blank">Miolo</a></strong>, ao <strong><a href="http://www.spadovinho.com.br/" target="_blank">Spa do Vinho</a></strong> e também pode servir de acesso à Casa Valduga. Mas há outras tantas pequenas, que podem valer a parada, dependendo do tempo e da disposição. Outra que visitamos foi a <strong><a href="http://www.salton.com.br/novo/" target="_blank">Salton</a></strong>, que reverte o valor da visitação em crédito para compras.</p>
<p>O melhor é ir aprendendo sobre os vinhos e ir harmonizando ao longo da viagem escolhendo os restaurantes. Bem perto da Salton está o <strong>Pignatella</strong>. Lá, por menos de R$ 40 você come uma sequência de bons pratos, que vão de carne, galeto a massa. O <strong>Canta Maria</strong> tem umas duas opções parecidas no menu e outras à la carte, mas o carro chefe é mesmo o galeto. Dentro da Casa Valduga rola um rodízio no almoço e no jantar, que precisa ter reservas feitas até as 19h, tem um menu com entrada, dois pratos e sobremesa por algo em torno de R$ 50. Tem ainda o bistrô da <strong><a href="http://www.casamadeira.com.br/" target="_blank">Casa da Madeira</a></strong>, que também promete preço honesto para a comida bem pensada e é superbem falado (só abre para o almoço).</p>
<p><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2012/01/parreiras1.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-5833" title="parreiras" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2012/01/parreiras1-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a>No meio de tudo arrumamos um tempo para um programa turistão: andar de trem bebendo vinho na <a href="http://www.giordaniturismo.com.br/giordani/default.php" target="_blank">Maria Fumaça</a>. O passeio começa em Bento Gonçalves com degustação na estação, para em Garibaldi e segue até Carlos Barbosa. A cada parada tem mais suco de uva e vinho. No final, rolam danças típicas italianas. Eu achei o passeio meio farofa, mas as pessoas ao redor estavam adorando e se você nunca andou de trem, pode valer a experiência.</p>
<p><strong>NOVO HAMBURGO</strong> – Na volta à Porto Alegre, usei a desculpa de almoçar em Novo Hamburgo para conhecer algumas das pontas de estoque de calçados da cidade. Tem das mais diferentes marcas, da Arezzo a Converse e outras menores para todos os estilos.</p>
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		<title>Belém express: um passeio rápido pela capital do Pará</title>
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		<pubDate>Thu, 22 Sep 2011 15:44:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alicia Uchoa</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Os cheiros e as cores de Belém são inesquecíveis. A capital do Pará esbanja charme, cultura e paisagens lindas.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_5700" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/09/ver-o-peso.jpg"><img class="size-medium wp-image-5700" title="Mercado Ver-o-peso Belém Pará" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/09/ver-o-peso-300x179.jpg" alt="Mercado Ver-o-peso Belém Pará" width="300" height="179" /></a><p class="wp-caption-text">Quitutes, artesanato, temperos e até animais no Ver-o-Peso</p></div>
<p>Os cheiros e as cores de <strong>Belém </strong>são inesquecíveis. Dividindo com <strong>Manaus </strong>o posto de principal cidade da <strong>Amazônia Brasileira</strong>, a capital do <strong>Pará </strong>esbanja charme, cultura e paisagens lindas. Infelizmente, minha passagem por lá teve que ser bem corrida e só pude ficar um dia na cidade, depois de rodar o interior a trabalho. Mas isso não quer dizer que não tenha aproveitado a estada e apurado dicas de lugares que enchem os paraenses de orgulho e que valem a visita.</p>
<p>Mais sobre a Amazônia:</p>
<p><a href="http://asviajantes.com/viagem/amazonia-express-que-passeios-fazer-pela-floresta" target="_blank">Amazônia Express: que passeios fazer pela floresta</a><br />
<a href="http://asviajantes.com/viagem/as-cores-os-ruidos-e-a-paz-da-amazonia" target="_blank">As cores, os ruídos e a paz da Amazônia</a><br />
<a href=" http://asviajantes.com/viagem/eu-ja-dormi-na-selva-amazonica" target="_blank">Eu já dormi na selva Amazônica</a><br />
<strong> </strong></p>
<p><strong>Ver-o-peso </strong>- O ponto turístico mais tradicional é o mercado Ver-o-Peso. Lá você encontra tudo e mais um pouco, sem exageros. Você come <strong>comidas típicas</strong> feitas na hora a preços módicos de barraquinhas mil, legumes, frutas e verduras das mais variadas, artesanato e até galinhas e outros bichos. Mas o mais engraçado são as barracas de ervas e perfumes com <strong>TO-DAS</strong> as finalidades possíveis: pegar homem, afastar sogra, amansar o touro, ganhar dinheiro, além de outros nomes esdrúxulos como &#8216;sexo da bota&#8217; ou &#8216;queira ou não queira, tem que querer&#8217;. As mesmas bancas oferecem também sabonetes medicinais, como os de açaí, aroeira e outras plantas amazônicas. São ótima opção para <strong>souvenirs</strong>.</p>
<div id="attachment_5698" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/08/mangal-das-garças-editada.jpg"><img class="size-medium wp-image-5698" title="Mangal das Garças Belém Pará" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/08/mangal-das-garças-editada-300x200.jpg" alt="Mangal das Garças Belém Pará" width="300" height="200" /></a><p class="wp-caption-text">Lá no Mangal das Garças é possível ver vários animais soltos</p></div>
<p>Se você for daquele viajante que gosta mesmo de viver a cidade, tente chegar lá cedo e comece o passeio ultrapassando as fronteiras do mercado. Depois das barracas, no final, após passar pelos barcos, acontece a <strong>feira do açaí</strong>, onde é possível ver as embarcações abastecendo a cidade com balaios e mais balaios da fruta mais típica da região.</p>
<p><strong>Mangal das Garças</strong> &#8211; Esse lugar tem que estar entre as prioridades em sua estada em Belém. É um <strong>parque ecológico</strong> à beira do Rio Guamá, que banha a cidade, feito para você aproveitar e conhecer a <strong>fauna e flora locais</strong>. Logo na entrada, as famosas <strong>araras </strong>azuis (aquelas do filme RIO), dão as boas vindas, soltas num <strong>viveiro</strong>. É só subir uma escada e um mirante à sombra pra você curtir o rio.</p>
<p>O legal lá é que tem áreas em que é só aproveitar o parque e há também atrações pagas. Por R$ 3 você conhece um dos maiores <strong>borboletários </strong>da América Latina, uma experiência linda, com várias espécies circulando entre as plantas e no meio dos visitantes. Pelo mesmo valor, você sobe no farol e tem uma <strong>visão panorâmica</strong> da capital paraense. Agora, se você quiser aproveitar tudo, paga R$ 9 e garante um passaporte. Lá tem quiosques e um restaurante e você pode ver <strong>tartarugas</strong>, <strong>garças </strong>brancas e vermelhas fluorescentes e outras aves de perto.</p>
<div id="attachment_5702" class="wp-caption alignright" style="width: 235px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/09/3.jpg"><img class="size-medium wp-image-5702" title="Casa das Onze Janelas - Belém Pará" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/09/3-225x300.jpg" alt="Casa das Onze Janelas - Belém Pará" width="225" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Casa das Onze Janelas  (Foto: www.belemdo para.tur.br)</p></div>
<p><strong>Dicas extra</strong> &#8211; esse parágrafo é de dicas que recebi de paraenses, mas que não consegui tempo hábil pra conhecer. No mesmo dia do Ver-o-peso, dá para dar uma esticada e conhecer a <strong>Casa das Onze Janelas</strong>. Também me falaram muito bem e as fotos comprovam a fama do <strong>Museu de Arte Sacra,</strong> <strong>Museu da Gema</strong>, dedicado a minerais brasileiros, e do <strong>Parque dos Igarapés</strong>, onde você passeia de barquinho entre a vegetação do Rio Guamá.</p>
<p><strong>ONDE COMER</strong> - Tacacá e Vatapá são algumas das comidas típicas de Belém. Eu adoro as duas, que levam camarão e temperos locais deliciosos. Em qualquer banquinha você encontra. Mas a capital paraense tem outras delícias. Entre elas, conciliar bons pratos com uma boa vista da natureza local. Localizado dentro do Hotel Beira Rio, o <strong>Marulho&#8217;s </strong>é aberto ao público e fica num deck sobre o rio, tem cardápio farto e música ao vivo à noite. A única observação é que pra lá é melhor pegar um táxi, porque o bairro, Guamá, não é muito bom nem seguro, segundo os locais.</p>
<p>As <strong>docas </strong>também são uma ótima opção, baseada na revitalização do porto. Mas quem quer um pouco mais de aventura, o <strong>Saudosa Maloca</strong> fica do outro lado do Rio. Para ir, é preciso pegar um barquinho &#8211; alguns saem do porto e custam R$ 5 ou você pode contratar um barqueiro para chamar de seu e fazer o seu horário. Se não conseguir ninguém pela cidade, liga pro restaurante (91 &#8211; 9982-3396), que a Neneca, a dona, te indica alguém. Lá é pra ir à vontade, tomar um banho de rio e curtir o dia. Nós pedimos dois pratos de pirarucu e foi suficiente pra quatro e tem preço honesto. Mas a especialidade da casa, que depende de época da safra, é a caipirinha de cacau.</p>
<div id="attachment_5703" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/09/restaurante.jpg"><img class="size-medium wp-image-5703" title="Saudosa Maloca - Belém Pará" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/09/restaurante-300x224.jpg" alt="Saudosa Maloca - Belém Pará" width="300" height="224" /></a><p class="wp-caption-text">Acesso ao restaurante Saudosa Maloca</p></div>
<p>Agora, se você quiser comer bem e barato, também no Guamá, tem a <strong>Peixaria do Careca</strong>. O lugar é do tipo pé-sujo, sem ar-condicionado, mas com comida farta. Encaramos uma caldeirada, que serviu o grupo de quatro e estava uma delícia. A referência para chegar lá é a igreja de São Judas Tadeu, que fica em frente.</p>
<p><strong>ONDE SE HOSPEDAR</strong> - Eu fui a trabalho e fiquei hospedada no <strong>Hotel Beira Rio</strong>. O bairro não é muito bom, mas a vista para o Rio e a piscina com cara de cenário de reality show compensam. Segundo os paraenses que conhecemos lá, os bairros mais bacanas da cidade são <strong>Nazaré </strong>e <strong>Batista Campos</strong>, então, acho que eles valem de referência para quem estiver á procura de lugar pra ficar.</p>
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		<title>Conservatória, a cidade da seresta, chorinho e cinema</title>
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		<pubDate>Thu, 18 Aug 2011 11:30:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alicia Uchoa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
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		<category><![CDATA[Ponte dos Arcos]]></category>
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		<category><![CDATA[Serra da Beleza]]></category>

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		<description><![CDATA[Conservatória é a capital da seresta, mas a cidade poderia receber o título de dedicação à cultura.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="_mcePaste">
<p><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/08/IMG00079-20110719-1005.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-5558" title="Conservatória" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/08/IMG00079-20110719-1005.jpg" alt="Conservatória" width="270" height="202" /></a>A profissão de jornalista é repleta de surpresas. Minha mais recente delas foi a charmosérrima cidade de <strong><a href="http://www.conservatoria.com.br/" target="_blank">Conservatória</a></strong>. Localizada a cerca de 2h30 do Rio, ela é conhecida como a capital da seresta. Mas a verdade é que aquelas ruas de pedras, recheadas de casarios antigos e suberbem cuidados deveria ser conhecida como a capital da cultura. Cada viela respira <strong>música </strong>e <strong>poesia</strong>.</p>
<p>No centro da cidade, cada casa tem na fachada uma placa com o nome de uma música e seu autor. Em seus poucos metros quadrados, há dois museus de <strong>seresteiros </strong>como, com partituras e instrumentos e a<strong> Casa do Poeta</strong>, que vende poesias. Um charme.</p>
<p>Entre os programas comuns na região estão caminhadas com <strong>serenatas</strong>, que podem ter até 10 km. Mas o <strong>choro </strong>já tem lugar garantido na programação cultural local. Mas o que me conquistou mesmo foi um recanto escondido do cinema, chamado de Cine Centímetro.</p>
<div id="attachment_5559" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/08/IMG00089-20110719-1402.jpg"><img class="size-medium wp-image-5559" title="Cine Centímetro - Conservatória" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/08/IMG00089-20110719-1402-300x225.jpg" alt="Cine Centímetro - Conservatória" width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">Cine Centímetro e a casa do Ivo são quase uma Disney para cinéfilos</p></div>
<p><strong>CINE CENTÍMETRO</strong> &#8211; O nome é uma brincadeira com um clássico cinema de rua do Rio: o <strong>Cine Metro</strong>. Fechado nos anos 70, acomodava mais de 1.500 pessoas e tinha o glamour de uma sessão de cinema daquela época: cortinas pesadas, paredes, teto e luminárias detalhadamente trabalhados. O incrível é que a <strong>réplica </strong>foi feita no quintal de um cinéfilo fervoroso, que conseguiu recuperar peças originais da antiga construção tijucana, na Zona Norte carioca.</p>
<p>Ivo Raposo desde criança era fã de filmes de faroeste e fascinado pelas salas de projeção. Tanto que o primeiro emprego do hoje delegado de polícia foi projetista de cinema. O hobby foi tomando forma e hoje ele abre a casa uma vez por semana, aos sábados, para sessões públicas com direito a gongo tocando para anunciar o início do filme. Uma Disneylândia para fãs de cinema.</p>
<p>Em setembro, todos os anos, ele promove o festival <strong><a href="http://www.festivalcinemusica.com.br/" target="_blank">CineMúsica</a></strong>, com exibição gratuitas de filmes &#8211; tanto no cinema, quanto numa tenda montada na principal praça da cidade -, e shows. Entre as atrações que já passaram por lá, coisas bacanas e curiosas como uma orquestra de viola caipira.</p>
<div id="attachment_5560" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/08/off-road-bikers.jpg"><img class="size-medium wp-image-5560" title="Ponte dos Arcos - Conservatória - Foto: Off Road Bikers" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/08/off-road-bikers-300x225.jpg" alt="Ponte dos Arcos - Conservatória - Foto: Off Road Bikers" width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">A Ponte dos Arcos é um dos símbolos de Conservatória (Foto: Off Road Bikers)</p></div>
<p><strong>SERRA DA BELEZA</strong> &#8211; Se estiver de carro, vale dar uma volta na <strong>Ponte dos Arcos</strong>. Construída no século 19 e toda feita de pedras, servia de ligação da ferrovia que alimentava a região, conhecida como <strong>Vale do Café</strong>.</p>
<div id="_mcePaste">
<p>O local é no caminho da Serra da Beleza, com vista para um vale completamente verde e que, exotéricos acreditam ser um ponto de acontecimentos extraterrenos e frequentados por <strong>OVNI’s</strong>.</p>
<p><strong>ONDE FICAR</strong>: Se não estiver de carro, lá é a região mais indicada para ficar. Mas é possível também ficar em grandes hotéis como o <strong>Villarejo</strong> ou outras mais distantes, com vista para o verde. É o caso da <strong>Pousada da Colina</strong>, onde ficamos e eu superindico.</p>
<div id="_mcePaste">
<p><strong>SERVIÇOS</strong>: Algumas considerações importantes: Conservatória é uma cidade que funciona de quinta a domingo. Nos outros dias é difícil até encontrar lugar pra comer; lá não tem caixa eletrônico, os únicos bancos disponíveis são Banco do Brasil e Bradesco.</p>
<p>Como eu fui a trabalho, dei de cara com uma cidade praticamente fantasma. Então, não posso indicar bons restaurantes, mas nos falaram muito bem do Dó Ré Mi e não é difícil ver adesivos do Guia 4 Rodas indicando lugares, que sempre acaba sendo uma boa referência.</p>
<p><strong><a href="https://sites.google.com/site/blogasviajantes/brasil/conservatoria-a-cidade-da-seresta-chorinho-e-cinema" target="_blank">Para imprimir este post, clique aqui.</a></strong></p>
<div class="entry">
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</div>
</div>
</div>
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		<title>Chegando a Buenos Aires, aeroporto de Ezeiza</title>
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		<pubDate>Mon, 11 Jul 2011 11:36:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alicia Uchoa</dc:creator>
				<category><![CDATA[América do Sul]]></category>
		<category><![CDATA[Argentina]]></category>
		<category><![CDATA[Buenos Aires]]></category>
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		<category><![CDATA[aeroporto]]></category>
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		<category><![CDATA[Táxi]]></category>
		<category><![CDATA[Transfer]]></category>
		<category><![CDATA[Van]]></category>

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		<description><![CDATA[Chegar numa cidade pela primeira vez dá um frio na barriga. Com a hermana Buenos Aires não é diferente. Veja dicas do aeroporto de Ezeiza.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="_mcePaste">
<div id="_mcePaste"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/07/Ezeiza-editada.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-5436" title="Aeroporto Ezeiza Buenos Aires" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/07/Ezeiza-editada-300x210.jpg" alt="Aeroporto Ezeiza Buenos Aires" width="300" height="210" /></a></div>
<p><br/></p>
<div>Chegar a qualquer cidade pela primeira vez dá sempre um frio na barriga. Com a hermana Buenos Aires não é diferente. <a href="www.aa2000.com.ar" target="_blank">Ezeiza </a>fica a pouco mais de 40km do Centro da cidade. Então, é bom ter o mínimo de programação pra sua chegada à capital argentina. A não ser, claro, que você pegue um voo que chegue pelo Aeroparque, que é no coração da cidade.</div>
<p><br/></p>
<div>Leia também: <a href="http://asviajantes.com/viagem/buquebus-charme-e-conforto-no-rio-da-prata-ficaadica" target="_blank">Buquebus: charme e conforto no Rio da Prata</a></div>
<div><a href="http://asviajantes.com/viagem/comer-andar-e-comprar-em-buenos-aires" target="_blank">Comer, andar e comprar em Buenos Aires</a></div>
<div><a href="http://asviajantes.com/viagem/buenos-aires-vale-a-pena-ver-de-novo" target="_blank">Buenos Aires: Vale a pena ver de novo</a></div>
<p><br/></p>
<div>Dá para sair de lá de táxi, ônibus, dependendo de onde ficará hospedado, ou fechar uma van. Juntamos nossas experiências e vamos te dar o caminho das pedras por aqui.</div>
<p><br/></p>
<div>Minha primeira visita à cidade foi em grupo. Então, resolvemos rachar o táxi, que, já sabíamos, é um transporte bem barato em Buenos Aires. Mas, achamos que a malandragem seria não cair nas &#8216;armadilhas&#8217; comuns aos aeroportos com corridas a preços fechados e conseguimos pegar um do lado de fora, com taxímetro.</div>
<p><br/></p>
<div>Bobagem. Pegamos um motorista que mais parecia o Maradona do mundo bizarro e fomos enrolados. O carro por dentro era meio caindo aos pedaços e, dias depois, percebemos que uma amiga, que chegou em outro voo e foi sozinha, pagou menos num táxi daqueles de cooperativa do terminal do que nós.</div>
<p><br/></p>
<div>A lição, pra mim, é: não vale arriscar. Os cooperativados representam segurança em todos os sentidos e não são sinônimo de pagar mais caro. Mas no caminho tem um pedágio e, por isso, vale já deixar combinado se o valor será por conta do motorista ou dos passageiros.</div>
<p><br/></p>
<div>Para quem vai sozinho ou num grupo com grana contada, uma opção é o serviço de ônibus da empresa Manuel Tienda Leon, que tem ligações diretas de Ezeiza com Puerto Madero, na região central da cidade. Tem ônibus saindo a cada hora ou meia hora (dependendo do período) 24 horas por dia. Cada passagem custa 50 pesos e é possível comprar pela internet, no <a href="http://www.tiendaleon.com.ar/home/home.asp" target="_blank">site </a>da empresa.</div>
<p><br/></p>
<div>Em tempos de cinzas vulcânicas complicando os voos, vale checar como estão a situação dos aeroportos neste link <a href="http://www.aa2000.com.ar/aeropuertos.aspx" target="_blank">aqui</a>.</div>
</div>
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		<title>Pablo Neruda: o Chile e o poeta #ficaadica</title>
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		<pubDate>Tue, 03 May 2011 14:19:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alicia Uchoa</dc:creator>
				<category><![CDATA[América do Sul]]></category>
		<category><![CDATA[Chile]]></category>
		<category><![CDATA[Litoral]]></category>
		<category><![CDATA[Santiago]]></category>
		<category><![CDATA[Viagem]]></category>
		<category><![CDATA[Isla Negra]]></category>
		<category><![CDATA[Pablo Neruda]]></category>
		<category><![CDATA[Poesia]]></category>
		<category><![CDATA[santiago]]></category>

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		<description><![CDATA[Não é preciso ser um aficionado por poesia para se encantar com Pablo Neruda. Seus museus são parada obrigatória no Chile.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_5183" class="wp-caption alignleft" style="width: 280px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/04/neruda.jpg"><img class="size-full wp-image-5183" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/04/neruda.jpg" alt="Museu Pablo Neruda Isla Negra Chile" width="270" height="169" /></a><p class="wp-caption-text">Isla Negra</p></div>
<p>Não é preciso ser um aficionado por poesia para se encantar com Pablo Neruda. Um dos símbolos da literatura chilena, popularizada com o filme O Carteiro e O Poeta (que mostra a vida dele exilado na Itália), visitar as casas de Neruda no Chile é um programa imperdível.</p>
<p>Ao todo, são três. Mas vou falar aqui mais precisamente das duas que visitei por mais de uma vez: La Chascona e Isla Negra. A primeira fica em Santiago, no Barrio Bella Vista, bem próximo do passeio de teleférico do Cerro San Cristóbal. A segunda fica no litoral, próximo a Viña Del Mar e Valparaíso, onde fica a terceira de suas casas-museus, chamada de La Sebastiana.</p>
<p>Se quer conhecer a história de Neruda e se encantar por esse personagem, comece por Santiago, em La Chascona, apelido de um dos amores de sua vida. A casa foi construída e 1953, para seu amor secreto da época: Matilda Urrutia. Depois de se separar da mulher, em 1955, ele foi finalmente morar lá. Com cantos curiosos, é um bom primeiro contato com sua atmosfera.</p>
<div id="attachment_5184" class="wp-caption alignright" style="width: 280px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/04/neruda3.jpg"><img class="size-full wp-image-5184" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/04/neruda3.jpg" alt="Pablo Neruda Isla Negra Chile" width="270" height="169" /></a><p class="wp-caption-text">O corpo do poeta está enterrado de frente para o mar em Isla Negra</p></div>
<p>Isla Negra é um charme à parte. Se você só vai ter tempo de conhecer um  dos museus, escolha este sem medo. Com uma vista deslumbrante para o mar  do Pacífico, a arquitetura foi pensada por ele para parecer um navio. É  que, apesar de admirar o mar, morria de medo dele. Mas, ali, conseguia  se sentir um capitão.</p>
<p>Com o passar dos anos, ele ia aumentando aqui, fazendo um puxadinho ali, mas sempre ao comprido, já imaginando que um de seus lugares preferidos no mundo iria se transformar num museu. A poesia começa no hall de entrada, com conchas cravadas no piso. É que Neruda achava que, assim, seis convidados iriam massagear os pés já na chegada e ficar relaxados por lá.</p>
<p>São inúmeras coleções, entre corredores muitas vezes estreitos e pé de direito baixo, para que a sensação de estar num navio fosse real. Entre as curiosidades está um banheiro com paredes e porta forradas de fotos antigas de mulheres nuas. Neruda brincava que era mais um dos artifícios para deixar os hóspedes à vontade em sua casa.</p>
<div id="attachment_5185" class="wp-caption alignleft" style="width: 280px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/04/neruda2.jpg"><img class="size-full wp-image-5185" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/04/neruda2.jpg" alt="Pablo Neruda Isla Negra Chile" width="270" height="169" /></a><p class="wp-caption-text">La Chascona</p></div>
<p>O melhor é que todas as filiais têm loja de souvenirs, com posters com frases incríveis, entre outras coisas para você levar a poesia para a sua vida. <img src='http://asviajantes.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p><strong>SERVIÇO</strong><br />
Principalmente em Santiago, é bom ligar pra checar se precisa agendar visita, sempre guiada. Há outras coisas para conhecer nos arredores e você pode marcar a ida lá e passear enquanto aguarda a hora chegar.</p>
<p>No <a href="http://fundacionneruda.org/" target="_blank">site da Fundação Neruda</a> (de onde tiramos algumas destas fotos) você encontra preços, horários de funcionamento, endereços e mapas.</p>
<p><strong>Leia também</strong> <strong>nossos posts de <a href="http://asviajantes.com/viagem/chile">Dicas Gerais</a> do Chile, ou ainda sobre <a href="http://asviajantes.com/viagem/esquiando-no-chile" target="_blank">Ski</a>, <a href="http://asviajantes.com/viagem/chile-santiago" target="_blank">Santiago</a>, <a href="http://asviajantes.com/viagem/patagonia-um-roteiro-pelo-fim-do-mundo" target="_blank">Patagônia</a>, <a href="http://asviajantes.com/viagem/o-mar-do-chile-e-a-poesia-de-neruda" target="_blank">Litoral </a>e <a href="http://asviajantes.com/viagem/chile-deserto-do-atacama" target="_blank">Deserto do Atacama</a></strong></p>
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		<item>
		<title>Viajando na TV</title>
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		<pubDate>Sun, 13 Mar 2011 15:00:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alicia Uchoa</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Gente, esse post aqui não é pra indicar nenhum roteiro, mas é pra dividir com os fiéis companheiros que viajam conosco neste blog que aparecemos na TV. :)]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Gente, esse post aqui não é pra indicar nenhum roteiro, mas é pra dividir com os fiéis companheiros que viajam conosco neste blog que aparecemos na TV. <img src='http://asviajantes.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>As Viajantes, devidamente representadas por Isabella Motta, foram alvo de matéria no programa Hoje em Dia, da Rede Record. Pra ver o vídeo, basta clicar aí embaixo. Aproveitamos para inaugurar a seção <a href="http://asviajantes.com/na-midia">Na Mídia</a>, com nossas aparições pela imprensa.</p>
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		<title>Viagem de carro: do Rio à Praia do Rosa, em Santa Catarina</title>
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		<pubDate>Mon, 28 Feb 2011 13:22:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alicia Uchoa</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Mas é só chegar ao litoral catarinense para ter certeza de que o Brasil também guardou uma pontinha de paraíso para aquelas bandas. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_4869" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/02/rosa.jpg"><img class="size-full wp-image-4869" title="Praia do Rosa" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/02/rosa.jpg" alt="Praia do Rosa" width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">Praia do Rosa</p></div>
<p>Acostumada com a beleza das praias nordestinas, demorei para desbravar o litoral do Sul do país. Mas é só chegar ao litoral catarinense para ter certeza de que o Brasil também guardou uma pontinha de paraíso para aquelas bandas. Nosso destino era a Praia do Rosa. Um lugar lindo, com uma vibe única e um astral maravilhoso.</p>
<p><a href="../brasil/santa-catarina/guarda-do-embau-mistura-perfeita-de-sol-mar-e-vegetacao" target="_blank">Guarda do Embaú: sol, mar e vegetação</a></p>
<p>A escolha do Rosa foi uma conjunção de conveniências. Mas não podia ser melhor. Distrito de Ibituba, o Rosa é uma localidade com poucas ruas e muitas praias. Passamos cinco dias lá, mas é uma região em que se pode passar 15 dias conhecendo coisas novas.</p>
<p>Diferentemente da maioria dos balneários, o Rosa não tem uma orla, daquelas com o calçadão, em que é só atravessar pra ir à praia. Reduto de surfistas, as praias de lá podem ser acessadas por trilhas ou chegando de carro direto na areia. Por isso, por mais que muita gente encare os caminhos a pé, eu sugiro ou ir direto de carro alugar um em Floripa e seguir de lá.</p>
<p><strong>ROTEIRO DE ESTRADA</strong> – Do Rio até lá, são cerca de 1.200 km. Há boas paradas, com banheiros limpos e lanchonetes grandes em postos da<a href="www.redegraal.com.br" target="_blank"> Rede Graal</a> no caminho. Nossa opção foi Via Dutra e Regis Bittencourt, mas parece que há uma alternativa de pegar a Rodoanel em São Paulo, que faz o motorista fugir do trânsito paulista.</p>
<p>Apesar disso, as condições de asfalto e sinalização são boas, e só fica meio chatinho na serra para chegar a Santa Catarina. Nossas paradas foram em<strong> Resende / São Paulo / Curitiba / Florianópolis / Praia do Rosa</strong>.</p>
<p>Quem nunca fez o trajeto e quer ficar mais seguro pode imprimir um roteiro no site do <a href="http://mapas.viajeaqui.abril.com.br/guiarodoviario/guia_Rodoviario_viajeaqui.aspx?utm_source=homeguia&amp;utm_content=destaque3" target="_blank">Guia 4 Rodas</a> ou <a href="http://maps.google.com/maps?tab=ml" target="_blank">Google Maps</a>. Eles traçam o caminho, citando as estradas e cidades pelas quais você vai passar. Além de estimar um tempo de viagem.</p>
<p>Agora, reserve uma grana para os pedágios, são vários até lá. Do RJ até SP eles custam entre R$ 7 e R$ 9. Já no Sul, eles custam até, no máximo, R$ 3 (valores de dezembro de 2010).</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_4870" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><strong><strong><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/02/rosa-ouvidor.jpg"><img class="size-full wp-image-4870" title="Praia do Ouvidor - Rosa" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/02/rosa-ouvidor.jpg" alt="Praia do Ouvidor - Rosa" width="300" height="225" /></a></strong></strong><p class="wp-caption-text">Praia do Ouvidor</p></div>
<p><strong>PRAIAS</strong> – Como só tinha cinco dias, não exploramos Floripa, que é uma cidade encantadora e merece pelo menos uns quatro dias rodando a ilha. Nos alternamos entre as praias do Rosa Sul, Rosa Norte, Ouvidor e Ferrugem. Pra quem quer pegar onda, é só fazer u-ni-du-ni-tê. Se a ideia é azaração, o pico é Rosa Sul. Rosa Norte também é badalada, mas num clima mais família, e ouvidor é uma praia em que a estrada acaba na areia, de frente pro mar.</p>
<p>Isso faz do lugar um paraíso, se só houver o seu carro por lá ou um horror, se a praia estiver lotada com gente com seus porta-malas abertos e rádios ligados. O mesmo acontece na Ferrugem, que fica a cerca de 20 minutos de lá. Com tempo, uma vez na região é possível visitar ainda Garopaba, que tem umas dunas e, que o povo pratica sandboard, e Guarda do Embaú.</p>
<p><strong>HOSPEDAGEM</strong> – Nós optamos por alugar uma casa e já saímos do Rio com tudo acertado. Mas, mesmo em alta temporada (fomos no Réveillon), vimos muitas placas de casas e quartos pra alugar, além de pousadas indicando que ainda havia vagas. O importante é só checar que o lugar fica próximo à rua principal e perto do acesso à Praia do Rosa em si.</p>
<p><strong><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/02/surfe-e-cerveja2.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-4887" title="surfe e cerveja2 - praia do rosa" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/02/surfe-e-cerveja2.jpg" alt="praia do rosa" width="339" height="225" /></a>NOITE</strong> – Para  quem gosta de noitada, a região tem para todos os gostos. De barzinho com gente em pé bebendo na calçada, música ao vivo e boates. Rosa, os mais cheios são Beleza Pura, que é um bar com música e o Mar del Rosa, que é uma boate. No caminho pra Garopaba tem a Bali Hai (eu não fui, mas é enorme, com várias pistas e fica bem cheio).</p>
<p>Para comer também há várias opções, mas uma que vale dica pra almoço e nos foi dada por um local é o Restaurante do Geraldo, tem bufê e à la carte, com bom tempero e preço honesto.</p>
<p><strong>DICAS GERAIS</strong> &#8211; A primeira coisa é levar dinheiro. Não há caixa eletrônico no Rosa. Tem muito lugar que aceita crédito e débito, mas é melhor não contar com isso, sobretudo na praia.</p>
<p>Nós alugamos uma casa e foi um erro não termos feito compra de supermercado em Florianópolis. Os mercadinhos lá são caros e não têm muita variedade de marcas e produtos.</p>
<p><strong>SURFE</strong> &#8211; Tanto pra quem surfa quanto pra quem quer aprender, é um bom lugar pra aproveitar. Quem não quiser despachar prancha de avião ou não tiver rack pra ir de carro, não se preocupe, não é difícil achar lugar pra alugar pranchas, desde as mais amadoras, até as mais bacanas.</p>
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		<title>Praticando o turismo solidário na Região Serrana do Rio</title>
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		<pubDate>Mon, 31 Jan 2011 10:50:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alicia Uchoa</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Entre donativos e cachoeiras, estivemos na Região Serrana do Rio após a enxurrada.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_4747" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/01/donativos.jpg"><img class="size-full wp-image-4747" title="Donativos Região Serrana do Rio" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/01/donativos.jpg" alt="Donativos Região Serrana do Rio" width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">Carro cheio de donativos para a Região Serrana do Rio</p></div>
<p>Começamos planejando o fim de semana com um único objetivo: levar donativos para os milhares de desabrigados das chuvas na <strong>Região Serrana do Rio</strong>, 10 dias depois da tragédia. Mas o sábado e o domingo ultrapassaram os limites da solidariedade e viraram um passeio delicioso por lugares nada afetados pelas enchentes: <strong>Lumiar </strong>e <strong>Sana</strong>. Veio, então, a ideia desse post, que, mais do que indicar lugares lindos, promover o turismo solidário e incentivar as pessoas a conhecerem e ajudarem a movimentar a economia daquela área.</p>
<p>O melhor desse tipo de destino é que dá para aproveitar um fim de semana ou ficar por até sete dias sem enjoar e com mais e mais cachoeiras para conhecer, a cerca de duas horas do Rio. Mas vou dar uma pincelada num roteiro Express por ali. Só não vai entrar <strong>Petrópolis </strong>e <strong>Teresópolis</strong>, porque não estive por lá. Mas as prefeituras já emitiram dezenas de comunicados afirmando que o centro dessas cidades e os pontos turísticos não foram atingidos e estão à espera de turistas &#8211; ou viajantes <img src='http://asviajantes.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' />  .</p>
<p>Chegamos a <strong>Lumiar </strong>pelo acesso de <strong>Muri</strong>, pouco antes de <strong>Nova Friburgo</strong>. No caminho, vimos um pouco dos estragos da grande chuva, mas não tivemos problema nenhum de tráfego na estrada.</p>
<p><strong> </strong></p>
<div id="attachment_4748" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><strong><strong><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/01/encontro-dos-rios.jpg"><img class="size-full wp-image-4748" title="Encontro dos rios, em Lumiar: local encheu, mas não causou estragos" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/01/encontro-dos-rios.jpg" alt="Encontro dos rios, em Lumiar: local encheu, mas não causou estragos" width="300" height="225" /></a></strong></strong><p class="wp-caption-text">Encontro dos rios, em Lumiar: local encheu, mas não causou estragos</p></div>
<p><strong> </strong><strong>LUMIAR </strong>- A cidade estava lá, sã e salva, a mesma gracinha de sempre. A pracinha, lojinhas de artesanato e clima ameno. Deixamos nossas doações, para serem distribuídas em toda a região, na igreja e fomos aproveitar o melhor da serra: comida farta e água fresca.</p>
<p>Depois de petiscos e cerveja no bar do Celso, fomos ao <strong>Encontro dos Rios</strong>. O local é bem legal, mas naquele sábado teve a beleza um tanto quanto minada pelo som alto tocando sertanejo. Do outro lado, mas não longe dali, tem o <strong>Poço Feio</strong>. Dá para fazer os dois no mesmo dia. Mas esses são os destinos triviais. Ficando mais tempo na cidade e, de carro, é possível conhecer outras cachoeiras mais reservadas, com indicações de moradores.</p>
<p>O almoço foi no restaurante Klein, com uma comida caseira farta e deliciosa, de sair rolando. À noite, a dica é dar uma esticadinha até <strong>São Pedro da Serra</strong> para provar a pizza com massa de aipim (ok, sei que é quase um desserviço eu não dizer onde é. Eu, admito, não lembro o nome da pizzaria, mas é só perguntar na cidade que você acha. Massa saborosa e levíssima).</p>
<p>Para se hospedar, há campings, albergues e pousadas, que podem ir de R$ 80 a R$ 600. Muitas com rios nas propriedades e outras delícias.</p>
<p><strong> </strong></p>
<div id="attachment_4749" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><strong><strong><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/01/sana.jpg"><img class="size-full wp-image-4749" title="sana" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2011/01/sana.jpg" alt="Sombra e água fresca no Sana" width="300" height="225" /></a></strong></strong><p class="wp-caption-text">Sombra e água fresca no Sana</p></div>
<p><strong>SANA </strong>- De lá, em vez de descermos por onde chegamos, pegamos a estrada Serra-mar e paramos no Sana. Para quem está descendo a serra, a entrada fica um pouco escondida, à esquerda. A dica é, se você passar por uma ponte estreita, onde só passa um carro. Ou, pior, começar a perceber um movimento mais urbano, para e pergunta porque você pode já ter passado da entrada. Depois de entrar certo, são uns 10 ou 15 km de estrada de chão.</p>
<p>O bom do Sana é que, uma vez lá, dá para fazer tudo a pé. A reserva tem cachoeiras como a do <strong>Escorrega</strong>, a do <strong>Pai e da Mãe e das Sete Quedas</strong>. Mas mesmo perto da pracinha é possível ir a um rio e dar um mergulho. É um lugar totalmente riponga, com um ritmo próprio, com uma galera de pensamento ecológico aguçado que reaviva a energia.</p>
<p>Para hospedagem são muitos os campings e dezenas de pousadas ou quartos para lugar.  Para comer, durante o dia, há alguns restaurantes que servem o bufê de saladas e comida caseira por, acredite, R$ 8. Tem ainda um vegetariano atrás da igreja que é super bem falado. À noite sempre rola um forró ou um som em algum canto. Entre um boteco e outro, prove as cachaças com sabor do Dom Marcos.</p>
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		<title>Brasília e o céu azul de nuvens doidas da capital do meu país</title>
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		<pubDate>Thu, 25 Nov 2010 13:31:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alicia Uchoa</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Um guia de programas e dicas para não se perder e aproveitaras atrações da nossa capital.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_4423" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2010/11/nuvens.jpg"><img class="size-full wp-image-4423" title="catedral" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2010/11/nuvens.jpg" alt="catedral - viagem a brasilia" width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">Essa foto linda é de Xavier Donat (http://bit.ly/hd1Ff3)</p></div>
<p>Viajar a Brasília é entrar numa bolha planejada,  com poucas chances dadas ao acaso. Com as quadras praticamente iguais, à  primeira vista a gente acha que vai se perder fácil. Mas é só descolar um mapa  da cidade pra descobrir que não poderia ser mais fácil e curioso desvendar os cantos dessa cidade sem esquina.</p>
<p>Ah, um detalhe importante: a cidade tem duas estações, uma de seca, que dura mais ou menos outono-inverno e a de chuvas, que engloba primavera-verão. Lá é seco sério, de você praticamente não suar. Então, beba muita água mesmo que não tenha sede. Agora, o tipo de clima também nos ajuda a poder observar no céu as nuvens mais bonitas e bem formadas que você já viu. Às vezes tá um céu azul lindo e nuvens gordas e brancas como aquelas que fazíamos nos desenhos da escola. Parece algodão.</p>
<p>Desenhada por Oscar Niemeyer, a cidade tem um  formato de um avião. O corpo do avião é cortado por um grande eixo (chamado de  eixo monumental, que o corta de ponta a ponta) e cada asa também. Ao longo delas  ficam as quadras. De um lado da via as que começam com número par e do outro, as  que começam com número ímpar. Entender isso vai te ajudar a circular por  lá. Esses dois sites também podem dar uma forcinha: <a href="http://www.dicasdebrasilia.com.br/" target="_blank">Dicas de Brasíli</a>a e <a href="http://www.guiabsb.com.br/brasilia/guia_de_brasilia.asp" target="_blank">Guia BSB</a>.</p>
<p><strong> </strong></p>
<div id="attachment_4420" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2010/11/mapabrasilia300.jpg"><img class="size-full wp-image-4420" title="mapabrasilia" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2010/11/mapabrasilia300.jpg" alt="Viagem a Brasilia - mapa" width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">Esse mapa foi tirado daqui: http://familinhaalves.blogspot.com</p></div>
<p><strong>TRANSPORTE </strong>- O transporte público por lá é bastante deficitário. Poucos ônibus, com poucos horários, e o metrô cobre um trecho ínfimo e fora do eixo turístico. Sem contar que andar a pé por lá é frequentemente passar por trechos de um barro vermelho que impregna qualquer sapato (tudo bem, essa dica foi bem mulherzinha. <img src='http://asviajantes.com/wp-includes/images/smilies/icon_surprised.gif' alt=':o' class='wp-smiley' /> ) ).</p>
<p>Por isso, minha dica é alugar um carro ou andar de táxi. Tendo um mapa a mão, você logo aprende que, por mais estranho que pareça, você vai ter que entrar à direita para ir pra esquerda, e coisas do gênero.</p>
<p><strong>PONTOS TURÍSTICOS</strong> – Não são necessários muitos dias pra conhecer  a cidade. Mas, a trabalho ou a lazer, não deixe de tirar um tempinho pra  conhecer os cenários políticos que fazem parte da história do nosso país. De uma  tacada só você pode conhecer o <strong>Palácio do Planalto</strong>, o <strong>Senado</strong> e  prédio do <strong>Supremo Tribunal Federal</strong>. Perto dali (mas perto de carro, que  fique claro), dá para conhecer o <strong>Memorial JK</strong>, que conta a história de  Juscelino Kubitschek e, consequentemente de Brasília (R$ 4 a entrada), e  <strong>Esplanada dos Ministérios</strong>.</p>
<p><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2010/11/congresso300.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-4421" title="Congresso Nacional" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2010/11/congresso300.jpg" alt="Congresso Nacional - viagem a Brasilia" width="300" height="225" /></a>Para quem gosta de muamba, tem duas grandes  feiras que vendem de eletroeletrônicos a roupas e objetos de decoração, que são  a do Guará e a do Paraguai. Mas as duas são mais distante do plano  piloto.</p>
<p>Agora, um lugar gostoso pra passear é o  <strong><a href="http://www.pontaodolagosul.com.br/pontao/home" target="_blank">Pontão</a></strong>. Na beira do Lago Sul, tem restaurantes e quiosques para todos os  gostos e bolsos, no entorno de um calçadão. No caminho, você vai cruzar a ponte  Juscelino Kubitscheck (sempre ele), sustentada por cabos suspensos e uma  arquitetura imponente. O <strong>Parque da Cidade</strong> também é bem bacana, com  inúmeras opções de lazer ao ar livre.</p>
<p><strong>ARREDORES</strong> – Se a viagem a Brasília é mais do que aproveitar uma viagem à  trabalho. Vale aproveitar os dias por lá pra expandir o roteiro até <a href=" http://www.pirenopolis.com.br/" target="_blank">Pirenópolis </a> ou até a Chapada dos Veadeiro (<a href="http://asviajantes.com/brasil/goias/chapada-dos-veadeiros" target="_blank">Clique aqu</a>i pra ver nosso post da Chapada). Mas são destinos pra quem curte natureza e se  desligar da correria de rotina de vez em quando.</p>
<p><strong><a href="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2010/11/memorial-jk.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-4422" title="memorial jk" src="http://asviajantes.com/wp-content/uploads/2010/11/memorial-jk.jpg" alt="memorial jk - viagem a brasilia" width="300" height="225" /></a>HOSPEDAGEM</strong> – Como você já deve ter ouvido falar, em Brasília tudo é dividido em  quadras e setores. Isso vale também para hospedagem. Por isso, quando for  escolher onde for ficar vale checar por exemplo se o setor hoteleiro que você  escolheu é o de turismo ou não. Isso porque o de turismo fica mais longe das  principais atrações da cidade.</p>
<p>Normalmente eu fico na casa de parentes, mas já  fiquei no <a href="http://www.booking.com/hotel/br/tryp-brasil-21.html?aid=335647;sid=82056592361c4684348c47383c204d37" target="_blank">Tryp </a>e recomendo o setor hoteleiro sul, que fica bem em frente à torre de TV,  que é atração por lá também, e onde rola uma feirinha aos domingos no entorno. Da  pra ver a esplanada da janela do hotel. <a href="http://www.booking.com/searchresults.html?aid=335647;sid=82056592361c4684348c47383c204d37;checkin_monthday=23;checkin_year_month=2010-11;checkout_monthday=24;checkout_year_month=2010-11;class_interval=1;idf=1;offset=0;score_min=0;si=ai%2Cco%2Cci%2Cre%2Cdi;ss_all=0;city=-631243;origin=disamb;srhash=662729324;srpos=1" target="_blank">Clique aqui </a>e veja mais dicas de  hospedagem.</p>
<p><strong>ONDE IR</strong> – Esse tópico, eu preciso admitir é naquele esquema Silvio Santos do  ‘eu não assisti a esse filme, mas minha filha número 1 viu’. Quase sempre que  apareço por lá são pra compromissos familiares. Isso quer dizer que minhas  experiências de noitada lá são praticamente nulas.</p>
<p>Por isso, recorri a uma amiga jornalista carioca  que teve uma temporada candanga e as sugestões dela são:  <a href="http://www.calaf.com.br/" target="_blank">Calaf</a>, para quem gosta de samba,<a href="http://www.overmundo.com.br/guia/balaio-cafe" target="_blank"> Balaio Café</a>, às terças, os pubs<a href="http://www.orilley.com.br/" target="_blank"> O&#8217;Rilley</a> e <a href="http://www.gatespub.com.br/" target="_blank">Gates Pub</a>, os botecos Lubanus ou Beirute, e o Bar Brasilia.</p>
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